Nota: todos os anexos e textos aqui não publicados na íntegra estão disponíveis na versão eletrônica desta manchete através de links



Baixar 2.16 Mb.
Página2/2
Encontro18.09.2019
Tamanho2.16 Mb.
1   2

Sumário





Sumário 2

1.00 ASSUNTOS CONTÁBEIS 4

RESOLUÇÃO Nº 1.465, DE 6 DE JUNHO DE 2014-DOU de 26/06/2014 (nº 120, Seção 1, pág. 130) 4

Acrescenta a aliena "f" ao § 1º do art. 15 e o inciso XXVIII ao art. 27 e REVOGA os incisos III e VIII do art. 18 e a alínea "d" do § 5º do art. 28 da Resolução CFC nº 1.458/2013, que aprova o Regimento do Conselho Federal de Contabilidade 4



2.00 ASSUNTOS FEDERAIS 4

2.09 OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS 4



INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.475, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOU de 23/06/2014 (nº 117, Seção 1, pág. 16 4

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.073, de 1º de outubro de 2010, que dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação e o Despacho Aduaneiro de Importação e de Exportação de Remessas Expressas. 4



3.00 ASSUNTOS ESTADUAIS 7

3.01 IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS 7



DECRETO Nº 60.566, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 7

Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS e dá outras providências. 7



DECRETO Nº 60.567, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 8

Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS. 8



DECRETO Nº 60.568, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 9

Introduz alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS. 9



DECRETO Nº 60.569, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 9

Introduz alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS. 9



DECRETO Nº 60.570, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 10

Altera os Decretos 53.051/08, 53.826/08 e 54.904/09, que tratam, respectivamente, do Programa de Incentivo ao Investimento pelo Fabricante de Veículo Automotor, dos Incentivos no Âmbito dos Parques Tecnológicos e do Programa de Incentivo ao Investimento pelo Fabricante de Produtos da Indústria de Processamento Eletrônico de Dados. 10



DECRETO Nº 60.571, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1) 10

Dispõe sobre a dispensa de multa e demais acréscimos legais do ICMS incidente sobre a prestação de serviço de comunicação por meio de mídia exterior. 11

3.09 OUTROS ASSUNTOS ESTADUAIS 12

PORTARIA CAT Nº 73, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 21/06/2014 (nº 114, Seção 1, pág. 54) 12

Estabelece a base de cálculo na saída de bicicletas, suas partes, peças e acessórios, a que se refere o artigo 313-Z5 do Regulamento do ICMS  12



PORTARIA CAT Nº 74, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 21/06/2014 (nº 114, Seção 1, pág. 54) 13

Divulga o preço final ao consumidor e o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST para fins de determinação da base de cálculo do ICMS na saída de bebida alcoólica, exceto cerveja e chope 13



PORTARIA CAT Nº 75, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 18) 38

Fixa valor mínimo para o cálculo do ICMS nas operações com revestimento cerâmico classificado como "Extra" ou "Tipo A". 38



PORTARIA CAT Nº 78, DE 26 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 27/06/2014 (nº 118, Seção I, pág. 18) 38

Divulga valores atualizados para base de cálculo da substituição tributária de água mineral e natural, conforme pesquisa elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE. 39



4.00 ASSUNTOS MUNICIPAIS 40

4.02 OUTROS ASSUNTOS MUNICIPAIS 40



SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 14, DE 21 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 16) 40

EMENTA: ISS. Subitem 12.08 do art. 1º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003. Serviço de congresso realizado fora do município de São Paulo. Serviço tomado de prestador estabelecido fora do município de São Paulo. Responsabilidade tributária. 40



SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 15, DE 21 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 17) 41

EMENTA: ISS. Subitem 15.01 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701/2003. Observância à restrição imposta no parágrafo único do art. 2º da Lei Complementar nº 116/2003. Não é possível caracterizar a exportação de serviços apenas pelo fato de a fonte pagadora encontrar-se no exterior. A ocorrência de resultado em território nacional impede a caracterização como exportação de serviços e há tributação pelo ISS. 41



SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 16, DE 27 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 17) 43

EMENTA: ISS. Subitem 4.01 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701/2003. Cadastro de Prestadores de Outros Municípios - CPOM. Obrigatoriedade. 43



5.00 ASSUNTOS DIVERSOS 44

5.01 CEDFC--ARTIGOS / COMENTÁRIOS 44



Receita Federal e Receita Municipal de São Paulo deflagram operação de combate à sonegação em administradoras de shopping centers 44

Escrituração Contábil Digital X Escrituração Contábil Fiscal X DIPJ E LALUR 45

Parcelamento da Lei 11.941/2009 - reabertura da Lei 12.973/2014 48

Entrada do Refis será reduzida para aumentar adesão, diz governo 49

Lei que fixa adicional de 30% a motoboys entra em vigor 50

É Devido O Adicional Noturno Mesmo Após As 05 Horas Do Dia Seguinte? 50

Contribuições Sociais sobre Folha – Incidências e Não Incidências 53

Prazo da escrituração digital é adiado para contribuintes 54

eSocial: como aproveitar ao máximo os 12 meses que faltam? 55

COSIT afirma desnecessidade de inscrição de sociedade em conta de participação (SCP) no CNPJ 56

Lei Complementar Nº 146, De 25 De Junho De 2014 58

Empresas e a contratação de MOTOBOYS – Responsabilidade Solidária 59

Extinção da DIPJ em 2015 e Dispensa de Escrituração do Lalur 61

Abonos do PIS e do Pasep começam a ser pagos no mês que vem 64

Lei das Domésticas - penalização para empregadores começará em agosto 65

5.03 ASSUNTOS SOCIAIS 66



FUTEBOL 66

6.00 ASSUNTOS DE APOIO 66

6.01 CURSOS CEPAEC 66



CEDFC Virtual migra para grupo no Facebook 68

GRUPO ICMS 68

Às Terças Feiras: 68



GRUP0 IRFS 68

Às Quintas Feiras: 68




1.00 ASSUNTOS CONTÁBEIS

RESOLUÇÃO Nº 1.465, DE 6 DE JUNHO DE 2014-DOU de 26/06/2014 (nº 120, Seção 1, pág. 130)


Acrescenta a aliena "f" ao § 1º do art. 15 e o inciso XXVIII ao art. 27 e REVOGA os incisos III e VIII do art. 18 e a alínea "d" do § 5º do art. 28 da Resolução CFC nº 1.458/2013, que aprova o Regimento do Conselho Federal de Contabilidade

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, resolve:

Art. 1º - Acrescentar a aliena "f" do § 1º do art. 15 e o inciso XXVIII ao Art. 27 da Resolução CFC nº 1.458/2013, publicada no DOU de 18/12/2013, Seção 1, página 80, com a seguinte redação:

Art. 15 - [...]

§ 1º - Compete à Câmara de Registro:

[...]


f) desenvolver e coordenar a realização do Exame de Suficiência.

Art. 27 - São atribuições do Presidente:

[...]

XXVIII - coordenar assuntos relacionados à organização e à realização de eventos nacionais e internacionais do CFC;



[...]

Art. 2º - Revogar os incisos III e VIII do art. 18 e a alínea "d" do § 5º do art. 28 da Resolução CFC nº 1.458/2013.

Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
2.00 ASSUNTOS FEDERAIS

2.09 OUTROS ASSUNTOS FEDERAIS

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.475, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOU de 23/06/2014 (nº 117, Seção 1, pág. 16
Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.073, de 1º de outubro de 2010, que dispõe sobre o controle aduaneiro informatizado da movimentação e o Despacho Aduaneiro de Importação e de Exportação de Remessas Expressas.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI doart. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, resolve:

Art. 1º - Os arts. 2º, 4º, 20, 25, 29, 34, 37 e o título que o antecede, e 48 da Instrução Normativa RFB nº 1.073, de 1º de outubro de 2010, passam a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 2º - ......................................................................................

..................................................................................................

III - documento, qualquer mensagem, texto, informação ou dado, impresso e sem valor comercial, exceto prospectos, catálogos comerciais, anuários publicados por associações comerciais, propaganda turística e materiais semelhantes;

..................................................................................................

XIV - presença de carga, a informação, de caráter obrigatório, prestada pela empresa de transporte expresso internacional após autorização para desunitização, no Sistema Remessa, que atesta a efetiva chegada da(s) remessa(s) expressa(s) de um voo.

...................................................................................." (NR)

"Art. 4º - ..................................................................................

..................................................................................................

§ 2º - .........................................................................................

..................................................................................................

II - bens usados ou recondicionados, exceto:

a) os meios físicos que compreendam circuitos integrados, semicondutores e dispositivos similares, gravados com o conteúdo previsto no inciso I do caput; e

b) os destinados a uso ou consumo pessoal;

..................................................................................................

V - armas e munições, bem como suas partes, peças e simulacros;

..................................................................................................

§ 4º - Para fins do disposto na alínea "b" do inciso II do § 2º:

........................................................................................" (NR)

"Art. 20 - ..................................................................................

..................................................................................................

§ 2º A situação das remessas expressas informadas no Sistema Remessa, nos termos desta Instrução Normativa e da legislação aduaneira, será:

..................................................................................................

II - armazenada mediante procedimento de atracação;

........................................................................................" (NR)

"Art. 25 -...............................................................................

..................................................................................................

§ 4º .........................................................................................

I - baixadas no manifesto eletrônico, exceto se ficar comprovado que a mercadoria declarada ingressou no País;

II - descaracterizadas do despacho aduaneiro de remessa expressa; e

III - devolvidas ou redestinadas ao exterior, nos termos do art. 37." (NR)

"Art. 29 - ..................................................................................

................................................................................................

§ 5º - .........................................................................................

..................................................................................................

II - descaracterização do despacho aduaneiro de remessa expressa, nos termos desta Instrução Normativa; e

........................................................................................" (NR)

"Art. 34 - ..................................................................................

§ 1º O administrador do recinto alfandegado deverá efetuar o controle da entrada da carga no local de seu processamento ou no Terminal de Courier (Teco), onde este último existir, informando o número do respectivo conhecimento de carga (master) de remessa expressa, seu peso bruto e a quantidade de volumes efetivamente aferidos em registros informatizados à disposição da fiscalização aduaneira.

..................................................................................................

§ 3º - A empresa de transporte expresso internacional será responsável pelos documentos e encomendas sob sua guarda até a entrega ao responsável final ou devolução ao exterior.

..................................................................................................

§ 6º - O despacho aduaneiro de encomendas aéreas tributadas com base no RTS, ou submetidas à aplicação do regime aduaneiro especial de admissão temporária em rito simplificado, poderá, a critério do titular da unidade local da RFB, ser processado no Teco, onde este existir, ou no local que o substitua.

..................................................................................................

§ 8º - O disposto no caput não impede, por motivo de força maior, assim reconhecido pelo titular da unidade da RFB com jurisdição sobre o aeroporto, que as cargas sejam colocadas sob responsabilidade da administradora do referido aeroporto em recintos alfandegados sob sua administração

§ 9º - Fica a empresa de transporte expresso internacional autorizada a transcrever as informações do conhecimento de transporte expresso para o padrão International Air Transport Association (Iata)." (NR)

"Seção III 

Da Devolução, da Redestinação e da Destruição

Art. 37. A empresa de transporte expresso internacional, antes da data em que se configure o abandono pelo decurso do prazo de permanência em recinto alfandegado, deverá providenciar a devolução ao exterior das remessas informadas no sistema de que trata esta Instrução Normativa, nas seguintes situações:

I - com erro inequívoco ou comprovado de expedição, reconhecido pela autoridade aduaneira;

II - sem registro de Dire;

III - descaracterizadas do despacho aduaneiro de remessa expressa pela fiscalização aduaneira, quando não houver manifestação expressa do destinatário da remessa em efetuar a importação em outra modalidade de despacho aduaneiro;

IV - com exigência fiscal não atendida;

V - com exigência não atendida de controle sanitário, ambiental ou de segurança exercido pelos órgãos ou agências da Administração Pública Federal, responsáveis por controles específicos no comércio exterior, quando não houver manifestação expressa do destinatário da remessa em efetuar a importação em outra modalidade de despacho aduaneiro;

VI - destinadas à pessoa física, não qualificada como produtor rural, artesão, artista ou assemelhado, cuja quantidade, frequência, natureza ou variedade permitam presumir que a operação foi realizada com fins comerciais ou industriais; ou

VII - com divergências operacionais, na hipótese prevista no inciso II ou no § 2º do art. 26 desta Instrução Normativa, não reconhecidas pela fiscalização aduaneira.

§ 1º - A autoridade aduaneira poderá autorizar a redestinação das remessas compreendidas no inciso I do caput

§ 2º - Órgão ou agência da Administração Pública Federal responsável por controles específicos no comércio exterior, em casos justificados, poderá autorizar a destruição das remessas.

§ 3º - A destruição, a redestinação ou a devolução ao exterior das remessas será efetuada desde que não haja manifestação contrária por parte de órgãos ou agências da Administração Pública Federal.

§ 4º - Não será autorizada redestinação ou devolução para o exterior da remessa em situação que caracterize hipótese de aplicação de pena de perdimento.

§ 5º - A redestinação ou devolução, nas hipóteses previstas neste artigo, está condicionada ao:

I - deferimento pela fiscalização aduaneira no Sistema Remessa, quando cabível;

II - registro da respectiva DRE-E, nos termos do art. 40 desta Instrução Normativa; e

III - cancelamento da DIRE, de ofício, no Sistema Remessa.

§ 6º - A fiscalização aduaneira poderá dispensar a informação da remessa no manifesto e na presença de carga no sistema, nos casos em que o destinatário da remessa não estiver inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e nem no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).

§ 7º - A empresa de transporte expresso internacional deverá manter registro da manifestação ou do contato com o destinatário sobre as exigências ou a destinação de suas remessas, bem como do vínculo das remessas devolvidas.

§ 8º - A destruição ou devolução de remessa expressa será efetuada sob a responsabilidade da empresa de transporte internacional expresso, sem ônus para a Fazenda Nacional, com a autorização da fiscalização aduaneira." (NR)

"Art. 48 - ..................................................................................

I - ............................................................................................

..................................................................................................

g) demais documentos apresentados no despacho aduaneiro, tais como lista de preços, comprovantes de pagamento e declarações ou registro do contato com o destinatário ou remetente;

..................................................................................................

XI - disponibilizar as informações relativas ao endereço e identificação do remetente." (NR)

Art. 2º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Art. 3º - Ficam revogados o inciso XV do art. 2º, os §§ 3º, 4º e 5º do art. 22 e o § 2º do art. 23 da Instrução Normativa RFB nº 1.073, de 1º de outubro de 2010.

3.00 ASSUNTOS ESTADUAIS

3.01 IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS


DECRETO Nº 60.566, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS e dá outras providências.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no artigo 8º da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, decreta:

Art. 1º - Passam a vigorar, com a redação que se segue, os dispositivos adiante indicados do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000:

I - o artigo 292:

"Artigo 292 - Para determinação da base de cálculo, em caso de inexistência do preço final a consumidor, único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente, ou do preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, aprovado e divulgado pela Secretaria da Fazenda, o percentual de margem de valor agregado previsto no artigo 41 será o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST, calculado e divulgado pela Secretaria da Fazenda." (NR);

II - o caput e o § 1º do artigo 311:

"Artigo 311 - A base de cálculo do imposto para fins de substituição tributária é o preço único ou máximo, autorizado ou fixado por autoridade competente, ou o preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, aprovado e divulgado pela Secretaria da Fazenda.

§ 1º - Em caso de inexistência dos preços referidos nocaput, o percentual de margem de valor agregado previsto

no artigo 41 será o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST, calculado e divulgado pela Secretaria da Fazenda." (NR);

III - o § 4º do artigo 24 do Anexo II:

"§ 4º - A base de cálculo do imposto a ser retido por substituição tributária a que se refere o Convênio ICMS-85/93, de 10 de setembro de 1993, nas operações previstas nocaput deste

artigo, será obtida pela aplicação da seguinte fórmula:

BCST= [(BcR+ IPI+ Dd)x(1 + MVA)], onde:

1 - BCST é a base de cálculo do imposto a ser retido por substituição tributária;

2 - BcR é a base de cálculo da operação própria reduzida nos termos do § 1º deste artigo;

3 - IPI é o Imposto sobre Produtos Industrializados;

4 - Dd é a soma do frete e demais despesas debitadas ao destinatário da mercadoria, não incluídos na base de cálculo da operação própria;

5 - MVA é o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST, calculado e divulgado pela Secretaria da Fazenda, dividido por 100 (cem)." (NR).

Art. 2º - Este Decreto entra em vigor em 1º de julho de 2014.



DECRETO Nº 60.567, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no artigo 8º da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, decreta:

Art. 1º - Passa a vigorar com a redação que se segue o caput do artigo 400-T do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000:

"Artigo 400-T - O lançamento do imposto incidente na saída interna, promovida pelo estabelecimento fabricante, de mercadoria utilizada como embalagem para acondicionamento de leite esterilizado"longa vida" (UHT - Ultra High Temperature), classificada nos códigos 3920.10.99, 3923.30.00 e 4811.59.23 da NCM, com destino a estabelecimento fabricante classificado nas CNAEs 1051-1/00 e 1052-0/00, fica diferido para o momento em que este promover a saída do leite acondicionado na referida embalagem." (NR).

Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


DECRETO Nº 60.568, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Introduz alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no artigo 46 da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, decreta:

Art. 1º - Fica revogado o item 1 do § 8º do artigo 30 das Disposições Transitórias do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000.

Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos em relação aos pedidos de apropriação formalizados a partir de 1º de fevereiro de 2014, que se refiram a crédito acumulado gerado a partir de 1º de abril de 2010.



DECRETO Nº 60.569, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Introduz alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no Convênio ICMS-32/2014, de 21 de março de 2014: decreta:

Art. 1º - Fica acrescentado o § 1ºA ao artigo 154 do Anexo I do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, com a seguinte redação:

"§ 1ºA - O valor correspondente à isenção do ICMS deverá ser deduzido do preço do respectivo produto, devendo o contribuinte demonstrar a dedução, expressamente, no documento fiscal (Convênio ICMS-32/14)." (NR).

Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 01-06-2014.


DECRETO Nº 60.570, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Altera os Decretos 53.051/08, 53.826/08 e 54.904/09, que tratam, respectivamente, do Programa de Incentivo ao Investimento pelo Fabricante de Veículo Automotor, dos Incentivos no Âmbito dos Parques Tecnológicos e do Programa de Incentivo ao Investimento pelo Fabricante de Produtos da Indústria de Processamento Eletrônico de Dados.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no artigo 46 da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, decreta:

Art. 1º - Passam a vigorar com a redação que se segue os dispositivos adiante indicados do Decreto 53.051, de 3 de junho de 2008:

I - o caput do artigo 2º, mantidos os seus incisos:

"Artigo 2º - O fabricante dos produtos descritos no parágrafo único do artigo 1º poderá utilizar o crédito acumulado do ICMS apropriado até 31 de dezembro de 2015, ou passível de apropriação, para:" (NR);

II - o caput do artigo 3º, mantidos os seus incisos:

"Artigo 3º - Para fins de utilização do crédito acumulado do ICMS, nos termos deste decreto, o contribuinte deverá protocolar pedido junto à Secretaria de Desenvolvimento, dirigido à Comissão de Avaliação da Política de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, até 31 de janeiro de 2016, contendo no mínimo:" (NR).

Art. 2º - Passa a vigorar com a redação que se segue o caput do artigo 1º do Decreto 53.826, de 16 de dezembro de 2008, mantidos os seus incisos:

"Artigo 1º - As empresas integrantes de parques tecnológicos que compõem o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos, a serem relacionadas por resolução conjunta dos Secretários de Estado da Fazenda, de Planejamento e Desenvolvimento Regional e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia poderão utilizar o crédito acumulado do ICMS apropriado até 31 de dezembro de 2015, ou passível de apropriação, para:" (NR).

Art. 3º - Passam a vigorar com a redação que se segue os dispositivos adiante indicados do Decreto 54.904, de 13 de outubro de 2009:

I - o caput do artigo 2º, mantidos os seus incisos:

"Artigo 2º - O crédito acumulado do ICMS, apropriado até 31 de dezembro de 2015, nos termos do artigo 72, II, do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, ou apropriado nos termos do artigo 9º deste decreto, poderá ser:" (NR);

II - o caput do artigo 3º, mantidos os seus incisos:

"Artigo 3º - Para fins de utilização do crédito acumulado do ICMS, nos termos deste decreto, o contribuinte deverá protocolar pedido junto à Secretaria de Desenvolvimento, dirigido à Comissão de Avaliação da Política de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, até 31 de janeiro de 2016, contendo no mínimo:" (NR).

Art. 4º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de julho de 2014.

DECRETO Nº 60.571, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 1)

Dispõe sobre a dispensa de multa e demais acréscimos legais do ICMS incidente sobre a prestação de serviço de comunicação por meio de mídia exterior.

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no Convênio ICMS-45/2014, de 22 de abril de 2014, e no Parecer PA nº 35/2007, exarado pela Procuradoria Geral do Estado, decreta:

Art. 1º - Ficam acrescentadas as alíneas "c" e "d" ao parágrafo único do artigo 67 do Anexo II do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto nº 45.490, de 30 de novembro de 2000, na redação que se segue:

"c) à adoção como base de cálculo do ICMS incidente sobre as prestações de serviços de comunicação o valor total dos serviços cobrados do tomador (Convênio ICMS - 45/14);

d) ao não questionamento, judicial ou administrativamente, da incidência do ICMS sobre as prestações de serviços de comunicação, ou desistência formal de ações judiciais e recursos administrativos de iniciativa do contribuinte contra a Fazenda Pública, visando ao afastamento da cobrança do ICMS sobre as prestações de serviços de comunicação (Convênio ICMS - 45/14)."

Art. 2º - Fica dispensado o recolhimento de 100% (cem por cento) do valor das multas e demais acréscimos legais relativos ao não pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS decorrente de prestações de serviços de comunicação visual em mídia exterior, realizadas até 31 de dezembro de 2013, desde que o valor do imposto devido seja recolhido, em até 24 (vinte e quatro) parcelas mensais e sucessivas, nos termos deste Decreto.

§ 1º - A adesão ao parcelamento de que trata o caput deve ser exercida pelo contribuinte até 30 de junho de 2014.

§ 2º - O imposto a que se refere o caput deverá ser calculado mediante a aplicação do percentual de 5%.

§ 3º - São consideradas multas relativas ao não pagamento do imposto as previstas no artigo 527, incisos I, II e IV, e a multa moratória prevista no artigo 528 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000.

Art. 3º - O disposto no artigo 2º condicionado a que o contribuinte beneficiado:

I - não aproprie quaisquer créditos relativos à prestação do serviço de comunicação de que este decreto, bem como à fruição de qualquer outro benefício fiscal;

II - adote como base de cálculo do ICMS incidente sobre as prestações de serviços de comunicação o valor total dos serviços cobrados do tomador;

III - não questione, judicial ou administrativamente, a incidência do ICMS sobre as prestações de serviços de comunicação;

IV - desista formalmente de ações judiciais e recursos administrativos de sua iniciativa contra a Fazenda Pública, visando ao afastamento da cobrança do ICMS sobre as prestações de serviços de comunicação;

V - observe disciplina a ser estabelecida pela Secretaria da Fazenda.

Art. 4º - A concessão dos benefícios previstos neste Decreto não dispensa o pagamento das custas, dos emolumentos judiciais e dos honorários advocatícios quando devidos, estes fixados em 5% (cinco por cento) do valor do débito fiscal.

Art. 5º - O disposto neste Decreto:

I - aplica-se a parcelamento celebrado e em andamento na data da publicação deste Decreto, apurando-se o saldo devedor sem o acréscimo financeiro que incidiria nas parcelas vincendas;

II - não autoriza a restituição ou compensação de importância já recolhida ou o levantamento de importância depositada em juízo, quando houver decisão transitada em julgado a favor do Estado.

Art. 6º - O descumprimento das condições previstas neste Decreto implica imediato cancelamento dos benefícios fiscais nele previstos, restaurando-se integralmente o débito fiscal objeto do benefício e tornando-o imediatamente exigível.

Art. 7º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.



3.09 OUTROS ASSUNTOS ESTADUAIS

PORTARIA CAT Nº 73, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 21/06/2014 (nº 114, Seção 1, pág. 54)

Estabelece a base de cálculo na saída de bicicletas, suas partes, peças e acessórios, a que se refere o artigo 313-Z5 do Regulamento do ICMS 

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 01/03/1989, e nos artigos 41, 313-Z5 e 313-Z6 do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/2000, expede a seguinte Portaria:

Art. 1º - No período de 01/07/2014 a 31/03/2016, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subsequentes das mercadorias arroladas no § 1º do artigo 313-Z5 do RICMS, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST.

§ 1º - Para fins do disposto neste artigo, o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - 49%, nas operações com bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos), sem motor (NBM/SH 8712.00);

2 - 99%, nas operações com partes, peças e acessórios das bicicletas classificadas na posição 8712 (NBM/SH 8714.9);

3 - 105%, nas operações com as demais mercadorias arroladas no § 1º do artigo 313-Z5 do RICMS (NBM/SH 4011.50.00, 4013.20.00 e 8512.10.00).

§ 2º - Na hipótese de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior à alíquota interestadual aplicada pelo remetente, o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o "IVA-ST ajustado", calculado pela seguinte fórmula:

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter)/ (1 - ALQ intra)] -1, onde:

1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna, conforme previsto no caput;

2 - ALQ inter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade da Federação;

3 - ALQ intra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado.

Art. 2º - A partir de 01/04/2016, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subsequentes das mercadorias arroladas no § 1º do artigo 313-Z5 do RICMS, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST.

§ 1º - Para fins do disposto neste artigo, o IVA-ST será estabelecido mediante a adoção dos seguintes procedimentos:

1 - a entidade representativa do setor deverá apresentar à Secretaria da Fazenda levantamento de preços com base em pesquisas realizadas por instituto de pesquisa de mercado de reputação idônea, nos termos dos artigos 43 e 44 do RICMS, observando o seguinte cronograma:

a) até 30/06/2015, a comprovação da contratação da pesquisa de levantamento de preços;

b) até 31/12/2015, a entrega do levantamento de preços;

2 - deverá ser editada a legislação correspondente.

§ 2º - Na hipótese de não cumprimento do prazo previsto na alínea "a" do item 1 do § 1º, a Secretaria da Fazenda poderá editar ato divulgando o IVA-ST que vigorará a partir de 01/04/2016.

§ 3º - Em se tratando de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior à alíquota interestadual aplicada pelo remetente, o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o "IVA-ST ajustado", calculado pela fórmula indicada no § 2º do artigo 1º.

Art. 3º - Fica revogada, a partir de 01/07/2014, a Portaria CAT-151/12, de 22/11/2012.

Art. 4º - Esta portaria entra em vigor em 01/07/2014.



PORTARIA CAT Nº 74, DE 20 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 21/06/2014 (nº 114, Seção 1, pág. 54)

Divulga o preço final ao consumidor e o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST para fins de determinação da base de cálculo do ICMS na saída de bebida alcoólica, exceto cerveja e chope

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28, 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 01/03/1989, nos artigos 40-A, 41, 43, 44, 313-C e 313-D do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/2000, e considerando os dados constantes de pesquisa de preços elaborada na forma regulamentar, expede a seguinte Portaria:

Art. 1º - No período de 01/07/2014 a 31/12/2014, na sujeição passiva por substituição tributária com retenção antecipada do imposto relativo às saídas subsequentes de bebida alcoólica, exceto cerveja e chope, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto será o preço final ao consumidor constante da relação contida no Anexo Único.

Art. 2º - Nas hipóteses a seguir indicadas, não se aplica o disposto no artigo 1º e a base de cálculo do imposto devido em razão da substituição tributária será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST indicado no § 1º:

I - na saída de qualquer bebida alcoólica, exceto cerveja e chope, não relacionada no Anexo Único;

II - na saída de mercadoria pertencente a classe de produto relacionado no Anexo Único, porém, sem a indicação de preço final ao consumidor;

III - tratando-se de operações interestaduais sujeitas à aplicação do disposto nesta portaria, quando o valor da operação própria do remetente localizado em outra unidade da Federação for igual ou superior a 90% do preço final ao consumidor constante das tabelas do Anexo Único;

IV - tratando-se de operações internas envolvendo:

a) mercadorias enquadrados em "outras marcas" nas tabelas do Anexo Único, quando o valor da operação própria do substituto for igual ou superior a 90% do respectivo preço final ao consumidor constante das referidas tabelas;

b) as demais mercadorias constantes das tabelas do Anexo Único, quando o valor da operação própria do substituto for igual ou superior ao respectivo preço final ao consumidor;

V - quando houver decisão administrativa ou judicial que impeça a utilização do preço final ao consumidor previsto no artigo 1º, mas que não indique outra base de cálculo para a determinação do imposto devido por substituição tributária nas operações com as mercadorias de que trata esta portaria.

§ 1º - Para fins do disposto no caput, o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - para vinhos, cavas, champagnes, espumantes, filtrados doces, proseccos, sangria e sidras:

a) 50,61%, na saída de produtos nacionais classificados na posição 2204.10 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH;

b) 72,25%, na saída de outros produtos nacionais;

c) 62,26%, na saída de produtos importados;

2 - na saída das demais bebidas, 61,05%.

§ 2º - Os IVAs-ST indicados no § 1º:

1 - aplicam-se no período de 01/09/2013 a 31/05/2015;

2 - corresponderão a 109,63% (cento e nove inteiros e sessenta e três décimos por9cento) a partir de 01/06/2015.

§ 3º - Na entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior à alíquota interestadual aplicada pelo remetente, o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o "IVA-ST ajustado", calculado pela seguinte fórmula:

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, na qual:

1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna, conforme previsto no caput;

2 - ALQ inter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade da Federação;

3 - ALQ intra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado.

Art. 3º - A partir de 01/01/2015, para as classes de produtos relacionados no Anexo Único, a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subsequentes desses produtos, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST, exceto se portaria divulgar preço final ao consumidor para vigorar a partir de tal data, segundo nova pesquisa de preço atualizada.

§ 1º - Para fins do disposto neste artigo, o Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - 61,05% até 31/05/2015;

2 - 109,63% a partir de 01/06/2015.

§ 2º - Na hipótese de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior à alíquota interestadual aplicada pelo remetente, o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o "IVA-ST ajustado", calculado pela fórmula indicada no § 3º do artigo 2º.

Art. 4º - O IVA-ST previsto no item 2 do § 2º do artigo 2º e no item 2 do § 1º do artigo 3º poderá ser substituído por outro, desde que, cumulativamente:

I - a entidade representativa do setor apresente à Secretaria da Fazenda levantamento de preços com base em pesquisas realizadas por instituto de pesquisa de mercado de reputação idônea, nos termos dos artigos 43 e 44 do Regulamento do ICMS, observando o seguinte cronograma:

a) até 31/08/2014, a comprovação da contratação da pesquisa de levantamento de preços;

b) até 28/02/2015, a entrega do levantamento de preços;

II - seja editada a legislação correspondente.

Parágrafo único - O atraso no cumprimento dos prazos previstos no inciso I do caput deste artigo poderá acarretar:

1 - o adiamento proporcional na implementação do IVA-ST resultante do levantamento de preços;

2 - a aplicação do IVA-ST de 109,63% enquanto não ocorrer a implementação mencionada no item 1.

Art. 5º - Fica revogada, a partir de 01/07/2014, a Portaria CAT-135/13, de 19/12/2013.

Art. 6º - Esta portaria entra em vigor em 01/07/2014.
ANEXO ÚNICO

I. AGUARDENTE VÍNICA / GRAPPA



ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL

(R$)

 


IMPORTADO

1.1

Adega Velha

de 671 a 1000 mL

297,23

1.2

Grappa Nardini Bianca

de 671 a 1000 mL

152,58

1.3

Grappa Nardini Riserva

de 671 a 1000 mL

188,95

NACIONAL

1.4

Grappa Miolo

de 361 a 520 mL

188,95

II. APERITIVO, AMARGO, BITTER E SIMILARES

IMPORTADO

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

2.1

Fernet Branca (argentino)

de 671 a 1000 mL

60,64

.

2.2

Southern Comfort

de 671 a 1000 mL

79,05

.

NACIONAL

2.3

88 Viramel Aperitivo

de 671 a 1000 mL

19,96

19,24

2.4

Aperitivo Busca Vida

de 671 a 1000 mL

44,59

.

2.5

Aperol

de 671 a 1000 mL

31,13

.

2.6

Black Stone

de 671 a 1000 mL

13,78

.

2.7

Calegari Asteca

de 671 a 1000 mL

18,13

.

2.8

Campari

até 200 mL

10,56

.

2.9

Campari

de 671 a 1000 mL

30,94

.

2.10

Cynar

de 671 a 1000 mL

13,82

.

2.11

Dactari

de 671 a 1000 mL

20,90

.

2.12

Ervas Amargas Passarin

de 671 a 1000 mL

8,69

.

2.13

Fernet Arco Íris

de 671 a 1000 mL

11,75

.

2.14

Fernet Asteca

de 671 a 1000 mL

8.91

.

2.15

Fernet Fennetti Dubar

de 671 a 1000 mL

19,01

.

2.16

MezzAmaro

de 671 a 1000 mL

26,04

.

2.17

Old Cesar 88

de 671 a 1000 mL

8,51

7,79

2.18

Old César 88 - Balsamo

de 671 a 1000 mL

9,68

8,96

2.19

Old Ville

de 671 a 1000 mL

13,90

.

2.20

Paratudo

de 671 a 1000 mL

7,28

.

2.21

Pracura Raízes Amargas

de 671 a 1000 mL

6,32

.

2.22

Underberg / Brasilberg

de 671 a 1000 mL

31,96

.

2.23

Outras marcas aperitivos, amargos, bitter e similares nacionais

Preço por 1000 mL

12,19

.

III. BATIDA E SIMILARES

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

3.1

51 Black

de 521 a 670 mL

22,44

3.2

Baianinha

de 671 a 1000 mL

7,98

3.3

Boite Show

de 671 a 1000 mL

6,37

3.4

Taimbé

de 671 a 1000 mL

5,94

3.5

Wilson

de 671 a 1000 mL

7,87

3.6

Xiboquinha

de 521 a 760 mL

16,67

3.7

Xiboquinha

de 761 a 1000 mL

11,57

3.8

Outras marcas batida e similares nacionais

Preço por 1000 mL

7,57

IV. BEBIDA ICE

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

4.1

51 Ice

Vidro de 271 a 375 mL

2,88

4.2

Absinto Lautrec Ice

vidro de 271 a 375 mL

5,62

4.3

Askov Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,77

4.4

Balada Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,54

4.5

Balalaika Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,67

4.6

Blue Spirit Ice

lata até 270 mL

2,95

4.7

Blue Spirit Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,87

4.8

Cinq Jazz

vidro de 271 a 375 mL

2,11

4.9

Contini Ice

lata até 270 mL

2,76

4.10

Contini Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,79

4.11

Kadov Ice

vidro de 271 a 375 mL

3,14

4.12

Keep Ice

vidro de 271 a 375 mL

3,31

4.13

Leonoff Ice

vidro de 271 a 375 mL

2,66

4.14

Smirnoff Green Apple

lata de 271 a 375 mL

3,54

4.15

Smirnoff Green Apple

vidro de 271 a 375 mL

3,54

4.16

Smirnoff Ice Red

Alumínio de 271 a 375 mL

6,61

4.17

Smirnoff Ice Red

lata de 271 a 375 mL

3,53

4.18

Smirnoff Ice Red

vidro de 271 a 375 mL

3,46

V. CACHAÇA / AGUARDENTE DE CANA

CACHAÇA AMARELA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

5.1

51 Ouro

de 671 a 1000 mL

8,28

7,56

5.2

Cachaça 41 Luxo

de 671 a 1000 mL

6,86

6,14

5.3

Chapéu de Palha

de 671 a 1000 mL

11,58

10,86

5.4

Jamel Ouro

de 671 a 1000 mL

8,68

7,96

5.5

São Francisco

de 671 a 1000 mL

16,63

15,91

5.6

Terra Brazilis

de 671 a 1000 mL

14,22

13,50

5.7

Velho Barreiro Gold

de 671 a 1000 mL

8,19

7,47

5.8

Villa Velha Carvalho

de 671 a 1000 mL

7,29

6,57

5.9

Outras marcas de cachaças amarelas

Preço por 1000 mL

8,80

8,08

CACHAÇA POPULAR

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

5.10

29 Pirassununga

de 521 a 670 mL

4,42

3,83

5.11

3 Fazendas

de 521 a 670 mL

4,15

3,56

5.12

3 Fazendas

de 671 a 1000 mL

6,21

5,49

5.13

Arara de Ouro

de 521 a 670 mL

4,20

3,61

5.14

Arara Diplomata

de 361 a 520 mL

3,12

.

5.15

Arara Diplomata

de 671 a 1000 mL

6,33

5,61

5.16

Arara Diplomata Ouro

de 671 a 1000 mL

8,00

7,28

5.17

Cachaça 61

de 671 a 1000 mL

5,39

4,67

5.18

Caninha 29

de 361 a 520 mL

2,34

.

5.19

Caninha 41 Luxo

de 361 a 520 mL

2,79

.

5.20

Caninha

da Roça de 521 a 670 mL

3,31

2,72

5.21

Caninha

da Roça de 671 a 1000 mL

5,27

4,55

5.22

Caninha

da Roça lata de 271 a 375 mL

2,69

.

5.23

Caninha

da Roça Carvalho de 671 a 1000 mL

8,99

8,27

5.24

Corote

de 361 a 520 mL

2,27

.

5.25

Da Roça

de 361 a 520 mL

2,67

.

5.26

Do Barril

de 361 a 520 mL

2,15

.

5.27

Jamel

de 671 a 1000 mL

6,41

5,69

5.28

Janaína

de 671 a 1000 mL

11,90

11,18

5.29

Marota

de 361 a 520 mL

2,81

.

5.30

Marota

de 671 a 1000 mL

5,58

4,86

5.31

Oncinha

de 521 a 670 mL

4,02

3,43

5.32

Oncinha

de 671 a 1000 mL

6,34

5,62

5.33

Pedra 90

de 361 a 520 mL

2,27

.

5.34

Pedra 90

de 521 a 670 mL

3,20

2,61

5.35

Pedra 90

de 671 a 1000 mL

5,46

4,74

5.36

Pirassununga 1921

de 521 a 670 mL

2,44

1,85

5.37

Pirassununga 21

de 671 a 1000 mL

4,68

3,96

5.38

Pirassununga 51

lata de 271 a 375 mL

3,46

.

5.39

Pirassununga 51

de 181 a 360 mL

4,17

.

5.40

Pirassununga 51

de 361 a 520 mL

5,64

.

5.41

Pirassununga 51

de 671 a 1000 mL

6,02

5,30

5.42

Pitu

lata de 271 a 375 mL

4,14

.

5.43

Pitu

de 521 a 670 mL

4,17

3,58

5.44

Pitu

de 671 a 1000 mL

5,34

4,62

5.45

Randon

de 361 a 520 mL

2,62

.

5.46

Sapupara Limão

de 361 a 520 mL

7,61

.

5.47

Sapupara Ouro

de 361 a 520 mL

5,86

.

5.48

Sapupara Ouro

de 671 a 1000 mL

9,59

8,87

5.49

Sapupara Prata

de 361 a 520 mL

5,18

.

5.50

Sapupara Prata

de 671 a 1000 mL

8,71

7,99

5.51

Segredo da Chácara

de 671 a 1000 mL

4,79

4,07

5.52

Tatuzinho

de 671 a 1000 mL

5,93

5,21

5.53

Tatuzinho Premium

de 671 a 1000 mL

18,59

17,87

5.54

Velho Barreiro

de 521 a 670 mL

5,65

5,06

5.55

Velho Barreiro

de 671 a 1000 mL

6,04

5,32

5.56

Velho Barreiro Limão

de 671 a 1000 mL

10,49

9,77

5.57

Vila Velha

de 521 a 670 mL

2,91

2,32

5.58

Ypióca Guaraná

lata até 270 mL

4,59

.

5.59

Ypióca Sport

de 181 a 360 mL

3,75

.

5.60

Outras marcas de cachaças populares

preço por litro

4,99

.

CACHAÇA PREMIUM

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

5.61

51 Reserva

de 671 a 1000 mL

135,95

.

5.62

Angelina Cambuci

de 671 a 1000 mL

33,44

.

5.63

Angelina Ouro

de 671 a 1000 mL

33,27

.

5.64

Angelina Prata

de 671 a 1000 mL

28,02

.

5.65

Angelina Série A

de 361 a 520 mL

42,31

.

5.66

Anisio Santiago

de 521 a 670 mL

306,95

.

5.67

Boazinha Salinas

de 521 a 670 mL

23,05

.

5.68

Cambraia 1 ano

de 671 a 1000 mL

22,42

.

5.69

Cambraia 3 anos

de 671 a 1000 mL

38,98

.

5.70

Cambraia 5 anos

de 671 a 1000 mL

66,90

.

5.71

Canamar Cristal

de 671 a 1000 mL

16,75

.

5.72

Canamar Ouro

de 671 a 1000 mL

37,55

.

5.73

Canamar Prata

de 671 a 1000 mL

32,93

.

5.74

Chico Mineiro Envelhecida

de 671 a 1000 mL

30,43

.

5.75

Chico Mineiro Prata

de 671 a 1000 mL

23,01

.

5.76

Claudionor

de 521 a 670 mL

25,85

.

5.77

Da Tulha Carvalho

de 671 a 1000 mL

49,57

.

5.78

Da Tulha Jequitibá / Prata

de 671 a 1000 mL

29,09

.

5.79

Espírito de Minas

de 671 a 1000 mL

59,46

.

5.80

Germana

de 521 a 760 mL

35,66

.

5.81

Germana

de 761 a 1000 mL

68,86

.

5.82

Havana

de 521 a 670 mL

550,20

.

5.83

Jacuba Ouro

de 671 a 1000 mL

43,31

.

5.84

Jacuba Prata

de 671 a 1000 mL

26,64

.

5.85

Janeiro

de 671 a 1000 mL

29,00

.

5.86

Leblon

de 671 a 1000 mL

60,23

.

5.87

Lua Nova

de 521 a 670 mL

25,25

.

5.88

Lua Nova

de 671 a 1000 mL

26,49

.

5.89

Meia Lua

de 521 a 670 mL

27,00

.

5.90

Nega Fulô terracota

de 671 a 1000 mL

53,43

.

5.91

Nega Fulô

de 671 a 1000 mL

37,25

.

5.92

Nega Fulô 1827 Jequitibá / Ipê

de 671 a 1000 mL

41,12

.

5.93

Sagatiba Preciosa

de 671 a 1000 mL

524,40

.

5.94

Sagatiba Pura

de 671 a 1000 mL

20,81

.

5.95

Sagatiba Velha

de 671 a 1000 mL

37,01

.

5.96

Salinas

de 521 a 670 mL

21,01

.

5.97

Salinas Tradicional

de 671 a 1000 mL

26,76

.

5.98

Santa Dose

de 671 a 1000 mL

36,33

.

5.99

Santo Grau

de 671 a 1000 mL

33,23

.

5.100

Seleta de Salinas porcelana

de 521 a 670 mL

41,38

.

5.101

Seleta de Salinas

de 521 a 670 mL

23,00

.

5.102

Velho Barreiro Diamond

de 671 a 1000 mL

163,48

.

5.103

Velho Barreiro Gold Série 130 anos

de 671 a 1000 mL

48,50

.

5.104

Ypióca 150

de 671 a 1000 mL

39,58

.

5.105

Ypióca 160

de 671 a 1000 mL

82,18

.

5.106

Ypióca Acayu

de 671 a 1000 mL

11,68

.

5.107

Ypióca Empalhada Ouro

de 671 a 1000 mL

16.89

.

5.108

Ypióca Empalhada Prata

de 671 a 1000 mL

16,38

.

5.109

Ypióca Gold

de 671 a 1000 mL

11,54

.

5.110

Ypióca Guaraná

de 671 a 1000 mL

13,67

.

5.111

Ypióca Lemon

de 671 a 1000 mL

15,65

.

5.112

Ypióca Orgânica

de 671 a 1000 mL

14,65

.

5.113

Ypióca Ouro (sem palha)

de 671 a 1000 mL

10,92

10,20

5.114

Ypióca Prata (sem palha)

de 671 a 1000 mL

10,33

9,61

5.115

Ypióca Red Fruits

de 671 a 1000 mL

15,44

.

5.116

Ypióca Rio

de 671 a 1000 mL

85,06

.

5.117

Outras marcas cachaças premium

Preço por 1000 mL

35,33

.

VI. CATUABA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

6.1

Cativa

de 671 a 1000 mL

2,98

6.2

Poderoso

de 671 a 1000 mL

6,18

6.3

Randon

de 361 a 520 mL

2,55

6.4

Randon

de 671 a 1000 mL

4,40

6.5

Selvagem

de 671 a 1000 mL

7,80

6.6

Taimbé

de 671 a 1000 mL

6,26

6.7

Virtude

de 671 a 1000 mL

6,92

6.8

Outras marcas catuaba nacional

Preço por 1000 mL

6,22

VII. CONHAQUE,BRANDY E SIMILARES

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

7.1

Camus VSOP

de 671 a 1000 mL

185,00

7.2

Camus XO

de 671 a 1000 mL

476,00

7.3

Cortel Napoleon VSOP

de 671 a 1000 mL

42,81

7.4

Cortel Napoleon XO

de 671 a 1000 mL

167,50

7.5

Courvoisier VSOP

de 671 a 1000 mL

232,42

7.6

Courvoisier XO

de 671 a 1000 mL

801,80

7.7

Dreher Cremoso

de 671 a 1000 mL

24,84

7.8

Fernando de Castilha Gran Reserva Solera

de 671 a 1000 mL

205,23

7.9

Fernando de Castilha Solera Reserva

de 671 a 1000 mL

75,05

7.10

Fundador Solera Reserva

de 671 a 1000 mL

73,99

7.11

Hennessy VSOP

de 671 a 1000 mL

226,66

7.12

Hennessy XO

de 671 a 1000 mL

714,12

7.13

Lepanto

de 671 a 1000 mL

391,83

7.14

Macieira

de 671 a 1000 mL

48,56

7.15

Martell Cordon Bleu

de 671 a 1000 mL

540,00

7.16

Martell VSOP

de 671 a 1000 mL

270,53

7.17

Martell XO

de 671 a 1000 mL

723,02

7.18

Rémy Martin Louis XIII

de 671 a 1000 mL

12.070,80

7.19

Rémy Martin VSOP

de 671 a 1000 mL

205,34

7.20

Rémy Martin XO

de 671 a 1000 mL

789,54

NACIONAL

7.21

Brandy Dubar

de 671 a 1000 mL

19,07

7.22

Chanceler

de 671 a 1000 mL

11,97

7.23

Commel

de 671 a 1000 mL

11,19

7.24

Dimel

de 671 a 1000 mL

11,66

7.25

Dom Bosco

de 671 a 1000 mL

10,33

7.26

Domecq

de 671 a 1000 mL

22,50

7.27

Domus

de 671 a 1000 mL

9,43

7.28

Dreher

de 671 a 1000 mL

10,13

7.29

Dreher Gold

de 671 a 1000 mL

17,46

7.30

Gengibre Arco Iris

de 671 a 1000 mL

11,50

7.31

Nautilus

de 671 a 1000 mL

8,82

7.32

Osborne

de 671 a 1000 mL

39,31

7.33

Palhinha

de 671 a 1000 mL

8,58

7.34

Presidente

de 671 a 1000 mL

8,35

7.35

São João da Barra

de 671 a 1000 mL

10,95

7.36

Outras marcas conhaque, brandy e similares nacionais

Preço por 1000 mL

9,16

VIII. COOLER

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

8.1

Canção

de 671 a 1000 mL

8,71

8.2

Draft Wine (chope de vinho) lata

de 271 a 375 mL

3,82

8.3

Góes

de 671 a 1000 mL

9,37

8.4

Grape Cool lata

de 271 a 375 mL

3,77

8.5

Grape Cool vidro

de 271 a 375 mL

3,72

8.6

Keep Cooler vidro

de 271 a 375 mL

3,32

8.7

Outras marcas cooler nacional

Preço por 1000 mL

11,27

IX. DERIVADOS DE VODKA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

9.1

Askov Re|Mix

de 671 a 1000 mL

9,75

9.2

Barkov (Sabores)

de 671 a 1000 mL

7,74

9.3

Kriskof (sabores)

de 671 a 1000 mL

7,10

9.4

Orloff Mix Lemon

de 671 a 1000 mL

25,39

9.5

Smirnoff Caipiroska (todas)

de 671 a 1000 mL

28,03

9.6

Smirnoff Flavors

de 521 a 670 mL

19,50

9.7

Smirnoff Twist (todas)

de 671 a 1000 mL

28,76

9.8

Orloff Bold

de 671 a 1000 mL

24,70

9.9

Skyy Infusions

de 671 a 1000 mL

26,80

9.10

Outras marcas derivados de vodka nacional

Preço por 1000 mL

27,61

X. GIN

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

10.1

Beefeater

de 671 a 1000 mL

146,45

10.2

Bombay Sapphire

de 671 a 1000 mL

106,19

10.3

Bulldog Gin

de 671 a 1000 mL

96,44

10.4

Gordons London Dry

de 671 a 1000 mL

100,09

10.5

Hendricks

de 671 a 1000 mL

197,35

10.6

Saffron (Gabriel Boudier)

de 671 a 1000 mL

158,04

10.7

Tanqueray

de 671 a 1000 mL

98,94

10.8

Tanqueray TEN

de 671 a 1000 mL

151,46

NACIONAL

10.9

GV Asteca

de 671 a 1000 mL

16,87

10.10

Rock's

de 671 a 1000 mL

17,06

10.11

Seagers

de 671 a 1000 mL

25,45

10.12

Zora Genebra Dubar

de 671 a 1000 mL

14,24

10.13

Outras marcas gin nacional

Preço por 1000 mL

13,50

XI. JURUBEBA E SIMILARES

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

NACIONAL

11.1

Cangaceiro do Norte

de 521 a 670 mL

6,88

6,18

11.2

Chapéu de Couro

de 521 a 670 mL

5,31

4,61

11.3

Jurubeba Leão do Norte

de 521 a 670 mL

7,98

7,28

11.4

Outras marcas jurubeba e similares nacionais

Preço por 1000 mL

7,79

7,09

XII. LICORES E SIMILARES

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

12.1

Absinthe Pere Kermanns

de 671 a 1000 mL

59,50

12.2

Amarula vidro

de 271 a 375 mL

37,82

12.3

Amarula

de 521 a 760 mL

69,16

12.4

Amarula

de 761 a 1000 mL

75,55

12.5

Baileys

de 271 a 375 mL

31,00

12.6

Baileys

de 671 a 1000 mL

66,74

12.7

Benedictine

de 671 a 1000 mL

141,64

12.8

Bols

de 671 a 1000 mL

29,30

12.9

Carolans

de 671 a 1000 mL

72,79

12.10

Chambord

de 671 a 1000 mL

114,53

12.11

Cuarenta y Tres (43)

de 671 a 1000 mL

89,19

12.12

Disaronno

de 671 a 1000 mL

96,79

12.13

Drambuie

de 671 a 1000 mL

104,97

12.14

Drambuie 15 anos

de 671 a 1000 mL

242,98

12.15

Fragoli

de 671 a 1000 mL

103,01

12.16

Frangélico

de 271 a 375 mL

45,50

12.17

Frangélico

de 671 a 1000 mL

79,30

12.18

Gabriel Boudier - Licor de Cassis

de 671 a 1000 mL

102,86

12.19

Grand Marnier Rouge

de 671 a 1000 mL

137,91

12.20

Hpnotiq

de 671 a 1000 mL

134,16

12.21

Illycore - Licor de Café

de 671 a 1000 mL

88,12

12.22

Jean de Dijon - Licor de Cassis

de 521 a 670 mL

59,48

12.23

Kahlúa

de 671 a 1000 mL

99,97

12.24

Limoncello Villa Massa

de 671 a 1000 mL

107,85

12.25

Marie Brizard

de 671 a 1000 mL

78,39

12.26

Midori - Licor de Melão

de 671 a 1000 mL

73,48

12.27

Molinari (todos)

de 671 a 1000 mL

100,22

12.28

Mozart - Licor de Chocolate (todos)

de 361 a 520 mL

106,27

12.29

Nocello

de 671 a 1000 mL

88,47

12.30

Peach de Kuyper

de 671 a 1000 mL

75,60

12.31

Pernod

de 671 a 1000 mL

154,44

12.32

Ricard

de 671 a 1000 mL

153,45

12.33

SOHO

de 671 a 1000 mL

106,33

12.34

Strega com lata

de 671 a 1000 mL

89,43

12.35

Strega Cream

de 671 a 1000 mL

88,21

12.36

Strega Ervas

de 361 a 520 mL

84,00

12.37

Strega Sambuca

de 671 a 1000 mL

69,96

12.38

Tia Maria

de 671 a 1000 mL

87,57

NACIONAL

12.39

Amaretto dell Orso

de 671 a 1000 mL

45,44

12.40

Cacau Arco Íris

de 671 a 1000 mL

15,89

12.41

Cacau Dubar

de 671 a 1000 mL

20,43

12.42

Cocoblanc

de 671 a 1000 mL

17,95

12.43

Cointreau

de 671 a 1000 mL

55,18

12.44

Comary

de 671 a 1000 mL

8,07

12.45

Cordon D'Or

de 671 a 1000 mL

21,27

12.46

Fogo Paulista Dubar

de 671 a 1000 mL

19,94

12.47

Fogo Paulista Signature

de 671 a 1000 mL

30,99

12.48

Gengibre Poty

de 671 a 1000 mL

10,44

12.49

Golf

de 671 a 1000 mL

11,26

12.50

Lautrec Absintho Dubar

de 521 a 670 mL

41,39

12.51

Malibu

de 671 a 1000 mL

26,74

12.52

Palhinha Menta

de 671 a 1000 mL

9,16

12.53

Stock

de 671 a 1000 mL

28,34

12.54

Totus

de 671 a 1000 mL

8,58

12.55

Outras marcas licores e similares nacionais

Preço por 1000 mL

23,42

XIII. PISCO

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

13.1

Capel

de 671 a 1000 mL

57,20

13.2

Capel Mango Coctel

de 671 a 1000 mL

43,92

13.3

Capel Sour (limão)

de 671 a 1000 mL

43,31

13.4

Control

de 671 a 1000 mL

56,43

13.5

Moai

de 671 a 1000 mL

97,08

XIV. RUN

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

14.1

Bacardi - Reserva 8 anos

de 671 a 1000 mL

95,94

14.2

Havana Club Cubano 3 anos

de 671 a 1000 mL

46,45

14.3

Havana Club Cubano Añejo 7 anos

de 671 a 1000 mL

104,48

14.4

Havana Club Cubano Añejo Reserva Ouro

de 671 a 1000 mL

93,26

14.5

Zacapa Centenário 23

de 671 a 1000 mL

191,08

14.6

Zacapa Centenário XO

de 671 a 1000 mL

436,73

NACIONAL

14.7

Bacardi - Premium Black

de 671 a 1000 mL

28,31

14.8

Bacardi - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

27,62

14.9

Bacardi - Superior, Gold

de 671 a 1000 mL

26,89

14.10

Capitán Cortez Carta Cristal

de 671 a 1000 mL

13,16

14.11

Capitán Cortez Carta Ouro

de 671 a 1000 mL

12,85

14.12

Montilla - Todos

de 671 a 1000 mL

18,47

14.13

Montilla - Limão

de 671 a 1000 mL

18,62

14.14

Mourisca

de 671 a 1000 mL

13,70

14.15

Outras marcas run nacional

Preço por 1000 mL

12,31

XV. SANGRIA E COQUETÉIS

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

15.1

Cantina da Serra

de 671 a 1000 mL

3,50

15.2

Cantina da Serra

de 2501 a 5000 mL

17,13

15.3

Cantina do Vale

de 671 a 1000 mL

3,32

15.4

Cantina do Vale de

1001 a 2500 mL

6,89

15.5

Cantina do Vale de

2501 a 5000 mL

15,34

15.6

Cantina Rio Bonito

de 671 a 1000 mL

2,82

15.7

Cantina Rio Bonito

de 1001 a 2500 mL

5,06

15.8

Pinheirense

de 671 a 1000 mL

2,79

15.9

Randon

de 671 a 1000 mL

4,73

15.10

Outras marcas sangrias, coquetéis e similares nacionais

Preço por 1000 mL

3,87

XVI. SAQUÊ

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

16.1

Gekkeikan Black & Gold

de 671 a 1000 mL

87,38

16.2

Gekkeikan Haiku

de 671 a 1000 mL

61,97

16.3

Gekkeikan Nouvelle

de 671 a 1000 mL

65,88

16.4

Gekkeikan Silver

de 671 a 1000 mL

66,75

16.5

Gekkeikan Tradicional

de 671 a 1000 mL

57,86

16.6

Hakushika Gold

de 671 a 1000 mL

156,03

16.7

Hakushika Tradicional

de 671 a 1000 mL

68,94

16.8

Outras marcas saquê importado

Preço por 1000 mL

77,52

NACIONAL

16.9

Azuma Kirin Comum de

2501 a 5000 mL

97,05

16.10

Azuma Kirin Dourado

até 180 mL

11,18

16.11

Azuma Kirin Dourado vidro

de 271 a 375 mL

16,60

16.12

Azuma Kirin Dourado

de 671 a 1000 mL

23,79

16.13

Azuma Kirin Hiroshigue cerâmica

de 181 a 375 mL

34,27

16.14

Azuma Kirin Junmai

de 671 a 1000 mL

57,69

16.15

Azuma Kirin Soft

de 671 a 1000 mL

19,33

16.16

Azuma Kirin Tozan

de 521 a 670 mL

16,19

16.17

Azuma Mirim

de 2501 a 5000 mL

63,08

16.18

Azuma Mirim

de 361 a 520 mL

8,70

16.19

Daiti Prata

de 521 a 670 mL

18,15

16.20

Daiti Prata Seco

de 2501 a 5000 mL

82,87

16.21

Fuji

de 671 a 1000 mL

14,61

16.22

Jun Daiti

de 521 a 670 mL

20,44

16.23

Kenko Mirim

de 2501 a 5000 mL

56,00

16.24

Kenko Mirim

de 361 a 520 mL

7,30

16.25

Ryo

de 671 a 1000 mL

14,31

16.26

Saquê Tozan Chef

de 2501 a 5000 mL

73,67

16.27

Saquê Tozan Chef

de 361 a 520 mL

7,96

16.28

Seishu

de 671 a 1000 mL

12,12

16.29

Syoucyu Azuma Kirin

de 671 a 1000 mL

58,85

16.30

Thikará

de 671 a 1000 mL

21,61

16.31

Outras marcas saquê nacional

Preço por 1000 mL

28,45

XVII. SIDRA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

NACIONAL

17.1

Brindespuma Piagentini

de 521 a 670 mL

5,95

17.2

Brindespuma Piagentini

de 1501 a 2500 mL

21,96

17.3

Celebrate - Maçã

de 521 a 670 mL

4,76

17.4

Chapinha Fest

de 521 a 670 mL

4,23

17.5

Chuva de Prata

de 521 a 670 mL

7,77

17.6

Chuva de Prata

de 1501 a 2500 mL

28,93

17.7

Festa de Prata

de 521 a 670 mL

3,61

17.8

Festval

de 521 a 670 mL

3,99

17.9

Líder

de 521 a 670 mL

3,97

17.10

Pullman

de 521 a 670 mL

3,39

17.11

Quinta das Macãs

de 521 a 670 mL

3,85

17.12

Sidra Cereser Sabores

de 521 a 670 mL

7,22

17.13

Sidra Cereser Tradicional

de 521 a 670 mL

6,79

17.14

Sidra Cereser (todas)

de 1501 a 2500 mL

23,89

17.15

Sidra Natal

de 521 a 670 mL

6,05

17.16

Valenciana

de 521 a 670 mL

5,24

17.17

Outras marcas sidra nacional

Preço por 1000 mL

9,53

XVIII. ESTEINHAEGER

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

18.1

Schinken Hager

de 671 a 1000 mL

66,74

18.2

Schlichte

de 671 a 1000 mL

72,18

18.3

Schlichte Golden Shoe

de 671 a 1000 mL

180,31

NACIONAL

18.4

Doble W

de 671 a 1000 mL

29,33

18.5

Kosten

de 671 a 1000 mL

19,22

18.6

Steinhaeger Becosa

de 671 a 1000 mL

19,16

18.7

Steinhaeger Dubar Loewe

de 671 a 1000 mL

16,23

18.8

Outras marcas steinhaeger nacional

Preço por 1000 mL

18,44

XIX. TEQUILA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

19.1

Camiño Real (todas)

de 671 a 1000 mL

77,00

19.2

Cazadores Blanco

de 671 a 1000 mL

57,20

19.3

Cazadores Reposado

de 671 a 1000 mL

72,90

19.4

Don Julio Añejo

de 671 a 1000 mL

203,10

19.5

Don Julio Blanco

de 671 a 1000 mL

154,19

19.6

Don Julio Real

de 671 a 1000 mL

970,00

19.7

Don Julio Reposado

de 671 a 1000 mL

224,94

19.8

El Charro (todas)

de 671 a 1000 mL

57,88

19.9

El Jimador Blanco

de 671 a 1000 mL

64,86

19.10

El Jimador Reposado

de 671 a 1000 mL

65,58

19.11

Espolón (todas)

de 671 a 1000 mL

64,92

19.12

Garcia (todas)

de 671 a 1000 mL

36,44

19.13

Herradura (Añejo, Blanco, Reposado)

de 671 a 1000 mL

122,60

19.14

José Cuervo Black

de 671 a 1000 mL

81,84

19.15

José Cuervo Especial (dourada)

de 671 a 1000 mL

69,46

19.16

José Cuervo Reserva Familia - Extra Añejo (Dourada)

de 671 a 1000 mL

414,94

19.17

José Cuervo Reserva Familia - Platino (Branca)

de 671 a 1000 mL

198,76

19.18

José Cuervo Silver (branca)

de 671 a 1000 mL

69,70

19.19

José Cuervo Tradicional

de 671 a 1000 mL

102,32

19.20

Olmeca

de 671 a 1000 mL

91,50

19.21

Reserva 1800 Añejo

de 671 a 1000 mL

164,58

19.22

Reserva 1800 Blanco

de 671 a 1000 mL

117,62

19.23

Reserva 1800 Reposado

de 671 a 1000 mL

118,90

19.24

Sauza Tequila Blanco

de 671 a 1000 mL

61,25

19.25

Sauza Tequila Gold

de 671 a 1000 mL

59,99

19.26

Sauza Tequila Reposado

de 671 a 1000 mL

84,63

19.27

Sauza Tres Generaciones Plata

de 671 a 1000 mL

199,30

19.28

Sauza Tres Generaciones Reposado

de 671 a 1000 mL

226,94

19.29

Sombrero Negro (todas)

de 671 a 1000 mL

52,43

19.30

Tezón

de 671 a 1000 mL

162,28

19.31

Outras marcas tequila premium

Preço por 1000 mL

81,20

19.32

Outras marcas tequila super Premium

Preço por 1000 mL

160,48

XX. UÍSQUE

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO ATÉ 8 ANOS

20.1

Ballantines 8 anos

de 671 a 1000 mL

63,47

20.2

Black & White

de 671 a 1000 mL

68,78

20.3

Clan Macgregor

de 671 a 1000 mL

72,28

20.4

Cutty Sark 8 anos

de 671 a 1000 mL

71,75

20.5

Dewar's White Label

de 671 a 1000 mL

73,96

20.6

Famous Grouse

de 671 a 1000 mL

79,90

20.7

Famous The Black Grouse 8 anos

de 671 a 1000 mL

119,89

20.8

Glen Grant

de 671 a 1000 mL

86,52

20.9

Grand Macnish

de 671 a 1000 mL

88,00

20.10

Grants 8 anos

de 671 a 1000 mL

64,44

20.11

Häig Supreme

de 671 a 1000 mL

88,83

20.12

Hankey Bannister Original

de 671 a 1000 mL

63,36

20.13

Jameson

de 671 a 1000 mL

87,02

20.14

JB 8 anos

de 671 a 1000 mL

74,22

20.15

Jim Bean White

de 671 a 1000 mL

77,51

20.16

John Barr Finest

de 671 a 1000 mL

62,73

20.17

Johnnie Walker Red Label

de 361 a 520 mL

43,29

20.18

Johnnie Walker Red Label

de 671 a 1000 mL

76,75

20.19

Johnnie Walker Red Label

de 1001 a 1500 mL

111,16

20.20

Johnnie Walker Red Label

de 1501 a 2500 mL

205,00

20.21

Sir Edward's

de 671 a 1000 mL

59,75

20.22

Something Special DC

de 671 a 1000 mL

97,54

20.23

VAT 69

de 671 a 1000 mL

51,84

20.24

White Horse

de 361 a 520 mL

35,80

20.25

White Horse

de 671 a 1000 mL

62,03

20.26

Willian Lawson's

de 671 a 1000 mL

55,61

20.27

Outras marcas uísque até 8 anos importado

Preço por 1000 mL

76,48

IMPORTADO ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS

20.28

Ballantines 12 anos

de 671 a 1000 mL

98,43

20.29

Balvenie

de 671 a 1000 mL

300,59

20.30

Buchanan's 12 anos

de 671 a 1000 mL

125,92

20.31

Chivas Regal 12 anos

de 671 a 1000 mL

109,88

20.32

Dewar's 12

de 671 a 1000 mL

111,25

20.33

Famous Gold 12 anos

de 671 a 1000 mL

136,51

20.34

Glenfiddich Special

de 671 a 1000 mL

179,95

20.35

Glenkinchie 10 anos

de 671 a 1000 mL

382,04

20.36

Glenmorangie

de 671 a 1000 mL

221,29

20.37

Grants 12 anos

de 671 a 1000 mL

123,73

20.38

Hankey Bannister 12

de 671 a 1000 mL

111,62

20.39

Jack Daniels

de 671 a 1000 mL

99,77

20.40

Jim Bean Black

de 671 a 1000 mL

96,78

20.41

John Barr Reserve

de 671 a 1000 mL

73,67

20.42

Johnnie Walker Black Label

de 671 a 1000 mL

118,18

20.43

Johnnie Walker Black Label

de 2501 a 5000 mL

1.070,00

20.44

Johnnie Walker Double Black

de 671 a 1000 mL

149,33

20.45

Jura 10 anos

de 671 a 1000 mL

154,73

20.46

Logan

de 671 a 1000 mL

130,00

20.47

Macallan 12 anos

de 671 a 1000 mL

334,57

20.48

Old Parr

de 671 a 1000 mL

117,82

20.49

Old Parr Superior

de 671 a 1000 mL

187,43

20.50

Talisker 10 anos

de 671 a 1000 mL

398,64

20.51

The Dalmore 12 anos

de 671 a 1000 mL

238,60

20.52

The Glenlivet 12 anos

de 671 a 1000 mL

222,08

20.53

Whyte and Mackay Special

de 671 a 1000 mL

77,55

20.54

Woodford Reserve

de 671 a 1000 mL

204,09

20.55

Outras marcas uísque acima de 8 anos até 12 anos importado

Preço por 1000 mL

123,10

IMPORTADO ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS

20.56

Dimple 15 anos

de 671 a 1000 mL

252,22

20.57

Glenfiddich 15 anos

de 671 a 1000 mL

275,53

20.58

Jack Daniels Gentleman Jack

de 671 a 1000 mL

143,33

20.59

Jack Daniels Single Barrel

de 671 a 1000 mL

187,81

20.60

JB 15 anos

de 671 a 1000 mL

255,82

20.61

Johnnie Walker Gold Reserve

de 671 a 1000 mL

182,37

20.62

Johnnie Walker Green Label

de 671 a 1000 mL

233,60

20.63

Johnnie Walker Swing 15 anos

de 671 a 1000 mL

295,61

20.64

The Dalmore 15 anos

de 671 a 1000 mL

318,10

20.65

Whyte and Mackay The Thirteen

de 671 a 1000 mL

156,63

20.66

Outras marcas uísque acima de 12 anos até 15 anos importado

Preço por 1000 mL

231,30

IMPORTADO ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS

20.67

Ballantines 17 anos

de 671 a 1000 mL

255,98

20.68

Buchanan's 18 anos

de 671 a 1000 mL

393,27

20.69

Chivas Regal 18 anos

de 671 a 1000 mL

314,86

20.70

Famous Grouse 18 anos

de 671 a 1000 mL

406,48

20.71

Glenfiddich 18 anos

de 671 a 1000 mL

439,21

20.72

Johnnie Walker Gold Label

de 671 a 1000 mL

364,64

20.73

Johnnie Walker Platinum

de 671 a 1000 mL

355,54

20.74

Jura 16 anos

de 671 a 1000 mL

235,97

20.75

Macallan 18 anos

de 671 a 1000 mL

808,14

20.76

The Dalmore 18 anos

de 671 a 1000 mL

529,85

20.77

The Glenlivet 18 anos

de 671 a 1000 mL

367,38

20.78

Outras marcas uísque acima de 15 anos até 18 anos importado

Preço por 1000 mL

357,72

IMPORTADO ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS

20.79

Ballantines 21 anos

de 671 a 1000 mL

570,38

20.80

Johnnie Walker Blue Label

de 671 a 1000 mL

606,25

20.81

Royal Salute 21 anos

de 671 a 1000 mL

564,63

20.82

Outras marcas uísque acima de 18 anos até 21 anos importado

Preço por 1000 mL

693,45

IMPORTADO ACIMA DE 21 ANOS

20.83

Ballantines 30 anos

de 671 a 1000 mL

1.453,82

20.84

Chivas Regal 25 anos

de 671 a 1000 mL

1.628,07

20.85

Famous Grouse 30 anos

de 671 a 1000 mL

909,03

20.86

Royal Salute 38 years

de 671 a 1000 mL

4.030,82

20.87

Whyte and Mackay 22

de 671 a 1000 mL

408,30

20.88

Whyte and Mackay 30

de 671 a 1000 mL

1.437,36

IMPORTADO E ENGARRAFADO NO BRASIL

20.89

Bell's

de 671 a 1000 mL

39,09

20.90

Passport

de 671 a 1000 mL

41,99

20.91

Teacher's

de 671 a 1000 mL

45,61

20.92

Outras marcas uísque importados e engarrafados no Brasil

Preço por 1000 mL

42,68

NACIONAL

20.93

Cockland Gold

de 671 a 1000 mL

21,26

20.94

Drury's

de 671 a 1000 mL

24,57

20.95

Gran Par Blend

de 671 a 1000 mL

27,36

20.96

Lord's Land

de 671 a 1000 mL

23,91

20.97

Mark One

de 671 a 1000 mL

20,15

20.98

Natu Nobilis

de 671 a 1000 mL

28,41

20.99

Old Eight

de 671 a 1000 mL

30,31

20.100

Wall Street

de 671 a 1000 mL

24,80

20.101

Outras marcas uísque nacional

Preço por 1000 mL

14,28

XXI. VERMUTE E SIMILARES

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM NÃO RETORNÁVEL

PREÇO FINAL (R$) EMBALAGEM RETORNÁVEL

IMPORTADO

21.1

Antica Formula (Italiano)

de 671 a 1000 mL

192,56

.

21.2

Carpano Bianco (Italiano)

de 671 a 1000 mL

74,34

.

21.3

Carpano Classico (Italiano)

de 671 a 1000 mL

77,98

.

21.4

Carpano Punt & Mês (Italiano)

de 671 a 1000 mL

107,80

.

NACIONAL

21.5

Astini

de 671 a 1000 mL

8,90

8,18

21.6

Cinzano (todos)

de 671 a 1000 mL

16,14

.

21.7

Contini (todos)

de 361 a 520 mL

8,86

.

21.8

Contini (todos)

de 671 a 1000 mL

11,97

11,25

21.9

Cortezano (todos)

de 671 a 1000 mL

8,88

8,16

21.10

Fiorini

de 671 a 1000 mL

7,77

7,05

21.11

Martini (todos)

de 671 a 1000 mL

19,03

.

21.12

Paizano (todos)

de 671 a 1000 mL

7,95

7,23

21.13

Paratini

de 671 a 1000 mL

5,83

5,11

21.14

San Remy

de 671 a 1000 mL

23,44

.

21.15

Vinho Quinado Dubar

de 671 a 1000 mL

16,57

.

21.16

Outras marcas vermute e similares nacionais

Preço por 1000 mL

9,37

8,65

XXII. VODKA

ITEM

MARCA

EMBALAGEM

PREÇO FINAL (R$)

IMPORTADO

22.1

Absolut - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

88,91

22.2

Absolut

de 671 a 1000 mL

78,11

22.3

Absolut 100

de 671 a 1000 mL

106,40

22.4

Absolut Elyx

de 671 a 1000 mL

162,55

22.5

Arsenitch - Cassis, Cranberry, Sadthon

de 361 a 520 mL

38,22

22.6

Arsenitch Premium Quality

de 671 a 1000 mL

43,90

22.7

Belvedere - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

160,00

22.8

Belvedere Intense

de 671 a 1000 mL

166,33

22.9

Belvedere IX

de 671 a 1000 mL

186,16

22.10

Belvedere Pure

de 671 a 1000 mL

134,35

22.11

Ciroc - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

116,17

22.12

Ciroc

de 671 a 1000 mL

111,36

22.13

Danzka

de 671 a 1000 mL

66,20

22.14

Finlandia - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

72,31

22.15

Finlandia

de 671 a 1000 mL

68,51

22.16

Grey Goose - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

120,82

22.17

Grey Goose Original

de 671 a 1000 mL

112,91

22.18

Ketel One

de 671 a 1000 mL

78,85

22.19

Level

de 671 a 1000 mL

143,74

22.20

Pravda

de 671 a 1000 mL

135,91

22.21

Russian Imperia

de 671 a 1000 mL

176,83

22.22

Russian Standard

de 671 a 1000 mL

65,94

22.23

Smirnoff Black

de 671 a 1000 mL

59,39

22.24

Sobieski Estate

de 671 a 1000 mL

136,83

22.25

Stolichnaya

de 361 a 520 mL

40,87

22.26

Stolichnaya

de 671 a 1000 mL

71,48

22.27

Stolichnaya Chocolat Razberi

de 671 a 1000 mL

84,23

22.28

Stolichnaya Elit

de 671 a 1000 mL

205,57

22.29

Stolichnaya Gold

de 671 a 1000 mL

107,06

22.30

Wyborowa - Sabores (todos)

de 671 a 1000 mL

71,87

22.31

Wyborowa - Exquisite, Single Estate

de 671 a 1000 mL

114,37

22.32

Xellent

de 671 a 1000 mL

192,85

22.33

Xellent

acima de 1501 mL

618,73

22.34

Outras marcas vodka importada premium

Preço por 1000 mL

70,16

22.35

Outras marcas vodka importada super premium

Preço por 1000 mL

148,92

NACIONAL

22.36

Askov

de 671 a 1000 mL

8,91

22.37

Balalaika

de 671 a 1000 mL

7,62

22.38

Balalaika Apple

de 671 a 1000 mL

13,24

22.39

Balalaika Black

de 671 a 1000 mL

14,40

22.40

Blue Spirit

de 671 a 1000 mL

49,76

22.41

Bowoyka

de 671 a 1000 mL

7,84

22.42

Eristoff

de 671 a 1000 mL

22,76

22.43

First K

de 671 a 1000 mL

8,94

22.44

Kadov

de 671 a 1000 mL

14,35

22.45

Komaroff

de 671 a 1000 mL

7,49

22.46

Kriskof

de 671 a 1000 mL

8,05

22.47

Leonoff

de 671 a 1000 mL

6,56

22.48

Liquid Classic

de 671 a 1000 mL

21,02

22.49

Liquid First

de 671 a 1000 mL

24,94

22.50

Moskowita

de 671 a 1000 mL

6,67

22.51

Natasha (todas)

de 671 a 1000 mL

13,72

22.52

Nordka

de 671 a 1000 mL

19,98

22.53

Orloff

de 671 a 1000 mL

21,68

22.54

Polak

de 671 a 1000 mL

8,08

22.55

Polovtz

de 671 a 1000 mL

10,94

22.56

Pushka

de 671 a 1000 mL

7,65

22.57

Roskof

de 671 a 1000 mL

11,35

22.58

Skyy

de 671 a 1000 mL

26,52

22.59

Smirnoff Red vidro

de 271 a 375 mL

10,94

22.60

Smirnoff Red

de 671 a 1000 mL

25,73

22.61

Starka

de 671 a 1000 mL

9,46

22.62

Stoliskoff Black

de 671 a 1000 mL

46,13

22.63

Stoliskoff Red

de 671 a 1000 mL

26,30

22.64

Zvonka Black

de 671 a 1000 mL

21,62

22.65

Zvonka Red

de 671 a 1000 mL

13,49

22.66

Outras marcas vodka nacional popular

Preço por 1000 mL

10,07

22.67

Outras marcas vodka nacional premium

Preço por 1000 mL

25,39

IMPORTADA E ENGARRAFADA NO BRASIL

22.68

Sobieski

de 671 a 1000 mL

32,28

22.69

Wyborowa

de 671 a 1000 mL

52,33

PORTARIA CAT Nº 75, DE 24 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 25/06/2014 (nº 116, Seção I, pág. 18)

Fixa valor mínimo para o cálculo do ICMS nas operações com revestimento cerâmico classificado como "Extra" ou "Tipo A".

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no artigo 30 da Lei 6.374, de 01/03/1989, e no artigo 46 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/2000, expede a seguinte Portaria:

Art. 1º - No período de 01/07/2014 a 31/12/2014, o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incidente sobre as operações efetuadas com revestimentos cerâmicos, classificados como "Extra" ou "Tipo A", na posição 6908 da Nomenclatura Comum do Mercosul - Sistema Harmonizado - NCM/SH, deverá ser calculado sobre o valor mínimo de R$ 4,93/m².

§ 1º - O imposto será calculado sobre o valor da operação quando este for superior ao mínimo fixado no caput.

§ 2º - Para fins de cálculo da retenção e pagamento do imposto devido por substituição tributária, relativo às saídas subsequentes da mercadoria, o respectivo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST deverá ser aplicado sobre o valor mínimo a que se refere o caput ou sobre o valor da operação, quando este for superior ao mínimo, acrescido dos valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente.

Art. 2º - Fica revogada, a partir de 01/07/2014, a Portaria CAT 130/13, de 17/12/2013.

Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor em 01/07/2014.

PORTARIA CAT Nº 78, DE 26 DE JUNHO DE 2014-DOE-SP de 27/06/2014 (nº 118, Seção I, pág. 18)

Divulga valores atualizados para base de cálculo da substituição tributária de água mineral e natural, conforme pesquisa elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28, 28-A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 01/03/1989, na redação dada pela Lei 12.681, de 24/07/2007, e considerando os dados constantes de pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE, trazida aos autos do Processo GDOC 23750-569621/2005, pela Associação Brasileira das Indústrias de Águas Minerais, expede a seguinte Portaria:

Art. 1º - No período de 01/07/2014 a 31/12/2014, para determinação da base de cálculo do imposto na sujeição passiva por substituição tributária com retenção do imposto em relação às mercadorias adiante indicadas serão utilizados os seguintes valores:

Água natural, mineral, gasosa ou não:


1. EMBALAGENS DESCARTÁVEIS

1.1 - COPOS

Copo: até 210 ml

0,74

Copo: de 211 até 310 ml

1,04

1.2 - VIDROS DESCARTÁVEIS

Vidro descartável até 310 ml

2,85

Vidro descartável de 311 a 500 ml

3,15

1.3 - DEMAIS EMBALAGENS

até 360 ml

1,37

de 361 a 650 ml

1,45

de 651 a 1.000 ml

1,64

de 1.001 a 1.260 ml

2,77

de 1.261 a 1.500 ml

1,82

de 1.501 a 2.000 ml

2,29

de 2.001 a 2.499 ml

2,24

de 2.500 a 3.000 ml

3,51

de 3.001 a 5.000 ml

6,07

de 5.001 a 8.000 ml

7,26

de 8.001 a 10.000 ml (Sem Torneira)

11,18

de 8.001 a 10.000 ml (Com Torneira)

14,14

2. EMBALAGENS RETORNÁVEIS

Galão de 10 litros

6,14

Galão de 20 litros

7,44

NOTA: Valores em reais (R$).

Parágrafo único - A base de cálculo do imposto devido em razão da substituição tributária será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor resultante da aplicação de percentual de margem de valor agregado estabelecido no artigo 294 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30/11/2000, nas hipóteses a seguir:

1 - quando não forem utilizados os valores mencionados neste artigo em virtude de decisão administrativa ou judicial, que não determine a aplicação de outra base de cálculo para a substituição tributária das mercadorias de que trata esta Portaria;

2 - na determinação da base de cálculo aplicável na substituição tributária de água mineral e natural, com descrição de embalagem para a qual não haja indicação de preço final ao consumidor constante da tabela deste artigo;

3 - quando, em se tratando de operações interestaduais sujeitas à aplicação do disposto nesta Portaria, o valor da operação própria do remetente localizado em outra unidade da Federação for igual ou superior a 90% do preço final ao consumidor constante da tabela deste artigo;

4 - quando, em se tratando de operações internas, o valor da operação própria do substituto for igual ou superior ao preço final ao consumidor constante da tabela deste artigo;

5 - quando se tratar de água mineral e natural importada;

6 - a partir de 01/01/2015, exceto se portaria divulgar valores, para vigorarem a partir de tal data, segundo nova pesquisa de preço atualizada.

Art. 2º - Fica revogada, a partir de 01/07/2014, a Portaria CAT-137/13, de 20/12/2013.

Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor em 01/07/2014.


4.00 ASSUNTOS MUNICIPAIS

4.02 OUTROS ASSUNTOS MUNICIPAIS

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 14, DE 21 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 16)

EMENTA: ISS. Subitem 12.08 do art. 1º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003. Serviço de congresso realizado fora do município de São Paulo. Serviço tomado de prestador estabelecido fora do município de São Paulo. Responsabilidade tributária.

O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE TRIBUTAÇÃO E JULGAMENTO, no uso de suas atribuições legais, em especial à vista dos artigos 73 a 78 da Lei nº 14.107, de 12 de dezembro de 2005 e em conformidade com o que consta nos autos do processo administrativo nº 2014-0.101.558-8; esclarece:

1. A consulente, autarquia federal fiscalizadora da profissão contábil, afirma ter tomado serviço previsto no subitem 8.02 da lista de serviços do art. 1º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, de prestador estabelecido no município de Curitiba que não possui cadastro no CPOM - Cadastro de Prestadores de Outros Municípios.

2. À vista do exposto indaga:

2.1. O CRC-SP, como tomador de serviços de prestadores estabelecidos fora do município de São Paulo, que não têm inscrição no cadastro CPOM, deve reter o ISS na fonte, como determina o art. 69 do Decreto nº 53.151/2012? 2.2. Existem exceções para prestadores estabelecidos fora do município, em que não é necessário efetuar o cadastro nem as retenções na fonte? Se sim, quais são os serviços? 2.3. Caso não seja devido o ISS e já tenhamos efetuado a retenção para a Prefeitura do Município de São Paulo, quais os procedimentos para solicitar o reembolso?

3. A consulente, a fim de esclarecer o serviço tomado, apresentou Proposta para Participação no 9º Congresso Brasileiro de Pregoeiros, realizado em Foz do Iguaçu/PR.

3.1. Apresentou, também, cópia de Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços - NFTS, através da qual efetuou a retenção do ISS relativo ao serviço tomado.

4. Dispõe o art. 73 da Lei nº 14.107, de 12 de dezembro de 2005, que o sujeito passivo da obrigação tributária, bem como as entidades representativas de categorias econômicas ou profissionais, poderão formular consulta sobre dispositivos da legislação tributária, aplicáveis a fato determinado. Desta forma, a resposta à consulta formulada será dada com base na análise dos documentos apresentados pela consulente.

5. No caso em epígrafe, as inscrições para participação do Congresso se enquadram no subitem 12.08 da lista de serviços do art. 1º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, relativo a feiras, exposições, congressos e congêneres.

5.1. De acordo com o inciso XVI do art. 3º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, o serviço previsto no subitem 12.08 considera-se prestado e o imposto devido no local da realização do congresso.

6. O prestador dos serviços enquadrados no subitem 12.08 não está sujeito à inscrição no cadastro CPOM da Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico, de que trata o art. 9ºA da lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, acrescido pela lei nº 14.042, de 30 de agosto de 2005, com a redação da lei nº 14.256, de 29 de dezembro de 2006.

6.1. Os serviços previstos no subitem 12.08 da lista de serviços do art. 1º da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, também não se enquadram nas hipóteses de retenção do ISS pelo tomador previstas no art. 9º da referida lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003.

7. Concluindo, no caso em análise não cabe retenção do ISS por parte do tomador, devendo o prestador do serviço recolher o imposto ao município onde foi realizado o congresso.

8. Finalmente, quanto à restituição do ISS retido, deverão ser observados o art. 11 da Lei nº 13.701, de 24 de dezembro de 2003, e o art. 8º do Decreto nº 53.151, de 17 de maio de 2012, que determinam que a legitimidade para requerer a restituição do indébito, na hipótese de retenção indevida ou maior que a devida de Imposto na fonte recolhido à Fazenda Municipal, pertence ao responsável tributário.

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 15, DE 21 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 17)

EMENTA: ISS. Subitem 15.01 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701/2003. Observância à restrição imposta no parágrafo único do art. 2º da Lei Complementar nº 116/2003. Não é possível caracterizar a exportação de serviços apenas pelo fato de a fonte pagadora encontrar-se no exterior. A ocorrência de resultado em território nacional impede a caracterização como exportação de serviços e há tributação pelo ISS.

O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE TRIBUTAÇÃO E JULGAMENTO, no uso de suas atribuições legais, em especial à vista dos artigos 73 a 78 da Lei 14.107, de 12 de dezembro de 2005 e em conformidade com o que consta nos autos do processo administrativo nº. 2013-0.015.330-6; esclarece:

1. A consulente tem por objeto social a administração e gestão de fundos de investimento e carteiras de títulos e valores mobiliários, constituídos no Brasil e no exterior, a prestação de serviços de consultoria financeira, no Brasil e no exterior, exclusive relacionada a títulos e valores mobiliários.

2. Declara possuir contrato de administração com um fundo de investimentos localizado nos Estados Unidos.

3. Considera que a administração do fundo de investimento é efetuada de forma remota (internet) e utiliza como base todas as informações econômicas geradas nos mercados financeiros da América do Sul.

3.1. Afirma que não há evidência de benefícios econômicos gerados no Brasil, uma vez que todo o resultado da operação ocorrerá somente em mercado americano, onde o fundo terá os benefícios.

3.2. Conclui que seu papel nesta operação é exportar para o mercado americano "expertise" em administração de fundo de natureza econômica e que o resultado da prestação de serviços de administração do fundo de investimento americano se verifica no exterior.

3.3. Diante destes elementos e em face do disposto no inciso I e parágrafo único do art. 2º da Lei Complementar nº 116/2003, a consulente pergunta se está correta a interpretação de que não há incidência do ISS sobre as receitas dos serviços de administração do fundo de investimento localizado nos Estados Unidos.

4. No art. 2º, inciso I combinado com o parágrafo único da Lei Complementar nº 116/2003, reproduzidos no art. 2º da Lei nº 13.701/2003, está prevista a não incidência do ISS nas exportações de serviços para o exterior do País desde que o serviço desenvolvido no Brasil não produza qualquer tipo de resultado em território nacional.

4.1. Na acepção semântica, resultado é consequência, efeito, seguimento. Assim, para que haja efetiva exportação do serviço desenvolvido no Brasil, ele não poderá aqui ter consequências ou produzir efeitos. A contrário senso, os efeitos decorrentes dos serviços exportados devem se produzir em qualquer outro país que não o Brasil.

4.2. Para que haja a exportação de determinado serviço é necessário que todo o resultado, os benefícios ou o aproveitamento da prestação deste serviço ocorram em território estrangeiro.

4.3. O resultado deve ser enxergado sob o prisma do serviço prestado.

4.4. Quando alguém contrata determinado serviço, está interessado no resultado, nos benefícios, no aproveitamento que este serviço pode proporcionar.

4.5. Não é possível caracterizar a exportação de serviços quando somente a fonte pagadora encontra-se no exterior.

5. Para documentar suas operações, a consulente apresentou Acordo de Gestão de Investimento firmado com sociedade limitada constituída sob as leis de Delaware, EUA.

5.1. Neste acordo, a consulente é designada como gestora de investimentos com poderes para adquirir, possuir e vender títulos de qualquer tipo.

6. A consulente também informou que os ativos (títulos) administrados em razão do Acordo de Gestão de Investimento encontram-se predominantemente no Brasil.

7. Os serviços prestados pela consulente encontram-se previstos no código 05836 do Anexo 1 da Instrução Normativa SF/ SUREM nº 08, de 18 de julho de 2011, relativo à administração de carteira de clientes, subitem 15.01 da Lista Serviços do art.

1º da Lei nº 13.701/2003.

8. Na situação examinada há produção de resultados da prestação de serviço em território brasileiro, visto que a disponibilização dos recursos financeiros bem como a aquisição de títulos e valores mobiliários brasileiros ocorre no Brasil.

8.1. Há a efetiva movimentação de recursos financeiros da contratante no mercado brasileiro em razão dos serviços prestados pela consulente à tomadora nos EUA. Os benefícios gerados pela administração dos recursos representados pelos atos de compra e venda de títulos brasileiros ocorrem integralmente no Brasil. Assim, resta prejudicada a caracterização da exportação de serviços, visto que há a produção de resultados para a tomadora dos serviços no Brasil, verificada na administração dos valores financeiros disponibilizados no Brasil para aplicação em títulos e valores mobiliários brasileiros.

9. Desta forma, não há exportação de serviços em relação aos serviços prestados pela consulente em decorrência do contrato apresentado e, consequentemente, ocorre a incidência do ISS à alíquota de 2% sobre os serviços de administração de carteira de clientes, previstos no código 05836 do Anexo I da Instrução Normativa SF/SUREM nº 08, de 18 de julho de 2011.

SOLUÇÃO DE CONSULTA SF/DEJUG Nº 16, DE 27 DE MAIO DE 2014-DOC-SP de 27/06/2014 (nº 116, pág. 17)

EMENTA: ISS. Subitem 4.01 da Lista de Serviços da Lei nº 13.701/2003. Cadastro de Prestadores de Outros Municípios - CPOM. Obrigatoriedade.

O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE TRIBUTAÇÃO E JULGAMENTO, no uso de suas atribuições legais, em especial à vista dos artigos 73 a 78 da Lei 14.107, de 12 de dezembro de 2005 e em conformidade com o que consta nos autos do processo administrativo nº. 2014-0.098.513-3; esclarece:

1. A consulente informa que presta serviços de clínica médica dentro das dependências de empresa de serviços hospitalares estabelecida no município de São Paulo.

2. Informa que a nota fiscal emitida para a empresa de serviços hospitalares é relativa ao serviço previsto no subitem 4.03 - clínica médica, código que estaria dispensado do Cadastro de Empresas de Fora do Município (CPOM).

2.1. No entanto, a tomadora teria caracterizado os serviços prestados pela consulente como enquadrado no subitem 4.01 - Medicina e biomedicina e fez a retenção do ISS sobre a mencionada nota fiscal emitida.

3. Assim a consulente pergunta:

3.1. Está correto o procedimento adotado pela tomadora de serviços estabelecida em São Paulo? 3.2. O prestador de serviços de fora do Município de São Paulo que presta serviços enquadrados no subitem 4.01 está obrigado a realizar o CPOM para que não sofra retenção do ISS? 3.3. Sendo obrigatória a realização do CPOM, quem seria o responsável por realizar a inscrição, a consulente ou o tomador de serviços estabelecido em São Paulo por meio do Cadastro Simplificado?

4. A consulente está constituída como empresário individual, tem como atividade econômica principal a atividade médica ambulatorial restrita a consultas e se encontra estabelecida no município de São Caetano do Sul.

4.1. A consulente é prestadora de serviços médicos previstos no subitem 4.01 da Lista de Serviços do art. 1º da Lei nº 13.701/2013, relativo à medicina e biomedicina.

5. A empresa tomadora dos serviços prestados pela consulente encontra-se inscrita no Cadastro de Contribuintes Mobiliários como prestadora dos serviços previstos nos códigos 04189 - Hospitais e 04197 - clínicas e casas de saúde, conforme definições do Anexo 1 da Instrução Normativa SF/SUREM nº 08, de 18 de julho de 2011.

5.1. Em seu cadastro ainda consta o código de estabelecimento 37.109 - estabelecimento de assistência médicohospitalar, mais de 250 leitos, conforme definição do Anexo 1 da Portaria SF nº 05, de 11 de janeiro de 2003.

6. Na situação sob exame, não se aplica o disposto nos itens 3 e 4 da Portaria SF nº 118, de 29 de dezembro de 2006, que trata do Cadastro Simplificado, visto que o tomador dos serviços é um hospital e não um plano ou um seguro de saúde.

6.1. Os serviços prestados pela consulente também não se encontram arrolados nas hipóteses de dispensa ao CPOM previstas no item 2 da Portaria SF nº 118, de 29 de dezembro de 2005.

7. Assim, por força do disposto no art. 9ºA da Lei nº 13.701, de 24/12/03, acrescido pela Lei nº 14.042, de 30/08/05, com a redação da Lei nº 14.256, de 29/12/06, a consulente está obrigada a proceder à sua inscrição em cadastro da Secretaria Municipal de Finanças, denominado como Cadastro de Prestadores de Outros Municípios - CPOM.

8. Por sua vez, a tomadora dos serviços estabelecida em São Paulo agiu de acordo § 2º do art. 9ºA da Lei nº 13.701, de 24/12/03, com a redação da Lei nº 15.891, de 07/11/13, ao efetuar a retenção do ISS, tendo em vista que a consulente deveria ter efetuado sua inscrição no CPOM.



5.00 ASSUNTOS DIVERSOS

5.01 CEDFC--ARTIGOS / COMENTÁRIOS



Receita Federal e Receita Municipal de São Paulo deflagram operação de combate à sonegação em administradoras de shopping centers
A previsão é que os lançamentos ultrapassem os R$ 100 milhões em tributos, juros e multas.
A Receita Federal do Brasil e a Receita Municipal da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo deflagraram, a partir de hoje (18/06/14), operação junto a administradoras de shopping centers paulistanos com o objetivo de combater sonegação verificada no setor. Trata-se da primeira operação conjunta entre a Receita Federal e a Receita Municipal de São Paulo, demonstrando importante evolução na atuação de forma integrada entre ambas.
Serão iniciadas ações fiscais em 12 empresas que atuam nesse segmento. As ações são relativas à aparente falta de recolhimento de tributos municipais e/ou federais. Os Fiscos estimam lançamentos totais da ordem de mais de R$ 100 milhões.
A operação conjunta foi possível a partir da troca de informações entre a Receita Federal e a Receita Municipal de São Paulo. Com o cruzamento de dados, verificou-se que algumas empresas declaravam seu faturamento corretamente para um órgão, mas sonegavam informações para o outro. Outras apresentavam informações distorcidas para ambos.
Os valores que deixaram de ser recolhidos serão objeto de autos de infração, nos quais serão cobrados, além dos tributos, juros e multa, que pode chegar a 225% do valor total que deixou de ser recolhido. Além disso, nos casos em que existirem indícios de ocorrência de ilícitos penais, serão encaminhadas Representações Fiscais para Fins Penais ao Ministério Público Federal e/ou ao Ministério Público do Estado de São Paulo. Por fim, será verificado, em cada caso, o cabimento de eventuais procedimentos para garantia do crédito constituído, incluindo o arrolamento de bens e direitos do contribuinte.
A Receita Federal e a Receita Municipal de São Paulo já estão realizando estudos para futuras operações conjuntas também em outros setores.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico de São Paulo: (11) 3113-9566.
Assessoria de Comunicação da Receita Federal em São Paulo: (11) 3315-5139.
Escrituração Contábil Digital X Escrituração Contábil Fiscal X DIPJ E LALUR
O ano corrente promete muitas novidades na área de atuação da contabilidade, umas que vêm incrementar o trabalho dos profissionais, com possível aumento de renda, outras que vêm para complicar, fiquemos, por enquanto, com as boas.
Este pequeno trabalho abordará noticias sobre a Escrituração Contábil Digital e a Escrituração Contábil Fiscal; esta última, realmente uma novidade que começa a vigorar neste ano e fará parte do SPED, com data prevista para a primeira entrega no último dia do mês de julho de 2015. E vem acompanhada da vantagem de eliminar o preenchimento da DIPJ e a escrituração do LALUR, velhos conhecidos da classe.
ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL
Com efeito, a Receita Federal do Brasil, por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013, estabeleceu novas regras sobre a Escrituração Contábil Digital (ECD) e revogou a IN FRB nº 787, de 2007 e suas alterações. Comentaremos as principais mudanças.
Quiçá, a principal alteração está inserida no artigo 3º da Instrução Normativa em comento, quando estende a obrigatoriedade de entrega da ECD para diversas pessoas jurídicas que até então estavam desobrigadas de fazê-lo, como veremos em seguida. Antes, contudo, a transcrição do referido artigo:
“Art. 3º Ficam obrigadas a adotar a ECD, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014:
I - as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no lucro real;
II – as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido, que distribuírem, a título de lucros, sem incidência do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), parcela dos lucros ou dividendos superior ao valor da base de cálculo do Imposto, diminuída de todos os impostos e contribuições a que estiver sujeita; e
III – as pessoas jurídicas imunes e isentas”.
É de se destacar o inciso “I” porque, até 31/12/2013, só estavam obrigadas ao Sped contábil as sociedades empresárias tributadas com base no Lucro Real (já eram obrigadas desde janeiro de 2009); agora, a partir de 2014, todas as pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real, estão obrigadas à entrega da ECD independentemente de ser sociedade simples, inclusive cooperativa, ou empresaria (mercado que se abre para os profissionais da contabilidade). Em outras palavras: a tributação pelo Lucro Real implica na obrigatoriedade de entrega da Escrituração Contábil Digital.
O inciso II acima obriga as pessoas jurídicas tributadas com base no Lucro Presumido a entregar a ECD, a partir de 1º de janeiro de 2014, desde que pretendam distribuir lucros isentos do imposto de renda aos empresários, sócios ou acionistas, inclusive proprietários de Eireli, em valores superiores ao valor que servir de base de cálculo do IR, diminuído dos tributos devidos (IR, CSLL, Cofins e PIS/Pasep).
Apesar de essas empresas, na situação descrita, já estarem obrigadas à escrituração completa, não deixa de ser uma ampliação do mercado de trabalho, haja vista a exigência de tecnologia, fato que enobrece o serviço prestado.
Quanto ao inciso III, este sim, um novo mercado que deve ser explorado pelos profissionais e empresas contábeis, obriga também as sociedades imunes e isentas a entregarem a ECD a partir de 1º de janeiro de 2014.
Antes não estavam obrigadas. A imunidade é conferida pela Constituição Federal, e podemos citar como entidades imunes:
1 – a instituição de educação ou de assistência social que preste os serviços para os quais houver sido instituída e os coloque à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos;
2 – os templos de qualquer culto;
3 – sindicato dos trabalhadores;
4 – partidos políticos, dentre outras.
O instituto da isenção é conferido pela lei, podendo ser citadas:
1 – as instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico;
2 – as associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos;
3 – os sindicatos dos empregadores;
4 – entidade aberta de previdência complementar (sem fins lucrativos);
5 – entidade fechada de previdência complementar, entre outras.
A propósito, a legislação de regência (Lei 9.532/1997) determina que as entidades imunes e isentas são obrigadas a manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão, bem como conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, os documentos comprobatórios dos fatos contábeis.
Concluindo essa pequenas observações sobre a Escrituração Contábil Digital, pelas normas baixadas, ficam dispensadas da entrega da ECD as demais pessoas jurídicas, como por exemplo, as sociedades e empresas participantes do SIMPLES Nacional, as pessoas jurídicas de direito público, dentre outras.
ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL – ECF (A GRANDE NOVIDADE)
Também, em dezembro de 2013, foi editada a Instrução Normativa RFB nº 1.422, obrigando a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) para todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, que deverá ser apresentada de forma centralizada pela matriz e passa a fazer parte do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) em 2014.
Chama-se a atenção, por relevante, que a obrigatoriedade não se aplica às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.306, de 27 de dezembro de 2012.
Para as pessoas jurídicas obrigadas à ECF a norma destaca que no caso de pessoas jurídicas que foram sócias ostensivas de Sociedades em Conta de Participação (SCP), a ECF deverá ser transmitida separadamente, para cada SCP, além da transmissão da ECF da sócia ostensiva.
Conforme o art 2º da instrução normativa em comento, o sujeito passivo deverá informar, na ECF, todas as operações que influenciem a composição da base de cálculo e o valor devido do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), especialmente quanto:
I – à recuperação do plano de contas contábil e saldos das contas, para pessoas jurídicas obrigadas a entregar a Escrituração Contábil Digital (ECD) relativa ao mesmo período da ECF;
II – à recuperação de saldos finais da ECF do período imediatamente anterior, quando aplicável;
III – à associação das contas do plano de contas contábil recuperado da ECD com plano de contas referencial, definido pela Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis), por meio de Ato Declaratório Executivo (ADE);
IV – ao detalhamento dos ajustes do lucro líquido na apuração do Lucro Real, mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de Ato Declaratório Executivo;
V – ao detalhamento dos ajustes da base de cálculo da CSLL, mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de Ato Declaratório Executivo;
VI – aos registros de controle de todos os valores a excluir, adicionar ou compensar em exercícios subsequentes, inclusive prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL; e
VII – aos registros, lançamentos e ajustes que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária relativos à determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL, quando não devam, por sua natureza exclusivamente fiscal, constar da escrituração comercial, ou sejam diferentes dos lançamentos dessa escrituração.
A ECF será transmitida ao Sped até o último dia útil do mês de julho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira. A não entrega no prazo, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, acarreta as penalidades previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 2001.
O Manual de Orientação será baixado por meio de Ato Declaratório Executivo da COFIS e publicado no Diário Oficial da União, bem como o detalhamento dos ajustes ao lucro líquido e à base de cálculo da contribuição social. Aguardemos.
Finalmente, com a revogação dos artigos 4º e 5º da IN RFB 1.397/2013, de triste memória, a ECF, apesar de partir dos saldos contábeis, passa a ser uma escrituração, exclusivamente para fins fiscais.
E, por oportuno (uma boa notícia), lembramos que em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014, as pessoas jurídicas ficam dispensadas da escrituração do Livro de Apuração de Lucro Real (Lalur) e da entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ).
Fonte: Conselho Federal de Contabilidade- Por: conselheiro Osvaldo Cruz

Parcelamento da Lei 11.941/2009 - reabertura da Lei 12.973/2014
Temos notícias de que o parcelamento da Lei 11.941/2009 (reabertura da Lei 12.973/2014) já se encontra disponível para pedido no e-Cac da RFB.
Segue link das página inicial de orientações:

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisicaejuridica/ReaberturaLei11941/default.htm


Destacamos o seguinte trecho:

"As opções deverão ser feitas exclusivamente pelo Portal e-Cac.

O aplicativo para realização das opções já se encontra disponível."

Importa observar que os débitos passíveis de parcelamento ainda são aqueles vencidos até 30/11/2008.

Atenciosamente, Oneide Parizotto

Entrada do Refis será reduzida para aumentar adesão, diz governo
O Refis da Crise, programa de renegociação de dívidas dos contribuintes com a União instituído em 2009, será remodelado, afirmou nesta terça-feira (18/6) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, a parcela de entrada do plano será reduzida para permitir que mais empresas peçam o parcelamento.
Aprovada pelo Congresso no fim de maio e ainda não sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, a Medida Provisória 638, que reabriu a adesão ao parcelamento, estabelecia que o contribuinte tinha de quitar parte da dívida total na hora de pedir a renegociação. O valor correspondia a 10% para dívidas de até R$ 1 milhão e 20% para débitos acima de R$ 1 milhão.
Agora, o governo enviará outra medida provisória ao Congresso mudando os limites. A parcela de adesão cairá para 5% para dívidas de até R$ 1 milhão, para 10% nos débitos entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões e para 15% nas dívidas entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões. Apenas para dívidas acima de R$ 20 milhões, a prestação de entrada foi mantida em 20%.
O prazo para adesão vai até o fim de agosto. Apesar de a redução da parcela permitir que mais empresas peçam a renegociação, o ministro manteve a estimativa de arrecadar R$ 12,5 bilhões com o programa até o fim do ano.
No ano passado, a reabertura do Refis da Crise e de renegociações especiais para multinacionais e instituições financeiras que questionavam o pagamento de tributos na Justiça renderam R$ 21,8 bilhões ao governo federal. Os parcelamentos, no entanto, abrangeram apenas dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2012. A Medida Provisória 638 permitiu a nova abertura de renegociação de débitos vencidos até 31 de dezembro do ano passado.
O governo também reforçou que as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados para materiais de construção e bens de capital (máquinas, equipamentos, caminhões e ônibus usados na produção) serão mantidas em zero de forma permanente.
A remodelação do Refis da Crise era uma das reivindicações do Fórum Nacional da Indústria, grupo de empresários de 36 setores da economia que passaram a se reunir com a presidente Dilma Rousseff. No fim do mês passado, eles conseguiram convencer o governo a tornar permanente a desoneração da folha de pagamento para 55 setores da indústria, do comércio e de serviços.
Fonte: Agência Brasil. Colaborou JP
Lei que fixa adicional de 30% a motoboys entra em vigor
A regra que garante adicional de 30% de periculosidade aos motoboys já está valendo

A regra que garante adicional de 30% de periculosidade aos motoboys já está valendo, com a publicação da Lei nº 12.997 no Diário Oficial da União (DOU), nesta sexta-feira, 20.


As alterações, que exigiram mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), haviam sido anunciadas na última quarta-feira, 18, pela presidente Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto.
"Hoje é inconcebível uma cidade sem motoboys. "Nada mais justo e necessário (do que o adicional). É uma categoria que enfrenta o trânsito e todos os perigos que daí advém", declarou a presidente, na última quarta-feira.
A nova redação que passa a vigorar a partir desta sexta-feira, 20, em relação à CLT cita que "são também consideradas perigosas as atividades de trabalhador em motocicleta."
A medida beneficia motoboys e outros profissionais que fazem entregas, como carteiros que se valem de motos.
Na cerimônia de sanção da Lei, a presidente garantiu que o governo "está disposto a continuar dialogando" com a pauta dos motoboys. Disse que é preciso avançar na segurança desses condutores e na prevenção de acidentes. "Me preocupa o fato de vocês não terem vias exclusivas. Acho que temos que abrir essa discussão", destacou a presidente.
No final do mês passado, o Congresso aprovou um projeto de lei de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) que prevê o pagamento extra sobre o salário para os trabalhadores que atuam profissionalmente com a ajuda de motocicletas. A medida beneficia motoboys e outros profissionais que fazem entregas usando moto. Crivella é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro.
Link: http://www.revistadinheiro.com.br/noticias/economia/20140620/lei-que-fixa-adicional-motoboys-entra-vigor/165016.shtml

Fonte: Revista Dinheiro



É Devido O Adicional Noturno Mesmo Após As 05 Horas Do Dia Seguinte?
O adicional noturno, pago ao empregado, é devido em razão do trabalho desenvolvido em horário noturno, uma vez que tal condição configura um desgaste do trabalhador que exerce suas atividades em horário em que se normalmente estaria em repouso.
Considera-se noturno, nas atividades urbanas, o trabalho realizado entre as 22:00h de um dia às 05:00h do dia seguinte e nas atividades rurais, considera-se noturno o trabalho executado na lavoura, entre 21:00h de um dia às 05:00h do dia seguinte, e na pecuária, entre 20:00h de um dia às 04:00h do dia seguinte.
A CLT estabelece que nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, bem como nos casos de prorrogação do trabalho noturno, também se aplica o disposto no art. 73 da CLT, sendo devido, portanto, o acréscimo na remuneração de, no mínimo, 20% sobre a hora diurna.
Assim, ainda que o empregado tenha o início de sua jornada de trabalho no horário diurno, ou seja, antes do limite inicial para contagem do adicional noturno (22:00h), caso sua jornada seja estendida após as 05:00h da manhã, terá direito ao adicional noturno, inclusive, entre às 05:00h até o horário efetivamente trabalhado.
Este entendimento está consubstanciado, inclusive, na Súmula 60 do TST, a qual dispõe que o adicional noturno será também devido quando houver a prorrogação da jornada noturna, ou seja, além das horas extraordinárias, o empregado terá direito ao adicional noturno ainda que o horário de trabalho ultrapasse às 05:00h da manhã.
Diferentemente seria o entendimento de um empregado que, cumprindo normalmente sua jornada diurna, eventualmente tenha iniciado sua jornada às 04:00h da manhã em função de uma emergência na empresa ou de um trabalho programado para início neste horário.
Neste caso, ainda que este trabalhador cumpra sua jornada diurna normal, terá direito ao adicional noturno (bem como à hora extra noturna), somente do seu início até as 05:00h, já que sua jornada não foi estendida durante o horário noturno, mas iniciou no horário noturno e foi completada no horário diurno contratual.
O fato está, portanto, na garantia da higidez física e mental do trabalhador, que penosamente laborou durante todo o horário noturno e ainda estendeu sua jornada, despendendo um esforço maior que o trabalhador que cumpre sua jornada durante o horário diurno.
Veja o entendimento jurisprudencial sobre a matéria:
ACÓRDÃO - ADICIONAL NOTURNO. PRORROGAÇÃO. JORNADA NOTURNA. A Corte de origem deu provimento parcial ao recurso ordinário do autor para condenar a reclamada ao pagamento de diferenças de adicional noturno e horas extras noturnas decorrentes da prorrogação da jornada noturna. Decidiu mediante os seguintes fundamentos: A sentença considerou que no caso de horários mistos as normas que disciplinam o trabalho noturno incidem apenas sobre o serviço executado dentro do período definido como noturno. O reclamante não concorda com essa decisão. Defende que todo trabalho realizado em prorrogação às horas noturnas devem assim ser consideradas, na forma da OJ 6 da SDI do C. TST. Postula as diferenças de adicional noturno e horas extras noturnas. O § 2º do art. 73 da CLT considera como noturno o trabalho realizado entre as 22 horas de um dia e as 5h do dia seguinte. Porém, quando há prorrogação da jornada noturna em horário diurno, o adicional é devido também sobre o tempo elastecido. Esse é o sentido do § 5º do art. 73 da CLT. De resto a matéria está pacificada pela orientação jurisprudencial acima mencionada, in verbis: adicional noturno. Prorrogação em horário diurno. Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta, devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. Exegese do art. 73, § 5º, da CLT. Esse parâmetro deve ser observado na apuração das horas noturnas registradas nos cartões-ponto. PROC. Nº TST-RR-791383/2001.6. Ministra Relatora ROSA MARIA WEBER CANDIOTA DA ROSA. Brasília, 13 de junho de 2007.

Veja também notícia sobre o tema:


ADICIONAL NOTURNO INCIDE SOBRE JORNADA CUMPRIDA APÓS A 5H DA MANHÃ
Fonte: TRT/MG - 30/10/2013 - Adaptado pelo Guia Trabalhista
O adicional noturno visa a compensar o trabalhador pelo maior desgaste sofrido em razão do trabalho executado no período da noite. A jornada noturna urbana legalmente considerada é aquela compreendida entre 22h de um dia até as 5h do dia seguinte.
E, conforme entendimento já consagrado na Súmula 60 do TST, cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta, é também devido o adicional quanto às horas prorrogadas (interpretação do artigo 73, §5º, da CLT).
Analisando um caso envolvendo essa questão, a juíza Cláudia Eunice Rodrigues, em sua atuação na 4ª Vara do Trabalho de Betim, esclareceu que o adicional noturno incide sobre as horas laboradas após as 5h da manhã ainda que estejam compreendidas na jornada normal. "Esclareça-se que a expressão horas prorrogadas não deve ser interpretada como sinônimo de horas extras, mas tão somente no sentido de que, tendo o empregado trabalhado durante todo o período noturno, ou mesmo iniciado sua jornada dentro deste, com término após as 05h, o adicional noturno incide também sobre o tempo laborado após este marco".
Assim, e constatando que o trabalhador comprovou que o adicional noturno não era integralmente quitado pela empregadora, uma empresa de bebidas, a magistrada reconheceu o direito dele a receber as diferenças de adicional noturno quanto às horas prorrogadas, com reflexos em repousos semanais remunerados, férias com 1/3, 13º salários e FGTS com multa de 40%.
A juíza determinou a observância da redução legal da hora noturna quanto ao tempo trabalhado entre 22h e 5h e frisou que, no que diz respeito à prorrogação da hora noturna, aplica-se tão somente para fins de incidência do adicional noturno, mas não no que se refere à redução legal da hora noturna. A empresa recorreu, mas a decisão foi mantida pelo TRT de Minas. (0000490-29.2012.5.03.0087 RO).

Sergio Ferreira Pantaleão



Contribuições Sociais sobre Folha – Incidências e Não Incidências

As verbas salariais que compõe a folha de pagamento podem ou não estarem sujeitas à incidência de contribuições previdenciárias.

As verbas podem ser de natureza salarial (sofre incidência) ou indenizatória (não sofre incidência – com exceções).
Por isso, é imprescindível a parametrização no sistema de folha de pagamento, pois na maioria das vezes as verbas salariais calculadas acabam influenciando nos resultados de outras verbas e tudo isso é estabelecido (no que tange ao sistema de folha), através de parâmetros.
Estas parametrizações não são feitas aleatoriamente, mas baseadas no que a legislação trabalhista e previdenciária estabelece, obedecendo rigorosamente aos ditames do fisco, dos acordos e convenções coletivas de trabalho, bem como estabelecendo os tipos de cálculos (considerando as regras específicas) que estão sendo considerados para aquela empresa.
Portanto, para se fazer uma boa parametrização é preciso, antes de mais nada, conhecer a lei, as normas complementares, acompanhar suas mudanças e entender qual o reflexo que determinada norma (trabalhista, previdenciária, saúde e segurança no trabalho, imposto de renda e etc.) possui sobre as verbas salariais que compõem a folha da empresa.
A Coordenação Geral de Tributação da Receita Federal publicou a Solução de Consulta 126/2014 nos seguintes termos:
Solução de Consulta Cosit nº 126/2014
DOU: Edição nº 109, de 10 de junho de 2014, Seção I, pág. 26
Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias
Ementa: CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS INCIDENTES SOBRE A FOLHA DE SALÁRIOS. BASE DE CÁLCULO.
Integram a base de cálculo para fins de incidência das contribuições sociais previdenciárias incidentes sobre a folha de salários:
- o aviso prévio indenizado (inclusive o décimo-terceiro salário correspondente);
- a importância paga pelo empregador nos 15 dias que antecedem o auxílio-doença;
- o prêmio pago em razão de assiduidade.
Não integram a base de cálculo para fins de incidência das contribuições sociais previdenciárias incidentes sobre a folha de salários:
- as férias indenizadas e o respectivo adicional constitucional, inclusive o valor correspondente à dobra da remuneração de férias de que trata o art. 137 da CLT;
- o abono pecuniário de férias na forma do art. 143 da CLT (inclusive o adicional constitucional correspondente); o auxílio-doença pago pelo INSS;
- a complementação do auxílio-doença paga pela empresa, desde que esse direito seja extensivo à totalidade dos empregados da empresa.
As mudanças na legislação como a incidência de INSS sobre o aviso prévio indenizado, a não incidência de IRF sobre férias indenizadas entre outras, devem ser observadas para que os parâmetros destas verbas sejam alterados, de modo que a partir da alteração da legislação, o sistema passe a considerar ou não aquela verba para determinado tipo de desconto/contribuição.

Esta parametrização se torna ainda mais importante a partir da entrada do e-Social, o qual estabelece quais verbas devem sofrer incidência das contribuições previdenciárias.


Se a empresa deixou de informar que determinada verba integra a base de cálculo, automaticamente o e-Social irá acusar divergência de recolhimento e consequentemente, um sinal para fiscalização e notificação de débito.
http://direito-trabalhista.com/2014/06/13/contribuicoes-sociais-sobre-folha-incidencias-e-nao-incidencias/
Prazo da escrituração digital é adiado para contribuintes
O início da escrituração do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque na Escrituração Fiscal Digital (EFD) passa a ser obrigatório em 1º de janeiro de 2015 para os contribuintes relacionados em protocolo ICMS, a ser celebrado entre as Fazendas estaduais e a Receita Federal. Para os demais contribuintes, será a partir de 1º de janeiro de 2016. Antes, havia uma única data para todos: 1º de janeiro do ano que vem.
O adiamento foi feito pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e estabelecido pelo Ajuste Sinief nº 10, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 16. A EFD faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que fará com que os Fiscos estaduais e a Receita tenham acesso em tempo real aos dados fiscais das empresas.
A escrituração digital dos livros começou a ser obrigatória em 2009 para os contribuintes do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Desde a edição da Lei nº 12.873, de 2013, ficou estabelecido que por cada apresentação fora do prazo será aplicada multa de R$ 500 por mês-calendário para empresa tributada pelo lucro presumido ou Simples Nacional, em início de atividade ou que seja imune ou isenta. E de R$ 1,5 mil por mês-calendário ou fração para as demais empresas. Em relação às pessoas físicas a multa é de R$ 100.

Fonte: Portal Sindcontsp


eSocial: como aproveitar ao máximo os 12 meses que faltam?


Finalmente o comitê gestor do eSocial atendeu à demanda da sociedade e formalizou um prazo viável para que os empregadores se adaptem à essa nova realidade.
Finalmente o comitê gestor do eSocial atendeu à demanda da sociedade e formalizou um prazo viável para que os empregadores se adaptem à essa nova realidade. Atos normativos da Receita Federal e da Caixa Econômica Federal agora estão em sintonia com as apresentações e comunicados públicos desses órgãos, permitindo a todos falar a mesma língua.

Esse projeto do Governo Federal, iniciado em 2010, irá monitorar eletronicamente, em tempo real, a folha de pagamento e as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas à contratação e utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício.


Dentre os resultados esperados destacam-se o aumento da arrecadação espontânea; a participação do trabalhador no auxílio à fiscalização das obrigações trabalhistas e previdenciárias; a redução de fraudes na concessão de benefícios previdenciários e do seguro desemprego e a ampliação da produtividade dos órgãos fiscalizadores.
Os impactos desse sistema serão tão grandes quanto os da instituição da Consolidação das Leis Trabalhistas, dos tempos de Getulio Vargas. Não que novas leis sejam criadas, mas com o "Big Brother" trabalhista, a tendência é que o cumprimento das já existentes seja mais efetivo. Ou seja, acordos "informais" realizados entre patrões e empregados devem ser reduzidos significativamente.
Quanto aos prazos, ficou claro que a transmissão dos eventos do eSocial para as grandes e médias empresas - com faturamento anual superior a R$ 3,6 milhões - deverá ser feita seis meses contados do mês da disponibilização do ambiente de testes, que, por sua vez, será liberado no semestre seguinte ao da publicação do Manual de Orientação do eSocial versão 1.2 (MOS).
Em outras palavras, empregadores ganharam, no mínimo, 12 meses para se preparar, o que permite se estabelecer um roteiro simplificado, a fim de tornar o menos traumática possível a fase de transição.
Independentemente de prazos, o primeiro desafio de qualquer organização continua sendo o de sensibilizar seus líderes sobre a importância do tema e das mudanças necessárias para a adaptação ao paradigma do "Big Brother" trabalhista.
Enviar e-mails, memorandos e comunicados até ajudam, mas não resolvem essa questão, pois nada substitui o "dedo de prosa", o velho e bom "olho no olho". Assim, se você quer mesmo mudar a cultura de sua empresa, crie grupos de estudo, promova encontros, palestras e debates com a participação de especialistas externos.
O segundo passo é fazer um diagnóstico de conformidade. Sem ter plena ciência de como estão as coisas, não é possível saber o que deve ser mudado. Isto é, cada empresa deve se submeter aos "exames" trabalhistas, previdenciários, tributários e tecnológicos. Há ainda a análise da situação dos programas de medicina e segurança no trabalho.
Com os resultados dos diagnósticos em mãos, o terceiro desafio é dar prioridade para cada "não conformidade" em função de riscos, impactos, custos e prazos. Há quatro possíveis estratégias básicas a adotar frente a tais ocorrências : aceitar, eliminar, reduzir ou transferir o risco.
Um exemplo bem fácil de entender é a decisão sobre férias fracionadas em períodos acima do legalmente permitido. Algumas empresas podem aceitar esse risco, tendo consciência de seus impactos. Outras, por sua vez, tendem a reduzi-lo a uma quantidade mínima de profissionais. Mas não se esqueça de que essa decisão deve ser tomada sempre pelo corpo diretivo de cada empresa.

Por fim, definido o que precisa ser feito e também qual a estratégia de atuação a seguir, a próxima etapa será estabelecer um plano de ação contendo uma lista de atividades a serem executadas, bem como os seus respectivos responsáveis, prazos e custos.


Há ainda algumas ações comuns à maioria das empresas, como "revogar" os acordos informais; definir responsáveis pelas informações dos eventos do eSocial; estabelecer processos de obtenção dos dados desses eventos; implantar uma tecnologia eficaz para integrar a comunicação entre empresas e escritório contábil; atualizar cadastro dos trabalhadores, rubricas da folha de pagamentos e programas de medicina e segurança do trabalho; formalizar planos de cargos e salários; atualizar e revisar contratos com prestadores de serviços; definir procedimentos de segurança da informação; estabelecer rotinas de contingência tecnológica.
Um ponto crítico é comum à maior parte das pequenas empresas. Como elas têm o processamento das informações tributárias e trabalhistas operado por escritórios contábeis, terão que implantar processos mais eficientes de troca de informações entre elas e seus contadores. Evidentemente isso passa pela mudança de procedimentos e a informatização de toda essa comunicação.
Mesmo para aqueles que têm a folha de pagamentos processada internamente, o fluxo de informações entre os departamentos deverá passar por uma revisão, e claro, por sua automatização. Sem isso, o risco de dados incompletos ou errados na hora da transmissão dos eventos trabalhistas será muito alto.
Enfim, até dá para adaptar sua empresa às demandas do eSocial com o ano extra que se tem pela frente. Mas lembre-se, é fundamental começar hoje mesmo.
(*) Roberto Dias Duarte é sócio e presidente do Conselho de Administração da NTW Franchising, primeira rede de franquias contábeis do Brasil.

COSIT afirma desnecessidade de inscrição de sociedade em conta de participação (SCP) no CNPJ

Em 27.5.2014 foi proferida pela Coordenação-Geral de Tributação (Cosit), órgão responsável por solucionar as consultas formuladas pelos contribuintes, conformeInstrução Normativa RFB nº 1396, de 16.9.2013, a Solução de Consulta nº 121, que tratou da obrigatoriedade das SCP inscreverem-se no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).


A dúvida do contribuinte consulente estava pautada em duas disposições normativas infralegais baixadas pela antiga Secretaria da Receita Federal (SRF) e pela Receita Federal do Brasil (RFB), que, aparentemente, eram contraditórias. A primeira,Instrução Normativa SRF nº 179, de 30.12.1987, dispõe em seu item 4 que "Não será exigida a inscrição da SCP no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda - CGC/MF", enquanto a segunda,Instrução Normativa RFB nº 1183, de 19.8.2011, prevê que
"Todas as pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil, inclusive as equiparadas, estão obrigadas a inscrever no CNPJ cada um de seus estabelecimentos localizados no Brasil ou no exterior, antes do início de suas atividades."
Como se vê, pois, a primeira IN acima libera expressa e categoricamente a inscrição das SCP no CGC (cadastro substituído pelo atual CNPJ), enquanto a segunda IN, mais atual, determina que todas pessoas jurídicas, inclusive equiparadas, devem se inscrever no CNPJ, não determinando, porém, quais sociedades estão enquadradas como "equiparadas".
Vale ressaltar, conforme destacado pela Solução de Consulta, que o art. 7º do Decreto-lei nº 2303, de 21.11.1986 (repetido peloart. 148 do RIR/99), equiparou às pessoas jurídicas, para fins de imposto de renda, as sociedades em conta de participação, o que poderia levar à conclusão de que a SCP estaria obrigada à inscrição no CNPJ pela interpretação conjunta daIN RFB nº 1183com o referido Decreto.
Contudo, diante desse cenário, a COSIT concluiu no sentido de que as SCP não estão obrigadas ao cadastro no CNPJ, tendo em vista que:
- a IN SRF n. 179 desobrigou expressamente as SCP à inscrição no CGC, cadastro correspondente ao atual CNPJ;
- em 5.5.2004, a SRF publicou oAto Declaratório Interpretativo n. 14, que dispõe sobre a tributação das atividades do sistema de locação conjunta de unidades imobiliárias (pool hoteleiro), sendo que "nada tratou sobre a inscrição em cadastro perante a Receita Federal do Brasil";
- a IN RFB nº 1183fala de "equiparadas", sem possuir qualquer definição sobre o que isso significa;
- "por se tratar de uma obrigação acessória, ela deve estar expressa", o que não ocorre no caso, em que há uma disposição expressa não revogada desobrigando a inscrição;
- "o cidadão não é obrigado a realizar nenhuma atividade perante o Fisco que não esteja expressamente prevista em ato normativo (que pode ser infralegal)";
- tendo em vista a disposição expressa desobrigando os contribuintes, solicitar a inscrição da SCP no CNPJ seria uma atuação contraditória pela Administração Pública, ferindo o princípio do venire contra factum proprium, e, consequentemente, ferindo a segurança jurídica que deve pautar a relação entre administrados e administradores;
Com base nesses aspectos, concluiu pela desnecessidade das SCP se inscreverem no CNPJ, mas afirmou que "nada impede que a RFB determine que todas as SCP se inscrevam no CNPJ (...).
Para tanto, deve:
(i) revogar o item 4 daIN SRF nº 179, de 1987; e/ou

(ii) (ii) conceituar o termo 'inclusiva as equiparadas' constante do caput doart. 4º da IN RFB nº 1183, de 2011, e/ou citar nominalmente todas as 'equiparadas' sujeitas à inscrição no CNPJ."


Finalmente, cumpre alertar que, ao definir e tratar da natureza jurídica da SCP, a referida Solução de Consulta afirmou que "qualquer atividade pode constituir o objeto social da SCP" e que essa "atividade era (e ainda é) exercida unicamente pelo sócio ostensivo", sendo que "o sócio participante, por definição, participa apenas dos resultados".
Trata-se de manifestação que elimina antiga dúvida dos contribuintes e que reduz a burocracia na utilização de SCP como instrumento para a realização de negócios.
Antes dessa solução de consulta, diante da dúvida acerca da obrigatoriedade da abertura do CNPJ, muitos contribuintes acabavam adotando a posição pragmática de proceder ao registro, evitando riscos de discussão com o fisco.
Com a manifestação do fisco, está claro e seguro que não existe a obrigação.
Bruno Fajersztajn, mestrando em Direito Tributário pela USP e advogado*

Paulo Coviello Filho, advogado, ambos colaboradores do Guia IRPJ, todo conteúdo do principal guia sobre IRPJ on-line. Baseado na obra original de Ricardo Mariz de Oliveira, esse formato garante maior agilidade nas atualizações e praticidade na pesquisa

Bruno Fajersztajn

Mestrando em Direito Tributário pela USP. Advogado.

Paulo Coviello Filho Advogado.

Fonte: FISCOSOFT



Lei Complementar Nº 146, De 25 De Junho De 2014

Estende a estabilidade provisória prevista na alínea b do inciso II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias à trabalhadora gestante, nos casos de morte desta, a quem detiver a guarda de seu filho.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:
Art. 1o O direito prescrito na alínea b do inciso II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, nos casos em que ocorrer o falecimento da genitora, será assegurado a quem detiver a guarda do seu filho
Art. 2o Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 25 de junho de 2014; 193o da Independência e 126o da República.

DILMA ROUSSEFF

José Eduardo Cardozo
Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.6.2014 - Edição extra

Empresas e a contratação de MOTOBOYS – Responsabilidade Solidária
O exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros “mototaxista”, em entrega de mercadorias e em serviço comunitário de rua “motoboy”, com o uso de motocicleta foi regulamentado pela Lei 12.009/2009, publicada no dia 30.07.2009.
Como já é de conhecimento geral o serviço de motoboy tem sido cada vez mais explorado e vem apresentando um crescimento gigantesco no mercado de trabalho, seja por meio das empresas, escritórios, hospitais, clínicas, entidades governamentais, pizzarias, restaurantes, enfim, infinitos ramos comerciais e industriais que se utilizam desta prestação de serviço na sua operação.
Com a acirrada competitividade que se apresenta o mundo globalizado as empresas passaram a ter que produzir cada vez mais e com menor custo. Sob este aspecto os serviços prestados pelos motoboys tem se apresentado como uma alternativa cada vez mais eficiente, tanto pela velocidade no atendimento ao cliente quanto na redução do custo.
O problema é que não havia qualquer lei que disciplinasse especificamente este tipo de trabalho, o que gerava inúmeras contratações informais de pessoas que se utilizavam desta atividade como uma segunda fonte de renda, ou seja, exerciam uma atividade durante o dia e durante a noite trabalhavam como motoboys.
Observando o grande crescimento nesta forma de prestação de serviço e a falta de regulamentação legal, o legislador buscou estabelecer alguns critérios mínimos para que estes trabalhadores pudessem desenvolver suas atividades com maior segurança, tais como:
· Ter idade mínima de 21 anos;
· Possuir habilitação de, no mínimo, 2 anos na categoria;
· Obedecer a normas de segurança tais como instalar o aparador de linha antena corta-pipas;
· Participar e ser aprovado em curso específico, nos termos da regulamentação do Contran;
· Utilizar e inspecionar semestralmente os equipamentos de segurança, tais como colete dotado de dispositivos retrorrefletivos;
· Identificação da motocicleta utilizada em serviço;

Não transportar combustíveis, produtos químicos ou inflamáveis, dentre outros.

Dentre os critérios estabelecidos o legislador buscou também assegurar que a empresa contratante (pessoa física ou jurídica) se responsabilize pelo trabalhador contratado, ou seja, cabe à empresa contratante assegurar que os critérios estabelecidos pela lei sejam respeitados pelo trabalhador.
Não obstante, conforme estabelece o art. 6º da citada norma, a pessoa natural ou jurídica que empregar ou firmar contrato de prestação continuada de serviço com condutor de moto-frete é responsável solidária por danos cíveis advindos do descumprimento das normas relativas ao exercício da atividade, previstas no art. 139-A do Código de Trânsito Brasileiro, e ao exercício da profissão, previstas no art. 2º da Lei 12.009/2009.
Constitui infração à nova Lei:
I – empregar ou manter contrato de prestação continuada de serviço com condutor de moto-frete inabilitado legalmente;
II – fornecer ou admitir o uso de motocicleta ou motoneta para o transporte remunerado de mercadorias, que esteja em desconformidade com as exigências legais.
A empresa que empregar ou firmar contrato em desconformidade com o previsto nos incisos I e II acima estará sujeita à sanção da multa prevista no art. 201 da CLT, além da responsabilidade civil solidária por eventuais danos que forem comprovados.
O responsável solidário é aquele que tem a obrigação de reparar o dano da mesma forma que o causador. Portanto, de acordo com a nova lei, caso o motoboy cause algum dano a terceiro e não tenha condições de reparar este dano, a empresa que o contratou poderá ser condenada a esta reparação.
Outra questão bastante comum é a contratação de motoboys que realizam dupla jornada. São os casos, por exemplo, de empresas distintas que contratam uma mesma empresa de motoboy para lhe prestar serviços.
Neste caso o motoboy contratado pela terceirizada trabalha para uma tomadora (empresa comercial, por exemplo) durante o dia e durante a noite para uma segunda (pizzaria ou restaurante), perfazendo, muitas vezes, uma jornada diária de trabalho de 13 ou 14 horas.
Ainda que em cada tomadora a jornada possa ser inferior a 8 horas diárias ou 44 semanais, a soma de ambas acaba ultrapassando o limite máximo diário/semanal, gerando o direito a horas extras.
Em isso ocorrendo e não havendo o pagamento de horas extras, a terceirizada - em uma reclamação trabalhista - poderá ser condenada pela Justiça do Trabalho a pagar a horas laboradas além da 8ª diária e da 44ª semanal para aquele empregado, sendo as tomadoras, responsáveis subsidiariamente pelo respectivo pagamento.
Portanto, o controle da tomadora de serviços quanto ao pagamento mensal das obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte da prestadora é de fundamental importância, tendo em vista que o descumprimento por parte desta pode gerar a responsabilização daquela.

(*) Sergio Ferreira Pantaleão é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.



Extinção da DIPJ em 2015 e Dispensa de Escrituração do Lalur
A Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) e a escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real não mais serão exigidas para os fatos geradores ocorridos a partir de janeiro de 2014.
A DIPJ a ser entregue em junho de 2014, relativa ao ano-calendário de 2013, deverá ser entregue normalmente.
Com a publicação da IN RFB no 1.422, de 19 de dezembro de 2013, a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) passou a ter novo disciplinamento, que permite uma melhor qualidade sobre as informações contábeis e seus respectivos ajustes com repercussão tributária, no âmbito do Sped.
A ECF tornou possível a extinção da DIPJ e Lalur a partir de 2014.
A ECF será entregue em julho de 2015.
Fonte: Subsecretaria de fiscalização da Receita Federal do Brasil - 27/01/1strução Normativa RFB nº 1.422-Dezembro de 2013

Dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF).


O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, nos §§ 2º e 3º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e nos arts. 15 a 17 e 24 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009, resolve:


Art. 1º A partir do ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de forma centralizada pela matriz.
§ 1º No caso de pessoas jurídicas que foram sócias ostensivas de Sociedades em Conta de Participação (SCP), a ECF deverá ser transmitida separadamente, para cada SCP, além da transmissão da ECF da sócia ostensiva.
§ 2º A obrigatoriedade a que se refere este artigo não se aplica:
I - às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006;
II - aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e
III - às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.306, de 27 de dezembro de 2012.
Art. 2º O sujeito passivo deverá informar, na ECF, todas as operações que influenciem a composição da base de cálculo e o valor devido do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), especialmente quanto:
I - à recuperação do plano de contas contábil e saldos das contas, para pessoas jurídicas obrigadas a entregar a Escrituração Contábil Digital (ECD) relativa ao mesmo período da ECF;
II - à recuperação de saldos finais da ECF do período imediatamente anterior, quando aplicável;
III - à associação das contas do plano de contas contábil recuperado da ECD com plano de contas referencial, definido pela Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis), por meio de Ato Declaratório Executivo (ADE);
IV - ao detalhamento dos ajustes do lucro líquido na apuração do Lucro Real, mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de Ato Declaratório Executivo;
V - ao detalhamento dos ajustes da base de cálculo da CSLL, mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de Ato Declaratório Executivo;
VI - aos registros de controle de todos os valores a excluir, adicionar ou compensar em exercícios subsequentes, inclusive prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL; e
VII - aos registros, lançamentos e ajustes que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária relativos à determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL, quando não devam, por sua natureza exclusivamente fiscal, constar da escrituração comercial, ou sejam diferentes dos lançamentos dessa escrituração.
Art. 3º A ECF será transmitida anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o último dia útil do mês de julho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira.
§ 1º A ECF deverá ser assinada digitalmente mediante utilização de certificado digital válido.
§ 2º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECF deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, até o último dia útil do mês subsequente ao do evento.
§ 3º A obrigatoriedade de entrega da ECF, na forma prevista no § 2º, não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento.
§ 4º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, ocorrido de janeiro a maio junho do ano-calendário, o prazo de que trata o § 2º será até o último dia útil do mês de julho do referido ano, mesmo prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendário anterior.
§ 5º O prazo para entrega da ECF será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do último dia fixado para entrega da escrituração.
Art. 4º O Manual de Orientação do Leiaute da ECF, contendo informações de leiaute do arquivo de importação, regras de validação aplicáveis aos campos, registros e arquivos, tabelas de códigos utilizadas e regras de retificação da ECF, será divulgado pela Cofis por meio de Ato Declaratório Executivo publicado no Diário Oficial da União (DOU).
Art. 5º As pessoas jurídicas ficam dispensadas, em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014, da escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) e da entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ).
Art. 6º A não apresentação da ECF nos prazos fixados no art. 2º, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, acarretará aplicação, ao infrator, das multas previstas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.
Art. 7º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 8º Fica revogada a Instrução Normativa RFB nº 1.353, de 30 de abril de 2013, e os arts. 4º, 5º e 19 e o inciso II do art. 21 da Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013.

Abonos do PIS e do Pasep começam a ser pagos no mês que vem
Os trabalhadores com carteira assinada que recebem até dois salários mínimos terão um dinheiro extra a partir de julho. O Diário Oficial da União publicou hoje (23) o cronograma de pagamento do abono do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).
Os empregados da iniciativa privada que fazem aniversário em julho, agosto e setembro começam a receber o PIS mês que vem. O pagamento será feito nos dias 15, 22 e 31 de julho, respectivamente. Para os nascidos em outubro, novembro e dezembro, o abono será pago em 14, 21 e 28 de agosto.
Quem nasceu em janeiro, fevereiro e março receberá em 16, 23 e 30 de setembro. O quarto lote, para quem faz aniversário em abril, maio e junho, será pago em 14, 21 e 31 de outubro. O abono, que vale um salário mínimo, poderá ser sacado nas agências da Caixa Econômica Federal.
Os correntistas da Caixa terão uma vantagem. O benefício será depositado na conta-corrente em 15 de julho (para os nascidos em julho, agosto e setembro), 14 de agosto (nascidos em outubro, novembro e dezembro), 16 de setembro (nascidos em janeiro, fevereiro e março) e 14 de outubro (nascidos em abril, maio e junho).
Pago apenas aos servidores públicos concursados, o Pasep poderá ser sacado nas agências do Banco do Brasil. O pagamento será feito em 15 de julho para os beneficiários com final de inscrição 0 e 1, 14 de agosto (finais 2 e 3), 16 de setembro (finais 4 e 5) e 14 de outubro (finais 6, 7, 8 e 9). Os clientes do banco terão o benefício depositado automaticamente.
Quem não retirar o dinheiro até 30 de junho de 2015 perde o benefício. Têm direito a receber o abono os empregados cadastrados no PIS-Pasep há pelo menos cinco anos que tenham recebido, em média, até dois salários mínimos nos meses trabalhados. Para sacar, o trabalhador deve apresentar carteira de identidade, carteira de trabalho ou o cartão do PIS/Pasep.
(Notícias Agência Brasil - ABr) - 24/06/2014 –

Lei das Domésticas - penalização para empregadores começará em agosto
As penalidades para quem não se adaptar à Lei das Domésticas passarão a vigorar a partir do dia 7 de agosto.
A lei já está em vigor fazendo com que o trabalhador doméstico passe a ter os direitos equivalentes aos dos demais do regime CLT, com garantias legais que preveem o estabelecimento de jornada de trabalho, o pagamento de horas extras, dentre outros. Contudo, as penalidades só foram sancionadas recentemente.
A preocupação é grande, porque é pequeno o número de empregadores que estão se ajustando a essa nova realidade, o que ocasiona um grande risco trabalhista e financeiro. O pior é que vem crescendo o número de diaristas, em decorrência do aumento de demissões.
“Nos próximos meses estamos esperando um crescimento no número de pessoas que buscarão adequar seus funcionários domésticos, isso porque dentre outros pontos, recentemente a presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei, impondo a cobrança de multas dos patrões que não registrarem o vínculo empregatício na carteira de trabalho”, explica o diretor executivo da Confirp, Richard Domingos.
Segundo ele, o conteúdo estabelece, ainda, que a Justiça trabalhista pode avaliar se houve gravidade na omissão do patrão. A ausência de descrição da data de admissão e da remuneração do empregado na carteira de trabalho poderá dobrar o valor da multa.
Essas regras são válidas para todos os trabalhadores domésticos contratados por uma pessoa física ou família em um ambiente residencial, tais como domésticas, babá, cozinheira, motorista, caseiro, jardineiro, cuidadora, governanta, mordomo, dentre outros.
Em contrapartida, caso o tempo de serviço seja reconhecido voluntariamente pelo patrão, com a efetivação das anotações pertinentes e o recolhimento das contribuições, pode diminuir o porcentual de elevação da multa.
Veja as principais mudanças da PEC das Domésticas
Jornada de trabalho
Como era: Os horários são definidos por meio de acordos entre empregado e empregador.
Como fica: A jornada dos domésticos passa a ser de no máximo 8 horas diárias.
Hora extra
Como era: Não há regras para o pagamento de horas adicionais.
Como fica: As horas excedentes à jornada de oito horas devem ser remuneradas com adicional de 50%.
Quando muda: Imediatamente.
Trabalho noturno
Como era: Não era remunerado de forma especial.
Como fica: Falta regulamentar o adicional para os empregados que trabalham entre as 22h e as 5h.
Link: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,682600,Lei_das_Domesticas_-_penalizacao_para_empregadores_comecara_em_agosto,682600,8.htmFonte: Maxpress

5.03 ASSUNTOS SOCIAIS

FUTEBOL



Horário: sábados as 11.40hs

Quadra G2-Playboll - Barra Funda

Endereço: Av. Nicolas Boer, 66-Barra Funda Sp-

Telefone: 36115518
6.00 ASSUNTOS DE APOIO

6.01 CURSOS CEPAEC



JULHO/2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DATA

DESCRIÇÃO

HORÁRIO

SÓCIO

NÃO SÓCIO

C/H

PROFESSOR

04

sexta

Contabilidade básica na Prática

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Braulino José dos Santos

05 e 06

quinta e sexta

Contabilidade & Análise Financeira

09h30 às 18h30

R$ 310,00

R$ 550,00

16

Fabio Sanches Molina

05 e 12

sábado

Escrituração Fiscal Básico (ICMS/IPI) - SP

09h às 18h

R$ 310,00

R$ 550,00

16

Janayne da Cunha

08

terça

EFD ICMS/IPI

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Antonio Sergio de Oliveira

10 e 11

quinta e sexta

Analista de Atos Societários -Aspectos Práticos

09h30 às 18h30

R$ 310,00

R$ 550,00

15

Francisco Motta da Silva

11

sexta

Resoluções das questões de contabilidade de custos e gerencial

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Braulino José dos Santos

12, 19 e 21

segunda e sábado

Intensivo em Contabilidade Aplicada ao Setor Público

09h às 18h - sábado - 18h às 22h - segunda

R$ 450,00

R$ 790,00

20

Fabiana Pascoaloto

14

 

Lei 12.973/14 – FIM DO RTT

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Lourivaldo Lopes

15

terça

Contabilidade Gerencial

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Braulino José dos Santos

15

terça

Substituição tributária do ICMS

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Antonio Sergio de Oliveira

16

quarta

Básico de Assistente Fiscal (ICMS/IPI/ISS/PIS-Cofins/IRPJ e CSLL)

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Ivo Viana

17

quinta

ORGANIZANDO O TRABALHO COM O OUTLOOK 2010

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Ivan Evangelista Glicerio

21

segunda

Capacitação gerencial para Contadores

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Sergio Lopes

22

terça

Nota fiscal eletrônica – 3ª geração (2014)

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Antonio Sergio de Oliveira

22

terça

PIS/Pasep e Cofins – Apuração, escrituração contábil e aproveitamento dos créditos fiscais (dedução e PER/Dcomp)

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 390,00

8

Ivo Viana

24

quinta

APRESENTANDO RESULTADOS COM O POWER POINT 2010

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Ivan Evangelista Glicerio

29

terça

Tributos na nota fiscal

09h30 às 16h30

R$ 140,00

R$ 250,00

6

Antonio Sergio de Oliveira

31

quinta

TRABALHANDO COM TEXTOS NO WORD 2010

09h30 às 18h30

R$ 215,00

R$ 215,00

8

Ivan Evangelista Glicerio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

www.SINDCONTSP.org.br

(11) 3224-5124 / 3224-5125

cursos2@sindcontsp.org.br / cursos3@sindcontsp.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6.03 GRUPOS DE ESTUDOS

CEDFC Virtual migra para grupo no Facebook

A partir de agora, os profissionais da Contabilidade poderão interagir com especialistas e frequentadores do Centro de Estudos da Entidade, tornando as reuniões ainda mais produtivas e dinâmicas ao dar continuidade aos debates e estudos.

O objetivo é fazer uma extensão online das reuniões realizadas semanalmente. Essa interatividade agrega ainda mais valor às reuniões, dando calor e vida aos debates com um número ainda maior de participantes, acrescentando inovação, informação e conhecimento.

Visite a página do Centro de Estudos e Debates Fisco-Contábeis Virtual no Facebook.

https://www.facebook.com/groups/1431282423776301/

GRUPO ICMS

Às Terças Feiras:

Das 19h às 21h, no Salão Nobre “Frederico Hermann Júnior”, na sede social do SINDCONT-SP, localizada à Praça Ramos de Azevedo, 202 – Centro de São Paulo/SP. Informações: (11) 3224-5100.
GRUP0 IRFS

Às Quintas Feiras:



Das 19h às 21h, no Salão Nobre “Frederico Hermann Júnior”, na sede social do SINDCONT-SP, localizada à Praça Ramos de Azevedo, 202 – Centro de São Paulo/SP. Informações: (11) 3224-5100.


1   2


©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal