Na pintura dos tetos dos altares mor das igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e de Nossa Senhora da Palma em Salvador ou na Igreja de Nossa Senhora da Purificação em Santo Amaro uma cena nos impressiona pela sua força



Baixar 32.64 Kb.
Encontro16.07.2019
Tamanho32.64 Kb.


Devoção e culto católico na América Portuguesa: o Santuário Mariano como fonte para o estudo da vida religiosa do recôncavo baiano.
Tânia Maria Pinto de Santana1
RESUMO: Organizado pelo Frei Agostinho de Santa Maria e editado em 1722, o Santuário Mariano e História das Imagens Milagrosas de Nossa Senhora consiste num levantamento das invocações marianas cultuadas em território português, feito por clérigos das diferentes paróquias no século XVIII. O volume 9 trata das invocações encontradas na Bahia. Nesta comunicação pretendemos discutir sobre o uso deste texto no estudo da história da crença religiosa, bem como no estudo da história social da religiosidade no recôncavo baiano no período colonial.

PALAVRAS-CHAVES: HISTÓRIA – CULTURA – DEVOÇÃO.


ABSTRAT: Organized by Father Agostinho de Santa Maria and edited 1722, O Santuário Mariano e História das Imagens Milagrosas de Nossa Senhora is consisted on the survey of mariana’s invocations and worship in portuguesse’s territory, made by clergymen from differents paroquias on the XVIII century. The volume 9 deal with all invocations found in Bahia. In this case we intend to discuss about the use of this text on the sudys of the history of religious belief, as well as the social history studys of religious recôncavo baiano during the colonial period, and it hightlight the importance of mariano’s service for the statement of the power and prestige from the portugesse empire and their colonies.

KEYWORD: HISTORY – CULTURE – DEVOTION

O Santuário Mariano é uma obra composta em dez volumes, pelo Frei Agostinho de Santa Maria, frei da Ordem dos Agostinhos Descalços, de Portugal. Os limites do levantamento desenvolvido por Frei Agostinho de Santa Maria são os do Império Português Ultramarino: do primeiro ao sétimo tomos trata-se sobre as imagens mariana encontradas em Portugal, o oitavo sobre as imagens encontradas na Ásia e África, os nono e décimo sobre as encontradas na América portuguesa. O tomo nono é dedicado à Bahia e parte significativa dele expõe sobre as imagens encontradas em seu recôncavo, zona de importância relativa para o império, do ponto de vista da sua produção açucareira e de tabaco. O autor expõe a importância desta região para o reino ao dizer que “esta só parte da Nova Lusitânia com seus arredores he capaz de hum muyto grande Reyno”(SANTA MARIA, IHGB, 1949: p. 20).

Em nossas leituras e pesquisas temos buscado perceber a vinculação entre culto mariano e império português a partir da análise de duas importantes invocações propagadas no recôncavo baiano – N. Sra. do Rosário e N. Sra. da Conceição. No levantamento do inventário das invocações apresentadas no Santuário Mariano estas aparecem como as mais significativas, em número. Em outro artigo, que pretendemos publicar oportunamente, buscamos explicar a relação entre tais invocações e a reafirmação do poder e prestígio do Império Português. Aqui nosso interesse é a observação mais precisa dessa relação a partir dos relatos expostos no Santuário Mariano, que o tornam um documento significativo para a compreensão do recôncavo baiano enquanto espaço de experiências religiosas vivenciadas pelas populações – apresentadas nos relatos sintéticos de devoções, festas e milagres operados nos seios das diferentes comunidades desta região -, mas que também aponta para a presença de um poder imperial ultramarino que opera no sentido de propor as crenças e controlar as práticas ligadas a sua disseminação. Elegemos para isto as invocações do Rosário e da Conceição que já vêm sendo por nós estudadas.



O culto mariano e o Império Português

Na pintura dos tetos dos altares mor das igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e de Nossa Senhora da Palma em Salvador ou na Igreja de Nossa Senhora da Purificação em Santo Amaro – esta última no recôncavo -, uma cena nos impressiona pela sua força: Maria cercada por representantes dos quatro continentes reconhecidos então: a Ásia, a América, a África e a Europa. O manto de Maria protege os povos e lhes permite caminharem em direção a plena realização do projeto cristão. Todos colocam-se sob a proteção da senhora do céu. Maria é a referência no mundo cristão, desde o século XI, para a difusão da idéia da universalidade do cristianismo, remetendo a condição de todos os homens como sujeitos da fé e da salvação que esta religião preconiza. Sob a proteção de Maria os homens, diferentes homens, podem viver e morrer. Segundo Jacques Le Goff o cristianismo medieval foi agitado por um extraordinário desenvolvimento do culto mariano nos séculos XI a XIII, tomando um lugar central nas crenças e nas práticas do Ocidente cristão. Na teologia católica, Maria era peça fundamental para provar a natureza ao mesmo tempo humana e divina de Cristo Ao longo dos séculos Maria vai assumindo uma importância cada vez maior na teologia cristã, estando relacionada à evolução da devoção a Cristo, em especial ao culto eucarístico (LE GOFF, 2007: 112). Isto pode explicar o caráter universalista associado ao seu culto, e representado nas pinturas acima descritas, bem como a associação do poder imperial português a santa, que legitima assim a sua presença em diferentes territórios do ultramar.

No mundo português a figura mariana aparece associada ao projeto de consolidação da presença portuguesa no mundo ultramarino. A associação entre poder imperial e santos do cristianismo não é uma novidade dos portugueses, está presente no Ocidente desde o Império Romano, com a associação do imperador ao próprio Cristo (PELIKAN,2000). Talvez as representações marianas, as pinturas encontradas no ultramar, como aquelas da Bahia que remetemos acima, possam ser interpretadas também nesta perspectiva. Buscando ampliar o seu prestígio e a crença na sua inefabilidade o império cristão português promove a sua associação ao culto mariano. Ao instituir e organizar o culto a Virgem em todo o território, trabalhando pela sua divulgação e ao tornar Maria – através da invocação de N. Sra. da Conceição – padroeira do império, protetora das suas colônias, o Estado Português põe o culto católico a disposição da sua própria propaganda, propondo novos espaços – da crença e do sentimento religioso – para sua divulgação e consolidação do seu prestígio. Novos féis e novos súditos serão os devotos de Maria.

Nossa Senhora da Conceição torna-se a padroeira do império num contexto de recuperação portuguesa do domínio espanhol. O monarca responsável pela Restauração, D. João IV, escolheu N. Sra. da Conceição para padroeira do Império Português em 1646 visando proteger a monarquia, o reino e as colônias de Portugal (BETHENCOURT, F., CURTO, D., 1991: 272-275). O Santuário Mariano apresenta um total de cinco imagens de N. Sra. da Conceição em igrejas do Recôncavo Baiano. Ela só perde em número de devoções para N. Sra. do Rosário, com nove devoções. N. Sra. da Conceição aparece como orago em igrejas de: Ilha de Maré, Coligipe e Campos – distrito de Cachoeira – e nos conventos do Carmo, em Cachoeira, e de São Francisco, na Vila de São Francisco.

Além do estímulo dado ao culto da Imaculada pelo clero secular, submetido a coroa pelo regime de padroado, que implantará esta devoção nas igrejas matrizes das várias paróquias da Bahia - o que pode ser constatado pela distribuição do culto observada no Santuário Mariano -, verificamos também a presença franciscana na divulgação deste culto encontrado em dois conventos franciscanos na Bahia: o da Vila de São Francisco e o de Salvador. No relato enviado a Frei Agostinho de Santa Maria referente a devoção do Convento da Vila de São Francisco verificamos o interesse dos franciscanos no culto da Imaculada quando se colocam os padres como “affetuosamente devotos os filhos do Serafim Francisco do mysterio do Conceyção immaculada da Maria Santíssima...” (SANTA MARIA, IHGB, 1949: 87). Responsáveis pela vitoriosa introdução da doutrina da Imaculada Conceição na teologia católica, os franciscanos são propositores deste culto na Bahia, juntamente com o Estado Português. Lembrando o acesso dos franciscanos ao trono português e os interesses dos seus soberanos na propagação do culto a Conceição em seus territórios chamamos a atenção para o papel da devoção aos santos na construção de identidades que fortalecem o Império. Assim, não apenas a estrutura jurídica e administrativa é usada para reforçar a presença do Estado na colônia, mas também a estrutura religiosa, através do estímulo a devoções aos santos padroeiros identificados com o reino e o rei.

A catequese dos negros do recôncavo, o império português e o culto a N. Sra. do Rosário

Território estratégico para a economia do Império Português, o recôncavo já apresenta em 1722, data da publicação do documento analisado, dados significativo do ponto de vista da sua população e produção. Cana, tabaco e aguardente eram os principais produtos da economia local. Da vila de N. Sra. do Rosário do porto da Cachoeira o tabaco era exportado para a Europa, especialmente Gibraltar, Lisboa, Porto, Marselha, Hamburgo e Liverpool e, principalmente, para costa da África, responsável pela expansão da produção do vegetal no final dos setecentos. Esta vila se constituiu também a principal via de acesso das mercadorias européias para o sertão baiano (REGINALDO, 2005: p. 79). Lucilene Reginaldo apresenta ainda dados sobre outras quatro vilas do recôncavo – Santo Amaro, Maragogipe e Jaguaripe.

Os negros compõem uma parte significativa da população do recôncavo. O Santuário Mariano reflete esta presença pelos dados do culto vinculados a estes. Escravos e livres os negros são os responsáveis pelo culto de um número significativo de devoções descritas nesta obra. Segundo João José Reis “os escravos de engenho não se isolavam em comunidades fechadas dentro de cada engenho e fazenda, mas circulavam entre uma propriedade e outra, e entre estas e as vilas”, o que por certo lhes permitiu a participação nestas comunidades (REIS, 1997: 2).

No Recôncavo baiano é possível perceber a vinculação entre o culto a N. Sra. do Rosário e a catequese dos negros que foi objeto dos interesses da Coroa Portuguesa e do clero católico secular e regular entre os séculos XVII e na primeira metade do século XVIII. Outros documentos que tratam sobre a catequese das populações negras da Bahia tratam sobre esta questão. Em 1701 uma carta do rei D. João V insistia na necessidade dos senhores de engenho liberarem seus escravos para assistirem a doutrina e as missas dominicais e nos dias santos2. Uma carta de 1703 enviada ao rei, informa, por exemplo, a respeito da assistência espiritual prestada por padres jesuítas em vários pontos da capitania, por ocasião da realização de missões ambulantes, de caráter transitório e temporário, cujo objetivo era a instrução maciça dos fiéis. Segundo este documento:


Nas missões que se costumam fazer aos moradores e escravos, que a [há] nos Engenhos e fazendas do Recôncavo desta cidade e nas villas de Cayru, Boypeba, Camamu, Ilheos e Porto Seguro, e nas novamente erectas, continuão neste santo exercício, os padres da Companhia que sempre são os primeiros para elle, e os de mais diligências desta cidade, com grande zello, do bem espiritual de tantas almas; e nella fazem todos os domingos os dittos relligiozos da Companhia... e doutrinas ao povo della, assim na língua portugueza como nas de Angolla com grande fervor, e zello do serviço de Deos e de S. Majestade3.
Investimentos na catequese e na obra missionária, com a construção de igrejas e criação de devoções e irmandades resultaram nos dados que aparecem nas obras de Frei Agostinho de Santa Maria: ele informa a existência de sete devoções a N. Sra. do Rosário de negros no recôncavo. Lucilene Reginaldo apresenta um argumento importante para explicar a vinculação entre o culto ao Rosário e os negros, observada em todo o território do Império Português:
o sucesso do Rosário entre os “gentios conversos” explica-se, num primeiro momento, pelo destaque desta invocação nas atividades missionárias. Posteriormente, os próprios africanos e seus descendentes parecem ter reconhecido nas irmandades dedicadas à senhora Mãe de Deus, com a invocação do Rosário, um espaço próprio e reservado (REGINALDO, 2005: 54).
Mas não podemos esquecer que o investimento e o controle régio foram decisivos neste processo.

As devoções encontradas encontram-se assim distribuídas:

- Paróquia de São Gonçalo;

- Paróquia de Mathoim;

- Matriz de Madre de Deus;

- Ermida de santo Antonio, na ilha dos Frades;

- Paróquia de Coligipe;

- Ermida de São Bernardo, freguesia de Coligipe;

- Matriz da Ilha de Itaparica;

Um dos padres que encaminhou o seu relato ao Frei Agostinho faz uma associação entre a devoção dos negros ao Rosário a um tema importante da hagiografia cristã que remete a presença negra no cristianismo. O relato sobre a imagem do Rosário da paróquia de São Gonçalo trata sobre o cristianismo etíope e o mito bíblico da rainha de Sabá e seu vínculo com o rei Davi, gerador de uma linhagem genealógica negra ligada ao próprio Cristo:

“Notável he a estimação que Deos faz dos pretos; todos estes são descendentes do Rey da Ethiopia; & assim do ethiope procedem os mais pretos de toda aquella grande parte do mundo; & assim digo, que estima Deos tanto aos pretos, que mil annos antes de tomar o nosso sangue, deu aos pretos o seu (...) & deu o seu aos pretos, quando lhe deu o sangue que elle havia de tomar, que era o de David, & foy nesta forma: Reynando Salamão filho de David, levado da fama da sua sabedoria, veyo a vello, & ouvillo a rainha Sabbá, q o era da Ethiopia; como Salamão tivesse por mulheres setecentas Rainhas, recebeo também no número dellas (posto q era de cor preta) a mesma Rainha Sabbá, de que teve hu filho, o qual nasceo depois da Ethiopia, & a mây lhe poz o nome de seu avó, & e lhe David.. (...) Esta he a origem dos Emperadores da Ethiopia mil anos.

(...)


E se buscarmos a razão, motivo, ou merecimento destes tão antecipados favores do Filho de Deos aos Ethiopes, o mesmo David o tinha cantado quando disse: A Ethiopia praevaniet, manus ejus Deo. Onde a palavra Parevenit, he o mesmo, que, prima veniet: porque a Ethiopia, & e os ethiopes serão os primeiros entre todos os gentios, que receberão a fé do verdadeyro Deos. Vejão agora os pretos o quanto são devedores, & obrigados ao muyto, que devem ao Filho de Deos, & aquella excelsa Senhora & sua grande Mãy, que tão antecipadamente os adotou por filhos”. (SANTA MARIA, IHGB, 1949: p. 85-6).
É a reafirmação da legitimidade da presença negra no cristianismo, na condição de sujeitos da fé cristã e a justificativa do projeto de catequese desenvolvido pelo Estado português que emerge deste discurso. Pode-se sugerir que, o clero que atua neste território reafirma o discurso legitimador da catequese dos africanos e seus descendentes no Império português. Outro relato, entretanto, remete as condições em que se operam o culto à santa, demarcando os territórios de uma sociedade dividida a partir de critérios escravistas: na ermida de Santo Antonio na ilha dos Frades, brancos celebram Nossa Senhora do Rosário com festa no tempo do natal e negros escravos a celebram no período da páscoa (SANTA MARIA, IHGB, 1949: p. 117).

Verificamos o culto mariano no Império Português associado tanto à instituição de santos padroeiros – N. Sra. da Conceição – como a atividade catequética e missionária desenvolvida por jesuítas e franciscanos, posteriormente continuada pelas irmandades de leigos – N. Sra. do Rosário. Em ambos os casos a Coroa participa instituindo, patrocinando e controlando. O que os discursos do clero observados no Santuário Mariano parecem indicar é que, para além do sentimento religioso e da crença, - que se constituem como elementos fundamentais para a motivação do culto aos santos -, também os interesses políticos – vinculados a Restauração do trono português e reafirmação da monarquia em todo o território do seu império ultramarino, no caso da Imaculada Conceição – e interesses sociais – da pacífica introdução dos negros na sociedade católica e escravista colonial, no caso de N. Sra. do Rosário – permitiram a popularização do culto a tais invocações no recôncavo, parte importante da América Portuguesa.



FONTE IMPRESSA
Santa Maria, frei Agostinho de. Santuário Mariano e História das Imagens Milagrosas de Nossa Senhora (1722), Instituto Histórico e Geográfico da Bahia, 9º vol., 1949.
REFERËNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Le Goff, Jacques. As Raízes Medievais da Europa, Petrópolis: Vozes, 2007.
Marques, João Francisco. A tutela do sagrado: a proteção sobrenatural dos santos padroeiros no período da Restauração in Bethencourt, Francisco e Curto, Diogo Ramada. A Memória da nação, Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora, 1991, p. 272-275.
Pelikan, Jaroslav. Maria através dos séculos: seu papel na história da cultura. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
Reginaldo, Lucilene. Os Rosários dos Angolas: irmandades negras, experiências escravas e identidade africana na Bahia setecentista, Tese de Doutorado apresentada ao Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, 2005.
REIS, João José. “Identidade e diversidade étnicas nas irmandades negras no tempo da escravidão”. Tempo, (2,3), 1997, pp.7-33.

1 Professora assistente do curso de História, do Centro de Artes Humanidades e Letras, da Universidade Federal de História do Recôncavo da Bahia (UFRB).

2“Carta do Rei. de Portugal para o Governador do Brasil obrigando os senhores de engenho a darem aos escravos o sustento necessário, ou um dia na semana para o grangearem e ficarem desembaraçados osd domingos e dias santos, para assistirem a doutrina cristã e ofícios divinos", 1701, janeiro, 01, Lisboa. Arquivo Público do Estado da Bahia, seção colonial e provincial, Ordens Régias, vol. 07, doc. 103, Microfilmes, rolo nº 02.

3 “Carta sobre o estado em que encontram as Missões desta capitania, administradas pelos religiosos desta cidade...”, 1703, outubro, 22, Bahia. Arquivo Público do Estado da Bahia, seção colonial e provincial, Ordens Régias, vol. 14, doc. 82, Microfilmes, rolo nº 04.






Compartilhe com seus amigos:


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande