Métodos e Fontes de Investigação 2005/2006 Guia da disciplina



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ISCTE

Licenciatura em Economia

1º ano – semestre I

Métodos e Fontes de Investigação

2005/2006



Guia da disciplina

Informação adicional, em: http://iscte.pt/MFI



Equipa docente:

Prof. Doutor Raul Lopes [Coordenador]

Gabinete D230; Cacifo 215 A; E-Mail: raul.lopes@iscte.pt



Prof. Doutor Pedro Costa

Gabinete D220; Cacifo 016 A; E-Mail: pedro.costa@iscte.pt



Prof. Doutora Luísa Oliveira

Gabinete D228; Cacifo 216 B; E-Mail: luisa.oliveira@iscte.pt



Dra. Mónica Meireles

Gabinete D233; Cacifo 025 A; E-Mail: monica.meireles@iscte.pt


    1. Objectivos

O objectivo central a que se subordina a organização da disciplina de Métodos e Fontes de Investigação é o de oferecer uma visão de conjunto dos métodos e das fontes de investigação empírica em ciências sociais, dando prioridade à aprendizagem daqueles que são mais utilizados pela ciência económica.

É igualmente preocupação nuclear desta disciplina o desenvolvimento da autonomia pessoal, do espírito crítico e de métodos de trabalho intelectual por parte dos alunos.

Em síntese, com a cadeira de MFI pretende-se contribuir para o desenvolvimento das seguintes competências:



  1. Aprender a estudar, a reflectir, a debater, a formular pensamento crítico e a apresentar o trabalho realizado.

  2. Adquirir uma visão de conjunto dos procedimentos da investigação científica na Economia;

  3. Adquirir sensibilidade na manipulação de informação quantitativa e experiência prática no tratamento de dados estatísticos;

  4. Adquirir uma primeira panorâmica da economia portuguesa, através da familiarização com as principais fontes estatísticas existentes em Portugal e do uso das técnicas mais comuns de análise empírica.

Assim, MFI está concebida para constituir uma base instrumental de apoio à licenciatura, procurando-se que os alunos interiorizem métodos de estudo e de trabalho intelectual que possam servir de suporte à aprendizagem a fazer nas restantes disciplinas do curso.
    1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO



I. O método no estudo e a apresentação do trabalho académico

1. A pesquisa bibliográfica: ficha bibliográfica e processos de consulta das bases de dados

2. O método de leitura: a ficha de leitura, a ficha ideográfica e a organização de ficheiros

3. A apresentação do trabalho académico e os requisitos da escrita



II. A problemática do conhecimento científico da realidade social

1. Introdução à problemática do conhecimento científico

2. As etapas do procedimento científico

III. As fontes de apoio à investigação empírica


  1. As fontes de primeira ordem: a entrevista e o inquérito.

  2. As fontes de segunda ordem: principais instituições e natureza da informação fornecida.

IV. Tópicos de investigação empírica sobre a economia portuguesa: conceitos, técnicas e indicadores de análise

1. Demografia

2. Emprego e Desemprego

3. Rendimento, salários e preços

4. Tecido empresarial, produtividade e qualificação dos recursos humanos

5. Crescimento, Desenvolvimento e bem-estar social

Uma afectação indicativa das aulas ao programa poderá ser vista no seguinte quadro:


Pontos do programa

Aulas previstas

I. O método no estudo e a apresentação do trabalho científico

6 aulas


II. A problemática do conhecimento científico da realidade social

3 aulas


III. As fontes de apoio à investigação empírica e o processo de tratamento e análise de dados

5 aulas


IV. Tópicos de investigação empírica sobre a economia portuguesa: fontes, conceitos técnicas e indicadores de análise

15 aulas


    1. Sistema de avaliação


O processo de avaliação em MFI assumirá duas formas distintas: o sistema de avaliação continua e a avaliação por exame final.
Sistema de avaliação contínua

Este sistema materializa-se em duas componentes complementares:



  • Um teste intercalar, cobrindo os primeiros três pontos do programa (I, II e III), o qual será efectuado, fora das aulas normais, no final destes três blocos (data prevista: 7 de Novembro, às 14 horas), não sendo os alunos autorizados a utilizarem quaisquer elementos de apoio. Esta componente terá um peso de 50 % na nota final da disciplina. Todos os alunos que não obtiverem nesta prova a nota mínima de 6 valores serão excluídos de avaliação contínua, sendo remetidos para o exame de 1ª época.

  • Um trabalho de grupo, centrado no ponto IV do programa (embora recorrendo a conhecimentos adquiridos nos pontos anteriores) que será elaborado pelos alunos (organizados em grupos de 3 ou 4 elementos) ao longo da segunda parte do semestre. Este trabalho terá como pano de fundo o estudo da Economia Portuguesa, sendo elaborado em estreita articulação com a abordagem do programa da disciplina. Poderá ser solicitada a apresentação parcelar de resultados nas aulas (ocasionalmente, sob a forma oral ou escrita, a alguns grupos), sendo o trabalho final entregue no início da época de frequências (Data prevista: 6 de Janeiro). Durante este período, será ainda efectuada uma discussão do trabalho de cada grupo com os docentes, em reuniões a marcar para o efeito. Esta componente terá um peso de 50 % na nota final da disciplina, sendo atribuída a cada elemento do grupo uma nota individual, que resulta do trabalho efectuado e apresentado pelo grupo, da discussão realizada e da participação e empenhamento revelados nas aulas.

Avaliação por exame final
O Exame final constituirá a forma de avaliação a que terão acesso os alunos excluídos do sistema de avaliação continua ou que tenham optado por não integrar tal sistema.

O Exame final consistirá numa prova escrita e numa prova oral.

A prova escrita decorrerá sem que seja autorizada a consulta de quaisquer elementos de apoio bibliográfico, excepto eventual formulário a distribuir pela equipa docente, bem como o uso de máquina de calcular.

Serão admitidos à prova oral os alunos com classificação na prova escrita igual ou superior a 8 valores e inferior a 10 valores. Serão dispensados da prova oral os alunos com classificação na prova escrita igual ou superior a 10 valores, excepto os que obtenham uma classificação superior a 16 na prova escrita que deverão igualmente submeter-se a uma prova oral de confirmação da nota obtida. Neste último caso, a não realização da referida prova oral implica que seja atribuída aos alunos em causa a nota final de 16 valores.

Sem prejuízo dos ajustamentos a introduzir em sede de Conselho de Ano, o calendário de avaliação a adoptar é o definido na figura seguinte.


Data

Natureza

Descrição / Correspondência no programa




Peso na nota final

7 Nov.

(14 h)


Teste intercalar

Teste individual sobre os Capítulos I, II e III

Sistema de avaliação contínua



50%

6 Jan.

Entrega do Trabalho de Grupo

Trabalho em grupo centrado no Capítulo IV

(Nota individual incluindo, trabalho escrito, apresentações e discussões e reflectindo a participação e empenhamento nas aulas)



50%


Entre 6 e 20 Jan.

Discussão de trabalho de grupo

Todas as aulas

Participação e eventuais apresentações
















6 Jan.

Exame

(1ª Época)



Teste individual sobre toda a matéria

(prova escrita + prova oral)


Avaliação por exame final



100%

26 Jan.

Exame

(2ª Época)



Teste individual sobre toda a matéria

(prova escrita + prova oral)



100%



    1. Horário de atendimento dos docentes:

Luísa Oliveira: 5ªs feiras, das 14.30 às 16.00 horas

Pedro Costa: 5ªs feiras, das 16.00 às 17.30 horas

Mónica Meireles: 4ªs feiras, das 17.30 às 19.00 horas



Raul Lopes: dependendo de pré-agendamento (por e-mail, p.ex.)



    1. Bibliografia de referência 1


Obrigatória:

  • INE (2003), Portugal Social: 1991-2001, Instituto Nacional de Estatística, Lisboa.

  • Quivy, Raymond e Luc Van Campenhoudt (1998), Manual de Investigação em Ciências Sociais, 2ª ed., Gradiva, Lisboa (trad. Manuel de Recherche en Sciences Sociales, 1995, Dunod, Paris).

  • Reis, Elizabeth (1991), Estatística Descritiva, Edições Sílabo, Lisboa.

Complementar:

  • Albarello, Luc et alli. (1997), Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa.

  • Barreto, António (org.) (1996), A Situação Social em Portugal, 1960-1995. ICS-UL, Lisboa.

  • Barreto, António (org.) (2000), A Situação Social em Portugal, 1960-1999, Volume II: Indicadores Sociais em Portugal e na União Europeia. ICS-UL, Lisboa.

  • Carvalho, J. Eduardo (2002), Metodologia do Trabalho Científico, Escolar Editora, Lisboa.

  • INE: publicações várias/ www.ine.pt

  • Lopes, José da Silva (1996), A Economia Portuguesa desde 1960. Gradiva, Lisboa.

  • Murteira, Bento (1993), Análise Exploratória de Dados – Estatística Descritiva. McGraw-Hill, Lisboa.

  • Silva, Augusto Santos e José Madureira Pinto (orgs.) (1999), Metodologia das Ciências Sociais, 10ª ed., Edições Afrontamento, Porto.

1 Referências adicionais serão indicadas pelos docentes ou pesquisadas pelos alunos no âmbito do processo de realização das fichas de avaliação.





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