Modificação do procedimento de levantamento de seio para o septo no seio maxilar



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Incidência e sugerido gerenciamento cirúrgico do septo em procedimentos de levantamento de seio Christian W. Ulm, MD, DMD/Peter solar, MD, DMD/G. Krennmair, MD/Michael Matejka, MD, DMD/Georg Watzek, MD, DM

Um número variável de septos, também referido como o septo de Underwood, dividem o assoalho do seio maxilar em várias reentrâncias e podem assim causar várias complicações durante os procedimentos de levantamento do seio. A incidência do septo de Underwood foi avaliado por examinar 41 edêntulos maxilas. Em 13 dessas maxilas (31.7% desses casos ), assoalho dos seios com pelo menos um septo foram observados. A maioria dos septos foram localizados na região entre o segundo pré-molar e o primeiro molar. Uma possível causa da formação septal poderia ser as fases variáveis da pneumatização do seio maxilar (no vazio processo alveolar seguida de extração dentária).

Palavras chaves: seios maxilares, técnica de levantamento de seio, septo de Underwood.

Seguindo a perda dentária, o processo edêntulo alveolar do maxilar posterior é afetado por severo e irreversível processo de reabsorção. Reabsorção relacionada à atrofia do processo alveolar causam uma perda de volume ósseo vertical, enquanto a pneumatização progressiva do seio leva a uma escavação do processo alveolar do aspecto cranial que varia de um indivíduo para outro, altura óssea inadequada para posicionamento dos implantes endoósseos. 1-4 Em casos extremos, somente uma lâmina delgada de osso separa o seio maxilar de uma cavidade oral depois de uma endentulação de longo tempo. 4 Durante anos recentes, as técnicas cirúrgicas de levantamento do seio ( ou elevação do seio) abriram novas maneiras de ancorar implantes endoósseos apesar da redução óssea acentuada. 1,3Seguindo a criação de uma janela na parede antral lateral, a elevação de uma (porta em bisagra) e a membrana Schneiderian da reentrância alveolar e subsequente posicionamento de ambos enxertos ósseos autógenos ou substitutos ósseos levam a um aumento da provável área de posicionamento. 2,3,5-7 Várias modificações dessa técnica, primeiro descritas por Boyne e James em 1980, têm sido desenvolvidas. Keller e Al, 8 sailer, 9 e Isaksson e Al 10 descreveram métodos incluindo enxertos ósseos dos seios maxilares e assoalho da cavidade nasal depois do reposicionamnto inferior de Le Fort I do processo alveolar maxilar, seguido por imediato posicionamento de implante. Farmand et Al realizaram osteotomias “ barra em U (ferraduras?)” como modificação da fratura em baixo de le FortI. Schroeber et Al10 descreveram procedimentos por passos de posicionamento de implantes dentais, o qual foram cobertos com óssos esponjosos da crista ilíaca, dentro dos seios maxilares.

A presença de septo na região do assoalho do seio podem causar complicações durante tais procedimentos. Esses procedimentos foram primeiro descritos pelo anatomista Underwood 13 em 1910 e assim são também referidos como os septos de Underwood. Enquanto eles podem limitar a criação de uma janela na parede antral lateral e a elevação de uma porta em bisagra, existe um risco de dilacerar a membrana Schneiderian dos seios maxilares quando elevá–la da reentrância alveolar contendo vários septos.

O objetivo do estudo presente era de examinar a incidência, localidade, e altura do septo de Underwood.




Mareriais e métodos

41 maxilas edêntulas (26 mulheres, 15 homens) obtidas da coleção do departamento de anatomia da universidade de Viena foram examinados.

A média de idade do falecidos era de 76 anos ( varia de 46 a 91 anos). Depois que foi exposto o seio maxilar do aspecto craniano por uma sessão horizontal abaixo do assoalho da órbita, a reentrância alveolar do antro foi examinado. Somente esses ossos lamelares foram considerados como septo que mostrou uma altura de pelo menos 2.5 mm (Uma sonda periodontal calibrada foi usada como um dispositivo de medição). Assim foi possível excluir caminhos irregulares da reentrância alveolar, o qual pôde ser observado em qualquer assoalho do seio, da análise. Se o assoalho do seio em ambos os lados do septo foi localizado em níveis diferentes, o assoalho mais caudal (posterior) da reentrância foi medido desse modo para acessar a altura máxima do septo. Cada assoalho do seio que exibiu um septo foi dividido em 3 porções (porções anterior, meio e posterior) para permitir uma avaliação mais precisa da localização topográfica do septo dentro do seio maxilar.

Além disso, as maxilas examinadas no presente estudo foram classificados de acordo com as classes de rebordo residual estabelecidas por Cawood and Howell 1 para o propósito de avaliação de uma possível correlação entre o grau de atrofia e incidência do septo. Das 41 maxilas examinadas, 8 foram designados `a classe 3 ( rebordo esférico, altura adequada e largura), 3 perteceram `a classe 4 ( rebordo em faca com adequada altura mas inadequada largura), 18 foram agrupados na classe 5 (rebordo plano com inadequada altura e largura), e 12 pertenceram `a classe 6 ( rebordo “deprimido” com perda óssea basal de graus variados que podem ser extensivos, mas que seguem no padrão previsto).

Resultados:

Assoalhos do seio com pelo menos um septo foram observados em 13 das 41 maxilas (31.74%). Onze maxilas (26.8%) mostraram um septo, onde duas maxilas (4.9%) exibiram dois septos. Os septos de Underwood foram localizados nas seguintes regiões (tabela 1); 11 septos (73.3% de todos os septos) foram achados na porção anterior da reentrância alveolar que corresponde `a região pré-molar; 3 três septos (19.9%) foram localizados na porção mediana ( correspondendo `a região do primeiro molar); e um septo 96.6%) foi achado na porção posterior do assoalho do seio ( correspondendo `a região do segundo molar). Nos dois maxilares exibindo dois septos, eles foram localizados nas porções anterior e mediana e nas porções anterior e posterior do assoalho do seio, respectivamente. A altura média do septo foi de 7.9 mm, com o septo mais alto mostrando uma altura de 17 mm. Nenhuma correlação foi achada entre as classes de rebordo residual descritas por Cawood e Howell 14 e a incidência do septo de Underwood. Das 13 maxilas expondo septos, dois pertenciam `a classe 3, um `a classe 4, seis `a classe 5, e quarto `a classe 6.



Discussão:

Todos os septos mostraram orientação frontal ou grandemente frontal (eles foram orientados num plano buccopalatal). O septo sagital, ou septo que seguiu o arco do processo alveolar, não foram observados. Além disso, todos os septos foram mais alto e marcadamente mais largo nos seus locais de inserção ( paredes vestibulares ou palatais dos seios) do que nas suas porções medianas. A forma típica pode assim ser comparada ao arco gótico invertido. Nenhum dos septos exibiram uma adequada largura ântero-posterior na base para acomodação de um implante endoósseo (Figs.1 a 3). O septo mais largo observado foi 17 mm de altura e foi localizado na região do Segundo pré-molar, claramente mostrando uma abrangente, extensiva conexão do seio maxilar.

Onze dos 15 septos foram localizados na região pré-molar, a maioria na origem do arco zigomático alveolar ( Na transição `a região do primeiro molar). Porque, na média estatística, dentes pré-molares são retidos por um período mais longo do que o dente molar; Formação séptica poderia ser promovida por várias fases da pneumatização dos seios maxilares. Essa suposição também é apoiada pelo fato de que o assoalho do seio anterior e posterior ao septo muitas vezes estava em diferentes níveis. Portanto, nós acreditamos que o assoalho da reentrância na região molar edêntula já alcança um nível mais profundo num estágio mais cedo. Na regiaõ pré-molar esse processo de pneumatização se processa depois da perda desses dentes, o qual a maioria ocorre muito mais tarde. Por razões biomecânicas, um septo ósseo, permanece na região entre essas duas zonas de regressão, o qual permitirá a transferência da pressão mastigatória.

Underwood13 também descreveu septo que tinha margens mostrando canais para transmissão dos vasos e nervos de um lado da cavidade para outro. Entretanto, parece não ter correlação entre o grau da atrofia do rebordo alveolar , como descrita por Cawood e Howell, 14 e a incidência do septo. Se septos são encontrados no assoalho antral durante operações de levantamento de seio, Boyne e James recomendaram cortá-los com um cinzel estreito e removê-los com uma pinça hemostática, então o enxerto ósseo pode ser posicionado completamente através do assoalho antral sem interrupção. Se septos são deixados in situ durante operações de levantamento de seio, a membrana Schneiderian fica em risco de ser dividida, particularmente na borda craniana do septo, quando for elevado. Além disso, septo pode impedir a vista do assoalho do seio e pode limitar o posicionamento de enxertos ósseos autógenos ou ossos substitutos, assim impedindo adequado preenchimento do assoalho do seio.



Por que os septos de Underwood são bem discernidos em tomografia computadorizado (veja fig.3), um exame pré-cirúrgico rotineiro de tomografia computadorizada parece ser útil. 15,16 (Ortopantografia) permite nenhuma exclusão clara nem descoberta de septo por que eles não podem ser claramente diferenciados de outras estruturas anatômicas que resultam de efeitos superposicionadores.
Catálogo: downloads
downloads -> 1. As figuras abaixo mostram esquema tridimensional e cortes histológicos da odontogênese. Entenda as figuras e responda as questões abaixo. Identifique as estruturas apontadas e as fases do desenvolvimento dentário
downloads -> 1997, Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
downloads -> Pré-Avaliação de Geografia – Prof. Nivaldo 8º Ano ef – IV bimestre Data
downloads -> Reposicionamento do nervo inferior alveolar em conjunção com o posicionamento de implantes ósseo integrados: Relatório de um ca
downloads -> Hemorragia do soalho da boca, resultado da perfuração lingual durante o implante
downloads -> 100 motivos para ir ao dentista parte 07 Antônio Inácio Ribeiro 2001 odontex
downloads -> ReconstituiçÃo de defeitos maxilares alveolares com enxerto de sinfisis mandibular para implantes dentarios
downloads -> Biologia Tecidual aplicada à implantodontia


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