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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Universidade Federal de Alfenas . Unifal-MG

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  1. Os valores da troca: discussão sobre os limites morais do mercado


  1. Relatório Final apresentado à Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa, por exigência do término da Bolsa de Iniciação Científica Jr., referente ao período de março de 2013 a fevereiro de 2014.

Bolsista: Pedro Henrique Reis


Orientador: Prof. Dr. Thiago Gambi
Instituto de Ciências Sociais Aplicadas

    1. Varginha, março de 2014


Os valores da troca: discussão sobre os limites morais do mercado

Pedro Henrique Reis (IC)1*, Thiago Gambi (PQ)2
1* Bolsista PIBIC-EM/CNPq. phrss_vga@yahoo.com.br

2 Professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (UNIFAL-MG)
Palavras chave: mercado, economia, moral

Introdução

O avanço da organização da sociedade pelo mercado cria situações em que se apresenta o conflito entre a troca e os valores sociais, em que o distanciamento entre economia e moral cobra da sociedade uma definição do caminho a seguir. Dados os valores sociais existentes, qualquer tipo de troca seria legítimo? Seria aceitável estender a organização feita pelo mercado a todos os aspectos da sociedade, transformando-a numa sociedade de mercado? Em suma, quais os limites do processo de mercantilização da sociedade? Este projeto propõe a realização de um estudo introdutório sobre os limites morais do mercado, ressaltando a interface entre economia e filosofia.



Metodologia

O estudo se desenvolveu por meio da leitura e discussão do livro “O que o dinheiro não compra”, de Michael Sandel. O livro proporcionou ao bolsista o conteúdo básico sobre os limites morais do mercado. O resultado dessas discussões gerou fichamentos e relatórios de estudo simples e objetivos.



Resultados e Discussão

A análise dos resultados é, na verdade, a apresentação sucinta das impressões da bolsista resultantes das discussões dos capítulos lidos. Ela segue a forma de perguntas e comentários, tal como fizemos nas reuniões. O capítulo 1 questiona se é certo ou não pagar mais para furar uma fila, usar uma pista livre de congestionamento, assistir missas realizadas pelo papa ou a shows de ídolos da música. O capítulo 2 discute se é certo ou não incentivar as pessoas a fazerem determinadas coisas por dinheiro. O capítulo 3 discute o que dinheiro deve ou não comprar. O capítulo 4 discute se é certo ou não negociar coisas que envolvam a vida das pessoas. O capítulo 5 discute se é certo ou não comercializar quaisquer direitos de nome e espaços publicitários em qualquer lugar.



Conclusões

Os casos analisados mostram que, dependendo da argumentação, o funcionamento da economia de mercado nem sempre combina com valores morais. Os dilemas apresentados no livro lembram situações em que são questionados os limites dessa economia e a transformação de todas as coisas em mercadorias.



Agradecimentos

Agradecemos à agência financiadora (CNPq) e à Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG).



SUMÁRIO

Relatório Final apresentado à Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa, por exigência do término da Bolsa de Iniciação Científica Jr., referente ao período de março de 2013 a fevereiro de 2014. 1

Varginha, março de 2014 1

Introdução 4

Revisão de Literatura 4

Metodologia 4

Análise dos Resultados 5

Conclusão 9

Referências Bibliográficas 10

Anexos 11



Introdução


O avanço da organização da sociedade pelo mercado cria situações em que se apresenta o conflito entre a troca e os valores sociais, em que o distanciamento entre economia e moral cobra da sociedade uma definição do caminho a seguir. Dados os valores sociais existentes, qualquer tipo de troca seria legítimo? Seria aceitável estender a organização feita pelo mercado a todos os aspectos da sociedade, transformando-a numa sociedade de mercado? Em suma, quais os limites do processo de mercantilização da sociedade?

Este relatório é o resultado de um estudo introdutório sobre os limites morais do mercado, ressaltando a interface entre economia e filosofia. O estudo se desenvolveu por meio da leitura e discussão do livro “O que o dinheiro não compra”, de Michael Sandel.


Revisão de Literatura


Na verdade, não foi feita uma revisão de literatura no desenvolvimento do projeto. A proposta era ler o livro “O que o dinheiro não compra”, já referido. Os cinco capítulos do livro foram integralmente lidos. Em cada um deles, Michael Sandel discute situações concretas que experimentam o dilema entre a moral e o mercado, apresentando diferentes pontos de vista sobre elas e embasando os argumentos em princípios filosóficos de fundo. Um resumo das principais questões de cada capítulo e sua discussão, resultante das reuniões entre bolsista e orientador, são apresentados na seção “Análise de resultados”.

Metodologia


A metodologia seguiu o esquema leituras-aplicação. A leitura do livro “O que o dinheiro não compra”, de Michael Sandel. Tal leitura proporcionou ao bolsista o conteúdo básico referente à discussão dos limites morais do mercado. Ao mesmo tempo foram discutidos os dilemas econômicos concretos que surgem no espaço da interface entre economia e moral.

A discussão dos capítulos do livro gerou fichamentos que serviram de base para a elaboração deste relatório final. A dinâmica do trabalho seguiu a ordem: leitura do capítulo, discussão, elaboração do fichamento pelo bolsista, envio do fichamento para o orientador, releitura do fichamento a partir dos comentários do orientador. Durante a execução do plano de trabalho, houve encontros presenciais e virtuais, conforme o cronograma abaixo:


Fevereiro/13: Ambientação do aluno e apresentação do estudo a ser desenvolvido.

Março e Abril/13: Furando a fila

Maio e Junho/13: Incentivos

Julho e Agosto/13: Como o mercado descarta a moral

Setembro e Outubro/13: Mercados na vida e na morte

Novembro e Dezembro/13: Direitos de nome

Todos os fichamentos foram entregues até meados de Dezembro/13. A partir daí, iniciou-se a elaboração deste relatório final.

Dezembro/13 e Janeiro/14: Elaboração do relatório final


Análise dos Resultados


A análise dos resultados é, na verdade, a apresentação sucinta das impressões da bolsista resultantes das discussões dos capítulos lidos. Ela segue a forma de perguntas e comentários, tal como fizemos nas reuniões.

O capítulo 1 questiona se é certo ou não pagar mais para furar uma fila, usar uma pista livre de congestionamento, assistir missas realizadas pelo papa ou a shows de ídolos da música.

Complete o seu resumo respondendo à seguinte questão:

Qual a discussão geral do capítulo 1? Vc encontrará a resposta entre as páginas 31 e 38, e nas páginas 42 e 43.

Se quiser, pode falar escolher um ou dois casos para comentar melhor: pista livre, venda de lugar na fila para o teatro e para o médico, médico de boutique, o caso dos cambistas, a venda de lugares em missas e shows.

Durante o primeiro capítulo vimos que há vários métodos de se furar uma fila. Diante dessa situação, podemos observar que várias pessoas dão sua opinião sobre este assunto.

Um dos assuntos é a pista livre nos aeroportos, parque de diversões e autoestradas.

O que é a pista livre? É um serviço que permite as pessoas mais abonadas furar a fila nos aeroportos, parque de diversão e em rodovias. Pessoas têm suas opiniões diferentes e algumas não aceitar vender pista livre nos aeroportos. Alguns críticos queixam-se de que a verificação de segurança é uma questão de defesa nacional, e não um mero conforto de passageiros. Há também os que são a favor, que dizem que há quem faça objeção à ideia de vender o direito de furar fila. Essas pessoas sustentam que a proliferação de esquemas de pista livre aumenta as vantagens de afluência e condena os pobres

a ficarem horas e horas esperando e sempre no final da fila.
Esses são alguns argumentos de pessoas que são contra ou a favor da venda do “fura fila”, as pistas.

O capítulo 2 discute se é certo ou não incentivar as pessoas a fazerem determinadas coisas por dinheiro.

Complete o seu resumo respondendo à seguinte questão:

Qual a discussão geral do capítulo 2? Vc encontrará a resposta entre as páginas 49 e 52, e nas páginas 85 a 91.

Se quiser, pode falar escolher um ou dois casos para comentar melhor: esterilização de mulheres, pagar para alunos tirarem boas notas, pagar para pessoas terem hábitos saudáveis, a questão das multas, pagar para matar rinocerontes e morsas.

O capítulo 2 retrata sobre os "Incentivos" e o primeiro tema é "Dinheiro para se esterilizar". 

As mães que são viciadas em drogas e tem filhos bebês podem aceitar US$ 300 para serem esterilizadas ou se submeterem permanente ao controle de natalidade. Há quem considere o projeto moralmente condenável, por subornar pela esterilização. Essas pessoas argumentam que oferecer estímulo financeiros a viciadas em drogas para que abram mão de sua capacidade reprodutora vem a ser uma forma de coerção, especialmente se considerando que o programa está voltado para mulheres vulneráveis de bairros pobres.

Em troca desses US$ 300, a organização recebe a garantia de que a viciada não vai mais gerar bebês viciados. Pela lógica habitual do mercado, a troca é eficiente do ponto de vista econômico, fornece o bem. 

A maioria dos economistas prefere não lidar com questões morais. Ultimamente, contudo, muitos economistas abraçaram um projeto mais ambicioso, porque a economia oferece, sustentam eles, não apenas um conjunto de percepções sobre a produção e o consumo de bens materiais, mas também a ciência está a uma ideia simples mas de grande alcance.

O capítulo 3 discute o que dinheiro deve ou não comprar.

Complete o seu resumo respondendo à seguinte questão:

Qual a discussão geral do capítulo 3? Vc encontrará a resposta entre as páginas 93 a 96; 109 a 113; 119 a 121 e 123 a 125.

Se quiser, pode falar escolher um ou dois casos para comentar melhor: dar dinheiro como presente de casamento, “comprar” amizade e títulos honoríficos, cidades que recebem dinheiro para servirem de depósito de lixo nuclear, pessoas que recebem dinheiro para doar sangue.

O terceiro capítulo fala sobre “como o mercado descarta a moral”, onde é citado sobre comprar as amizades, comprar um prêmio da Academia pelo melhor desempenho, comprar um amigo, etc.

Comprar um amigo não parece provável, pois um amigo pelo qual se pagou não é a mesma coisa que um amigo de verdade. Podemos contratar alguém para fazer certas coisas que os amigos costumam fazer. O que acontece é que o dinheiro usado para comprar a amizade acaba por dissolvê-la ou então a transforma em algo diferente.

É discutido também sobre o Prêmio Nobel. Vamos supor que você queira ter um prêmio importante desses e resolvesse compra-lo, talvez não funcionasse, pois não é algo que se compre com dinheiro, se ganha pelo esforço de ter trabalhado. Comprar um Prêmio Nobel da Academia pelo melhor desempenho como atriz não é a mesma coisa que ganha-lo.

Um bem que pode ser comprado, mais cuja compra e venda seja moralmente polêmica. Um rim humano ou então a compra de um bebê, os mais desejáveis haveriam de suscitar preços mais altos do que os outros.

Podemos ter uma nítida diferença entre os dois tipos de bens, os amigos e o Prêmio Nobel que o dinheiro não pode comprar e os rins e os bebês que o dinheiro pode comprar mais não devesse. Temos um vínculo entre os casos óbvios, em que a troca de monetária corrompe o bem que está sendo comprado.



O capítulo 4 discute se é certo ou não negociar coisas que envolvam a vida das pessoas.

Complete o seu resumo respondendo à seguinte questão:

Qual a discussão geral do capítulo 4? A discussão geral é a apontada acima. O autor não explicita a discussão geral em alguma parte específica do texto, o seu ponto está espalhado nos casos que apresenta.

Se quiser, pode falar escolher um ou dois casos para comentar melhor: seguro do zelador, viáticos, bolões da morte, terrorismo a futuro, fazer seguro de vida para estranhos, transformar seguros em títulos financeiros.

Há muitos se estabeleceu entre as empresas a prática de fazer seguros de vida em nome de seus diretores executivos e principais dirigentes para compensar as consideráveis custos envolvidos em sua substituição quando morrem; A contratação de seguros de vida em nome de funcionários de baixo escalão é relativamente nova. Esse tipo de seguro é conhecido como "seguro do zelador" ou "seguro do camponês morto". Os benefícios a serem recebidos eram isentos de impostos, assim como o rendimento anual gerado pelas apólices. Essas apólices também prevalece em pessoas que portam Aids e outra doenças em que houvessem recebido diagnóstico de doença terminal.



O capítulo 5 discute se é certo ou não comercializar quaisquer direitos de nome e espaços publicitários em qualquer lugar.

Complete o seu resumo respondendo à seguinte questão:

Qual a discussão geral do capítulo 5? Vc encontrará a resposta entre as páginas 184 e 188, e nas páginas 200 a 202.

Se quiser, pode falar escolher um ou dois casos para comentar melhor: venda de nome de estádios, venda de autógrafos, venda de camarotes e de publicidade em locais públicos.

Em 1975 foi derrubado um sistema que, os times detinham direitos sobre um jogador ao longo de toda a carreira. Significa que o jogador não tinha muito poder na negociação de salários.

É citado que os "camarotes corporativos ou de luxo, inexistentes nos estádios da minha juventude , são ainda mais caros e representam uma importante fonte de renda para os times". O alinhamento de jogadores para os autógrafos acabou e foi substituído por um negócio bilionário de suvenires, denominados por corretores, atacadistas e os próprios times. O autor também cita sobre os mercados "Eis, portanto, mais um exemplo da maneira como o mercado transforma as normas. A partir do momento em que uma bola de beisebol usada para bater um recorde é considerada uma mercadoria comercializável, devolvê-la ao jogador responsável pela proeza deixa de ser um simples gesto de decência. Passa a ser um heroico ato de generosidade ou um tolo de generosidade."

O jogo "beisebol" foi denominado por muitos como "dinheirobol", por tudo ser comprado, de autógrafos de jogadores até nomes de jogo.



Conclusão


A partir da leitura do livro “O que o dinheiro não compra”, de Michael Sandel, e das discussões relacionadas aos dilemas concretos que relacionam moral e mercado foi possível entender que a economia de mercado apresenta problemas que às vezes nem são considerados. Os casos analisados mostraram que, dependendo da argumentação, o funcionamento da economia de mercado nem sempre combina com os valores morais. Os dilemas apresentados no livro lembram situações em que são questionados os limites dessa economia e a transformação de todas as coisas em mercadorias. Em muitos casos, como defende o autor do livro, a lógica do mercado corrompe valores morais.

Este é o depoimento do bolsista ao final da leitura do livro e das reuniões: “Quando fui selecionado para fazer este projeto que a UNIFAL-MG proporciona à alguns alunos, fiquei feliz. Quando fiquei sabendo que o projeto era de leitura, não gostei muito, pois eu não gostava muito de leitura. Fui destinado a ler o livro de Michael J. Sandel "O que o dinheiro não compra", e aos poucos fui me acostumando a ler diariamente e criando um gosto pela leitura, algo que eu não tinha. Eu só tenho a agradecer a UNIFAL-MG por este projeto deslumbrante que fazem atendendo aos alunos, e ao professor Thiago Gambi que me acompanhou nas reuniões, nas discussões do livro, agradecê-lo principalmente pela sua generosidade, paciência que teve comigo. Posso dizer que entrei neste projeto não gostando da leitura e estou saindo deste projeto gostando muito da leitura, o que é muito importante para todos nós. Obrigado”.

Como orientador do BIC jr. posso dizer que essa experiência é diferenciadora na vida do estudante do ensino médio. O depoimento acima confirma essa afirmação. Por meio dessa experiência de pesquisa, já bem cedo, ele trava contato com a realidade universitária e aprende a expandir seu horizonte de conhecimentos que passa a ir além dos livros didáticos do ensino médio e das respostas absolutamente certas ou erradas exigidas nas provas desse nível de ensino. Em outras palavras, ele encontra um vasto mundo de conhecimentos novos que estimulam sua curiosidade e pavimentam seu caminho não só para o ensino universitário como para a pesquisa acadêmica. Assim, a experiência de ter sido bolsista BIC jr o diferencia entre os colegas e deve lhe dar maior clareza na definição de seus próprios rumos.

Referências Bibliográficas


CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2008.

SANDEL, Michael. O que dinheiro não compra. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2012.


Anexos


Anexo 1 – Plano de trabalho PIBIC-EM/CNPq

Os valores da troca: discussão sobre os limites morais do mercado

Prof. Thiago Fontelas Rosado Gambi



Resumo: O avanço da organização da sociedade pelo mercado cria situações em que se apresenta o conflito entre a troca e os valores sociais, em que o distanciamento entre economia e moral cobra da sociedade uma definição do caminho a seguir. Dados os valores sociais existentes, qualquer tipo de troca seria legítimo? Seria aceitável estender a organização feita pelo mercado a todos os aspectos da sociedade, transformando-a numa sociedade de mercado? Em suma, quais os limites do processo de mercantilização da sociedade? Este projeto propõe a realização de um estudo introdutório sobre os limites morais do mercado, ressaltando a interface entre economia e filosofia.

Objetivo: Estabelecer um contato inicial do bolsista com o estudo da inter-relação entre economia e filosofia por meio da discussão sobre os limites do mercado. Pretende-se estimular no bolsista sua capacidade de análise crítica da realidade em que vive e despertar nele o interesse por questões filosóficas, sociais e econômicas.

Metodologia: O estudo se desenvolverá por meio da leitura e discussão do livro “O que o dinheiro não compra”, de Michael Sandel. O livro deve proporcionar ao bolsista o conteúdo básico sobre os limites morais do mercado. Dependendo do desenvolvimento das discussões, novos textos serão incorporados ao projeto. O resultado dessas discussões deverá gerar fichamentos e relatórios de estudo simples e objetivos.

Cronograma do projeto

As leituras e discussões estão estruturadas da seguinte maneira:

1º mês: Ambientação do aluno e apresentação do estudo a ser desenvolvido.

2º e 3ºmês: Furando a fila

4º e 5º mês: Incentivos

5º e 6º mês: Como o mercado descarta a moral

7º e 8º mês: Mercados na vida e na morte

9º e 10º mês: Direitos de nome



11º e 12º mês: Elaboração do relatório final

Cronograma do bolsista

Meses

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

Leituras e Discussões





































Elaboração do Relatório Final












































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