Mestrado profissionalizante em terapia intensiva



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PALAVRA CHAVE: GESTANTE- RISCO- UTI

4-ABSTRACT: (ELIENE MARIA RAMALHO DE FARIAS)

After evaluation of the work of other selected countries concluded that the most frequent causes why pregnant women the ICU were bleeding AFTER CHILDBIRTH followed by HYPERTENSION, DHEG + and this warns us to take more interest in order to create means to minimize the causes and select an environment which promotes prevention criteria as a best prenatal assistance and detecting risks making the prevention and treatment of especializado favouring access to intensive care unit with a timely manner, avoiding morbidity and mortality followed by a monitoring post-partum effective psychosocial. There is still much to learn in relation to intensive care patients in guiding the pregnant-puerperal cycle, but the glaring disparities between developed and developing countries points to the possibility of reducing the maternal mortality ratio. HYPERTENSION (DHEG) ASSOCIATED TO THE PREGNANCY WAS THE MAJOR CAUSE OF HOSPITALISATION IN OBSTETRIC ICU IN BRAZIL. The miscarriage was fairly frequent studies 55% of cases, and can be explained by the fact that many patients have undergone the interruption of pregnancy by nonharmful attitude in view of pregnancy such as preeclampsia, which can occur in early gestational age, or pre-existing diseases clinics Decompensated. The most frequent type of childbirth, CESAREAN SECTION, was held in about two-thirds, a fact that is justified in part by the severity of complications, requiring the termination of pregnancy in early stage cervical unfavourable conditions and/or fetal welfare compromise. In spite of these causes are associated with the lack of a quality prenatal care for the prevention of socio-economic Causes and public policies with a high frequency of ICU admissions. These admissions could be interrupted at various points through the adoption of preventive measures at various levels-primary, secondary, tertiary. In our state these preventive measures are still failures need installation of Obstetric unit of intensive care, Maternal and Fetal life saving.

KEYWORD: PREGNANT-RISK-ICU

Conclusão (ELIENE MARIA RAMALHO DE FARIAS)



Após avaliação dos trabalhos selecionados concluímos que as causas mais frequentes que levam gestantes a UTI foram a HEMORRAGIA PÓS PARTO seguida de DHEG +HIPERTENSÃO, e isto nos alerta para se ter mais interesse no sentido de criar meios para minimizar as causas e selecionar um ambiente em que favoreça critérios de prevenção, como uma melhor assistência pré-natal detectando os riscos e fazendo a prevenção e tratamento especializado favorecendo seu acesso a unidade de tratamento intensivo com tempo hábil, evitando morbidade e mortalidade seguido de um acompanhamento psicossocial pós –parto eficaz. A taxa de óbitos encontrada 2,4% aproximou-se daquela descrita na literatura. Alguns autores canadenses e americanos encontram de 2-4%, em contraste com a alta mortalidade encontrada em estudos indianos 21,8%, um estudo brasileiro observou-se 33,8%, encontrou-se elevadíssima mortalidade relatada em um estudo africano em 60%. das gestantes. A disponibilidade de uma UTI específica para pacientes obstétricas e ginecológicas facilita a internação precoce, antes das alterações grave ou fatal da condição clínica. A duração do internamento entre as pacientes que tiveram alta variou entre 1 e 41 dias, com média em torno de(5) cinco dias. Essa média de duração do internamento foi mais alta do que a relatada por alguns autores do Reino Unido que encontraram um tempo de internamento médio de (1) um dia, porém se aproximou dos dados encontrados por outros autores, como no estudo realizado na Índia, com média de internamento em torno de (5) cinco dias. Essa duração reflete, possivelmente, o tempo necessário para recuperação pós-parto das doenças obstétricas como pré-eclâmpsia/eclâmpsia, síndrome HELLP e esteatose hepática aguda da gestação e hemorragias ginecológica. Evidências convincentes demonstram que pelo menos metade das mortes maternas seriam preveníveis se melhores orientações fossem dadas as pacientes, aos prestadores de saúde e ao sistema de saúde. Evidentemente, nem todas as mortes maternas podem ser prevenidas, mas as gritantes disparidades entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento apontam para a possibilidade de redução da razão de mortalidade materna. Um estudo estimou que, caso fossem tomadas todas as medidas de prevenção cabíveis no intuito de modificar a progressão desse continuum, menos 41% das mulheres teriam morrido e menos 45% teriam só morbidade grave, ao invés de near-miss.A proposta de uma unidade de terapia intensiva obstétrica com mais exatidão as unidades gineco-obstétricas insere-se exatamente nesse contexto, uma vez que urgências e emergências gineco-obstétricas podem ocorrer mesmo quando as medidas gerais são adotadas, incluindo a melhora do nível socioeconômico e da escolaridade da população e à adequada assistência durante o pré-natal parto e puerpério. Há que se garantir o tratamento adequado dessas condições, evitando complicações mais graves. Esse continuum poderia ser interrompido em vários pontos através da adoção de medidas preventivas em diversos níveis (primário, secundário, terciário. As Hemorragias e Hipertensão isoladas ou associadas à gestação foram as maiores causas de internamento na UTI Obstétrica. Há ainda muito a aprender em relação aos cuidados intensivos que norteiam as pacientes no ciclo grávido-puerperal mas as gritantes disparidades entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento apontam para a possibilidade de redução da razão de mortalidade materna.Um estudo estimou que, caso fossem tomadas todas as medidas de prevenção cabíveis no intuito de modificar a progressão desse continuum, menos 41% das mulheres teriam morrido e menos 45% teriam só morbidade grave, ao invés de near-miss.A Hipertensão (DHEG) associada à gestação foi a maior causa de internamento na UTI obstétrica no Brasil apesar de poucos trabalhos avaliados. A despeito da causa houve uma elevada freqüência de admissões, correspondendo a 16% do total de ocorrências. O parto prematuro abaixo de 37 semanas foi bastante freqüente 55% dos casos e, independentemente da idade gestacional, o tipo de parto mais realizado foi a cesariana, em 65% das pacientes. A freqüência global de procedimentos invasivos na UTI obstétrica do IMIP foi baixa, assim como a taxa de morte 2,4%, sugerindo que uma UTI conduzida por obstetras pode ser uma estratégia factível para reduzir a mortalidade materna.O parto prematuro foi bastante freqüente nos estudos 55% dos casos, podendo ser explicado pelo fato de muitas pacientes terem já sido submetidas à interrupção da gestação por morbidades próprias da gravidez, como a pré-eclâmpsia, que pode ocorrer em idade gestacional precoce, ou por descompensação de doenças clínicas pré-existentes. O tipo de parto mais freqüente foi a cesariana, realizada em cerca de dois terços, fato que é justificado em parte pela gravidade das complicações, impondo, em geral, o término da gestação em fase precoce, com condições cervicais desfavoráveis e/ou comprometimento do bem-estar fetal. Taxas de cesariana iguais ou superiores a 70% são descritas na literatura, e na Ásia já foram relatadas taxas de até 95%. Destaca-se, igualmente, que uma parcela significativa das pacientes foram transferidas de outros serviços depois do término da gravidez, associando-se ao quadro clínico grave a morbidade característica da própria operação cesariana. A despeito da causa está associada à falta de um pré-natal de qualidade no que se refere à prevenção das Causas Socioeconômicas e Políticas Públicas havendo uma elevada freqüência de admissões em UTI. Essas admissões poderiam ser interrompidas em vários pontos através da adoção de medidas preventivas em diversos níveis Primário, Secundário, Terciário. Em nosso Estado da Paraíba essas medidas preventivas estão ainda falhas havendo necessidade da instalação de Unidade de Terapia Intensiva Obstétrica, no sentido de salvar Vidas Maternas e Fetais.

DISCUSSÃO (ROZANGELA MARIA FONSECA BARROS)

Em nossa realidade de trabalho, o papel da assistência em uma Unidade de Terapia Gineco-obstétrica (UGO) é combater à mortalidade materna e evitar que as pacientes com morbidade grave progridem para a morte materna.

Ao longo das últimas décadas tem sido proposta um modelo de UTI voltada exclusivamente para o tratamento de pacientes obstétricas, ao invés de se operar com a transferência dessas para unidades gerais de terapia intensiva. As UGOs são destinadas ao atendimento de puérperas graves tanto no período pré como intra e pós-parto,com doenças próprias da gravidez ou nela intercorrentes,requerendo internação em regime de cuidados intensivos (SANTOS et al.,2004)

A presença de UGO em uma maternidade é um grande diferencial, pois se tornou referência por ser especializada no atendimento específico à gestante. O sucesso da assistência na Unidade de Terapia Gineco-obstétrica dependerá das atividades desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar com objetivos comuns,devidamente treinadas e capacitadas para oferecer um suporte avançado de vida a essas parturientes dentro de um conjunto de conhecimentos,equipamentos e habilidades técnicas e humanas,que estão em constante aperfeiçoamento e desenvolvimento,necessitando de um processo de educação permanente (AZEREDO;BEZERRA,2004).

Diversos estudos mostram que a verdadeira magnitude da morbidade materna é maior do que a observada pelo índice bruto de mortalidade. Apesar de se descrever uma baixa prevalência das morbidades especificas que atingem mulheres nesse período,o fardo da morbidade é alto,sendo na grande maioria das vezes prevenível (SANTOS et al.,2004)

Os autores neste contexto salientam que, a disponibilidade de uma UTI especifica para pacientes obstétricas facilita a internação precoce, antes da deteriorização grave ou fatal da condição clínica.

Dessa maneira, no contexto mundial, a morte materna é utilizada como parâmetro para se avaliar qualidade do serviço de saúde ofertado, identificando situações de desigualdade e contribuindo para avaliação dos níveis de saúde e de desenvolvimento socioeconômico de uma população. A assistência à saúde feita de forma tardia ou inadequada é responsável pela maioria dos óbitos ocorridos durante a gestação,parto e puerpério.

Por mais que tenha ocorrido uma grande evolução dos conceitos e dos procedimentos da assistência obstétrica e da medicina, temos diversos fatores que influenciam diretamente para um mau resultado obstétricos, como o baixo perfil socioeconômico e cultural da população, a dificuldade de acesso e a escassez de serviços de saúde, fazendo com que ainda registremos em nossas unidades hospitalares uma grande incidência de patologias e complicações, plenamente evitáveis pelos cuidados pré-natais, por campanhas de esclarecimento e conscientização, serviços de referência bem equipados e de fácil acesso para as mulheres que passam por esse momento tão especial em suas vidas (CABRAL, 2008).

Outro aspecto a ser considerado, é o resgate de valores e condutas voltadas ao tema, para sensibilidade daquelas que prestam cuidados e selam pelo seu semelhante, o cuidador precisa estar e sentir-se cuidado,para então desempenhar seu papel da melhor forma possível visualizando,compreendendo e cuidando de forma humanizada,pois sem esta perspectiva a qualidade do cuidado fica prejudicada..É importante abordar a necessidade de humanização do cuidado na Unidade Terapia Gineco-obstétrica,com finalidade de provocar uma reflexão da equipe intensivista.Neste estudo,entende-se que humanizar é uma medida que visa,sobretudo,tornar efetiva a assistência a puérpera criticamente doente,considerando-a como um ser completo.Além de envolver o cuidado ao paciente,a humanização estende-se todos aqueles que estão envolvidos no processo saúde-doença neste contexto,que são,além do paciente,a família,a equipe multiprofissional e o ambiente(GAIVA,2006).

Sabemos que os valores e condutas voltados à humanização têm sido discutidos e incorporados nos diversos segmentos da sociedade. No Brasil,o setor saúde tem se mobilizado por meio de propostas governamentais no sentido de atender os usuários de maneira mais humana e ética.

Além disso, quando se fala em humanização do atendimento que se busca uma forma mais inteira e coerente das dimensões da comunicação e do cuidar. Diante desta expectativa,a escuta qualificada vem a fazer parte do acolhimento em sua totalidade,fazendo com que os medos,ânsias,angustias,diminuam,essa forma de acolher traz resolutividade para os problemas,construindo vínculos no qual dão apoio e melhoram o serviço institucional(SILVA,2002).

É perceptível, acredita-se que, a mulher necessita de assistência condizente com suas necessidades biopsicossociais, desde sua admissão na sala de parto até sua alta hospitalar, como também um acompanhamento na atenção básica, desde pré-natal.

CONCLUSÃO –ROZANGELA MARIA FONSECA BARROS

Este trabalho contribuirá de forma significativa para a ampliação de conhecimentos, por parte dos profissionais intensivista, acerca das intercorrencias e complicações obstétricas,assim como a magnitude que envolve a assistência humanizada,fortalecendo a real importância deste profissional no contexto da morbimortalidade materna.

Contudo, foi possível atingir o objetivo proposto tendo em vista que identificamos as principais intercorrencias obstétricas,assim como,à forma de uma assistência intensivista especializada e humanizada, evidenciando que a equipe de saúde necessita de atualizações e capacitações relacionadas a este processo assistencial.

As Unidades de Terapia Gineco-obstétrica transformaram-se em serviço especializado de caráter multiprofissional o qual englobou sua equipe no aspecto de diagnóstico, tratamento e prevenção. Nesta nova perspectiva surgiu a necessidade de transformar o profissional,oferecendo-lhe conhecimento teórico e prático para poder oferecer assistência com qualidade e interferir para o bom prognóstico ee qualidade pós-internação.

Ademais, é evidente o quanto a assistência humanizada nas UGOs possibilita melhora no atendimento. À medida que os componentes da equipe vão percorrendo todas as etapas do processo,desde a coleta da história do paciente,passando pelo julgamento clínico,formulação dos diagnósticos,elaboração e implementação das intervenções,eles irão desenvolver um cuidado individualizado capaz de atender às reais necessidades da parturiente,além de demonstrar qualidade em seu trabalho.

Os profissionais intensivista que atuam na área de obstetrícia devem ter amplo conhecimento em relação à temática, apresentando um vasto currículo na área em questão, com cursos e especializações. Este é um fator primordial para a qualificação dos profissionais e uma melhor assistência à mulher,gerando uma diminuição dos índices de morbimortalidade.

Uma equipe de saúde, incluindo a equipe multiprofissional, que acolhe a gestante digna, e correta, seu trará benefícios para seu trabalho, e dificilmente ocorrerá alguma intercorrência que possa levar essa mulher a uma situação de alto risco.

Desse modo, os profissionais intensivista devem atuar multiprofissionalmente e interdisciplinarmente com extrema produtividade, baseado na convicção científica, de cidadania e de ética, na promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, comprometidos com o respeito e a valorização do ser humano.

Apesar dos consideráveis avanços ainda estamos muito aquém do desejável patamar de desenvolvimento científico, do qual muitos países já fazem parte. Trata-se de um assunto extremamente relevante e que precisa ser trabalhado,de forma ampla.É preciso muito estudo e evidências de nosso trabalho,cabendo a nós,profissionais de saúde,justificar nossa função e a importância das Unidades de Terapia Gineco-obstétrica para uma assistência humanizada digna,buscando o reconhecimento da nossa autonomia profissional,através do respaldo legal e exigindo melhoras nesses ambientes especializados.

PALAVRA CHAVE: GESTANTE-HUMANIZAÇÃO- UTI

ABSTRACT: FONSECA MARIA Rozangela BARROS

       

  This work will contribute significantly to the expansion of knowledge on the part of intensive care professionals, about the complications and obstetric complications, as well as the magnitude involving humanized, strengthening the real importance of training in the context of maternal morbidity and mortality. However, it was possible to achieve this purpose in order to identify the major obstetric complications, as well as the form of a specialized intensive care and humane, showing that the health care team needs upgrades and training related to this care process. Units Therapy Gynecology and obstetrics became a specialized multidisciplinary character which encompassed his team in the aspect of diagnosis, treatment and prevention. This new perspective has emerged the need to transform the professional, offering theoretical and practical knowledge in order to provide quality care and interfere with a good prognosis for e-quality post-hospitalization. Moreover, it is clear how humanized in the UGOs enables improvement in attendance. As the team members go through all the stages of the process, from collection of the history of the patient, through clinical judgment, formulating diagnoses, developing and implementing interventions, they will develop an individualized care capable of meeting the real needs of the mother, and demonstrate quality in their professional trabalho.Os intensivist working in the field of obstetrics must have extensive knowledge about the subject, presenting a broad curriculum in the area in question, with courses and specializations. This is a major factor in the professional qualification and better care for women, causing a decrease in rates of mortality. A team of health, including the multidisciplinary team, which hosts the mother dignified and correct, your net benefits for their work, and hardly any complications that might occur take this woman to a high risk situation. Thus, professionals must work intensive and interdisciplinary multiprofissionalmente with extreme productivity, based on scientific conviction, citizenship and ethics, promotion, maintenance, prevention, protection and recovery of health committed to respecting and valuing of the humano. Apesar the considerable progress we are still far below the desirable level of scientific development, which many countries are already part. This is an extremely important issue that needs to be worked, so ampla.É take much study and evidence of our work, leaving us, health professionals, justify our role and importance of critical care for a Gyneco-obstetric humanized dignity, seeking recognition of our professional autonomy through legal support and demanding improvements in these specialized environments.



KEYWORD: PREGNANT-HUMANIZATION-ICU

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ARTIGOS ORIGINAIS ORIGINAL ARTICLES Melania Maria Ramos de Amorim; Leila Katz; Marina Brito Ávila; Daniella Ericson Araújo; Mariana Valença; Carlos Japhet da Mata Albuquerque; Ana Rita Marinho Ribeiro Carvalho; Alex Sandro Rolland de Souza Centro de Atenção à Mulher. Instituto Materno-Infantil Prof. Fernando Figueira - IMIP. Rua dos Coelhos, 300. Recife, PE, Brasil. CEP: 50.070-550 E-mail: melamorim@uol.com.br

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