Meliponíneos e Plantas Tóxicas



Baixar 97.53 Kb.
Encontro11.06.2018
Tamanho97.53 Kb.




Meliponíneos e Plantas Tóxicas

Ruy Chaves Bozza Junior12

Francisco Leonardo Tejerina-Garro3
RESUMO: Esse trabalho visa à identificação de plantas tóxicas no Campus II da U C G. As plantas floríferas obtidas no levantamento realizado em 2002/03 apresentaram 55 espécies, pertencentes a 51 gêneros e 30 famílias. Comparadas com plantas tóxicas obtidas na pesquisa bibliográfica, apresentou 30 espécies pertencentes a 26 gêneros e 22 famílias, constatou-se coincidência apenas para a espécie Stryphnodendron polyphyllum.

Palavras-chave: meliponíneos, abelhas nativas, plantas tóxicas, Cerrado.


INTRODUÇÃO

As relações entre insetos e plantas angiospermas datam de épocas muito remotas. Assim, podem ser encontrados indícios fósseis desta interação desde o final do Jurássico e início do Cretáceo, porém supõe-se que esta já existia anteriormente e estava relacionada com a utilização das angiospermas como fonte alimentar pelos insetos (ZWÖFLER, 1982).

As primeiras abelhas apareceram há cerca de 130 milhões de anos, junto com as primeiras plantas com flores. Por volta de 120 milhões de anos, o Brasil e a África começaram a separar-se e as abelhas começaram a diferenciar-se independentemente e as diferentes espécies adaptaram-se aos seus nichos ecológicos próprios (KERR et al., 2001). Inicialmente esses insetos coletavam néctar de flores e predavam pequenos animais como fonte protéica. Contudo, em um determinado momento da evolução trocaram a proteína animal por vegetal, passando a consumir pólen (WILSON, 1971 apud CARVALHO, 1999). Paralelamente, as flores sofreram modificações estruturais garantindo sua polinização por esses insetos, ocorrendo grande diversificação de formas, cores, odores, facilitando o reconhecimento pelas abelhas (BARTH, 1991).
PLANTAS TÓXICAS

Ao redor do mundo encontram-se inúmeras plantas tóxicas e, dentre elas, destacamos as que afetam as abelhas (tabela 1):

No Continente Africano ocorrem: Papaver soniferum e Sphatodea campanulata.

No Continente Americano ocorrem: Aconitum spp, Aesculus californica, Astragalus spp., Dimorphandra mollis, Gelsemium semprevirens, Kalmia latifólia, Lonchocarpus speciosus, Nicotiana tabacum, Papaver soniferum, Sophora microphyla, Stryphnodendron polyphyllum e Zigadenus venenosus. Das plantas listadas acima, ocorrem no Brasil - Lonchocarpus speciosus, Dimorphandra mollis e Stryphnodendron polyphyllum - estando as duas últimas presentes no cerrado e todas pertencentes à família Fabaceae.

No Continente asiático ocorrem: Acorus calamus, Allium cepa, Anethum sowa, Azadirachta indica, Camellia reticulata, Camellia thea, Croton laevigatus, Papaver soniferum, Piper nigrum, Pogamia glabra, Stryphnodendron adstringens e Tulipa gesneriana

No Continente Europeu ocorrem: Arabis glabra, Digitalis purpúrea e Papaver soniferum.

Na Oceania ocorrem: Corynocarpus laevigata, Macadamia integrifólia e Sophora microphylla.

Tabela 1. Plantas Tóxicas para abelhas e seus efeitos. 1 = Origem provável


Táxon


Família

Origem

Efeito

Fonte


Aconitum spp

Ranunculaceae

Hemisf. Norte

Tóxica

BARKER, 1990

Acorus calamus

Acoraceae

Índia¹

Óleo Repelente

SINGH & UPADHYAY, 1993

Aesculus californica,

Hippocastanaceae

EUA

néctar tóxico

ROBINSON & OERTEL, 1975

Allium cepa

Liliaceae

Ásia Central

Tóxica

BARKER, 1990

Anethum sowa

Apiaceae

Ásia Central

Óleo Repelente

SINGH & UPADHYAY, 1993

Arabis glabra

Brassicaceae

Europa, Ásia, N. A

Tóxica

BARKER, 1990

Astragalus spp.,

Fabaceae

EUA

néctar tóxico

ROBINSON & OERTEL, 1975

Azadirachta indica - nim

Meliaceae

Bangladesh, India, Myanmar, Pakistan

Óleo Repelente

Inseticida – não encontra em pólen e néctar



SINGH & UPADHYAY, 1993; NAUMANN & ISMAN, 1996; SCHMUTTERER & HOLST, 1987

Camellia reticulata

Theaceae

China

Tóxica

BARKER, 1990

Camellia thea

Theaceae

E. Asia – China¹

Néctar morte de larvas

SHARMA et al., 1986

Corynocarpus laevigata

Corynocarpaceae

Nova Zelândia

Néctar - dificuldade de locomoção, inabilidade para voar

JONES & LINE, 1962

Croton laevigatus

Euphorbiaceae

China, India; Sri Lanka,

Tóxica

BARKER, 1990

Digitalis purpurea

Plantaginaceae

Europa

Tóxica

BARKER, 1990

Dimorphandra mollis

Fabaceae

Brasil Cerrado

Pólen - Reduz tempo de vida - morte

LORENZI, 1992; CINTRA et al., 2003

Gelsemium semprevirens

Loganiaceae

EUA

néctar tóxico

ROBINSON & OERTEL 1975

Kalmia latifólia

Ericaceae

EUA

néctar tóxico

ROBINSON & OERTEL, 1975

Lonchocarpus speciosus

Fabaceae

Peru, Brazil, Guyana,

Ramos, folhas e casca - efeito inseticida

EL-SAYED et al., 1997

Macadamia integrifólia

Proteaceae

Austrália

Tóxica

BARKER, 1990

Mentha piperita

Lamiaceae

---

Óleo Repelente

SINGH & UPADHYAY, 1993

Nicotiana tabacum

Solanaceae

America do sul

Tóxica

BARKER, 1990

Papaver soniferum

Papaveraceae

Eurásia, África, A. Norte

Tóxica

BARKER, 1990

Piper nigrum

Piperaceae

Sudeste Asiático

Óleo Repelente

SINGH & UPADHYAY, 1993

Pogamia glabra

Fabaceae

Índia

Óleo Repelente

SINGH & UPADHYAY, 1993

Tabela 1. Continuação.

Táxon


Família

Origem

Efeito

Fonte


Sophora microphyla

Caesalpiniaceae

EUA

Néctar efeito narcótico

CLINCH et al., 1972

Sophora microphylla

Fabaceae

Nova Zelândia

Tóxica

BARKER, 1990

Sphatodea campanulata

Bignoniaceae

Gabão

Néctar - morte

PORTUGAL-ARAÚJO, 1963

Stryphnodendron polyphyllum

Fabaceae

Brasil Cerrado

Pólen – doença da cria ensacada brasileira - morte

CARVALHO et al., 1998; MESSAGE, 1997

Stryphnodendron adstringens

Fabaceae

Philippines

Néctar - morte

LORENZI , 1992; ALVES et al., 1996

Tulipa gesneriana

Liliaceae

Ásia¹

Tóxica

BARKER, 1990

Zigadenus venenosus

Melanthiaceae

EUA

néctar tóxico

ROBINSON & OERTEL, 1975

RELAÇÃO ABELHA - PLANTA TÓXICA

Embora as interações de herbivoria e polinização sejam tradicionalmente estudadas separadamente, muitas particularidades estão sob seleção por ambos, herbívoros e polinizadores. Por exemplo, compostos secundários comumente associados com a defesa contra herbívoros têm sido encontrados no néctar de muitas plantas, e muitas espécies produzem néctar que é tóxico ou repelente para alguns visitantes florais (ADLER, 2000) Insetos fitófagos e seus inimigos naturais freqüentemente necessitam se aderir à superfície vegetal para forragear. A morfologia das plantas terrestres foi modificada de acordo com a seleção natural para impedir a aderência dos insetos. Tricomas, superfícies endurecidas e formas que aumentam a mobilidade das plantas quando expostas ao vento são potencialmente disruptivos à aderência dos insetos (SOUTHWOOD, 1986).

Ainda que sejam bem conhecidos os efeitos de alguns inseticidas vegetais como a nicotina, rotenonas e piretrinas, pouco se sabe sobre outras toxinas de origem vegetal que interferem na vida dos insetos (BUENO et al., 1990). No entanto, espécies de plantas de muitas famílias causam envenenamentos às abelhas pela toxicidade do pólen ou néctar, secreção dos nectários extraflorais, seiva ou “honeydew”. Felizmente, as plantas que envenenam abelhas são aquelas que geralmente produzem pouco néctar ou pólen. (BARKER, 1990).


A toxicidade do pólen e do néctar para as abelhas é um fenômeno distribuído ao redor do mundo, porém é pouco compreendido. Muitas hipóteses têm sido propostas para explicar tal fenômeno, incluindo a especialização dos polinizadores, a tentativa de impedir o roubo de néctar, a prevenção da degradação do néctar e a adulteração do comportamento de polinização (ADLER, 2000).

O presente estudo visa identificar a presença de plantas tóxicas na área do Campus II da Universidade Católica de Goiás (Goiânia, Centro oeste do Brasil) que possam colocar em risco as abelhas nativas do Meliponário Laura Chaer ai existente.


MATERIAL E MÉTODOS
Área de estudo

O levantamento fotográfico realizou-se no Campus II da Universidade Católica de Goiás, localizado a 16° 44’ 6,95” S e 49° 12’ 48,64” W em região periférica do município de Goiânia, ocupando uma área de 526.487,00 m², onde o Instituto do Trópico Subúmido mantém a sua sede principal e o Meliponário Laura Chaer. O Campus II é caracterizado por vegetações de Mata Estacional Semidecidual (Mata Mesofítica), Mata Ripária (Pindaíba), Cerradão, Cerrado Stricto Sensu, Veredas, Ambientes Antropizados, e Ambientes Aquáticos representados pelo Córrego São João e Represa.


Coleta de dados

Pasto Apícola

Foi realizado, no período de 01 de janeiro de 2002 a 29 de dezembro de 2003, levantamento fotográfico e identificação das plantas floríferas (tabela 2) existentes na área do Instituto do Trópico Subúmido visando a criação de um banco de dados sobre o pasto apícola disponível para as abelhas nativas do Meliponário Laura Chaer. As plantas foram fotografadas à medida que floriam.

Para este levantamento utilizou-se máquina fotografia analógica 35 mm marca Cannon – EOS 300.

Utilizou-se literatura especializada para a classificação das plantas.

Plantas tóxicas

Realizou-se levantamento bibliográfico visando identificar as principais plantas tóxicas conhecidas para abelhas (tabela 1).
RESULTADOS E DISCUSSÃO

As plantas floríferas obtida no levantamento realizado em 2002/2003 foram compostas por 55 espécies, pertencentes a 51 gêneros e 30 famílias (tabela 2). Das 55 espécies, 29 (52,7%) são nativas do cerrado e 26 (47,2%) são introduzidas, perfazendo um percentual muito próximo de 50% de espécies introduzidas.

Tabela 2. Plantas floríferas do Campus II da Universidade Católica de Goiás. 1. Nativa Cerrado 2. Introduzida.

Táxons


Família

Nome vulgar


Agave americana2

Agavaceae

Pita, piteira, pita azul, agave

Alamanda puberula1

Apocinaceae

Alamanada do sertão

Amaranthus hybridus2

Amaranthaceae

Caruru branco, caruru bravo, caruru de folha larga

Tabela 2. Continuação

Táxons


Família



Nome vulgar

Anacardium ocidentale1

Anacardiaceae

Cajueiro, acaju, caju-banana, caju-manteiga

Ananas ananassoides1

Bromeliaceae

Abacaxi do cerrado, ananás de raposa, macambira

Arctium minus2

Asteraceae

Bardana, carrapichão, carrapicho grande, prega masso, carrapicho de carneiro, labaça, orelha de gigante, pega-pega, erva dos tinhosos, cardo manso, pega macaco, tinhosa

Asclepias curassavica1

Asclepiadaceae

Cega-olho, dona joana, camará-bravo, ipecacuanha-falsa, mata rato

Bauhinia sp1

Fabaceae - Caesalpinioideae

Unha de boi, pata de vaca

Bidens sulphurea2

Asteraceae

Cosmo-amarelo, picão grande, áster do méxico, picão

Bougainvillea spectabilis2

Nyctaginaceae

Primavera, três marias, ceboleiro, santa rita, espinho de santa rita, buganvilia

Bowdichia virgiloides1

Leguminosae

Sucupira preta, sucupira do cerrado, sucupira açu, cutuíba, sapupira do campo, sucupira do campo, sepiferme, sebepira, paricarana, açari-açu

Caesalpinia peltopharoides2

Caesalpinoideae

Sibipiruna, pau-brasil, sepipiruna

Caesalpinia pulcherrina2

Caesalpinoideae

Flamboyanzinho, barba de barata, flor de pavão, orgulho de barbados , flor de paraíso, chagueira.

Calliandra brevipes2

Mimosoideae

Esponjinha, manduruva, quebra-foice

Campomanesia pubescens1

Myrtaceae

Gabiroba

Cochlospermum reguim1

Cochlospermaceae

Algodão do campo, algodão do mato

Colotropis procera2

Asclepiadaceae

Algodão de seda, flor de seda, ciumeira, paininha de seda, leitera, queimadeira

Cordiline terminales2

Liliaceae

Dracena vermelha, coqueiro de vênus

Coreopsis lanceolata2

Asteraceae

Coreópsis, margaridinha-amarela

Cyperus luzulae2

Cyperaceae

Capim de botão, cortadeira, junça, junça de botão, tiririca, junquinho

Duranta repens2

Verbenaceae

Violeta-de ouro, violeteira dourada, duranta, violeteira

Eugenia dysenterica1

Myrtaceae

Cagaita

Gomphrena globosa1

Amaranthaceae

Perpétua, gonfrena, amaranto-globoso

Hancornia speciosa1

Apocynaceae

Mangava mangabeira do norte, fruta de doente

Hibiscus rosa2

Malvaceae

Hibisco, mimo- de- vênus, hibisco-da-china, graxa de estudante

Tabela 2. Continuação

Táxons


Família



Nome vulgar

Hymenaea stigonocarpa1

Leguminosae

Jatobá do campo, jatobá do cerrado, jatobá

Ipomoea cairica2

Convolvulaceae

Corriola, jetirana, ipoméia

Ipomoea chilianta2

Convolvulaceae

Cipó de leite

Jacaranda cuspidifolia1

Bignoniaceae

Ipê azul, caroba, jacarandá de minas, caroba branca, pau- santo

Jacaranda ulei1

Bignoniaceae

Carobinha

Luchea paniculata1

Tiliaceae

Açoita-cavalo, mutamba-preta

Lychnophora pinaster2

Compositae

Espiga-de-ouro, arnica-brasileira, erva-lanceta, arnica-do campo, arnica silvestre, erva-de-lagarto, marcela miúda, rabo de rojão, sapé macho

Malvaviscus arboreus2

Malvaceae

Malvavisco, hibisco colibri

Mirabilis jalapa2

Nictaginaceae

Maravilha

Mussaenda alicia2

Rubiaceae

Mussaenda, rosa arbustiva

Piper aduncum1

Pipperaceae

Caapeba

Pithecolobium incuriale2

Leguminosae - Mimosoideae

Chico pires, anjico rajado

Pseudobombax longiflorum1

Bombaceae

Embiruçu

Qualea grandiflora1

Vochysiaceae

Pau terra, pau terra do cerrado, pau tucano, pau terra da folha grande

Senna alata1

Caesalpinoideae

fedegosão, dartrial, fedegoso, gigante, mangerioba grande (Ceará), café beirão, mata pasto (Amazonas), mata pastão (Bahia), maria preta (Minas Gerais)

Solanum aculeatissimo2

Solanaceae

Joá, juá

Solanum lycocarpum1

Solanaceae

Lobeira, fruto de lobo, beringela do cerrado, jurubebão

Sonchus oleraceus2

Asteraceae

Chicória brava, ciúmo, serralha, serralha branca, serralheira , serralhalisa, serralha verdadeira

Sphagneticola tribulata2

Asteraceae

Margaridão, mal-me-quer, malmequer do brejo, picão da praia, vedelia

Spiranthera odoratissima1

Rutaceae

Manacá

Stryphnodendron polyphyllum1

Fabaceae

Barbatimão

Styrax ferrugineus1

Styraceae

Laranjinha do cerrado

Tabebuia impetiginosa1

Bignoniaceae

Ipê roxo, pau d’arco

Tabebuia ochracea1

Bignoniaceae

Ipê amarelo, ipê cascudo, tarumã, ipê do cerrado

Tabela 2. Continuação


Táxons


Família

Nome vulgar





Tecoma stans1

Bignoniaceae

Ipê amarelo de jardim, caroba amarela, guarã-guarã




Tibouchina stenocarpa1

Melastomataceae

Quaresmeirinha

Triplaris brasiliana1

Polygonaceae

Pau-formiga, pau de novato, novateiro de mato grosso, formigueiro, Novateiro, pau de formiga

Vernonia ferruginea2

Asteraceae (Compositae)

Assa-peixe

Xylopia aromatica1

Annonaceae

Pimenta de macaco, pimenta de negro, pachinhos, esfola bainha

Zinnia elegans2

Asteraceae

Capitão, moça e velha, canela de velha, zínia

As plantas tóxicas obtida no levantamento bibliográfico apresentaram 30 espécies, pertencentes a 26 gêneros e 22 famílias (tabela 1).

Após o cruzamento dos dados descritos nas duas tabelas, constatou-se coincidência apenas para a espécie Stryphnodendron polyphyllum (barbatimão) pertencente à família Fabaceae.
CONCLUSÃO

A introdução de espécies vegetais e animais, as mudanças climáticas e o processo evolutivo de polinização e defesa das plantas podem ser fatos que explicam a possibilidade de substâncias como o néctar e o pólen serem tóxicos para as abelhas.



Os resultados obtidos demonstram baixo risco de mortalidade para as abelhas nativas do Meliponário Laura Chaer, porém há necessidade de se atualizar o banco de dados das plantas floríferas do Campus II e substituir as plantas exóticas e nativas de outros biomas por nativas do Cerrados.
BIBLIOGRAFIA
ADLER, S. A. 2000. The ecological significance of toxic nectar. Oikos, n.91, p.409-420.
BARKER, R. J. Poisoning by plants. 1990. 2.ed, London: Cornell University Press, p.309-315.
BARTH, F. G. 1991. Insects and flowers - the biology of a partnership. Princeton University Press, Princeton.
BUENO, O. C.; HEBLING-BERALDO, M. J. A.; SILVA, O. A.; VIEIRA, P. C. 1990. Toxic Effect Of Plant On Leaf-Cutting Ants And Their Symbiotic Fungus. In: VAN DER MEER, R. K.; JAFFE, K.; CEDENO, A. (Org.). Applied myrmecology: a world perspective. Boulder, Colorado, USA, p.420-426.
CARVALHO, A. C. P. & MESSAGE, D. 2004. A scientific note on the toxic pollen of Stryphnodendron polyphyllum (Fabaceae, Mimosoidae) wich causes sacbrood-like symptoms. Apidologie, v.35, p.89-90.
CARVALHO, C. A. L., de. 1999. Plantas visitadas por Apis mellifera L. no vale do rio Paraguaçu, Município de Castro Alves, Bahia. Revta brasil. Bot., São Paulo, V.22, n.2(suplemento), p.333-338, out.
CLINCH, P. G.; JONES, T. P.; FORSTER, I. W. 1972. Effect on honey bees of nectar from the yellow Kowai. New Zwaland Journal of Agricultural Research, v.15, p.194-201.
EL-SAYED, N. H.; SOHER, E. A.; MASOUD, R. A.; MABRY, T. J. 1997. Flavonoids of Lonchocarpus speciosus. Asian Journal Chemistry, v.9, n.4, p.738-741.
JONES, T. P & LINE, L. J. S. 1962. Poisoning of honey bees by nectar from the Karaka tree (Corynocarpus laevigata). New Zwaland Journal of Agricultural Research, v.5, n.5/6, p.433-436.
KERR, W. E. 2001. Aspectos pouco mencionados da Biodiversidade Amazônica. in Parcerias Estratégicas, nº 12 (set. 2001) Brasília: (Ministério da Ciência e Tecnologia Centro de Estudos Estratégicos).
LORENZI, H. 1992. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 352p.
MESSAGE, D. 1997. Management and disease problems of africanized bees in Brazil. Londres: The Central Association Of Bee-Keepers. 15p.
NAUMANN, K. & ISMAN, M. B. 1996. Toxicity of a neem (Azadirachta indica A Juss) insecticide to larval honey bees. American Bee Journal, v.135, n.7, p.518-520.
ROBINSON, F. A. & OERTEL, E. 1975. Sources of néctar and pollen. In: ATKINS, E. L. (Ed.). The hive and the honey bee. Hamilton: Dadant and Sons, p.283-302.
Sano, S. M.; Almeida, S. P. de. 1998. Cerrado: ambiente e flora. Planaltina: Embrapa - CPAC. 556 p.
SCHMUTTERER, H. & HOLST, H. 1987. On the effect of the enriched and formulated neem seed kernel extract AZT-VR-K on Apis mellifera L. Journal of Applied Entomology, v.103, n.2, p.208-213.
SHARMA, O. P.; RAJ, D.; GARG, R. 1986. Toxicity of nectar of tea (Camellia thea) to honeybees. Journal of Apicultural Research, v.25, n.2, p.106-108.
SINGH, G. & UPADHYAY, R. K. 1993. Essential oils: A potent source of natural pesticides. Journal of Scientific Industrial Research , v.52, n.10, p.676-683.
SOUTHWOOD, T. R. E. 1986. Plant surfaces and insects – an overview. In: JUNIPER, B. & SOUTHWOOD, T. R. E. (Eds.). Insects and the plant surface. London: Edward Arnold. p1-22
ZWÖFLER, H. 1982. Patterns and driving forces in the evolution of plant-insect systems. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM OF PLANT- INSECT RELATIONSHIPS, 5., 1982. Wageningen, The Netherlands. Wageningen: p.287-296.


1 Programa de Mestrado em Ecologia e Produção Sustentável, universidade Católica de Goiás, bozza@ucg.br

2 Instituto do Trópico Subúmido, Meliponário Laura Chaer, Universidade Católica de Goiás – Campus II

3 Centro de Biologia Aquática, Universidade Católica de Goiás – Campus II, garro@ucg.br

: files -> journals
journals -> Medidas de dureza vickers na superfície de blocos de resina fenólica com canais endodônticos simulados
journals -> Relação entre ritmo acentual e escrita nas sessões de chat Resumo
journals -> Título do artigo (Arial 26)
journals -> Inativação dos fatores antinutricionais que compõem o grão de soja e perdas no processo de extrusão Resumo
journals -> Obtenção de hidrolisados de concentrado proteico de soro de leite com atividade inibitória da enzima conversora de angiotensina: Ação das proteases do Bacillus licheniformis e do Aspergillus oryzae
journals -> Modelo de Formação dos Artigos para o tic'2005
journals -> O desenvolvimento motor e benefícios das crianças de 06 Á 08 anos que praticam karate
journals -> ObtençÃo de hidrolisados protéicos de feijão com baixo teor de fenilalanina
journals -> Considerações sobre as regras fundamentais da sucessão legítima
journals -> Modelo para elaboraçÃo e formataçÃo de artigos científicos




©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal