Lesões do ombro: suas relaçÕes com o trabalho



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SINDROME DO MANGUITO ROTADOR: sua relação com o trabalho

Rachel Martins Candeia (1); Arthur Moreira Lucas de Lacerda (2); Cidália de Lourdes de Moura Santos (3); Nilma Maria Uchoa de Medeiros (5)



Centro de Ciências Médicas/Departamento de Promoção à Saúde/PROBEX

Introdução: As patologias do ombro estão enquadradas nas LER/DORT’s, quando o nexo entre o trabalho e a lesão ocorrerem. O manguito rotador é composto pelos músculos supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular e tem como função estabilizar o úmero na cavidade glenoide. Segundo Almeida et al. (2008) as lesões do manguito são responsáveis por cerca de 27% dos afastamentos do trabalho. A estrutura mais sobrecarregada é o tendão do supra-espinhoso por estar entre o acrômio e a cabeça do úmero, sofrendo compressões durante os movimentos de abdução ou flexão dos braços (OLIVEIRA, 2010). Para Budoff et al (1998), até 95% das anormalidades do manguito são secundárias a trauma, sobrecarga em tensão ou excesso de uso. O principal sintoma é a dor durante a abdução e flexão do braço maior que 60º. O tratamento baseia-se no uso de antiinflamatórios, mudança de função no trabalho, fisioterapia, reeducação postural, cirurgia e correção da tarefa.

Objetivos: Buscar na literatura os processos de trabalho que contribuem para o surgimento das lesões no manguito rotador.

Métodos: Foram pesquisados artigos, revistas e sites científicos.

Resultados: Segundo Mendonça et al. (2005) movimentos repetitivos, posturas que mantinham o braço elevado acima de 30º por metade da jornada de trabalho e flexão do ombro entre 30º a 90º e o cotovelo nas posições de 0º a 90º estão entre os fatores de risco. Oliveira et al. (2010) colocam o trabalho repetitivo sem descanso, em posturas inadequadas, carga estática mantida, monotonia na realização da tarefa, jornadas prolongadas, trabalhos em ambientes frios, ruidosos e mal ventilados como fatores de riscos. Dentre as funções mais comprometidas estavam enfermeiras, pedreiros, perfuradores, operadoras de costura, carteiros, caixas, etc.

Conclusão: Observou-se que as lesões do ombro acontecem com mais frequência em ocupações que exijam elevação repetida do braço associado à força e posição estática desse, estresse, entre outros, principalmente devido à compressão das estruturas durante os movimentos de abdução e flexão dos braços, quando ultrapassam o limite de 60º. Uma avaliação ergonômica dessas atividades para as correções devidas juntamente com treinamento e educação dos trabalhadores são condutas principais na prevenção dessas patologias.

Palavras-chave: Síndrome de impacto do ombro. LER/DORT. Síndrome do manguito.


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