"La tragedia Latinoamericana es la dictadura económica que padecemos"



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Encontro12.10.2018
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A tragédia Latinoamericana é a ditadura econômicas que padecemos”.
O III Encontro Latinoamericano de Empresário que se reuniu na cidade de Manágua, em 17 e 18 de fevereiro de 2000, com a partcipação dos delegados ANIT - Associação Nacional da Indústriais de Transformação, no México; CIVES - Associação Brasileira dos Empresários da Cidadania, no Brasil; APYME - Assembléia de Pequenos e Médios Empresários da Argentina e o Bloco de Empresários da Frente Sandinista de Libertação Nacional, da Nicarágua que, em conformidade com os fundamentos da ALAMPYME junta-se a partir de agora.
Declaram:

O aprofundamento das políticas do neoliberalismo e da globalização na América Latina continua levando a falência dezenas de milhares de industriais, comerciantes, agricultores e prestadores de serviços. Enquanto os empresários sobrevivem em um verdadeiro estado de emergência e de desamparo.

O neoliberalismo desqualificando o argumento de interesse do Estado, poderia projetar o cenário perfeito para a concentração e centralização de riquezas. Ainda aparente indiferença à crueldade da exclusão, da marginalização e morte social e física das pessoas e das empresas nacionais que são a maioria das sociedades, nos perguntamos se algo fica de democracia verdadeira nos governos dos nossos países transformados em meros adminsitradores das ordens do poder econômico.
Considerando:

Essa imoral dívida externa na América Latina, longe de abaixar, conforme o prometido com a privatização, cresceu ao valor incalculável,e temos sido acorrentados aos governos dos países desenvolvidos e organismos internacionais de gestão para a consolidação, como nunca até agora, a nossa dependência total.

Que a entrada indiscriminada das importações tem como único teto a profunda recessão em que vivem os nossos povos, tendo quebrado e decomposto a produção nacional interna a tal ponto que não somente assistimos ao fato de que as operações as dos países desenvolvidos são responsáveis ​​por mais volume de comércio internacional, mas que avançam sobre os produtos tradicionais e o que resta da nossa indústria,se servem das PyMES nos seus próprios países para realizar a destruição das nossas indústrias.

As taxas de financiamento de recursos escassos que são destinados a nois viram expropriatórias.


Além da abertura política para acabar com o que resta da banca nacional e de estimulo para que reine a banca usureira e perversa que só empresta para as pessoas que mais tem e permanentemente está drenando o lucro que se obtém para o exterior.

Que a política tributária é cada vez mais cúmplice nas grandes cidades durante a sua aplicação ao setor MIPyME viro um terrorismo fiscal literal.


Que, como mencionado acima, os estados nacionais estão interessados e ​​ausentes, protegidos em desapropriar o seu pensamento único e uma conseqüência fatal de fazer muitos sujeitos cidadãos críticos, no "bum" da globalização que, teve certamente um avanço tecnológico acelerado, sempre existiu e sempre teve para os ricos e proteção do mercado que tem vindo a substituir o Estado como impõe a idéia de que "e o distribuidor natural e justo das riquezas”.
Nós concluímos que a América Latina sofre escondido no bom nome da democracia, uma tragédia de magnitude, cujo nome não é outro se não a ditadura econômica.

Esta trágica condição é agravada pelo fato de que os tempos que os políticos honestos necessitariam para reverter, pelo menos em parte essa situação, são muito mais demorados que o que os empresários precisam para evitar a destruição de suas unidades produtivas.

Deixar de serem espectadores da nossa própria espécie e produzir o crescimento de cada uma das nossas organizações, acrescentando empresários com compromisso social. Fortalecer e ampliar nossas alianças estratégicas para atingir em nossos países governos democráticos.
Promover ações que pressionam os atuais governos para produzir troca de rumo possível no estado atual das coisas.

Finalmente, os países membros da ALAMPYME até o início dessas decisões, homens e mulheres, representando o Brasil, México e Argentina, saúdam à incorporação de Nicarágua e juntos anunciam que, longe de rentabilidade e luxúria sem limites do mercado, nossas ações são fundamentais para o desenvolvimento social sustentável, favorecer o rápido desenvolvimento de nosso mercado interno, tendo como objetivo social o setor mais atingido pela globalização, os trabalhadores marginais que estão no mercado da MIPyMES. Em qualquer lugar , que pretende ter um desenvolvimento sustentado, necessariamente crescerão os produtores de nosso setor.


Anexo Operacional

Divulgar este documento com uma abordagem abrangente para todos os níveis de governo, sindicatos, meios de comunicação privados.

Fortalecer nossas instituições em cada país.

Fortalecer as relações já estabelecidas.



Estender o mesmo aos outros países da América Latina.

Realizar durante o ano, reuniões de trabalho na região norte e do sul do continente para facilitar a participação de novas nações e agilizar a nossa gestão.




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