Instruções para preenchimento do Informe Epidemiológico Semanal



Baixar 26.34 Kb.
Encontro23.09.2019
Tamanho26.34 Kb.

Instruções para preenchimento do Informe Epidemiológico Semanal

Formato 1: Informação sobre notificações de rebanhos com sinais clínicos compatíveis com doenças vesiculares, nervosas, hemorrágicas do suíno e respiratórias/nervosas em aves.
O Formato 1 deve conter a informação sobre cada uma das notificações recebidas pelo Serviço de Atenção Veterinária de seu estado.

Cada atendimento feito pelo serviço oficial, em resposta a uma notificação de uma suspeita de doença com sinais clínicos compatíveis com as síndromes acima, deverá ser registrado e informado, independentemente do fato da suspeita ser fundamentada ou não, consignando-se, neste caso, a conclusão no campo “11- Diagnóstico Final”.

  1. Unidade Informante: foi padronizado um formato para os Informes Semanais que os Órgãos Executores de cada estado devem enviar ao DSA (somente para estados que ainda não têm autonomia para registro no sistema). No entanto, para fins práticos, ele pode ser utilizado pelas diferentes estruturas dos Serviços Estaduais de Atenção Veterinária para trasladar a informação desde as Unidades Veterinárias Locais até o nível central:

  • assinalar a quadrícula correspondente ao tipo de unidade informante, identificando-a no campo 1a – Nome:

  • indicar o número total de Unidades Veterinárias Locais subordinadas à Unidade Informante em questão e o número das que enviaram o correspondente Informe Semanal no campo 1b – Número de Unidades Locais informantes: ___ de um total de ____

  1. Informe Semanal Número: a cada semana do ano calendário, e de acordo com o estipulado para cada unidade informante, deverá ser enviado ao nível hierárquico superior um Informe Semanal reportando a ausência de notificações ou todas as notificações que sensibilizaram o sistema estadual de vigilância epidemiológica. Indique no campo 2- Informe Semanal Número: o número da semana do ano calendário correspondente ao Informe Semanal e no campo Ano: o seu ano de referência. Atenção: o primeiro Informe Semanal estadual será aquele correspondente à primeira quarta-feira do ano, conforme calendário enviado anualmente.

  2. Sem Novidade para: assinalar a quadrícula ou quadrículas correspondentes aos quadros clínicos para os quais o sistema de informação e vigilância não registrou notificações.

4- Notificação: indicar o Tipo VE, NE, HE ou RNA, se a notificação classifica-se pela presença de sinais clínicos compatíveis com doenças vesiculares (VE), hemorrágicas do suíno (HE), nervosas (NE) ou respiratórias/nervosas em aves (RNA) respectivamente, a data em que foi feita a notificação no campo DATA e no campo Origem qualifique a fonte que originou a notificação, segundo os seguintes critérios:

Proprietário (Pp), Terceiros (Te), Vigilância ou Investigação Epidemiológica (Ve).

5- No de Identidade do Evento: indicar o número único de identificação para eventos sanitários utilizado pelo Serviço de Atenção Veterinária do Estado, também conhecido como número do foco. Deverá ser adotada a numeração com 11 dígitos, baseada no código de municípios do IBGE, segundo determinado pelo OFÍCIO CIRCULAR DSA Nº 94/ 05 de 13/12/2005.

6- Datas: indicar as datas da 1a visita do médico veterinário e do provável início do evento sanitário nos campos 1a Visita e Provável Início, respectivamente.
7- Proprietário e localização geográfica do evento: indicar o nome do proprietário e do município referente à notificação na primeira e segunda linha do campo Nome do Proprietário/Município, respectivamente. No campo Quadrante Estadual informe o código do quadrante do mapa estadual utilizado pelo Sistema de Vigilância em que está localizada a propriedade objeto da notificação. Se a informação sobre as coordenadas geográficas da propriedade estiver disponível, preencher os campos Latitude e Longitude em graus, minutos e segundos.

8- Espécie Afetada: utilizando a tabela de códigos abaixo, indicar as duas principais espécies afetadas na primeira e segunda linha, respectivamente.

Espécie

Código

Espécie

Código

Bovina

bov

Eqüina

equ

Bubalina

bub

Suína

sui

Ovina

ovi

Caprina

cap

Silvestre*

sil

Outra*

out

Aves

avi**





*Nestes casos, nomear a espécie no campo Observações.

**Utilizar as espécies cadastradas no sistema.



9- Data de Envio. Material: indicar, se houve coleta, a data de envio ao laboratório do material coletado para diagnóstico; caso não tenha havido, assinalar s/c no campo.

10- Resultado Laboratorial: indicar, se o resultado de laboratório for conhecido, a data e o resultado propriamente dito nos campos Data e Resultado, respectivamente. Se houve coleta e o resultado de laboratório ainda não é conhecido informe no campo Resultado: Pendente” e deixe o campo Data em branco.

11- Diagnóstico Final: indicar, no campo Diagnóstico, o diagnóstico final e a sua data. Se ainda não disponível, informe “Em Processo” no respectivo campo.

Observações: utilizar este campo para acrescentar qualquer informação que julgue necessária (ex: o nome e a identidade funcional do Supervisor Regional; a ocorrência de notificação para doenças respiratórias de suínos).

12- Folha: indicar o número da folha e o número total folhas que compõem o Informe Semanal no campo: 12 – Folha: ____ de ____

Independentemente da semana epidemiológica em que ocorreram as notificações, até a terça-feira (às 12 horas) de toda a semana do ano calendário, deverá ser enviado ao Serviço de Epidemiologia e Estatística o Informe Epidemiológico Semanal referente, assinalando a ausência de notificações ou listando todas as notificações que sensibilizaram o sistema estadual de vigilância epidemiológica. Neste sentido, as Unidades Regionais deverão estabelecer um dia limite para que, semanalmente, as Unidades Locais enviem seus informes, de tal forma que estas possam condensá-los em Informes Semanais Regionais e enviá-los, por e-mail, ao nível central que elaborará o Informe Semanal Estadual.




©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal