I o envelhecimento no feminino um desafío para o novo milénio 1/ V colecçÃo informar as mulheres n°


MEDIDAS A ADOPTAR E SEUS DIREITOS



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4.1. MEDIDAS A ADOPTAR E SEUS DIREITOS

A saúde deverá ser vista como um recurso de vida quotidiano. Nas questões do envelhecimento, o isolamento das pessoas idosas deve ser o factor "major" a considerar e não a perda de autonomia, pois a grande maioria das pessoas idosas são seres independentes e autónomas. Maggie Kuhman do movimento "Gray Panthers" dizia: uToca-me, as rugas não são contagiosas".

Será o envelhecimento da população uma catástrofe? A verdade é que vivemos mais tempo velhos porque somos velhos mais tarde. Somos velhos mais tarde porque somos doentes mais tarde e somos dependentes mais tarde. Ao viver mais tempo, damos tempo para a oportunidade do aparecimento de novas doenças. Estará o ser humano disponível para ter novas doenças aos 80 anos, como doen­ças retardadas (cancro da próstata), polipatologias, novas doenças (degenerativas e auto-imunes)? Toda a gente deseja viver mais tempo, mas não deseja ser velha/o.

Então o que se sente quando se é velha/o? A resposta mais comum é a de uma irremediável decadência, pronuncio de morte anunciada, sentimento de uma vivência sem esperança ou objectivos. Outra res­posta será a de silenciar os aspectos mais negativos da velhice insis­tindo somente nos positivos. Obviamente que a realidade é muito mais complexa. Toda a experiência de vida supõe uma dimensão negativa que não se pode ignorar e outra positiva não menos real.

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De facto a velhice não é uma etapa de crescimento e depois outra de decadência. É sim uma situação de crescimento e de declí­nio e de algum conflito entre ambos, vivido e sentido pela pessoa que envelhece. Estas duas dimensões de uma mesma vivência ao resulta­rem numa situação de crise, poderão permitir alcançar, por um lado, algum amadurecimento e crescimento psicológicos, numa situação de mais valia, e, por outro lado, a experiência de alguma decadência biológica com perdas sociais, (perda de cônjuges, amigos, etc.), con­secutivas ao inerente avançar dos anos.



Então como é que, através das vivências próprias das pessoas idosas, os outros poderão perceber o que é a velhice? Falta, assim, uma atitude imprescindível, por parte da sociedade, de uma abertura mental e, simultaneamente, de grande disponibilidade indispensável ao conhecimento existencial das pessoas mais velhas.

Infelizmente, apesar dos avanços científicos da Gerontologia (ciência que estuda todas as questões ligadas ao envelhecimento, desde a saúde, doença, problemas sociais, culturais, etc.), a atitude do homem moderno perante a perspectiva da velhice é, ainda, muito estigmatizada como anteriormente foi dito.



O conhecimento que cada indivíduo tem da velhice não é dado pela ciência, mas pela experiência pessoal, pelo contacto que cada um teve ou tem da pessoa idosa mais ou menos próxima, na sua própria família ou na rede social de amigos.

A velhice é pois inerente à condição humana. Bernard Schow afirmou "ser velho é algo natural e universal, haverá alguma alterna­tiva a este fenómeno?". Carl Rogers afirmou: "a ciência existe somente nas pessoas, é no interior de cada um onde o projecto cien­tífico se origina, se realiza, e se conclui". Gerontologista é aquela/e que, possuindo o método científico rigoroso, possui igualmente grande sensibilidade pela ciência da pessoa idosa.

Já afirmámos anteriormente que com o envelhecimento da População surge maior número de doenças crónicas incapacitantes, em cuja temática será imprescindível, por um lado, incluir a pessoa 1(losa como protagonista central no processo de gerir as suas dife-



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rentes patologias, e, por outro lado, fazê-lo igualmente participar em todos os processos de decisão, considerando a família e os outros téc­nicos de saúde como parceiros no processo de prestação de cuidados médicos a realizar.

Será pois fundamental apoiar a pessoa doente na comunidade estabelecendo parcerias entre doentes, familiares e pessoal técnico de saúde, através do recurso a equipas multidisciplinares cujo trabalho se alicerce numa abordagem de continuidade de cuidados integrados, par­tilhando a informação e saberes dos vários intervenientes no processo.

Já vimos anteriormente como certas doenças crónicas poderão ser susceptíveis de prevenção, podendo ser evitadas algumas das suas complicações, sendo por isso fundamental utilizar rastreios e diag­nósticos precoces, como é o caso de certos cancros.

Com efeito, quanto mais elevada é a idade de um grupo, maior é a sua diversidade. Daí as pessoas mais velhas corresponderem ao grupo mais heterogénea em relação a outros grupos etários. Não é igual envelhecer no feminino e no masculino, nem no caso de ser casado ou viúvo, nem quando se tem uma rede social de amigos e vizinhos ou, pelo contrário, se é solitário.

Poder-se-á então pensar em alguns desafios futuros:


  • Integrar as questões do envelhecimento nas políticas sociais

  • Integrar a total participação da pessoa idosa nos seus próprios contextos sociais

  • Promover o crescimento económico sustentável e equitativo

  • Promover a qualidade de vida em todas as pessoas idosas, estimu­lando o mais possível a autonomia e a independência

  • Promover a educação e a formação ao longo da vida

  • Fomentar o associativismo como forma de pressão

  • Estimular o voluntariado

  • Humanizar a prestação de cuidados de saúde/doença

  • Desenvolver redes de suporte no domicílio de uma forma integra e continuada em caso de doenças incapacitantes

  • Estimular as relações intergeracionais pois são um modo de ex cicio da cidadania

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4 2> A SUA INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO

Há mais de um milhão de anos, durante a primeira etapa da nurnanidade, cada pessoa lutava para subsistir e os mais velhos raramente contavam com a devida protecção do grupo e poucos chegavam a atingir os trinta e cinco anos de idade.



Entre os povos nómadas, como os habitantes da Terra do Fogo, as pessoas mais velhas eram vistas como mediadoras entre os vivos e os espíritos. Eram-lhe atribuídos poderes sobrenaturais e eram as pessoas mais velhas que dirigiam os rituais e as cerimónias da comu­nidade. Em muitas tribos africanas, as pessoas mais velhas ainda são veneradas pois acredita-se que elas se encontram mais próximas dos deuses, sendo elas quem se encarrega de interceder junto dos antepassados, em nome dos seus parentes, solicitando-lhes favores e protecção.

O conhecimento transmitido oralmente pelas pessoas mais velhas foi decisivo para o desenvolvimento de civilizações e grandes culturas, como a Maia, a Azteca e a Inca. Nestas sociedades, os idosos tinham a categoria de sábios e eram ao mesmo tempo temidos e obedecidos pelos mais jovens. No continente asiático, que reúne mais de metade da população mundial, é reconhecido o respeito e consi­deração dada aos mais velhos.

A valorização e a integração do saber das pessoas mais velhas constituíram igualmente traços de grande parte das comunidades rurais no mundo ocidental. Contudo, ao longo do século XIX, a gra­dual concentração das populações nas cidades veio trazer profundas iterações nos valores/crenças e nas relações sociais. Após a segunda §uerra mundial estas alterações sofreram um grande incremento. A crescente urbanização e os avanços médicos e sociais contribuíram Para o prolongamento da vida humana, bem como para o aumento 0 número de pessoas idosas no mundo ocidental, gerando ao esmo tempo transformações, tanto a nível económico, político e Clal como nas relações das pessoas mais velhas com os elementos a Sua própria família.

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Actualmente, a família constitui, nos centros urbanos, uma das principais fontes de atenção e de apoio dado às pessoas mais velhas, situação ainda mais visível nos casos de dependência física. Nestas situações, quando não há capacidade por parte dos elementos da família de assegurar o cuidado dos/as idosos/as, torna-se inevitável a institucionalização.

Estudos feitos na Holanda, revelam que a solidariedade entre pais e filhos depende, nos dias de hoje, mais da qualidade dos laços afectivos e sentido de dever, do que propriamente de factores como a riqueza, as tradições ou as aptidões pessoais. Em muitos países da Europa, os mais velhos preferem geralmente, em caso de necessidade assistencial, recorrer aos seus familiares, em vez das instituições -lares, clínicas, centros de dia, etc. Outros optam por se organizar em grupos com conhecidos e amigos, normalmente pessoas com idades semelhantes, vivendo assim em residências próprias com sistemas de auto-ajuda. Nos Estados Unidos da América, o aumento de número de reformados criou uma nova categoria de cidadãos denominados "Senior Citizens", que frequentam normalmente clubes próprios como os "golden age clubs". Aí realizam actividades diversificadas, criando novas relações de amizade que são importante fonte de apoio e de afectos para aqueles que se relacionam pouco ou nada com os seus familiares.

Nos países mais desenvolvidos como os Estados Unidos da América, Canadá e Holanda, o grupo dos mais velhos está a ser cada vez mais valorizado como recurso humano, como força dinâmica e de potencial para o desenvolvimento da própria sociedade. São cada vez mais reconhecidos pelo seu próprio potencial, em programas sociais e culturais das comunidades em que se inserem. Eles dispõem oe tempo, de instrução e têm grande interesse em comunicar com ° outros prestando serviços à comunidade.

Na Península Ibérica, existem programas piloto de alojamen de jovens estudantes em casa de pessoas idosas, bem como resio cias tuteladas que formam uma autêntica comunidade, que é ap da por serviços sociais das câmaras, autarquias e outras instituiÇ



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Importante são também os programas sociais dirigidos às pessoas idosas que vivem sós, ou que se sentem sós e deprimidas, como "Amigos por correio"; "Apaziguamento telefónico", "Adopte um avô", "Serviços a viúvas", "O telefone de ouro", etc. Este tipo de ini­ciativas procura alternativas para evitar a institucionalização dos mais velhos. Programas conhecidos como "Avós adoptivos para mães sós", "Padrinhos de deficientes", "Ajuda a menores" - no caso de situação irregular com problemas de aprendizagem ou incapacidade são alguns exemplos.

Os governos deverão estar interessados em proporcionar siste­mas de apoio à família, para que esta possa cuidar dos seus idosos a fim de evitar o internamento em lares.

Em Portugal criaram-se as Universidades Seniors, e em Espanha, a "Universidade da Experiência", da Universidade Pontifícia de Salamanca, cujo principal objectivo, é fazer descobrir nas pessoas mais velhas que foram elas os principais responsáveis pelo actual desenvolvimento da sociedade, aprendendo ao mesmo tempo a serem participativas e úteis na nova etapa de vida que estão a viver. Manter a mente activa é essencial para que cada pessoa se sinta útil do ponto de vista intelectual e emocional e ao longo de toda a vida. Contudo, algumas pessoas mais velhas mostram alguma dete­rioração mental, perdendo alguma capacidade de atenção, memória e concentração e, até mesmo, de interesse por aquilo que se passa à sua volta. Estas pessoas tornam-se menos flexíveis nas suas atitudes, deixando de se interessar por viver novas experiências. Será, contudo, importante afirmar que na ausência de doença, esta deca­dência não deverá ser atribuída ao envelhecimento, mas sim a hábitos mentais preguiçosos adquiridos ao longo dos anos. A mente tornar-se-à assim lenta e incompetente por falta de novos objectivos e estímulos.

Preparar-se para uma velhice mentalmente activa é um processo

" e deve ocupar toda a vida e que exige que se cultive constante-



ente o potencial intelectual e emocional. É importante estimular a

lvidade mental pois é uma forma de manter cada pessoa preparada

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e atenta ao mundo que a rodeia, prevenindo a ansiedade e a depres­são que, com tanta frequência, atingem as pessoas mais velhas. Estimular a actividade mental é, por isso, um factor importantíssimo a ter em conta a quando da reforma ou da aposentação.

Algumas ideias para potenciar um envelhecimento feliz e criativo:

  • Relacione-se com pessoas mais jovens, pois isso constitui uma exce­lente fonte de estímulos mentais e emocionais

  • Empreenda actividades criativas que possa partilhar com os outros, como cozinhar, pintar, viajar, etc.

  • Realize actividades que tenham por principal objectivo a felicidade dos outros

  • Assista a escolas de educação para adultos, a cursos e conferências sobre temas vários

  • Cultive actividades intelectuais como jogar xadrez, fazer palavras cruzadas, etc.

  • Mantenha a sua mente aberta à mudança, reavaliando as suas próprias atitudes e comportamentos face aos outros

  • Melhore o que acha que tem de melhorar

  • Participe como activista na defesa dos direitos dos mais velhos, em debates, em associações de idosos, etc.

  • Desenvolva interesses fora de casa, como serviços de voluntariado e participação em projectos de serviços à comunidade, como sejam os desenvolvidos pelas associações locais e organizações não gover­namentais

  • Cuide da sua saúde, fazendo visitas periódicas ao seu médico de família

  • Não deixe que as queixas ou as dores se tornem uma obsessão

  • Faça exercício físico com regularidade e distraia-se

  • Goste de si mesmo/a

  • Olhe para o futuro com uma visão optimista, planificando-o de modo a atingir os seus objectivos

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CONCLU|ÕES

O envelhecimento da população é um fenómeno social recente, nomeadamente nas sociedades pós-industriais, emergindo como uma questão da sociedade actual, de responsabilidade colectiva, assumindo contornos multifacetados e de resolução complexa do ponto de vista político e institucional.

A gerontologia de hoje exige uma reflexão existencial, colectiva e multidisciplinar sobre a velhice, não pertencendo nem ao presente, nem ao passado, nem ao especialista nem ao leigo, mas antes ao ser humano enquanto tal. Por um lado, pretende-se prolongar a duração da vida evitando a velhice decrépita, dependente e inútil, e por outro lado, viver com maior autonomia física e psíquica, proporcionando a maior qualidade de vida possível. Para isso é imprescindível a adopção de estratégias claras e adequadas à individualidade de cada pessoa idosa, com a definição de prioridades e objectivos, bem como a dis­ponibilidade e a utilização dos recursos necessários.

A carga negativa/estigmas da sociedade em geral é ver a pessoa idosa dependente, que não produz não dando por isso rendimento, é altamente cansativa, é repetitiva, perdeu amizades, sentindo-se, mui­tas vezes, só e isolada da família e da sua comunidade.

O principal desafio do envelhecimento é viver com a máxima autonomia e independência possíveis, sendo para isso essencial a promoção do envelhecimento activo, ou seja, optimizar as condições favoráveis de saúde, bem como de participação ou intervenção, da pessoa idosa no(s) contexto(s) em que vive.

Envelhecer é um percurso que se desenrola por caminhos estreitos nos quais a autonomia, a integração, a participação e a ocupação da pessoa idosa deverão ser vistas de uma forma global e globalizante, entre a pessoa que envelhece e o meio social, familiar, psicológico, cultural e ambiental que a envolve.

A cidadania passa pela participação individual de cada um e cada uma, no seu local de trabalho, na família e no bairro a que

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pertence. Trabalhar com as pessoas de idade é respeitar a diferença, não supondo apenas a sua protecção, mas antes a sua responsabili­dade como principal actor no percurso na sua vida.

Nesta perspectiva, a pessoa idosa é uma pessoa enquanto projecto, é decididora, simbolizadora, sendo ela, e não terceiros, a escolher a relação que quer estabelecer com os outros, de acordo com opções e necessidades que lhe são próprias, continuando em crescimento e desenvolvimento até ao fim da vida.



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Espanha.

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AGRADECIMENTOS

À Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres pelo convite que me foi dirigido para a realização deste livro e pelo desafio que este representou para mim.



À minha família nuclear pela compreensão e apoio demonstra­dos, à minha irmã Teresa pelos seus pertinentes conselhos e pelas suas preciosas orientações e ao meu cunhado Manuel pelo seu imprescindível apoio informático e à sua disponibilidade sempre presente.

Por fim, ao conjunto de mulheres e homens que têm confiado em mim como profissional de saúde, ao longo da minha vida como médica.



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O Casamento

O Divórcio e a Separação



  • Filhos e Filhas

  • A Viuvez




  • A Adopção

  • O Trabalho Voluntário

  • A Menopausa

  • As Mulheres e o Envelhecimento

  • Violência contra as Mulheres na Família Guia dos Direitos das Mulheres Assédio Sexual no Local de Trabalho Roteiro de Formação Profissional




  • A Prostituição Sexualidade e Planeamento Familiar

  • As Mulheres e as (Tóxico)Dependências As Mulheres e o Vírus da SIDA

  • Os Jovens e a Sexualidade Guia dos Direitos da Maternidade e Paternidade

  • Atravessar a Vida ao contrário: Ser prostituta - Histórias de/a Vida




  • Afinal, o que é a Democracia Paritária?

  • Urgências, Saúde e Violência Doméstica: Uma questão de Vida ou de Morte

• N.° 22 - O Envelhecimento no Feminino - Um desafio para o novo milénio

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