I – preâmbulo


) PATCH CORD - CAT.6 U/UTP ou F/UTP



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12 ) PATCH CORD - CAT.6 U/UTP ou F/UTP


Os Patch Cords deverão possuir as seguintes características técnicas obrigatórias:

  1. Devem atender as recomendações da TIA/EIA-568-C para Categoria 6.

  2. Os patch cords para a conexão dos equipamentos do usuário final devem ser construídos com conectores macho (plug) tipo RJ45 em ambas as extremidades. O cabo utilizado para estes patch cords deverá ser cabo rígido (Unifilar) ou Flexível (multifilar) Categoria 6 de 22 a 24 AWG de cobre em par trançado e ter as mesmas características de desempenho nominal do cabeamento horizontal especificado.

  3. Os contactos dos conectores RJ45 devem ter um folhamento de 50 micropolegadas de ouro, de acordo com a FCC parte 68 subparte F, com sistema antifisgamento e deve ser anexado o catálogo do elemento onde se possa verificar este requerimento.

  4. O conector deve ser desenhado com um mecanismo integral de bloqueio que proteja o ajuste mecânico da conexão (linguetas) contra fisgamento acidental, ao qual depois de haver sido inserido, sirva de proteção para não ser extraído de forma acidental.

  5. O cabo deve ser do tipo LSZH.

  6. Mapa de pinagem T568A / T568B.

  7. Os Plugs devem contar com tecnologia de-embeded de acordo a TIA/EIA 568B.2-10.

  8. Os patch cords deverão ter um sistema que controle a tensão a que se submetem no processo de instalação. Este sistema deve ser parte integral do processo de fabricação do patch cord na planta do fabricante. Este sistema deve preservar o raio de curvatura de 1” ao ser inserido o plug no conector.

  9. Todos os patch cords deverão ser originais de fábrica, elaborados e construídos pelo mesmo fabricante da conectividade e pré-certificados como estipulado na TIA/EIA, e deverão vir em suas bolsas originais de empacotamento tal como saem da fábrica.

  10. Deverão ser certificados UL Listed e ser RoHS, para garantir que os elementos oferecidos tenham sido avaliados por laboratórios. reconhecidos

  11. Os Patch Cords devem ser compatíveis com categorias anteriores (6, 5E, 5 e 3) para o qual deverão contar com uma certificação “component compliance” emitida por algum laboratório independente de provas como UL ou ETL.

  12. Todos os componentes da solução que compõe a solução metálica de cabeamento estruturado, tais como os Patch Panels, Conectores, Cabos metálicos devem ser de um único fabricante, garantindo assim total compatibilidade na instalação dos mesmos.



13 ) CABO DE LIGAÇÃO PARA PAINEL GERENCIÁVEL


  1. Deverão ser entregues todos os cabos e conectores necessários à instalação/interligação do sistema gerenciável, devem ser fornecidos conforme configuração específica do fabricante e nos comprimentos adequados ao correto funcionamento.

  2. Este cabo deverá interconectar os módulos de gerencia dos racks com os Patch Panels Gerenciáveis e/ou Distribuidores Internos Ópticos Gerenciáveis pela parte traseira destes equipamentos.



14) VOICE PANELCATEGORIA 3

Diretiva RoHS


1. Este produto está em conformidade com a Diretiva Europeia RoHS: uma medida restritiva ao uso de metais pesados na fabricação dos produtos e relacionadas à preservação do meio-ambiente.

2. Para caracterizar os produtos que atendem aos requisitos da Diretiva RoHS, Adicionalmente, os cabos e patch cords são identificados por meio da gravação na capa.


Características


  1. Performance garantida dentro dos limites da norma 568 para Categoria 3

  2. Produto com homologação por laboratório de terceira parte

  3. Disponível em 30 ou 50 portas em conectores RJ-45

  4. Compatibilidade com conectores plug RJ-11

  5. Painel em aço com pintura epóxi

  6. Fácil espelhamento dos Blocos 110 IDC

  7. Permite terminação de condutores sólidos de 22 a 24AWG

  8. Atende FCC 68.5 (EMI - Interferência Eletromagnética)

  9. Padrão de pinagem para voz: 2 pares por porta (pinos 3, 4, 5 e 6)

  10. Utilizado com patch cords Voice Adapter Cable, de 1 ou 2 pares.



15 ) PONTO DETERMINAÇÃO ÓTICA


Todos os componentes ópticos de conectividade (cabos multivias, cabos trunk, cabos fanout, cordões ópticos, DIO’s, etc.) devem ser fornecidos por um único fabricante para assegurar a perfeita interoperabilidade dos produtos, bem como o desempenho dos mesmos.

A solução óptica será composta por distribuidores internos ópticos (DIO), cabos ópticos, cordões ópticos, adaptadores ópticos e demais componentes aplicáveis, com fibras ópticas do tipo OM4, conforme descrito para cada item para garantia de desempenho de 10 Gbps em canais de pelo menos 300m.

A seguir as especificações técnicas mínimas exigidas para os componentes da rede de dados óptica de cabeamento estruturado:

Sistema de Cabeamento Estruturado para instalação em eletrocalhas, calhas armadas ou leitos atuando como ponto de consolidação nos ambientes corporativos e/ou Data Centers.


Descrição:


  1. Ponto de consolidação Metálico-Óptico;

  2. Suporta:

  • 12 posições CAT.5e / CAT.6 / Cat.6A (UTP ou FTP) ou adaptadores ópticos.

  1. Deve suportar toda a linha de adaptadores ópticos;

  2. Deve ser compatível com os mesmos módulos metálicos utilizados em outros acessórios como Patch Panels;

  3. Deve ser compatível com solução óptica pré-conectorizada;

  4. O corpo deverá ser de aço Inox, ou material termoplástico de alta resistência;

  5. Deverá possuir entradas traseiras e entradas laterais;

  6. Deve acompanhar o produto:

    1. Tampas superior;

    2. Etiquetas para identificação.

    3. Suporte 90° para instalação em eletrocalhas.

    4. Acessórios de ancoragem e acomodação.

A instalação deve ser feita em eletrocalhas, calhas armadas ou leitos.

16) MÓDULO LOCAL COM WEB-EMBUTIDO PARA GERENCIAMENTO


Os Módulos de Gerenciamento deverão possuir as seguintes características técnicas obrigatórias:

  1. Deve permitir montagem em perfis 19 polegadas ocupando somente 1U ou podendo ser instalado na lateral ou acima ou abaixo do rack para evitar a utilização de espaços de rack.

  2. Todas as alterações de interligação de camada física, interrupções devido à retirada voluntária ou acidentes de conexão serão informadas ao operador de sistema através de e-mail ou um tipo de alarme.

  3. O sistema gerenciável de ser capaz de monitorar as conexões entre quaisquer portas dos painéis gerenciáveis, sejam estas portas pertencentes a um mesmo (único) painel os pertencentes a painéis distintos.

  4. O fabricante deverá contar com certificação IS0 9001 e ISO 14001 vigente.

  5. Display com suporte e apresentação em língua Portuguesa.


DOCUMENTO II

ATIVOS DE REDE


1) SWITCH DE REDE DE ACESSO



Características Físicas

  1. Os switch de acesso ofertados devem ser do mesmo fabricante do switch core.

  2. Deve possuir estrutura do tipo desktop, para instalação em rack padrão EIA (19”) e possuir kits completos para instalação;

  3. O equipamento ofertado deve ser novo e em plena fabricação. Não serão aceitos equipamentos com avisos de “End of Life” emitidos pelo fabricante;

  4. Deve ser do tipo “empilhável” através de interfaces específicas para este fim e com uma capacidade de largura de banda agregada de, no mínimo 40 Gbps para empilhamento;

  5. Deve permitir que seu empilhamento seja realizado por caminhos redundantes bidirecionais, de forma que a interrupção de uma conexão de stack ou desligamento de uma unidade não cause a ruptura do conjunto;

  6. Deve permitir o empilhamento de, no mínimo, 08 unidades e implementar o gerenciamento da pilha através de um único endereço IP;

  7. O equipamento deverá ser fornecido com todo hardware, software, e cabos necessários para o empilhamento. Os cabos de empilhamento deverão ter comprimento mínimo de 50 cm;

  8. Deve possuir porta de gerenciamento "out-of-band"10/100/1000BASE-T RJ-45, adicional às portas dedicadas a conectividade de usuário

  9. Deve suportar fonte de alimentação redundante ao equipamento, que opere com tensões de entrada entre 100 e 240 VAC e suporte frequência entre 50/60 Hz;

  10. Deve implementar alimentação elétrica pelo cabo ethernet (Power over Ethernet) atendendo os 02 (dois) padrões abaixo:

  1. IEEE 802.3at. (30 Watts por porta 10/100/1000Base-T);

  2. IEEE 802.3af (15,4 Watts por porta 10/100/1000Base-T);

  1. Deve suportar fonte redundante externa ou interna;

  2. Deve possuir no mínimo 370W de "budget" PoE compartilhado entre todas as portas;

  3. Suportar 740W de "budget" PoE compartilhado entre todas as portas. Deve ser possível a entrega dessa capacidade através da instalação de módulos ou fontes de energia adicionais.


Quantidade de Portas

  1. Deve possuir porta console RS-232 com conectores DB9 ou RJ-45;

  2. Deve possuir, no mínimo, 24 portas 10/100/1000Base-T em conectores tipo RJ45;

  3. As portas 10/100/1000 BASE-T devem ser do tipo MDI/MDIX automático;

  4. O produto ofertado deve possuir no mínimo 2 (duas) portas de uplink 1000BASE-X para SFPs com conectores LC. As 2 portas 1000BASE-X não devem operar em modo “combo” com as portas 10/100/1000BASE-T em par trançado;

  5. O produto ofertado deve possuir no mínimo 2 (duas) portas operando a 10Gbps cada dedicadas ao empilhamento. O equipamento deve ser acompanhado do cabo de empilhamento com comprimento mínimo de 1 (hum) metro;

  6. O equipamento deve permitir a formação de pilha contendo pelo menos 8 (oito) equipamentos idênticos;

  7. Todas as portas devem operar simultaneamente. Dessa forma, o equipamento deve possuir ao menos 24 (vinte e quatro) portas para a conectividade de usuários, 2 (duas) portas de uplink e 2 (duas) portas para empilhamento;

  8. A topologia do empilhamento deve ser do tipo anel;

  9. O equipamento deve permitir a instalação de no mínimo 02 duas portas de uplink 10G BASE-X para SFP+ com conectores LC. Tais portas podem ser instaladas através de módulo adicional interno substituição das portas 1000 BASE-X ou ativação de licença de software. Essas portas não devem substituir as portas de empilhamento solicitadas.


Capacidade e Performance

  1. Deve possuir capacidade de throughtput de, no mínimo, 95 Mpps por unidade da pilha;

  2. Deve possuir capacidade de switching de, no mínimo, 128 Gbps por unidade da pilha;

  3. Deve implementar tabela de endereçamento para, no mínimo, 12.000 endereços MAC;

  4. Deve implementar, no mínimo, 1.000 VLANs ativas (IEEE 802.1Q) por unidade ou por pilha;

  5. Deve permitir, no mínimo, 4.000 identificadores de VLAN (VID) por unidade ou por pilha;

  6. Deve suportar, no mínimo, 1000 rotas estáticas;

  7. O equipamento ofertado deve possuir pelo menos 1.5 MB de buffer interno;


Funcionalidades

  1. Permitir agregação de links conforme o padrão IEEE802.3ad suportando, no mínimo, 8 portas agregadas por grupo LAG e a criação de no mínimo 48 grupos “LAG” por unidade ou por pilha; e permitir que em qualquer unidade os grupos LACP utilizem portas de unidades diferentes da mesma pilha;

  2. Deve implementar espelhamento de tráfego para análise de rede;

  3. Deve implementar gerenciamento via protocolo SNMP v1, v2c e v3. Sendo que para a versão 3 deve implementar autenticação via MD5 e criptografia DES;

  4. Deve suportar o gerenciamento via interface gráfica através de HTTP/HTTPS ou Software de Gerenciamento do mesmo fabricante;

  5. Deve implementar o protocolo de autenticação IEEE802.1x com atribuição dinâmica de VLAN –Deve implementar autenticação MAC;

  6. Deve permitir, no mínimo, 128 instâncias de Spanning Tree Protocol;

  7. O equipamento ofertado deve implementar BPDU Guard e Root Guard;


Protocolos

  1. Deve implementar IEEE 802.1Q (VLAN Tagging);

  2. Deve implementar IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree);

  3. Deve implementar IEEE 802.3x (Flow Control);

  4. Deve implementar IEEE 802.1D (MAC Bridges);

  5. Deve implementar IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree);

  6. Deve implementar IGMP snooping v1, v2 e v3;

  7. Deve implementar Jumbo Frame de até 9.216 bytes;

  8. Deve implementar o padrão IEEE 802.1AB e LLDP-MED;


Roteamento

  1. Deve suportar, no mínimo, 11000 rotas em hardware para IPV4 e no mínimo 1000 rotas para IPV6;

  2. Deve suportar Roteamento RIPv1 e v2;

  3. Deve Suportar Roteamento OSPFv2;

  4. Deve Implementar Roteamento Estático para IPV4 e IPV6;

  5. Deve Suportar VRRP


Qualidade de serviço

  1. Deve implementar IEEE 802.1p (Classificação de tráfego);

  2. Deve implementar Ingress Rate Limiting;

  3. Deve possuir, no mínimo, 08 filas de prioridade por porta, permitindo múltiplos serviços numa mesma porta do equipamento;

  4. Deve possuir no mínimo algoritmo de enfileiramento Strict Priority e Weighted Round Robin e ambos combinados


Segurança

  1. Deve permitir o controle de acesso a rede baseado no endereço MAC;

  2. Deve ser possível configurar explicitamente os endereços MACs que podem ser aprendidos em uma porta do switch;

  3. Deve ser possível informar, por porta do switch, a quantidade de endereços MACs que podem ser aprendidos dinamicamente, devendo permitir a configuração do valor mínimo para 01 endereço MAC;

  4. Deve implementar envio de trap SNMP quando ocorrer uma violação de filtro de MAC das situações acima;

  5. Deve implementar IEEE 802.1X Port-Based Network Access Control de acordo com a RFC 3580;

  6. Deve suportar, no minimo, 03 autenticações por porta;

  7. Deve implementar autenticação de dispositivos através de endereço MAC, realizando a validação do endereço MAC em servidor Radius;

  8. Deve implementar ACL ou outra funcionalidade de filtragem de tráfego por porta TCP/UDP de origem/destino, por endereço MAC de origem/destino e por endereço IP de origem/destino;

  9. O produto ofertado deve permitir a criação de ACLs para a filtragem de tráfego IPv6 baseado no endereço IP de origem e destino, portas TCP e UDP de origem e destino, campo PCP do protocolo 802.1p e campo DSCP do protocolo Diffserv;

  10. Permitir a filtragem do trafego através de pelo menos 2000 (duas mil) regras de ACL (Access Control List);

  11. Deve permitir a limitação do tráfego de broadcast através da funcionalidade “Broadcst Supression” ou similar;

  12. Deve possuir facilidade que permita desabilitar automaticamente uma interface de acesso que esteja recebendo pacotes BPDU (Bridge Protocol Data Unit), através de funcionalidade BPDU Guard ou similar;

  13. Deve implementar funcionalidade que bloqueie a operação de servidores DHCP inválidos (DHCP Spoof Protection ou DHCP Snooping);

  14. Deve implementar funcionalidade de Proteção contra ataque do tipo ARP Poisening

  15. Deve permitir o isolamento de portas pertencente a uma mesma VLAN, através da funcionalidade Private VLAN ou similar;

  16. Deve possuir capacidade de identificar dispositivos de telefonia IP e aplicar automaticamente política de configuração e QoS;


Gerenciamento

  1. Deve implementar SSHv2 para gerenciamento via IPv4 e IPv6;

  2. Deve implementar SNMP v1, v2c e v3, 2) para gerenciamento via IPv4 e IPv6

  3. Deve implementar NTP ou SNTP, 2) para gerenciamento via IPv4 e IPv6

  4. Deve implementar Syslog;

  5. Deve implementar RADIUS Client e RADIUS Accounting;

  6. Deve permitir espelhar simultaneamente os frames recebidos e transmitidos

  7. Deve implementar Telnet, 2) para gerenciamento via IPv4 e IPv6

  8. Deve implementar TFTP, Secure Copy (SCP) ou Secure FTP (SFTP), para gerenciamento via IPv4 e IPv6

  9. Deve implementar CLI;

  10. O equipamento deve permitir configuração automática do seu próprio endereço IP e a seguir carregar automaticamente de um arquivo de configuração pré-definido, usando um servidor DHCP e um servidor TFTP ou FTP;

  11. Deve implementar Sflow ou Netflow v5 ou Netflow v9, para gerenciamento via IPv4 e IPv6

  12. Deve implementar, no mínimo, 04 grupos de RMON – Statistics, History, Alarms e Events;

  13. Deve suportar, no mínimo, 02 imagens do sistema operacional e 01 arquivo de configuração.

  14. Deve possuir as seguintes RFC e MIB:

  15. GVRP – Generic VLAN Registration Protocol ou VTP

  16. RFC 783 TFTP

  17. RFC 854 TELNET Client and Server

  18. RFC 951 Bootp

  19. RFC 1157 SNMPv1/v2c

  20. RFC 1213 MIB-II

  21. RFC 1493 Bridge MIB

  22. RFC 1516 Repeater MIB

  23. RFC 1573 SNMP MIB II

  24. RFC 1643 Ethernet Interface MIB

  25. RFC 1643 Ethernet MIB

  26. RFC 1724 RIP v1/v2 MIB

  27. RFC 1757 RMON MIB

  28. RFC 2068 Embedded HTTP

  29. RFC 2131 DHCP Server and DHCP Relay


Garantias e Suporte

  1. Deve possuir, garantia life time com cobertura de no mínimo 05 (cinco) anos à:

  1. Defeitos em qualquer parte física da unidade incluindo fonte de alimentação e ventiladores;

  2. Sistema operacional “IOS ou firmware” onde deve ser disponibilizado acesso direto ao site do fabricante para download de novas versões que contenham correções e/ou atualizações;

  3. O que o atendimento de primeiro nível pode ser realizado pelo integrador da solução através de telefone 0800;

  4. Deve possuir prazo de reposição de peças em no máximo de até 5 dias úteis a partir da abertura do chamado durante o período de garantia.






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