Hanseníase ministério da saúde gabinete do ministro


ANEXO 2 INDICADORES BÁSICOS



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ANEXO 2 INDICADORES BÁSICOS

QUADRO 2 INDICADORES OPERACIONAIS



INDICADORES OPERACIONAIS

CONSTRUÇÃO ( ,


PARÂMETROS

1.Percentagem de casos novos diagnosticados no ano que iniciaram poliquimioterapia padrão OMS




Casos novos diagnosticados que iniciaram PQT/OMS no ano

X 100


Medir a qualidade do atendimento dos serviços de saúde

Bom ³ 98%

Regular 90|¾ 98%

Precário








Total de casos novos diagnosticados no ano










2.Percentagem de casos novos diagnosticados no ano com grau de incapacidade física avaliado




Casos novos diagnosticados no ano com grau de incapacidade avaliado

X 100


Medir a qualidade do atendimento dos serviços de saúde

Bom ³ 90%

Regular 75 |¾ 90%

Precário








Total de casos novos diagnosticados no ano










3.Percentagem de cura entre casos novos diagnosticados nos anos das coortes (*)

Casos novos diagnosticados nos anos das coortes e curados até 31/12/ano de avaliação

X 100


Avaliar a efetividade dos tratamentos

Bom ³ 90%

Regular 75 |¾ 90%

Precário











Total de casos diagnosticados nos anos das coortes










4.Percentagem de casos curados no ano com grau de incapacidade físico avaliado




Casos curados no ano com grau de incapacidade física avaliado por ocasião da cura

X 100


Medir a qualidade do atendimento dos serviços de saúde

Bom £ 90%

Regular 75|¾ 90%

Precário








Total de casos curados no ano










5.Percentagem de abandono de tratamento entre os casos novos diagnosticados nos anos das coortes (**)




Casos novos diagnosticados nos anos das coortes que abandonaram o tratamento ou estão em situação ignorada em 31/12 do ano de avaliação

X 100


Medir a capacidade dos serviços em assistir aos casos de hanseníase

Bom £ 10%

Regular 10 ¾| 25%

Precário 25%








Total de casos novos diagnosticados nos anos das coortes










6.Percentagem de abandono do tratamento na prevalência do período




Casos existentes residentes (em registro ativo) não atendidos no ano de avaliação + saídas administrativas no ano de avaliação

X 100


Medir a capacidade dos serviços em assistir aos casos de hanseníase

Bom £ 10%

Regular 10 ¾| 25%

Precário 25%








Total de casos existentes residentes (em registro ativo) em 31/12 do ano de avaliação + total de saídas do registro ativo no ano de avaliação










7.Percentagem de examinados entre os contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados no ano




Contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados no ano, que foram examinados

X 100


Avaliar a execução da atividade de vigilância de contatos

Bom ³ 75%

Regular 50 |¾ 75%

Precário








Total de contatos intradomiciliares de casos novos diagnosticados no ano










8.Proporção de municípios com ações de controle implantadas




Número de municípios com ações de controle implantadas

X 100


Medir a cobertura territorial das ações de controle

Bom ³ 75%

Regular 75 ¾| 60%

Precário








Número total de municípios










9.Proporção da população coberta pelos ações de controle (**)




População coberta pelas ações de controle

X 100


Medir a cobertura populacional das ações de controle

Bom ³ 90%

Regular 75 |¾ 90%

Precário








População total residente










10.Proporção de unidades de saúde da rede básica que desenvolvem ações de controle




Número de centros de saúde, postos de saúde e unidades de saúde da família, cadastrados no SUS, que desenvolvem ações de controle da hanseníase

X 100


Medir a cobertura institucional das ações de controle

A definir









Número total de centros de saúde, postos de saúde e unidades de saúde da família cadastrados no SUS












FONTE: Sinan SES




ANEXO 3 - DEFINIÇÕES DE TERMOS

IMPORTANTES PARA A CONSTRUÇÃO DOS INDICADORES

Saída administrativa (antiga alta estatística) - retirada do paciente do registro ativo de hanseníase, devido ao abandono ao tratamento, desde que pacientes multibacilares tenham permanecido no registro ativo por pelo menos 4 anos (48 meses) a contar da data do diagnóstico e pacientes paucibacilares tenham permanecido no registro ativo por pelo menos 2 anos (24 meses) a contar da data do diagnóstico.

Abandono do tratamento - Considera-se que o paciente de hanseníase abandonou o tratamento quando não foi administrada nenhuma dose do tratamento preconizado durante 12 meses do ano de avaliação.



Ações de Controle - Atividades relacionadas à detecção de casos de hanseníase, tratamento integral, prevenção e tratamento de incapacidades físicas e vigilância de contatos intradomiciliares (exame dermato-neurológico e vacinação BCG) e educação em saúde.

Município com ações de controle implantadas - Aquele que possui pelo menos uma unidade de saúde, nele sediada, que realize diagnóstico e tratamento (PQT/OMS) dos casos, vigilância dos contatos, prevenção de incapacidade e que disponha de um sistema de referência e contra referência para tratamento de incapacidade, de intercorrências e de complicações, em município vizinho. Consideram-se também como município com ações de controle implantadas, aqueles sem profissional médico e que possuem pelo menos um agente de saúde, ou profissional mais graduado, no município, e capaz de realizar pelo menos suspeição diagnóstica, vigilância de contatos, ministrar tratamento PQT/OMS e que disponha de um sistema de referência estabelecido que assegure a confirmação do diagnóstico, o tratamento de intercorrências e complicações e a prevenção e tratamento de incapacidades físicas em município vizinho. A definição acima se aplica inclusive aos municípios que não diagnosticaram nem trataram nenhum caso de hanseníase durante o ano de avaliação (município em silêncio epidemiológico).


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