Geminiano Cascais Franco



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exemplo, é contra‑indicado em caso de úlcera do estômago

e é incompatível com a tomada de certos medicamentos,

nomeadamente os anticoagulantes.

à aspirina (ou a qualquer outro calmante do mesmo tipo

cujo numero não cessa de crescer), o médico associa ge

A reumatologia

ralmente um «descontractivo muscular» que agirá como

uma espécie de «massagem química». É bom saber que

estes descontractivos podem causar sonolência: se mantiver uma actividade e, sobretudo, se guiar, tenha cuidado!


Os anti‑inflamatórios

Por vezes, isto tudo não basta. Recorre‑se então a medicamentos mais poderosos. E, em primeiro lugar, aos anti‑inflamatórios. Mas estes só serão receitados pelo seu

médico se as outras terapêuticas permanecerem ineficazes,

pois necessitam de uma vigilância muito regular. Distinguem‑se dois tipos de anti‑inflamatórios: os corticóides,

que são derivados da cortisona, e os não corticóides.

Cortisona. Esta palavra assusta. Contudo, milhares de

doentes devem‑lhe a vida. É absolutamente exacto que

a cortisona faz subir a tensão, faz inchar, enerva, atrofia

os músculos, etc. A lista é longa. Porém, repitamo‑lo,

quando o emprego de cortisona se impõe, é preciso utilizá‑la. Ela transforma a vida de certos doentes reumáticos

que, sem ela, ficariam pregados à cama para o resto dos

seus dias. E de resto os médicos dominam bem este produto e estão agora à altura de reduzir ao mínimo os seus

inconvenientes. É receitado com uma precisão que vai até

ao miligrama, em doses que se sabe não oferecerem perigo

para o doente. Se sobrevierem complicações, é sempre


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possível interromper o tratamento e ficar pelos benefícios já adquiridos. De qualquer modo, a cortisona é reservada às formas particularmente rebeldes de reumatismo.

Entre os outros tipos de medicamentos anti‑inflamatórios,

podemos citar a fenilbutazona e a indometacina que são

igualmente muito eficazes.

A s infiltrações
Os medicamentos agem por via geral, o que significa que

depois de absorvidos atingem não só o órgão doente,

mas ainda todas as outras partes do corpo. É claro que

isto não tem consequências para a maior parte dos medicamentos. No entanto, no caso dos anti‑inflamatórios,

podem surgir certas complicações, como vimos. O reumatologista prefere então, em certas circunstâncias, agir

localmente: é a infiltração.


Em que consiste ela? Injecta‑se directamente na articulação um poderoso produto anti‑inflamatório. Este método

apresenta duas vantagens: a acção do produto é mais

eficaz e o resto do organismo é poupado. As injecções

na região vertebral exigem uma técnica minuciosa: Para

serem eficazes, devem fazer‑se numa zona delimitada com

exactidão: ora, esta zona tem uma profundidade de vários centímetros, se bem que a sua largura seja de apenas

alguns milímetros.
Após duas ou três sessões de injecção, os resultados são

amiúde excAentes. Mas cuidado! As injecções destinam‑se


A reumatologia

apenas a uma categoria de doentes: aqueles em que a

absorção de comprimidos não obteve resultados.
A saber: ao contrário do que se poderia pensar, as infiltrações não são particularmente dolorosas. Os pacientes

formam acerca delas uma ideia que não corresponde à

realidade. É bom assinalá‑lo.
175

ortopedia


A ortopedia é a parte da cirurgia que se relaciona com

os ossos e as articulações. Compete ao ortopedista tratar

as lesões que constituem fracturas, luxações e entorses.

Consoante o tipo e o local da fractura, o ortopedista praticará primeiramente a redução da fractura, ou seja, a

disposição dos fragmentos na melhor continuidade anatómica possível. Restabelecer‑se‑á assim a função do



membro.

Esta redução pode fazer‑se por manipulação externa (sob

anestesia, evidentemente). Se tal operação não bastar, o

cirurgião ortopedista recorrerá então a um material apropriado: pregos, parafusos, placas, etc. Em certos casos

(fracuturas do colo do fémur ou artrose da anca, por

exemplo), ele substituirá o conjunto, ou uma parte de um

osso, por uma prótese. Os resultados deste tipo de operação são verdadeiramente espectaculares. Depois de reduzida a fractura, o ortopedista coloca um aparelho de

gesso. É o que se chama a operação de contenção da

fractura. A duração da contenção é extremamente variável, dado que é função do tempo a consolidação da

fractura Oti do entorse ligamentar.

E4
A ortopedia

No que diz respeito à coluna vertebral, é junto do ortopedista que se buscará assistência nos casos de escoliose

ou de cifose graves. Enfim, é a ele que caberá o papel

de aliviar por meio de uma operação simples as dores ciáticas rebeldes.


12

177


acupunctura

Actualmente, o seu desenvolvimento é considerável na

Europa. Muitos cinesiterapeutas e reumatologistas iniciam‑se na acupunctura e reconhecem a sua eficácia.

Este método terapêutica, que data de há cerca de 4000

anos é de origem chinesa. Convém lembrar aqui a teoria

geral em que se fundamenta a medicina chinesa: qualquer

manifestação, seja ela natural, cósmica ou humana, é regida pela lei do ritmo a dois tempos.

Dois princípios opostos e complementares, um activo

(yang), o outro passivo ffin), unem‑se para criar a harmonia universal, o equilíbrio. O ser humano é um universo em miniatura que obedece aos mesmos ritmos, às

mesmas leis que o mundo que o rodeia. Assim, as relações que ele mantém com o cosmos são relações de analogia: na teoria da acupunctura, os quatro membros do



corpo humano correspondem às quatro estações. Doze

linhas percorrem o corpo e os membros. correspondendo

cada uma destas linhas a cada um dos 12 meses do ano.

Tais linhas são denominadas «meridianos». Sobre elas

ordenam‑se 365 pontos muito precisos, tantos quantos os

dias do ano. Ainda sobre estas linhas circula de forma


A acupunctura

contínua uma energia vital. Os 365 pontos de acupunctura

regulam a circulação desta energia.

Quando a circulação de energia se detém, aparece a

doença. A um desarranjo preciso bem localizado corresponde, sobre a superfície do corpo, um ponto não menos

preciso sobre o qual o terapeuta vai agir servindo‑se de

agulhas especiais.

A acção da agulha restabelece a circulação da energia

vital e permite ao paciente recuperar o seu equilíbrio. De

facto, segundo a lei do yin e do yang, a doença pode provir quer de uma carência (yin) quer de um excesso (yang).

Corrigem‑se então os estados de excesso graças a certas

picaduras em determinados pontos e estimulam‑se os estados de fraqueza por meio de outras picaduras noutros

pontos do corpo. A sensibilidade aos métodos da acupunctura é muito diferente de uma para outra pessoa. Todavia, a sua eficácia na cura de certas nevralgias, designadamente a ciática, está doravante provada
* Para ficar a saber mais, é útil ler

* obra do doutor J.‑C. Darras: l'Acupuncture

(Paris, Hachette), e a de C. Brclct‑Ruel:

les Etonnantes Techffiques chinoises (Paris,

Rezz, 1976).
179
A homeopatia

As origens da homeopatia remontam ao médico grego

Hipócrates. Mas é Paracelso (1493‑1541) quem, ao fazer

renascer as ideias de Hipócrates, vai surgir como o verdadeiro precursor em matéria de homeopatia. Na verdade, ele porá em realce os três princípios fundadores

da terapêutica homeopática, a saber: a individualizarão

do doente, a individualizarão do remédio e a lei da similitude.


É Halinemann que, no final do Século das Luzes, funda

realmente a homeopatia como ciência. Em 1740, numa

ocasião em que traduz uma obra médica, impressionam‑no

a descrição das propriedades da quinquina (uma planta

da América Latina de onde se tira o quinino) e a incoerência das explicações que são dadas. Decide experimentar a acção do quinino sobre si mesmo: sente então um

esta& febril idêntico às febres que, justamente, são curadas peão qwnino *. Verifica assim a antiga lei da simili



O quinino é utilizado nomeadamente para tratar

o paludismo.


A homeopatia 181

tude. Esta lei que está na base da homeopatia pode enunciar‑se como segue: «Toda, a substância susceptível de

determinar no homem saudável certas manifestações pode

fazer desaparecer manifestações semelhantes no homem

doente.» Caminhar pelos sulcos da doença para modificar

as reacções do terreno: este método, que pode parecer

paradoxal, é exactamente aquele que Pasteur inaugura

quando inventa a vacinação.


Mas há mais. Para o homeopata, cada indivíduo é diferente dos outros e constitui um «terreno» próprio. O terreno são os antecedentes, o temperamento, as forças e

as fraquezas do doente, de certo modo a sua história,

que leva a que ele reaja desta ou daquela maneira à doença.

É aquilo que os médicos homeopatas designam por «individualizar o doente». De facto, é possível registar uma

enorme variedade de reacções ' de sintomas, a uma causa

aparentemente única. Não reagimos todos da mesma forma

à dor, à doença. O homeopata entrega‑se portanto a um

inquérito muito minucioso a fim de conhecer «o estado

normal» do seu paciente que lhe oferecerá preciosas indicações sobre a sua evolução patológica.
Esta breve exposição mostra que os princípios homeopáticos, longe de serem, como se crê amiúde, os do «mal

pelo mal» e, da «pequena dose», são sobretudo os de uma

compreensão clínica e terapêutica onde o conjunto dos

sintomas da pessoa doente é levado em conta. Vimos até

que ponto certos factores, tais como as condições de

vida, de trabalho e o estado psíquico do doente, influenciavam o tratamento das dores da coluna vertebral: lombalgias de esforço do trabalhador manual, dorsalgias da

mulher jovem, etc. Compreender‑se‑á, pois, facilmente

que o tratamento homeopático possa em certos casos proporcionar um alívio notável em virtude de encarar o

doente na sua complexidade física e psicológica.
osteopatia

Andrew Still, fundador da osteopatia, era filho de um

pastor protestante americano que também exercia a medicina. Uma intuição que teve em criança permitiu‑lhe

mais tarde conceber a osteopatia. Quando tinha 10 anos,

Still sofria constantemente de violentas dores de cabeça.

Ocorreu‑lhe um dia a ideia de atar uma corda entre duas

árvores, ligeiramente acima do solo, e de se deitar sobre

ela apoiando a nuca. As dores acalmaram‑se rapidamente;

aconteceu o mesmo todas as vezes que o rapaz recorreu

a este processo.




A teoria ‑ mais filosófica do que rigorosamente científica ‑ é a seguinte: o aparelho locomotor, e em particular a coluna vertebral, é a peça mestra do organismo.

As suas imperfeições permitiriam a um bom número de

afecções, mesmo microbianas, invadir o organismo.
Still relatou como um acontecimento fortuito lhe permitiu em 1874 sintetizar e formular o que até então não

passava de intuições. Um dia, ao caminhar numa rua

de Macon (Missuri, Estados Unidos), viu à sua frente

uma mulher seguida de três crianças. Uma delas perdia


183

sangue. O médico ‑ Still era agora doutor em Medicina ‑ pensa imediatamente numa disenteria * e pega


Disenteria: afecção caracterizada por uma

inflamação dos intestinos, que 1 acompanha por

fortes dores abdominais.
na criança ao colo. Examina‑a, apalpa‑a e apercebe‑se de

que a coluna vertebral está dura, contraída, quente na

região lombar. Num relâmpago de intuição, teve o sentimento de que o mau estado intestinal da criança estava

em relação com as contracturas da sua coluna vertebral,

e que agiria sobre o intestino agindo sobre a raque. Esforçou‑se por mobilizar os diferentes segmentos vertebrais

carregando progressivamente sobre os músculos e, principalmente, sobre os músculos lombares. Após alguns

minutos de manipulação, os músculos relaxaram‑se, a

parede abdominal tornou‑se menos fria. A história afirma'

que, no dia seguinte, a criança estava curada.
Eis como o próprio Still comenta esta cura, bem vistas

as coisas, um tanto miraculosa: «Era a primeira vez ‑ diz

ele ‑ que eu punha verdadeiramente em prática as minhas observações anteriores sobre as relações existentes

entre a coluna vertebral e as perturbações funcionais de

um Orgão.»
A partir desse dia, Still elaborou uma teoria algo fantasista da doença. «Onde quer que o sangue circule normalmente, a doença é incapaz de se desenvolver, pois o

nosso sangue tem a possibilidade de fabricar todos os princípios úteis para assegurar a imunidade natural e lutar

contra a doença.» Still é conduzido a pensar que, na
A osteopatia

sequência de esforços ou de traumatismos, as vértebras

podem «subluxar‑se» * e originar diversas perturbações:
Subluxação: bloqueio de uma vértebra ocasionado


por um movimento.
perturbações ciáticas se se trata de uma «subluxação» da

5.` vértebra lombar, perturbações cardíacas no caso de

ser uma vértebra dorsal alta.

Em 1892, Still fundou uma nova escola de medicina. Desejou que fossem ensinadas, paralelamente às ciências de

base, as suas novas 'teorias e técnicas: foi assim que nasceu

nos Estados Unidos o diploma de doutor em Osteopatia.

Este diploma americano não é reconhecido em muitos

outros países.


185
A quíropraxia

Houve outra escola que nasceu na mesma época nos Estados Unidos: a quiropraxia. É Palmer quem funda, em

1895, a primeira escola de quiropraxia. Para Palmer e

seus discípulos, a origem de todas as doenças residiria

na subluxação das vértebras cervicais e, principalmente,

das duas primeiras, Atlas e Ãxis.

O postulado de base é simples, para não dizer simplista:

exercendo uma pressão sobre um nervo, uma subluxação

vertebral pode impedir a transmissão do influxo nervoso.

Esta pressão entrava a comunicação entre o cérebro e

o corpo; ela estorva assim a operação normal do princípio de vida e pode, por conseguinte, estar na origem

de todas as doenças. O quiropractor, ao «ajustar a vértebra», corta o curto‑circuito e obtém a cura.

A história ‑ ou a lenda ‑ sustenta que Palmer restituiu

a função auditiva a um surdo, um porteiro negro chamado Harwey Billard, por simples mobilizarão das suas

vértebras cervicais. Billard era surdo desde os 17 anos.

Ele explicou a Palmer que a sua surdez sobreviera numa

altura em que trabalhava numa posição incómoda. Sentira. uqi estalo acompanhado de uma dor aguda na nuca;

a surdez manifestara‑se quase imediatamente. Palmer exa

A quiropraxia

minou a coluna cervical de Billard e descobriu uma

saliência diferente das que são habitualmente reveladas

pelo exame das vértebras. Tentou reduzir esta saliência

exercendo pressões sobre ela até se produzir um estalo,

indicando que a vértebra «retomara, o seu lugar». A história pretende que o paciente recuperou quase no mesmo

instante o uso do ouvido. Palmer fundou a primeira escola

de quiropraxia.

Julga‑se que há actualmente nos Estados Unidos cerca

de 5000 doutores em quiropraxia, mas, à semelhança do

que sucede com o diploma de osteopata, o de quiropractor não é reconhecido pela legislação da maior parte dos

países.
187



As manipulações

Em França, é por volta de 1924 que Lavezzari introduz

as manipulações; depois dele, o doutor Maigne dá a esta

técnica as suas dimensões actuais. No fim do século XIX,

as manipulações vertebrais dos americanos Still e Palmer

inspiravam‑se mais na medicina mágica dos curandeiros

do que na medicina científica tradicional. No século XX,

Maigne liberta este método da sua ganga filosófica e mágica.

Que é uma manipulação? Eis a definição apresentada por

Maigne: «A manipulação é um movimento forçado, aplicado directa ou indirectamente sobre uma articulação

ou um conjunto de articulações que leva bruscamente

os elementos articulares para além da sua folga fisiológica habitual, sem ultrapassar o limite que a anatomia

impõe aos seus movimentos.»

A manipulação vertebral é uma técnica a utilizar em

período de crise, quando houver lesão ou bloqueio de

uma zona vertebral. Esta técnica inscreve‑se num conjunto médico onde vêm igualmente integrar‑se a ginástica, suave (a praticar depois de passada a crise) ou a


As manipulações
* estalo: ele não prova que a manipulação foi bem sucedida

* estalo alegra o coração do manipulador noviço e satisfaz o paciente,

que julga encontrar aí, sem qualquer motivo, a prova de que lhe «repuseram alguma coisa no devido lugar». Na realidade, ele significa simplesmente que o grau de mobilizarão foi suficiente para fazer mover ligeiramente a articulação e permitir uma brusca separação das superfícies

articulares. Este ruído é o testemunho da manipulação, e nada mais. Há

certos casos raros em que o manipulador tem interesse em não ir até ao

estalo, embora, frequentemente, ele deva ir além.

Habitual acompanhador das manipulações, não o ouvimos no decurso das

mobilizações passivas de amaciamento. Os estalos existem tanto ao nível

da coluna vertebral como ao nível dos membros. É possível fazer estalar os

dedos, os pés, etc., todas as vezes que se consegue obter a brusca separação

de duas superfícies articulares. Ao nível da coluna vertebral, são as articulações posteriores que estalam e não o disco.

O que produz o estalo? O aumento do afastamento articular pela manipulação diminui a pressão sobre o líquido sinovial onde os gases dissolvidos vão

formar uma microbolha. Continuando a diminuir a pressão, aquela vai

rebentar e faz o ruído do estalo. Quando a articulação retoma a sua posição normal, os gases são de novo reabsorvidos pelo líquido sinovial. Isto

pode exigir um quarto de hora, por vezes mais, o que explica o motivo

por que se tem de esperar um certo tempo antes de obter um novo estalo.

Este «tempo de recarga» é variável de um para outro indivíduo.

O estalo não prova que a manipulação teve êxito. Qualquer manipulação,

seja ela boa ou má, pode produzir um estalo. O principal é que este se


produza no sítio onde se deve fazer a manipulação. Mas só se esta se operar

no bom sentido é que o estalo tem algum valor. Ele prova que a região

foi bem manipulada. Não é necessário nem suficiente, é habitual. Um

manipulador deve ser capaz de «fazer estalaras a coluna vertebral de uma

pessoa normal na sua totalidade, vértebra a vértebra, sem lhe causar o

mínimo mal.


189

medicina química. Quando são realmente indicados pelo

médico, as manipulações podem dar bons resultados.

O lumbago e a artrose cervical podem ser curados por

sessões de manipulação.
Mas atenção! Desconfiemos dos manipuladores sem escrúpulos que, a pretexto de «tornar a colocá‑las no devido

lugar», farão «estalar» as suas vértebras. O estalo das

articulações vertebrais não tem mais significado que o

estalo das articulações do dedo. É sobre o bloqueio das

articulações e não sobre pretensas «deslocações» que as

manipulações vertebrais podem agir.


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