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Formação Social Brasileira como Processo de Amalgamento

de Ra ças e Culturas). Pref. de José Osório de Oliveira. Li-

vros do Brasil, Lisboa, 1951. (Ed. rev. e atualizada pelo A.)

XXIV


#

1948: INGLESES No BRASIL (Aspectos da influência Britânica sobre

a Vida, a Paisagem e a Cultura do Brasil) - Pref. de Octá-

vio Tarqüínio de Sousa, desenhos de Rosa Maria e Luís Jar-

dim, Editora José Olympio, Rio.

1950: QUASE POLíTICA (9 Discursos e 1 Conferência) - 2.a ed.

(rev. e aumentada), introd. de Munhoz da Rocha, 1966. Am-

bas: Editora José Olympio1953:Um BRASILEIRO Em TERRAS PORTUGUESAS (Introdução a Uma

Possível Lusotropicologia. Acompanhada de Conferências e

Discursos Proferidos em Portugal e em Terras Lusitanas e

ex-Lusitanas da Ásia, da África e do Atlântico) - Editora

José Olymplo.

Edição em Portugal: Livros do Brasil, Lisboa, s.d1953:AVENTURA E ROTINA (SugestÓes de Uma Viagem à Procura

das Constantes Portuguesas de Caráter e Ação) - Ed. José

Olympio.

Edição em Portugal: Livros do Brasil, Lisboa, 19621955:AsSOMBRAÇÓES Do RECIFE VELHO. Ed. Condé, Rio. - 2.a

ed. (rev. e aumentada), ils. de Poty - Editora José Olym-

pio, 1970. - 3.a ed., Editora José Olympio / INL, 19741956:PROBLÈME DE CHANGEMENT SOCIAL Au 20ème SIÈCLE (COM

L. von Wiese, Morris Guinsberg e Georges Davy), Londres e

Hereford1958:INTEGRAÇÃO PORTUGUESA Nos TRóPICOS. PORTUGUESE IN-

TEGRATION IN THE TRopics. Junta de InvestigaçÓes do Ultra-

mar,. Vila Nova de Famalicão, Portugal1959:ORDEM E PROGRESSO (Processo de Desintegração das Socie-

dades Patriarcal e Semipatriarcal no Brasil sob o Regime de

Trabalho Livre: Aspectos de um Quase Meio Século de Tran-

sição do Trabalho Escravo para o Trabalho Livre; e da Mo-

narquia para a República), 2 vols. - 2.a ed., 1962. Ambas

da Editora José Olympio - 3.a ed., Ed. José Olympio / INL,

.1974.


Edição em língua inglesa: Order and Progress. Brazil from

Monarchy to Republic. Trad. de Rod W. Horton. Alfred A.

Knopf, Nova lorque, 1970. - Secker & Warburg, Londres,

19721959:0 VELHO FÉLIX E SUAS "MEMóRIAS DE UM CAV.ALCANTI"

(Incluindo a 2.a edição, revista e aumentada, do texto das

MEMóRIAS DE UM CAVALCANTi, de Félix Cavalcanti de Albu-

querque, prefaciado e anotado pelo seu bisneto Diogo de Melo

Meneses e comentado por Gilberto Freyre) - Pref. de

Lourival Fontes, Editora José Olympio, Rio.

XXV


#

1959:


New WORLD IN THE TROPICS - Knopf, Nova lorque.

2.a ed., Random House, Nova lorque, 1963.

Edição em língua portuguesa: Novo MUNDO Nos TRóPI-

Cos. Trad. de Olívio. Montenegro e Luís de Miranda Corrêa.

- 1.a ed., Comp. Editora Nacional, S. Paulo, 1971 - 2.a

ed., revista, aumentada e atualizada pelo Autor. Ed. Livros

do Brasil, Lisboa, 1972.

Edição japonesa: Atsuitai no sin Sekai - Trad. de Ya-

mashita Mitugu. Tóquio, 19611959:A PROPóSITO DE FRADES - Universidade da Bahia, Salvador.

- 2.a ed. Univ. da Bahia / Livraria Progresso, 19591960:BRASis, BRASIL E BRASíLIA. Livros do Brasil, Lisboa. -

2.a ed., rev. e atualizada, Gráfica Record Editora, Rio, 19681961:0 LUSO E o TRóPICO. SugestÓes em torno dos métodos por-

tugueses de integração de povos autóctones e de culturas

diferentes da européia num complexo novo de civilização: o

lusotropical. - Comissão Executiva das ComemoraçÓes do V

Centenário da Morte do Infante D. Henrique, Lisboa. (Edi-

çÓes em francês e inglês: Lisboa, 1961)1961:SUGESTÓES DE um Novo CONTACTO COM UNIVERSIDADES Eu-

ROPÉIAS - Imprensa Universitária, Recife1962:ARTE, CIÊNCIA E TRóPICO (Em Torno de Alguns Probleivas

de Sociologia, da Arte) - Ed. Martins, São Paulo1962:HOMEM, CULTURA E TRóPICO - Imprensa Universitária,

Recife1962:VIDA, FORMA E COR - Pref. de Renato Carneiro Campos,

Editora José Olympio, Rio1962:TALVEZ POESIA - Pref. de Mauro Mota, Editora José Olym-

pio.

1963: BRAZIL - Pan American Union, Washington1963:0. FSCRAVO NOS ANúNCIOS DE JORNAIS BRASILEIROS DO



SÉCULO XIX - Pref. do Prof. Fróes da Fonseca e nota do

Prof. Silva,Melo. - Imprensa Universitária, Recife1964:VIDA SOCIAL Do BRASIL NOS MEADOS DO SÉCULO XIX - Trad.

do original inglês.- Social Life in Brazil in lhe Middle of the

19th Century - por Valdemar Valente, revista, aumentada e

prefaciada pelo Autor. Irístituto Joaquim Nabuco de Pes-

quisas Sociais, Recife.

1964: RETALHOS DE JORNAIS VELHOS Pref. de Luís Jardim, Edi-

tora José Olympio, Rio.

1964: DONA SINHÁ E o FILHO PADRE seminovela - Estudo 'de

Osmar Pimeritel. - 2.a ed., 1971. Ambas: Editora José

XXV1

#

Olympio. - Edição norte-americana: Mother and Son. Trad



de Barbara Shelley. Knopf, Nova lorque, 1967.

Edição em Portugal: Dona Sinhá e o Filho Padre. Livro

do Brasil, Lisboa, s. ' d1965:6 CONFERÊNCIAS Em BUSCA DE um LEITOR - Pref. de Gil

berto de Melo Kujawsky. Editora José Olympio, Rio1966:THE RACIAL FACTORS IN CONTEMPORARY POLITICS - Sussex

Inglaterra1967:SOCIOLOGIA DA MEDICINA - Fundação Calouste Gulbenkian

Lisboa1968:OLIVEIRA LIMA, Dom QUIXOTE GORDO (Com 60 Cartas Iné-

ditas de Oliveira Lima) - Universidade Federal de Pernam.

buco, Imprensa Universitária, Recife. - 2.a ed., 19701968:COMO E PORQUE SOU SOCIóLOGO - Pref. de Roberto Lira

Filho. Ed. Universidade de Brasília1968:CONTRIBUIÇÃO PARA UMA SOCIOLOGIA DA BIOGRAFIA (0 Exem-

plo de Luís de Albuquerque, Governador de Mato Grosso, no

fim do Século XVIII) - 2 vols. Academia Internacional de

Cultura Portuguesa, Lisboa1969":TRANSFORMAçÃo REGIONAL E CIÊNCIA ECOLóGICA - Instituto

Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife1970:CANA E REFORMA AGRÁRIA (em colaboração com"outros)

Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife1971:SELETA PARA JOVENS - Organizada pelo Autor_com a cola-

boragdo de Maria Elisa Dias Collier. Editora Jos6 Olympio

INL1971:THE HISTORY OF BRAZIL - 3 vols. Edig5o conjunta de The

Masters and Slaves, The Mansions and the Shanties e Order

and Progress. Secker & Warbury, Londres. Distribuída pela

Oxford University Press1971:Nós F. A EUROPA GERMÂNICA (Em Torno de Alguns Aspectos

das RelaçÓes do Brasil com a Cultura Germânica no Decorrer

do Século XIX). Grifo EdiçÓes/INL, Rio/Brasília1971:A CASA BRASILEIRA (Tentativa de Síntese de- Três Diferentes

Abordagens, já Realizadas pelo Autor, de um Assunto Com-

plexo: a Antropológica, a Histórica, a Sociológica) - Grifo

EdiçÓes, Rio1972:A CX)NDiçÃo HUMANA E OUTROS TEMAS. Trechos escolhidos

por Maria Elisa Dias Collier - Grifo EdiçÓes/INL, Rio/

Brasília1973:ALÉM Do APENAS MODERNO (SugestÓes em tomo de Possíveis

Futuros do Homem, em Geral, e do Homem Brasileiro, em

Xxvil


#

Particular) - Palavras de Mário Gibson Barboza. Editora

José Olympio1975:TEMPO MORTO E OUTROS TEMPOS (Trechos de um diário de

adolescência e primeira mocidade - 1915-1930). Rio de Ja-

neiro, Editora José Olympio.'

A'PRESENÇA Do AçúCAR NA FORMAçÃo BRASILEIRA. Rio de

Janeiro, Instituto do Açúcar e do Álcool, Coleção Canavieira,

n.O 16.


0 BRASILEIRO ENTRE OS OUTROS HisPANOS: Afinidades, con-

trastes e possíveis futuros nas suas inter-relaçÓes. Rio de Ja-

neiro / Brasília, Editora José Olympio / INL-MEC.

2. ALGUNS OPCSCULOS

1922: SOCIAL LIFE IN BRAZIL IN THE MIDDLE OF THE 19TH CENTURY

- Baltimore (USA). - 1.a ed. brasileira, expandido o tra-

balho em livro: VIDA SOCIAL No BRASIL NOS MEADOS DO SÉ-

CULO XIX, Recife, 1964 (A sair em PALAVRAS REPATRIADAS).

1924: APOLOGIA PRO GENERATIONE SUA - Paraíba (Incluído em

REGIÃO E TRADIÇÃO).

1926: A PROPóSITO DE Dom PEDRO 11 - Recife (Incluído em

PERFIL DE EuCLIDES E OUTROS PERFIS). -

1926: BAHIA DE TODOS os SANTOS E OUASE TODOS OS PECADOS

Recife. (Incluído em TALVEZ POESiA).

1934: 0 ESTUDO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NAS UNIVERSIDADES AMERi-

CANAS - Recife (A sair em ANTECIPAÇÓES).

1937: MUCAMBOS Do NORDESTE (Algumas Notas sobre o Tipo de

Casa Popular Mais Primitivo do Nordeste do Brasil) - Ser-

viço do Património Histórico e Artístico Nacional. - 2.a ed.,

rev., Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife,

1967 (A sair em HOMEM, CULTURA E REGIÃO).

1940: UMA CULTURA AMEAÇADA - Recife. - 2.a ed., Rio, 1942.

- 3.a ed., Lisboa, 1950 (A sair na 3.a ed. de 0 MUNDO

QUE O.PORTUGUÊS CRIOU).

Tradução espanhola: Una Cultura Amenazada - Bucrios

Aires, 1943.

1940: SUGESTÓES PARA o ESTUDO HISTóRICO-SOCIAL DO SOBRADO NO

Rio GRANDE DO SUL. Livraria do Globo, Porto Alegre.

1941: ATUALIDADES DE EuCLIDES DA CUNHA - Rio (A sair em

PERFIL DE EuCLIDES E OUTROS PERFIS, 2.a ed.)

Tradução espanhola: Euclides da Cunha - Buenos Aires,

1941.


XXVIII

#
1943:CONTINENTE E ILHA - Rio (Incluído no Livro PROBLEMAS

BRASILEIROS DE ANTROPOLOGIA)1946:MODERNIDADE E MODERNISMO NA ARTE POLíTICA - SãO Pau-

lo (Incluído na 2.a ed. de 6 CONFERÊNCIAS Em BUSCA DE UM

LEITOR)1946:ORDEM, LIBERDADE, MINEIRIDADE - Rio (Incluído em 6

CONFERÊNCIAS... )1948:JOAQUIM NABUCO - Editora José Olympio, Rio (Incluído em

QUASE POUTICA, 2.a ed.)1948:0 CAMARADA WHITMAN - Editora José Olympio, Rio (In-

cluído em 6 CONFERÊNCIAS. ..)1948:GUERRA, PAZ E CIÊNCIA - Ministério das RelaçÓes Exteriores,

Rio (Incluído em 6 CONFERÊNCIAS... )1949:NAÇÃO,E ExÉRCITO - Editora José Olympio, Rio (Incluído

em 6 CONFERÊNCIAS ... ).

1952: MANIFESTO REGIONALISTA DE 1926. EdiçÓes-Regiâo, Recife.

- 2.a ed., Ministério da Educação e Cultura, Rio, 1955. -

3.a ed., Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Reci-

fe, 1967.

1952: Em TORNO DE UM NOVO CONCEIIÉO DE TRoPICALISMO1952:REINTERPRETANDO JOSÉ DE ALENCAR - Ministério da Edu-

cação e Saúde, Rio. - 2.a ed., 1955 (A sair em HOMEM,

CULTURA E REGIÃO)1954:Um ESTUDO DO PROF, ADERBAL JUREMA (0 SOBRADO RE-

CXFENSE) - Recife1956:Em TORNO DA SITUAçÃo Do PROFESSOR No BRASIL - Recife

(A sair em PALAVRAS REPATRIADAS)1956:SUGESTÓES PARA UMA NOVA POUTICA No BRASIL: A RURBANA

- Recife (incluído em QUASE POUTICA)1957:IMPORTÂNCIA PARA o BRASIL DOS INSTITUTOS DE PESQUISA

CIENTíFICA - Inst. Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais,

Recife1958:SUGESTÓES Em TORNO DE UMA NOVA ORIENTAÇÃO PARA AS

RELAÇÓES INTERNACIONAIS No BRASIL - Federação das In-

dústrias de São Paulo, São Paulo1959:A PROPóSITO DE MOURÃo, ROSA E PIMENTA: SUGESTÓES EM

TORNO DE UMA POSSíVEL HisPANOTROPICOLOGIA - Arquivo

Público Estadual, Recife1959:DE Lo REGIONAL A LO UNIVERSAL EN LA INTERPkETACIóN DE

LOS COMPLEJOS SOCIOCULTURALES - Ed. da Universidade

de Madri, Madri.

1959: Em TORNO DE ALGUNS TúMULos AFRO-CRISTÃOS DE UMA

XXIX


#

ÂREA AFRICANA CONTAGIADA PELA CULTURA BRASILEIRA -

. Univ. da Bahia, Salvador.

1960: UMA POLíTICA TRANSNACIONAL DE CULTURA PARA o BRASIL

DF, HOJE - Revista Brasileira de Estudos Políticos, Belo Ho-

rizonte.


1960: SUGESTÓES Em TORNO DO MUSEU DE ANTROPOLOGIA DO INS-

TITUTO JOAQUIM NABUCO DE PESQUISAS SOCIAIS---lmprensa

Universitária, Recife. * .

1962: 0 BRASIL Em FACE DAS ÂFRICAs NEGRAS E MESTIÇAS - Fe-

deração das AssociaçÓes Portuguesas, Rio. 2.a ed., Lisboa,

1963.


1963: ON THE IBERIAN CONCEPT OF TIME - United Chapters of

Phi Beta Kappa. Separata de The American Scholar. Nova

lorque.

1963: AmÉRICANITÉ ET LATINITÉ DE L'AmÉRIQUF LATINE - Sepa-



rata de Diogène, Paris.

1964: 0 ESTADO DE PERNAMBUCO E SUA ExPRESSÃO NO PODER

NACIONAL: ASPECTOS DE um ASSUNTO COMPLEXO Impren-

sa Universitária, Recife.

1964: 0 1.0 COLóQUIO DE ESTUDOS TEUTo-BRASILEIROS INTRO-

DUÇÃO AOS SEUS ANAIS - Ed. da Universidade Federal do

Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

1964: A AMAZÔNIA BRASILEIRA E UMA POSSíVEL LuSOTROPICOLOGIA,

Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Ama-

zônia, Rio.

1965: FORÇAS ARMADAS E OUTRAS FORÇAS Recife (Incluído em

QUASE POLÍTICA, 2.a ed.).

1965: 0 RECIFE, Sim, RECIFE, NÃo - São,Paulo1965:COMO E PORQUE Sou ESCRITOR - Universidade da Paralba,

João Pessoa.

1965: Um Novo TIPO DE SEMINÁRIO (TANNENBAUM) Em DESEN-

VOLVIMENTO NA UNIVERSIDADE DE COLúMBIA: CONVENIÊNCIA

DA INTRODUÇÃO DA SUA SISTEMÁTICA ' NA UNIVERSIDADE DO

RECIFE - Imprensa Universitária, Recife1967:HOMEM, CULTURA E TEMPO - União das Comunidades de

.Cultura Portuguesa, Lisboa1967:BRAZILIAN NATIONAL CHARACTER IN THE TWENTIETH CEN-

TURY - Reimpresso dos The Annals of the American Aca-

demy of Political and Social Science, Filad6lfia1967:(Com Nilo Pereira) DISCURSOS No LANÇAMENTO DA EDIÇÃO

POPULAR DE CASA-GRANDE & SENZALA - Recife1969:A PROPóSITO DE Lo HiSPANO Y DE SU CULTURA - Ateneo de

Ia República, Buenos Aires.

xxx


#
1969:SUGESTÔES Em TORNO DA CIÊNCIA E DA ARTE DA PESQUISA

SOCIAL - Instituto Joaquim Nabuco, Recife1970:Dom PEDRO 11 JULGADO POR ALGUNS ESTRANGEIROS SEUS

CONTEMPORÂNEOS - Petrópolis1970:(Com Renato Campos) GILBERTO FREYRE ENTREVISTADO AOS

70 - Recife1970:(Com Mauro Mota) PERNAMBUCANIDADE. NORDESTINIDADE,

CONTEMPORÂNEOS - Petrópolis1970:(Com vários) MANIFESTO DE 7 DE SETEMBRO DO INSTITUTO

JOAQUIM NABUCO DE PESQUISAS SOCIAIS - Recife1970:DISCURSO Em GUARARAPES - Ed. da Universidade Federal de

Pernambuco, Recife.

1970: 0 BRASILEIRO como Tipo NACIONAL DE HOMEM SITUADO NO

TRóPICO E NA SUA MAIORIA MORENO - Separata da revista

,Cultura, do Conselho Federal de Cultura, Rio1972:A PROPóSITO DE JOSÉ BONIFÁCIO - Ed. do Instituto Joaquim

Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife1972:INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA: UM PROCESSO DE CRIATIVIDADE

SOCIOCULTURAL - Recife.

1972:(Com Mário Gibson Barboza, Jordão Emerenciapo e Antônio

Xavier Pinto Coelho) DoUTORAMENTO - Ed. da Universi-

dade Federal de Pernambuco, Recife1972:PRESENÇA Do RECIFE NO MODERNISMO BRASILEIRO - Ed. de

Cadernos Moinho Recife, Recife1972:SUGESTÓES À ARENA PELO SOCIóLOGO GILBERTO DE MELLO

FREYRE - Alcântara Publicidade, Recife.

3. ADAPTAÇÃO TEATRAL

1970: CASA-GRANDE & SENZALA. Drama em 3 atos, de José Carlos

Cavalcanti Borges, Rio, Serviço Nacional do Teatro.

4. M OSICA

1961:Inspirado em C.-G. & S., o famoso compositor Capiba, Lou-

renço Barbosa, fez em 1961 uma Suíte Nordestina, cujo 4.1

movimento se intitula Casa-Grande & Senzala.

5. FESTEJOS POPULARES

1962: No carnaval carioca de 1962, a Escola de Samba Estação

Primeira de Mangueira inspirou-se - para seu enredo - em

xxxi


#

C.-G. & S., dramatizando boa parte do contexto, sob a forma

de poema (música e dança populares). E com este tema a

Escola entrou na Avenida Rio Branco em meio à vibração

geral, recebendo do público maiores demonstraçÓes de ca-

rinho.


6. LIVROS SOBRE GILBERTO FREYRE

1944:DIOGO DE MELO MENESES. Gilberto Freyre (Notas biográ-

ficas com ilustraçÓes, inclusive desenhos e caricaturas). Pref.

de Monteiro Lobato. Rio, Casa do Estudante do Brasil1962:GILBERTO FREYRE: SUA CIÊNCIA, SUA FILOSOFIA, SUA ARTE.

64 ensaios sobre G.F. e sua influência na moderna cultura do

Brasil. Obra comemorativa do jubileu de prata de C-G. & S~

Edição ilustrada. Rio, Editora José Olympio.

XXXII


#

PREFÁCIO


À

TERCEIRA EDIQXO

Ao publicar-se a 3.a edição deste ensaio, já há vários anos

esgotado, em língua portuguesa, cabe ao autor breve co-

mentário a respeito de um trabalho que, embora de leitura di-

fícil, continua a ser honrado por brasileiros e estrangeiros -

aparecerá breve em língua inglesa, lançado pelo editor

Knopf - com uma atenção e com um interesse verdadeira-

mente desvanecedores para o mesmo autor. 0 que se deve

atribuir ao que em Sobrados e Mucambos é empenho de evo-

car-se do passado de um povo - o brasileiro -, através dos

seus estilos de residência, constantes de existência e normas

de coexistência que ainda hoje parecem agir sobre a vida

e o caráter do mesmo povo, fazendo-o defrontar-se com im-

posiçÓes modernas de economia e de técnica, apegado a tra-

diçÓes peculiares à sua formaçdo, patriarcal, é certo, vias,

também, democrática. Apegos que não podem ser de todo

esquecidos pelos reformadores sociais ou estéticos de hoje,

sem o risco de realizarem reformas de todo precárias ou

apenas de superfície.

Formou-se entre nós~ brasileiros, uma civilização em que

a Família sociologicamente cristocêntrica é que foi a uni-

dade civilizadora; o principal fator econômico; a base de

uma e xpansdo que o Estado só fez sancionar ou confirmar.

Adaptando-se a diferentes situaçÓes ecológicas, a civiliza-

ção trazida da Europa para o Brasil, mais por famílias do

que mesmo pela Igreja, mais por indivíduos do que pelos

próprios e eficie ' ntes representantes dos Reis de Portugal

e da Espanha, adquiriu aspectos regionais diversos. É ponto

em que divergem de nós, por motivos de orientação ideoló-

gica, quer os mais destacados intérpretes marxistas da for-

mação brasileira - os Srs. Caio Prado Júnior, Astroffido Pe-

reira e Nelson Werneck Sodré, autores, aliás, de ensaios

valiosos sobre o assunto - quer alguns historiadores-soció-

logos de tal modo empenhados, como o Sr. Raymundo Faoro,

em seu recente Os Donos do Poder, em negar qualidades

feudais ao poder das grandes famílias patriarcais, na for-

mação do Brasil, que opÓem a esse poder o do Estado colo-

nizador, considerando-o o decisivo.

Tendo tido um caráter quase sempre familial ou patriar-

cal, adquiriu aquela civilização - repita-se - aspectos regio-

nais diversos. Foi açucareira em certas áreas, para as quais

XXXM

#

XXXIV



GILBERTo FREYEE

se importou ma,or número de escravos africanos. Foi mi-

neira, noutras, com igual - na verdade, maior - necessida-

de de escravos africanos. Expandiu-se com o Bandeirante,

em busca de valores que suprissem a falta, no planalto paulis-

ta, de condiçÓes favoráveis ao desenvolvimento da agricul-

tura da cana e da indústria do açúcar. Tornou-se pastoril

no Rio Grande do Sul. Entregou-se à aventura da indústria

extrativa na área amazônica. Mas quase sempre - até na

selva amazônica - dentro da constante familialista. Quase

sempre dentro de um afã de estabilidade familial que, afir-

mando-se em casas-grandes rurais, culminou em sobrados

entre rurais e urbanos, mas sempre patriarcais. Donde, em

interessante ensaio sobre a história da economia peruana,

contrastar o seu autor o civilizador brasileiro daquela arca

com o civilizador peruano, destacando no brasileiro este as-

pecto: o de pioneiro que vem procurando fixar-se na terra

amazônica com a família ou constituindo família, progre-

dindo economicamente dentro de uma ordem social tradi-

cional. É o que está sucedendo também em torno dos so-

brados novos de Goiânia e dos próprios arranha-céus - so-

ciologicamente mal projetados - de Brasília.

0 brasileiro é talvez um ser ideal para sobre a constante

familialista do seu comportamento desenvolver-se uma ci-

vilização que ao sentido telúrico e ao afã progressivo tanto

no espaço como no tempo, junte a tendência para a transfe-

rência dos espaços civilizados para os agrestes, de valores

inseparáveis da organização de família como unidade civi-

limcla e civilizadora. Constantemente, dinamicamente, cí-

vilizadora. Civilizadora mas estabilizadQra. Expressão de

um senso mais ou menos "grave" de ordem. Talvez não

haja exagero em, dizer-se do brasileiro que, animado por

essa constante de comportamento, é um predisposto à rur-

banidade, isto é, a um misto,de urbano e de rural, de desen-

volvimento e de estabilização, de ordem e de progresso, em

sua existência ideal. Uma forma de existência nem sempre

atingida mas quase sempre procurada ou desejada por todo

brasileiro.

A valores essenciais ou, antes, existenciais - como são

os agrários, os rurais, os telúricos - podem juntar-se - à

base dessa constante e através de um esforço de integração

que interrompa o desvio da economia brasileira para a ex-

clusiva industrialização urbana - os valores urbanos, ca-

pazes de dar sentido mais amplo à vida, à atividade e à

cultura das populaçÓes do interior. 0 que é perfeitamente

possível: vários desses valores urbanos - inclusive o sobrado,

i

#

PREFÁCIO À TERCEIRA EDiçÃo



XXXV

como arquitetura - são móveis e plásticos. Alguns são até

fluidos. Podem adaptar-se a novas condiçÓes de vida, a

novas configuraçÓes de existência. Podem ser transferidos

das cidades grandes às pequenas, urbanizando-as e tornando

os benefícios dessa urbanização em escala rural - se assim

se pode dizer - extensivos a largos espaços rurais, a ponto

de parte deles tornar-se saudavelmente rurbana ou mista

nos seus modos de ser.

. Quem hoje viaja pela Alemanha Ocidental, pela Inglaterra

e pelos Estados Unidos, verifica que, com a crescente auto-

matização dessa e de outras áreas européias e americanas,

são vários os problemas novos que se levantam para os mo-

dernos cientistas sociais. Outros problemas, já antigos, pre-

cisam de quanto antes ser reexaminados e reinterpretados,

em conseqüência da mesma revolução que atinge em cheio

a sociologia da arquitetura. Entre esses problemas, o da

habitação familial. 0 das relaçÓes da família moderna com

a casa, com o conjunto residencial, com a cidade.

Assim como já não há mais sentido em planejar-se para

parte considerável da população de um país em processo de

automatização - vasta parte da população: a. constituída

pelo operário, pelo trabalhador, pelo proletariado - uma ali-

mentação forte, isto é, uma alimentação que, para corres-

ponder à energia exigida do mesmo trabalhador pelo seu

gênero de trabalho, devesse incluir carne e gordura em

quantidade superior, constituindo essa alimentação ideal um

sério problema tanto econômico como ecológico - já não há

sentido em planejar-se para a mesma população um tipo de

habitação segregadamente patriarcal. Isto pela simples ra-

zão de que, com a automatização, aquele proletariado tende

a reduzir-se a um número insignificante; e, desse número

insignificante, o trabalho a ser exigido por uma civilização

automatizada, será um trabalho leve em comparação com o

que na era atual tem que ser executado pelo proletário mé-

dio. Por outro lado, à tendência será para a família, sem

deixar de ser família e de necessitar de vida privada, par-




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