Escola de engenharia kennedy curso de engenharia civil



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ESCOLA DE ENGENHARIA KENNEDY

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

GPS

Belo Horizonte



Novembro/2012

ESCOLA DE ENGENHARIA KENNEDY

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

GPS


Trabalho avaliativo da disciplina de Tecnologia dos transportes do Curso de Engenharia Civil, apresentado para colegas de classe e professor no intuito de aprimorar nosso conhecimento e dividi – ló com nossos colegas.

Alunos:


Alexandre de Oliveira

Arthur Espíndola

Atíla

Carlos Arruda

Janaina A Santos Veiga

Jussara Rodrigues Viana

Jussara Queiroz França Brandão

Thais Pinheiro
ESCOLA DE ENGENHARIA KENNEDY

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL




D A D O S

Faculdade: ESCOLA DE ENGENHARIA KENNEDY - EEK


Curso: ENGENHARIA CIVIL
Período: 8º G
Turno: MANHA
Disciplina: TECNOLOGIA DOS TRANSPORTES
Professor: Nilton de Brito Soares

Apresentação

O presente trabalho tem o objetivo de apresentar a funcionalidade do GPS (Global Position System – Sistema de Posicionamento Global) na atualidade. Basicamente, o GPS é um sistema de navegação ou posicionamento global concebido pelo Departamento de Defesa norte-americano por razões militares.

O sistema é composto por diversos satélites. A disponibilidade de recursos nestes aparelhos é fantástica! Podemos saber além da nossa posição, expressa por coordenadas geográficas, à hora, a velocidade, o tempo estimado de chegada em um destino, além de contarmos com uma bússola digital que mostra, através de uma seta, em qual direção devemos seguir para alcançarmos um determinado local.

LISTA DE FIGURAS

Figura 01 – Número de satélites necessário para o posicionamento 3D
Figura 02 – Satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS)

Figura 03 – Segmentos do Sistema de Posicionamento Global (GPS)

Figura 04 – Planos orbitais dos satélites da constelação GPS

Figura 05 – Estações de Controle e Monitoramento GPS

Figura 06 – Posicionamento GPS baseado no centro de massa da Terra

Figura 07 – Esquema de receptores GPS

Figura 08 – Esquema geral de receptores GPS

SUMÁRIO


Introdução.................................................................................................................................07

Segmentos Principais................................................................................................................09

Receptores.................................................................................................................................13

Principais Características de Receptor......................................................................................13

Principais componentes de um receptor...................................................................................14

Aplicação do GPS.....................................................................................................................15

Funcionamento do GPS............................................................................................................16

Aplicações Gerais....................................................................................................................17

Funcionalidade do GPS.............................................................................................................19

Entrevista..................................................................................................................................21

Glossário...................................................................................................................................26

Conclusão..................................................................................................................................27

Bibliografia...............................................................................................................................28

1. Introdução

O sistema GPS entrou em operação em 1991 e em 1993 a constelação dos satélites utilizados pelo sistema foi concluída. Este sistema foi projetado de forma que em qualquer lugar do mundo e a qualquer momento existam pelo menos quatro satélites acima do plano horizontal do observador (BLITZKOW, 1995).

Desde o lançamento dos primeiros receptores GPS no mercado, tem havido um crescente número de aplicações nos levantamentos topográficos, cartográficos e de navegação, face às vantagens oferecidas pelo sistema quanto à precisão, rapidez, versatilidade e economia. Com o desenvolvimento da navegação espacial adjunto ao surgimento do Sistema de Posicionamento Global (GPS), vem se observando um grande interesse científico na criação de bancos de dados georeferênciados com extrema precisão, pois o sistema é uma grande ferramenta para estudos geodésicos, devido a sua precisão, além de permitir em tempo real o posicionamento em 3D.



Figura 1- Número de satélites necessário para o posicionamento 3D

Este sistema espacial de navegação, que continua sendo desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos EUA (DoD), pode ser usado em quaisquer condições meteorológicas satisfazendo as necessidades das forças militares, de modo a determinar, a posição, velocidade e tempo em relação a um sistema de referência definido para qualquer ponto da Terra.

O sistema de rastreamento possui restrições para o uso civil, o que explica a degradação da qualidade dos sinais provocada pelo Departamento de Defesa dos EUA (MONICO, 2000).

Atualmente a precisão dos GPS geodésicos é da ordem de 1 mm na horizontal e de 5 mm na vertical e tal precisão é extremamente importante para estudos geodésicos e espaciais em micro e macro escala.



Figura 2 – Satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS).



2. Segmentos Principais

O GPS consiste de três segmentos principais: espacial, controle e de usuário (Figura 3).



Figura 3- Segmentos do Sistema de Posicionamento Global (GPS) fonte Dana, P.H. 1996

Os satélites que compõe o segmento espacial do sistema GPS orbitam ao redor da Terra distribuídos em seis órbitas distintas, a uma altitude de 20.200 km, distribuídos em seis planos orbitais com uma inclinação de 55º em relação ao equador, e com um período de revolução de 12 horas.

Isso vem acarretar uma repetição na configuração dos satélites com uma repetição de quatro minutos mais cedo diariamente em um mesmo local (Figura 3).

Essa configuração garante que, no mínimo, quatro satélites GPS sejam visíveis em qualquer local da superfície terrestre ou acima dela, a qualquer hora do dia (MONICO, 2000).

Figura 4 - Planos orbitais dos satélites da constelação GPS

Bloco de 24 (+4) satélites

6 Planos Orbitais

Altitude Média de 20.200 km

Inclinação Orbital de 55º (Equador)

Período de 11h57’58.3” (tempo sideral)

O segmento de controle tem como principais tarefas monitorar e controlar continuamente o sistema de satélites, determinar o tempo GPS, calcular as correções dos relógios dos satélites, predizer as efemérides dos satélites e atualizar periodicamente as mensagens de navegação de cada satélite.

Esse sistema é composto por cinco estações de monitoramento mundial que estão localizadas nos seguintes locais:


  • Hawai (EUA);

  • Atol Kwajalein (Oceano Pacífico Norte);

  • Ilha de Ascension (Oceano Atlântico Sul);

  • Ilha de Diego Garcia (Oceano Indico Sul);

  • Colorado Springs (EUA);



Figura 5- Estações de Controle e Monitoramento GPS


Existe também uma estação de controle central localizada em Colorado Springs.
Estas cinco estações de monitoramento pertencem à Força Aérea Americana (American Air Force).

Estas estações são equipadas com receptores de dupla freqüência, múltiplos canais e com relógios atômicos. O Serviço Internacional de Geodinâmica (IGS), hoje denominado Serviço GPS Internacional, estabelecido pela Associação Internacional de Geodésia (IAG) tem capacidade de produzir efemérides com precisão da ordem de poucos centímetros em cada uma das coordenadas do satélite, permitindo assim atender à maioria das aplicações que exijam alta precisão.

O GPS é um sistema multipropósitos, que permite aos usuários determinar suas posições expressa em latitude, longitude e altura geométrica ou elipsoidal em função das coordenadas cartesianas X, Y e Z em relação ao centro de massa da Terra (Figura6) (SEGANTINE, 1999).

Figura 6 - Posicionamento GPS baseado no centro de massa da Terra Fonte - Segantine



3. Receptores GPS

Existem receptores de diversos fabricantes disponíveis no mercado, desde os portáteis, até os sofisticados computadores de bordo de aviões e navios, passando pelos que equipam muitos carros modernos. Além de receber e decodificar os sinais dos satélites, os receptores são verdadeiros computadores que permitem várias opções de: referências; sistemas de medidas; sistemas de coordenadas; armazenagem de dados; troca de dados com outro receptor ou com um computador; etc. Alguns modelos têm mapas muitos detalhados em suas memórias. Uma pequena tela de cristal líquido e algumas teclas permitem a interação receptor/usuário.



. Figura 7 - Esquema de receptores GPS – Fonte: IBGE.

4. Principais Características de um Receptor

Permitem armazenar pontos em sua memória, através de coordenadas lidas em um mapa; obtidas pela leitura direta de sua posição ou através de reportagens ou livros especializados que as publiquem. - Os pontos plotados na memória podem ser combinados formando rotas que, quando ativadas, permitem que o receptor analise os dados e informe, por exemplo: tempo, horário provável de chegada e distância até o próximo ponto; tempo, horário de nascer e do por do Sol; rumo que você deve manter para chegar ao próximo ponto de sua rota e muito mais. Quando você atinge um ponto, o receptor busca o próximo - sem a interferência do operador - automaticamente.



4.1 Principais componentes de um receptor

A Figura 8 representa o esquema dos principais componentes de um receptor GPS:

1 - Antena com pré-amplificador;

2 - Seção de RF (radiofreqüência) para identificação e processamento do sinal;

3 - Microprocessador para controle do receptor, amostragem e processamento dos dados;


  1. - Oscilador;

  2. - Interface para o usuário, painel de exibição e comandos;

  3. - Memória para armazenar os dados;

  4. - Provisão de energia.

Figura 8 - Esquema geral de receptores GPS – Fonte: USP.



5. Aplicações do GPS

As aplicações do GPS são normalmente subdivididas em aplicações terrestres, marítimas e aeroespaciais.

Uma segunda subdivisão é feita em termos de: aplicações estáticas (geodésicas), baixa, média e alta dinâmica (condições dinâmicas da antena do usuário). A aplicação mais imediata consiste em computar a posição e a velocidade no sistema de referência WGS utilizando dados da mensagem GPS (muitas vezes utilizando a informação do desvio Doppler).

A informação de tempo do GPS também é extremamente precisa e é utilizada para sincronizar sistemas temporais em diversas partes do globo simultaneamente (sistemas de processamento de dados, relógios etc.).

Aplicações recentes utilizam o desvio de fase da portadora para determinar a atitude de um veículo em relação a um sistema de coordenadas de referência.

Para determinar a posição de um usuário há, normalmente, quatro incógnitas: as coordenadas X, Y, Z do usuário e o tempo absoluto T (ou o erro do relógio do usuário).

As aplicações terrestres incluem desde simples posicionamento geodésico até o controle de localização de frotas de veículos (táxis, caminhões etc.). Alguns fabricantes de veículos japoneses e norte-americanos já introduziram no mercado modelos de luxo com sistemas de navegação GPS, com displays e informações adicionais sobre as condições de trânsito, das estradas, atmosféricas etc.

Alguns fabricantes já possuem modelos portáteis (do tamanho de uma calculadora eletrônica) com precisão de aproximadamente 25 metros.



6. Funcionamento do GPS

6.1 Rastreamento Dos Satélites

Um receptor rastreia um satélite pela recepção de seu sinal. Sinais de apenas quatro satélites são necessários para obtenção de uma posição fixa tridimensional, mas é desejável um receptor que rastreie mais de quatro satélites simultaneamente. Com o usuário se desloca, o sinal de algum satélite pode ser bloqueado repentinamente por algum obstáculo, restando satélites suficientes para orientá-lo. A maioria dos receptores rastreia de 8 a 12 satélites ao mesmo tempo. Um receptor não é melhor que outro por rastrear mais satélites. Rastrear satélites significa conhecer suas posições. Não significa que o sinal daquele satélite está sendo usado no cálculo da posição. Muitos receptores calculam a posição com quatro satélites e usam os sinais do quinto para verificar se o cálculo está correto.

6.2 Antenas

A antena recebe os sinais dos satélites. Como os sinais são de baixa intensidade, as dimensões da antena podem ser muito reduzidas. Receptores portáteis utilizam um dos dois tipos: - Quadrifilar helix - formato retangular; localização externa; giratória; detecta melhor satélites localizados mais baixos no horizonte. - Patch (microstrip) - Menor que a helix; localização interna; pode detectar satélites na vertical e 10º acima do horizonte.

Antenas externas podem ser conectadas através de uma extensão à maioria dos receptores. Alguns receptores possuem antena destacável, permitindo melhor uso a bordo de veículos.

6.3 Entrada de dados

Receptores GPS são projetados para serem compactos, não possuindo teclado alfa-numérico. Todos os dados são digitados uma letra ou número ou símbolo por vez. Embora a maioria dos receptores possa enviar dados para equipamentos periféricos, nem todos podem receber dados.



7. Aplicações Gerais

7.1 Geodésia
A categoria de aplicações de geodésia engloba as que exigem os receptores de maior precisão, da ordem de centímetros ou milímetros. As aplicações desse grupo envolvem topografia, altimetria, cartografia, geologia, sensoriamento remoto, agrimensura, etc. Receptores GPS estão sendo utilizados, por exemplo, para a medição e o monitoramento do deslocamento das placas da crosta terrestre. No Brasil, técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) empregam receptores GPS para o refinamento da rede de marcos geodésicos do país.
7.2 Coleta de dados
Os receptores que se classificam como “coletores de dados” não necessitam ter tanta precisão como os utilizados em geodésia. Precisões da ordem de 1m, e mesmo de 5m, são, em geral, satisfatórias para estas aplicações. Além de determinarem sua posição, eles permitem, por exemplo, que seu operador defina categorias e classificações para os elementos a serem coletados, criando uma espécie de “dicionário de dados”. Quando sai a campo, o operador apenas seleciona as características do elemento a ser cadastrado. As aplicações, aqui, são muito variadas: planejamento urbano, planejamento rural, agricultura, planejamento de traçados de estradas e dutos, cadastramento de espécies animais e vegetais, mapeamento de tipos de solos, mapeamento de sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica, etc.
7.3 Navegação

O terceiro grupo de aplicações, aqui chamado de aplicações de navegação, geralmente exige do receptor um comportamento dinâmico e uma resposta imediata. Em alguns casos, é necessária uma alta precisão, como na aplicação militar de navegação de mísseis e nos sistemas de aterrissagem de aeronaves. Mas, na maioria das aplicações, é satisfatória uma precisão na faixa entre 2m e 100m.

Receptores GPS já são largamente utilizados na navegação aérea, marítima, e ferroviaria. Um grande mercado, que agora começa a ser bastante explorado, é o da indústria automobilística. Alguns modelos de veículos já são oferecidos com um receptor GPS acoplados a um computador de bordo que orienta o motorista sobre o melhor caminho a ser seguido até seu destino. O gerenciamento e monitoramento de frotas de caminhões e ônibus têm sido bastante aprimorados com a instalação de receptores nos veículos da frota. Veículos agrícolas podem ser conduzidos automaticamente com a orientação desse equipamento. E até atividades esportivas e de lazer, como enduros, excursões e caminhadas ecológicas, já empregam receptores GPS.

1) GPS + Celular: Em um veiculo o sistema transmite as informações de coordenadas por um telefone embarcado no próprio veículo. Recebe os comandos de bloqueio também por esse telefone. O funcionamento para localização depende do GPS e para efeito de monitoramento (envio de sinais) depende do celular.

2) GPS + Rádio: Transmite as informações de coordenadas por um rádio transmissor embarcado no veículo. Recebe os comandos de bloqueio também por esse rádio. O funcionamento para localização depende do GPS e para efeito de monitoramento (envio de sinais), depende da potência do rádio.

3) No GPS + Satélite: nesta opção, a transmissão de sinais pode ocorrer, por exemplo, a cada minuto, por causa do baixo custo da comunicação via satélite. Por isto, trata-se de um sistema muito indicado para o uso em caminhões. Alguns possuem computadores de bordo, que permitem que o motorista envie textos livres ou formatados para a central, relatando ocorrências ou avisando sobre qualquer necessidade de mudança na rota, como também os tempos de paradas.

Dependendo do sistema escolhido pode-se ter uma solução simples, com apenas o rastreamento propriamente dito, até uma solução mais completo que possui todas as funcionalidades integradas.

8. Funcionalidade do GPS
8.1 Em veiculos de transporte
Empresas fornecedoras afirmam que com várias funções de segurança o GPS, é uma das soluções para proteger os veículos que fazem o transporte rodoviário de carga, pois suas funções em caso do roubo do veiculo de carga são:
8.1.1 Em caso de Roubo do Veiculo.

O proprietário do veiculo entrará em contato com a empresa no qual adquiriu o serviço de rastreamento avisando que seu veiculo foi roubado.


8.1.2 Função antifurto

As empresas de rastreamento via satélite também possui sistema de antifurto para proteção do veículo estacionado, acionado automaticamente segundos após o desligamento da chave de ignição ou do fechamento das portas (de acordo com a instalação), bloqueando o funcionamento do motor e acionando alarme sonoro.


8.1.3 Função Pânico

Através da função Pânico, o proprietário do veículo poderá em uma situação emergencial acionar um botão localizado em algum ponto do veículo.


8.1.4 Função de Monitoramento Via Web

Através do site da empresa o usuário pode realizar o monitoramento do seu veículo ou frota de veículos através da Internet.



8.2 Pequenas Áreas Agrícolas

A topografia tem aplicações em muitas áreas, como por exemplo: na medição e preparo de áreas para o cultivo, no projeto e execução de obras de engenharia, construção de estradas de rodagem, na divisão de terrenos. Com o GPS de navegação podemos fazer levantamentos e nivelamentos topográficos em áreas agrícolas, e avaliar o seu desempenho por meio de comparações com equipamentos tradicionais usados em topografia como o Teodolito eletrônico ou Estação Total por exemplo. Para trabalhos topográficos de planimetria em terrenos de pequenas áreas, em torno de 1 hectare, não é aconselhável o uso do GPS de navegação pois há uma variação muito grande em relação ao teodolito eletrônico ou Estação Total. Pode-se usar o mesmo apenas como estimativa para determinação do perímetro e da área.



8.3 Na Aviação

Instalado no painel de instrumentos da aeronave. É utilizado para navegação e determinação da atitude de vôo. As unidades GPS estão sendo incorporados nos jumbos e testados para realizarem em pouco tempo aterrissagens automáticas com total confiabilidade.



8.4 Para Mapeamento

Estes GPS são projetados para mapear lugares para posterior inclusão em Bancos de Dados, mapas ou desenhos. Todos possuem algoritmos DGPS e a maioria têm capacidade de armazenar uma série de pontos e adicionar texto ou alguma informação para estes pontos. Posteriormente estes pontos são fechados podendo montar mapas.



8.5 Para Marinha

Estes GPS são usados exclusivamente para navegação marítima. Muitos deles têm conexão em outros componentes eletrônicos do navio gerando alguma autonomia para o instrumento ou até mesmo para a navegação.



8.6 Para uso Portátil

Uma grande variedade destes modelos está disponível. Muitos são projetados para um propósito específico tais como navegação terrestre, marítima, aviação e ainda, para a indústria de mapas. Os GPS estão nos celulares, Iphone, Tablet´s, aparelhos de ortáteis.



8.7 Para Malha Ferroviaria

Empresas ferroviária afirmam que o uso do GPS, trouxe benefícios enorme para a segurança no transporte de cargas e passageiros. Tanto como na manutenção de linhas etc.



9. Entrevista

Empresa : Vale

Entrevistado: Geraldo de Souza
VLI - DIAG - Diretoria de Departamento Operações Ferroviárias
GEVPC - Gerência Geral de Via Permanente
GAVTG - Gerência de PCM de Via Permanente


Rua Sapucai, 383 Floresta 30150 904 Belo Horizonte MG Brasil
T.31 3279 5665 -851 5665
0800-0953120
Celular 031-8334.6460
souza.geraldo@vale.com


- A funcionalidades atuais do ACT do GPS em malha ferroviária.

Tratamento das mensagens enviadas pelo CCO e as recebidas do campo; 

 Possui uma interface gráfica, através da qual o despachador solicita o envio de macros, visualiza as mensagens recebidas dos trens, recebe informações de alarmes, detalha a ocupação das seções de bloqueio, promove a interdição de trechos para manutenção e atualiza as informações das composições;

Apresenta graficamente no painel sinótico do CCO as comunicações referentes ao licenciamento dos trens;

Permite o rastreamento dos trens, através da solicitação automática de envio de macros de posicionamento;

 Implementa funções de bloqueio, garantindo o inter-travamento no CCO bloqueando as possibilidades de erro no licenciamento;

Valida as ocupações das seções de bloqueio (baseado em tempos de percurso, macros de informação de posicionamento e coordenadas de GPS);  

- Eficácia do sistema

Envia licenças aos trens, considerando o direcionamento do fluxo de circulação, conforme a posição das chaves de mola;

Valida a desocupação das seções de bloqueio (baseado nas macros de confirmação de cauda);

Permite a comunicação direta com o plantão da oficina de locomotivas, centros de apoio (formação de trens) e via permanente;

Trabalha com licenças franca, permissiva, de socorro e restritiva;

Permite o envio de licenças de rotas memorizadas;

Envia automaticamente ao operador de trem as restrições de velocidade contidas no trecho compreendido na licença

- Onde e quando a utilização de um GPS é útil?

O GPS é comumente usado por qualquer pessoa que deseja saber sua posição, encontrar a melhor rota ou o caminho para algum local e conhecer a velocidade e direção de seu deslocamento. Além disso, o aparelho é usado para navegação marítima, ferroviaria e cada vez mais por esportistas, que fazem do GPS um verdadeiro aliado nos seus treinos.



- Qual é a precisão de uma localização apontada pelo GPS?

Essa precisão é quase exata, podendo ter diferença de apenas 15 a 1600 metros.



- Frase de Geraldo de Sousa

A Segurança não é o simples ato egoísta de não querer acidentar, mas sobretudo, um ato de solidariedade de não deixar ocorrer acidentes ."


"É melhor fazer pouco e bem, do que fazer muito e mal."

10. Glossário

ALMANAQUE - Informações de localização (constelação) e status dos satélites são transmitidas por cada satélite e coletada pelo receptor.

AZIMUTE - O ângulo medido entre o horizonte e um satélite ou outro objeto.

DIREÇÃO - A direção do deslocamento, medida em graus, baseada na convenção que considera o operador/receptor no centro de um círculo imaginário, estando o Norte a 0º/360º e o Sul a 180º.

RUMO - A direção pretendida de movimento.

CURSO - É a direção do destino, medida em graus.

COORDENADAS - Descrição única de uma posição geográfica, usando caracteres numéricos ou alfa-numérico.

NORTE VERDADEIRO - A direção do Pólo Norte.

NORTE MAGNÉTICO - A direção apontada pela agulha da bússola magnética.

DECLINAÇÃO MAGNÉTICA - A diferença, em graus, entre o norte magnético e o verdadeiro.

POSIÇÃO - Uma localização geográfica na superfície da Terra.

NAVEGAÇÃO - Ato de determinar o curso e a direção do deslocamento.

ROTA - Um curso planejado de viagem definido por uma seqüência de pontos.

PERNA - Distância de um ponto de uma rota ao próximo ponto de referência.

POSIÇÃO FIXA - Coordenadas de posição computadas pelo receptor GPS.

S.A. - Selective Availability (Disponibilidade Seletiva) - O erro aleatório que o Departamento de Defesa dos EUA introduz deliberadamente nos sinais do Sistema para degradar sua precisão.



11. Conclusão

O sistema GPS traz importantes benefícios e avanços para a engenharia. Em grandes obras civis o sistema facilita a implantação de apoio topográfico para a locação de obra, permite levantar planimetricamente uma obra existente, contribui no monitoramento e no controle de grandes estruturas e finalmente auxilia no cadastro e no controle de entidades as mais diversas. O transporte aéreo, ferroviário, marítimo e terrestre recebe igualmente um beneficio surpreendente com a facilidade de posicionamento do GPS. O resultado e a melhoria do planejamento e da logística no transporte e na entrega das mercadorias.

Vale lembrar que o GPS não atua sozinho, pois é preciso ter gente capacitada para operar o aparelho de forma eficiente, sabendo utilizar e trabalhar em cima das informações fornecidas pelo rastreador. Somente o uso adequado das informações captadas pelo aparelho, unidas a habilidade dos controladores da frota em manusear tais informações, trarão resultados benéficos para as empresas e os usuários. Visto que tivemos o privilegio de acompanhar o uso do GPS, em uma CCO da Vale, podendo observar ao vivo a aplicação de um sistema tecnologico tão eficiente. E com ele não só o bem material da empresa passa por rastreamento e monitoramento de segurança e preventivo mas a vida dos que utilizam também e beneficida.

12. Referências Bibliográficas

MONICO, J.F.G. 2000. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. São Paulo: Editora UNESP, p287.


PAZ, S.M. Uma ferramenta para desenvolvimento de equipamentos que utilizem um receptor do Sistema de Posicionamento Global (GPS). São Paulo, SP, 1997. Dissertação (Mestrado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

SEGANTINE, P. C. L. GPS – Sistema de posicionamento global. São Carlos: EESC; Departamento de transportes, 1998. 181p.

UNESP/campus de Rio Claro - Departamento de Geologia Aplicada – IGCE – Laboratório de Geomatemática - Texto Didático 10. 2002.

Universidade de São Paulo – Departamento de Engenharia de Transporte, Laboratório de Topografia e Geodesia.

Faculdade do Noroeste de Minas – Informática aplicada a Geografia.

Apostila sobre GPS - Thorton, Jonathan - S. Paulo - SP – 1997

WALTER, F. Pesquisa em CNS-S no ITA. In: WORKSHOP SOBRE CNS-S, 2., 1993, São Jose dos Campos. 1993.

Site:


IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/atlasescolar/apresentacoes/tecnicas.swf .

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