Endotérmicos Ectotérmicos



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Termorregulação




















Animais




Animais




Fonte

de calor

Capacidade

temperatura



de regular a

Endotérmicos

Ectotérmicos

Homeotérmicos

Poiquilotérmicos

Regulam a sua temperatura corporal produzindo calor por processos metabólicos ou para perderem calor

Dependem de fontes externas para regular a sua temperatura.

Regulam a temperatura para um nível constante

Temperatura varia com as alterações da temperatura do meio

Factor limitante – condiciona a vida dos animais.



Feedback negativo




Fim do estímulo

Estímulo

Diminuição da temperatura





Valor restabelecido 370 C



Receptores

Termorreguladores da pele







Aumento da temperatura corporal

Centro regulador

Hipotálamo







Vasocontrição , tremuras, aumento das reacções geradoras de calor



Efectores

Vasos sanguíneos e músculos






Osmorregulação

Equilibrio de água e sais minerais no organismo.



Osmoconformantes – animais que não regulam a concentração de sais dos seus fluidos corporais e, assim, esta concentração varia de acordo com a concentração de água no meio.

Osmoconformantes – animais que apresentam uma concentração do seu meio interno muito diferente da concentração salina do meio envolvente.

Meio aquático

  • Os peixes marinhos apresentam um meio hipotónico, relativamente á água do mar.

  • os peixes de água doce apresentam um meio interno hipertónico

Os peixes marinho perdem muita água devido ao seu meio interno ser hipotónico, por isso têm de ingerir bastante água salgada. A quantidade de sal é eliminada por transporte activo, ao nível das brânquias.

Os peixes de água doce têm o seu meio interno hipertónico. A água entra para o seu meio interno e alguns sais são perdidos por difusão. Estes peixes produzem uma urina muito diluída, e possuem células branquiais, que transportam os sais da água para o sangue.



Meio terrestre

  • Minhoca

A minhoca possui um sistema excretor constituído por nefrideos. Á medida que o liquido se desloca ao longo do nefrideo há absorção de algumas substâncias que posteriormente passam para os capilares. Há muita perda de água pela urina, equilibrando-se com a entrada de água pela pele.

  • Aves

Como perdem muita água em voo produzem urina muito concentrada.

  • Homem

O sistema excretor do homem é constituído por 2 rins, 2 ureteres, 1 uretra e 1 bexiga. O rim apresenta uma cápsula que protege o córtex (zona mais externa) e a medula(zona mais interna). A unidade funcional do rim é o nefrónio.

Cada nefrónio apresenta uma cápsula de Bowman – que rodeia o conjunto de capilares formando um glomérulo. A cápsula de Bowman liga-se ao tubo contornado proximal, que se prolonga por um tubo – ansa de Henle – á qual se segue o tubo contornado distal. Este tubo acaba no tubo colector.

O sangue chega ao nefrónio pela arteríola aferente, que se ramifica formando o glomérulo de Malpighi. Os capilares unem-se formando a arteríola eferente, que vai originar uma nova rede de capilares que envolve os tubos contornados e a ansa de Henle. Posteriormente, estes capilares reúnem-se novamente, acabando numa ramificação da veia renal.

O processo de excreção realizado pelos rins, envolve três fenómenos: filtração, reabsorção e secreção.

A filtração ocorre quando os capilares do glomérulo deixam passar para a cápsula de Bowman diversas substâncias. Estas substâncias constituem o filtrado glomerular que, em termos de composição, é idêntico ao plasma sanguíneo, exceptuando algumas macromoléculas que não são capazes de atravessar as paredes dos capilares e da cápsula de Bowman.

O filtrado segue ao longo do tubo contornado proximal, da ansa de Henle e do tubo contornado distal. Parte das substâncias do filtrado são reabsorvidas ao longo destes tubos.

A reabsorção faz-se em grande parte, por transporte activo do filtrado glomerular para os capilares envolventes.

A secreção é um processo que ocorre ao mesmo tempo que a reabsorção, mas em sentido oposto.

A quantidade de água reabsorvida e a concentração final da urina dependem da permeabilidade das paredes do tubo colector. Esta permeabilidade é controlada pela hormona antidiuréctica (ADH), que é produzida pelo hipotálamo e libertada pela hipófise.


  1. Desidratação



2 - Diminuição do volume sanguíneo e aumento da pressão osmótica do sangue





3 - Aumento da produção de ADH





4 - Libertação de ADH no sangue





5 – Aumento da permeabilidade dos tubos colectores





6 - Reabsorção de elevadas quantidades de água





7 – Aumento do volume sanguíneo e diminuição da pressão osmótica

Quando a pressão osmótica no sangue aumenta, receptores localizados no hipotálamo detectam esta alteração, conduzindo à libertação da ADH. Esta hormona é libertada para a corrente sanguínea até atingir as células – alvo (células da parede do tubo colector). Este mensageiro químico (ADH) aumenta a permeabilidade do tubo colector, permitindo que a água abandone esta zona e seja reabsorvida pelos capilares sanguíneos. Desta forma a urina perde água e torna-se mais concentrada.

Se a situação inversa se verificar, ou seja, se a pressão osmótica diminuir devido a um excesso de água nos fluidos circulantes, a hipófise é inibida de libertar ADH. Assim, verifica-se uma diminuição da permeabilidade dos tubos colectores, o que conduz á libertação de urina mais diluída e, portanto, a uma maior perda de água.


Quantidade de água no sangue



Células cerebrais sensíveis á pressão osmótica

Hipófise liberta ADH

Permeabilidade do tubo colector

Reabsorção de água para o sangue

Quantidade de água no sangue



Quantidade de água no sangue



Células cerebrais sensíveis á pressão osmótica

Hipófise é inibida de libertar ADH



Permeabilidade do tubo colector

Reabsorção de água para o sangue

Quantidade de água do sangue




Susana Bento nº 24 11ºA




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