Elton flaubert de figueredo



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REFERÊNCIAS


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1 O filósofo e antropólogo francês, René Girard, é conhecido pelos estudos da fundação da sociedade humana a partir do mecanismo expiatório. A animalização da linguagem é o ato inicial de qualquer sociedade, quando um grupo se identifica com os seus, ao encontrar num outro, um inimigo que se transforma num bode expiatório. Este inimigo seria o causador de todos os males, e une os outros em um grupo contra ele. Ou seja, um postulado universal do mero início das associações humanas, que depende da capacidade do pensador em dar unidade às diferenças.

2 Jornal A Noite. Rio de Janeiro. 20 de Julho de 1914 (p.1).

3 No Século XIX, não havia a divisão regional que hoje nos acostumamos. Geralmente, dividia-se o país em Norte e Sul. Assim, quando nos referimos ao Norte do país é a região correspondente do estado da Bahia ao Norte.

4 O Congresso de Viena foi uma conferência entre as potências europeias, que ocorreu entre 2 de maio de 1814 e 9 de Junho de 1815, para: redefinir o mapa político do continente europeu após a derrocada de Napoleão; retomar a colonização; e restaurar os tronos das famílias reais.

5 HOBSBAWM, Eric. Naciones y Nacionalismo desde 1780. Madrid: Crítica Espanha, 2000. 1ª Edição.

6 Para mais informações, um bom guia de conhecimento é o livro de Tom Kemp: Revolução Industrial na Europa do Século XIX (Lisboa: Editora 70, 1987).

7 Veremos adiante este efeito no Brasil.

8 Alguns historiadores tentaram transferir a base desse conflito para o Brasil, teríamos um Norte, escravocrata e latifundiário, e o Sul, liberal e industrializado. Essa interpretação está bem distante da realidade, por alguns motivos: a) o Sul do país também era latifundiário e possuía sua economia voltada pra exportação; b) boa parte dos integrantes do Partido Conservador vinha da Corte (Rio de Janeiro); c) foram os deputados do Norte os principais responsáveis pelas leis que iam abolindo a escravidão gradativamente, como a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários, como veremos a seguir.

9 MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Os abolicionistas brasileiros e a guerra de secessão. In: ABREU, Martha; PEREIRA, Matheus Serva (Orgs.). Caminhos da liberdade: histórias da abolição e da pós-abolição no Brasil. Niterói: PPGH-UFF, 2011. (p. 10-27)

10 O censo de 1872 pode ser integralmente acessado em: http://www.nphed.cedeplar.ufmg.br/pop72/

11 Alonso, Ângela. As Ideias em Movimento. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 1ª edição. (p. 61)

12 Fonte: CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem. Rio de Janeiro, Ed. Campus, 1980. (p. 63/64)

13 Fonte: Ibidem (p.79)

14 Jornal O Liberal. Domingo, 18 de Agosto de 1872. 16ª edição, ano I. (p.1)

15 O estudo de José Honrorio Rodrigues, “Aspirações Nacionais”, insiste na contratação entre um Norte conservador e decadente, e um Sul, liberal e progressista.

16 VILLA, Marco Antônio. Sociedade e História do Brasil: do cativeiro à liberdade. Instituto Teotonio Vilela, 2000. (p.23)

17 PAULA, João Antonio de. O Processo Econômico. In: CARVALHO, José Murilo de (Org.). A Construção Nacional: 1830-1889. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2012. (p.183)

18 Segundo André Rebouças, em Agricultura nacional: estudos econômicos (p. 160), em 1841, não havia máquina de vapor nos engenhos baianos. Em 1873, na Bahia há 893 engenhos, dos quais, movidos a vapor, 282.

19 Beviláquia, Clóvis. História da Faculdade de Direito do Recife. Recife: Ed. Universitária, 2012 (p. 28).

20 Jornal O Liberal. Domingo, 18 de Agosto de 1872. 16ª edição, ano I. (p.2)

21 Termo cunhado por Sílvio Romero para designar as ideias vindas do exterior que influenciavam os jovens recifenses.

22 Não deixa de ser jocoso, como lembra Chacon (1996), que uma parte dos que ignoram a formação da “Escola do Recife”, falando que não passa de propagandismo de Romero, não havendo unidade ou qualquer originalidade entre seus supostos integrantes, tratam implícita ou explicitamente vários sociólogos paulistas, como Fernando Henrique, Octávio Ianni, Florestan Fernandes, como uma “Escola Paulista de Sociologia”, mesmo não havendo unidade, e ocorrendo muita influência de ideias vindas de fora.

23 ROMERO, Sílvio. Discurso proferido no dia 18 de Dezembro de 1906, por ocasião da recepção de Euclides da Cunha. In: Provocações e Debates; contradições para o estudo do Brasil Social. Porto, Chardron de Lello e Irmão, 1910.

24 O condoreirismo é uma escola poética brasileira, que marca a terceira fase do romantismo, tendo como base a temática social e o igualitarismo, deslocando-se do destaque ao eu e a exaltação da natureza dos ultrarromânticos. Os condoreiros criaram uma poesia social, ligado a temáticas como a causa abolicionista e republicana. O nome decorre do Condor, tipo de ave que voa alto e solitariamente. Tobias Barreto é considerado o fundador do condoreirismo brasileiro.

25 Escritor, diplomata, poeta, teatrólogo, que formou-se em direito em 1869. Durante sua vida, sua obra foi do romantismo ao parnasianismo.

26 Crítico literário, escritor, formou-se em direito em 1869. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.

27 Poeta próximo a Castro Alves, morreu cedo em 1873.

28 Escritor cearense, apelidado de “Byron da canalha”.

29 Escritor maranhense, pioneiro no estudo do folclore no Brasil, focando a poesia popular.

30 Escritor recifense. Um dos redatores da revista satírica “O diabo a quatro”, publicada entre 1873 e 1878, no Recife.

31 Poeta português.

32 Professor da Faculdade de Direito do Recife, religioso e especialista em Stuart Mill.

33 Presidiu as províncias do Piauí, Paraná e Ceará, entre 1878 e 1882.

34 Presidiu a província do Rio Grande do Norte entre 1884 e 1885.

35 Jornal O Liberal. 30 de janeiro de 1873. 36ª edição, ano II. (p. 2).

36 Bacharel em direito da turma de 1875. Foi presidente de Pernambuco em 1890.

37 Atas FDR, 185 apud Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo Das Raças. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. (p. 194)

38 Idem. (p. 195)

39 Com o tempo, mesmo escolas tão opostas ao cartesianismo, como o materialismo dialético, irão aceitar implicitamente a prioridade do sujeito sobre a estrutura da realidade. Só que, agora, o sujeito é um coletivo, uma estrutura social.

40 Jornal O Liberal. 18 de Agosto de 1872. (p.2)

41 In “O Atraso da Filosofia entre Nós”. Jornal do Recife, 18 de novembro de 1872.

42 Como afirma Paulo Mercadante (2001), os mitos podem prefigurar a história, criando um substrato imaginativo da inteligência racional: a condensação de experiências e expectativas nos símbolos forjados pela memória e imaginação.

43 Acessado em: http://www.redalyc.org/pdf/279/27901707.pdf. 28 de agosto de 2014.

44 Acessado em: http://www.casadobruxo.com.br/poesia/s/silvior01.htm. (02 de fevereiro de 2014)

45 Idem.

46 Ibidem.

47 Ibidem.

48 Ibidem.

49 Ibidem.

50 Acessado em: http://machado.mec.gov.br/images/stories/pdf/critica/mact29.pdf. 20 de maio de 2014.

51 REALE, Giovanni. História da Filosofia: v.5. São Paulo: Paulus Editora, 2000 (p. 26).

52 Idem.

53 ROMERO, Sìlvio. Cantos do fim do século. 1878. (p. 11).

54 ROMERO, Sílvio. Estudos de Literatura Contemporânea. São Paulo: Imago, 2002. (p. 73)

55 ROMERO, Sìlvio. Cantos do fim do século. 1878. (p. 8).

56 Jornal do Recife. A Rotina Literária. Setembro de 1872.

57 Idem.

58 Ibidem.

59 Ibidem.

60 Revista Brasileira. Novembro, 1879. Volume II. (p. 279).

61 Revista Brasileira: jornal de ciências, letras e artes. Outubro a dezembro de 1879. 1º ano. (p. 493).

62 Idem. (p. 495).

63 Jornal O Liberal. 14 de Abril de 1872. (p.3)

64 Idem (p.3)

65 Jornal O Liberal. 21 de Abril de 1872. (p.1)

66 Idem. (p.1)

67 Ibidem (p.1)

68 14 de Maio de 1872.

69 24 de Maio de 1872.

70 29 de Setembro de 1872. (p.2)

71 Jornal O Liberal. 6 de dezembro de 1872. (p.4)

72 Jornal O Repórter. 19 de maio de 1879. (p.2)

73 Jornal O Repórter. 29 de julho de 1879. (p.2)

74 Jornal O Repórter. 26 de maio de 1879. (p.1)



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