Do curso de medicina



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7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


Tutoriais:

  1. Conhecer as políticas nacionais de aleitamento materno, do Banco de Leite Humano; Contra-indicação da amamentação e fatores que influenciam na amamentação;

  2. As diarreias na infância e importância para a saúde pública/papel da ESF no caso/etiologia, transmissão/prevenção diarreias;

  3. Medidas de saneamento básico nas enchentes (vigilância sanitária)/ principais doenças pós acidentes naturais/ normas técnicas do MS para enchentes/ medidas frente acidentes coletivos;

  4. Calendários Vacinais: criança, adolescente, idoso, e reações adversas;

  5. O programa do HIPERDIA, a dinâmica da ESF e a contribuição do NASF;

  6. Métodos de investigação na epidemiologia;

  7. Importância do registro de doenças na Vigilância Epidemiológica, importância das variáveis: tempo, lugar, pessoa e os aspectos do diagnóstico epidemiológico.


IESC:

  1. Relação médico-paciente;

  2. Sala de vacina;

  3. Conhecer as doenças de notificação compulsória e aprender a fazer a notificação;

  4. Aleitamento materno.


Habilidades:

  1. Relação médico paciente; reconhecer atitudes adequadas e inadequadas frente ao paciente;

  2. Intensificação de anamnese.

  3. Conhecer os sistemas de informação em saúde no serviço de vigilância em saúde.


Conferências:

  1. Sistema geográfico de informação em saúde;

  2. Vigilância em saúde;

  3. O financiamento no SUS;

  4. Os níveis de atenção à saúde do cidadão x Referência e contra referência;

  5. Acidentes coletivos e enchentes.


Morfofuncional:

  1. Interações parasito/hospedeiro/reservatório e vetor hospedeiro/reservatório: ciclo biológico, transmissão, patogenia;

  2. Diagnóstico epidemiológico.
    1. 8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO


Expor o conteúdo de maneira que facilite e estimule a aprendizagem:

  • Tutoriais: Os grupos tutoriais são formados por oito a 10 alunos e um tutor, geralmente um professor. Antes do início da reunião, é escolhido entre os alunos um coordenador, para dirigir a sessão, e um relator, para registrar as discussões do grupo. A função do tutor é facilitar o funcionamento do grupo (ajudando o coordenador, se necessário) e garantir que o grupo atinja os objetivos de aprendizado de acordo com o que foi definido no currículo. Pode ser necessário que o tutor tenha papel mais ativo, certificando-se de que o grupo faça a análi- se adequada do problema. As intervenções do tutor devem limitar-se ao mínimo necessário, para evitar-se que ele assuma o papel do coordenador ou dite a direção da resolução do problema, o que pode ser desestimulante e prejudicial para as próximas sessões.



  • IESC: Pela proposta de desenvolvimento de um processo de ensino centrado no estudante e em seu aprendizado, respeitando seus conhecimentos e vivências anteriores, enfatizando a relação entre professores e alunos, as práticas de ensino devem ser desenvolvidas, com eficácia e eficiência, nas Unidades Básicas de Saúde, na comunidade e nos domicílios, permitindo ao aluno um melhor conhecimento da população que será atendida. Os cenários de ensino, portanto, devem ser diversificados, agregando-se ao processo, além dos equipamentos de saúde, os equipamentos educacionais e comunitários. Dessa forma, permite-se que o professor e o aluno mantenham contato com a realidade local e regional repensando, nesse sentido, a própria universidade e redefinindo o seu papel no desenvolvimento da região. A parceria entre Universidade/Comunidade favorece a capacitação de recursos humanos para um maior número de atendimentos a pacientes gestantes, idosos e crianças, contribuindo para o desenvolvimento de conceitos e práticas voltadas à promoção de saúde, além da divulgação da universidade que se insere no contexto municipal, exercendo seu papel como agente social modificador dentro do seu âmbito de atuação. Ao implantar atividades educativas em cenários diversos que vão além da sala de aula há favorecimento de práticas ao estudante de graduação para que este se torne um profissional competente para atender as necessidades da população, com sensibilidade e responsabilidade social.



  • Aulas de Habilidades/Práticas Simuladas: Em virtude da necessidade da aprendizagem ser avaliada de forma contínua e sistemática para oferecer uma devolutiva ao aprendiz, assumindo, assim, uma dimensão orientadora e não seletiva, são atividades obrigatórias durante o módulo. Dessa forma, será estabelecido um processo avaliativo das competências clínicas que seja mais completo, com abordagem dos seguintes aspectos:

1) Habilidades de Semiologia: utiliza-se de simuladores específicos, de forma a treinar as técnicas do exame clínico e capacitar os estudantes na realização da anamnese em situações específicas.

2) Habilidades em Procedimentos: utiliza-se do laboratório de habilidades e seus recursos (manequins, programas interativos, simuladores de tecnologia háptica entre outros), sem a necessidade de expor pacientes a riscos e à realização de procedimentos nesta etapa inicial do aprendizado.

3) Habilidades de Comunicação: Permite treinar de modo sistemático, em um ambiente controlado e com a possibilidade de avaliação formativa, através de diversas técnicas de comunicação entre estudante e pacientes, com objetivo de capacitar os alunos na elaboração de anamnese tecnicamente adequada, respeitando preceitos éticos e vislumbrando boa relação médico-paciente.

  • Conferências: Aulas expositivas com a abordagem dos temas definidos no programa do módulo de forma que o professor possa discorrer sobre o assunto e permitindo participação ativa do aluno através de questionamentos e discussões.



  • Morfofuncional: Em grupos de 15 alunos, serão disponibilizadas as peças anatômicas, lâminas e outros recursos disponíveis nos laboratórios da universidade, de forma a contemplar as disciplinas das cadeiras básicas tais como fisiologia, bioquímica, patologia, histologia, farmacologia, entre outras com a supervisão dos professores da disciplina.



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