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8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO


  • Plano de Aula,

  • Atividades práticas desenvolvidas nas Unidades Básicas de Saúde: observação dos atendimentos médicos; Triagem; Sala de vacinas; Sala de curativos; Farmácia; Laboratório; Observação do atendimento de enfermagem;

  • Ações educativas desenvolvidas nas Comunidades de atuação da Equipe de Estratégia Saúde da Família;

  • Visitas domiciliares a pacientes acamados;

  • Uso de equipamento multimídia;

  • Aula prática / expositiva dialogada;
    1. 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO


Avaliação do desempenho prático, considerando a relação do aluno com os professores/preceptores, com os componentes da equipe de Saúde da Família, com a UBS, com a comunidade, com pacientes e entre os pares.

Prática simulada com paciente.

Prática de Educação em Saúde (orientações à comunidade sobre Imunização da criança – cartão da criança).

Todas as avaliações do aprendizado prático, que ocorrerá nos cenários de práticas, compõem a nota parcial e final do aluno categorizados em conceitos: satisfatório (nota acima de 7,0) ou insatisfatório (nota abaixo de 7,0).

    1. 10. BIBLIOGRAFIA


Básia:

BATES: Propedêutica Médica. LS Bickley e PG Szilagy, 2005. RJ: Guanabara Koogan.

DUNCAN, B. B. Medicina Ambulatorial: Condutas Clínicas em Atenção Primária. 2. ed. Porto Alegre:[s.n.], 1996. Cap. 1, p. 46-49.

PORTO, C.C.; PORTO, A. L. Exame Clínico: Porto & Porto. 7.ed.- [Reimpr]. – Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2013.
Complementar:

ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à epidemiologia. 4. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

BRANT, William E;HELMS, Clyde A. Fundamentos de radiologia : diagnóstico por imagem. Tradução de Fernando Diniz Mundim; Maria Angelica Borges dos Santos; Maria de Fatima Azevedo; Patrícia Lydie Voeux; Telma Lucia de Azevedo Hennemann. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. v.4.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento da Atenção Básica. Guia Prático do PSF. 1ª Ed. Brasília, Ministério de Saúde, 2001.

CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa (Org.) et al. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2012. (Saúde em debate, 170).

ROUQUAYROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde, 5. ed. Rio de Janeiro: MEDSI,1999.




PROGRAMA DE CURSO ESTÁGIO CURRICULAR SURPERVISIONADO 5º E 6º ANOS – INTENATO MÉDICO


O internato médico compreende o estágio curricular supervisionado obrigatório de treinamento em serviço, destinado a complementar e aprimorar os atos médicos e conhecimentos aprendido nos períodos anteriores do curso de graduação. Compreende atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida, em cenários de prática diversos, ambientes de futura atuação dos alunos do curso, como uma complementação do processo ensino-aprendizagem. Desenvolve-se conforme a descrição feita no item 4.4 do PPC e descrição a seguir:
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO INTERNATO
A Avaliação de cada Módulo do Internato será realizada durante e ao término de cada Módulo pelos seus respectivos coordenadores.

A Avaliação da Aprendizagem do Conteúdo Específico inclui: AVALIAÇÃO FORMATIVA DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS: realizada diariamente pelo professor/preceptor, através de avaliação das competências mínimas determinadas para cada área do estágio, durante a realização de suas atividades práticas e a AVALIAÇÃO SOMATIVA que inclui a avaliação teórica ao final de cada período de conteúdo específico.

A nota conceitual da especialidade do Internato é composta por prova teórica específica 30%, avaliação diária 20% e avaliação de habilidades e competências 50%.

A aprovação do aluno no estágio específico se dará com a média mínima de 7,0 (sete), habilitando-o a ingressar no estágio seguinte, se dentro da mesma série. O aluno só estará habilitado para ingressar no Internato do ano seguinte, se aprovado em todos os estágios específicos da série.
CARGA HORÁRIA TEÓRICA E PRÁTICA
5º Ano – 9º e 10º Semestres – Internato
Clínica Médica I: 480 horas

Clínica Cirúrgica I: 480 horas

Pediatria I: 480 horas

Ginecologia-Obstetrícia I: 480 horas

Saúde Comunitária: 480 horas

Urgência e Emergência: 240 horas

Total: 2.640
6º Ano – 11º e 12º Semestres – Internato
Clínica Médica II: 480 horas

Clínica Cirúrgica II: 480 horas

Pediatria II: 480 horas

Ginecologia-Obstetrícia II: 480 horas

Rural e Indígena: 240 horas

Estágio Eletivo: 240 horas

Total: 2400
A carga horária teórica será preenchida através das reuniões clínicas (com apresentação e discussão de casos) e de temas básicos;

A carga horária prática será preenchida com de atividades nas enfermarias, ambulatórios, centro cirúrgico, plantões noturnos durante a semana e plantão de 12 horas no fim de semana.
Frequência:
A frequência e assiduidade são consideradas em número de horas, exigindo-se o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária da Área e de 100% dos plantões.


INTENATO MÉDICO DO 5º ANO – 9º E 10º SEMESTRES

INTERNATO DE CLÍNICA MÉDICA I


Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h



Total – 480 h
Objetivos:

    • Aplicar, integrar e ampliar os conhecimentos adquiridos pelos alunos nos ciclos anteriores do curso.

    • Proporcionar ao aluno o conhecimento em técnicas e habilidades necessárias em atos médicos básicos, possibilitando a prática da assistência integrada, estimulando a interação dos diversos profissionais da equipe de saúde.

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade.

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a idéia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado.


Ementa:
Atuação em regime de ambulatório, em unidades básicas de saúde, enfermarias e pronto socorro com objetivo de realizar diagnóstico clínico análisar e interpretar os exames complementares das patologias relacionadas à cardiologia, pneumologia, moléstias infecciosas, reumatologia e dermatologia, assim como instituir tratamento adequado para as mesmas .

Cardiologia: Métodos diagnósticos em cardiologia. Insuficiência cardíaca. Infarto do miocárdio. Anginas de peito. Arritmias cardíacas. Valvulopatias. Miocardiopatias.

Pneumologia: Métodos diagnósticos em Pneumologia. Pneumonias. Doenças obstrutivas respiratórias crônicas. Enfisema e Tuberculose pulmonar. Micoses pulmonares. Diagnóstico diferencial dos derrames pleurais. Bronquioectasia. Abscesso pulmonar. Carcinoma brônquico. Tumores benignos e malignos do mediastino. Embolia pulmonar.

Doenças Infecciosoas: Moléstias infecciosas causadas por vírus, bactérias, fungos, protozoários e helmintos: Aids. Caxumba. Cólera. Coqueluche. Criptocosose. Dengue. Difteria. Endocardite infecciosa. Esquistossomose mansônica. Estafilococcias. Estreptococcias. Febre tifóide e paratifóide. Hanseníase. Hepatite por virus. Herpes zóster. Leptospirose. Malária. Meningites purulentas, meningites virais e meningoencefalite tuberculosa. Doenças meningocócicas. Mononucleose infecciosa. Paracoccidioidomicose. Parasitoses intestinais. Poliomielite. Raiva. Rubéola. Sarampo. Sepse. Shiguelose. Sífilis. Tétano. Toxoplasmose. Tuberculose. Varicela – zoster. Uso adequado dos antibióticos.

Semiologia cutânea. Principais infecções bacterianas cutâneas. Micoses superficiais e profundas, dermatozoonoses e dermatoviroses. Câncer cutâneo. Eczemas. Eritemas. Prurido e Prurigo. Alopecia. Dermatoses bolhosas. Farmacodermias.

Doenças reumatológicas. Doenças do colágeno. Artrite Reumatóide. Osteoporose.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Clínica Médica I desenvolve-se em tempo integral, integrado com a residência médica, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios e pronto-socorro, sob supervisão docente e do preceptor, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos e residentes, tais como: sessões clínicas, discussão de artigos, revisão e atualização de temas e etc.

Conteúdo Programático:
1 - Atividade nas Enfermarias e Ambulatórios:

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria e ambulatórios.

2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Clínica Médica I farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência.

3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos e residentes, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, solicitação, avaliação e interpretação de exames subsidiários, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.

4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações frequentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.

As reuniões clínicas e temas básicos serão obrigatórios para todos os internos. Os horários das reuniões serão sempre no período da manhã.
Bibliografia básica:

BRAUNWALD, E.; FAUCI, A. S.; KASPERE, D. L. et al. Harrison: Medicina Interna. 16ª ed. McGraw-Hill, 2006, volume II

COOPER J A, PAPPAS P. Cecil Review of General Internal Medicine, Elsevier, 2005, 8ª ed.

GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil: Tratado de Medicina Interna. 22ª ed. Elsevier, 2005, VOL I

GREEN, G.B. The Washington Manual of Medical Therapeutics, Lippincott Williams & Wilkins; 31ª edition. Guanabara Koogan, 2005, 782 pg.
Bibliografia complementar:

NET, Alvar & BENITO, Salvador. Ventilação mecânica. 3ª ed.Editora Revinter, 2002.

FUSTER, M.V.; ALEXANDER, R.W.; O'ROURKE, R.A.; ROBERTS, R et al. Hurst's the heart. 11ª ed. Ed. Mcgraw Hill, 2004, 2400p.

PIERIN, A. M. G. Hipertensão Arterial: uma proposta para o cuidar. 1ª ed. Manole, 2003, 380p.

DUBIN D. Interpretação Rápida do ECG. 3ª Ed. Editora de publicações Biomédicas LTDA, 2005.

DeGROOT, L.J. & JAMESON, J.L. Endocrinology. Ed. Elsevier, 5ª ed. 2005, Volume I,II e III

Ropper AH, Brown RH. Adams e Victor's - Principles of Neurology. McGraw-Hill 8th ed, 2005.

AMATO, Marisa Campos Moraes. Manual para o médico generalista. 1ª ed. Editora Roca, 2001.
INTERNATO DE CLÍNICA CIRÚRGICA I
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h
Objetivos:


    • Aprender fazer diagnóstico, tratamento e evolução de diferentes afecções cirúrgicas, desenvolvendo a relação médico-paciente e o raciocínio clínico;

    • Aprender os princípios da cirurgia, através do contato com materiais cirúrgicos, instrumentação de cirurgias e observação de procedimentos operatórios, inclusive participando destes e realização de pequenos procedimentos cirúrgicos;

    • Fazer atendimento de doentes com afecções cirúrgicas de urgência, desenvolvendo aprendizado teórico e realização de pequenos procedimentos de urgência.


Ementa:
Pré-anestesia. Clínica de anestesia geral. Princípios gerais dos bloqueios anestésicos. Princípios gerais de assistência ventilatória.

Afecções cirúrgicas do aparelho digestivo. Apendicites. Colecistopatias e doenças das vias biliares. Pancreatites. Hérnias inguinais e da parede abdominal. Diverticulites. Peritonites. Doença Inflamatória Intestinal. Obstrução Intestinal. Isquemia mesentérica. Hemorragias digestivas. Patologias orificiais. Cirurgia nos traumas abdominais. Paracenteses.

Afecções cirúrgicas urológicas. Atividade em pré e pós-operatório: instrumentador, 2º auxiliar, 1º auxiliar ou cirurgião, dependendo da complexidade do ato e pós-operatório. Avaliação, evolução, prescrição e demais atribuições inerentes ao pré e pós-operatório. Atendimento ambulatorial de casos novos, elaboração de hipóteses diagnosticas, solicitação de exames complementares e discussão de conduta terapêutica e/ou cirúrgica. Pronto Socorro: atendimento aos pacientes portadores de patologias urológicas de urgência. Pielonefrites. Tumores renais. Cálculos urinários. Tumores de próstata.

Atuação em Pronto Socorro Cirúrgico em área de urgência e emergência e enfermaria de pré e pós-operatório. Instrumentação em Emergências cirúrgicas em Pronto Socorro e em cirurgias de emergências. Dissecção de veias sob supervisão. Acompanhamento de pacientes internados e/ou em observação: história clínica, exames complementares, evolução diária, controle e conduta terapêutica.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Clínica Cirúrgica I desenvolve-se em tempo integral, integrado com a residência médica, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios e pronto-socorro, sob supervisão docente e do preceptor, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos e residentes, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.
Conteúdo Programático:
1- Atividade nas Enfermarias e Ambulatórios e Centro Cirúrgico:

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria, ambulatório e centro cirúrgico.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Clínica Cirúrgica I farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência e emergência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos e residentes, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes. Através da apresentação e discussão de casos clinicos, artigos científicos
4 - Reuniões de temas básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças, procedimentos, técnicas cirúrgicas ou alterações frequentes em nosso meio, temas estes desenvolvidos nas diferentes áreas de conhecimento.

As reuniões clínicas e temas básicos serão obrigatórios para todos os internos

Temas:

Assepsia e Antsepsia;

Anatomia Cirúrgica da Região Cervical;

Anatomia Cirúrgica do Tórax;

Anatomia Cirúrgica do Abdome;

Hérnias;

Anatomia Cirúrgica da Pelve;

Anatomia Cirúrgica da Região Inguinal;

Cuidados Pré-operatórios e Pós-operatórios;

Princípios da Cicatrização;

Avaliação do Risco Operatório;

Resposta Metabólica ao Trauma;
Bibliografia básica:
MORAES, I.N. Tratado de clínica cirúrgica. Editora Roca, 2005, 1ª ed. Volume I e II

ZOLLINGER R M,. ZOLLINGER JR. ZOLLINGER Atlas de Cirurgia, Editora Guanabara Koogan, 8ª Edição, 2005

STOELTING, R.K. & MILLER, R.D. Bases de anestesia. Editora Roca, 2004, 4ª ed. 520p.

TOWNSEND, C. M. Sabiston. Tratado de Cirurgia. Elsevier, 17ª ed., 2005, Vol. I e II
Bibliografia complementar:
MATHIAS, Carlos A.C.; FERRAZ, E.M. Condutas em cirurgia geral. Editora Medsi, 2003,1ª ed., 720p

PITREZ, F.A.B.; PIONER, S.R. Pré e pós-operatório em cirurgia geral e especializada. Editora Artmed, 2003, 2ª ed.,408p

DAVID, C.M. Ventilação Mecânica – Da Fisiologia à Prática Clínica. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 1ª ed., 2001.

MAKSOUD J.G. Cirurgia Pediátrica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003, 2ª ed.

CANALE, S.Terry. Cirurgia Ortopédica de Campbell. Editora Manole, 2006, 10ª ed., Vol 1, 2, 3 e 4
INTERNATO DE DE PEDIATRIA I
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h
Objetivos:


    • Habilitar o acadêmico para o desenvolvimento da habilidade crítico-reflexiva da escuta da história do paciente levando-o ao raciocínio clínico permitindo a definição da hipótese diagnóstica e conduta adequada ao tratamento das patologias mais frequentemente internadas no setor;

    • Capacitar o acadêmico para uso racional de medicamentos e solicitação de exames complementares em pediatria;

    • Desenvolver o contato humano e técnico da criança, seus familiares e todos os profissionais envolvidos na assistência dada a ela durante o período de internação;

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade;

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado.

    • Propiciar que o interno tenha contato com os aspectos práticos do atendimento de sala de parto e atenção aos cuidados primários pós-natais no atendimento de recém-nascidos normais nas primeiras horas de vida.

    • Capacitar o aluno para identificação de sinais de gravidade na paciente gestante e no lactente a partir do programa - AIDPI NEONATAL.


Ementa:
Atuação em Ambulatório de Especialidades pediátricas, Unidades Básicas de Saúde para Atenção Primária à Saúde, Pronto Atendimento Infantil. Puericultura: Triagem neonatal; Atendimento ao recém-nascido em sala de parto e Alojamento Conjunto (ALCON) e Alta Hospitalar do RN; Avaliação e Classificação do RN; Distúrbios Metabólicos no RN; Asfixia Neonatal; Icterícia neonatal; Desenvolvimento Neuropsicomotor normal, Antropometria. Imunização; Distúrbios Endocrinológicos (Baixa estatura, Puberdade precoce e Atraso Puberal). Doenças Respiratórias mais prevalentes na Infância (IVAS, Otite Média Aguda, Asma, Pneumonia Comunitária, Bronquiolite Viral); Doenças da Vias Urinária mais prevalentes na Infância (Infecção do Trato urinário, Glomerulonefrite Difusa Aguda, Síndrome Nefrótica, Litíase Renal); Distúrbios Gastrointestinais (Dor abdominal Recorrente, Doença do Refluxo Gastroesofágico, Alergia Alimentar, Síndrome de Mal Absorção, Obstipação Intestinal, Diarreia Aguda, persistente e Crônica); Desnutrição. Parasitoses.

Principais Urgências e Emergências Clínicas na Infância; Intoxicações na Infância; Injúrias Intencionais e Não Intencionais.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Pediatria desenvolve-se em tempo integral, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios e pronto-socorro, sob supervisão docente, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.



Conteúdo Programático:
1- Atividade nas Enfermarias, Ambulatórios e Berçário.

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria, ambulatório e Berçário.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Pediatria I farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência e emergência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica, avaliação da evolução clínica dos pacientes, solicitação e interpretação dos exames subsidiários.
4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações frequentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.
Bibliografia básica:
MARCONDES, E. Pediatria Básica. TOMO I Sarvier, 9ª edição, 2003

LOPES, Fábio Ancona; CAMPOS Jr., Dioclécio. Tratado de pediatria - Sociedade Brasileira de Pediatria. Editora Manole, 2006, 1ª ed., 2210p

KOPELMAN, B.I.; SANTOS A.M.N.; GOULART, A.L.; ALMEIDA, M.F.B.; MIYOSHI, M.H.; GUINSBURG, R. Diagnóstico e Tratamento em Neonatologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2004.

TOPOROVSKI, Julio; MELLO, Valderez Raposo; MARTINI FILHO, Dino; et al. Nefrologia pediátrica. Editora Guanabara Koogan, 2006, 2ª ed., 810p
Bibliografia complementar:

SUCUPIRA, A.C.S.L,; KOBINGER, M.E.B.A. et al. Pediatria em consultório. Editora Savier, 2000, 4ª ed., 795p

MURAHOVSCHI, Jayme. Pediatria: urgências e emergências. Editora Sarvier, 2005, 1ª ed., 589p

OLIVEIRA, R. G. Black Book : Pediatria. Ed. Black Book, 3ª ed., 2005, 640p
INTERNATO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA I
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h
Objetivos:


    • Habilitar o acadêmico no diagnóstico e tratamento das patologias mais frequentemente internadas no setor;

    • Capacitar o acadêmico para uso racional de medicamentos, solicitação de exames complementares em Ginecologia e Obstetrícia;

    • Relembrar os conhecimentos teóricos de propedêutica, fisiopatologia, diagnóstico, propor e explicar a orientação terapêutica adequada das doenças Ginecológicas e obstétricas;

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade;

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado;

    • Capacitar o aluno ao atendimento e tratamento do paciente ginecológico e obstétrico.



Ementa:
Atuação em ambulatório para acompanhamento pré-natal das gestantes. Atuação na maternidade acompanhando o parto eutócico e o puerpério.

Atuação em ambulatório para acompanhamento das doenças ginecológicas mais comuns. Realização do exame ginecológico. Vulvovaginites. DSTs. Ciclo menstrual. Dismenorreia. Sangramento uterino disfuncional. Doença inflamatória pélvica. Anexites. Endometriose. Síndrome dos ovários policísticos. Climatério.
Metodologia pedagógica:
Sob supervisão dos docentes e preceptores, as atividades práticas ocorrerão de maneira integrada com a residência médica e constarão de:

  • Plantões no Pronto Socorro onde atenderão os casos ginecológicos e obstétricos considerados de urgência;

  • Plantões no Centro Obstétrico em atendimento às parturientes, executarão partos vaginais e participarão dos partos cirúrgicos como instrumentadores;

  • Atividades no centro cirúrgico, participando de cirurgias indicadas como instrumentadores; visitas no pós-operatório;

  • Atividades em enfermaria de ginecologia e obstetrícia (gestação de alto risco e puérperas), evoluindo pacientes e discutindo orientação terapêutica participando de visitas acadêmicas;

  • Atividades ambulatoriais.


Conteúdo programático:
1- Atividade nas Enfermarias, Ambulatórios, Centro Cirúrgico
Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria, ambulatório, Centro Cirúrgico e Centro Obstétrico.
2-Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Ginecologia e Obstetrícia Ifarão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência e emergência.
3- Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.
4-Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações frequentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.
Bibliografia básica:
DECHERNEY. Current Obstetric & Gynecologic Diagnosis & Treatment McGraw-Hill, 2005, 10ª ed.

OLIVEIRA H. FEBRASGO Tratado de Ginecologia, Editora Rewinter, 1ª ed, 2000.VOL I e II

OLIVE D, BEREK J. Novak's Gynecology, Lippincott Williams & Wilkins; 2002, 13ª ed.

CORREA, M.D.; MELO, V.H.; LOPES, R.A.; AGUIAR, P. & CORREA Jr., M.D. Noções práticas de obstetrícia. Editora Coopmed, 2004, 13ª ed.

REZENDE, J. Obstetrícia. Guanabara Koogan, 10ª ed., 2005, 1588p.
Bibliografia complementar:

PIATO, S. Tratado de ginecologia. São Paulo: Artes Médicas, 2002, 2ª ed., 1250p

NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo: Sarvier, 2005, 3ª ed., 1379p

FREITAS, F & cols. Rotinas em ginecologia. Editora Artmed, 5ª ed., 2006, 584p

FREITAS, F & cols. Rotinas em obstetríca. Editora Artmed, 5ª ed., 2006, 680p
INTERNATO DE SAÚDE COMUINITÁRIA
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h –

Objetivos:


  • Desenvolver ações junto aos serviços de saúde e comunidades locais.

  • Fortalecer a integração ensino/serviço/comunidade.

  • Oferecer ao aluno, uma percepção da importância da medicina da assistência básica.

  • Proporcionar ao aluno maior apreensão da realidade, permitindo reconhecer os problemas da comunidade local, vivenciando esses problemas na prática.

  • Promover raciocínio crítico da situação e discutir eventuais soluções.


Ementa:
Atuação nas Unidades Básicas de Saúde para acompanhamento de pacientes dos programas de Hipertensão e Diabetes. Planejamento familiar. Realização de pré-natal. Realizar diagnóstico e tratamento da Hanseníase, Tuberculose, Dengue e Malária. Acompanhar campanhas antitabagismo. Promover o envelhecimento ativo. Diagnosticar e tratar as doenças diarreicas da infância e as pneumonias comunitárias infantis. Realizar procedimentos como curativos e suturas.
Metodologia Pedagógica:
O internato de Saúde Comunitária funciona através de convênio com a Prefeitura Municipal, onde cada equipe do Programa de Saúde da Família receberá um ou dois internos, que supervisionados pelo médico responsável da equipe, desenvolverão atividades de atendimento ambulatorial, atividades de educação para a saúde, palestras e campanhas. Sob supervisão de um docente, as atividades serão complementadas pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.

Conteúdo Programático:
1- Atividades ambulatoriais:

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades ambulatoriais, serviços prestados à comunidade, palestras e cursos.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Saúde Comunitária farão cobertura com Plantões noturnos ou diurnos nas unidades de Pronto Atendimento durante a semana e nos fins de semana, de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. Os atendimentos nas unidade de Pronto Atendimento do município, permitirão aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.
4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças, procedimentos, técnicas cirúrgicas ou alterações frequentes em nosso meio, temas estes desenvolvidos nas diferentes áreas de conhecimento.

Observação:

Através da observação direta, análise de situações reais e busca ativa e discussão de conteúdos teóricos, este estágio espera proporcionar a consolidação de conhecimentos obtidos sobre o processo saúde-doença, níveis de prevenção e de atenção em saúde, modelos de atenção em saúde, saúde comunitária, o Programa de Saúde da Família, programas de saúde, vigilância em saúde, controle social em saúde, ensino médico e temas afins.
Bibliografia básica:
CAMPOS, G.W.S,; MINAYO, M.C.S.; AKERMAN, M.; DRUMOND Jr., M.; CARVALHO, Y.M. Tratado de saúde coletiva. Editora Hucitec, 2006

BATISTA, Rodrigo Siqueira & GOMES, Andreia Patrícia. Perguntas e resposta comentadas de saúde pública. Editora Rubio, 2006, 1ª ed., 415p

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. SUS: o que voce precisa saber sobre o Sistema Único de Saúde. Editora Atheneu, 2005, 256p.

COSTA, E.M.A.; CARBONE, M.H. Saúde da família, uma abordagem interdisciplinar. Editora Rubio, 2004, 1ª ed., 194p

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. COORDENAÇÃO DE SAÚDE DA COMUNIDADE. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília. Ministério da Saúde, 1998. 2 ed. 36p.

PAIM, J. S. Medicina familiar no Brasil: movimento ideológico e ação política. In: ABRASCO. Estudos de saúde coletiva. Rio de Janeiro: ABRASCO,1986. p.11-25
Bibliografia complementar:
CIANCIARULLO, Tamara Iwanow; SILVA, Gilberto Tadeu Reis. Uma nova estratégia em foco: o programa de saúde da família. Editora Icone, 2005, 1ª ed., 383p

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde da família no Brasil Uma análise de indicadores selecionados, 1998-2004, 2006, Brasília.

INTERNATO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
Carga Horária: Teóricas – 15 h

Prática – 225 h

Total – 240h
Objetivos:


  • Aprender identificar e tratar as principais urgências e emergências clínico-cirúrgicas, sob orientação;

  • Raciocinar e treinar em emergências clínico-cirúrgicas, pediátricas, ortopédicas, ginecológicas, obstétricas e neurológicas;

  • Saber fazer atendimento de doentes com afecções cirúrgicas de urgência, desenvolvendo aprendizado teórico e realização de pequenos procedimentos de urgência.


Ementa:
Atuação pronto socorro abordando as patologias mais comuns relacionadas a urgência e emergência. Infarto do Miocárdio. Acidentes Vasculares Encefálicos. Estado de mal asmático. Edema agudo de pulmão. Tromboembolismo pulmonar. Dissecção aguda da aorta. Pneumonias. Septicemias. Estado de mal convulsivo. Estados de Choque. Arritmias cardíacas. Acidentes ofídicos. Atendimento ao grande queimado. Atendimento ao politraumatizado. Suporte básico e avançado de vida. Realizar sob supervisão procedimentos de intubação orotraqueal e acessos venosos profundos. Traumas do aparelho locomotor. Imobilizações.
Metodologia pedagógica:
Internato em Urgência e Emergência desenvolve-se em tempo integral, na forma de treinamento em serviço no Hospital de Emergências do Governo do Estado do Amapá, sob supervisão docente e preceptor, de maneira integrada com a residência médica, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.

Conteúdo Programático:
1- Atividades no Pronto Socorro:

As atividades no Hospital de Emergências durante a semana darão início às 7:00 h de segunda à sexta-feira. Os alunos serão responsáveis pelas escalas das atividades no Hospital de Emergências. As atividades constam do atendimento do paciente de urgência e emergência, evolução diária dos pacientes internados no Pronto-Socorro e acompanhamento de cirurgias de Urgências e Emergências no Centro Cirúrgico.
2 - Plantões no Pronto Socorro:

Os alunos neste estágio farão de acordo com a escala, 01 plantão de 12 horas no fim de semana, a cada 03 semanas.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.
4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças, procedimentos, técnicas cirúrgicas ou alterações frequentes em nosso meio, temas estes desenvolvidos nas diferentes áreas de conhecimento.
Bibliografia básica:
National Association of Emergency Medical Technicians. PHTLS - Prehospital Trauma Life Support. Elsevier/Mosby 6th ed 2007.

PAES Jr., JOVINO; GIAVINA-BIANCHI, Pedro. Diagnóstico clínico e terapêutico das urgências cirúrgicas. Editora Roca, 2006, 1ª ed., 408p

PETROIANU, Andy. Urgências clínicas e cirúrgicas. Editora Guanabara Koogan, 2002, 1ª ed., 1396p

SILVA, Luciana Rodrigues. Urgências clínicas e cirúrgicas em gastroenterologia e hepatologia. Editora Medsi, 2004, vol I e II

MARTINS, Herlon Saraiva; DAMASCENO, Maria Cecília de Toledo; OWADA, Soraia Barakat. Pronto-socorro. Editora Manole, 2006, 1ª ed.
Bibliografia complementar:
FRISOLI A.J, LOPES A.C, AMARAL J.L, FERRARO J.R, BLUM V.R. Emergências: Manual de Diagnóstico e Tratamento. São Paulo: Sarvier, 2000, 2ª ed.

TAKAHASHI, Walter Y. Traumatismo e emergências oculares. Editora ROCA, 2005, 1ª edição, 276p

BUCHOLZ, Robert W.; HECKMAN, James D. Rockwood e Green: fraturas em adultos. Editora Manole, 2006, 5ª ed., vol I e II

BEATY, James H,; KASSER, James R. Fraturas em crianças: Rockwood e Wilkins. Editora Manole, 2004, 5ª ed.

BARROS, J.J.; SOUZA, Luiz Carlos Manganello. Traumatismo buco-maxilo-facial. Editora Roca, 2006, 3ª ed., 340p

HEBERT, Sizinio; XAVIER, Renato; PARDINI JR, Arlindo G. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e práticas. Editora Artmed, 2002, 3ª ed., 1632p.




INTENATO MÉDICO DO 6º ANO – 10º E 11º SEMESTRES


INTERNATO DE CLÍNICA MÉDICA I I
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h

Objetivos:


    • Aplicar, integrar e ampliar os conhecimentos adquiridos pelos alunos nos ciclos anteriores do curso.

    • Proporcionar ao aluno o conhecimento em técnicas e habilidades necessárias em atos médicos básicos, possibilitando a prática da assistência integrada, estimulando a interação dos diversos profissionais da equipe de saúde.

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade.

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado.


Ementa:
Atuação em ambulatório, unidades básicas de saúde, pronto socorro e enfermaria, com o propósito de diagnosticar, através de anamnese e exames complementares, e instituir tratamento para as patologias mais comuns em nefrologia,cardiologia, gastroenterologia, neurologia e endocrinologia. Doença do refluxo gastroesofágico. Gastrites. Úlcera péptica. Doença inflamatória intestinal. . Doença diverticular dos cólons. Síndrome do cólon irritável. Glomerulonefrites. Síndromes nefróticas. Insuficiência renal aguda e crônica. Hipertensão Arterial. Métodos dialíticos. Pielonefrites. Cefaleias. Epilepsias. Doenças neurodegenerativas. Disfunções tireoidianas. Diabetes mellitus. Disfunções adrenais. Adenomas hipofisários.

Noções do cuidado ao paciente criticamente enfermo através do estágio na UTI . monitorização neurológica, hemodinâmica, respiratória, equilíbrio acidobásico e hidroeletrolítico.

Conceitos fundamentais em Bioética. Tópicos de interesse médico em Deontologia e Bioética: pesquisa em seres humanos, reprodução humana, transplantes, terminalidade, morte, aborto, eutanásia, suicídio assistido. Código de Ética Médica. Relação médico-paciente. Erro médico. Comissão de ética em pesquisa e bioética. Bioética global.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Clínica Médica desenvolve-se em tempo integral, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios e pronto-socorro, sob supervisão docente e do preceptor, integrada com a residência médica, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos e outras em conjunto com a residência médica, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas, discussão de arigos científicos e etc.
Conteúdo Programático:

1 - Atividade nas Enfermarias e Ambulatórios

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria e ambulatórios.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Clínica Médica II farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.

4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações freqüentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.

As reuniões clínicas e temas básicos serão obrigatórios para todos os internos, exceto aqueles que estão de férias. Os horários das reuniões serão sempre no período da manhã.
Bibliografia básica:

BRAUNWALD, E.; FAUCI, A. S.; KASPERE, D. L. et al. Harrison: Medicina Interna. McGraw-Hill, 16ª ed., 2006, volume II.

COOPER J A, PAPPAS P. Cecil Review of General Internal Medicine, Elsevier, 2005, 8ª ed.

GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil: Tratado de Medicina Interna. Elsevier, 22ª ed., 2005, VOL I.

GREEN, G.B. The Washington Manual of Medical Therapeutics, Lippincott Williams & Wilkins; Guanabara Koogan, 2005, 31ª edition, 782 pg.
Bibliografia complementar:

NET, Alvar & BENITO, Salvador. Ventilação mecânica. Editora Revinter, 2002, 3ª ed.

FUSTER, M.V.; ALEXANDER, R.W.; O'ROURKE, R.A.; ROBERTS, R et al. Hurst's the heart. Ed. Mcgraw Hill, 2004, 11ª ed., 2400p

PIERIN, A. M. G. Hipertensão Arterial: uma proposta para o cuidar. Manole, 1ª ed., 2003, 380p.

DUBIN D. Interpretação Rápida do ECG. Editora de publicações Biomédicas LTDA, 3ª ed, 2005.

DeGROOT, L.J. & JAMESON, J.L. Endocrinology. Ed. Elsevier, 2005, 5ª ed., Volume I,II e III.

Ropper AH, Brown RH. Adams e Victor's - Principles of Neurology. McGraw-Hill 8th ed, 2005.

AMATO, Marisa Campos Moraes. Manual para o médico generalista. Editora Roca, 2001, 1ª ed.

INTERNATO DE CLÍNICA CIRÚRGICA II
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450 h

Total – 480 h
Objetivos:


    • Aprender fazer diagnóstico, tratamento e evolução de diferentes afecções cirúrgicas, desenvolvendo a relação médico-paciente.

    • Aprender os princípios da cirurgia, através do contato com materiais cirúrgicos, instrumentação de cirurgias e observação de procedimentos operatórios, inclusive participando destes e realização de pequenos procedimentos cirúrgicos.

    • Realizar atendimento de doentes com afecções cirúrgicas de urgência, desenvolvendo aprendizado teórico e realização de pequenos procedimentos de urgência.


Ementa:
Atuação em ambulatório, enfermaria, pronto socorro e centro cirúrgico em cirurgia oncológica, torácica e cardíaca. Realizar diagnóstico clinico e com exames complementares das neoplasias malignas de esôfago, estômago, Intestinos, fígado, pâncreas, cabeça e pescoço. Tumores benignos e malignos de mediastino. Traumas torácicos. Drenagem de tórax. Diagnóstico diferencial dos derrames pleurais. Biópsia de pleura. Carcinoma Brônquico. Revascularização do miocárdio. Troca de valvas cardíacas. Endocardites. Derrame pericárdico.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Clínica Cirúrgica II desenvolve-se em tempo integral, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios, centro cirúrgico e pronto-socorro, sob supervisão docente e do preceptor, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.
Conteúdo Programático:
1- Atividade nas Enfermarias e Ambulatórios e Centro Cirúrgico:

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria, ambulatório e centro cirúrgico.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Clínica Cirúrgica II farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência e emergência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.
4 - Reuniões de temas básicos

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças, procedimentos, técnicas cirúrgicas ou alterações freqüentes em nosso meio, temas estes desenvolvidos nas diferentes áreas de conhecimento.

Temas:

Princípios da Cirurgia Ortopédica;

Princípios da Cirurgia Urológica;

Urgência em Urologia;

Nutrição em Cirurgia;

Infecção em Cirurgia;

Princípios de Uso Drenos e Sondas;

Atendimento de ATLS (Suporte Avançado de Vida ao Trauma);

Uso de Sangue e Derivados;

Base da Cirurgia Oncológica;

Abdome Agudo;
Bibliografia básica:

MORAES, I.N. Tratado de clínica cirúrgica. Editora Roca, 2005, 1ª ed. Volume I e II

ZOLLINGER R M,. ZOLLINGER JR. ZOLLINGER Atlas de Cirurgia, Editora Guanabara Koogan, 8ª Edição, 2005

STOELTING, R.K. & MILLER, R.D. Bases de anestesia. Editora Roca, 2004, 4ª ed. 520p.

TOWNSEND, C. M. Sabiston. Tratado de Cirurgia. Elsevier, 17ª ed., 2005, Vol. I e II.
Bibliografia complementar:

MATHIAS, Carlos A.C.; FERRAZ, E.M. Condutas em cirurgia geral. Editora Medsi, 2003,1ª ed., 720p

PITREZ, F.A.B.; PIONER, S.R. Pré e pós-operatório em cirurgia geral e especializada. Editora Artmed, 2003, 2ª ed.,408p

DAVID, C.M. Ventilação Mecânica – Da Fisiologia à Prática Clínica. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 1ª ed., 2001.

MAKSOUD J.G. Cirurgia Pediátrica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003, 2ª ed.

CANALE, S.Terry. Cirurgia Ortopédica de Campbell. Editora Manole, 2006, 10ª ed., Vol 1, 2, 3 e 4
INTERNATO DE PEDIATRIA II
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática –450 h

Total – 480 h

Objetivos:


    • Habilitar o acadêmico no diagnóstico e tratamento das patologias mais freqüentemente internadas no setor;

    • Capacitar o acadêmico para uso racional de medicamentos e solicitação de exames complementares em pediatria;

    • Desenvolver o contato humano e técnico da criança, seus familiares e todos os profissionais envolvidos na assistência dada a ela durante o período de internação;

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade;

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado;

    • Propiciar que o internista tenha contato com os aspectos práticos do atendimento de sala de parto e atenção aos cuidados primários pós-natais no atendimento de recém-nascidos normais nas primeiras horas de vida;

    • Apresentar ao interno o projeto de clínica ampliada e projeto terapêutico singular.


Ementa:
Atuação em pronto socorro pediátrico, UTI pediátrica, ambulatório de especialidades pediátricas. Temas: sepse; distúrbio ácido-básico em pediatria; cetoacidose diabética; artrite séptica; anemia falciforme e crise falcêmica, púrpura trombocitopênica idiopática; infecções congênitas e neonatais adquiridas; colestase neonatal; método cangurú; choque séptico; insuficiência renal aguda. Distúrbios neurológicos (encefalopatia crônica, atraso no DNPM, cefaleia); estado de mal epiléptico. Bioética e questões legais em UTI pediátrica. Injúrias intencionais e não intencionais (violência, afogamento, queimaduras, intoxicações), leucemias, paciente crítico em UTI pediátrica – diagnóstico diferencial e tratamento, reanimação cárdio-respiratória, trauma crânio-encefálico, mal asmático, cardiopatias congênitas; projeto terapêutico singular; adenomegalias; distúrbios nutricionais; micoses superficiais; prematuridade; anemias.
Metodologia Pedagógica:
Internato em Pediatria desenvolve-se em tempo integral, na forma de treinamento em serviço nas enfermarias, ambulatórios e pronto-socorro, sob supervisão docente, complementado pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.
Conteúdo Programático:
1 - Atividade nas Enfermarias, Ambulatórios e unidade de terapia intensiva pediátrica.

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria , ambulatório e Unidade de Terapia intensiva.
2 - Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Pediatria II farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.

4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações freqüentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.
Bibliografia básica:

MARCONDES, E. Pediatria Básica. TOMO I Sarvier, 9ª edição, 2003

LOPES, Fábio Ancona; CAMPOS Jr., Dioclécio. Tratado de pediatria - Sociedade Brasileira de Pediatria. Editora Manole, 2006, 1ª ed., 2210p

KOPELMAN, B.I.; SANTOS A.M.N.; GOULART, A.L.; ALMEIDA, M.F.B.; MIYOSHI, M.H.; GUINSBURG, R. Diagnóstico e Tratamento em Neonatologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2004.

TOPOROVSKI, Julio; MELLO, Valderez Raposo; MARTINI FILHO, Dino; et al. Nefrologia pediátrica. Editora Guanabara Koogan, 2006, 2ª ed., 810p

Bibliografia complementar:

SUCUPIRA, A.C.S.L,; KOBINGER, M.E.B.A. et al. Pediatria em consultório. Editora Savier, 2000, 4ª ed., 795p

MURAHOVSCHI, Jayme. Pediatria: urgências e emergências. Editora Sarvier, 2005, 1ª ed., 589p

OLIVEIRA, R. G. Black Book : Pediatria. Ed. Black Book, 3ª ed., 2005, 640p
INTERNATO DE GINECOLOGIA-OBSTETRÍCIA II
Carga Horária: Teórica – 30 h

Prática – 450h

Total – 480 h
Objetivos:


    • Habilitar o acadêmico no diagnóstico e tratamento das patologias mais freqüentemente internadas no setor de Ginecologia e Obstetricia;

    • Capacitar o acadêmico para uso racional de medicamentos e solicitação de exames complementares em ginecologia e obstetrícia;

    • Relembrar os conhecimentos teóricos de propedêutica, fisiopatologia, diagnóstico, propor e explicar a orientação terapêutica adequada das doenças ginecológicas e obstétricas;

    • Conscientizar o aluno das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a sociedade;

    • Desenvolver o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças, bem como a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado;

    • Capacitar o aluno ao atendimento e tratamento do paciente ginecológico e obstétrico.


Ementa:
Atuação em Ambulatório, Unidade Básicas de Saúde, pronto socorro obstétrico, enfermaria e UTI obstétrica.

Hiperêmese gravídica. Descolamento prematuro de placenta. Placenta prévia. Inserção anômala de Placenta. Doença trofoblástica gestacional. Puerpério patológico. Prematuridade. Gestação prolongada. Distócias mecânicas. Apresentações anômalas. Discinesias. Gemelidade. Sofrimento fetal agudo. Doença Hipertensiva Específica da Gravidez. Eclampsia. Diabetes gestacional. Aborto. Infecções congênitas. Gravidez ectópica. Isoimunização ao fator Rh. Indicações de parto cesáreo. Acompanhamento em ambulatório de gestante de alto risco.

Neoplasias malignas e benignas de colo uterino, endométrio, ovarianas, vulva e mamas. Infertilidade. Videohisteroscopia. Videolaparoscopia. Patologias do trato genital inferior.
Metodologia Pedagógica:
Sob supervisão dos docentes, as atividades práticas constarão de:

  • Plantões no Pronto Socorro onde atenderão os casos ginecológicos e obstétricos considerados de urgência e emergência;

  • Plantões no Centro Obstétrico em atendimento às parturientes, executarão partos vaginais e participarão dos partos cirúrgicos como instrumentadores;

  • Atividades no centro cirúrgico, participando de cirurgias indicadas como instrumentadores; visitas no pós-operatório.

  • Atividades em enfermaria de ginecologia e obstetrícia (gestação de alto risco e puérperas), evoluindo pacientes e discutindo orientação terapêutica participando de visitas acadêmicas;

  • Atividades ambulatoriais


Conteúdo Programático:
1- Atividade nas Enfermarias, Ambulatórios, Centro Cirúrgico

Os alunos farão rodízio entre eles, de acordo com escalas pré-estabelecidas antes do início de cada estágio, conciliando todas as atividades de enfermaria, ambulatório, Centro Cirúrgico e Centro Obstétrico.
2- Plantões no Pronto Socorro

Os internos de Ginecologia e Obstetrícia II farão cobertura com Plantões noturnos no pronto socorro durante a semana e nos fins de semana também de 12 horas diurno ou noturno, conforme escala. O Pronto Socorro dará aos internos o treinamento básico no atendimento dos pacientes de urgência.
3 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.

4 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças ou alterações freqüentes em nosso meio, permitindo assim aos internos uma maior familiaridade com as mesmas, bem como a padronização da conduta a ser seguida.
Bibliografia básica:
DECHERNEY. Current Obstetric & Gynecologic Diagnosis & Treatment McGraw-Hill, 2005, 10ª ed.

OLIVEIRA H. FEBRASGO Tratado de Ginecologia, Editora Rewinter, 1ª ed, 2000.VOL I e II.

OLIVE D, BEREK J. Novak's Gynecology, Lippincott Williams & Wilkins; 2002, 13ª ed.

CORREA, M.D.; MELO, V.H.; LOPES, R.A.; AGUIAR, P. & CORREA Jr., M.D. Noções práticas de obstetrícia. Editora Coopmed, 2004, 13ª ed.

REZENDE, J. Obstetrícia. Guanabara Koogan, 10ª ed., 2005, 1588p.
Bibliografia complementar:
PIATO, S. Tratado de ginecologia. São Paulo: Artes Médicas, 2002, 2ª ed., 1250p.

NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo: Sarvier, 2005, 3ª ed., 1379p.

FREITAS, F & cols. Rotinas em ginecologia. Editora Artmed, 5ª ed., 2006, 584p.

FREITAS, F & cols. Rotinas em obstetríca. Editora Artmed, 5ª ed., 2006, 680p.
INTERNATO RURAL E INDÍGENA
Carga Horária: Teóricas – 15 h

Prática -225 h

Total – 240 h


Objetivos:


  • Iniciar atividades didático-assistenciais em outras Unidades de Saúde do Estado do Amapá, fortalecendo a integração ensino-serviço-comunidade.

  • Desenvolver ações junto aos serviços de saúde e comunidades locais, proporcionando assim uma maior assistência à saúde destas populações.

  • Fortalecer a integração ensino/serviço/comunidade.

  • Oferecer ao aluno uma experiência real de trabalho em uma comunidade, prestando serviços de níveis primários, secundários e terciários.

  • Proporcionar ao aluno uma vivência em uma outra comunidade, moldando-se às necessidades locais, adequando aos limites impostos em cada localidade.

  • Promover um raciocínio crítico e estimular busca de soluções e pensamento estratégico.


Ementa:
Atuar em unidades básicas de saúde do interior do estado e na casa de apoio ao indígena, participando do atendimento à população e dos programas de saúde coletiva da respectiva cidade. Programas de Hipertensão e Diabetes. Planejamento familiar. Realização de pré-natal. Realizar diagnóstico e tratamento da Hanseníase, Tuberculose, Dengue e Malária. Acompanhar campanhas antitabagismo. Promover o envelhecimento ativo. Diagnosticar e tratar as doenças diarreicas da infância e as pneumonias comunitárias infantis. Realizar procedimentos como curativos e suturas.

Metodologia Pedagógica:
O Internato Rural e Indígena funciona através de convênio com a Prefeitura Municipal de outras localidades onde cada cidade receberá um grupo com 04 (quatro) alunos, ou mais, ou menos se necessário, que supervisionados pelo médico responsável escolhido pela Coordenação do Internato, desenvolverão atividades de atendimento ambulatorial, atividades de educação para a saúde, palestras, campanhas. Sob supervisão de um docente, as atividades serão complementadas pelas reuniões científicas do corpo clínico e por atividades didáticas específicas para os internos, tais como: sessões clínicas, revisão e atualização de temas e etc.

Conteúdo Programático:
1- Atividades ambulatoriais:

Os alunos trabalharão em ambulatórios no período da manhã e tarde, 08 períodos por semana.

Início das atividades às 8:00h.

Horas trabalhadas: 8h/dia
2 - Reuniões de Casos Clínicos:

Proporcionar o raciocínio clínico pelos internos, dando ênfase ao diagnóstico diferencial das diversas patologias, conduta terapêutica e avaliação da evolução clínica dos pacientes.
3 - Reuniões de Temas Básicos:

Estas reuniões têm por finalidade a análise detalhada de doenças, procedimentos, técnicas cirúrgicas ou alterações frequentes em nosso meio, temas estes desenvolvidos nas diferentes áreas de conhecimento.

Observações:

Neste estágio o aluno terá oportunidade de vivenciar a realidade do interior do Estado do Amapá, aprimorando seus conhecimentos, através da prática dos atendimentos e condutas, além de proporcionar à comunidade local uma prestação de serviço de saúde de alta qualidade.
ESTÁGIO ELETIVO
O Estágio Eletivo oferece ao aluno a oportunidade de adquirir conhecimentos e habilidades médicas em área específica de sua escolha. Este terá duração de 4 semanas e será realizado em instituições definidas previamente e aprovado pelo colegiado do curso.

Será liberado para realizar o internato Eletivo em outras instituições o aluno que conseguir estágio em locais que apresentem os seguintes critérios:

1 – Instituições Públicas ou Privadas de Saúde fora da unidade federativa, que tenham preferencialmente serviços do Sistema Único de Saúde, bem como em Instituições conveniadas que mantenham programas de Residência credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica e/ou outros programas de qualidade equivalente em nível internacional.

2 – A Instituição deverá ser aprovada pelo Colegiado do Curso de Medicina da UNIFAP;

3 – A Instituição deverá conter em seu Staff profissionais com graduação adequada para preceptoria e orientação pedagógica.

O aluno deverá dar entrada do pedido de autorização na secretaria do curso até 30 dias antes do início de seu estágio, com os seguintes documentos:

  1. Documento comprobatório de aceitação da IES

  2. Documento comprobatório do sistema de avaliação definido para o Internato e a ementa do estágio eletivo a ser cumprido;

  3. Dados do referido Hospital com programa de internato;

A avaliação do Estágio Eletivo será realizada no mesmo local do Estágio, considerando os critérios e especificidades do serviço, obedecendo os princípios gerais da Instituições receptora do Interno. Sendo imprescindível para aprovação do Estágio Eletivo pelo Colegiado do Curso de Medicina da UNIFAP, a existência de mecanismo de avaliação do interno durante o estágio.
  1. M
    INISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

  2. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ


CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

REGIMENTO DA COMISSÃO DE AVALIÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES













MACAPÁ – AP


SETEMBRO – 2013

REGIMENTO DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Da composição da Comissão de Avaliação das Atividades Complementares
Art. 1°. A Comissão será composta por 2 (dois) membros efetivos e 1 (um) suplente e terá mandato de dois anos.

§ 1º. Os membros efetivos e suplentes serão eleitos pelo Colegiado do Curso de Medicina.

§ 2º. É permitido aos seus membros apenas um mandato subsequente.
Da competência da Comissão
Artigo 3º. Compete a Comissão de Atividades Complementares:

I. Organizar e divulgar Atividades Complementares internas e externas;

II. Estabelecer vínculos com outros colegiados, núcleos e órgãos internos e externos, junto aos quais os alunos possam desenvolver Atividades Complementares;

III. Organizar e divulgar, periodicamente, calendário das Atividades Complementares internas e externas;

IV. Analisar solicitações relacionadas à convalidação de horas de Atividades

Complementares;

V. Receber mediante requerimento do aluno em protocolo apropriado, as solicitações de convalidação de horas em Atividades Complementares, bem como os respectivos documentos comprobatórios;

VI. Realizar reuniões para planejamento e análise das atividades.



Do Funcionamento da Comissão

Art. 4°. A Comissão reunir-se-á ordinariamente duas vezes por ano para exame e avaliação dos documentos; bem como validação da carga horária (requisito mínimo para formatura: 380 horas) solicitada pelos alunos e divulgação dos pareceres.

Parágrafo Único. A reunião ocorrerá, impreterivelmente, no último mês corrente de cada semestre letivo, destinando-se aos alunos que requereram reconhecimento de atividade complementar.

Art. 5°. A Comissão reunir-se-á extraordinariamente desde que convocada pelo Colegiado do Curso.



Da solicitação de validação da carga horária pelos alunos


Art. 6º. Os alunos deverão preencher formulário específico indicando as atividades e suas respectivas cargas horárias para as quais solicitam a pontuação e a apreciação da Comissão.

§ 1º. Uma cópia simples dos documentos comprobatórios deve ser adicionada ao formulário, acompanhada dos originais no ato da entrega, para devida conferência dos documentos apresentados.

§ 2º. Cabe à Comissão solicitar a apresentação de novos documentos originais quando julgar necessário.


Do prazo de solicitação de validação
Art. 7º. Os alunos podem solicitar a validação da carga horária, mediante apresentação do formulário preenchido, e respectiva documentação, um mês antes do final de cada semestre, para que a solicitação seja avaliada na reunião de reconhecimento das Atividades complementares, conforme parágrafo único do art. 4º.

§ Parágrafo Único. Quando da inscrição do módulo do último semestre, o aluno somente terá sua condição de formando garantida, caso esteja com as Atividades Complementares inseridas no sistema.



Dos critérios e divulgação dos pareceres
Art. 8º. A Comissão divulgará a carga horária validada para cada aluno após a reunião ordinária, com aprovação do Colegiado do Curso e ciência dos alunos.

Art. 9º. Os pareceres serão emitidos na forma de aprovação ou não aprovação, adicionado de justificativa, caso a Comissão julgue necessário.

Art. 10. Os alunos que discordarem dos pareceres da Comissão, terão prazo máximo de 3 (três) dias úteis a contar da sua divulgação, para apresentação de recurso ao Colegiado do Curso de Medicina, fundamentado e com documentação complementar acostada.


Da validade dos documentos

Art. 11. Para a validação dos documentos, deve-se observar:

I – A identificação da carga horária solicitada, que deverá constar no documento comprobatório idôneo. Caso o referido documento não apresente a carga horária, o aluno deve anexar ao documento a programação da atividade realizada, para análise.

II – Não serão aceitos documentos emitidos antes da matrícula do aluno na UNIFAP e que não cumpram a exigência do inciso anterior.

III – Não será permitida a reapresentação de atividades, cargas horárias e/ou documentos indeferidos pela Comissão exceto no caso previsto no Art. 10°.

Art 12. Caberá ao DERCA/UNIFAP a responsabilidade pelo lançamento das horas de atividades complementares no histórico escolar, após a homologação emitida pela Coordenação do Curso de Medicina

Art. 13. A Comissão é soberana para avaliar os casos não previstos nesse regimento.

Artigo 14. Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação


Macapá,10 de Setembro de 2013.

1 Entende-se como morte por causa externa, a relacionada a homicídios, suicídios, acidentes de trânsito etc.

2 Segundo dados do Ministério da Saúde o suicídio no Amapá ocupa o primeiro lugar na América Latina.




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