Do curso de medicina



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4.4 Internato Médico
O internato médico compreende o estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, destinado a complementar e aprimorar os atos médicos e conhecimentos apreendido os períodos anteriores do curso de graduação.

O Internato é uma atividade obrigatória, como etapa que integra o processo da graduação do aluno do curso de medicina, para o treinamento em serviço, sob supervisão direta dos docentes da própria Universidade.

O Internato compreende atividades de aprendizagem social, profissional e cultural proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida, em cenários de prática diversos, ambientes de futura atuação dos alunos do curso, como uma complementação do processo ensino-aprendizagem.

As atividades do internato são desenvolvidas nas áreas definidas na matriz curricular do curso de Medicina da UNFAP, devendo ser o mais abrangente possível, em cada área do conhecimento previamente estabelecida, incluindo atividades nos diversos níveis de atenção à saúde.

Tratando-se de um módulo de aprendizado do curso de Medicina, o Internato está vinculado à Coordenação do Internato e esta por sua vez a Coordenação do Curso de Medicina.

A matriz curricular do curso evidencia que as atividades do estágio sejam compatíveis com o contexto básico para a futura profissão e ofertadas de maneira integrada.


Objetivos
O Internato objetiva proporcionar complementação do processo ensino-aprendizagem, como instrumento de integração Universidade/Instituições de Saúde sob a forma de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-científico, cultural e de relacionamento humano.

Para a Universidade, internato deve oferecer subsídios à revisão de currículos, adequação de programas e atualização de metodologias de ensino, favorecendo a adoção de uma postura realista quanto à sua contribuição ao desenvolvimento regional e nacional, além de propiciar melhores condições de avaliar o profissional em formação.

Durante o internato promove-se a integração do estudante em equipes multiprofissionais de saúde, além do desenvolvimento de atitudes éticas do exercício profissional e atendimento às demais necessidades técnicas da formação médica.

O Internato deve proporcionar ao graduando o aprendizado para uma visão prática do funcionamento de um serviço ou instituição de pesquisa e ao mesmo tempo familiarizar-se com o ambiente de trabalho. É mister que o internato possibilite também condições de treinamento específico pela aplicação, aprimoramento e integração dos conhecimentos, indicando caminhos para o desenvolvimento de competências e habilidades que viabilizem a identificação de preferências para campos de atividades profissionais.

No Internato, o “P” da ABP (Aprendizagem Baseada em Problema) passa a significar Paciente, não mais um problema escrito. O ensino-aprendizagem centrado no paciente, desperta o interesse dos estudantes e contribui para formação de médicos humanos, preocupados em cuidar não somente da doença do paciente, mas desse sujeito com todas as suas necessidades.

Para a Instituição/Serviço de Saúde, o estágio representa a redução do período de adaptação do profissional aos seus quadros, facilitando o recrutamento de técnicos com perfil adequado aos seus interesses, além de estimular a criação de canais de cooperação com a Universidade na solução de problemas de interesse mútuo, participando assim de maneira direta e eficaz na formação de profissionais de nível superior, contribuindo para melhorar a adequação da teoria/prática.


Estrutura do Internato

Composição da coordenação:

Coordenador do Módulo Clínica Médica I e II

Coordenador do Módulo Clínica Cirúrgica I e II

Coordenador do Módulo Pediatria I e II

Coordenador do Módulo Ginecologia e Obstetrícia I e II

Coordenador do Módulo Saúde Comunitária

Coordenador do Módulo Urgência e Emergência

Coordenador do Módulo Rural e Indígena

Coordenador do Módulo de Estágio Eletivo


Os alunos serão divididos em 06 grupos de alunos (com 5 alunos por grupo) que através de um sistema de rodízio alternar-se-ão entre as grandes clínicas, conforme a matriz. Ao término dos rodízios, ou seja, no início do décimo segundo semestre, os alunos darão sequencia ao Internato Rural e Indígena que terá duração de 04 semanas.

O Internato Rural e Indígena será desenvolvido, sob orientação de preceptores, em cidades do interior do Estado do Amapá. Será distribuído um grupo de alunos para cada localidade.


Habilitação para realização do Estágio
As condições básicas para o aluno realizar o Estágio Curricular Supervisionado em Medicina são:

- estar matriculado no 9º período do curso de Medicina;

- não ter nenhuma pendência dos anos anteriores;

- apresentar o “Seguro contra Acidentes Pessoais” (Lei nº 6.494 de 07 de dezembro de 1977);

- estar com o sistema de vacinas em dia;
Carga horária do Estágio

As atividades do Internato têm caráter essencialmente prático, sob supervisão contínua do docente.

Carga horária total do Estágio = 5.040 horas

Carga máxima de atividade teórica: 20% do total


Áreas e locais do Estágio
As atividades de estágio serão desenvolvidas nas áreas de conhecimento pré-determinadas na matriz curricular.

As unidades de saúde considerados cenários de prática para as atividades do internato serão as unidades de saúde ambulatoriais e hospitalares do SUS do estado do Amapá, que realizem atendimentos nos três níveis de assistência à saúde para adultos, adolescentes e crianças.

Os estágios clínicos serão realizados nos hospitais da rede pública do estado e unidade de saúde da prefeitura e Hospital Filantrópico (Hospital São Camilo). O convênio do Hopital São Camilo esteve vigente de 2007 a 2012, em tramitação para renovação. Para tanto existem os convênios firmados entre a UNIFAP e secretarias de Saúde Estadual (SESA) e Municipal (SEMSA).


  • Termo de convênio 01/2007 UNIFAP/GEA- SESA AP

  • Termo de convênio 02/2007 UNIFAP/PMM – SEMSA

  • Termo de convênio sem número/2012 UNIFAP/PMM – SEMSA


Supervisor do Internato
A figura do supervisor do internato é muito importante para o sucesso do mesmo, pois é através dele que o aluno tentará superar as deficiências e as inseguranças que ainda o acompanham.

Sob orientação do supervisor, o interno desenvolverá as suas atividades diárias com o objetivo de cumprir o planejamento pela coordenação do Internato, do coordenador de cada módulo de ensino e o coordenador do curso de Medicina. O supervisor obrigatoriamente deverá ser um profissional médico, docente da Universidade e ser devidamente cadastrado na Coordenação do Internato.

O Preceptor de cada aluno dos Módulos do Internato é um professor ou técnico de nível superior, ligado ao curso de Medicina da Universidade Federal do Amapá, escolhido pelo Colegiado do curso de Medicina. Suas principais atribuições são:


  • orientar o aluno em todas as atividades do Módulo (internato) em curso; bem como acompanhar o interno nos procedimentos clínicos e cirúrgicos;

  • elaborar, em estreita colaboração com a Coordenação do Internato, projetos de incentivo/apoio à realização do Estágio Curricular;

  • zelar pelo cumprimento das normas que regem o Internato.

Caso haja desligamento do supervisor das atividades da UNIFAP, por qualquer motivo, a Coordenação do Internato deverá indicar outro supervisor.



Atividades Práticas de Ensino
Desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado
Uma vez estabelecido os grupos será montado uma escala de rodízio entre todas as modalidades do estágio, a saber: Clínica Médica I, Clínica Cirúrgica I, Pediatria I, Ginecologia e Obstetrícia I, Urgência e Emergência, Saúde Comunitária no 5o. Ano . Durante o 6o. Ano os rodízios serão : Clínica Médica II, Clínica Cirúrgica II, Pediatria II, Ginecologia e Obstetrícia II, Internato Rural e Indígena e Estágio Eletivo.
Início do estágio
Início no nono semestre, com duração de 08 semanas letivas para cada módulo de atividade do internato. O internato Rural e Indígena terá início no décimo segundo semestre com duração de 04 semanas.
Avaliação do Estágio pelo Supervisor
A Ficha de Avaliação deverá ser preenchida pelo coordenador de cada módulo (estágio), observando os prazos previamente estabelecidos pelo Calendário Escolar da Universidade Federal do Amapá.
Atribuições do interno durante o Internato
Ter pleno conhecimento de todas as normas contidas neste Manual antes de iniciar as atividades do estágio;

Trabalhar sempre de jaleco branco, longo, ou roupa branca, ou roupa adequada ao ambiente hospitalar e ambulatorial que atuar;

Observar o cumprimento dos horários;

Ser responsável, mantendo postura e ética no relacionamento entre colegas, com o paciente e com os orientadores/supervisores.


Competências do aluno a serem desenvolvidas no Internato Médico:


  • Realizar a anamnese completa e direcionada para a criança, adulto, idoso e a mulher;

  • Realizar o exame físico geral e específico, com ênfase nas peculiaridades observadas no exame físico da criança, adulto, idoso e da mulher;

  • Identificar componentes do exame físico que sejam críticos para determinado caso clínico;

  • Identificar adequadamente os achados anormais e reportá-los de forma apropriada;

  • Revisar as anotações do prontuário e obter informações necessárias para a compreensão do caso clínico e a posterior tomada de decisão;

  • Documentar e manter anotações clínicas apropriadas e legíveis;

  • Avaliar o paciente a partir das informações obtidas: formular hipóteses diagnósticas e fazer diagnóstico diferencial para as condições clínicas mais prevalentes;

  • Indicar exames complementares apropriados para o caso, considerando o contexto e os recursos disponíveis (tecnológicos e financeiros);

  • Interpretar os resultados dos exames complementares na elaboração do diagnóstico e do plano terapêutico;

  • Tomar decisões com base nas informações obtidas, preferências do paciente, julgamento clínico e evidências científicas atualizadas (vide tomada de decisões).;

  • Elaborar um plano terapêutico completo para as condições prevalentes, incluindo as urgências e emergências em crianças, adultos, idosos e a mulher;

  • Demonstrar raciocínio clínico no manejo de pacientes com co-morbidades;

  • Reconhecer a autonomia do paciente e, portanto, a necessidade de obter consentimento para a realização do tratamento proposto;

  • Reconhecer o objetivo descrito acima para uma das ações básicas de boas práticas e de minimização de demandas judiciais contra o profissional médico;

  • Compreender a importância do agendamento e de retornos para seguimento do paciente sempre que necessário;

  • Utilizar linguagem compreensível ao paciente e familiares, utilizando os recursos apreendidos nas habilidades em comunicação;

  • Manter comportamento respeitoso e cuidadoso para com o paciente e também com a equipe multidisciplinar envolvida no processo de promoção da saúde.


Atribuições da Coordenação do Internato
Informar aos preceptores os nomes dos internos sob sua orientação em cada módulo de estágio;

Publicar a lista dos preceptores com os respectivos internos em cada módulo.

Nomear o coordenador de cada módulo

Socializar com a equipe de supervisores da Residência Médica o conteúdo a ser executado durante os respectivos módulos de estágio;

Realizar reuniões de avaliação com a equipe de supervisores da Residência Médica, sobre o desenvolvimento e execução do estágio.
4.5 Processo de Avaliação
Sistema de Avaliação do Processo Ensino Aprendizagem

A avaliação deverá estar coerente com a concepção pedagógica do curso que busca privilegiar metodologias críticas e reflexivas que contribuam para a construção de conhecimentos e competências para que o profissional seja capaz de atuar de forma consciente, contextualizada e integrada. É, portanto, parte fundamental do projeto pedagógico, interferindo no próprio desenvolvimento do curso.

A avaliação é um procedimento solidário ao desenvolvimento do processo de construção do conhecimento e pautado no diálogo entre os sujeitos do processo ensino-aprendizagem. Sob essa ótica, avaliar implica em acompanhamento contínuo das experiências de aprendizagem apresentadas e, principalmente, o estabelecimento de estratégias educativas que sejam capazes de possibilitar a recuperação do acadêmico no processo, respeitando a individualização dos percursos de formação.

Sob essa perspectiva, a avaliação será, assim, formativa e somativa. Na avaliação formativa será utilizada a auto-avaliação, e a avaliação realizada pelos demais membros do grupo ou equipe de trabalho sobre o desempenho/atuação de cada um. Na avaliação somativa do estudante, busca-se avaliar os saberes e a prática profissional relacionados ao desenvolvimento de habilidades e competências dentro dos objetivos do programa.

As avaliações com características predominantemente formativas serão realizadas verbalmente durante e ao final das atividades de ensino-aprendizagem, permitindo a correção de fragilidades e a melhoria em processo. Uma síntese dessas avaliações será formalizada de maneira escrita em documentos específicos, a cada final de módulo, assumindo características somativas.
Avaliação Formativa:
Tem o objetivo de acompanhar o processo de aprendizagem do aluno, observando-se os quesitos da pontualidade, assiduidade, iniciativa e interesse, habilidades do trabalho em equipe e sua integração com ela, competência, responsabilidade e compromisso no cumprimento de determinações e tarefas, respeito mutuo, capacidade de gerar hipóteses, habilidade em solucionar problemas, criticar com objetividade e constitui-se de:


              1. Avaliação das sessões tutoriais e morfo funcionais:

Realizada ao final de cada sessão tutorial e morfo funcional.



Autoavaliação (AV)- realizada pelo aluno, sobre o seu próprio desempenho; deve englobar conhecimento, atitudes e habilidades, ajudando-o a reconhecer e assumir mais responsabilidade em cada etapa do processo de aprendizagem em cada grupo tutorial e morfo funcional;

Avaliação interpares (AI) - realizada pelos membros do grupo sobre o desempenho de cada um dos participantes, em cada grupo tutorial e morfo funcional;

Avaliação pelo tutor (AT) - para identificar as atitudes, habilidades e progresso de cada aluno em todos os grupos tutoriais e morfo funcional.


              1. Avaliação e discussão das provas cognitivas:

Ocorre após a correção das provas somativas, com o fornecimento do gabarito e discussão das questões, para que o aluno possa fazer uma reflexão dos seus erros e acertos.




              1. Avaliação e discussão das provas de habilidades e competências: “feed back”:

A discussão das provas práticas de habilidades e competências acontece durante a realização da prova ou imediatamente após a sua aplicação. Quando se discute e mostra –se ao aluno que atitudes teve corretamente e quais precisam ser melhoradas. Além disso é possível mostrar ao aluno que habilidades precisam ser melhor trabalhadas.


              1. Avaliação da IESC (Prática de Interação Ensino Serviço Comunidade):

Pode ocorrer no final ou durante o semestre na forma de portifólio reflexivo e feed backs como descrito para o item 03.


Avaliação Somativa
Tem o objetivo de identificar a aprendizagem efetivamente adquirida pelo estudante e ocorre mediante a atribuição dos conceitos satisfatório ou insatisfatório nas avaliações das atividades das unidades educacionais referentes ao ano letivo, considerando a resolução própria do curso de medicina:

Satisfatório - Notas iguais ou superiores a 7,0 (sete);

Insatisfatório - Notas inferiores a 7,0 (sete).

Será aprovado no ano o estudante que obtiver conceito satisfatório nas avaliações das atividades das unidades educacionais referentes ao ano letivo e reprovado nos casos de conceitos insatisfatórios, depois de esgotadas todas as oportunidades de recuperação.

Constituem-se como elementos da avaliação somativa, para alcance do conceito final de aprovação de cada Módulo:


  • Avaliação Cognitiva (prova final escrita)- em cada módulo, o aluno será submetido a avaliações cognitivas dos conteúdos trabalhados nos tutoriais, conferências e no Morfofuncional, correspondendo a 50% da nota final;

  • Avaliação dos tutoriais (autoavaliação - AA, avaliação interpares - AI e Avaliação do tutor - AT), sendo assim distribuída: 0– Insuficiente, 0,5 – Pouco suficiente, 1– Suficiente, 1,5 – Bom, 2 – Excelente. Sendo que o conceito final será atribuído pelo tutor baseado nas AA , AI e AT.

  • Avaliação do Morfofuncional, correspondendo a 30% da nota final. A avaliação do conteúdo trabalhado no morfofuncional é realizada sob a forma de “gincana”, onde os materiais são distribuídos em bancadas numeradas com material apontado e cada bancada é ocupada por um aluno por determinado tempo. Os alunos devem ser capazes de identificar a estrutura apontada (lâmina, peças anatômicas, resultado de experimento e etc) e responder a questões diretas sobre o funcionamento daquela estrutura, sempre que possivel integradas com o conhecimento clinico. Passado o tempo, ocorre o rodízio dos alunos nas bancadas, de forma que ao final todos os alunos tenham respondido as questões em todas as bancadas. Contudo, outras formas de avaliações podem ser adotadas.

O resultado final da avaliação somativa será composto da soma dos três conceitos acima definidos.

Para que o estudante seja aprovado deverá alcançar no mínimo 50% em cada elemento constitutivo da avaliação somativa, assim sendo: 50% da avaliação cognitiva, 50% da avaliação do tutorial e 50% da avaliação do Morfofuncional. E ainda alcançar 75% de frequência em cada uma das atividades do módulo.

As avaliações do módulo de Habilidades Clínicas e Bioética serão independentes das avaliações dos módulos temáticos, gerando ao final de cada um dos três módulos temáticos do semestre, uma nota que corresponde a um terço da nota semestral do módulo. A nota final será, portanto, atribuída pela média aritmética das três notas parciais. Seguindo o regimento geral para aprovação, a avaliação do aprendizado prático sobre o domínio dessas habilidades resulta nos conceitos satisfatório (notas iguais ou superiores a 7,0) ou insatisfatório (nota abaixo de 7,0). Além disso, o aluno que não obtiver 75% de frequência nas atividades, não poderá avançar de série.

As avaliações dos módulos IESC ocorrerão nos cenários de práticas, mediante os conceitos satisfatório (notas iguais ou superiores a 7,0) ou insatisfatório (nota abaixo de 7,0). O aluno que não obtiver 75% de frequência nos módulos transversais, não poderá avançar de série. Avaliação dos cenários de prática, dos preceptores e docentes universitários é importante por que apresentará um diagnóstico, destinando-se a busca de melhorias, seja de estrutura física e materiais ou de educação permanente.

Será considerado reprovado o estudante que não obtiver a frequência mínima obrigatória de 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades programadas de cada unidade educacional, independentemente dos demais resultados obtidos. Ausências poderão ser justificadas apenas nos casos previstos nas normas da Universidade e legislação vigente.

Os alunos que forem reprovados em algum módulo, ficam retidos na série, observando o princípio da anualidade ou semestralidade até obterem a aprovação em todos os módulos da série.




  • Avaliação do Internato

Será realizada durante e ao término de cada Módulo pelos seus respectivos coordenadores e preceptores.

A Avaliação da Aprendizagem do Conteúdo Específico inclui: Avaliação Formativa de Habilidades e Competências: realizada diariamente pelo professor/preceptor, através de avaliação das competências mínimas determinadas para cada área do estágio, durante a realização de suas atividades práticas e a Avaliação Somativa que inclui a avaliação teórica ao final de cada período de conteúdo específico.

A nota conceitual da especialidade do Internato é composta por prova teórica específica 30%, avaliação diária 20% e avaliação de habilidades e competências 50%.

A aprovação do aluno no estágio específico se dará com a média mínima de 7,0 (sete), habilitando-o a ingressar no estágio seguinte, se dentro da mesma série. O aluno só estará habilitado para ingressar no Internato do ano seguinte, se aprovado em todos os estágios específicos da série.


Prova de Segunda Chamada


  • O acadêmico terá direito a uma prova de segunda chamada, no caso de ausência em uma das avaliações, desde que solicitado via requerimento protocolado na Coordenação do Curso de Medicina, com os devidos comprovantes que justifiquem sua ausência, a critério de avaliação da coordenação do curso. Observando os critérios contidos na resolução 026/2011 – CONSU/UNIFAP, que estabelece até 5 (cinco) dias úteis após a realização da avaliação em caráter de primeira chamada, devidamente instruído com indicação do nome do professor/disciplina/turma/avaliação realizada e o comprovante da ausência. E a referida prova deverá ser aplicada em até 15 (quinze) dias úteis após a decisão em favor do aluno.

Recuperação

  • Do primeiro ao quarto ano:  Os acadêmicos que obtiverem média final de no mínimo 7,0 estão dispensados do exame final. Os que não conseguirem obter essa nota terão a oportunidade de reformular o aprendizado deficiente através da realização do exame final, que será somado à nota do módulo e divido por 2. Será aprovado o aluno que obtiver essa média de no mínimo 5,0.

  • Farão o exame final de cada módulo os alunos que obtiverem média entre 3,0 e 6,9 e os alunos que antes do exame não obtiverem a nota mínima de 3,0 e/ou que não forem aprovados sem exame em ao menos um módulo por semestre ficarão retidos no semestre.

  • Os alunos do quinto ao sexto ano (internato): não farão recuperação


Sistema de Avaliação do Projeto do Curso
O processo de avaliação institucional da Universidade Federal do Amapá ocorre de modo contínuo pela comissão própria de avaliação (CPA) e segue um conjunto de critérios ou procedimentos estabelecidos nos termos da lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004. O Curso de Medicina integra a Avaliação Institucional e seu desenvolvimento é acompanhado por essa comissão, a qual avalia os desdobramentos do curso, tendo por base o presente projeto e suas possíveis alterações.

A avaliação do curso compreende os aspectos curriculares, metodológicos, além do cumprimento da missão, da concepção, dos objetivos e do perfil profissional delineado. Além disso, também periodicamente, são realizadas reuniões com os membros do NDE (Núcleo Docente Estruturante) que tem por finalidade o acompanhamento, atualização periódica e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso - PPC. O Núcleo Docente Estruturante é constituído conforme prevê a Resolução No 01, de 17 de junho de 2010, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES).



E ainda a avaliação do curso será realizada em dois momentos. Ao final de cada módulo será feita pelos alunos a avaliação individual do docente sobre seu desempenho no processo ensino aprendizagem, e ao final de cada semestre será realizada a avaliação entre as classes: docentes serão avaliados por seus pares, discentes e técnicos; os técnicos por seus pares, discentes e docentes; a coordenação será avaliada pelos docentes, discentes e técnicos, e avaliará os docentes e técnicos. Dessa forma pretende-se obter uma ampla visão de pontos positivos e falhos no sistema educacional do curso como um todo, para posteriormente serem trabalhados inclusive nas reuniões do NDE.




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