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PARTICIPAÇÃO DE DEPUTADO EUDO MAGALHÃES SOBRE CONHECER A PESSOA DE ZÉ ROSA



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PARTICIPAÇÃO DE DEPUTADO EUDO MAGALHÃES
SOBRE CONHECER A PESSOA DE ZÉ ROSA

Deputado Eudo declarou:

Que, "(...)nunca ouviu falar nesse Zé Rosa(...)".

Que, "(...)eu nunca comprei, que eu nunca vendi... Eu estou falando, por favor. Por favor, eu estou falando(...)".



SOBRE O COMÉRCIO DE CARROS

O Deputado Eudo declarou:

Que, "(...)era em galpão... tinha talvez, quatro ou cinco carros e um amigo meu, que já morreu, por nome Verinho, tinha outros três ou quatro carros (...)"

Que, "(...)há pouco tempo ele acidentou-se em Escada. Foi atropelado e morreu de um acidente... Então eu acabei com a ... depois que ele morreu, eu não tenho mais condições (...)".



Sobre o fato do Dep. Eudo ter conhecimento que Falcon vendia droga

O Deputado Eudo declarou:

Que, " (...) ele não sabia, simplesmente estava por dentro. Ele não sabia, simplesmente ele estava dentro (...)".

Deputado Eudo questionou ao Falcon: " (...) se sentia garantido, porque é que não disse na Polícia Federal?... Não contou que eu era... que eu que comprava essas drogas? (...)"



SOBRE O PRODUTO DA VENDA DAS DROGAS

Manoel declarou:

Que, " (...) eu deixava lá. Não era para depósitos em banco, era para dar a ele(...)".

EM RELAÇÃO À PROCURAÇÃO

Manoel declarou:

Que, : " (...)foi um golpe. Isso foi mais um golpe de que eu fui vítima. Para o senhor ter uma idéia de que sempre agi com dignidade e pureza, e confiando em quem (...)".

SOBRE O CASO DA SUA SAÍDA DO PRESÍDIO E O PAGAMENTO PROPOSTO PELO DR. CARLO GIL PARA O JUIZ, NO VALOR DE U$ 5000 DOLÁRES:

Manoel declarou:

Que, " (...) o dinheiro que foi pego na minha casa foi retirado da justiça, eu vendi um outro imóvel, um imovelzinho que tinha no interior, completou o dinheiro para dar ao advogado Gil US$ 5 mil dólares..." Dá US$ 5 mil dólares. Ele me recomendou na hora, na ocasião que eu tinha que dar o dinheiro para o Sr. juiz... senão eu voltava preso (...)".

SOBRE A VENDA DA CASA DO MANOEL

O Deputado Eudo declarou:

Que, " (...) depois que ele passou a procuração, depois que ele passou a procuração é que eu coloquei a casa à venda, né? (...)"

SOBRE AS PROPOSTAS DE FUGAS:

Manoel declarou:

Que, " (...) depois que eu passei essa procuração para o Eudo, e ele teve por duas vezes lá no presídio. A primeira vez ele me ofereceu uma fuga tomada (...)".

Que, " (...) outra ocasião me ofereceu um alvará falso (...)".

O Deputado Eudo declarou:

Que, " (...) nunca falei nessa custódia ou alvará (...)".



EM RELAÇÃO AO ATENTADO POR ENVENENAMENTO

Manoel declarou:

Que, o Deputado foi ao Presídio e lhe disse: " (...) trouxe um negócio pra tu aí". Mostrou um pacote, duas bolsas. "Tá liso?". Eu disse: "Tô. E me deu R$ 50 reais (...) ".

Que, o Falcon informou ainda que " (...)era uma pizza e três pêras (...)"

O Deputado Eudo declarou:

Que, " (...) nunca tive em presídio para levar comida para ele, nem mandei comida pra ele (...)".

4) Oitiva do SR. MAMÉDIO DOS SANTOS (maninho da pistola), que declarou:

Que, " (...) eu não gosto de andar com pistola e nem com pistoleiro (...)".

Que, "(...) em nenhuma fazenda minha mexi com pé de maconha, em 94 (...)".

Que, "(...) em 88 eu estava preso em São Paulo e um empregado plantou uma maconha numa fazenda minha (...)".

Que, " (...) um motorista meu pegou um frete de gesso, em Trindade... pegou uns frete de maconha e levou pra São Paulo e quando chegou em São Paulo prenderam o caminhão era em meu nome..." "... mas a maconha não era pra mim e eu fui condenado (...)".

SOBRE O HOMICÍDIO EM SÃO PAULO, MAMÉDIO DECLAROU:

Que, estava " (...)cumprindo essa pena e um homicídio(...)".

Que, " (...)mataram um cunhado meu. Em seguida eu e dois irmãos de meu cunhado pagamos uma pessoa deles. Então fomos à procura dos assassinos do meu cunhado, até Serra Talhada..." "... a polícia já tava atrás de mim... então, eles mataram a pessoa. E decretaram prisão preventiva e eu fui sentenciado(...)".

SOBRE OS 150 QUILOS DE MACONHA APREENDIDOS COM O SEU IRMÃO, DECLAROU:

Que, "(...) a maconha não foi apreendida na fazenda do meu pai, foi apreendida, a polícia vinha com essa maconha... quando chegou na fazenda do meu pai, meu irmão vinha, um rapazinho, a polícia chegou, rajada, matou logo o rapazinho... e apedrejaram meu irmão, fizeram ele assumir. E o meu irmão foi provando a inocência dele e ele foi absolvido(...)".

Que, perguntado quem seriam os maiores traficantes de Salgueiro, Mamédio respondeu que, "(...) no meu tempo existia um cidadão chamado "Seu Pi", lá em Juazeiro... Esse era o nome de um tal Salindo Novato(...)".

Que, "(...) ele foi condenado em oitenta e oito e pagou sete anos, um mês e dez dias(...)".



SOBRE A SUA FUGA:

Que, "(...) eu fui pra um dentista e lá fui tomado da polícia (...)".

Que, "(...) estava com pena de sete e tava um uma de dezoito..." "... essa foi tão injusta que o Tribunal de absolveu (...)"

Que, passou "cinco anos e três meses foragido"



SOBRE A SUA TRANSFERÊNCIA PARA O PRESÍDIO DE CANHOTINHO:

Que, " (...) tinha cumprido mais de um sexto da pena..., eu alcançava a progressão do regime e o juiz das execuções penais foi quem me transferiu(...)".



SOBRE QUAL É SUA FONTE DE RENDA:

Que, " (...) atualmente, eu tô matando uma carrada de vaca por semana em Salgueiro. Meu filho é quem toma conta... Eu tenho uma casinha de carne, lá em Salgueiro. Meu filho é quem toma conta(...)"



QUESTIONADO SOBRE TER CONTA BANCÁRIA

Que, " (...) Eu não tenho nenhuma conta porque apenas devo em banco(...)"



QUESTIONADO SOBRE QUEM TOMA CONTA DA SUA FAZENDA, MAMÉDIO RESPONDEU:

Que, "(...)Ninguém, tá? Está desprezada, porque não tenho condições de pagar a mensalidade (...)".

Que, com relação à empréstimos bancários, informou que teve três: "(...)85, 86 e 87 todos no Banco do Brasil, agência de Salgueiro (...)".

Que, "tava saindo da Rota do Crime naquela hora, procurado"

Que, "(...)fiquei, mais ou menos, um ano(...)" e "(...)eu montei, mais ou menos, uns dez, onze, mais ou menos açougues(...)"

Dia 06 de abril de 2000
QUINTA-FEIRA

1) Oitiva do Sr. MARCONTIL WILLIAN ARAÚJO LIRA - PEZÃO, que declarou:

Que, " (...) o seu ferro-velho era de cobre, alumínio, bateria, radiador, e não de carros, como divulgaram(...).

Que, "(...)conhece Adson de falar, de vista... Falei uma vez com ele(...)"

Que, "(...)o seu pai alugava apartamentos para vários delegados, entre eles o Dr. Zé Carlos(...)"

Que, "(...)eu respondi processo de envolvimento com drogas(...)



SOBRE A BALANÇA ENCONTRADA NO FERRO-VELHO:

Que, "(...) tratava-se de uma balança para pesar pedra de boi (cálculo bílios), que era vendida para uma firma em São Paulo, que revendia para o Japão(...)".

Que, as pedras eram calculadas em dólar e a cocaína apreendida era em pequena quantidade.

Que, no processo quando foi preso, tem uma declaração da firma que lhe comprova as pedras que garante o comércio de cálculo bílios.

Que, teve um problema em Arco Verde, uma tentativa de assassinato, onde participaram Carlos Novaes e Josias dos Santos.

Que, a casa onde mora deve valer entre R$ 50 a R$ 60 mil reais.

Que, comprou a casa do seu irmão, Deputado Eudo por R$ 25 mil reais, pagando parte em dinheiro e o restante em cheque.

Que, o caso de assassinato em Arco Verde já foi solucionado. encontra-se em fase de alegações finais.

Que, quem intermediou a negociação da casa foi um outro irmão seu de nome Deto com o Deputado Eudo.

Que, desconhece a história da procuração.

Que, na época em que foi preso, sua esposa falou com seu irmão Enoelino, mas ele lavou as mãos.

Que, não sabia que a casa que havia comprado era de uma pessoa condenada por tráfico de drogas.

Que, não tem intimidade com o Deputado Eudo (seu irmão), como tem com os outros irmãos naturais.

2) Oitiva do Sr. Deputado ENOELINO MAGALHÃES LYRA, que declarou:

Que, entrou na polícia como delegado em 1974, como primeiro-delegado de carreira e ocupou a Delegacia Municipal de Palmares, também acumulando a função de delegado regional de vinte municípios, de toda a Mata Sul de Pernambuco.

Que, depois ocupou a Delegacia de Roubos e Furtos na Capital Pernambucana.

Que, depois ocupou outras delegacias especializadas, delegacias distritais, metropolitanas e também diretor de polícia da Capital, quando saiu para disputar o primeiro mandato como Deputado Estadual, em 1990.

Que, se constituiu como a maior liderança política na Mata Sul de todas as épocas.

Que, conhece o agente Adson, mas se recorda de ter trabalhado com ele.

Que, não conhece o Bar do Rinaldo Ferraz - Sala de Reboco.

Que, não tinha conhecimento da negociação da casa do Falcon, realizado pelo Deputado Eudo para o Marcontil.

Que, não participou da operação do sertão, pois estava licenciado para disputar o mandato como deputado estadual.

Que, conhece Sávio Neiva Coelho, que é filho do ex-desembargador Atílio Neiva Coelho.

Que, conhece o pistoleiro Neto.

Que, sabe que o pistoleiro Neto comprou oficialmente uma arma no Recife, que era registrada no nome dele.

Que, o pistoleiro Neto trabalhou com o Sávio.

Que, o pistoleiro Neto é citado como pistoleiro na morte do suplente do vereador Marcos José da Silva.

3) Oitiva do Sr. RINALDO FERRAZ PEREIRA LISBOA, que declarou:

Que, em 1997 perdeu um irmão assassinado.

Que, passou um ano se escondendo, sob ameaça.

Que, no velório de seu irmão, uma pessoa chamada Laércio, se apresentou dizendo ser segurança e estava desempregado, que o contratou como segurança.

Que, o Laércio lhe roubou uma S-10, cabine dupla, na cidade de Feira de Santana, Bahia.

Que, o Laércio tinha sido indicado por um primo seu de nome Kleber Ferraz.

Que, o Laércio fez uns contatos no Rio de Janeiro em São Paulo para a compra de armas e coletes à prova de bala.

Que, sobre a morte de seu irmão até hoje o inquérito não foi remetido para a justiça.

Que, não foi para acusar se foi briga de famílias, porque não tinha nenhum elemento que mostrasse isso, e a sua família nunca teve atrito nenhum com o pessoal da família teoricamente contrária.

Que, nunca comercializou a venda de maconha e não teve e não tem terra no sertão.

Que, Laércio fez o contato e marcou para que fossem à Feira de Santana, na Bahia, para receberem os coletes e "demais equipamentos". Chegando lá, hospedaram-se em um hotel e no dia anterior o Laércio lhe disse: "... olhe, esse pessoal não te conhece e nem quer te conhecer; então é preciso que você confie em mim e eu vá sozinho buscar esse equipamento...".

Que, por volta de meio dia, fez um saque de R$ 18.400 reais, na agência do Banco do Brasil, de Feira de Santana.

Que, o Laércio pegou sua caminhonete S-10 e o dinheiro e nunca mais apareceu.

Que, Mauro Jardim Ferraz e são seus parentes, que ambos respondem processo na justiça. Mauro responde processo por homicídio e Stênio por assalto.

Que, o local onde hoje é o bar Sala de Reboco, de sua propriedade, era a casa de um ex-cliente seu, de nome João Marcolino (João Bateria).

Que, desconhece a informação de que o João Bateria fosse um traficante.

Que, possui porte de arma federal de uma arma calibre 380.

Que, considera um absurdo as denúncias contra ele sobre o plantio de maconha, pois não entende "(...)nada de agricultura, muito menos de plantio de sementes de maconha(...)"

Que, certa vez, acompanhou a Maria Clara (ex-namorada de Tito Ferraz) para um depoimento em Garanhuns.

Que, em uma outra oportunidade acompanhou Maria Clara e Tito Ferraz, em um gol blindado, de sua propriedade, novamente para Garanhuns, onde Maria Clara foi à julgamento.

Que, fez o concurso para polícia civil para com isso ter a "convivência" no meio policial, como funcionário, e também como um policial ele estaria mais protegido.

Que, não conhece o Dep. Eudo pessoalmente.

Que, a compra dos coletes e das armas seria feita de forma ilegal, visando a sua proteção.

Que, tinha ido ao então Secretário de Segurança, João Arraes, apresentou a solicitação de segurança, que lhe foi negada.

Que, Adson é seu conhecido, que freqüenta o seu bar e nunca lhe causou problemas.

Que, não sabia que Adson era dono de ferro-velho.

Que, só tem seguranças no bar; fora de lá, não possui segurança.

Que, Stênio conversou com ele, no seu bar, há dois meses; mas nunca pediu para que ele se entregasse para a polícia.

Que, o Mauro Ferraz também já esteve em seu estabelecimento.

Que, é muito amigo de João Crisóstomo, que é primo do Adson.

Que, conhece Gener, um Policial Rodoviário Federal.

Que, nunca houve reunião com Babá Ferraz, em seu bar.

Que, não prestou queixa contra Laércio, porque depois do roubo da caminhonete com o dinheiro, recebeu algumas ligações de pessoas dizendo estarem atrás do Laércio.

Que, ficou com medo que fossem pessoas ligadas ao Laércio e preferiu esquecer o fato.

Que, deu queixa do roubo da caminhonete.

Que, a caminhonete estava no seguro, por isso recebeu trinta e três mil reais do seu seguro.

4. Oitiva do SR. ADSON JOSÉ VERÍSSIMO DO AMARAL, que declarou:

Que, é policial civil há dez anos.

Que, trabalhou em diversas delegacias na capital.

Que, já fez várias operações em todo sertão de Pernambuco.

Que, já respondeu pelas mesmas denúncias que está sendo acusado agora, na Corregedoria da Polícia Civil, mas nada foi comprovado.

Que, foi ouvido na Corregedoria da Polícia Civil por desmanche de veículos e por usar a viatura da Secretaria para andar com armas e droga.

Que, Guga é um elemento que anda foragido.

Que, se comenta que o Guga foi assassinado no Rio de Janeiro ou São Paulo.

Que, nunca teve desmanche de carros.

Que, o Motel Paraty, é de propriedade da sua mãe.

Que, o motel é administrado por uma irmã sua e nos tempos vagos ele também administra.

Que, conhece o Pezão, mas não tem intimidade com ele.

Que, conhece o João da Bateria, mas também não tem intimidade com ele.

Que, conhece o Rinaldo Ferraz, mas nunca andou no gol dele.

Que, só esteve na Assembléia apenas uma vez.

Que, não tem ligação com o Deputado Eudo Magalhães.

Que, o "(...)Enoelino era seu chefe, seu superior e amigo(...)"

Que, trabalha com o delegado Eduardo Porto há quatro anos.

Que, não lembra de conhecer José Raimundo de Melo.

Que, não lembra de ter recebido depósitos feitos por José Raimundo.

Que, conhece um comerciante com o nome de José Rodrigues de Melo, que vendia e negociava carros.

Que, já vendeu gado para José Rodrigues de Melo, quando tinha terra no sertão.

Que, conhece o PM Palmada, tem um comércio de ferro-velho.

Que, não tem negócio com ninguém.

Que, já foi diversas vezes na Casa de Show de Rinaldo Ferraz.

Que, acompanha o delegado Eduardo Porto para onde é transferido, juntamente com os demais policiais da equipe.

Que, já esteve acompanhado do Delegado Eduardo no Bar Sala de Reboco.

Que, não sabe quem controla o tráfico de drogas em Petrolina.

Que, "(...)o tráfico não é bem na cidade de Petrolina, ... o tráfico pega a região de Cabrobó, à beira do rio, onde tem os plantios de maconha. Salgueiro, Belém(...)".

Que, "(...)que tanto a gente como a própria... outras instituições e toda essa que fez essa operação aqui, eu acho que não prenderam os cabeças(...)".

Que, não acredita que o Rinaldo seja um dos cabeças do narcotráfico, pois nunca ouviu o nome dele envolvido com drogas.

Que, conheceu Rinaldo Ferraz há dois anos.

Que, nunca foi em Água Preta.

Que, tentou com o Eudo Magalhães uma transferência para a sua ex-esposa que era médica no sertão, para vir para próximo do Recife, mas não conseguiu.

Que, já fez um inquérito contra o Mauro Ferraz e Stênio Ferraz, em Orocó.

Que, o motel não tem conta bancária, por que ele está regularizando a saída do seu sócio; que era a sua ex-sogra.

Que, a idéia de montar um motel foi de sua mãe.

Que, o seu advogado, Dr. Carlos Gil é irmão do Dr. Gil Rodrigues.

Que, responde um processo-crime na Comarca de Jaboatão por ter matado marginais em troca de tiros.

Que, também responde pela morte do irmão do Washigton.

Que, foi ouvido na delegacia, mas não foi indiciado, e que iria falar na justiça no próximo dia 18.

Que, tem "(...)umas casas em Custódia que foram do seu pai e ainda continuam lá(...)".

Que, não tem amigo bandido.

Que, "(...)acompanhava um pessoal político de um partido político... foram assassinados pelo Washington agora há pouco(...)".

Que, o seu pai foi morto em 77 por uns parentes do Washington... de lá pra cá sempre viveram sem falar um com o outro; que Washington vive fazendo denúncias contra ele.

Que, há uns dois meses Washington e seus irmãos mataram um ex-vereador de Custódia e o presidente do PFL de Custódia que eram amigos seus.

Que, não trabalhou no caso da morte do policial Carlinhos Novaes.

Que, conhece o Policial Rodoviário Federal Gener.

Que, não conhece Washington Palmada.

Que, conhece o Baíssa, fez um inquérito contra ele em Orocó, de homicídio.

Que, conhece o Palmada, soldado reformado, dono de um ferro-velho.

Que, sobre a invasão do Porto de Galinhas, onde vários homens invadiram um posto policial, ainda não se chegou a uma conclusão.

Que, estão trabalhando em conjunto com a Segunda Seção da Polícia Militar.

Que, já se prendeu um traficante chamado Marcos da Água, de Porto de Galinhas.

Que, conhece o vereador Babá Ferraz, de Floresta.

Que, conhece o Stênio Ferraz, que foi citado em inquérito em Orocó.

Que, conhece o Mauro Jardim, que também está no inquérito de Orocó.

Que, "não acha" que o policial Abdinéia consegue maconha prensada.

Que, durante o tempo em que trabalha com o Delegado Eduardo Porto, o Dr. Carlos Porto (Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco) nunca esteve na delegacia que trabalhou.

Que, soube por meio da imprensa, que o cunhado do Deputado Eudo e do Enoelino tinha sido morto na sua farmácia, em Piedade.

Que, chegaram uns elementos e assassinaram ele.

Que, não teve participação neste crime.

Que, sua mãe vendeu uma casa, mas não soube precisar para quem foi. Só sabe que era estrangeiro.

Que, o cheque estava nominal a sua mãe.

Que, sua mãe assinou no verso do cheque e lhe deu para depositar em sua conta.

Que, não sabia o valor real do depósito.

Que, como está sendo realizada uma reforma no hotel, só existe retirada na sua conta corrente do Banco do Brasil; Não há depósitos.

Que, a conta do BANDEPE é utilizada para receber o seu ordenado.

5) Oitiva do DELEGADO EDUARDO PORTO DE BARROS, que declarou:

Que, é delegado da Polícia Civil de Pernambuco desde 1982.

Que, já passou por quase todas as delegacias do Estado.

Que, já prendeu o maior traficante de Petrolina de nome Chico do Norte.

Que, prendeu Cleiton Araquã, assaltante de bancos, carro-forte e traficante de maconha.

Que, em Caruaru foi feita a maior apreensão de cocaína, cerca de um quilo.

Que, sua equipe é formada por oito policiais.

Que, tem policiais de sua equipe que trabalham com ele há quatorze anos.

Que, conhece Marinho da Pistola apenas por fotografia.

Que, nunca prenderam plantação de maconha em Petrolina.

Que, teve certas ocasiões que erradicaram onze plantações de maconha na região de Orocó.

Que, sua família sempre foi política. Seu pai foi prefeito duas vezes. Seu irmão deputado por três vezes.

Que, irá tentar um mandato de vereador na cidade vizinha a Jaboatão.

Que, foi umas três ou quatro vezes no Bar Sala de Roboco.

Que, esteve uma vez com Adson no Bar Sala de Reboco.

Que, "(...) geralmente, os traficantes vêm de outros Estados, ou de cidades maiores; às vezes trocam por armas, carro, dinheiro. Depende. Inclusive, na cidade de Salgueiro, uma vez nós fizemos uma apreensão e o traficante ia com um carro para trocar por drogas(...)".

Que, esta sofrendo um a sindicância, apurada em Petrolina, por abuso de autoridade, contra os policiais da delegacia.

Que, as mortes aconteceram no Polígono, ocorreu por briga de famílias, para manter a briga, entrou no tráfico, em assaltos, e em tudo para se manter na briga.

Que, deve ter alguém de fora, justamente os "chefões" que financiam os plantios.

Que, tem um tratamento cordial com o deputado Eudo.

Que, nunca fez uma visita ao Dep. Eudo.

Que, não conhece Ítalo Carvalho.

Que, não lembra se conhece Evaristo Ferraz, quando estava apurando um inquérito na região, ouviu falar de Mauro Jardim.

Que, foram à Bahia capturar uns assaltantes chegando lá, em Vitória da Conquista, foram presos e levados ao Quartel, onde passaram quatro horas.

Que, apresentaram as carteiras de polícia e os contra-cheques, mas em nada adiantou.

Que, depois foram conduzidos até a delegacia onde o delegado se comunicou com a polícia de Pernambuco (Dr. Tancredo, era diretor da Polícia Civil) que confirmou que os policiais estavam em uma missão e aí foram liberados.

Que, o Secretário, na época, oficiou ao Secretário da Bahia e ao Comandante-Geral, pedindo providências.

Que, já foi várias vezes a Maceió.

Que, conhece Manoel Panta de Jaboatão dos Guararapes, onde é vereador.

Que, quando foram presos em Vitória da Conquista, a ocorrência foi registrada na delegacia.

Que, não estavam portando mandado de prisão durante a operação na Bahia.

6) Oitiva do SR. ANTONIO BARRETO FILHO, que declarou:

Que, possui uma empresa chamada CONFIL - Equipamentos de Segurança, que fabrica e distribui equipamentos de proteção individual.

Que, também tem uma empresa de construção civil que constrói casas populares, prédios.

Que, não possui atividades como doleiro.

Que, compra o título de capitalização Papa-Tudo, da Interunion .

Que, comprava os títulos Papa-tudo e também a Tele-sena.

Que, "(...)o título de capitalização do Papa-tudo é um título de capitalização popular. É vendido o título e o resgate se dá um ano depois, cinqüenta por cento mais TR. Então, eu compro o título a um preço bem menor, pagando de imediato e bancando esse período. Só que esses títulos você vai acumulando e troca durante o tempo que ele vai vencendo(...)".

Que, conhece Darwin Henrique "(...)empresário local que tem algumas casas lotéricas e tem, também, casas de video-pôquer e uma atividade de jogo(...)"

Que, não possui nenhuma atividade financeira com Darwin Henrique.

Que, possui mais ou menos trinta imóveis. Dentre eles três casas de praia, dois automóveis e no nome da sua mulher constam dois apartamentos.

Que, o seu patrimônio gira em torno de um milhão de reais.

Que, não conhece o Dep. Eudo Magalhães e nem o Sr. Enoelino.

Que, conhece o Dr. José Belém e Dr. Alexandre Menezes, ambos foram secretários de segurança pública do Estado de Pernambuco.

Que, era corretor oficial do BANORTE. Vendia letras de câmbio, letras imobiliárias e outras letras do banco.

Que, vive mensalmente com o que recebe de alugueis, em torno de R$ 10 mil reais.

Que, os cheques encontrados em sua conta bancária de R$ 200 mil e R$ 100 mil reais "(...) são fruto do que recebe da venda de apartamentos(...)"

7) Oitiva do AFONSO AUGUSTO FERRAZ, Deputado Estadual, que declarou:

Que, conhece Zeba Paulino, mas nunca foi seu motorista, era motorista da Prefeitura de Floresta.

Que, não tem conhecimento de envolvimento de Zeba Paulino com drogas.

Que, Rinaldo tem um parente distante.

Que, possui uma fazenda de quatro mil hectares, onde se dedica integralmente caprinocultura e a ovicultura.

Que, nunca houve plantação de maconha em sua fazenda.

Que, pediu "(...) ao então governador Roberto Magalhães... de público que ele não deixasse os municípios de Floresta, Belém de São Francisco e outros sem juiz, promotor e delegado, que estava, naquele momento, em 1985, ... sem essas autoridades (...)".

Que, conhece Tito Ferraz (primo em segundo grau), mas não conhece a namorada dele, Maria Clara.

Que, conhece o soldado Carlinhos Novais e toda a família dele. Conheceu o soldado em sua juventude.

Que, Adelson Ferraz Filho é seu primo em terceiro grau.

Que, soube que na fazenda de Adelson foi encontrada uma plantação de maconha, mas não soube que alguém tinha sido preso.

Que, Gracinha Ferraz é ex-vereadora em Floresta, mãe de Tito.

Que, Gracinha Ferraz é prima em primeiro grau do seu pai.

Que, não conhece Donizete Novais.

Que, "(...) acho que mesmo os criminosos, os traficantes de sua região, não tem organização que se atribui. Existe uma quantidade grande de fabricantes, de plantadores (...)".

Que, "(...) que ainda não teve - graças a Deus - alguém com capacidade pra realmente fazer uma organização, como a gente sabe que existe(...)".

Que, desconhece a presença de alguém do Comando Vermelho estabelecido no sertão.

Que, já ouviu falar em pessoas que foram presas em Floresta que eram do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Que, conhece "gente" que veio do Rio de Janeiro e de São Paulo, que foi assassinada em Floresta e foi enterrada como indigente, nunca ninguém procurou.

Que, foi à fazenda do Adson quando o pai dele era vivo, foi por uma ou duas vezes.





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