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Emerson Souza

Proprietário do desmanche Barão Vermelho, Santa Felicidade, em Curitiba, ligado aos policiais denunciados, inclusive delegados (Marcelo Mateus, Detaq 130/00, p. 50 e Almiro, Detaq 132/00, p.228-229)



Nei Prosdoscimo

Escrivão de polícia, teria atuado em vários momentos em conjunto com Volga e Noronha, inclusive no caso dos 40 Kg e do Volvo (Terêncio, Detaq 130/00, p. 134-135 e 161)

Volga Mirian da Silva

Investigadora da Polícia Civil, teria ligações com Noronha já que por vários momentos atuou com ele (COPE, por exemplo), participar em extorsão e ser o “braço direito” de Noronha, além de participar de compra de 40 Kg de cocaína e roubo de caminhão Volvo (Terêncio, Detaq 130/00, pp. 80-90 e 123 e 134-135). Ligações com Noronha e Mário Ramos (Gilberto, Detaq 130/00, p. 195-196).



Kyoshi Hatanda

Delegado de polícia, na 8ª e 11ª DP, e Curitiba, denunciado por extorsão, participação no tráfico de drogas com agentes policiais Samir, Edmir, Reginaldo, Germano, Silas e Paulo Cesar (superintendente), extorsão e da “firma” (denominação da delegacias do 8º e 11º DP), envolvimento com dinheiro falso, envio de objetos (carros) e dinheiro fruto da extorsão para o exterior (Marcelo Mateus, Detaq 130/00, p. 19 e 23 e 25 e 42 e Gilberto, Detaq 130/00, p. 198 e Codinome João, Detaq 132/00, p. 74-75 e 83 e Rodrigo, Detaq 132/00, p. 125 e Braga, Detaq 133/00, p. 12). Participar de extorsão a traficante Miguel, episódio de apreensão de 10 Kg, em conjunto com os policiais Edmir e Homero (Terêncio, Detaq 130/00, p. 79-80). Convocado para depor à CPI em Curitiba, não compareceu.



Paulo César Rodrigues

Superintendente da 8º DP em Curitiba, denunciado por tráfico e distribuição de drogas apreendidas aos policiais, participar da “firma” (denominação da delegacia do 8º ou 11º DP), participar de extorsão e espancamento de detidos (Marcelo Mateus, Detaq 130/00, p. 8 e 12 e 23 e Codinome João, Detaq 132/00, p. 74-76 e 83 e Rodrigo, Detaq 132/00, p. 120 e 122 e 124-128 e 136)



Antônio Pelizzetti

Advogado, ex-sócio de Cândido Martins de Oliveira em escritório de advocacia. Participar de esquema na defesa de Humberto Terêncio para proteger Canuto, Edmir e Humberto, entre outros (Terêncio, Detaq 130/00, p. 119). Ligações com Noronha, Canuto e outros, garantindo sua proteção (Gilberto, Detaq 130/00, p. 167). Participação na condução duvidosa de investigação sobre a morte do policial Belfort Bittencourt, acusado da morte de outro policial, Espósito, conhecido por ligações com narcotráfico (Hugo Ramos, Detaq 132/00, p. 14-18). Denunciado por envolvimento na morte do advogado Renato Crovador (Hugo Ramos, Detaq 132/00, p. 27 e 33-34).



Eva Antônia Silveira Costa, vulgo Evinha do Pó

Traficante na Vila N. Sra. da Luz. Teria ligação com policiais no tráfico (Marcelo Mateus, Detaq 130/00, p. 27 e Terêncio, Detaq 130/00, p. 157 e Gilberto, Detaq 130/00, p. 176 e 193)



João Almir Troyner

Superintendente da Polícia Civil em Ponta Grossa, afastado depois de denúncias da CPI. Denunciado em várias oportunidades como chefe do tráfico de drogas em Ponta Grossa. Sobre Troyner este estaria ligado a Odinei de Andrade. Seria ligado a Antônio Correia (vulgo “Bispo”), que lhe teria entregue U$ 50.000,00, no caso do “roubo de dólares”. Ligado a “Oscar Turco”, participando de churrascos com o suspeito, nos finais de semana. Ligado a Luiz Marcelo Dias, vulgo “Marcelinho”, traficante, residente na Rua Bento do Amaral, n.º 140. Estaria também envolvido com roubos de cargas de caminhões. Troyner teria recebido um apartamento em Caiobá, de um traficante do Rio de Janeiro, que estaria em nome de sua atual companheira (Ana Nilza). Esta seria mãe de uma menina de 9 anos (o pai seria Almyr), teria sido retirada da vida em meretrício, sem posses; possuindo, atualmente, sociedade na empresa de vigilância Force, que movimenta grande volume de dinheiro. Troyner seria proprietário de propriedades no Contorno, no Santa Paula, no Santo Antônio (Rua Londrina) no Santa Isabel e em Matinhos. Teria, também, uma mansão em uma chácara em Uvaia. A nova sede da empresa Force seria muito grande, não compatível com seu patrimônio. É localizada na Rua Ernesto Vilela, há quadras além do quartel dos Bombeiros. Os equipamentos da empresa são sofisticados e muito caros: uma torre de comunicação, rádios, coletes, etc. Os empregados da empresa Force usariam os próprios coletes da Polícia Civil, só retirando os emblemas. Suas armas são obtidas através de apreensões de marginais. Poucas armas, utilizadas pela empresa, são registradas. A Force tem apenas 4 automóveis, utilizando, para seus serviços, carros da Polícia. Trabalhariam, também, no resgate de cheques "sem fundo"; cobrando e recebendo comissão. Na maioria das vezes, recebem o dinheiro, porém dizem, ao cliente, que não a receberam, ficando com o valor integral. Seriam repassadores de drogas de Almir: Evaristo ( Rua Visconde de Mauá, nº, 3065). O Almir teria desviado as drogas apreendidas com José Carlos Fernandes que foi preso duas vezes, no Jardim Los Angeles (cerca de 60 kg ). O local onde esconderia as drogas seria em uma chácara, em Uvaia. Um de seus laranjas, seria Jonacil Machado Golf (?), que viaja como caminhoneiro, mas, é só “fachada”, este que possui residência em uma rua, após a Metalgráfica Iguaçu, onde o ônibus dobra, na segunda quadra. Almir teria ligações com o esquema de desmanche de automóveis roubados, operando através da revenda de - automóveis que existe em frente da 13a. DP, de propriedade de Jorge Barboza (também citado como "laranja" do Del. Cássio). Outro desmanche, em um ferro-velho da Nova Rússia, seria muito freqüentado por policiais. Ferro-velho do Luizinho, na Boa Vista (final da Ernesto Vilela), também seria local de desmanche e envolvimento com o narcotráfico. Através de “Sarapião”, seu dono pagaria propina ao Almir Troyner, para deixá-los operar à vontade. Receberiam, de carros recuperados, 10%, para o Delegado Ajuz, mais 10%, para dividir com outros investigadores e escrivões. Na sua sala (do Almir), na Delegacia, teria um aparelho de aplicação de choques. Há denuncias de outros tipos de tortura, na "última porta à esquerda", onde seriam utilizados os métodos: do pau-de-arara, das toalhas, dos sacos plásticos com plaminhas (?), da água com afogamento, de choques elétricos, etc. Almir teria, juntamente com o Del. Cássio, em seu gabinete, aparelho receptador de ligações de telefones celulares, das quais fazia uso. Apesar de existirem processos contra ele, a Corregedoria não investigaria a fundo. Delegados têm medo deles, por isto, nada acontece. Jair, vulgo “Bodinho”, teria vitima de queima de arquivo com envolvimento de Troyner e Edson Stadler. Almir mandou matar o Jairinho (Jair Aires) junto com Jorge Sebastião. O dono da Lanchonete Maia situada na Av. Visconde de Mauá cujo dono é assaltante de bancos e o Almir deu porte de arma a esta pessoa. Almir tem ligação com Raul “Boliviano” que trabalha no Degraf, o qual viaja todo mês para buscar droga na Bolívia (dados da CPI da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Almir foi citado nos depoimentos de Claudio Penteado dado à CPI na Câmara de Vereadores em Ponta Grossa, PR: “(...) Disse que quando estava detido na 13ª Sub-Divisão Policial, houve vários acertos dos presos com os policiais civis para que os mesmos fossem libertados, especificamente pode citar um fato que ocorreu no Parque Nossa Senhora das Graças, quando foi efetuada as prisões de diversas pessoas, com 66 quilos de maconha, oportunidade em que foi preso o traficante “Geraldo Miara - Geraldinho”, “Manecão” e um lavador de veículos da empresa Viação Campos Gerais, que não se recorda o nome. Informa, que nesta ocasião o traficante “Geraldo Miara”, fez um acerto lá dentro da Delegacia com os policiais civis, Almir e Wzorek, os quais submeteram o depoente a tortura de diversas espécies.(...) A tortura sofrida pelo depoente foi praticada pelos Policiais Civis “Almir”, “Marcolino” e “Marcão”, os quais além da tortura, com propostas de afogamento no Rio Tibagi impostas ao depoente chegaram inclusive ao ponto de molestar sexualmente sua esposa.(...) O “filho da Dra. Maria Gorete” trabalhava com o traficante “Sarapião”, esse tal “Sarapião” chegou a confidenciar ao depoente lá no Presídio que o mesmo traficava drogas em Ponta grossa com o apoio da Polícia Civil, especialmente do “Almir e do Cássio Wzorek”.(...) As torturas são feitas pela Polícia Civil na Delegacia, na Chácara da Associação da Polícia Civil que é situada na estrada antiga para Tibagi e no Rio Tibagi, sendo comandada pelos Policiais Civis “Almir, Marcão e Marcolino”. Ouviu falar dentro do presídio pelo traficante Geraldo Miara vulgo “Geraldinho”, que o “Almir” guarda maconha apreendida na Chácara da Polícia Civil como é o caso de apreensão de 4 quilos de maconha do “Geraldo” e como este não tinha dinheiro para livrar-se deste crime deu a droga para o “Almir”. A droga ficou escondida na Chácara.(...) No que diz respeito às torturas promovidas pelos Policias Civis “Almir”, “Marcolino” e “Marcão”, consistiam em amordaças com cordas, choques elétricos, agulhas e mangueiras de água com sabão em pó e creolina, inclusive quem foi submetido a este tipo de tortura foi um tal de “Maneco”, o qual teve inclusive fratura em um dos seus membros.(...) Disse que precisou refazer toda a sua documentação pessoal, pois a original foi extraviada na 13ª Sub-Divisão Policial, aliás, chegou a procurar o Senhor Almir para registra a queixa sobre esse desaparecimento, o qual não aceitou.(...) ...ademais, acha “muito estranho” o senhor Almir receber um salário de 480 reais por mês e possuir diversos bens móveis e imóveis, bem como veículos e uma empresa de segurança, aliás nesta os funcionários usavam algemas e outras armas da Polícia Civil, como “380 e 45”. Citado também no depoimento à mesma CPI, do Ten. Cel. Joaquim Pedro da Silva: “(...) Com relação à empresa de segurança FORCE, informa que o Senhor Almir é quem comandava o pessoal, especialmente na Munchenfest, aonde chegou a acompanhar alguns procedimentos daqueles, entendendo que os mesmos não tinham nenhum preparo profissional para aquela função.”, e também depoimento à mesma CPI por Luiz Marcos Boraschi: “(...) Que na Delegacia quem datilografava os feitos era o Escrivão Jorge e que as determinações partiam do Superintendente Almir Troyner e do Delegado Cássio Wzorek; (...) Que com relação á prisão de seu irmão Sérgio Boraschi, o conduzido foi contatado pelo Advogado Wilson dal Gobbo nas dependências da 13a. Subdivisão de Polícia Civil, que intermediava a negociação para o Superintendente Almir Troyner que exigia cinco mil reais para a liberação de Sérgio”. Sua esposa, Ana Nilza Manyz teria tido rendimento tributável de R$ 3,5 mil, em 1997 e participação de R$ 21 mil na Force (empresa de Vigilância); rendimento tributável de R$ 12 mil e mais R$ 30 mio não tributável em 1998, tendo aumentado sua participação na Force para R$ 45,5 mil. Compareceu para depor à sub-comissão da CPI nacional em Ponta Grossa, tendo negado as acusações.

Cássio Denis Wzorek

Delegado de polícia, ex-Delegado Anti-Tóxicos em Ponta Grossa. Preso em 1993 na Ponte da Amizade (Foz do Iguaçu-Ciudad del Este) passando um carro roubado para o Paraguai (Braga, Detaq 133/00, p. 17). Denunciado em várias oportunidades como chefe do tráfico de drogas em Ponta Grossa. Cássio teria, juntamente com o Almir Troyner, em seu gabinete, aparelho receptador de ligações de telefones celulares, das quais fazia uso. Tem como seu “Laranja”, Jorge Barbosa que tem estacionamento de veículos em frente à 13ª SDP. (D.A.). Cássio depositaria R$ 8.000 à R$ 10.000 semanais de 1997 à 1999 na agência 320 do Banestado. (D.A.), Agência, 320, Banestado Ponta Grossa. Que Luiz Fernando Costa preso na 13a. DP, portanto cerca de 4 kg de maconha foi ameaçado pelo traficante “Sarapião”, através de telefone celular que lhe foi entregue pelo policial Marcelino (sendo que a ligação telefônica foi intermediada por Cássio Wzoreck). Ademir de Oliveira (Miguel Mendes) é dono da transportadora Transavião e tem caminhão de Cássio (Dados coletados com base no Disque Denúncia instalado na Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Cássio foi citado nos depoimentos de Cláudio Penteado à CPI da Câmara Municipal de Ponta Grossa, PR: “(...) Disse que quando estava detido na 13ª Sub-Divisão Policial, houve vários acertos dos presos com os policiais civis para que os mesmos fossem libertados, especificamente pode citar um fato que ocorreu no Parque Nossa Senhora das Graças, quando foi efetuada as prisões de diversas pessoas, com 66 quilos de maconha, oportunidade em que foi preso o traficante “Geraldo Miara - Geraldinho”, “Manecão” e um lavador de veículos da empresa Viação Campos Gerais, que não se recorda o nome. Informa, que nesta ocasião o traficante “Geraldo Miara”, fez um acerto lá dentro da Delegacia com os policiais civis, Almir e Wzorek, os quais submeteram o depoente a tortura de diversas espécies. (...) O “filho da Dra. Maria Gorete” trabalhava com o traficante “Sarapião”, esse tal “Sarapião” chegou a confidenciar ao depoente lá no Presídio que o mesmo traficava drogas em Ponta grossa com o apoio da Polícia Civil, especialmente do “Almir e do Cássio Wzorek”. No depoimento à mesma CPI o Ten. Danary Luiz Alves de Oliveira: “(...) Disse que foi apreendido com o “Zé do Táxi”, aproximadamente 09 papelotes de cocaínas, os quais foram entregues para o Delegado Cássio Wzorek, na 13ª Sub-Delegacia de Polícia, onde a droga no primeiro instante “sumiu”, sendo mencionado o fato de que o produto apreendido era “açúcar”, quando neste instante o Delegado Cássio determinou a imediata aparição da droga, o que aconteceu”, e no depoimento à mesma CPI, Luiz Marcos Boraschi disse: “(...) Que na Delegacia quem datilografava os feitos era o Escrivão Jorge e que as determinações partiam do Superintendente Almir Troyner e do Delegado Cássio Wzorek; “(...) Que todos, incluindo o Delegado, o Superintendente, o Escrivão e os agentes sabiam das extorsões e repartiram o dinheiro obtido”. O menino da Tábua, José Pereira da Luz tem um processo contra o Almir. O Almir e o Pillatti, tiraram a BMW dele (Disque Denúncia da Câmara Municipal de Ponta Grossa, PR). Há 2 carretas no nome do Cássio e do Jorge Barboza. Caminhão Scania placa AIE 6893, adquirido pela Cotrasa Ano 98 modelo 99 está nome do Cássio e do Barza. Endereço do Estacionamento Barboza, Rua Manoel Ribas, em frente a 13ª. Há o outro Volvo Placa AII 12 79 adquirido na Nordiga Veículos , ano 99, modelo 99, estava no nome de Cássio W. e Barboza, foi vendido para Transportadora W. B. Ltda. No mesmo endereço d do Estcionamento Barboza, Rua Manoel Ribas, em frente a 13ª (Dados foram confirmados junto o órgão de trânsito). Cássio, e seu pai Emílio com Almir partcipam em churrascos com traficante Marcelão e seu Pai Elói do Valle, que tem desmanche numa chácara atrás do Monteiro Lobato (Disque Denúncia da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Compareceu para depor à Sub-comissão da CPI que se instalou em Ponta Grossa, PR.

Emílio Wzorek

Delegado de polícia, ex-Delegado Chefe em Ponta Grossa. Denunciado em várias oportunidades como chefe do tráfico de drogas em Ponta Grossa. Haveria depósitos bancários, feitos por Emílio Wzorek, entre junho de 1.998 e início de 1.999; seriam de R$ 8.000,00 a R$ 10.000,00, por semana, no próprio nome e no da empresa Wzorek & Manis Ltda (razão social da Force). Possui uma mansão na praia de Matinhos. Tem um barco de luxo no Pontal da Paraná. A empresa Transavião teria pago viagens ao Delegado Emílio Wzorek aos EUA. Miguel Mendes (Ademir de Oliveira) que, também, é proprietário desta empresa, promoveria a lavagem de dinheiro do Delegado Emílio (dados do Disque Denúncia da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Emílio foi citado nos depoimentos de Cláudio Penteado à CPI da Câmara de Vereadores em Ponta Grossa: “(...) Disse que quando estava detido na 13ª Sub-Divisão Policial, houve vários acertos dos presos com os policiais civis para que os mesmos fossem libertados, especificamente pode citar um fato que ocorreu no Parque Nossa Senhora das Graças, quando foi efetuada as prisões de diversas pessoas, com 66 quilos de maconha, oportunidade em que foi preso o traficante “Geraldo Miara - Geraldinho”, “Manecão” e um lavador de veículos da empresa Viação Campos Gerais, que não se recorda o nome. Informa, que nesta ocasião o traficante “Geraldo Miara”, fez um acerto lá dentro da Delegacia com os policiais civis, Almir e Wzorek, os quais submeteram o depoente a tortura de diversas espécies.(...) Disse que o Delegado Chefe “Emilio Wzorek”, possui 4 ou 5 carretas em nome de “Jorge Barbosa – Nego Jorge”, que é o “testa de ferro” do Delegado, inclusive possui um estacionamento de veículos em frente a 13ª Sub-Divisão Policial...”, e também o depoimento do Ten. Cel. Joaquim Pedro da Silva à mesma CPI: “(...) Recentemente, a PM em atendimento a um chamado de um proprietário de lanchonete dando conta que duas pessoas estiveram lá e saíram sem pagar a conta, inclusive ameaçando o proprietário de que poderia ocorrer um assalto, por sua vez, a PM em diligência pelas características do veículo usado pelos elementos, descobriram que se tratava de agentes da polícia civil, conhecido como “Marco” e “Marcolino”, os quais estavam de plantões na 13ª Sub-Divisão Policial, fato este que foi devidamente informado ao Delegado Chefe. Outro caso relevante é o fato de que um motorista chamado de “Arlindo Luchini”, estava perdendo diversos pontos em sua carteira, devido a multas de trânsito, acontece, porém que a Placa do seu veículo que era de um Corcel II, estava sendo “clonada” numa Parati azul, Placa ADR-4790, que a PM verificou que estava estacionada na Rua João Manoel Ribas, em frente da 13ª Sub-Divisão Policial, a qual está sendo utilizada pelos Policiais Civis. Esse fato foi comunicado ao Delegado Chefe”. Cássio, e seu pai Emílio com Almir partcipam em churrascos com traficante Marcelão e seu Pai Elói do Valle, que tem desmanche numa chácara atrás do Monteiro Lobato (Disque Denúncia da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Sua esposa, Iracilda Raksa Wzorek não teria declarado rendimentos em 1997, porém teria participação de R$ 59 mil na Force (empresa de vigilância), além dos bens que teria em conjunto com o marido; teria declarado rendimento tributável de R$ 10,5 mil, mais R$ 70 mil de rendimentos não tributávies e R$ 4,9 mil de rendimentos com tributação exclusiva, em 1998, no entanto sua participação na Force, neste ano seria de R$ 115,5 mil. Convocado para depor à Sub-comissão da CPI que se instalou em Ponta Grossa, PR, não compareceu alegando problemas de saúde. CPI pediu seu indiciamento.

Jorge Barbosa de Paula

Comerciante, proprietário de frota e garagem de carros e caminhões próximo à 13º DP, em Ponta Grossa. Reside na Praça Getúlio Vargas, 935, em Ponta Grossa, PR. A sua garagem serviria para lavagem de dinheiro e receptação de veículos roubados. Denunciado por ser possível laranja dos delegados Cássio e Emília e do superintendente Almir. Teria ligações com o traficante conhecido como “Sarapião”, de quem receberia dinheiro do tráfico para ser repassado aos delegados e ao superintendente citados acima (Dados da CPI da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR). Jorge Barbosa foi citado no depoimento de Cláudio Penteado, à CPI de Ponta Grossa: “(...) Disse que o Delegado Chefe “Emilio Wzorek”, possui 4 ou 5 carretas em nome de Jorge Barbosa – Nego Jorge, que é o “testa de ferro” do Delegado, inclusive possui um estacionamento de veículos em frente a 13ª Sub-Divisão Policial”.



Enoc Mainardes

Denunciado por tráfico de drogas com ponto de distribuição localizado em uma casa próxima ao Posto Fox (próximo ao trevo saída para Imbituva), em Ponta Grossa, PR. Proprietário da Casa Ravel, localizada na Rua Balduíno Taques, 2033, em Ponta Grossa. Teria ascensão financeira repentina e proprietário de carretas e outros bens em Francisco Beltrão, PR. Teria ligações com os delegados Emílio e Cássio e o superintendente Almir (dados da CPI da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, PR).



Luís Carlos de Oliveira

Delegado de Polícia, ex-Delegado em Foz do Iguaçu e atualmente no Centro de Triagem. Denunciado por enviar drogas a Curitiba através de Joed Domingos (Paulo Roberto, Detaq 417/00, p. 9-11). Participar de distribuição de recursos oriundos de roubo a carro forte em Toledo (Paulo Roberto, idem, p. 11-13 e 31-32). Acusado de promover o arquivamento do caso Macuco Safari, que teria recebido em suborno 70 mil dólares. Envolvimento com Miro, morto recentemente em emboscada no Paraguay e que teria transportado 350 Kg de cocaína para Luis Carlos em Curitiba. Convocado, compareceu para depor à CPI em Foz do Iguaçu onde rebateu todas as denúncias que pesavam contra ele, apesar de ter reconhecido possíveis irregularidades junto à cadeia pública quando foi delegado em Foz (Detaq 418/00, p. 76-120



Luís (?) Lino Lopes

Delegado de polícia, foi delegado em Toledo. Denunciado por participar de rateio de dinheiro fruto de roubo a carro forte em Toledo (Paulo Roberto, Detaq 417/00, p. 12). Teria assassindo doleiros que não aceitaram extorsão que teriam sido enterrados como indigentes em Foz (Paulo Roberto, idem, p. 43). Participação em roubo e desvio de cargas (Braga, Detaq 133/00, p. 1 e 13-14).



Adilson Ramirez Rabelo

Empresário, ex-vereador e ex-Secretário do Meio Ambiente em Foz do Iguaçu. Denunciado por tráfico de drogas e ligação com roubo e desmanche de veículos. Teria como sócio João Luiz Teixeira, que foi ser assessor quando Rabelo foi vereador. João Luiz levaria drogas para Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Teria enriquecido rapidamente. Acusado de ser mandante do crime contra menores em favela de Foz, em conjunto com Emerson Wagner. É amigo de Emerson, com quem mantém banca de jogo do bixoMandaria cocaína para Buenos Aires através de Canteli (denúncia por carta e Disque Denúncia da Câmara de Vereadores de Foz)



Joed Domingos da Silva, vulgo Domingão

Assistente de Segurança (Bate Pau) da Polícia Civil em Foz do Iguaçu, envolvido com Noronha (Paulo Roberto, Detaq 417/00, p. 45-46). Denunciado por levar drogas a Curitiba (Paulo Roberto, Detaq 417/00, p. 10). Na primeira vez em que o delegado Noronha assumiu a delegacia geral de Foz do Iguaçu, o Domingão era bate pau, dedo duro. Pelo seu desempenho o Dr. Noronha o colocou como bate na Delegacia Central de Foz, já como seu Braço Direito, fazia todo o serviço sujo para o delegado Noronha, extorsão de contrabando, passava os carros roubados e apreendidos pela polícia civil para o Paraguai e desde daquela época fazia viagem com todo tipo de material inlícito para Curitiba usando viaturas oficiais ara as referidas viagens. O vulgo “Domingâo” inscreveu-se em concurso para agente de polícia apresentando um diploma conclusão de 2.º grau frio. Passou no concurso e hoje está lotado na delegacia de Cascavel. Quando da segunda vez que o delegado Noronha assumiu a delegacia de Foz, colocou novamente o Domingão como seu Braço Direto, novamente repetia-se todos os inlícitos. Quando o delegado assumiu o posto de Delegado Geral do Estado, levou consigo o Sr. Domingão. Domingão realizava viagens para Foz afim de buscar cocaína, dinheiro, armamentos entre outros, sempre com uma viatura Santana ou Blaizer, viagens a cada 5 dias. Em março deste ano comprou uma casa em Foz do Iguaçu e pagou R$ 50.000,00 (cinqueenta mil reais) a vista. Foi preso em flagrante com contrabando de wisky numa viatura da polícia civil, apresentado ao delegado Airton Nascimento Vicente foi liberado com todo o Wisky a pedido do delegado Noronha. Denunciado pelo Ministério Público Federal de Foz do Iguaçu (denúncia anônima e Disque Denúncia da CPI da Câmara de Vereadores de Foz).



Ademilson Joaquim Telles

Assistente de Segurança em Foz do Iguaçu, ligação com Noronha e Cândido Martins (Paulo Roberto, Detaq 417, p. 47). “Não é da polícia civil, é um “bate pau” que ganhou uma carteira de agente de segurança, não sei como com que poderes, trabalha em Foz com drogas, puxador de carro. Puxa mercadorias e drogas direto para Curitiba com uma viatura da polícia civil lotada. Tem todo o seu esquema de lavagem de dinheiro. Ele não coloca os seus bens em Foz, os bens deles estão tudo em Salvador com sua esposa Bety. Leva também caminhões lotados de contrabando de Foz para Curitiba, para a boate Sex Appel a manda do alto escalão de Curitiba. E agora inclusive está achacando essas pessoas, tem grandes pessoas com ele” (denúncia anônima e Disque Denúncia da Câmara de Vereadores de Foz). Convocado para depor em Foz do Iguaçu, não compareceu. Compareceu na sessão em Ponta Grossa, foi inicialmente dispensado e depois re-convocado, não conseguindo chegar a tempo de prestar depoimento.





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