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Caso Noronha


Há 15 anos na Polícia Civil – Começou atuando como Delegado na Furtos e Roubos – Em 8 anos de carreira chegou a Delegado de 1ª Classe – Comandou o COPE (Centro de Operações Policiais Especiais), a Divisão de Segurança e Informações da Polícia e por 2 vezes foi Superintendente em Foz do Iguaçu. Foi presidente da ADEPOL (Associação dos Delegados da Polícia do Paraná) e do SINDEPO (Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná). Participação em roubo de carros e envolvimento com tráfico de drogas em conjunto com “Paulo Paulada”, Corsino e Gerson Machado (Delegado Geral do 3° DP de Curitiba). Ameaça a jovem que trabalha para eles (DD 34175). Comandar, em conjunto com os investigadores Mauro Canuto e Samir, quadrilha de tráfico de drogas e roubo de cargas e carros. Fraude no Concurso Público para polícia civil. Envolvimento com Advogado Donizette (ou Pelizetti) e os ex-policiais Bicencourt, Maurício e Cercal no tráfico de drogas (DD 34240). Fuga ocorrida no 13º Distrito Policial, ocorrida em 24 de fevereiro último foi combinada com Delegado e três policiais civil, com conhecimento do Noronha (DD 34239). Ligações com o advogado Antônio Pelizetti, cujo escritório serve como depósito de drogas – proteção a traficantes e policiais (DD 34295). Envolvimento com tráfico de drogas e corrupção de menores – frequência a casa noturna na Região Metropolitana de Curitiba (DD 34341). Proteção à quadrilha formada por Pedro Nilso Ribas de Lima, Francisco de Paula Feitosa, José almir Solarecz e Osnir Tavares (DD 34380). Falsificação de documentos de identidade (DD 34383). Falsificação de documentos e envolvimento com narcotráfico em conjunto com Delegado Germano e as assessoras Marilda e Volga. Na noite do dia 29 de fevereiro teriam ficado no Instituto de Identificação fazendo levantamento de carteiras falsas vendidas a estrangeiros (os funcionários do instituto de identificação que não colaboram são transferidos) (DD 34390). Proteger o Sr. Teixeira, residente no Bairro Jardim Guarituba, Colombo, responde a vários processos por envolvimento com crime e tráfico de drogas (DD 34852). Enriquecimento rápido por ocasião da estada na SDP de Foz do Iguaçu. Tem chácara em Morretes, litoral do Paraná (DD 34858). Envolvimento com quadrilhas de roubo de carro e caminhões. Participação em 2 lojas: Auto Peças Emerson e Loja Barão Vermelho (de propriedade de Aldemar Bertogue e Emerson Souza, localizada na Av. Via Veneto, Santa Felicidade, Fone (41) 272-2933), no Bairro Santa Felicidade em Curitiba. Estas lojas fariam desmanche de carros e caminhões (DD 34868). Teria conta no Bancesar em nome de um traficante. O gerente do Banco à época teria sido Alceu Tigrinho. (DD 34876). Proteção ao tráfico e distribuição feita pelos policiais civis Nei Prosdoscimo, Augusto e Volga, que teriam ponto localizado no cruzamento da Alameda Cabral com alameda Cruz Machado, em Curitiba. O Delegado Noronha ficaria com parte do dinheiro arrecadado com o tráfico. Esses policiais também repassariam droga vinda de Foz do Iguaçu (DD 34879 e 35012). Morte do assaltante “Papa” (supostamente morto em tentativa de fuga), que morreu após ser espancado no “pau-de-arara” e levar um tiro de Noronha. O assaltante e a quadrilha foram pegos com dois caminhões com mercadorias roubadas. O dinheiro da venda da mercadoria (quantia alta) teria sido depositado na conta do Dr. Pelizetti (advogado) (DD 34895). Teria sido visto reunindo-se com outros policiais na casa noturna “Casa da Miller” e na “Chácara Colombo”, para receber propina de traficantes. As reuniões seriam às quartas e sextas-feiras (DD 34932). Envolvimento com assalto a empresário cujo mandante teria sido o Dr. Pelizetti, com participação de Mauro Canuto, Rocha, Maurício (Ex-policial) e Genésio (genro de Pelizetti). Ricardo Noronha teria recebido 100 mil dólares para não investigar o caso (DD 34934). Participaria de reuniões com policiais, delegados do interior e traficantes e ladrões de cargas, das quais também teria participado “Candinho” (ex-secretário de Segurança), realizada no Hotel San Martin (DD 34936). Receberia propinas de traficantes em conjunto com outros policiais e o Ex-secretário de segurança (DD 34961). Teria se escondido em sua chácara em Morretes, litoral (DD 35003). Teria ligação com policiais e delegados de Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá e Toledo. A seu comando (de Noronha) teriam forjado assalto e ficado com 2,5 milhões de dólares que teria ocorrido há uns 60 dias (desde início de março). O dinheiro estaria sendo transportado em um avião particular de um doleiro do Rio de Janeiro que, ao pousar em pista clandestina em Toledo teria sido assaltado pelos policiais. O ex-secretário de segurança saberia de tudo (DD 35059). Envolvimento com o assassinato de criminosos que vieram do Rio de Janeiro par invadir a Delegacia do 5º Distrito, depois de cobrar deles 50 mil reais, que teriam vindo a Curitiba para libertar os assaltentes da empresa de Compressores. O acerto e as mortes envolveriam o Delegado Micologo e o escrivão Jobe (ambos da 5ª DP) e Ricardo Noronha (DD 35136). Teria participado de sessões de tortura de preso no 5º DP em Curitiba (DD 35138). Seria compadre do senhor Mandelli, dono de desmanche (DD 35139). A funcionária de Noronha de nome Volga (secretária dele quando chefe de Polícia), saberia de todas as suas falcatruas e que estaria com medo de ser convocada pela CPI (DD 35.149). Receberia propina de 30 mil reais de Juarez França, “Caboclinho”, dono do desmanche “Kadu Auto Peças” (DD 35149). Envolvimento com tráfico de drogas em conjunto com o Coronel Lara (Expulso da PM) e o Tenente Davi (da PM) (DD 35165). Cultivaria maconha em sua Fazenda em Campo Magro, RM de Curitiba (DD 35198). Teria exigido do policial Mario Beraldo, de Maringá (condenado por tráfico) o valor de 15 mil dólares para mantê-lo na polícia (DD 35463). Seria proprietário, em conjunto com “Candinho” (ex-secretário), de uma locadora de carros em Curitiba, cujos carros são roubados. Participaria de desmanche que fica localizado em frente à PUC (DD 35848). A filha de “Candinho”, ex-secretário, há alguns anos, teria atropelado e matado um motoqueiro enquanto dirigia nua e sob efeito de entorpecentes. O inquérito teria sido presidido por Noronha que a inocentou da acusação do homicídio culposo, o inquérito foi arquivado (DD 35911). No dia 19 de março, enquanto estava foragido, teria sido visto em fazenda próxima a Florianópolis, SC (DD 36088). Ligação com o presidente do sindicato dos caminhoneiros do Paraná, Sr. Diomar Cunha Bueno, que teria enriquecido ilicitamente (DD 36865) (Denúncias registradas pelo Disque Denúncia da Câmara dos Deputados). Em Reserva, PR, haveria uma fazenda de propriedade do ex-prefeito Frederico Bitencourt Holleben, seu irmão, Jairo, do vereados Wilson Holleben e do advogado Osíris Oliveira na qual estaria localizado uma pista de pouso clandestina. A fazenda seria frequentada por Noronha. (DE). Ligação com o assistente de polícia “Domingão” de Foz do Iguaçu, responsável pelo transporte de drogas e dinheiro e Foz para Curitiba a serviço de Noronha (DE). Teria envolvimento na morte do policial Expósito (acusado de narcotráfico) (DE). Envolvimento com o Dr. Ferreira (41 913-6060 ou 3060 – Escritório perto do estádio do Coxa) e com o Dr. Marco Aurélio Dávila (41 232-9353) do qual seria sócio numa chácara na estrada da Ribeira, 500. Envolvimento no roubo de carros e tráfico de drogas (DE). Em Lapa, PR, ocorreria o sobrevôo de aviões que despejariam drogas recolhidas por viaturas da polícia civil. Os policiais da cidade teriam envolvimento com Noronha. O traficante Neucir Padilha teria as informações (DE). O investigador Valdir Azolini, e Cornélio Procópio participaria do esquema Noronha (DE). Mandelli, envolvido em roubo e desmanche de carros e tráfico de drogas teria chácara em Tijucas do Sul e Agudos do Sul, nas quais constantemente foi visto o Delegado Noronha (DE). Se encontraria com frequência com o policial Décio Raseira e o empresário Fernando “Encote” no Bar Fumacinha, na Vila Fany, onde comercializavam armas e drogas (DE). Desaparecimento de crianças em conjunto com o Delegado Dr. Kioschi Hatada. Uma das crianças teria sido levada para um achácara em Campo Largo, de propriedade de um empresário de Araucária e posteriormente levada a Joinville a uma pessoa chamada Ismael (DE) (Denúncias registradas pelo Disque Denúncia da Assembléia Legislativa do PR).



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