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Oitiva do advogado Sr. JOSÉ ROGÉRIO PEREIRA GUIMARÃES, que declarou



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Oitiva do advogado Sr. JOSÉ ROGÉRIO PEREIRA GUIMARÃES, que declarou:


Que, foi à Assembléia, a convite do delegado Almir Macedo.

ALMIR MACEDO, que, o advogado era apenas o seu amigo, e que não estava ali como seu advogado.
  1. Oitiva da delegada Sra. DAISY APARECIDA GOMES FERREIRA, que declarou:


Que, prendeu o Rimualdo, no 7º Distrito, onde era delegada titular, por ter matado o Carlinho, e este teria cometido o crime a mando do Dep. José Gerardo. E que ele, teria confessado o crime e disse as circunstâncias como aconteceram, e que ele estava, na hora do crime, com deputado Chico Caíca.

Que, recebeu um telefonema do Secretário Adjunto, Cel. Silva Júnior, para que ela fosse até o seu gabinete, levando o preso Rimualdo, e os termos de declarações. E que, o Cel Silva Júnior lhe disse que o crime não havia acontecido na circunscrição do 7º Distrito, e que ele iria mandar outro delegado. No caso, tinha o interesse que fosse o delegado Lourival Mendes, para apurar o caso. E que, entregou o preso na Secretaria e quando estava indo embora encontrou com o deputado José Gerardo na Secretaria.

Que, Rimualdo declarou que vendeu a casa para o deputado José Gerardo, o que foi anotado nas declarações, as quais foram entregues no gabinete do Secretario Adjunto.

Que, o Secretário disse que quem iria apurar o caso seria o delegado Lourival Mendes.

Que, tinha pedido a prisão temporária de dezesseis policiais, envolvidos na chacina do Bel, depois pediu a prorrogação, o Ministério Público foi favorável, mas a juíza Dra. Ilva Salasar foi contra, e que depois ela encaminhou o inquérito com o relatório para a justiça. e que, os envolvidos foram denunciados e o processo tramita na cidade de Santa Inês.

Que, acredita que há uma conexão entre Hildebrando Pascoal, Augusto Farias, Willian Souza, deputado José Gerardo, e o processo da morte do delegado Stênio.

Que, indiciou os policiais que conduziram o Rimualdo, e o delegado geral da época, o Superintendente de Policia da Capital e o delegado Regional de Santa Inês, que era o delegado Almir Macedo.

Que, soube através do delegado Hildon de Deus Carvalho, na época Coordenador de Polícia Especializada, que o preso teria saído da Secretaria juntamente com o deputado José Gerardo.

Que, quando soube que o delegado Stênio estava investigando o caso das carretas, que envolvia o deputado José Gerardo, ela era Secretária de Urbanismo de São Luís, e lembrou-se que tinha guardado uma cópia do depoimento do Rimualdo, e que deu essa cópia para o delegado Stênio.

  1. Oitiva entre os Srs. AVENY ANDRADE PACHECO, JOSÉ JOÃO SOARES COSTA (JOTA), CARLOS ANTONIO MAIA DA SILVA (CARLINHOS) e JORGE MERES ALVES DE ALMEIDA, que declararam:


AVENY ANDRADE, que, conhecia Telmo, que era um caminhoneiro de quem comprava estacas.

Que, trabalhou na campanha do Hemetério Weba.

Que, não conhece Jota, Carlinhos e nem o Jorge Meres.

Que, possui um terreno de 500 hectares no município de Centro Novo.

Que, tem um caminhão Mercedes Bens L-1214, branco, placa LVF 0972, com o qual trabalhou no início da campanha para prefeito, e que adquiriu através de uma troca com um comerciante do Amapá, chamado Lassi Rodrigues Pereira, e que, na negociação deu uma Fiorino e voltou ainda R$ 15.000,00.

Que, os três cheques de R$ 10.600,00 foram dados, na forma de empréstimo, para o seu irmão.

Que, inaugurou um ginásio e alugou dois aviões para participar da cerimônia, e estiveram presente o deputado Costa Ferreira, o Cel. Bazola, prefeito Brener de Gov. Nunes Freire.

ACAREAÇÃO ENTRE OS SRS. JOSÉ JOÃO SOARES COSTA (JOTA) E MESSIAS BRITO VITAL

MESSIAS VITAL, que, deixou no depósito, que fica na estrada do centro novo, uma Mercedes amarela carregada de peças de moto e tinta, roubadas, e que lá no depósito estava o Osmar irmão do Avenir, e que com o Vital foi o Edvan e o Karola, e o sargento Lisboa também tinha participação. e que o Avenir pagou R$ 90 mil pela carga.

JOTA, que, Avenir pagou com 6 cheques de R$ 10.600,00, do Banco do Brasil de Zé Doca e três de R$ 500,00, que só foi utilizados dois, depois foi retornado para o vereador Karola que iria fazer negocio com ele, e a diferença foi paga em dinheiro.

MESSIAS VITAL, que, conversaram no escritório do Dr. Marco Antônio, e que o Avenir pediu para o advogado sempre afastar o seu nome, para dizer que foi o seu irmão quem comprou. e que estavam presentes o Armando, o Dr. Vitório e o Dr. Marco Aurélio.

Que, os cheques foram divididos entre as pessoas que participaram, e que, o cheque que lhe coube trocou com Raimundo Bracinho de Santa Luzia do Paruá.


  1. Oitiva do Sr. ANTONIO LISBOA CORREA (SARGENTO LISBOA), que declarou:


Que, não conhece Willian Sousa.

Que, esteve na casa do Jota, em Belém , onde ficou por quatro dias.

Que, ouviu falar de Hildebrando Pascoal pelo Armando, que disse estar em Brasília a procura de recursos para bancar a sua campanha para prefeito de Nova Olinda, isso teria ocorrido no começo de 1999.

Que, tinha um relacionamento com Epitácio Farias, da fazenda de José Augusto Farias.

Que, tinha informações que Epitácio dava propina aos policiais de Nova Olinda e que se dizia ser irmão do Deputado Augusto Farias.

Que, esteve por diversas vezes na fazenda do Rogério Farias, e em algumas vezes foi acompanhado do soldado Silvio, do Cap. Edvaldo, na época era Tenente, do gerente do Banco do Brasil de Zé Doca, uma pessoa chamada Zé Bagaceira, que mora em Nova Olinda e é segurança do prefeito Willian.

Que, o prefeito de Nova Olinda pernoitou por diversas vezes na fazenda do Rogério Farias.

Que, o Epitácio propôs lhe apresentar o Augusto Farias a fim de conseguir umas armas para o destacamento de Nova Olinda.

Que, como o destacamento não recebeu as armas o Epitácio lhe deu uma arma para ele usar, e que logo depois o Epitácio pediu de volta.

Que, começou a freqüentar a fazenda em julho de 1998.

Que, tem conhecimento que o prefeito Avenir compra carga roubada.

Que, que, foi até Maracaçumé, com Vital e Armando para que o prefeito Avenir fizesse a troca dos cheques, que eram de propriedade de sua secretária. Pois eles queriam um cheque do próprio prefeito. O Prefeito trocou os cheques, mas os cheques foram preenchidos errados, novamente. E que, eles se encontraram novamente, agora em Zé Doca, no Banco do Brasil e o prefeito lhe deu novos cheques.

Que, iria negociar um Pálio com o prefeito, o qual encontrava-se com uma prestação atrasada, só que depois resolveu não concretizar o negócio.

Que, trocou o cheque que recebeu do prefeito na Nono Veículos, em Santa Inês. Pagou dois mil que devia ao dono da Nono, mais a comissão, e levou R$ 7 mil,

AVENY, que, o depósito de Maracaçumé é de propriedade do irmão dele.




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