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TABELA 4 - ESPECIFICAÇÕES – MATÉRIA-PRIMA



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TABELA 4 - ESPECIFICAÇÕES – MATÉRIA-PRIMA





ENSAIO

NORMA

ESPECIFICAÇÕES

OBSERVAÇÃO

Couro. Resistência da cor e do acabamento à fricção. (lado flor) *

DIN 53339: 1978

Conforme o PFI, para couro destinado a cabedal de calçado, não são aceitáveis danos no acabamento, isto é, grau cinco na escala de cinzas, conforme ISO 105:1987 A02, a seco e a úmido. Qualquer alteração no acabamento deve ser passível de eliminação através de lustração, com pano seco e sem a utilização de quaisquer produtos de acabamento. Considerando o elemento abrasivo, este não deverá ter manchamento inferior a 3 (três) na escala de cinzas ISO 105:1987 A03.

Couro (cabedal)


Couros. Determinação de substâncias extraíveis com diclorometano (CH2Cl2). *

NBR 11030

1988
ou


DIN 53306:1977

Couro cabedal. Valores (base seca) para fins de colagem:

- até 7%, adesivo de poliuretano (mono ou bi-componente), adesivo de policloropreno mono ou bicomponente) e sistema vulcanizado;

- até 9%, adesivo de poliuretano (mono ou bi-componente), adesivo de policloropreno (mono ou bi-componente), exceto sistema vulcanizado;

- até 12%, adesivo de poliuretano (mono ou bi-componente), adesivo de policloropreno (mono ou bicomponente) exceto sistema vulcanizado;

- até 15%, somente adesivos de poliuretano bicomponente e calçados com injeção direta da sola no cabedal;

- acima de 18%, não é mais possível uma colagem segura.

Couro para forro, máximo, 10%.

Couro para sola, máximo, 3%



NBR 13525

1995


(especificações)


Couros. Determinação do teor de substâncias orgânicas e inorgânicas solúveis e insolúveis em água. *

NBR 11038

1988


Em couros para cabedal e forro, o teor de substâncias inorgânicas solúveis em água, após extração com Diclorometano, pode ser, no máximo, 1,5% (base seca).

No que se refere às substâncias orgânicas e inorgânicas solúveis em água, em couro para forro, máximo, 1,5%; cabedal curtido ao cromo, 1,5% a 2% (base seca).



Couro cabedal preto.

NBR 13525

1995.

(especificações)



Palmilhas. Resistência à Flexão *

BS 5131, seção 4.2: 1975

Ver anexo.

Especificações da SATRA

Palmilhas. Resistência ao Cisallhamento *

Método do PFI

1987


No mínimo 0,6 N/mm2

Especificações do PFI

Contrafortes. Determinação da área conformada e da resistência à deformação por compressão *

SATRA

PM 61: 1989,

PM 82: 1990 e PM 83: 1990


Ver anexo.

Especificações da SATRA

Almas de aço. Resistência à dobra *

CTC SENAI

S-017/ME: 1995



Variável, conforme a altura do salto.

Ver anexo.



Especificações do PFI

Almas de aço. Resistência à quebra, na região do arco do enfranque, através de solicitações contínuas.*

CTC SENAI

S-019/ME: 1993



Até 100.000 solicitações contínuas, não podem ocorrer danos

Especificações do PFI


* Estes ensaios são aconselháveis somente quando efetuados diretamente nas matérias-primas, antes da fabricação dos calçados.
ANEXO “E” à NI DAL 2480 07 002
BOTA PARA MOTOCICLISTA
TABELA 6 – TOLERÂNCIAS E PERMISSÕES

DEFEITO


CLASSIFICAÇÃO

Crítico

Grave

Tolerável

NQA = 0,0

NQA = 1,0

NQA = 2,5

13.3.1 Quanto ao acabamento e limpeza:










13.3.1.1 – Desbotamento na variação da cor, estampa ou brilho entre os dois pés do par;

X







13.3.1.2 – Má fixação ou adesão da camada de acabamento;

X







13.3.1.3 – Manchas e riscos, em função da aplicação de cremes e retoques;







X

13.3.1.4 – Acabamento ou flor do couro quebradas;

X







13.3.1.5 – Carimbos mal impressos, pouco visíveis ou borrados;

X







13.3.1.6 – Sujeiras de qualquer tipo localizadas tanto externa, Quanto internamente.







X

13.3.2 Quanto ao bico traseiro e enfranque:










13.3.2.1 – Bico deformado devido à couraça;

X







13.3.2.2 – Bico ou traseiro montado torto, em que a emenda do traseiro não se encontra centralizada;

X







13.3.2.3 – Alturas diferentes no bico ou na lateral, entre os dois pés do par;

X







13.3.2.4 – Rugas no bico no traseiro ou no enfranque

X







13.3.2.5 – Bico com rachaduras no acabamento ou no material de cabedal;

X







13.3.2.6 – Couraça ou contraforte quebrados;

X







13.3.3 Quanto ao solado:










13.3.3.1 – Planta da bota com caroços;

X







13.3.3.2 – Sola mal centralizada em relação ao cabedal;

X







13.3.3.3 – Pregos ou grampos salientes na palmilha de montagem;

X







13.3.4 Quanto às costuras:










13.3.4.1 – Costuras tortas ou fora do lugar;




X




13.3.4.2 – Ponto falhado;




X




13.3.4.3- Pontos com tamanhos diferentes entre os dois pés do par;




X




13.3.4.4 – Variações de cor, na linha de costura entre os dois pés do par;




X




13.3.4.5 – Arremate mal feito;




X




13.3.4.6 – Linha de costura rompida;




X




13.3.4.7 – Laço de costura visível;




X




13.3.4.8 – Emendas muito grossas ou muito finas devido à sobreposições não ajustadas de forma adequada;




X




13.3.4.9- Material rasgado na costura.

X







13.3.5 Componentes metálicos e outros enfeites:










13.3.5.1 – Ilhoses ou outros componentes metálicos amassados ou tortos, sujos ou enferrujados;

X







13.3.5.2 – Variação de cor de ilhoses e outros componentes metálicos entre os dois pés do par.

X







13.3.6 Outros:










13.3.6.1 – sapato deformado devido a uma má conformação;

X







13.3.6.2 - marcas originadas por mau processamento: marcas de lixamento além da quina do cabedal, marcas no cabedal devido às couraças muito grossas;




X




13.3.6.3 – cicatrizes, marcas de fogo ou furos;




X




13.3.6.4 – saliências ou caroços, no lado interno, que possam machucar o pé do usuário;

X







13.3.6.5 – atacadores defeituosos.




X






ANEXO “F” à NI DAL 2480 07 002
BOTA PARA MOTOCICLISTA
RESISTÊNCIA À DOBRA DE ALMAS-DE-AÇO

CTC SENAI S-017/ME:1995

Baseado em Método do PFI
Orientação: para interpretar os resultados, apresentamos a especificação do PFI (Instituto de Ensaios e Pesquisas para a Fabricação de Calçados, Pirmases – Alemanha), segundo o qual as almas-de-aço devem ser analisadas juntamente com o calçado a que se destinam, considerando o grupo a que pertencem e a altura do salto.



ESPECIFICAÇÕES

1.200

1.000

800

600

400

200

0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

ALTURA DO SALTO (mm)











GRUPO 1
GRUPO 2

GRUPO 3


GRUPO 1: calçados onde a alma-de-aço recebe alta solicitação (modelos abertos ou fechados no calcanhar, com saltos muito cavados ou com a cama de salto curto);


GRUPO 2: calçados onde a alma-de-aço recebe média solicitação (modelos abertos ou fechados no calcanhar, com saltos de construção normal);
GRUPO 3: calçados onde a alma-de-aço recebe baixa solicitação (modelos cujos saltos apresentam uma área de apoio grande e saltos em forma de cunha).

ANEXO “G” à NI DAL 2480 07 002


Catálogo: conteudoportal -> sites -> licitacao
licitacao -> Edital de licitaçÃO
licitacao -> Décima quarta região da polícia militar terceiro batalhão comissão permanente de licitaçÃO
licitacao -> 6ª região da polícia militar 8º batalhão de polícia militar
licitacao -> Polícia militar do estado de minas gerais 12ª região da polícia militar
licitacao -> Décima região da polícia militar décimo quinto batalhão da polícia militar
licitacao -> Terceira região da polícia militar trigésimo quinto batalhão da polícia militar
licitacao -> Décima primeira região de polícia militar centro de apoio administrativo – 11 comissão de licitaçÕes e contratos
licitacao -> 14ª região da polícia militar 42º batalhão de polícia militar comissão especial de licitaçÃo edital de licitaçÃo tomada de Preços nº 01/2011
licitacao -> Pregão nº 03/2013


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