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EMBALAGEM 6.1 - Acondicionamento e marcação



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6 EMBALAGEM




6.1 - Acondicionamento e marcação


Os calçados devem ser acondicionados em caixas individuais, e estas, em caixas coletivas de papelão kraft natural ondulada, tipo maleta, medindo 560 cm de comprimento, 360 cm de largura, 130 cm de altura e 4 cm de espessura. Em cada caixa deverá ser acondicionado um par de bota. O fechamento será efetuado com fita gomada de 5 cm de largura. Externamente, cada caixa coletiva deverá conter, no mínimo, as seguintes inscrições:


  1. Logomarca e/ou nome do fabricante

  2. Nome do produto

  3. Tamanho das peças

  4. Quantidade de peças

05) Número do lote



6.2 – Caixas individuais


As caixas individuais terão externamente, no mínimo, a logomarca e/ou nome do fabricante, o nome do produto e o tamanho da peça.

7 PLANO DE AMOSTRAGEM

Para fins de realização de inspeção visual, manual, metrológica e ensaios previstos nesta norma, deverão ser apresentadas as seguintes amostras:


7.1 Durante a fase de licitação:

As empresas licitantes deverão apresentar um par do item cotado como amostra, por ocasião da apresentação das propostas de fornecimento, que serão submetidas à inspeção visual, manual e metrológica. Juntamente com a amostra, devem ser apresentados laudos técnicos, elaborados por laboratórios certificados, atestando o atendimento do calçado às exigências desta Norma.


7.2 No recebimento:

7.2.1 Cada lote entregue será amostrado segundo a NBR 5426, nas seguintes condições:


PLANO DE AMOSTRAGEM

(PARA INSPEÇÃO VISUAL, MANUAL E METROLÓGICA)


TIPO DE LOTE

PLANO DE

AMOSTRAGEM

INSPEÇÃO

REGIME

NÍVEL

Lote de inspeção (Quantidade entregue numa mesma data)

Simples

Normal

S3

7.2.2 Para a realização dos ensaios previstos no item 14 desta norma o plano de amostragem para cada lote entregue será o previsto na NBR 5426, tabela 1 (nível de inspeção S3) e tabela 2 (simples/normal NQA = 1,0). A amostra, assim definida, será retirada aleatoriamente do lote entregue e em seguida submetida à inspeção visual, manual e metrológica. Os ensaios somente serão realizados caso a amostra seja aprovada na inspeção visual, manual e metrológica.

7.2.3 A retirada da amostra será feita utilizando-se a tabela de números aleatórios prevista na NBR 5425.


7.2.4 Quando um determinado ensaio exigir uma quantidade de materiais maior que a amostra obtida segundo os critérios estabelecidos nesta norma, tais testes deverão ser realizados censitariamente.
7.2.5 Outros planos de amostragem poderão ser previstos de acordo com a conveniência administrativa, especialmente nos casos em que se deseja maior ou menor severidade na inspeção, maior celeridade e/ou menor custo na realização das inspeções e ensaios.
7.2.6 As peças que compõem a amostra serão inspecionadas conforme previsto no item 8 da presente norma, com vistas à detecção dos defeitos discriminados e classificados na TABELA 6. A inspeção será executada por classe de defeitos críticos, graves e toleráveis, considerando-se para toda a amostra, o Nível de Qualidade Aceitável (NQA) estabelecido para cada classe, conforme cada caso.
7.2.7 A ocorrência de um defeito crítico na amostra determina a rejeição do lote. O lote é aceito, para os defeitos graves e toleráveis, quando os limites de aceitação para a amostra não são ultrapassados, e é rejeitado em caso contrário.
7.2.8 Ensaios em laboratórios especializados poderão ser realizados caso a Comissão Técnica julgue necessária a sua realização.
7.2.9 A PMMG se reserva o direito de definir o local para realização das inspeções e ensaios, podendo os mesmos serem realizados na fábrica, especialmente nos casos de aquisições superiores a 1000 (mil) unidades, devendo o fabricante garantir à Comissão Técnica indicada pela Corporação livre acesso às dependências pertinentes da fábrica e colocar à sua disposição pessoal auxiliar e meios necessários à inspeção, bem como desenhos relativos ao modelo do produto aprovado e documentos relativos à aceitação das matérias primas e componentes utilizados na fabricação do produto, quando solicitado.

8 INSPEÇÃO VISUAL, MANUAL E METROLÓGICA

8.1 Deverá ser realizada uma inspeção visual e metrológica nas amostras para verificação dos seguintes aspectos:

8.2 Verificar se existem rugas, bolhas, vincos, rasgões, cortes, furos, cicatrizes ou quaisquer problemas que evidenciem defeitos de fabricação do produto.

8.3 Realizar as medidas das dimensões da bota, altura do cano, alinhamento do bico, visando verificar se estão de acordo com as exigências desta Norma.

8.5 Critérios para Inspeção Preliminar:

8.5.1 Observar o calçado como um todo;



      1. Verificar se a altura dos canos estão correspondentes com o tamanho do calçado;

      2. de descolagem da sola, em relação ao cabedal, quando sujeito a alguma solicitação simples ( manuseio);

8.5.4 O calçado não deve apresentar problemas de montagem (não deve ter rugas, deve apresentar-se todo liso);

8.5.5 Nas análises de aspectos visuais não devem ser visíveis defeitos tais como: excesso de cola, sola mal apontada, arranhões, calçado torto, ilhós torto, solado com imperfeições, desigualdade entre os dois pés do par ;

8.5.6 O solado deve possuir a resistência mínima especificada, não apresentando quebras ou rachaduras, quando solicitado manualmente;

8.5.7 Ilhoses: devem estar alinhados e em perfeitas condições (serão rejeitados os que se apresentarem enferrujados, tortos, ou quebrados)



      1. Verificar se os “respiradores” estão bem fixados e em perfeitas condições;

8.5.9 Verificar se a palmilha interna está bem fixada (deve estar bem colada);

8.5.10 Verificar se tem pregos por dentro ou outro objeto que possa ferir o pé do usuário;



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