Diagnóstico da situaçÃo de saúde no município de belo horizonte



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    SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE

    DEPLAR / SISTEMA DE INFORMAÇÃO / EPIDEMIOLOGIA

    Relatório de Gestão

    de 1998



    Agosto 1999


CÉLIO DE CASTRO

Prefeito
MARCOS VILLELA DE SANT’ANNA

Vice-Prefeito
MARÍLIO MALAGUTTI MENDONÇA

Secretário Municipal de Saúde

DÉA MARIA FONSECA

Diretora do Departamento de Planejamento e Regulação







ELIZETE APARECIDA SOARES

Diretora do Departamento de Administração e Finanças







SÔNIA MARIA RIBEIRO

Diretora do Departamento de Coord. de Ações de Saúde



















PAULO ROBERTO S. LIMA

Diretor Distrito Sanitário Barreiro

REGINA HELENA LEMOS P. SILVA

Diretora Distrito Sanitário Centro-Sul

RAQUEL ÁLVARES DA SILVA CAMPOS

Diretora Distrito Sanitário Leste

LUZIA SALEM LISITA

Diretora Distrito Sanitário Nordeste

SEBASTIANA MEIRA LEAL

Diretora Distrito Sanitário Noroeste

VERA MARIA GUIMARÃES MARTINO

Diretor Distrito Sanitário Norte

VALÉRIA CUNHA DA COSTA LESSA

Diretora Distrito Sanitário Oeste

LUCIANO ELÓI DOS SANTOS

Diretor Distrito Sanitário Pampulha

LUIZ CLÁUDIO PENNA ORSINI

Diretor Distrito Sanitário Venda Nova

ORGANIZAÇÃO:
Sistema de Informação

Deplar / SMSA




    APRESENTAÇÃO

    A complexidade da rede assistencial do Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte permite diversas abordagens para análise da situação de saúde no município de Belo Horizonte. A análise inicia-se com uma CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO abrangendo dependência em relação ao Sistema Único de Saúde, distribuição da população segundo critério de risco e avaliação da população quanto aos serviços prestados pelo SUS/BH. A incorporação de fatores sócio-econômicos e de utilização do Sistema Único de Saúde pela população são importantes para o processo de planejamento das ações de saúde

    A configuração das UNIDADES ASSISTENCIAIS DO SUS EM BELO HORIZONTE é bastante diversificada, envolvendo setor próprio e setor contratado/conveniado, que se apresentam segundo a lógica intrínseca ao processo de estruturação do setor saúde no país, na qual o setor público caberia a execução das ações de baixa complexidade e não rentáveis financeiramente, enquanto ao setor contratado/conveniado caberia a execução das ações mais complexas, desde que bem remuneradas pela tabela do Sistema Único de Saúde. A análise da distribuição da rede assistencial do SUS por grau de complexidade e sua estruturação segundo setor próprio e contratado/conveniado possibilita avaliar a capacidade de intervenção do gestor municipal.

    Belo Horizonte constitui-se como referência para outros municípios nas ações de maior complexidade; no entanto, ainda são atendidos pacientes de outros municípios, mesmo em procedimentos de baixa complexidade (como consultas médicas básicas) que poderiam ser resolvidos nos municípios de origem dos pacientes. O estudo de procedência dos pacientes do SUS/BH permite dimensionar a quantidade de recursos despendidos no atendimento a outros municípios e é um instrumento de negociação importante na definição de tetos financeiros de verbas federais alocadas no município de Belo Horizonte.

    A análise da PRODUÇÃO DE ATIVIDADES DO SUS BELO HORIZONTE possibilita identificar as diversas ações assistenciais do SUS, a distribuição de consultas médicas por tipo e a comparação entre a oferta de consultas do SUS por tipo e a necessidade da população SUS dependente.



O PERFIL DE MORBIMORTALIDADE da população de Belo Horizonte compõe-se da análise de morbidade ambulatorial da rede própria, perfil da morbidade hospitalar e mortalidade da população de Belo Horizonte. O cruzamento dos bancos de mortalidade, morbidade ambulatorial e hospitalar permite subsídios para o redirecionamento de ações.


    ÍNDICE










Pág.

1.

Caracterização da População

10

1.1

População de Belo Horizonte, segundo dependência em relação ao SUS.

10

1.2

Avaliação da População quanto aos serviços prestados pelo SUS em Belo Horizonte.

11

1.3

Distribuição da População de Belo Horizonte, segundo áreas de risco de acordo com critérios epidemiológicos e sócio-econômicos.

12

2.

Unidades Assistenciais em Belo Horizonte.

30

2.1

Distribuição da Rede Assistencial em Belo Horizonte.

30

2.2

Procedência dos pacientes do SUS de Belo Horizonte.

31

3.

Produção de ações assistenciais no SUS em relação às necessidades de cobertura para a população de Belo Horizonte, SUS dependente.

32

3.1

Ações assistenciais ambulatoriais do SUS.

32

3.2

Consultas realizadas pelo SUS por tipo e a necessidade da população SUS dependente.

34

3.3

Tipos de consultas em relação a Rede Própria/Contratada/Conveniada.

34

3.4

Produção/necessidade de consultas para a população de Belo Horizonte.

36

3.5

Distribuição das consultas em Clínicas Básicas.

36

3.6

Produtividade.

43

4.

Financiamento

45

4.1

Área Ambulatorial.

45

4.1.1

Atenção Básica

45

4.2

Área Hospitalar.

46

5.

Perfil de Morbimortalidade da população de Belo Horizonte.

47

5.1

Perfil de Morbidade Ambulatorial de demanda.

47

5.1.1

Geral.

47

5.1.2

Unidades Básicas.

47

5.1.3

Unidades Especializadas.

49

5.1.4

Unidades de Urgência.

51

5.2

Perfil de Morbidade Hospitalar.

53

5.2.1

Perfil por grandes grupos da CID.

55

5.3

Evolução do quadro de mortalidade.

57

5.4

Perfil epidemiológico construído a partir da análise dos dados de mortalidade, morbidade ambulatorial e hospitalar, dos residentes em Belo Horizonte.

58

5.4.1

Perfil de Morbimortalidade de crianças.

58

5.4.1.1

Doenças respiratórias.

58

5.4.1.2

Doenças infecciosas e intestinais.

59

5.4.1.3

Acidentes/Causas externas.

59

5.4.1.4

Parto.

59

5.4.1.5

Deficiência Nutricional.

59

5.4.1.6

Transtorno do Olho e Anexos.

60

5.4.2

Perfil de Morbimortalidade de Adultos.

60




    ÍNDICE










Pág.

5.4.2.1

Hipertensão Arterial.

60

5.4.2.2

Diabetes.

60

5.4.2.3

Neoplasias.

60

5.4.2.4

Pneumonia.

60

5.4.2.5

AIDS.

61

5.4.2.6

Causa Externa.

61

5.4.2.7

Gravidez.

61

6.

Projeto de Assistência às doenças respiratórias da Infância - Avaliação.

62

6.1

Ojetivos

62

6.2

Resultados

62

-

Bibliografia

66



    Lista de Tabelas










Pág.

Tab. 1

Distribuição da população de Belo Horizonte por Distrito Sanitário e dependência em relação ao SUS, Belo Horizonte, 14 a 17 de março de 1998.

10

Tab. 2

Distribuição da população de Belo Horizonte por Distrito Sanitário, segundo a residência em áreas de risco, Belo Horizonte, 1999.

14

Tab. 3

Distribuição das áreas de abrangência por Distrito Sanitário segundo o percentual da população residente em áreas de risco, Belo Horizonte, 1999.

19

Tab. 4

Distribuição das Unidades Assistenciais do SUS-BH segundo setor e tipo de unidade, Belo Horizonte, 1998.

30

Tab. 5

Distribuição dos atendimentos realizados na Rede Própria, segundo residência do usuário, Belo Horizonte, 1996.

31

Tab. 6

Distribuição dos atendimentos da Rede Contratada / Conveniada / SUS/ BH, segundo residência do usuário, Belo Horizonte, 1995-1996.

31

Tab. 7

Distribuição dos atendimentos do setor ambulatorial do SUS/BH, por item programação, no ano de 1998.

33

Tab. 8

Distribuição de Consultas Médicas realizadas em Belo Horizonte pela rede própria e contratada, 1996/1997 e 1998

38

Tab. 9

Cálculo da necessidade de Ginecologistas, Clínicos e Pediatras para cobertura de 100% nas áreas de risco

42

Tab. 10

Avaliação da produtividade dos pediatras da SMSA, nas Unidades Básicas, de abril de 1998 a março de 1999.

43

Tab. 11

Avaliação da produtividade dos ginecologistas da SMSA, nas Unidades Básicas, de abril de 1998 a março de 1999.

44

Tab. 12

Avaliação da produtividade dos clínicos gerais da SMSA, nas Unidades Básicas, de abril de 1998 a março de 1999.

44

Tab. 13

Distribuição dos recursos financeiros do setor ambulatorial do SUS/BH e SMSA/BH, por item programação, ano de 1998.

45

Tab. 14

Distribuição de autorizações para internações hospitalares (AIH's) do SUS, segundo regime do prestador, BH, 1998.

46

Tab. 15

Distribuição dos atendimentos realizados nas Unidades Básicas da SMSA/BH, segundo agrupamento da CID, EM 1994/1996/1997.

48

Tab. 16

Distribuição dos atendimentos realizados nas Unidades Especializadas (Policlínicas) da SMSA/BH, segundo agrupamento da CID, 94/96/97

50

Tab. 17

Distribuição dos atendimentos realizados nas Unidades de Urgência da SMSA/BH, segundo agrupamento da CID, 1994/1996/1997.

51

Tab. 18

Total de interações - 1996

53

Tab. 19

Distribuição por faixa etária das internações em Belo Horizonte, 1996

53

Tab. 20

Distribuição por sexo das internações - 1996

54

Tab. 21

Distribuição das internações por especialidade em residentes no município de Belo Horizonte e outros municípios

54

Tab. 22

Distribuição das internações por natureza do prestador - 1996

54

Tab. 23

Distribuição das internações por residentes em Belo Horizonte, por capítulos da CID, 9ª revisão

55

Tab. 24

Distribuição das internações de menores de 14 anos residentes em Belo Horizonte, segundo capítulo da CID, 9ª revisão, BH, 1996.

56

Tab. 25

Distribuição das internações de maiores de 14 anos residentes em BH, segundo capítulo da CID, 9ª revisão, Belo Horizonte, 1996.

56

Tab. 26

Distribuição de óbitos por causa externa, por tipo de causa, BH, 1995.

57

Tab. 27

Freqüência de óbitos neonatais por grupo de causa e causa básica, em residentes de Belo Horizonte, 1995.

57

Tab. 28

Freqüência de óbitos infantis tardios por grupo de causa e causa básica, em residentes de Belo Horizonte.

58

    Lista de Tabelas










Pág.

Tab. 29

Distribuição de óbitos por causa básica, em residentes de Belo Horizonte, 1995

58

Tab. 30

Distribuição dos óbitos em crianças menores de cinco anos, segundo causa básica, Belo Horizonte, 1993-1996.

63

Tab. 31

Distribuição das internações e óbitos em crianças menores de 12 anos na rede pública e conveniada ao SUS, segundo causas selecionadas, Belo Horizonte, 1996.

63

Tab. 32

Distribuição das Unidades de Saúde que implantaram o projeto de assistência às doenças respiratórias e número de profissionais treinados, por Distrito Sanitário, Belo Horizonte, dezembro 1998.

64

Tab. 33

Número de internações por doenças respiratórias em crianças menores de 5 anos, 1º semestre de 1997 / 1º semestre de 1998 e percentual de redução, por Distrito Sanitário, Belo Horizonte, 1998.

64

Tab. 34

Perfil de resultados do acompanhamento de crianças asmáticas (n=79) no Centro de Saúde Tirol, Belo Horizonte, 1998.

64

Tab. 35

Distribuição das crianças asmáticas cadastradas nos Centros de Saúde e PAM's por Distrito Sanitário, Belo Horizonte, julho, 1998.

65




    Lista de Gráficos










Pág.

Gráfico 1

Distribuição da população de Belo Horizonte por Distrito Sanitário e dependência em relação ao SUS.

11

Gráfico 02

Avaliação da população quanto aos Serviços de Saúde em Belo Horizonte, 14 a 17 de março de 1998.

12

Gráfico 03

Avaliação dos serviços prestados pelos Centros de Saúde em Belo Horizonte, 14 a 17 de março de 1998.

12

Gráfico 04

Pirâmide etária em Belo Horizonte e nas áreas de risco, censo 1996.

13

Gráfico 05 e 06

Distribuição da população de Belo Horizonte por Distrito Sanitário segundo a residência em áreas de risco, Belo Horizonte, 1999.

15

Gráfico 07

Distribuição dos indicadores utilizados na definição das áreas de risco, Belo Horizonte, 1999.

16

Gráfico 08

Distribuição de outros indicadores segundo área de risco, Belo Horizonte, 1999.

18

Gráfico 09

Distribuição do risco por setor censitário, Belo Horizonte, 1999.

23

Gráfico 10

Distribuição dos atendimentos do setor ambulatorial do SUS/BH e SMSA/BH, por item programação, 1998.

33

Gráfico 11

Total de consultas médicas realizadas em Belo Horizonte pela Rede Própria e Contratada e Hospital Odilon Behrens, nos anos de 1996, 1997 e 1998.

34

Gráfico 12

Total de consultas realizadas em Belo Horizonte pela Rede Própria e Contratada, segundo tipo: Básico, Especializada e Urgência, 1996, 1997 e 1998.

35

Gráfico 13

Total de consultas médicas realizadas pelo SUS em Belo Horizonte, segundo tipo: Básico, Especializada e Urgência, 1996, 1997 e 1998.

35

Gráfico 14

Produção x necessidade de consulta médica para a população de Belo Horizonte.

36

Gráfico 15

Consultas médicas Básicas realizadas em Belo Horizonte pela Rede Própria e Contratada, segundo tipo de clínica: Pediatria, Ginecologia e Clínica Médica, nos anos de 1996, 1997 e 1998.

37

Gráfico 16

Total de consultas básicas em Belo Horizonte, em clínica médica, pediatria e ginecologia, 1996, 1997 e 1998.

37

Gráfico 17

09 consultas médicas mais freqüentes em Unidades Contratadas, Especializadas

41

Gráfico 18

09 consultas médicas mais freqüentes no HOB, Especializadas

41

Gráfico 19

09 consultas médicas mais freqüentes nas Unidades Ambulatoriais da SMSA, Especializadas

41

Gráfico 20

Distribuição dos recursos financeiros do setor ambulatorial do SUS/BH e SMSA/BH, por item programação, ano 1997.

46

Gráfico 21

Distribuição dos atendimentos realizados nas Unidades Básicas de saúde da SMSA/BH segundo agrupamentos da CID 1994/1995/1997

49

Gráfico 22

Distribuição dos atendimentos realizados em Unidades Especializadas (Policlínicas) da rede municipal de saúde, segundo agrupamentos da CID, 1994/1996/1997.

50

Gráfico 23

Distribuição dos atendimentos realizados nas Unidades de Urgência da rede municipal de sáude segundo agrupamentos da CID, 1994/1996/1997

52

Gráfico 24

Reinternações por doenças respiratórias em crianças menores de 5 anos, BH, 1997-1998

65






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