De: César/Cynthia



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SIMULAÇÃO 2C


Anos

Qde. Vendida¹

Preço

Custo

Custo

Custo

Equipamento e Propaganda

Custo Variável

Custo Unitário

Lucro ou




Empresa C

Médio²

Direto²

Indireto²

Maquinaria³

Total³

Unidade

Total

Total

Prejuízo

0

0,00

5.830,00

























1

2.252,23

5.655,10

3.151,40

787,85

5.397,31

11.874,11

5.272,16

3.939,25

9.211,41

-3.556,31

2

4.927,11

5.480,20

2.852,20

713,05

5.397,31

15.978,11

3.242,90

3.565,25

6.808,15

-1.327,95

3

9.091,42

5.247,00

2.637,50

659,38

5.397,31

20.082,11

2.208,91

3.296,88

5.505,78

-258,78

4

21.683,04

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

24.186,11

1.115,44

3.296,88

4.412,31

251,69

5

22.984,02

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

28.290,11

1.230,86

3.296,88

4.527,73

136,27

6

24.363,07

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

32.394,11

1.329,64

3.296,88

4.626,52

37,48

7

25.824,85

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

36.498,11

1.413,29

3.296,88

4.710,17

-46,17

8

27.374,34

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

40.602,11

1.483,22

3.296,88

4.780,09

-116,09

9

29.016,80

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

44.706,11

1.540,70

3.296,88

4.837,57

-173,57

10

30.757,81

4.664,00

2.637,50

659,38

5.397,31

48.810,11

1.586,92

3.296,88

4.883,79

-219,79

11

32.603,28

4.664,00

2.637,50

659,38




36.936,00

1.132,89

3.296,88

4.429,77

234,23

12

34.559,47

4.664,00

2.637,50

659,38




32.832,00

950,01

3.296,88

4.246,89

417,11

13

36.633,04

4.664,00

2.637,50

659,38




28.728,00

784,21

3.296,88

4.081,09

582,91

14

38.831,03

4.664,00

2.637,50

659,38




24.624,00

634,13

3.296,88

3.931,01

732,99

15

41.160,89

4.664,00

2.637,50

659,38




20.520,00

498,53

3.296,88

3.795,41

868,59

NOTAS: (1) em toneladas

(2) por tonelada



(3) em US$ mil



1 Participação média do segmento de higiene bucal no faturamento bruto da empresa. Os dados primários constam do Quadro VI.

2 Participação média da Kolynos em relação ao total faturado, no país, com as vendas de creme escova dental (fls. 62 e 64, Apenso IV).

3 A relação entre volume produzido e vendido é dada a partir dos dados do Quadro II e das informações contidas às fls. 409, dos autos.

4 idem

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informação sigilosa.

* Informação sigilosa.

* Informações sigilosas.

* Informação sigilosa.

* Informação sigilosa.

* Informação sigilosa.

* Informação sigilosa.

* Informação sigilosa.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

* Informações sigilosas.

5 Ou, na expressão do roteiro de fusões norte-americano, o poder de um monopolista hipotético.

6 99 FTC, 8, 16,1982.

7 caso P&G/VP Schickedanz, 1994, apud. XXIV Relatório da Comissão sobre a Política de Concorrência, Comissão das Comunidades Européias, Bruxelas, 1994.

8 Ademais a mesma utilizada pela Comissão Européia, assim como pelas novas agências antitruste de países em desenvolvimento, como a Comissão Federal de Competição do México.

9 FTC v. Coca-Cola Co. 641 F Supp. 1128, 1134.

10 Lawrence White, “Application of the Merger Guidelines: the Proposed Merger of Coca-Cola and Dr. Pepper (1986)” in The Antitrust Revolution - The Role of Economics, Kwoka and White, eds. 2nd edition, 1994.

11 Tais posicionamentos foram confirmados com estudos econométricos de elasticidade-preço cruzada, tipicamente estudos de demanda, com base em dados de vendas semanais e quinzenais que mostraram ser possível aos produtores de refrigerantes exercer poder de mercado coletivamente.

12 Sullivan and Hovemkamp, Antitrust Law, Cases and Procedures, 1994.

13 Assim, apesar do consumo ser crescente em relação à renda, a derivada segunda é negativa, ou seja, o consumo de produtos de higiene bucal cresce a taxas decrescentes em relação à renda.

14 É o que significa dizer que a elasticidade-preço cruzada desses bens é negativa.

15 Segundo a SECEX/MICT, apud Requerente (fls. 95, Apartado VIII).

16 George Stigler, The Organization of Industry, Chicago University Press, 1968.

17 Barriers to New Competition, Joe Bain, Cambridge Univ. Press, 1956 1st ed., 1993 ed.

18 F. Sherer and D. Ross, Industrial Market Struture and Economics Performance, third edition, Houghton Mifflin, 1990.

19 A definição literal de Bain para barreiras é “a extensão na qual, no longo prazo, firmas estabelecidas podem elevar seus preços de venda acima dos custos médios mínimos de produção e distribuição( ...) sem induzir entrantes potenciais a entrar na indústria.” (op. cit., 1956, pp. 93, edição de 1993, Harvard University Press.)

20 A definição de Stigler é: “... uma barreira à entrada pode ser definida como o custo de produzir ... que deve ser bancado por aquelas que querem entrar na indústria, mas não por aquelas que já estão.” pp.67.

21 Eduardo Augusto Guimarães, Economias de Escala e Barreiras à Entrada: Uma Formalização , TD #16 IEI, 1983.

22 Ver anexo a esse voto.

23 Vale observar que um dos parecerista contratados pela Requerente, em texto de 1991, fez uso de um modelo de expectativas racionais para mostrar as vantagens inerentes ao pioneirismo na indústria e a possibilidade da firma pioneira seguir operando no longo-prazo com lucro extraordinário. Particularmente na presença de custos irrecuperáveis, o comprometimento com a quantidade produzida torna-se crível, o que o leva a confirmar a conjectura de Bain-Labini-Modigliani sobre a factibilidade da estratégia de preço-limite como impedimento à entrada. (Luiz Guilherme Schymura de Oliveira, Barreiras à Entrada nas Indústrias: O papel da firma pioneira, Ensaios Econômicos EPGE, # 177, 1991).

24 Para uma descrição de tais modelos, em particular o modelo de Stackelberg-Spence-Dixit e o de Milgrom-Roberts que se baseia na assimetria de informação sobre custos entre a instalada e o entrante, ver Jean Tirole, The Theory of Industrial Organization, MIT Press, 1992.

25 Richard Schmalensee “Product Diferentiation Advantage of Pioneering Brands” in American Economic Review, 72 (1982) 349-65.

26 A Requerente afirma serem 20 as empresas operantes no mercado. (fl. 62, Apenso IV).

27 A exploração de marca própria pelo Carrefour, no entanto, já foi descontinuada, o que poderia indicar a inviabilidade desse tipo de estratégia.

28 Audiência Pública de Instrução realizada em 8/8/96.

29 Cabe destacar que para as agências antitruste norte-americanas, a perspectiva de entrada será considerada rápida se, do planejamento inicial ao momento em que se puder constatar um significativo impacto no mercado levar, no máximo, 2 anos.

30 A respeito, é importante ter em conta os depoimentos de distribuidores por ocasião da audiência pública de 8/8/96 (fls 2354 a 2374).

31idem nota 18.

32 Oliver Williamson, “Economies as an Antitrust Defense: The Welfare Trade-Offs” in American Economic Review 58, 1968, pp. 18-36.

33 Trata-se do que se conhece na literatura como discriminação de preços de terceiro grau.

34 De acordo com o parecer SDE, mencionado no relatório.

* Informação confidencial suprimida.

* Informação confidencial suprimida.

35 As agências unilateralmente poderiam estender o tempo das desconstituição em dois meses.

36 os especialistas advertem que o fundamental é o hábito de escovação frequente dos dentes com creme dental que contenha flúor.

37 idem nota 18

38 Em decisão dez anos depois confirmada pela Suprema Corte, FTC vs P&G Co, 386 US 568 (1967).

39 Nem tampouco na qualidade do produto.

40 Ver a respeito a decisão da Comissão Européia de Concorrência de 16 de janeiro de 1996 no caso Kimberly-Clark / Scott (processo IV/M. 623).



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