Da anotação – Emmanuel



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MECANISMOS DA MENTE



Ablação: ação de cortar uma parte do corpo.
Afasia: enfraquecimento ou perda da faculdade de transmissão ou compreensão de idéias, devido uma perturbação ou lesão dos centros cerebrais, sem haver lesão dos órgãos vocais.
Aferente: no sistema nervoso, classe de fibras nervosas que conduzem o impulso dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central.
Amnésia: perda total ou parcial da memória.
Automatismo: funcionamento do organismo e prática de atos sem a participação consciente do ser.
Batráquio: anfíbio anuro (desprovido de cauda), cabeça fundida ao corpo, membros locomotores posteriores mais desenvolvidos; são os sapos, rãs e pererecas.
Célula: a menor unidade de função e de organização, nos seres vivos, que apresenta todas as características de vida.
Centro Cerebral: centro de força vital, no perispírito, relacionado com os lobos frontais do cérebro e a hipófise (pituitária), no corpo físico; exerce influência decisiva sobre os demais centros de força vital, sendo responsável pelo funcionamento do sistema nervoso central e dos centros superiores do processo intelectivo. (Vide Centro Vital: Do Capítulo II – 1ª Parte).
Centro Coronário: centro de força vital, no perispírito, relacionado com a epífise (glândula pineal), no corpo físico; supervisiona todos os demais centros de força vital, porque recebe em primeiro lugar os estímulos do espírito. (Vide Centro Vital: Do Capítulo II – 1ª Parte).
Corpo Espiritual: o perispírito, psicossoma.
Córtex: córtice, camada externa dos órgãos, de estrutura mais ou menos arredondada, como o córtice cerebral.
Cortical: relativo ao córtex.
Cremasteriano: referente ao cremáster, um dos dois músculos que sustentam os testículos.
Críptico: relativo ao que se localiza ou processa na parte mais profunda ou oculta.
Curto-circuito: perturbação num circuito devido à ligação direta de dois condutores de diferente polaridade, quase sempre por defeitos de isolamento da rede.
Descorticação: corte ou remoção do córtex.
Diencéfalo: parte do cérebro situada entre o prosencéfalo (porção anterior do cérebro) e o mesencéfalo (porção mediana do cérebro).
Disfunção: função que se efetua de maneira anômala.
Distonia: queda de resistência ou de elasticidade ocorrida num tecido ou órgão.
Eferente: relativo à fibra nervosa que conduz a ordem motora do sistema nervoso central para um órgão responsável pela resposta ao impulso sensorial, denominado órgão efetor.
Encéfalo: referente ao encéfalo, parte do sistema nervoso central contida na cavidade do crânio, compreendendo o cérebro e outros órgãos, onde se situa a região centralizadora dos nervos que percorrem o corpo.
Encefalização: organização encefálica.
Espástico: relativo à tonaticidade excessiva na extensão de um tecido muscular, provocando espasmo e rigidez.
Extensão: extensão de tecido muscular.
Feixe Ascendente: feixe de fibras nervosas relacionadas com o sistema nervoso periférico.
Feixe Piramidal: feixe de fibras nervosas que se originam no córtex cerebral e vão até o ponto de ligação, na medula, com as colunas de fibras motoras que lhe dão continuidade.
Fibra Nervosa: cada uma das estruturas alongadas que, dispostas em feixes, constituem os nervos.
Fisiopsicossomático: que pertence, simultaneamente, aos domínios do corpo físico e do psicossoma (corpo espiritual ou perispírito).
Fulcro: ponto ou base de sustentação, pivô de rotação.
Hipotálamo: região do cérebro, abaixo do tálamo, que forma o soalho e parte da parede lateral do terceiro ventrículo (cavidade no âmago do cérebro). É a parte do diencéfalo onde se encontra o centro regulador da pressão sangüínea, assim como os centros reguladores da respiração e da temperatura.
Insulto: abalo orgânico.
Internuncial: relativo à comunicação ou transmissão de impressões entre as diversas partes do corpo, como entre os nervos.
Labiríntico-cerebelar: referente ao que compreende o labirinto e o cerebelo. Labirinto é o conjunto das partes que compõem o ouvido interno; cerebelo é a parte encefálica que ocupa a porção posterior do crânio, e que tem função de conservação do equilíbrio do corpo.
Medula: a parte do sistema nervoso central contida na coluna vertebral, também conhecida como medula espinhal ou dorsal. Dela partem trinta e um pares de nervos raquianos com raízes sensitivas (levam mensagem ao cérebro) e raízes motoras (executam ordens do cérebro).
Mesencéfalo: porção mediana do cérebro, resultante da evolução da vesícula média do embrião. Vesícula é cada uma das três dilatações ou divisões que demarcam o cérebro em desenvolvimento.
Monoideísmo: estado da alma dominado por uma idéia central, fixa.
Motilidade: movimento-reação de organismo vivo diante de estímulos; faculdade de mover-se.
Neurônio: a célula nervosa com seus prolongamentos chamados dendritos, que formam uma espécie de arborização, e, no pólo oposto, um só prolongamento, diferente, denominado axônio, que termina em finas ramificações. O estímulo nervoso passa do axônio de um neurônio para os dendritos de outro, e esse ponto de transmissão da excitação tem o nome de sinapse.
Neurotomia: corte de um cordão nervoso.
Núcleo Nervoso: denominação de grupos de células nervosas situadas no cérebro e na medula espinhal; pontos de origem ou terminais dos nervos cranianos ligados ao encéfalo (pares cranianos).
Obliteração: obstrução; bloqueio mental que faz esquecer.
Oclusão: fechamento de uma abertura natural do organismo.
Onda: forma de propagação de uma energia.
Paraplegia: paralisia dos membros inferiores, que compromete parcialmente também o tronco.
Pedartículo: dedo do pé.
Pensamento Contínuo: pensamento constante, ininterrupto, que caracteriza a capacidade mental do homem, em oposição ao pensamento fragmentário (descontínuo), próprio dos animais irracionais.
Plasmar: dar forma a algo.
Psicossoma: o corpo espiritual ou perispírito.
Reflexão: processo mental em que o pensamento se volta sobre si mesmo e toma seus próprios atos como objeto de conhecimento.
Reflexo: movimento coordenado mais simples que se pode executar, produzido por um impulso nervoso, como reação automática e involuntária a um estímulo exterior.
Secção: ato de seccionar, isto é, cortar.
Segmento: parte do corpo distinta de outra de que é continuação.
Sensitivo: referente ao que se processa no campo sensorial.
Sensorial: relativo ao sensório, centro nervoso através do qual são transmitidas as sensações.
Simpático: parte do sistema nervoso autônomo, que regula a atividade da musculatura cardíaca, da musculatura lisa e de várias glândulas. A musculatura lisa é encontrada nas paredes intestinais, nos vasos sangüíneos, na bexiga, no estômago e no útero.
Sinal de Babinski: movimento reflexo no dorso do dedo grande do pé, quando faz cócegas na sola deste, ao contrário da usual reflexão de sua planta, indicando assim uma lesão orgânica no cérebro ou no feixe piramidal.
Sincronia: coordenação perfeita de movimento entre as partes relacionadas, resultando em simultaneidade de ação.
Sinergia: ato ou esforço coordenado de vários órgãos na realização de uma função.
Sistema Nervoso: sistema que constitui o mecanismo que permite ao animal o contato permanente com o meio onde se situa, determinando mudanças e atitudes úteis ao seu organismo. No homem e nos animais vertebrados, compreende o sistema central e o sistema periférico. O sistema nervoso central é constituído do eixo cérebro-espinhal, formado pela organização encefálica e a medula espinhal.
Somático: referente ao corpo físico.
Sônico: relativo ao som.
Tálamo: massa de substância cinzenta, constituída de dois núcleos situados de cada lado do ventrículo médio do cérebro, e que forma o soalho dos ventrículos laterais; funciona como ativo centro de transmissão, recebendo fibras nervosas aferentes de quase todas as zonas do córtex cerebral. Uma de suas importantes funções é a de interveniência na sensibilidade superficial e profunda. Também se denomina “cama óptica”. Ventrículos cerebrais são cavidades existentes no âmago do cérebro, as quais estão ligadas com o canal central da medula espinhal.
Visceral: relativo à víscera, designação comum dos órgãos alojados nas cavidades craniana, torácica e abdominal.
CAPÍTULO XVII – 1ª PARTE



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