Curso de língua portuguesa módulo 4 leitura e produçÃo de textos



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incorreta a respeito do fim do tráfico de escravos.

  1. Levou a economia brasileira ao caos.

  2. Chegou a afetar a soberania brasileira.

  3. Só ocorreu quando a pressão britânica chegou ao máximo.

  4. Demorou dezenove anos para se efetivar, após a primeira tentativa em 1831.

  5. Gerou alterações na economia brasileira.

      11. Após a leitura do texto, concluímos que o Brasil



  1. preocupado com sua independência em relação a Portugal, esquecia-se dos direitos humanos.

  2. necessitava dos escravos como mão-de-obra assalariada na lavoura para fazer-se independente.

  3. cedeu às pressões inglesas porque obedecia a instruções de Portugal, do qual era colônia.

  4. só teria sua independência reconhecida pela Inglaterra se extinguisse o tráfico negreiro.

  5. resistiu às pressões, pois o tráfico de escravos era fundamental para a sua economia.

      12. (IBGE) Nos textos abaixo, os parágrafos foram colocados, de propósito, fora de sua sequência normal. Numere os parênteses de 1 a 5, de acordo com a ordem em que os parágrafos devem aparecer para que o texto tenha sentido.

      ( ) "Não conseguindo fazer a reposição da energia física e mental, os trabalhadores de baixa renda tornam-se as maiores vítimas de doenças comprometendo até mesmo a sua força de trabalho.

      ( ) Quando realizamos um trabalho, gastamos certa quantidade de energia física e mental.

      ( ) E a situação torna-se ainda mais grave quando o trabalhador se vê forçado a prolongar sua jornada de trabalho a fim de aumentar seus rendimentos e atender às suas necessidades.

      ( ) Portanto, quanto maior a jornada de trabalho, maior será seu desgaste físico e mental, afetando, desse modo, ainda mais, a sua saúde.

      ( ) A energia despendida precisa ser reposta através de uma alimentação adequada, do descanso em moradia ventilada e higiênica e outros fatores." (Melhem Adas. Geografia. Vol. 2. São Paulo, Moderna, 1984, p. 33)

      A sequência correta é

      a) 3 - 5 - 1 - 4 – 2. d) 1 - 4 - 5 - 3 – 2.

      b) 3 - 1 - 4 - 5 – 2. e) 2 - 1 - 4 - 5 – 3.

      c) 2 - 3 - 1 - 5 – 4.

      (IBGE) Texto para as questões 13 a 16.

 O Brasil é um país cuja história e cultura foram e seguem sendo uma construção do trabalho de "três raças": os índios, habitantes originais de todo o território nacional, os pretos trazidos da África e os brancos vindos de Portugal a partir de 1500.

  De acordo com a maioria dos estudiosos do assunto na atualidade, os fragmentos de "contribuição cultural" de diferentes grupos étnicos não são o mais relevante. Pretender mensurar a participação do indígena ou do negro brasileiros em uma cultura dominantemente branca e de remota origem europeia, através do seu aporte à culinária, à tecnologia agrícola, ao artesanato, ou à vida ritual do país, é ocultar, sob o manto da pitoresca aparência, aquilo que é fundamentalmente essencial.

Isto porque em toda a nação que, como o Brasil, resulta do encontro, dos conflitos e das alianças entre grupos nacionais e étnicos, sempre a principal lição que se pode tirar é o aprendizado da convivência cotidiana com a diferença, com o direito "do outro" e com o fraterno respeito pelas minorias quaisquer que sejam. Não é possível esquecermos que negros e indígenas participaram sempre da vida brasileira com servos e escravos, como sujeitos e povos espoliados e que, apesar de tudo souberam lutar e resistir. Sepé Tiaraju, um líder guerreiro indígena, e Zumbi, um guerreiro tornado escravo e que preferiu morrer guerreiro no seu Quilombo dos Palmares a voltar a ser um escravo, talvez sejam os melhores exemplos de contribuição dos povos minoritários à cultura brasileira, do que todos os pequenos produtos que negros e índios acrescentaram a uma cultura nacional.

      (Carlos Rodrigues Brandão. Índios, negros e brancos: a construção do Brasil. In: Correio, Rio de janeiro, Fundação Getúlio Vargas, ano 15, fevereiro de 1987)

      13. Assinale a opção que está de acordo com as ideias expressas no texto.


  1. A construção da história e da cultura do Brasil resulta do trabalho de índios, pretos e brancos.

  2. A influência de índios e negros deu-se especialmente na culinária e no artesanato.

  3. É possível detectar, com relativa facilidade, a participação do indígena ou do negro na cultura branca de origem europeia.

  4. Os conflitos entre os três grupos étnicos nacionais geram uma necessidade de convivência fraterna entre os indivíduos.

  5. Negros e indígenas escravizados uniram-se para lutar e resistir, participando, assim da vida brasileira.

      14. Com relação ao parágrafo anterior, o último parágrafo expressa uma

      a) advertência. d) justificativa.

      b) condição. e) oposição.

      c) contradição.
      15. O vocábulo "originais" (1º parágrafo) pode ser interpretado como

      a) diferentes. d) peculiares.

      b) excêntricos. e) primitivos.

      c) exóticos.


      16. O vocábulo "mensurar" (2º parágrafo) pode ser interpretado como

      a) averiguar. d) regular.

      b) examinar. e) sondar.

      c) medir.


      17. (CESGRANRIO) Assinale a opção em que a inversão dos termos altera o sentido fundamental do enunciado.

      a) Era uma poesia simples / Era uma simples poesia

      b) Possuía um sentimento vago / Possuía um vago sentimento

      c) Olhava uma parasita mimosa / Olhava uma mimosa parasita

      d) Havia um contraste eterno / Havia um eterno contraste

      e) Vivia um drama terrível / Vivia um terrível drama

      (TST) As questões de números 18 a 21 baseiam-se no texto que se segue.

      A racionalidade comunicativa se tornou possível com o advento da modernidade, que emancipou o homem do jugo da tradição e da autoridade, e permitiu que ele próprio decidisse, sujeito unicamente à força do melhor argumento, que proposições são ou não aceitáveis, na tríplice dimensão: da verdade (mundo objetivo), da justiça (mundo social) e da veracidade (mundo subjetivo). Ocorre que simultaneamente com a racionalização do mundo vivido, que permitiu esse aumento de autonomia, a modernidade gerou outro processo de racionalização, abrangendo a esfera do Estado e da Economia, que acabou se automatizando do mundo vivido e se incorporou numa esfera "sistêmica", regida pela razão instrumental. A racionalização sistêmica, prescindido da coordenação comunicativa das ações e impondo aos indivíduos uma coordenação automática, independente de sua vontade, produziu uma crescente perda de liberdade.

      18. De acordo com o texto, na modernidade


  1. a racionalização comunicativa valorizou o trabalho.

  2. o homem pôde decidir quais seriam os novos valores aceitáveis.

  3. o advento da racionalidade emancipou o homem do jugo da tradição e da autoridade.

  4. o homem, ao perder a tradição, perdeu a autoridade.

  5. a racionalidade impeliu o homem ao jugo da tradição.

      19. A racionalização do mundo vivido permitiu

      a) a tríplice dimensão da verdade. d) um aumento da autonomia.

      b) a aceitação da autoridade. e) a busca da justiça social.

      c) a valorização do trabalho.
      20. A modernidade gerou dois processos da racionalização

      a) a do mundo vivido e a sistêmica.

      b) a subjetiva e a objetiva.

      c) a instrumental e a da Economia.

      d) a da tradição e a da autoridade.

      e) a da comunicação e a do mundo vivido.


      21. A racionalização regida pela razão institucional

      a) veio explicar a tradição e a autoridade.

      b) é imprescindível para a comunicação humana.

      c) impõe aos indivíduos a comunicação das ações.

      d) ganhou dimensão maior por causa do Estado.

      e) fez decrescer a liberdade.

      (ETF-SP) Instruções para as questões de números 22 e 23. Essas questões referem-se à compreensão de leitura. Leia atentamente cada uma delas e assinale a alternativa que esteja de acordo com o texto apresentado. Baseie-se exclusivamente nas informações nele contidas.

      Para fazer uma boa compra no ramo imobiliário, não basta ter dinheiro na mão. É imprescindível que o comprador seja frio, calculista e bem informado. Na hora de comprar um imóvel, a emoção é um dos maiores inimigos de um bom negócio. Assim, por mais que se goste de uma casa, convém manter sempre um certo ar de contrariedade. Se o vendedor perceber qualquer sinal de emoção, isso poderá custar dinheiro ao comprador. Não é por outra razão que quem compra para especular ou apenas para investir costuma conseguir um melhor negócio do que quem está à procura de um lugar para morar.

      22. Segundo o texto.


  1. Os vendedores, via de regra, buscam ludibriar os compradores, e vice-versa.

  2. O vendedor costuma aumentar o preço do imóvel quando o comprador não está bem informado sobre o mercado de valores.

  3. O mercado imobiliário oferece bons investimentos apenas para quem pretende especular.

  4. No ramo imobiliário, uma atitude que aparente indiferença pode propiciar negócio mais vantajoso para o comprador.

  5. No mercado imobiliário, o comprador realiza melhor negócio adquirindo uma propriedade de que não tenha gostado muito.

      23. Segundo o mesmo texto.



  1. Quanto maior a disponibilidade financeira do comprador, maior a probabilidade de sucesso no negócio imobiliário.

  2. Disponibilidade econômica não é o único fator que possibilita a realização de um bom negócio.

  3. O vendedor, por preferir negociar com investidores, desfavorece o comprador da casa própria.

  4. Gostar de uma casa é psicologicamente importante em qualquer tipo de compra, seja ela para residência ou para investimento.

  5. O mercado imobiliário oferece oportunidades mais seguras para o investidor que para o especulador.

      (TRT) As questões 24 a 27 referem-se ao texto abaixo.

      "Sete Quedas por nós passaram / E não soubemos amá-las / E todas sete foram mortas, / E todas sete somem no ar. / Sete fantasmas, sete crimes / Dos vivos golpeando a vida / Que nunca mais renascerá." (Carlos Drummond de Andrade
      24. Por fantasmas, no texto, entende-se

      a) entes sobrenaturais que aparecem aos vivos.

      b) imagens dos que existem no além.

      c) imagens de culpa que iremos carregar.

      d) imagens que assombram e causam medo.


  1. frutos da imaginação doentia do homem.

      25. A repetição do conectivo "e" tem efeito de marcar



  1. que existe uma sequência cronológica dos fatos.

  2. um exagero do conectivo.

  3. que existe uma descontinuidade de fatos.

  4. que existe uma implicação natural de consequência dos dois últimos fatos em relação ao primeiro.

  5. que existe uma coordenação entre as três orações.

      26. A afirmação: "Sete Quedas por nós passaram / E não soubemos amá-las."

      Faz-nos entender que

      a) só agora nos damos conta do valor daquilo que perdemos.

      b) enquanto era possível, não passávamos por Sete Quedas.

      c) Sete Quedas pertence agora ao passado.

      d) Todos, antigamente, podiam apreciar o espetáculo; agora não.

      e) Os brasileiros costumam desprezar a natureza .


      27. Na passagem: "E todas sete foram mortas, / E todas sete somem no ar." O uso de todas sete se justifica

      a) como referência ao número de quedas que existiram no rio Paraná.

      b) para representar todo conjunto das quedas que desaparece.

      c) para destacar o valor individual de cada uma das quedas.

      d) para confirmar que a perda foi parcial.

      e) pela necessidade de concordância nominal.


      28. (FARIAS BRITO) "Nada há mais velho que a moda, nada mais fácil que a originalidade das desobediências". (João Ribeiro: Páginas de Estética) A palavra sublinhada apresenta conotação

      a) de absoluto aplauso. d) irônica.

      b) de censura impiedosa. e) de irrestrita coparticipação.

      c) de constrangido aplauso.


      29. (CESCEM) "O homem-momento desempenha, na História, papel semelhante ao do pequeno holandês que tapou com o dedo um buraco no dique, e assim salvou a cidade. Sem querer reduzir o encanto da lenda, podemos salientar que, praticamente, qualquer pessoa naquela situação poderia ter feito o mesmo (...) Aqui, por assim dizer, tropeça-se na grandeza, exatamente como se poderia tropeçar num tesouro que salvasse uma cidade. A grandeza, entretanto, é algo que deve exigir algum talento extraordinário, e não apenas a sorte de existir e, num momento feliz estar no lugar certo."

      Assinale a alternativa que melhor resume a ideia principal do texto.



  1. Se tiver sorte, qualquer pessoa pode salvar uma cidade, mas isso não é sinal de grandeza.

  2. É encantadora a lenda do menino holandês que salvou sua cidade, mas não podemos transpor seu caso para outras situações.

  3. O homem-momento pode ser comparado ao menino holandês que salvou sua cidade, isto é, ambos têm a sorte de estar no lugar certo no momento exato.

  4. Na história, somos enganados por lendas que atribuem a uma pessoa o que poderia ser realizado por qualquer outra.

  5. Algumas pessoas tornam-se grandes por acaso, mas a grandeza real exige qualidades individuais.

      (CESCEM) Texto para as questões 30 e 31:

      "A MENTE" ou a "ALMA" ou a "PSIQUÊ" são imateriais demais para serem investigadas por algum método científico. Aquilo com que os psicólogos lidam de fato é o comportamento, que é bastante palpável para ser observado, registrado e analisado. Este ponto de vista é muitas vezes criticado por pessoas que dizem que esta maneira de ver as coisas omite importantes qualidades e aspectos da natureza humana. Tal objeção pode ou não ser verdadeira a longo prazo, e se transforma quase numa questão mais filosófica que científica. Não adianta discuti-la aqui. Vamos simplesmente concordar em que poderemos avançar até certo ponto, considerando apenas o comportamento, deixando para depois a demonstração das possíveis limitações dessa posição."

      30. O texto só nos apresenta elementos suficientes para afirmarmos que


  1. Não há método científico aplicável em psicologia, porque a MENTE é material e não pode ser sujeita a experimentos materiais.

  2. Não podendo estudar cientificamente a "PSIQUÊ", os psicólogos estudam o comportamento; mas o comportamento não é a pessoa toda, por isso a psicologia não pode ser científica.

  3. A psicologia não tem por objeto o estudo da ALMA, mas sim do comportamento, que é mensurável.

  4. Para haver ciência, é preciso haver observação e medida; não se pode medir diretamente a MENTE, logo, não há CIÊNCIA DA MENTE.

  5. É suficientemente conhecido pela maioria das pessoas que o estudo do comportamento não abrange importantes qualidades da natureza humana; a Psicologia é, pois, questão mais filosófica que científica.

      31. Assinale a alternativa que se baseia exclusivamente nas informações que o texto lhe dá.



  1. A objeção de que o estudo do comportamento não abrange todos os aspectos da natureza humana pode ser verdadeira por muito tempo ainda.

  2. Se é verdade que o estudo do comportamento não abrange todos os aspectos da natureza, a psicologia pode ser considerada de natureza mais filosófica do que científica.

  3. Não adianta discutir se a psicologia é filosófica ou ciência; o melhor é concordar que há limitações no estudo do comportamento.

  4. Verdadeiro ou não o estudo do comportamento impõe limitações ao conhecimento da natureza humana, certo é que há muito campo para estudo científico, considerando-se apenas o comportamento.

  5. Muitas pessoas não acreditam na psicologia porque ela não consegue estudar importantes qualidades e aspectos da natureza humana.

      (USP) Texto para as questões 32 e 33:

      A vaidade me faz marcar uma corrida de cem metros, que eu já sei de antemão que posso correr; corro, venço, e a vaidade se satisfaz, pequenina. O orgulho não: é audacioso e me faz marcar uma corrida de quilômetro, que eu ainda não sei se poderei correr; corro, e só consigo alcançar 600 metros. Torno a correr e faço 620. Corro outra vez e espantadamente faço 720! E continuarei correndo. Se conseguir quilômetro, imediatamente meu orgulho ficará descontente e dirá que foi pouco, e transporá a meta para 2 quilômetros. E hei de morrer um dia tendo apenas (apenas!) conseguido um quilômetro e meio.

      32. Segundo o texto.


  1. Vaidade e orgulho são sentimentos negativos, porque fazem o homem agir apenas em função de seus espectadores e não de seus sentimentos íntimos.

  2. O homem vaidoso é um ser insatisfeito, pois sempre acha que pode ir além do que realizou.

  3. A vaidade faz-nos estabelecer objetos que estão além do nosso nível de realização; daí ser ela fonte contínua de insatisfação.

  4. Movido pela vaidade, o homem estabelece para si objetivos que sabe poder realizar.

  5. O orgulho, ao contrário da vaidade, impulsiona o homem à ação.

      33. Segundo o mesmo texto.



  1. O orgulho, por despertar necessidades muito ambiciosas, faz do homem um escravo de seus desejos.

  2. O orgulho impulsiona o homem a estabelecer níveis de realização cada vez mais altos.

  3. A vaidade é sentimento antagônico ao orgulho, pois enquanto este conduz ao progresso aquela destrói o desenvolvimento do homem.

  4. O orgulho, diferentemente da vaidade, faz que o homem se prepare emocionalmente a fim de evitar sentimentos de frustração.

  5. Vaidade e orgulho são sentimentos positivos, pois levam o homem à realização plena de seus desejos.

      (FUVEST) Leia com atenção e responda as questões de números 34 a 36.

      "Quando os jornais anunciaram para o dia 1º deste mês uma parede de açougueiros, a sensação que tive foi mui diversa da de todos os meus concidadãos. Vós ficastes aterrados; eu agradeci ao céu. Boa ocasião para converter esta cidade ao vegetarianismo.

      Não sei se sabem que eu era carnívoro por educação e vegetariano por princípio. Criaram-me a carne, mais carne, ainda carne, sempre carne. Quando cheguei ao uso da razão e organizei o meu código de princípios, incluí nele o vegetarianismo; mas era tarde para a execução. Fiquei carnívoro. Era sorte humana; foi a minha. Certo, a arte disfarça a hediondez da matéria. O cozinheiro corrige o talho. Pelo que respeita ao boi, a ausência do vulto inteiro faz esquecer que a gente come um pedaço do animal. Não importa, o homem é carnívoro. Deus, ao contrário, é vegetariano. Para mim a questão do paraíso terrestre explica-se clara e singelamente pelo vegetarianismo. Deus criou o homem para os vegetais, e os vegetais para o homem; fez o paraíso cheio de amores e frutos, e pôs o homem nele." (Machado de Assis)

      34. Segundo o texto a população ficou aterrorizada porque



  1. o autor queria convertê-la ao vegetarianismo.

  2. a parede poderia alastrar-se e vir a prejudicar o abastecimento geral da cidade.

  3. a Teologia condenava o uso da carne; Deus é vegetariano.

  4. os jornais incentivavam a prática do vegetarianismo.

  5. sabia que a carne iria faltar.

      35. Do texto ainda se pode deduzir que

      a) a arte dos cozinheiros facilita ao homem ser carnívoro.

      b) o autor considera-se homem de sorte por ser carnívoro.

      c) o uso da razão não aconselhava ao autor alimentar-se de vegetais.

      d) o autor preferia o vegetarianismo por uma razão estética.

      e) os vegetais são o principal alimento do homem.


      36. Em "Criaram-me a carne...", o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

      a) para a. d) segundo a.

      b) à maneira de. e) conforme a.

      c) com.

      (FUVEST) Texto para as questões 37 a 41.

      "Fim de tarde.

      No céu plúmbeo

      A Lua baça

      Paira

      Muito cosmograficamente

      Satélite

      Desmetaforizada,

      Desmistificada,

      Despojada do velho segredo de melancolia

      Não é agora o golfão das cismas,

      O astro dos loucos e dos enamorados.

      Mas tão somente

      Satélite.

      Ah Lua deste fim de tarde,

      Demissionária de atribuições românticas

      Sem show para as disponibilidades sentimentais!

      Fatigado de mais-valia,

      Gosto de ti assim:

      Coisa em si

      - Satélite."
      37. Nesse texto, o poeta


  1. restringe-se a uma descrição de um fim de tarde.

  2. lamenta a morte das noites de sua juventude, pois já não pode contemplar a lua.

  3. reduz à lua a um "golfão de cismas".

  4. manifesta seu afeto à lua, independentemente de significações sentimentais que outros atribuíram a ela.

  5. limita-se à narração de um episódio que ocorreu num fim de tarde.

      38. O poeta afirma sua afeição à lua



  1. para fazer a apologia do progresso científico.

  2. para advertir que não estamos mais em tempo de dar vazão aos nossos sentimentos.

  3. porque ela ainda é "o astro dos loucos e dos enamorados".

  4. para criticar a ausência de sentimento do mundo contemporâneo.

  5. apesar de despojada de metáfora e de mito.

      39. Indique qual dos seguintes trechos do poema contradiz a passagem "Sem show para disponibilidades sentimentais".

      a) "Gosto de ti assim"

      b) "Despojada do velho segredo de melancolia"

      c) "Não é agora o golfão de cismas"

      d) "A Lua baça / Paira"

      e) "Demissionária das atribuições românticas"


      40. Assinale a alternativa em que a expressão extraída do texto pode ser substituída por "exclusivamente", mantendo-se a máxima fidelidade ao sentido do poema.

      a) "cosmograficamente" d) "Sem show"

      b) "agora" e) "assim"

      c) "tão somente"


      41. No contexto do poema as palavras "plúmbeo" e "baça" devem ser entendidas respectivamente como

      a) cinzento e fosca. d) opaco e baixa.

      b) lustrosos e brilhante. e) emplumado e embaçada.

      c) molesto e brilhante.

      42. (FUVEST) Leia atentamente: "Nas carreiras em que o número de inscritos for inferior ao triplo do número de vagas oferecidas, todos os candidatos inscritos serão convocados para a 2a fase, independentemente do comparecimento à 1a fase ou do resultado obtido." (Manual de Informações da Fuvest, 1980). Segundo o texto acima, pode-se dizer que


  1. Todos os candidatos serão convocados para a 2a fase, independentemente do resultado obtido na prova da 1a fase

  2. Serão impedidos de comparecer à prova da 1a fase os candidatos às carreiras em que o número de inscritos for inferior ao triplo do número de vagas

  3. Os candidatos serão convocados tanto na 1a quanto na 2a fase desde que correspondam à terça parte do total de inscritos

  4. O candidato pode comparecer tão-somente a 2a fase dos exames, desde que, na carreira por ele escolhida, o número de inscritos não seja superior ao triplo do número de vagas

  5. O número de vagas oferecidas na 2a fase é o triplo do número oferecido na 1a fase, independentemente das notas obtidas na carreira escolhida

      43. (FUVEST)

      I - Uma andorinha não faz verão.

      II - Nem tudo que reluz é ouro.

      III - Quem semeia ventos, colhe tempestades.

      IV - Quem não tem cão caça com gato.

      As ideias centrais dos provérbios acima são, respectivamente,

      a) solidariedade - aparência - vingança – dissimulação.

      b) cooperação - aparência - punição – adaptação.

      c) egoísmo - ambição - vingança – falsificação.

      d) cooperação - ambição - consequência – dissimulação.

      e) solidão - prudência - punição – adaptação.

      (FUVEST) Texto para as questões 44 a 46.

      "Podemos gostar de Castro Alves ou Gonçalves Dias, poetas superiores a ele; mas ele só é dado amar ou repelir. Sentiu e concebeu demais; escreveu em tumulto, sem exercer devidamente o senso crítico, que possuía não obstante mais vivo do que qualquer poeta romântico, excetuado Gonçalves Dias.

      Mareiam a sua obra poemas sem relevo nem músculo, versalhada que escorre desprovida de necessidade artística. O que resta, porém, basta não só para lhe dar categoria, mas, ainda, revelar a personalidade mais rica da geração."

      (Antônio Cândido,




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