Curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor ibilce / unesp são José do Rio Preto – sp vocabulário de anatomia topográfica francês-português com



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Curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor

IBILCE / UNESP - São José do Rio Preto – SP

VOCABULÁRIO DE
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
francês-português
com índice remissivo português-francês


Elaboração na disciplina Estágio de Tradução em Língua Francesa

com assessoria técnica de diversos profissionais da área
Docentes responsáveis: Profas. Claudia Xatara e Wanda Leonardo de Oliveira
Informatização em 2011: Willy Martinez
Orientação: Profa. Claudia Xatara

ABREVIATURAS

cm – centímetros

f. – substantivo feminino

m. – substantivo masculino

mm – milímetros



abdomen m. Abdome: é a grande cavidade esplânica, entre o tórax e a bacia, na qual fica alojada a maior parte dos aparelhos digestivo e urogenital. Exteriormente, é limitado: em cima, por uma linha oblíqua que vai da base do apêndice xifóide à apófise transversa da décima segunda vértebra dorsal (reborda das falsas costelas), inferiormente, pela crista ilíaca e pela prega da virilha, que a continua. Em baixo, a cavidade abdominal é muito mais extensa no sentido vertical, superiormente, com efeito, ela vai até o ponto mais elevado da abóbada diafagmática, enquanto que, em baixo, desce até o estreito superior da bacia.

aisselle f. Axila: compreende todas as partes moles que se acham situadas no lado medial da articulação escapulo umeral, entre esta articulação e o tórax.

alvéoles dentaires f. Alvéolos dentários: cavidades uniloculares ou multiloculares destinadas a alojar a ou as raízes dos diversos dentes. São na espessura da borda dos maxilares, mais próximos da tábua externa do que da interna.

angle duodeno-jéjunal m. Ângulo duodeno-jejunal: ponto de reparo no decurso das gastrenterostomias, fica sob o mesocolo transverso, à esquerda da coluna lombar, à direita do colo descendente. Sua borda superior é abraçada pela crossa da veia mesentérica inferior.

angle hépatique m. Ângulo hepático: 70 a 80 graus, fica situado no hipocôndrio direito.

angle irido-cornéen f. Ângulo iridocórneo: pequeno sulco formado pela união da superfície anterior da íris com a superfície posterior da porção da esclerótica. Este sulco se acha septado por fibrilas em uma série de espaços irregulares que comunicam, por um lado com câmara anterior e por outro, com o canal venoso de Lchlemm.

angle splénique m. Ângulo esplênico: tem em média 50 graus, está situado no hipocôndrio esquerdo e é sempre muito elevado, mais do que o ângulo hepático.

anneau crural m. Anel crural: de forma triangular, é constituído anteriormente, pela arcada crural; lateralmente pela fita iliopectínea; medialmente, pela borda côncava do ligamento de Gimbernat. O anel deixa passar os vasos femorais, que fazem continuação aos vazos ilíacos.

anus m. Ânus: situado a 20 ou 25 mm adiante da ponta do cóccix, em respouso, tem a forma de uma fenda anteroposterior, de bordas pregueadas.

aorte f. Aorta: corresponde à parte média do manúbrio esternal, fica afastada cerca de 2 cm, exceto na criança e no ancião, de sua borda superior.

aorte abdominale f. Aorta abdominal: estende-se verticalmente do orifício diafragmático à quarta vértebra lombar, onde se divide em três ramos terminais, um ramo mediano muito pequeno (artéria sacra média), e dois ramos laterais volumosos (artérias ilíacas primitivas).

aorte descendente f. Aorta descendente: corresponde, anteriormente, à superfície posterior do pericárdio e ao esôfago, posteriormente, ao canal torácico, à veia pequena ázigo e à coluna dorsal, lateralmente, às pleuras e aos pulmões (abertura freqüente nas pleuras dos aneurismas da aorta descendente). Ramos, 8 ou 10 artérias intercostais, artérias brônquicas, esofágicas médias e mediastínicas posteriores, calibre, 23 a 24mm.

aponévrose épicranienne f. Aponeurose epicraniana: lâmina célulo-fibrosa, muito delgada, prolongando na região as porções laterais da aponeurose epicraniana. Em sua superfície externa encontram-se os dois músculos auriculares, anterior e superior. Inferiormente a esta aponeurose e unindo-a ao plano subjacente, está uma cama de tecido frouxo, continuação do espaço que a separa do periósteo na região occipitofrontal.

aponévrose précérvicale f. Aponeurose pré-cervical: é ainda denominada aponeurose cervical profunda. Fixa-se superiormente na apófise basilar, insere-se, lateralmente, nas apófises transversais, torna-se mais delgada gradualmente, à medida que desce, confundido-se com o tecido celular do mediastino. Em sua superfície anterior repousam a faringe, o esôfago e o feixe vasculonervoso do pescoço.

aponévrose temporale f. Aponeurose temporal: lâmina fibrosa muito resistente, situada sob a aponeurose epicraniana. Insere-se em cima, no segmento ascendente da borda posterior do osso malar, na apófise orbital externa, na linha temporal, enquanto esta linha é única e na linha temporal superior, quando ela se bifurca. Afastando-se da parede do crânio para se fixar no zigoma, a aponeurose temporal delimita com esta parede craniana uma loja osteofibrosa (a loja temporal).

appareil de la vision m. Aparelho da visão: aparelho situado entre a porção anterior da base do crânio e o maciço facial. Compreende a cavidade orbital, a região palpebral, a conjuntiva, o aparelho lacrimal, o globo ocular, a aponeurose de Tenon e a loja retrocapsular.

appendice ascendant m. Apêndice ascendente ou retro-cecal: fica aplicado na superfície posterior do ceco e do colo ascendente, entre este (abertura possível dos abscessos apendiculares no ceco) e o músculo psoas-ilíaco. Sua extremidade pode subir até adiante do rim (donde a possibilidade abcessos apendiculares invadirem a loja renal) e mesmo até o fígado.

appendice descendente m. Apêndice descendente: repousa na parte medial da fossa ilíaca. Fica em relação, posteriormente, com o músculo psoas (psoítes consecutivas à apendicite), anteriormente e medialmente, com as alças delgadas, lateralmente, com o fundo do ceco, por sua extremidade inferior, com os vasos ilíacos externos e, quando o apêndice desce na pequena bacia, com a bexiga e o reto.

appendice externe m. Apêndice lateral ou látero-cecal: fica deitado no ângulo diedtro que a parede abdominal anterior forma com a fossa ilíaca. Sua inflamação dá origem a coleções purulentas que enquistam no ângulo ínfero-lateral da cavidade abdominal. Corresponde, posteriormente, ao músculo ilíaco, anteriormente, à parede abdominal anterior, medialmente, o ceco, lateralmente, à espinha ilíaco ântero-superior e à arcada crural.

appendice vermiculaire m. Apêndice vermicular: ligado ao ceco, o apêndice ocupa a mesma posição que ele. Deve-se reter, no entanto, que sua situação é variável em relação ao ceco, com efeito, pode ser ascendente, descendente, lateral ou medial. Apenas seu ponto de implantação é quase fixo, corresponde, na parede abdominal anterior, ao meio da linha que une a espinha ilíaca ântero-superior ao umbigo.

arachnoïde f. Aracnóide: duas folhas acoladas (parietal e visceral, separada da medula pelo espaço subaracnóideo). A cavidade virtual delimitada por essas folhas é atravessada por tratos conjuntivos, por raízes nervosas e pelos dentes do ligamento dentado.

árcade palmaire profonde f. Arcada palmar profunda/: repousa adiante da extremidade superior dos metacarpais, imediatamente sob a aponeurose interóssea.

aréole f. Aréola: região circular medindo de 15 a 20 mm de diâmetro, cerca a base do mamelão, encerra volumosas glândulas sebáceas, formando as saliências denominadas tubérculos de Morgani. Pele fina, aderente, reforçada por uma camada de firbras musculares lisas (músculos sub-areolar).



artère du ligament rond f. Artéria do ligamento redondo: nasce da artéria epigástrica logo em sua origem, sobe ao longo do ligamento redondo e vem anastomar-se com um pequeno ramo da artéria uterina.

artère épigastrique f. Artéria epigástrica: ramo da artéria ilíaca externa, nasce ao nível da arcada crural, dirige-se obliquamente em sentido medial e para cima, descrevendo uma curva de concavidade voltada em sentido lateral. Superiormente, abraça o canal deferente. Penetra na bainha do músculo reto. A curva da artéria epigástrica separa uma da outra as duas fossetas inguinais medial e lateral, a artéria, na hérnia inguinal, acha-se, pois, conforme a hérnia seja oblíqua externa (lateral) ou direita.

artère faciale f. Artéria facial: chega à parte póstero-inferior da região, cruzando a superfície profunda do músculo estilióideo e do ventre posterior do músculo digástrico. Alcança em seguida a superfície medial da glândula (aí escavando um sulco ou mesmo um canal completo), cruza-a e dela se afasta, contornando a borda inferior da mandíbula e passando à região geniana.

artère hépatique f. Artéria hepática: ramo do tronco celíaco, dirige-se de início horizontalmente e depois verticalmente. Ela corre sucessivamente ao longo do lado anterior da veia porta. Durante esse trajeto, fornece a artéria pilórica, a artéria gastroduodenal e a artéria cística. Sua obstrução determina a necrose do fígado.

artère hypogastrique f. Artéria hipogástrica: ou artéria ilíaco interna, volumosa, originada da bifurcação da artéria ilíaca primitava e terminando após um trajeto de 4cm um pouco adiante do grande buraco ciático, dividindo-se em um tronco anterior e um tronco posterior.

artère iliaque externe f. Artéria ilíaca externa: estende-se da sínfise sacroilíaca ao anel crural, onde tomam o nome de artérias femorais. Acompanhada pela veia ilíaca externa e situada sobre a fascia ilíaca, cada uma das artérias ilíacas externas perlonga a borda medial do músculo psoas. Acha-se separada do peritônio parietal por uma camada celulosa que adquire uma certa espessura nas vizinhanças da arcada. Nessa camada celulosa encontram-se, superiormente o ureter e o inferiormente os vasos do cordão e a veia circunflexa ilíaca.

artère iliaque primitive f. Artéria ilíaca primitiva: em número de duas (direita e esquerda), nascem da terminação da aorta e se dirigem obliquamente para baixo, em sentido lateral e para a frente, até a sínfise sacroilíaca, onde se bifurcam em artéria ilíaca externa e artéria ilíaca interna. Seu comprimento é de 5 a 6 cm, seu calibre de 11 mm, não dão ramo colateral algum. Estão recobertas pelo peritônio e cruzadas em X em sua terminação pelo ureter. Repousam sobre a quinta vértebra lombar, depois sobre o músculo psoas e têm atrás de si a veia correspondente.

artère linguale f. Artéria lingual: situada um pouco abaixo da artéria facial, caminha inicialmente acima do grande corno do osso hióide. Por assim dizer, ela apenas aparece na região.

artère mammaire interne f. Artéria mamária interna: ramo da artéria subclávia, desce entre as cartilagens costais e o músculo triangular, ao longe da borda do esterno, a 10 mm dessa borda, ao nível do primeiro espaço, a 13 mm, ao nível do terceiro, a 14 mm, ao nível do quarto, a 20 mm, ao nível do sexto.

artère ovarlenne f. Artéria ovárica: nasce na aorta abdominal, desce da região lombar para a borda súpero-lateral do ligamento largo e aborda o vário próximo à sua extremidade superior.

artère pulmonaire f. Artéria pulmonar: originada no ventrículo direito, a artéria pulmonar contorna em parafuso e da direita para a esquerda a aorta ascendente e se divide em dois ramos (direito e esquerdo), que vão ter os pulmões correspondentes. Comprimento de 45 a 55 mm, calibre 30 mm (ferimentos mortais). É quase que inteiramente intrapericárdica e se acha em relação, anteriormente, com o plastrão esternocostal, posteriormente, com o átrio esquerdo, acima, com a bifurcação da traquéia, à esquerda, com o pulmão esquerdo, e à direita, com a aorta.

artère sous-clavière f. Artéria subclávia: nascida do tronco braquiocefálico (artéria anônima) à direita, e da crossa da aorta à esquerda, atravessa obliquamente de diante para trás e de dentro para fora o oco supraclavicular, descrevendo uma ligeira curva que abraça a cúpola pleural e que cruza a primeira costela. Chegada sob o meio da clavícula, torna-se a artéria axilar. Fornece sete ramos (artérias vertebral, tireóidea inferior, mamária interna, intercostal superior, cervical profunda, escapular superior e escapular posterior).

artère thyroïdienne inférieure f. Artéria tiroídea inferior: nascida da artéria subclávica, sobe de início verticalmente. Depois, chegada a 2 cm abaixo do tubérculo de Cassaignac (neste nível ela repousa sobre os vasos vertebrais e o simpático, e se acha coberta pelo feixe vasculonervoso do pescoço, pelos músculos e aponevroses da oja cartídea, adiante ou atrás dos quais se pode passar para descobri-la), a artéria se dirige horizontalmente em direção medial e termina ao nível do lobo tireóideo, dividindo-se em três ramos (inferior, superior e profundo). Nesse ponto ela tem com o nervo recorrente relações imediatas, porém variáveis (tanto o nervo fica adiante da artéria, tanto fica atrás, como no meio de seus ramos).

artère thyroïdienne supérieure f. Artéria tireóidea superior: nascida da artéria caródita externa, desce na direção do lobo tireóideo e aí termina, dividindo-se em três ramos (lateral medial e posterior)

artère uterine f. Artéria uterina: mais importante do útero, percorre de início a parte inferior dessa fosseta situada adiante do ureter. Acompanhada do ureter, a artéria atravessa a base do ligamento largo e, chega à 15 ou 20 mm da inserção da vagina no colo uterino.

artère vertébrale f. Artéria vertebral: nasce da artéria sbclávia, medialmente aos músculos escalenos. Inicialmente ela se coloca adiante da apófise transversa da sétima cervical (é o único ponto em que se pode abordá-la e, por conseguinte, praticar sua ligadura), depois a artéria vertebral se intromete no buraco da apófise transversa da sexta, atravessa sucessivamente todos os buracos das outras vértebras cervicais e penetra no crânio para formar, com sua homônima do lado oposto, o tronco basilar (artéria basilar). No ponto em que é acessível, a artéria vertebral está alojada com sua veia e o nervo simpático no interstício formado pelos músculos longo do pescoço e escaleno anterior: é cruzada pela crossa da artéria tireóidea inferior e se acha coberta pelo feixe vasculo-nervoso do pescoço e pelas partes moles que devem ser atravessadas para se conseguir ligá-las. Essa travessia pode ser feita ao nível da borda anterior do músculo esternoclidomasóideo ou ao nível da borda posterior desse mesmo músculo.

articulation astrágalo-calcanéenne f. Articulação astrágalo-calcânica: dupla artródica constituída, tanto do lado do calcâneo como do astrágalo, por duas facetas articulares: uma faceta póstero-lateral e uma faceta anteromedial. Ficam separadas pelo oco astrágalo-calcânico ou seio do tarso. É a sede principal dos movimentos de adução e abdução de pé sobre a perna.

articulation carpo-metacarpiennes f. Articulação carpo-metacarpais: divide-se em articulação do polegar e articulações dos últimos dedos.



articulation crico-thyroïdienne f. Articulação cricotireóidea: (pequenos cornos da tireóide e partes laterais da cricóide), verdadeira artródia (sua inflamação se manifesta por um relaxamento da corda vocal e um ponto doloroso), que possui movimentos de deslizamentos devidos à ação dos músculos cricotiróideos e tendo como efeito tender as cordas vocais.

articulation de la hanche f. Articulação da anca: os ossos e articulações da anca são constituídos pelo osso ilíaco ou coxal, pela extremidade do fêmur e pela articulação coxofemoral. São envolvidos por todos os lados por massas musculares espessas, no meio das quais, caminham vazos e nervos importantes.

articulation de la main f. Articulação da mão: as articulações das mãos são constituídas pelos ossos da segunda fila do carpo, pelas articulações metacarpais, pelas falanges, pelas articulações dos ossos da segunda fila entre si, pela articulação médio-carpal, pelas artérias carpometacarpais, pelas artérias inter-metacarpais, pelas artérias metacarpo-falângicas e pelas artérias interfalângicas e pelas artérias interfalângicas.

articulation dês os du tarse f. Articulação dos ossos do tarso: são simples artródias, ligamentos dorsais, plantares e interósseos. Duas sinoviais, uma relativamente grande e uma pequena. Movimentos de deslizamentos.

articulation du cou-de-pied f. Articulação do tornozelo: os ossos e a articulação do tornozelo são constituídos pela extremidade inferior do perôneo e da tíbia, pelo astrágalo, pela articulação perônio-tibial inferior e pela articulação do tornozelo. São envolvidos pelas partes moles das regiões anterior e posterior do tornozelo.

articulation du pied f. Articulação do pé: é representada pelos ossos do tarso, pelos ossos do metatarso, pelas falanges dos artelhos e pelas articulações que unem esses diversos ossos.

articulation du poignet f. Articulação do punho: condiloídea, formada por um lado, pela superfície inferior do rádio e, por outro, pela primeira fila do carpo. Estas superfícies articulares são ligadas por uma cápsula, reforçada por 4 ligamentos, lateral, medial, anterior e posterior. Possui movimentos de extensão, flexão, adução, abdução e de circundução.

articulation inter-mecaparpiennes f. Articulação inter-metacarpais: artrodias que reúnem as bases do segundo, terceiro, quarto e quinto metacarpais. Apresentam ligamentos dorsais, palmares e interósseos.

articulation inter-métalarsienne f. Articulação inter-metalarsais: inteiramente análogas às articulações homônimas da mão.

articulation inter-phalangienne f. Articulação inter-falângica: trocleartroses, formadas por uma polia (do lado da extremidade inferior da falange) e por duas pequenas cavidades glenóides (do lado da extremidade superior) aumentadas por uma fibrocartilagem glenóidea.

articulation médio-carpienne f. Articulação médio-carpal: é formada pela união dos ossos da priemira fila com os da segunda. Os movimentos dessa articulação são os de flexão, extensão, adução e abdução.

articulation médio-tarsienne f. Articulação mediotarsal: constituída por duas articulações distintas, uma medial ou astrágalo-escafóidea enartrose (cabeça do astrágalo e superfície posterior do escafóide, deprimida formando uma cavidade glenóide que se acha aumentada inferior e posteriormente por uma fibrocartilagem), outra lateral ou calcânio-cubóide, pertencente ao gênero das articulações por encaixe recíproco. A articulação mediotarsal é a pele dos movimentos de flexão, extensão, adução e principalmente de rotação.

articulation metacarpo-phalangienne f. Articulação metacarpo-falângica: condilartrose formada por uma cabeça (do lado dos metacarpais)e por uma cavidade glenóide (do lado das falanges) que é aumentada, ao nível de sua superfície palmar, por uma fibrocartilagem glenóidea.

articulation péronéo-tibiale inférieure f. Articulação perônio-tibial inferior: artrodia, possui superfícies articulares que ficam ligadas por uma cápsula, a qual se acha reforçada por ligamentos anterior, posterior e interósseo. Os movimentos consistem em ligeiros deslocamentos do perônio.

articulation péronéo-tibiale supérieure f. Articulação perônio-tibial superior: artrodia possuindo uma cápsula fibrosa, reforçada por ligamento e uma sinovial. Movimentos de deslizamento.

articulation radio-cubitale inférieure f. Articulação radiocubital inferior: trocóide constituída pela cavidade sigmóide do rádio e pela cabeça do cúbito. Apresenta um ligamento interósseo, separando a articulação radiocubital da radiocarpal e dois ligamentos radiocubitais.

articulatiaon tarso-métalarsienne f. Articulação tarsometalarsal: série de artródias constituídas pela extremidade posterior dos 5 metatarsais por um lado, e a extremidade anterior do cubóide e dos 3 cuneiformes, por outro, a interlinha descreve uma curava convexa para diante, irregular ao nível da base do segundo metalarsal. Apresenta ligamentos dorsais, plantares e interósseos, o que une a superfície lateral do primeiro cuneiforme à base do primeiro e segundo metalarsais é muito potente. Movimentos de deslizamentos.

articulation tíbio-tarsienne f. Articulação tíbio-tarsal: trocleartrose que apresenta superfícies articulares, formadas pela polia do astrágado (do lado do pé), pela extremidade inferior da tíbia e do perônio (do lado da perna), reunidas pela articulação precedente em uma espécie de pinça. Movimentos de flexão e extensão.

aryténoïdes f. Aritenóides: formam uma saliência perceptível acima e posteriormente à extremidade posterior das cordas vocais, a mucosa (frequentemente lesada na tuberculose laríngea) que as reveste é vermelha e frouxa.

astragale m. Astrágalo: osso curto, achatado de cima para baixo e alongado no sentido anteroposterior, constituindo a chave da abóbada do pé. Apresenta um corpo, uma cabeça e um colo.

bandelette ílio-pubienne f. Fita ílio-púbica: vai da espinha de púbis e da crista pectínea À região da espinha ilíaca Antero-superior.

bassin m. Bacia: é constituída pelo reto pélvico, pelo útero, pelos ligamentos largos e seus anexos, pelo ureter pélvico, pela vagina, pela bexiga e pela uretra.

bassin osseuse m. Bacia óssea: é constituída, anteriormente e lateralmente, pela parte inferior dos dois ossos ilíacos ou coxais, e posteriormente, pelo sacrocóccix.

bassinet m. Bacinete: fica situado em parte no seio do rim e em parte fora dele. Sua porção intra-renal, muito curta, corresponde anteriormente aos vasos renais e posteriomente à borda do hilo e ao ramo retropiélico da artéria renal. Sua porção extra-renal fica em relação, superiormente e anteriormente, com os vasos renais, com o músculo psoas e com a apófise transversa da primeira lombar, inferiormente, com a borda do rim.

bronche intra-pulmonaire m. Brônquio intrapulmonar: cada brônquio intrapulmonar percorre o pulmão na maior parte de sua extensão, dirigindo-se obliquamente de cima para baixo, de dentro para fora e de diante para trás e diminuindo de calibre à medida que desce.

bulbe urethral m. Bulbo uretral: dilatação posterior do corpo esponjoso, tem a forma de uma pêra, com cerca de 3 cm de comprimento e 2 cm de largura. Adere intimamente à aponeurose perineal média, que lhe oferece uma delgada folha de revestimento. Sua extremidade posterior fica de 12 a 15 mm de distância da superfície anterior do reto e o espaço que os separa, é ocupado pelo núcelo fibroso do períneo.

bulbes du vagin m. Bulbos da vagina: são duas formações eréteis, representando o bulbo uretral do homem separado em duas metades. Situados de cada lado do orifício vaginal, têm a forma de duas sanguessugas engorgitadas de sangue.

caecum m. Ceco: segmento inicial do intestino grosso, no qual desemboca o delgado. Compreende a porção do intestino grosso que fica situada abaixo de um plano transversal que passe imediatamente acima da válvula íliocecal. Apresenta em sua extremidade inferior o apêndice cecal.

calices renaux m. Cálices renais: são pequenos tubos membranosos (7 a 13), com 10 mm de comprimento e de 6 a 12 de largura. Reúnem-se em grupos de 3 ou 4 formando três grandes cálices ou braços do bacinete, os quais, após um trajeto de 12 a 18 mm, abrem –se no bacinete.

canal crural m. Canal crural: canal fibroso, descendo verticalmente e no triângulo de Scarpa e encerrando os vasos femorais. De forma prismático-triangular, o canal crucal oferece, três paredes, uma extremidade superior e extremidade inferior.



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