Curso: boas práticas de segurança em laboratórios



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9.5. Produtos Peroxidáveis
Tabela 5. Substâncias que em baixas concentrações formam peróxidos em níveis explosivos (CLASSE A)2


Butadieno

Divinilacetileno

Tetrafluoretileno

Dicloroetano

Cloropreno

Éter isopropílico

Tabela 6. Substâncias que em concentrações formam peróxidos em níveis explosivos (CLASSE B)2

Acetaldeído

Ciclohexanol

2-Hexanol

Dietileno glicol

2-feniletanol

Dioxano

Acetal Diacetylene

Tetrahidronaftaleno

Dicloropentadieno

4 heptanol

Metilacetileno

Metil isobutil cetone

2-Propanol

1 feniletanol

Alcool benzilico

2-Butanol

Éter dieílico

decahidronaftaleno

Éter dimetílico

Metilciclopentano

3-Metil-1-butanol

Cumeno

Tetrahidroforano





Tabela 7. Substâncias que podem se autopolimerizar quando houver formação de peróxido (CLASSE C)2

Ácido Acrilíco

Clorotrifluoretileno

Acrilonitrila

Tetrafluoretileno

Acetato de Vinila

Acetaldeído de Vinila

Butadieno

Cloropreno

Vinilpiridina

Metilmetacrilato

Vinilacetileno

Cloreto de Vinila

Butadieno

Estireno


Tabela 8. Substâncias que podem formar peróxido, mas não se encaixam em nenhuma das alternativas anteriores (CLASSE D)2


Acrilaldeído

Terc-butil metil éter

Di(1-propinil) éter

Alil éter

n-butil fenil éter

Di(2-propinil) éter

Alil etil éter

n-butil vinil éter

Di-n-propoximetano

Alil fenil éter

2-clorobutadieno

cloroetileno

Cloreto de p-(n-Amiloxi)benzoíla

1-(2-Etoxietoxi)etil acetate

1,2-Epoxi-3-isopropoxipropano

n-amil éter

ß-Clorofenetol

1,2-Epoxi-3-fenoxipropano

benzil n-butil éter

o- Clorofenetol

Etoxiacetofenona

benzil éter

p- Clorofenetol

1-(2-Etoxietoxi)etil acetato

benzil etil éter

Cicloocteno

2-Etoxietil acetato

benzil metil éter

Ciclopropil metil éter

2-Etoxietil)-o-benzoila

benzoato


benzil 1-naftil éter

Dialil éter

1-Etoxinaftaleno

1,2 –Bis(2-cloroetoxi)etano

1,2-dibenziloxietano

1-Etoxi-2-propino

Bis(2-etoxietil)eter

o,p-Etoxifenil isocianato

3-Etoxipropionitrila

Bis(2-metoxietoxi)etil eter

2-Etilbutanol

Ethil ß-etoxipropionato



Período seguro para armazenar substâncias peroxidáveis:

As embalagens fechadas de qualquer classe podem ser armazenadas por até 18 meses. Já as embalagens abertas devem respeitar a validade descrita na Tabela 9.


Tabela 9. Período de validade para produtos que tenham suas embalagens abertas2.

Descrição

Período




Substâncias da classe A

3 meses

Substâncias da classe B

12 meses

Substâncias da classe C

12 meses

Substâncias da classe D

12 meses

Nenhuma lista é exaustiva, caso a substância constituinte do seu resíduo não esteja na lista, procure outras informações em sites especializados.


9.6. Manipulação de gelo seco e nitrogênio líquido

  • Use luvas para trabalhar com estes produtos, pois provocam queimaduras graves em contato com a pele.

  • Adicione lentamente o gelo seco ao líquido refrigerante, para evitar projeções.

  • Não derrame nitrogênio líquido sobre mangueiras de borracha, elas ficarão quebradiças e poderão ocasionar acidentes.



9.7. Manipulação de cilindros de gases comprimidos

  • Não instalar cilindros de gases comprimidos no interior dos laboratórios.

  • Manter os cilindros sempre presos com correntes e ao abrigo de calor.

  • Jamais retirar o protetor da válvula do cilindro.

  • Utilizar carrinhos apropriados para o transporte de cilindros.

  • Quando fora de uso, conservar os cilindros com o capacete de proteção.

  • Não abra a válvula principal sem antes ter certeza de que a válvula redutora está fechada.

  • Abra aos poucos e nunca totalmente a válvula principal do cilindro.


9.8. Descarte de resíduos

O Instituto de Química possui um Manual com Normas Internas para descarte de resíduos que está disponível na home page : www.iq.unesp.br




  1. Fatores ergonômicos no Laboratório e outros postos de trabalho

Como o uso de computadores por longos períodos é uma realidade cada vez mais presente em nosso ambiente de trabalho, consideramos pertinente colocar neste material algumas informações e procedimentos indicados para a prevenção dos efeitos maléficos da má postura.

Uma apresentação bastante didática sobre prevenção da má postura, e seus efeitos, no uso de computadores está disponível no site da UNESP/Bauru: http://www.bauru.unesp.br/curso_cipa/4_doencas_do_trabalho/computador.htm


Bibliografia Recomendada neste manual


  1. IUPAC - Chemical Safety Matters ,Cambridge.Cambridge University Press, 1992




  1. LUXON, S.G. - Hazards in the Chemical Laboratory. Royal Society of Chemistry, 5th ed., 1992.



  1. YOUNG, J.A., Improving Safety in the Chemical Laboratory: a practical guide. 2nd ed., New York, John Wiley & Sons, 1991.




  1. PURCHASE, R., The laboratory Environment,5th ed., Cambrigde, Royal Society of Chemistry, 1994




  1. STEERE, N.V., Handbook of Laboratory Safety, 2nd ed., New York, CRC Press, 1971.




  1. DUX, J.P., STALZER, R.F., Managing Safety in the Chemical Laboratory. New York, Van Nostrand Reinhold, 1988.




  1. World Health Organization/ International Programme on Chemical Safety – Health and Safety Guides. World Health Organization, 2007. Disponível em: http://www.inchem.org/pages/hsg.html, acessada em 26/11/2007.




  1. Na internet:

a)http://www.orcbs.msu.edu/chemical/chem_toc.htm

b)http://www.orcbs.msu.edu/waste/programs_guidelines/WasteGuide/wastedisposalguide.pdf




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO CURSO
ANTONIO, J. C.. Laboratório na sala de aula. Integral Escolas Inteligentes. 2002. Disponível em

http://www.integral.br/zoom/materia.asp?materia=99&pagina=1#materia, Acessado em Outubro de 2010.
ANVISA. BPL. Disponível em: www.anvisa.gov.br (acessado em Agosto/2010). MARCHI, M. R. R. Manual de Segurança em Laboratórios do Instituto de Química da UNESP. 1ª Ed. UNESP, 1998.
MOREL, P. Boas práticas de laboratório. Ministério da Saúde. Agência nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, 2008.
SIQUEIRA, A. B. Gaia - um planeta necessitando de ajuda urgente. Fundação Universidade Federal do Rio Grande. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental (ISSN 1517-1256). Rio Grande-RS, 1999.
UFMS – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Departamento de Química. Química F: Apostila dos Experimentos, Física. Campo Grande, MS, 2004. 115p.
UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI. Manual de Segurança e Boas Práticas de Laboratório (BPL). Laboratórios da área da saúde. Disponível em http://www2.anhembi.br/publique/media/portal/manual_de_bpl.doc, acessado em Agosto/2010.
VALE, A. P. Manual de boas práticas. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Escola Superior Agrária. Serviços Analíticos. ESAPL, 2005.
Sites recomendados:
http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio33/acidentes.pdf
http://www.ufpa.br/eduquim/seguranca.htm
http://www.degeo.ufop.br/laboratorios/lgqa/Manual_de_Seguranca_do_LGqA.pdf
http://vsites.unb.br/ib/manual_segur_em_laboratorios_ib.htm
http://www.pharmainfo.net/udayasree-datla/green-chemistry-applications-lab
https://mast.wikispaces.com/Lab+Safety+Resources
http://www.schools.utah.gov/curr/science/phillips/safety.htm
http://www.directindustry.com/prod/airclean-systems/laboratory-extractor-hood-39500-354527.html
http://www.allfreelogo.com/rf-vector/9806517-chemical-laboratory-vector.html,

http://www.ci.esapl.pt/lab/
http://www.inforcaires.com/laboratorio.htm
http://zeus.qui.ufmg.br/~quipad/seg/normas.htm


1 Em caso de dúvida consulte o site: http://www.cetesb.sp.gov.br/emergencia/emergencia.asp

2 As tabelas apresentadas neste Manual foram baseadas na referência 8b.



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