Currículo



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CURRÍCULO

ANO 02

3º CICLO INFÂNCIA



Módulo I – Espiritismo



Unidade I - Bases do Espiritismo



Aula 01: A casa espírita e seus aspectos


Objetivos

Identificar e analisar cada um dos diferentes aspectos da casa espírita: educativo (escola), hospitalar, religioso (Jesus o Mestre), filosófico (postura de vida).


Enumerar as posturas adequadas para os freqüentam a casa espírita.

Reconhecer a importância da conduta adequada na casa espírita para manutenção do bom ambiente espiritual.




Conteúdo Mínimo

A Casa Espírita é igualmente um templo, pois dentro dela oramos e ouvimos a palavra do Cristo nas palestras, é uma escola onde nos educamos através dos cursos, das aulas e dos conhecimentos que nos são passados pelos Espíritos.

Além disso, é também um hospital, pois aqui recebemos o remédio salutar que nos acalma, trazendo a compreensão e a paz, de acordo com nosso merecimento e necessidade.


Devemos ter dentro da casa espírita um comportamento condizente com todos esses aspectos.

Bibliografia sugerida

01 - FRANCO, Divaldo Pereira. Templo Espírita. In:____. Crestomatia da imortalidade. Por diversos espíritos. 3. ed. Salvador: LEAL, 1994. cap. 21.

02 - ___________. Novos rumos para o centro espírita. Salvador: LEAL, 1999. 32 p.
03 - LOUREIRO, Carlos Bernardo. O centro espírita. In: _____. Elucidações kardecistas. Salvador: LEAL, 1990. cap. 5.
04 - VIEIRA, Waldo. No templo. In:___. Conduta espírita. Pelo espírito André Luiz. 16. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap.11.

Aula 02: Histórico do Espiritismo



Objetivos

Conhecer alguns dos fenômenos que deram origem às pesquisas do professor Rivail: mesas girantes e o fenômeno de Hydesville.


Analisar a postura científica do professor Rivail.


Conteúdo mínimo

Foram os fenômenos de Hydesville, através da mediunidade das irmãs Fox, e as mesas girantes, que deram origem às pesquisas do professor Rivail.


Ele não acreditou somente por acreditar, refletiu, pensou, concluiu racionalmente e foi pesquisar o que havia por trás dos fenômenos.
Bibliografia sugerida

01 - CARNEIRO, Victor Ribas. As irmãs Fox e os fenômenos de Hydesville. In: _____. ABC do espiritismo. 5. ed. Curitiba: FEP, 1996. cap. 4.


02 - DOYLE, Arthur Conan. História do espiritismo. São Paulo: Pensamento, 1995. 504 p.
03 - FOELKER, Rita. O enigma das mesas que falam. Capivari: EME, 2002. 36 p.
04 - IMBASSAHY, Carlos. Hydesville. In:____. A missão de Allan Kardec. 2. ed. Curitiba: FEP, 1988. pt. I.


Aula 03: As pesquisas do professor Rivail e o Livro dos Espíritos


Objetivos


Conhecer a pesquisa científica adotada pelo professor Rivail para escrever o Livro dos Espíritos.

Identificar Allan Kardec como um pseudônimo usado pelo professor Rivail.



Conteúdo mínimo


O professor Rivail sistematizou suas pesquisas e elaborou perguntas que seriam respondidas por diferentes médiuns, de diversos lugares da Terra.

Depois de tudo compilado escreveu a obra O Livro dos Espíritos, e para não colocar seu nome adotou um pseudônimo, o de Allan Kardec, nome que usou em outra existência.

Allan Kardec não descobriu, nem inventou o Espiritismo, ele pesquisou e codificou a Doutrina Espírita.

Bibliografia sugerida
01 - IMBASSAHY, Carlos. João Huss. In:____. A missão de Allan Kardec. 2. ed. Curitiba: FEP, 1988. pt. I.
02 - _________________. Iniciação no Espiritismo. Op. cit. pt. I.
03 - _________________. O plano do Livro dos Espíritos. Op. cit. pt. I.

04 - LOUREIRO, Carlos Bernardo. A iniciação de Allan Kardec. In: _____. Elucidações kardecistas. Salvador: LEAL, 1990. cap. 31.

05 - TAVARES, Clóvis. Allan Kardec ressurge. In: _____. A vida de Allan Kardec para as crianças. 6. ed. São Paulo: LAKE, 1990. cap. V.


Unidade II – Deus e a criação

Aula 04: Deus Onisciente e Onipresente



Objetivos


Definir as palavras onisciente e onipresente.

Reconhecer que Deus é onisciente, tudo sabe; pois Ele criou e comanda toda Sua criação.

Identificar Deus que está sempre presente em todos os lugares, inclusive dentro de nós.

Conteúdo mínimo


“Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? E nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai. E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.”(Mateus 10:29-30)

Dois dos atributos de Deus são: a onisciência e a onipresença, ou seja, Ele sabe tudo, tudo vê, pois foi Ele que criou tudo que existe e que rege as leis morais e da natureza. Está também presente em todos os locais, inclusive dentro do nosso coração.




Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Deus. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. II, itens 8 a 19.
02 - ____________. De Deus. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 1, cap. I, pergs. 1 a 16.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. Na senda escabrosa. In:___. Fonte viva. Pelo espírito Emmanuel. 18. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1992. cap. 41.
04 - _________. Deus e você. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 1.

Aula 05: Formação da Terra



Objetivos


Buscar informações sobre a formação da Terra.

Reconhecer nas várias etapas evolutivas do planeta a interferência divina.

Reconhecer a Providência Divina agindo em toda Sua criação.

Conteúdo mínimo


Ao estudar as várias fases evolutivas do nosso planeta, podemos observar que cada uma delas contribuiu para que hoje pudéssemos habitar nele; retirar os recursos - minerais, animais e vegetais - como da atmosfera e clima - necessários para nossa sobrevivência.

Através destas observações concluímos que Deus esteve presente em toda a evolução da Terra, pois Ele sabia o que seria preciso providenciar para que a vida nesse planeta fosse possibilitada e também as necessidades que teríamos ao longo da nossa evolução.



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Da criação. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 1, cap. III, pergs. 37 a 59.

02 - XAVIER, Francisco Cândido. A gênese planetária. In: _____. A caminho da luz. Pelo espírito Emmanuel. 30. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. cap. I.


03 - ____________. A vida organizada. Op. cit. cap. II.


Aula 06: Espírito, perispírito e corpo físico



Objetivos


Definir espírito, perispírito e corpo físico, segundo o Espiritismo.

Reconhecer que espírito, perispírito e a matéria, fazem parte do Espírito encarnado e interferem um no outro simultaneamente.




Conteúdo mínimo


O Espírito necessita de mecanismos para desenvolver-se. Um deles é o corpo físico, mas para que o Espírito possa atuar no corpo físico é necessário um corpo espiritual que se chama perispírito.

Este recebe todas as influências, sensações e experiências do corpo e as registra, repassando-as para o Espírito; deste também recebe as informações, registra-as e repassa para o corpo físico.

Portanto tudo que ocorre no corpo físico reflete no corpo espiritual e consequentemente no Espírito, e vice-versa.

Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Sede perfeitos. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XVII, item 11.
02 - ____________. Gênese espiritual. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. XI, itens 10 a 14, 17 e18.
03 - ____________. Dos Espíritos. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 2, cap. I, pergs. 76 a 95.
04 - ____________. Os fluidos. Op. cit. cap. XIV, itens 7 a 9.

05 - D’ASSUMPÇÃO, Gislaine Maria. Pingo de luz: de volta à casa do pai. 14. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 43 p.



Aula 07: Pensamento



Objetivos


Identificar o pensamento como um fio condutor de energias positivas e negativas.

Refletir sobre o pensamento como meio de sintonia entre os espíritos encarnados e desencarnados.




Conteúdo mínimo


Todo pensamento emitido cria imagens mentais que são vistas pelos Espíritos desencarnados.

Essas imagens emitem fluidos que impregnam, com sua própria composição positiva ou negativa, os ambientes e a própria pessoa que pensa.

Esta por sua vez pode influenciar pessoas, animais, plantas, etc. Por isso devemos tomar cuidado com o quê pensamos e com os lugares que freqüentamos.

Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Bem-aventurados os que têm puro o coração. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. VIII, item 05.
02 - ____________. Pedi e obtereis. Op. cit. cap. XXVII, itens 9 e 10.
03 - ____________. Os fluidos. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. XIV, itens 14, 15, 18 a 21.
04 - ____________. Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 2, cap. IX, pergs. 456 e 457.
05 - XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo espírito Emmanuel. 24. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. perg. 53.
06 - _________. Em atividade. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 40.

Unidade III – Deus e o homem

Aula 08: Prece



Objetivos


Identificar o valor da prece para a manutenção da sintonia com os Espíritos superiores.

Enumerar os benefícios da prece para o Espírito.

Reconhecer que as preces são atendidas segundo a vontade de Deus, que tudo sabe, e nem sempre conforme pedimos.


Conteúdo mínimo


A prece é a comunhão do homem com Deus. Temos necessidade de orar para ficarmos ligados com o mundo espiritual superior.

O poder da oração se evidencia nos resultados que obtemos: paz, confiança, equilíbrio, ajuda para os problemas - físicos, materiais, espirituais - e se for da vontade divina a cura para muitos dos nossos males e problemas.



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Pedi e obtereis. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XVII.
02 - ____________. Da Lei de adoração. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 3, cap. II, pergs. 658 a 663 e 666.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. Comunhão com Deus. In:___. Boa nova. Pelo espírito Humberto de Campos. 32. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2004. cap. 19.
04 - ___________. Ora e confia. In: _____. Amizade. Pelo espírito Meimei. 5. ed. São Paulo: IDEAL, 1990. cap. 18.

Aula 09: Oração do Pai nosso


Objetivos


Analisar o verdadeiro significado das palavras ditas por Jesus na oração do Pai Nosso.

Identificar na oração do Pai Nosso: a exaltação e o agradecimento a Deus, assim como nossos pedidos de ajuda a Ele.



Conteúdo mínimo


Quando os apóstolos lhe pediram: “- Senhor, ensina-nos, então, a orar.”, Jesus mostrou através do Pai Nosso como devem ser as nossas preces.

Também nos ensinou a aceitação da vontade do Pai, a necessidade do perdão para sermos perdoados e a importância da confiança em Deus.



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Coletânea de preces espíritas. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XVIII, itens 2 e 3.
02 - CALLIGARIS, Rodolfo. O Pai Nosso I a VI. In:____. O sermão da montanha. 11. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1998.
03 - FRANCO, Divaldo Pereira. Ensina-nos a orar. In:___. Luz do mundo. Pelo espírito Amélia Rodrigues. 7. ed. Salvador: LEAL, 2000. cap. 5.
04 - ____________. A oração dominical. In:___. Trigo de Deus. Pelo espírito Amélia Rodrigues. 3. ed. Salvador: LEAL, 1993. cap. 17.
05 - ____________. O poema de libertação. Op. cit. cap. 18.
06 - XAVIER, Francisco Cândido. A oração dominical. In:___. Boa nova. Pelo espírito Humberto de Campos. 32. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2004. cap. 18.

Módulo II – Cristianismo

Unidade I - História e Crença no Deus Único

Aula 01: Visão de Deus segundo profetas e Jesus



Objetivos


Comparar a idéia sobre Deus trazida pelos profetas e as trazida por Jesus.

Identificar os atributos de Deus.




Conteúdo mínimo


Os profetas tinham a crença de Deus Único, mas Este era justiceiro e vingador, que guardava somente o povo escolhido por Ele, o povo de Israel.

Jesus trouxe a crença num Deus Pai de todos, amoroso, justo e bom.




Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Não vim destruir a lei. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. I, item 9.
02 - ____________. Deus. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. II, itens 1 a 19.
03 - ____________. De Deus. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 1, cap. I, perg. 13.
04 - VINÍCIUS. Pai Nosso. In: _____. Nas pegadas do Mestre. 8. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1992.
05 - ____________. Pai nosso que estás nos céus. In: _____. Em torno do Mestre. 6. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1991. pt. 1.

Unidade II – Jesus como Divisor de águas, Sua história e Sua doutrina


Aula 02: Os milagres de Jesus



Objetivos


Identificar os fatos extraordinários e os milagres feitos por Jesus à luz do conhecimento espírita.

Reconhecer os ensinos trazidos nessas realizações.



Conteúdo mínimo


Os milagres, ou o sobrenatural, não são nada mais que fenômenos naturais cuja lei ainda ignoramos, dia virá em que os aceitaremos como natural.

Analisar as seguintes passagens: Jesus caminha sobre as águas (Mateus 14: 22-23), a transformação de água em vinho (João 2:1-11), a aparição de Jesus no caminho de Emaus (Lucas 24: 13-35).



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Caracteres dos milagres. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. XIII, itens 1 a 3.

02 - ____________. Os fluidos. Op. cit. cap. XIV, itens 35 a 39.


03 - ____________. Os milagres do evangelho. Op. cit. cap. XV, itens 41, 42 e 47.
04 - ____________. Estudo sobre a natureza do Cristo. In:___. Obras póstumas. 33. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. pt. I, item II.
05 - BÍBLIA, N. T. João. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 2, vers. 1 a 11.

06 - __________________. Lucas. Op. cit. cap. 24, vers. 13 a 35.


07 - __________________. Mateus. Op. cit. cap. 14, vers. 22 a 23.
08 - CARVALHO, Marilena Mota Alves de (Org.) et al. Jesus, o modelo. In: _____. O melhor é viver em família 6. Rio de Janeiro: CELD, 1996. item Jesus anda sobre o mar.
09 - SCHUTEL, Cairbar. Jesus anda sobre o mar - o pedido de Pedro. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993. pt. 2.

Aula 03: O sermão do monte



Objetivos


Conhecer as frases ditas por Jesus no sermão do monte.

Identificar os ensinos trazidos neste sermão.





Conteúdo mínimo


Jesus consolou os sofredores do mundo através das bem-aventuranças contidas no “Sermão do Monte”, no qual exortou os homens à humildade, à resignação, à paciência, à pureza e a misericórdia, informando que essas virtudes conduzirão a criatura ao Criador.

Analisar o sermão do monte, descrito nas passagens de: Mateus 5:1-12; Lucas: 6: 20-26.




Bibliografia sugerida
01 - BÍBLIA, N. T. Lucas. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 6, vers. 20 a 26.

02 - __________________. Mateus. Op. cit. cap. 5, vers. 1 a 12.


03 - FRANCO, Divaldo Pereira. Brandos e pacíficos. In:___. Quando voltar a primavera. Pelo espírito Amélia Rodrigues. 5. ed. Salvador: LEAL, 1994. cap. 3.
04 - SCHUTEL, Cairbar. As bem-aventuranças – um trecho do sermão do monte. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993. pt. 2.
05 - XAVIER, Francisco Cândido. O sermão do monte. In:___. Boa nova. Pelo espírito Humberto de Campos. 32. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2004. cap. 11.

Aula 04: Ensinos do Cristo através de parábolas



Objetivos


Identificar Jesus como Mestre.

Conhecer alguns de seus ensinos contidos nestas parábolas: o servo inútil, os lavradores maus.




Conteúdo mínimo


O título de Mestre, reconhecido pelo próprio Jesus, esclarece muito bem a sua tarefa, que foi a de ensinar.

Seus ensinamentos foram acompanhados pelo exemplo e pela Sua autoridade moral, estes foram adaptados ao desenvolvimento da época por isso Ele falava por parábolas.

Analisar estas duas parábolas: o servo inútil (Lucas 17:1-10), os lavradores maus (Marcos 12: 1-12; Lucas 20:9-18; Mateus 21:33- 46)

Bibliografia sugerida
01 - BÍBLIA, N. T. Marcos. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 12, vers. 1 a 12.
02 - __________________. Lucas. Op. cit. cap. 17, vers. 1 a 10; cap. 20, vers. 9 a 18.
03 - __________________. Mateus. Op. cit. cap. 21, vers. 33 a 46.
04 - CALLIGARIS, Rodolfo. Parábola dos lavradores maus. In: _____. Parábolas evangélicas à luz do espiritismo. 5. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1991.
05 - SCHUTEL, Cairbar. As parábolas e sua interpretação. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993. pt. 1.
06 - __________________. Parábola dos lavradores maus ou dos rendeiros infiéis. Op. cit. pt. 1.
07 - VINÍCIUS. Jesus e suas parábolas. In: _____. Em torno do Mestre. 6. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1991. pt. 1.


Aula 05: A última ceia e ressurreição do Cristo



Objetivos


Reconhecer a sabedoria do Cristo através das palavras ditas na última ceia.

Identificar os ensinos contidos no simbolismo da última ceia.

Identificar a ressurreição do Cristo como prova da continuidade da vida após a morte.

Conteúdo mínimo


Analisar os fatos abaixo relacionados:

- a última ceia (Mateus 26:17-30; Marcos 14:12-26; Lucas 22: 7-23; I Co 11: 23-29);

- a aparição do Cristo aos apóstolos (Lucas 24:1-12; João 20:19-20);

- a ascensão do Cristo (Lucas 24:50-53; At 1:9-11).



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Os milagres do Evangelho. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. XV, itens 54 a 61.

02 - BÍBLIA, N. T. João. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 20, vers. 19 e 20.


03 - __________________. Lucas. Op. cit. cap. 22, vers. 7 a 23; cap. 24, vers. 50 a 53.
04 - __________________. Marcos. Op. cit. cap. 14, vers. 12 a 26.
05 - __________________. Mateus. Op. cit. cap. 26, vers. 17 a 30.
06 - __________________. Atos dos Apóstolos. Op. cit. cap. 1, vers. 9 a 11.
07 - SCHUTEL, Cairbar. A ceia pascal. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993. pt. 1.
08 - VINÍCIUS. O calvário e o tabor. In: _____. Nas pegadas do Mestre. 8. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1992.
09 - XAVIER, Francisco Cândido. A mulher e a ressurreição. In:___. Boa nova. Pelo espírito Humberto de Campos. 32. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2004. cap. 22.

Aula 06: O papel dos apóstolos na continuidade dos ensinos do Cristo.



Objetivos


Reconhecer a importância dos apóstolos para que os ensinos do Cristo fossem propagados por todos os tempos.

Conhecer fatos ocorridos com os primeiros cristãos: os homens do caminho, a perseguição aos cristãos, e suas mortes.




Conteúdo mínimo


A Doutrina de Jesus propagou-se no mundo através dos discípulos que partiram para lugares variados, pregando, ensinando e curando muita gente.

O que caracterizou os propagadores foi a firmeza de suas convicções, demonstração de coragem diante dos sofrimentos e perseguições.

Refletir sobre a importância dos quatro evangelhos.

Bibliografia sugerida
01 - SCHUTEL, Cairbar. Os apóstolos. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993, pt. 2.

02 - ________. Conclusão. In:____. Vida e atos dos apóstolos. Matão: O Clarim, 1993.




Unidade III – Jesus e a Codificação Espírita

Aula 07: O Consolador prometido



Objetivos


Identificar o Espiritismo como Consolador prometido.

A importância dos ensinos do Cristo para o espírita, e sua conduta.




Conteúdo mínimo

“O Espiritismo realiza como ficou demonstrado todas as condições do Consolador prometido por Jesus. Não é uma doutrina individual, nem de concepção humana; ninguém pode se dizer seu criador. É fruto do ensino coletivo dos Espíritos, ensino a que preside o Espírito de Verdade”.

(A Gênese, cap XVII, item 40)

“Assim como Cristo disse: - Não vim destruir a lei, porém cumpri-la”, também o Espiritismo diz: “Não venho destruir a lei Cristã, mas dar-lhe execução”. Nada ensina contrário ao que ensinou Jesus, mas desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda gente o que foi dito apenas de forma alegórica.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. I, item 7)

“O Espiritismo é de ordem divina, pois se assenta nas próprias leis da Natureza e estai certos de que tudo o que é de ordem divina tem grande e útil objetivo”. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap I, item 10)

Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Não vim destruir a lei. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. I, itens 7 e 10.
02 - ____________. O Cristo consolador. Op. cit. cap. VI, itens 3 a 7.
03 - ____________. Caráter da revelação espírita. In:_____. A gênese. 37. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1996. cap. I, item 26.
04 - ____________. Predições do evangelho. Op. cit. cap. XVII, itens 35 a 40.

05 - FRANCO, Divaldo Pereira. O consolador. In:___. Luz do mundo. Pelo espírito Amélia Rodrigues. 7. ed. Salvador: LEAL, 2000. cap. 20.


06 - VINÍCIUS. A doutrina dos espíritos. In: _____. Na escola do Mestre. 6. ed. São Paulo: FEESP, 1995. cap. 31.

Módulo III – Conduta Espírita

Unidade I – O Auto-aperfeiçoamento

Aula 01: Contrariedades e a Lei de causa e efeito



Objetivos


Analisar uma história que mostre contrariedades.

Identificar os fatos que nos acontecem obedecem à lei de causa e efeito, portanto recebemos aquilo que cultivamos.

Reconhecer que as contrariedades da vida muitas vezes nos isentam de acontecimentos mais graves, além disso elas também devem servir para o auto-aperfeiçoamento.

Conteúdo mínimo


Não vivemos ao sabor de forças cegas, nem as coisas nos acontecem por imprevidência divina ou por injustiça, mas sim porque cultivamos hábitos e sentimentos nocivos que estão a todo o momento construindo nosso futuro.

Quando acontecimentos infelizes ocorrem, devemos ler neles os ensinos que estão nos proporcionando, como, por exemplo, quando perdemos a saúde, percebemos como ela é importante.

Mudar o pensamento, as ações, condutas e sentimentos é contribuir para a felicidade, a saúde e a paz futura.

Bibliografia sugerida
01 - FOELKER, Rita. Contrariedade. In: _____. Liberdade & outros temas. Jundiaí: Gil, 1998.
02 - SIMONETTI, Richard. Contrariedade. In:____. Temas de hoje problemas de sempre. 6. ed. São Bernardo do Campo: Correio Fraterno do ABC, 1993.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. Decálogo do bom-ânimo. In: _____. Coragem. Por diversos espíritos. 31. ed. Uberaba: CEC, 2002. cap. 8.
04 - _________. Abençoa sempre. Op. cit. cap. 25.
05 - _________. Ação e valor. In:____. Momentos de Decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 10.
06 - _________. Responsabilidade e destino. In:____. Religião dos espíritos. Pelo espírito de Emmanuel. 16. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003.

Aula 02: Higiene mental



Objetivos


O pensamento é energia que se exterioriza e cria sintonia com outras mentes, sejam encarnadas ou desencarnadas, estes podem ser também fontes geradoras de desequilíbrios, doenças e acontecimentos negativos.


Conteúdo mínimo


Higiene mental é avaliar os tipos de pensamentos que temos, qual seu tipo de energia, se positiva proporcionando equilíbrio, paz, saúde, amor, ou negativa estimulando o egoísmo, a falta de fé, a avareza, a doença do corpo e o desequilíbrio do ambiente.

“O pensamento é exteriorização da mente, que independe da matéria e por sua vez é originada no Espírito.

O Espírito possui a faculdade mental que expressa o pensamento em todas as direções, utilizando-se do cérebro humano para comunicar suas idéias com as demais pessoas.

Disciplinar e edificar o pensamento através da fixação da mente em idéias superiores da vida, do amor, da arte elevada, do bem, da imortalidade, constitui objetivo moral da reencarnação, de modo que a plenitude, a felicidade sejam a conquista a ser lograda.

Pensar bem é fator de vida que propicia o desenvolvimento, a conquista da Vida.” (Autodescobrimento, Joanna de Ângelis, cap. 2, item Pensamento)

Bibliografia sugerida
01 - FRANCO, Divaldo Pereira. Equipamentos existenciais. In:____. Autodescobrimento: uma busca interior. Pelo espírito Joanna de Ângelis. 9. ed. Salvador: LEAL, 2000. cap. 2, item Pensamento.
02 - MENEZES, Frederico. Sombras. In: _____. Ajuda-te. Pelo espírito Marta. São Paulo: DPL, 2000. cap. 3.

03 - SIMONETTI, Richard. Carnaval – motivação diferente. In:____. Temas de hoje problemas de sempre. 6. ed. São Bernardo do Campo: Correio Fraterno do ABC, 1993.


04 - TEIXEIRA, José Raul. Exercícios psíquicos. In: _____. Educação e vivências. Pelo espírito Camilo, Niterói: Fráter, 1993. cap. 15.
05 - XAVIER, Francisco Cândido. O poder das trevas. In:___. Jesus no Lar. Pelo espírito Neio Lúcio. 30. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. cap. 39.
06 - ____________. Pensamento e conduta. In: _____. Encontro marcado. Pelo espírito Emmanuel. 9. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. cap. 41.


Unidade II – Relações familiares




Aula 03: A verdade de cada um




Objetivos


Concluir que a verdade que cada um prega está mais ligada aos valores morais e ao desenvolvimento espiritual de cada um, do que à Verdade Divina da qual nos falou Cristo.

Reconhecer que quem se empenha em promover a Verdade Divina não pode empregar a violência e a agressividade, pois estes vícios contrapõem-se à Verdade de Deus.



Conteúdo mínimo


Jamais conseguiremos convencer alguém se não entrarmos primeiro em seu coração com a paciência, a mansuetude, a tolerância e o respeito.

Será muito mais, pelos nossos atos e gestos, que convenceremos os outros; do que com palavras estéreis muitas vezes carregadas de ironia, agressão e violência.



Bibliografia sugerida
01 - MENEZES, Frederico. Sombras. In: _____. Ajuda-te. Pelo espírito Marta. São Paulo: DPL, 2000. cap. 3.
02 - TEIXEIRA, José Raul. Necessidade da calma. In: _____. Educação e vivências. Pelo espírito Camilo. Niterói: Fráter, 1993. cap. 21.
03 - _________. Profilaxia da alma. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 28.
04 – Ajuda-te, Frederico Menezes, Espírito Marta, ed. PDL, cap. Verdade

OBS: NÃO COMPLETEI ESTA REFERÊNCIA QUE ESTÁ EM VERDE, POR NÃO TER ESTE TÍTULO DE CAPÍTULO NESTE LIVRO.

Aula 04: Justiça e respeito



Objetivos


Concluir que devemos eleger para os outros todos os direitos e deveres que reivindicamos para nós.

Reconhecer que a Justiça Divina é equânime; a todos examina com igualdade, possibilitando-lhes iguais condições.



Conteúdo mínimo


O egoísta elege para si todos os direitos e para os outros os deveres.

A verdadeira justiça pede respeito pelo outro e deve ser equânime, examinando com igualdade a todos.

Devemos desenvolvê-la mediante o crescimento moral e a elevação espiritual através de atitudes sempre pautadas no respeito e na Lei maior de Deus; a fim de que construamos uma sociedade feliz baseada nos princípios e vigência da justiça.

Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Da Lei de Justiça, de amor e de caridade. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 3, cap. XI, pergs. 873 a 878.
02 - FRANCO, Divaldo Pereira. O outro. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 31.
03 - ____________. Perfil da justiça. In: _____. Perfis da vida. Pelo espírito Guracy Paraná Vieira. Salvador: LEAL, 1992. cap. 10.
04 - XAVIER, Francisco Cândido. Justiça e amor. In:____. Religião dos espíritos. Pelo espírito de Emmanuel. 16. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003.

Aula 05: Deveres dos filhos



Objetivos


Compreender que a verdadeira caridade começa dentro do nosso lar, com aqueles que conosco convivem, principalmente para com nossos genitores que nos deram a vida física.

Identificar atitudes as quais demonstrem que estamos honrando os pais.



Conteúdo mínimo


O mandamento “honrar vosso pai e vossa mãe“, é a síntese da lei geral de caridade e amor ao próximo, pois quem não ama e respeita seu pai e sua mãe não pode amar a si próprio nem a outro.

A forma de demonstrar esse amor é através da atenção, obediência, tolerância, do respeito e da gratidão que devemos ter para com eles.




Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Honrai a vosso pai e a vossa mãe. In:___. O Evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XIV, itens 3 e 4.
02 - FRANCO, Divaldo Pereira. Deveres dos filhos. In: ____. S.O.S. família. Pelo espírito Joanna de Ângelis e outros espíritos. 16. ed. Salvador: LEAL, 2002. cap. 23.
03 - _________. Genitores. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco.

Salvador: LEAL, 1977. cap. 4.


04 - TEIXEIRA, José Raul. Sobre a sua família. In:___. Para uso diário. Pelo espírito Joanes. 3. ed. Niterói: Fráter, 2001. cap. 3.
05 - ____________. Cooperação dos filhos. In: _____. Vereda familiar. Pelo espírito Thereza de Brito. Niterói: Fráter, 1995. cap. 18.


Unidade III – Relações Sociais

Aula 06: Desigualdades sociais e preconceito



Objetivos


Reconhecer que as desigualdades e preconceitos são obras do egoísmo e orgulho humanos.

Identificar que todos somos iguais e importantes para Deus.

Concluir que o homem deve ser avaliado não por suas atividades ou aparência, mas pelo bem que tiver feito e as virtudes que desenvolver para si.


Conteúdo mínimo


O orgulho e o egoísmo são dois sentimentos perniciosos que inspiram o preconceito, a desigualdade e os julgamentos segundo nossos interesses pessoais.

As atividades profissionais não demonstram hierarquia espiritual, mas sim o empenho com que honramos essas atividades com dedicação e honestidade; dando o máximo de nós em favor do progresso social da humanidade.



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Da lei de igualdade. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 3, cap. IX, pergs. 803, 806, 806a e 818.
02 - SIMONETTI, Richard. Desigualdade – a verdadeira importância. In:____. Temas de hoje problemas de sempre. 6. ed. São Bernardo do Campo: Correio Fraterno do ABC, 1993.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo espírito Emmanuel. 24 ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. perg. 61.


Aula 07: Companheiros perigosos



Objetivos


Compreender que nem sempre o que nos dizem é fruto de conselhos úteis e desinteressados.

Identificar que a nossa consciência deve guiar nossos atos e sentimentos, não só a opinião do outro.




Conteúdo mínimo


A nossa consciência possui um mecanismo divino que nos mostra os erros e acertos na vida.

Os conselhos e elogios, quando saudáveis são muito importantes, mas não devem abafar os conselhos da consciência.

Não devemos agir dependendo da opinião do outro, mas sim da nossa consciência.

Bibliografia sugerida

01 - CAMARGO, Célia Xavier. A árvore e os frutos. In: _____. O menino ambicioso, o servo insatisfeito e outras histórias. Londrina: L. Machado, 2004. cap. 22.


02 - FRANCO, Divaldo Pereira. Da lei de destruição. In: ____. Leis morais da vida. Pelo espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 1976. cap. VI, item 27.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. Experiências pessoais. In:____. Encontro marcado. Pelo espírito de Emmanuel. 9. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. cap. 9.

Aula 08: Conhecimento e ação social



Objetivos


Compreender que quanto mais conhecimento tivermos, a respeito dos reais significados da vida, mais responsabilidade temos perante aqueles que se encontram em infortúnio e desconhecimento.

Reconhecer que, de acordo com o que já conquistamos, todos devemos dar nossa quota de contribuição para o benefício geral.




Conteúdo mínimo


“Porque todo aquele, a quem muito foi dado, muito será pedido, e ao que muito confiaram, mais contas lhe tomarão.” (Lucas, 12:48.)

Todos os conhecimentos e valores, que nos foram oportunizados conquistar, devem ser repartidos com quem ainda está em infortúnio, que sofre com a ignorância, o desconhecimento moral e espiritual; assim contribuiremos na grande obra do Pai atuando como co-criadores.



Bibliografia sugerida
01 - FRANCO, Divaldo Pereira. Convite à solidariedade. In:___. Convites da vida. Pelo espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 1972. cap. 55.
02 - ____________. Em função do amor. In: ____. Otimismo. Pelo espírito Joanna de Angelis. 10. ed. Salvador: LEAL, 2001. cap. 13.
03 - ____________. Campanha começar em casa. In: ____. S.O.S. família. Pelo espírito Joanna de Ângelis e outros espíritos. 16. ed. Salvador: LEAL, 2002. cap. 21.
04 - XAVIER, Francisco Cândido. Receita de vida eterna. In:____. Encontro marcado. Pelo espírito de Emmanuel. 9. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. cap. 23.
05 - ____________. No serviço cristão. In:___. Vinha de luz. Pelo espírito Emmanuel. 18. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. cap. 69.

Módulo IV – Vivência Evangélica
Unidade I – Leis Morais

Aula 01: Lei de Igualdade



Objetivos


Reconhecer que todos somos iguais perante Deus.

Perceber que as desigualdades existentes na sociedade: de riquezas, sociais e de aptidões; provêm das diferenças e dos diversos níveis espirituais.




Conteúdo mínimo


Perante Deus, são iguais todos os homens? “Sim, todos tendem para o mesmo fim e Deus fez suas leis para todos. Dizeis freqüentemente “O Sol luz para todos” e enunciais assim uma verdade maior e mais geral do que pensais.” Todos os homens estão submetidos às mesmas leis da Natureza. Todos nascem igualmente fracos, acham-se sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Deus a nenhum homem concedeu superioridade natural, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos, aos seus olhos, são iguais.” (O Livro dos Espíritos, perg. 803)

“A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, item 8)


Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Não se pode servir a Deus e a Mamon. In:___. O Evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XVI, item 8.
02 - ____________. Da lei de igualdade. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 3, cap. IX, pergs. 803 a 813.
03 - BÍBLIA, N. T. Lucas. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 12, vers. 13 e 21.
04 - SCHUTEL, Cairbar. Parábola do avarento. In:___. Parábolas e ensinos de Jesus. 13. ed. Matão: O Clarim, 1993. pt. 1.
05 - XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo espírito Emmanuel. 24 ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. pergs. 55 e 56.

Aula 02: Igualdade dos diretos do homem e da mulher




Objetivos


Compreender que o Espírito não tem sexo, e que, estagia num corpo feminino ou masculino, conforme a sua necessidade.

Perceber que as diferenças entre homens e mulheres são causadas em grande maioria, pelo orgulho, egoísmo, ciúme e o medo.




Conteúdo mínimo


São iguais perante Deus o homem e a mulher e têm os mesmos direitos? “Não outorgou Deus a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir?” (O Livro dos Espíritos, perg. 817)

Sendo iguais perante a lei de Deus, devem os homens ser iguais também perante as leis humanas? “O primeiro princípio de justiça é este: Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fizessem.”



a) — Assim sendo, uma legislação, para ser perfeitamente justa, deve consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher? “Dos direitos, sim; das funções, não. Preciso é que cada um esteja no lugar que lhe compete. Ocupe-se do exterior o homem e do interior a mulher, cada um de acordo com a sua aptidão. A lei humana, para ser eqüitativa, deve consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher. Todo privilégio a um ou a outro concedido é contrário à justiça. A emancipação da mulher acompanha o progresso da civilização. Sua escravização marcha de par com a barbaria.

Os sexos, além disso, só existem na organização física. Visto que os Espíritos podem encarnar num e noutro, sob esse aspecto nenhuma diferença há entre eles. Devem, por conseguinte, gozar dos mesmos direitos.” (O Livro dos Espíritos, perg. 822, 822a)


Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Da lei de igualdade. In:___. O livro dos espíritos. 79. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. pt. 3, cap. IX, pergs. 817 a 822.
02 - XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo espírito Emmanuel. 24 ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. pergs. 55 e 56.

Unidade II – Relações familiares

Aula 03: Vingança e ódio



Objetivos


Identificar as pequenas atitudes de vingança que temos no dia-a-dia.

Reconhecer que a vingança é filha do orgulho e do egoísmo.

Perceber que nas pequenas atitudes de vingança estamos desenvolvendo o ódio.


Conteúdo mínimo


“Se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. (Mateus 5:39)”.

Devemos lembrar da oração do Pai Nosso: “Perdoai as nossas dívidas como perdoamos nossos devedores”; quando estivermos para nos vingar de alguém por algo que nos fizeram e não aprovamos ou não gostamos.



Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Amai os vossos inimigos. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XII, itens 9 e 10.
02 - MENEZES, Frederico. Oração. In: _____. Ajuda-te. Pelo espírito Marta. São Paulo: DPL, 2000. cap. 28.
03 - XAVIER, Francisco Cândido. A face oculta. In:____. Encontro marcado. Pelo espírito de Emmanuel. 9. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1997. cap. 22.
04 - ____________. Pensamento espírita. In: _____. Coragem. Por diversos espíritos. 31. ed. Uberaba: CEC, 2002. cap. 45.

Aula 04: Cuidar dos seus



Objetivos

Reconhecer que a responsabilidade primeira do Espírito é para com os seus familiares.


Conteúdo mínimo


O ditado popular diz: “Quem não ama os seus, a si próprio degenera”.

Os laços parentais são de relevante importância para o crescimento do Espírito, pois é na família que se resgatam dívidas, constróem-se laços de afetividade e também se inicia o aprendizado da nova experiência.

De nada adianta ser bom, amável, amigo, etc., com os outros e tratar os seus com animosidade, desrespeito, mau humor, etc.

A família é o nosso primeiro trabalho, por isso cuidar dela é nossa primeira responsabilidade.



Bibliografia sugerida
01 - FRANCO, Divaldo Pereira. Dentro do lar. In: ____. S.O.S. família. Pelo espírito Joanna de Ângelis e outros espíritos. 16. ed. Salvador: LEAL, 2002. cap. 9.
02 - ____________. Amor e família. In:___. Garimpo de amor. Pelo espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 2003. cap. 12.
03 - TEIXEIRA, José Raul. O sentido da família. In: _____. Desafios da vida familiar. Pelo espírito Camilo. 2 ed. Niterói: Fráter, 2003. pt. I, pergs. 1, 2, 3, 4 e 5.
04 - XAVIER, Francisco Cândido. A escola das almas. In:___. Jesus no lar. Pelo espírito Neio Lúcio. 30. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. cap 2.


Unidade III – Relações Sociais

Aula 05: Amor à verdade



Objetivos


Reconhecer que devemos sempre falar a verdade, mesmo quando nos traga conseqüências negativas.

Analisar situações onde a verdade pode magoar e ferir; neste caso então, calar é a melhor caridade.

Identificar a verdade sobre a qual nos falou o Cristo.

Conteúdo mínimo


Jesus nos estimula a falar a verdade quando nos ensina: “Seja, porém, o vosso falar sim, sim, não, não...” (Mateus 5:37)

A verdade leva em conta o amor, o respeito pelos outros, por si mesmo, pelos ensinos do Cristo; deve servir para o outro crescer e melhorar, para desfazer um equívoco, ou para que os responsáveis possam assumir as conseqüências de seus atos.

Somente o homem de palavra e de ação reta é capaz de falar a verdade, mesmo sofrendo as conseqüências por isso.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho a verdade e a vida...” (Jo 14:6)

Quando a verdade machuca, fere, rebaixa, não está levando em conta o amor e a caridade, portanto não é benéfica.

Bibliografia sugerida
01 - BÍBLIA, N. T. Colossenses. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Paumape, 1979. cap. 3, vers. 9.
02 - __________________. Efésios. Op. cit. cap. 4, vers. 25.
03 - CAMARGO, Célia Xavier. Mentiras, nunca mais! In: _____. O menino ambicioso, o servo insatisfeito e outras histórias. Londrina: L. Machado, 2004. cap. 23.
04 - XAVIER, Francisco Cândido. A bênção do estímulo. In:___. Jesus no lar. Pelo espírito Neio Lúcio. 30. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. cap. 18.
05 - __________________. A visita da verdade. Op. cit. cap. 25.
06 - __________________. O consolador. Pelo espírito Emmanuel. 24. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2003. pergs. 192 e 193.
07 - _________. Verdade e amor. In: ____. Momentos de decisão. Pelo espírito Marco Prisco. Salvador: LEAL, 1977. cap. 12.

Aula 06: Amor universal



Objetivos


Identificar que o amor universal é o proposto pelo Cristo, já que o mundo é uma só família.

Reconhecer que para desenvolver esse amor, é necessário que o orgulho e o egoísmo sejam identificados e eliminados de nosso ser.



Conteúdo mínimo


O amor em família poderia ser comparado à luz de um abajur que clareia a sala, as quatro paredes domésticas.

O amor aos nossos amigos, colegas e às pessoas com as quais convivemos, poderia ser identificado com a luz das ruas, não muito intensas, mas que clareiam um raio maior na nossa comunidade.

O amor à humanidade poderia ser comparado à luz solar, pois sua claridade é total quando ele aparece.

Essas são as três etapas do amor, por isso teremos que nos esforçar para desenvolver nossa luz interior.




Bibliografia sugerida
01 - FRANCO, Divaldo Pereira. Amor e plenificação. In:___. Garimpo de amor. Pelo espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 2003. cap. 16.
02 - TEIXEIRA, José Raul. O plano divino da família. In: _____. Desafios da vida familiar. Pelo espírito Camilo. 2. ed. Niterói: Fráter, 2003. pt. I.
03 - ____________. O amor no lar. In: _____. Vereda familiar. Pelo espírito Thereza de Brito. Niterói: Fráter, 1995. cap. 1.

Aula 07: O Natal



Objetivos


Analisar esta passagem do Evangelho:

“Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus. – Assim, quando derdes esmola, não trombeteeis, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens.

Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. – Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; - a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará”. (Mateus 6: 1-4)

Identificar que a verdadeira caridade é aquela que não espera recompensa, ou seja, devemos sempre fazer o bem sem ostentação.




Conteúdo mínimo


O período do Natal é aproveitado pelos Espíritos para sensibilizar os corações humanos para as doações sem recompensas, para o perdão, e para os trabalhos comunitários, pois os cristãos estão envoltos em Suas vibrações de amor despertadas pela lembrança do Divino amigo.

Bibliografia sugerida
01 - KARDEC, Allan. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. In:___. O evangelho segundo o espiritismo. 107. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1993. cap. XIII, itens 1, 2 e 3.
02 - SIMONETTI, Richard. A nostalgia do Natal. In:____. Uma razão para viver. 5. ed. Bauru: CEAC, 2001.
03 - VINÍCIUS. Considerações sobre o Natal. In: _____. Na seara do Mestre. 7. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1992.









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