Cultivo de plantas condimentares


EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTAS MEDICINAIS



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EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E EDÁFICAS DAS PLANTAS MEDICINAIS

Para a produção de plantas medicinais a não observação das exigências relacionadas ao clima e solo (edáficas) pode resultar na produção de plantas bem desenvolvidas mas sem o teor de princípio ativo desejado.

Com isto, caso tenha interesse em produções maiores, certifique com especialistas de que sua planta estará no local adequado. Grandes volumes de plantas medicinais são comprados somente após análise do material.

Muitas plantas como por exemplo hortelã-pimenta, camomila, alecrim e sálvia, dificilmente produzirão tão boa qualidade no Brasil quanto na sua região de origem.


Clima
Os principais fatores relacionados ao clima e que devem ser levados em consideração são: temperatura, altitude, longitude e latitude. Os fatores climáticos dificilmente podem ser alterados como ocorre com a produção de ornamentais, que utiliza de luz noturna para provocar o florescimento em crisântemo.

O que pode ocorrer é produzir variedades mais adaptadas ao local, como ocorreu com a soja que quando introduzida no Brasil, só produzia no Rio Grande do Sul e atualmente produz em várias regiões. No caso de plantas medicinais são poucos os pesquisadores envolvidos no melhoramento de plantas medicinais e portanto, não é previsto a curto prazo um número significante de variedades adaptadas as nossas condições.



Temperatura
A temperatura irá afetar principalmente a produção da biomassa ou a produção de flores como ocorre principalmente com plantas originárias de regiões mais frias.

Com relação ao clima podemos citar algumas dicas para auxiliar na escolha de sua espécie:




  • quase que a maioria das plantas que produzem frutos suculentos são adaptadas a clima mais quente como por exemplo jurubeba, joás e pimentas;

  • a maioria das plantas que recebem nomes indígenas são de clima mais quente como por exemplo pariparoba, catuaba, ipecacuanha (ou poaia) e jaborandi, pois são originárias de regiões tropicais ou subtropicais;

  • enquanto que a maioria das espécies produtoras de raízes e flores, como por exemplo camomila e calêndula (flores) e bardana (raiz); preferem clima ameno;

  • em locais de clima mais ameno, plante as espécies exigentes em clima mais quente apenas nos meses de setembro ou outubro, e em locais de clima quente plante em abril ou maio as de clima mais ameno; e

  • na face sul de sua propriedade plante espécies resistentes ou adaptadas ao frio.


Plantas de clima mais ameno


  • camomila

  • macela

  • marcelinha

  • calêndula

  • celidônia

  • guaco

  • bardana

  • capuchinha ou chagas

  • espinheira-santa

  • estévia

  • dedaleira



Plantas de clima mais quente


  • erva-baleeira

  • açafrões

  • capim-limão

  • boldo-da-terra

  • boldo-baiano

  • arruda

  • babosa

  • guaraná

  • jaborandi


Altitude
A altitude refletirá diretamente na temperatura, pois locais de altitudes menores são mais quente do que locais mais altos. Para um produtor que possui propriedade em locais mais altos e com a face do terreno voltada para o sul, a escolha deverá ser bem criteriosa devido a menor temperatura, menor incidência dos raios solares e mais umidade. A sua opção será reduzida para aquelas que preferem clima mais ameno e resistem a geadas e ventos frios.

Com alguns estudos concluídos, pode-se afirmar que as plantas produtoras de alcalóides obtém melhor teor destas substâncias em baixas altitudes.



Latitude
A influência da latitude, que irá refletir na quantidade de horas de luz, pode ser resumida para algumas espécies da seguinte forma:


  1. a maioria das plantas aromáticas (alecrim, tomilho, capim limão, manjerona, melissa, camomila e sálvia por exemplo) de interesse econômico são originadas de latitudes entre 40 e 60º;

  2. maiores teores, principalmente de óleos essenciais, são produzidos nestas latitudes;

  3. nestas regiões os dias no verão são maiores do que localidades de latitudes menores, condição que as plantas citadas preferem para florescer;

  4. não há regiões do Brasil com estas latitudes e com isto muitas das plantas aromáticas são de pior qualidade no país; e

  5. plantas de origem tropical ou subtropical recebem pouca ou nenhuma influência da latitude.

A latitude refletirá diretamente no chamado fotoperíodo que resumidamente é a quantidade de luz que uma planta necessita para realizar atividades tais como florescimento, germinação e produção de substâncias internas.

As aromáticas originadas das latitudes entre 40 e 60º são na sua maioria, classificadas quanto ao fotoperíodo, como plantas de dias longo, isto é, necessitam de dias mais longos no verão para florescerem normalmente.
Umidade
Ainda com muitas dúvidas, alguns resultados demonstraram que os efeitos negativos nos teores de princípios ativo são mais devidos ao excesso de água do que da falta, pois algumas espécies, sofrendo do stress hídrico em determinadas fases da cultura, tiveram reação no sentido de produzir mais substâncias do metabolismo secundário, pois estas substâncias teriam ação de defesa da planta.

Na natureza observa-se que em períodos mais secos, algumas espécies produzem maior quantidade de frutos para poder garantir a perpetuação da espécie, mesmo em condições adversas.


Solo
O tipo de solo pode influenciar a produção da biomassa e das substâncias medicinais. Geralmente a origem da planta medicinal pode servir como indício de qual solo ela está mais adaptada, de modo que possa servir de subsídios para indicação de locais mais propícios.

Indicações da qualidade de solo para algumas plantas medicinais (extraído de SILVA JÚNIOR et al.,1996 e MARTINS et al., 1995).




NOME VULGAR

NOME CIENTÍFICO

QUALIDADE DO SOLO

Alecrim

Rosmarinus officinalis

calcário e bem drenados

Arruda

Ruta graveolens

levemente alcalino, bem drenado

e rico em matéria orgânica



Babosa

Aloe vera

leve e bem drenado

Bardana

Arctium lappa

mais arenoso para facilitar colheita

Calêndula

Calendula officinalis

pouco exigente, necessitando de solo

com bom teor de matéria orgânica



Cana-de-macaco

Costus spiralis

não exigente

Capim-limão

Cymbopogon citratus

drenado e rico em matéria orgânica

Catinga-de-mulata

Tanacetum vulgare

resistente a diversidade de solo

Cavalinha

Equisetum sp

arenoso, úmido e pantanoso

Chapéu-de-couro

Echinodorus macrophyllum

úmido

Cidró

Lippia citriodora

bem drenado

Coentro

Coriandrum sativum

férteis e bem drenados

Confrei

Symphythum officinale

profundo, levemente úmido e

com adubação orgânica



Dente-de-leão

Taraxacum officinale

mais argiloso

Endro

Anethum graveolens

férteis e sem umidade excessiva

Erva-cidreira

Melissa officinalis

drenado, rico em matéria orgânica,

férteis (citando Cerri,1991) e com pH  5,5



Espinheira-santa

Maytenus ilicifolia

humosos

Fumária

Fumaria officinalis

rico em matéria orgânica

Funcho

Foeniculum vulgare

drenado, leve e

com baixa acidez (citando Cerri,1991)



Gengibre

Zinziber officinale

bem drenados

Guaco

Mikania glomerata

com bom teor de argila

e bem drenado ( citando Cerri,1991)



Hortelã-pimenta

Mentha piperita

aerado e úmido

Losna

Artemisia absinthium

argilo-arenosos e férteis

Malva-crespa

Malva parviflora

textura média e bem drenados

Orégano

Origanum vulgare

natureza calcária e férteis

Poejo-miúdo

Cunila microcephala

recomenda-se cuidado com

carência de nitrogênio



Sabugueiro

Sambucus australis

adapta-se a qualquer tipo de solo

Algumas dicas que servem para a maioria:




  • espécies que tem como objetivo a extração de raízes (bardana, gengibre, açafrão curcuma, zedoária e yacon por exemplo) devem ser plantadas em solos mais soltos (mais arenoso e menos argiloso);

  • espécies que produzem muita massa foliar preferem solos ricos em matéria orgânica (hortelãs, poejo, confrei, melissa e marcelinha por exemplo);

  • solos mais escuros (mais argilosos) são geralmente mais fertéis, retém mais água, são menos ácidos mas são mais propícios para ataque de doenças. Por isso tenha muito cuidado se for plantar uma espécie muito atacada por doença (melissa, mil-folhas e tomilho por exemplo) neste tipo de solo; e

  • apenas umas poucas espécies como chapéu-de-couro preferem solos encharcados.



PRODUÇÃO EM PEQUENAS ÁREAS

Este capítulo servirá principalmente para aqueles que querem ter uma pequena produção caseira, e como um treinamento para produtores sem nenhuma experiência. Muitas das informações também servirão para produções em áreas maiores.

Para produção em pequenas áreas, quando se deseja o uso caseiro, é possível produzir quase todas as plantas medicinais, pois as variações que ocorrerão no valor medicinal não trarão grandes prejuízos ao usuário. De qualquer maneira, para uso caseiro, deve escolher plantas que já ocorrem na sua região, pois estas, com certeza, já estão aclimatadas no seu local.
Exigências para pequenas áreas.
Qualquer local em que incida pelo menos 5 horas de sol, bem drenado e protegido de ventos frios e fortes, para que as plantas cresçam com vigor, pode ser utilizado para a instalação de uma horta medicinal ou até colocar algum recipiente com espécies que podem servir principalmente como condimento (salsinha, cebolinha e orégano, por exemplo), além do uso medicinal. Como exemplo de recipientes podem ser citados:


  • jardineiras;

  • vasos;

  • sacos de leite para as menores;

  • caixas de madeira;

  • latas de 18 litros; e

  • caixa d’água.

Estes recipientes ou outros, devem ter pelo menos 20 cm de profundidade, para plantas de altura que não ultrapasse 50 cm, semelhante ao poejo, hortelãs, melissa, macelinha, cânfora-de-jardim, centelha-asiática e no fundo devem haver furos para evitar encharcamentos e uma camada de pedras. Algumas plantas necessitam de profundidades muito maiores como, por exemplo: alecrim, sálvia, manjericão e boldo-da-terra e outras podem ficar nos vasos por um certo período de tempo como por exemplo louro, sabugueiro e favacão.

Outras características que o local deveria ter são:


  • o mais plano possível;

  • proximidade de fonte de água para irrigação;

  • próximo de um local onde serão guardadas as ferramentas; e

  • com solo não muito argiloso (compactado), devido a dificuldade em trabalhar.

Mesmo em locais onde a iluminação é deficiente (3 a 4 horas de sol), pode-se plantar em vasos, espécies tais como hortelã, poejo, melissa ou menta.


De preferência, a produção deve estar localizada num terreno voltado para a face norte, já que oferece mais luz e mais calor. A face sul não é recomendada, exceto para espécies adaptadas a clima mais amenos como camomila, calêndula, guaco e dedaleira, já que favorece aos ventos frios.

Os ventos devem ser evitados a qualquer custo, pois provocam a derrubada das flores, impedindo a polinização. Além disso, afugentam as abelhas e outros insetos. Em todo caso, se não houver outro lugar para se implantar o cultivo, improvise quebra-ventos, que resolvem bem o problema. Em alguns estudos com cultivo de culturas tradicionais, a proteção contra o vento aumentou a produção em 30 a 40%

Para grandes produções há necessidade de instalar viveiro para produção de mudas. O viveiro deve ser instalado em local plano, próximo de fonte de água e afastado de beira de estradas, pastagem ou matas.

O preparo do solo se resume em limpeza, destoca, aração, calagem e gradagens, no caso de se utilizar máquinas agrícolas. Lembre-se também de localizar formigueiros nas proximidades, e fazer o controle com formicidas específicos, antes de qualquer trabalho. Do contrário, as dores de cabeça posteriores para o combate serão muito maiores e demandaram um bom dinheiro.

Após a escolha do local, este deverá ser limpo para iniciar a formação das sementeiras, sulcos, covas e canteiros. Os passos podem ser os seguintes:


  1. retirar os entulhos e pedras;

  2. caso haja problemas de invasão por animais ou mesmo como segurança contra roubo e se for possível, cercar a área com tela, bambu, etc.;

  3. se for plantar espécie tóxica, coloque cartaz alertando que a planta pode causar danos a saúde;

  4. retirar as plantas indesejáveis e as mais rasteiras com a enxada de modo que arranque até as raízes;

  5. com o rastelo, retirar o mato que ficou sobre o local;

  6. se for plantar em canteiros, demarcá-los com estacas de madeira e barbante bem esticado. Cada canteiro deve ter no máximo 1,20 metros de largura e o comprimento pode variar. Se o terreno for meio inclinado, o comprimento deve acompanhar o nível; e

  7. deixar corredores de 40 a 50 cm entre os canteiros e um metro distante do muro ou cerca.

Sementeira:


Para maior segurança no pegamento da maioria das plantas medicinais há necessidade de serem plantadas em sementeira. A cobertura da sementeira deverá ser realizada quando o local sofrer incidência direta de radiação solar e ataque de pássaros. A cobertura com sombrite poderá solucionar esses problemas.
Os passos para fazer uma sementeira são:


  1. a sementeira deve ser feita em um dos canteiros situados num dos cantos do terreno e exige uma adubação mínima de 2,0 kg de húmus de minhoca ou 5,0 kg de esterco de curral curtido;

  2. abrir sulcos na largura do canteiro, distanciados 15 cm e com 2 cm de profundidade;

  3. umedecer levemente o canteiro;

  4. distribuir uniformemente as sementes nos sulcos. Cuidado para não distribuir sementes em excesso (caso as sementes sejam muito pequenas como as de alecrim, tomilho e manjerona), misture muito bem com areia e depois distribua;

  5. cobrir as sementes com um pouco de terra;

  6. molhar a terra de manhã e à tarde com regador, até que a plantinha esteja pronta para ser transplantada para o canteiro definitivo. No momento do transplante, a mudinha deverá ter de 5 a 6 folhinhas (mais ou menos 30 dias) e;

  7. mudinhas muito frágeis ou danificadas não devem ser aproveitadas.

Propagação


Reprodução por sementes
A propagação por sementes é a mais viável economicamente para aquele que tem interesse em produções maiores. No entanto, as plantas reproduzidas por sementes possuem as seguintes desvantagens:


  • muita variação entre as plantas originadas o que prejudicará principalmente na colheita devido a desuniformidade das plantas;

  • muitas espécies de alto valor econômico não produzem sementes viáveis no Brasil como por exemplo alfazema;

  • muitas semente possuem dormência que é difícil de ser quebrada ou há espécies que não se tem nenhuma informação sobre como obter ótimo nível de germinação (no Quadro 10 constam algumas medidas para aumentar germinação); e

  • quase todas sementes de espécies de interesse comercial são importadas.

Métodos para estímulo da germinação




Métodos

Exemplos de espécies







Pré-esfriamento (5 a 10ºC) por 7 dias

camomila, melissa

Presença de luz

beladona, calêndula, camomila, alecrim

Escarificação (para romper o tegumento)

alfavaca

Algumas dicas para semeadura:




  • muitas sementes de plantas espontâneas só germinam quando muito próximas da superfície, pois não germinam no escuro;

  • de maneira geral, a profundidade de semeadura é cerca do dobro do diâmetro da semente;

  • sementes de frutos muito suculentos possuem sementes que perdem rapidamente a germinação;

  • compre sementes de empresas tradicionais como importadoras de sementes, pois para garantir a qualidade das sementes estas empresas armazenam em freezer; e

  • compre sementes de saquinhos ou latas que não foram abertos.

Propagação vegetativa


É o método que consiste em reproduzir plantas através de partes da planta mãe ou matriz. Possui as seguintes vantagens:


  • o ciclo até a colheita é mais rápido; e

  • produz indivíduos semelhantes a planta mãe

As melhores condições para retirar mudas da maioria das espécies por este tipo de propagação são:




  • retirar mudas no final do inverno ou início da primavera;

  • escolher um dia nublado para retirar as mudas;

  • tirar mudas de matriz com ótima sanidade (sem doenças ou ataque de pragas) e não muito nova ou velha; e

  • não tirar muda de matriz que esteja em fase reprodutiva (com flores, sementes ou frutos);

Após a coleta, as mudas deverão receber os seguintes cuidados:




  • plantar as mudas em recipientes;

  • utilizar substrato contendo partes iguais de areia, terra comum e húmus. Não exagerar principalmente na quantidade de humos; e

  • irrigar diariamente;

  • manter as mudas em local sombreado.

As principais formas de propagação vegetativa são:



Estaquia
Processo utilizando pedaços de 5 (como tomilho, melissa, cavalinha, manjerona, alfazema, bálsamo, cânfora-de-jardim) a no máximo 20 cm de comprimento (boldo-baiano, urucum e sabugueiro), e de 0,5 a 2 centímetros de diâmetro. As estacas podem ser de ramos ou raízes. Normalmente quanto mais alta a planta, as estacas de galho devem ser mais lenhosas e maiores . No entanto, há plantas que enraizam melhor de estacas mais novas.

Estacas de raiz ou rizoma são colhidos de raízes centrais e deverão conter uma ou mais gemas (olhos).

As estacas são cortadas com tesoura de poda, na parte basal em forma de bisel (inclinado), junto a gema e reto no ápice. São deixadas apenas um par ou 13 das folhas e quando houver, pode-se retirar os espinhos.

Planta-se em canteiros ou sacos plásticos, com terra preparada, deixando de fora 2/3 da estaca e enterrando o restante. Para melhor enraizamento, pode-se usar hormônios, encontrados em casas especializadas.

As estacas também podem ser de folhas como em plantas do gênero Kalanchoe.

Divisão de touceira
A divisão de touceira consiste em retirar a planta toda e dela retirar partes contendo parte aérea e raiz, que serão podadas, deixando respectivamente 5 a 10 cm e 2 a 5 cm de comprimento. Como exemplo, o capim-limão que após ser retirado do solo, é dividido em mudas, e destas são retiradas as partes secas e com sintomas de doenças e podada a parte aérea e radicular.

Para o capim-limão e citronela por exemplo, as mudas podem ser armazenadas por 1 ou 2 dias antes de plantar.



Quadros úteis
Formas de propagação


ESPÉCIE

SEMENTES

ESTACA

DE


GALHO

ESTACA

DE


RAIZ

ESTACA

DE

FOLHA



DIVISÃO

DE

TOUCEIRA





















  1. Alecrim

x

x










  1. Alfazema

x

x










  1. Bálsamo




x




x




  1. Boldo-da-terra




x










  1. Boldo-baiano

x

x










  1. Capim-limão




x







x

  1. Capuchinha

x

x







x

  1. Carqueja

x

x







x

  1. Cavalinha




x







x

  1. Citronela













x

  1. Curcuma







x







  1. Espinheira-santa

x













  1. Fortuna




x




x




  1. Funcho

x













  1. Hortelã

x

x

x




x

  1. Manjericão italiano

x

x










  1. Manjerona

x

x







x

  1. Melissa

x

x







x

  1. Mil-folhas

x




x




x

  1. Pariparoba




x










  1. Poejo

x

x







x

  1. Sabugueiro

x

x










  1. Salsa

x













  1. Sálvia

x

x










  1. Sapé-macho

x




x







  1. Sete-sangria

x













  1. Tanchagem

x













  1. Tomilho

x

x







x

  1. Unha-de-vaca

x













  1. Urucum

x

x









Altura e espaçamento de algumas plantas medicinais.




Espécie

Altura média(m)

Entre plantas (m)

Entre linhas (m)













  1. Alecrim

1,00

0,80

1,20

  1. Angélica

1,50

0,40

0,50

  1. Arruda

1,00

0,40

0,70

  1. Assa-peixe

2,50

4,00

4,00

  1. Babosa

0,80

0,50

1,00

  1. Bálsamo-de-jardim

0,30

0,30

0,30

  1. Bardana

1,00

0,30

0,50

  1. Boldo-da-terra

1,50

1,00

1,00

  1. Boldo-baiano

3,00

2,00

2,00

  1. Calêndula

0,50

0,30

0,30

  1. Camomila

0,40

0,20

0,40

  1. Carqueja

1,50

0,40

1,00

  1. Capim-limão

0,80

0,40

1,00

  1. Confrei

0,50

0,60

0,60

  1. Dente-de-leão

0,50

0,30

0,30

  1. Erva-de-bicho

0,60

0,30

0,30

  1. Erva-baleeira

2,00

3,00

3,00

  1. Espinheira-santa

4,00

3,00

3,00

  1. Funcho

2,00

0,80

1,20

  1. Guaco

trepadeira

1,00

2,00

  1. Jurubeba

2,00

1,00

2,00

  1. Losna

0,70

0,30

0,30

  1. Melissa

0,50

0,40

0,50

  1. Mil-folhas

0,50

0,30

0,50

  1. Pfáffia

2,00

0,50

1,00

  1. Quebra-pedra

0,50

0,30

0,30

  1. Sabugueiro

3,00

2,00

3,00

  1. Sálvia

0,80

0,40

0,40

  1. Tanchagem

0,40

0,30

0,30

  1. Unha-de-vaca

3,00

4,00

4,00

Número de sementes por grama e a quantidade de algumas espécies, segundo algumas empresas produtoras de sementes são:




Espécie

Número de sementes

por grama









Alcachofra

30

Alecrim

1.000

Alfazema

1.000

Alfavaca (Ocimum basilicum)

700

Anis ou erva-doce

220

Arruda

1.200

Bardana

60

Calêndula

140

Camomila

10.000

Coentro

100

Dente-de-leão

900

Erva-cidreira (Melissa officinalis)

2.000

Funcho

200

Hortelã e poejo

20.000

Losna

10.000

Manjerona

4.000

Mil-folhas

7.000

Orégano

22.000

Sálvia

150

Tomilho

4.000

Obs. este valores são aproximados e referem-se a algumas espécies ou variedades das plantas citadas.




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