Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior



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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Ministério da Educação – Anexos I e II – 2º andar Caixa Postal 365

CEP - 70359-970 – Brasília, DF - Brasil
Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID
Detalhamento de SUBPROJETO (Licenciatura)


1. Subprojeto de licenciatura em: Matemática




2. Coordenador do Subprojeto:

Nome: Alcionio Saldanha de Oliveira

Departamento/Curso/Unidade: Unidade Acadêmica de Matemática e Estatística – Curso de Graduação em Matemática

Endereço: Rua Getúlio Cavalcante – N 1115 – Bairro Jardim Paulistano – Campina Grande - Pb

CEP: 58.105-305

Telefone: (83) 33313016 - (83) 8852.1230

E-mail alcionio@dme.ufcg.edu.br

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5638905438692532




3. Plano de trabalho

3.1-CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O ensino de ciências e em particular, o de Matemática, encerra enormes desafios quando nós olhamos para os resultados obtidos pelos alunos do ensino fundamental e médio nos diversos programas de avaliação (ENEM, SAEB, INAF, PISA).

Um dos elos fracos desse processo é a formação dos docentes. O egresso das universidades sai despreparado pra enfrentar o grande desafio que o espera, que se torna ainda maior se ele for atuar na rede pública de ensino.

Além dos modismos no ensino de Matemática- passíveis de análises mais acuradas-, o professor dessa disciplina tem de ter bem claro que a estrutura da Matemática que se ensina deve ser montada em três pilares: conceituação, manipulação e aplicação. As aplicações a serem tratadas em sala de aula devem ser reais, ocorrerem no dia-a-dia e serem de resolução possível (analítica ou numérica).

Como uma boa metáfora a ser considerada, deve-se perceber que o bom músico, além do talento natural, alia bom conhecimento teórico e ensaios exaustivos ‘a sua formação profissional. O futuro professor no seu processo de formação deve copiar esse bom exemplo.

O desafio posto para as universidades é o de formar um professor que alie o domínio dos conteúdos curriculares com práticas pedagógicas eficazes, que saiba buscar alternativas diante das limitações de infra-estrutura encontradas na maioria das escolas públicas.

A Universidade Federal de Campina Grande possui dois cursos de Licenciatura em Matemática (diurno e noturno), um vinculado ao Centro de Ciências e Tecnologia localizado em Campina Grande e o outro no Centro de Educação e Saúde localizado na Cidade de Cuité.

Foram escolhidas três escolas de ensino médio em Campina Grande, cada escola contará com uma equipe de quatro bolsistas. Na cidade de Cuité haverá uma equipe de quatro bolsistas que se articulará com as demais equipes dos subprojetos de Física, Química e Biologia .


3.2 PLANOS DE TRABALHO

As atividades nos clubes de resolução de problemas, laboratórios de informática , laboratórios de Matemática (ações propostas abaixo) deverão acompanhar o desenvolvimento dos conteúdos em sala de aula.

As atividades de reforço escolar serão planejadas a partir do diagnóstico sobre as dificuldades de aprendizagem e deficiências dos alunos previamente realizado.

3.2 PLANO DE TRABALHO DO BOLSISTA:

Cada bolsista apresentará ao professor supervisor e a equipe pedagógica da escola um plano semestral de trabalho elaborado em conjunto com o coordenador de área, detalhando as atividades a serem realizadas , com cronograma de execução de ações que se harmonizem e complementem o trabalho dessa equipe.

Quando em uma escola tiver bolsistas de mais de uma licenciatura os planos de trabalho devem se articular de modo a otimizar os resultados e trabalhar de forma efetiva a questão da interdisciplinaridade ( Matemática no contexto dos conteúdos de Física , Química e Biologia).

As atividades que cada bolsista desenvolverá na escola, acompanhando o desenvolvimento dos conteúdos curriculares e com planejamento prévio são:


3.2.1 Vivência Escolar:

O bolsista terá que se inteirar sobre o Projeto Pedagógico da escola, participar das reuniões de planejamento da equipe pedagógica e acompanhar a aula, na condição de assistente,do professor supervisor com a finalidade de vivenciar a rotina do docente. O bolsista deverá substituir o professor em uma aula a cada semana para aprimorar o exercício da prática docente. As dificuldades percebidas devem ser relatadas e discutidas nas reuniões de equipe.


3.2.2 Laboratório de Matemática:

O Laboratório de Matemática será um espaço para a exploração dos conteúdos desenvolvidos em sala de aula através da manipulação e ou confecção de material concreto. O bolsista irá orientar grupos de alunos na confecção de materiais concretos que explore os conteúdos vistos em sala de aula. Construções geométricas usando elementos de Design além de serem projetos interessantes podem fazer uso dos mais diversos assuntos da Matemática tais com geometria, trigonometria e álgebra.


3.2.3 Clube de Resolução de Problemas:

Esse será um espaço adequado para a discussão de conteúdos e de problemas de forma coletiva, com uma dinâmica diferente da sala de aula, do uso de jogos matemáticos procurando explorar os aspectos lúdicos do fazer e aprender matemática. O bolsista será responsável pela condução da dinâmica e seleção de problemas e jogos interessantes que despertem o interesse dos alunos.



3.2.4 Laboratório de Informática:

Será feita uma seleção prévia de softwares livres ou demos na área de matemática com uso no ensino médio e, inicialmente o bolsista elaborará um pequeno tutorial sobre as aplicações e rotinas de cada software escolhido para ser utilizado no laboratório. As atividades realizadas no laboratório de informática terão um roteiro orientando o aluno na atividade, com espaço para as conclusões e propostas de outras situações por parte do aluno.



3.2.5 Aulas de reforço escolar:
As aulas de reforço escolar serão utilizadas para melhorar o desempenho dos alunos na disciplina e como ambiente para a prática docente e de experimentação das estratégias metodológicas desenvolvidas nas outras ações propostas.
3.2.6 Banco de Aplicações:

O bolsista, ao longo de sua participação no projeto terá que participar da confecção de um banco de aplicações que contemple o uso dos conteúdos curriculares dos três anos do ensino médio. A confecção dessas aplicações seguirá um roteiro previamente estabelecido, procurando contextualizar os conteúdos e explicitar a conexão da Matemática com outras disciplinas e terá a supervisão do coordenador de área. Essas aplicações serão disponibilizadas para a comunidade numa página da internet criada para divulgar os trabalho do PIBID.


3.2.7 Grupos de Estudos:
Serão formados os grupos de estudo ‘O uso do material concreto no ensino da Matemática’ e ‘O uso do computador no ensino da Matemática’ com a finalidade de embasar e aprimorar a implementação dessas ações nas escolas conveniadas.
3.2.8 Modelagem Matemática:

A modelagem matemática como estratégia de ensino será uma atividade transversal durante o período de atuação do bolsista na escola, desenvolvida a partir de temas de estudos propostos e tendo como cenários para a construção dos modelos os Laboratório (de Matemática e de Informática) e o Clube de resolução de problemas. A escolha dos temas propostos para se trabalhar a construção de modelos matemáticos deve levar em consideração que conhecimentos prévios têm os alunos e que tópicos estão sendo desenvolvidos em sala de aula.




3.3-PLANO DE TRABLHO DO PROFESSOR SUPERVISOR

O professor supervisor de cada escola terá como tarefas:




  • Integrar os bolsistas com a equipe pedagógica da disciplina.




  • Providenciar junto a administração da escola os meios materiais e espaços físicos adequados para o desenvolvimento do trabalho dos bolsistas.




  • Acompanhar e fiscalizar a execução do plano de trabalho de cada bolsista.




  • Reunir-se a cada quinze dias com o Coordenador de Área para avaliar e planejar as atividades dos bolsistas na escola.




  • Participação na produção de relatórios semestrais.




  • Participação no Encontro Geral do PIBID na UFCG.


3.4-PLANO DE TRABALHO DO COORDENADOR DE ÁREA


      • Elaborar o plano semestral de trabalho de cada bolsista.

      • Reunir-se semanalmente com os bolsista para acompanhar e orientar suas tarefas.

      • Reunir-se a cada quinze dias com os professores supervisores de cada escola conveniada para acompanhamento das atividades dos bolsista na escola.

      • Coordenar e orientar os grupos de estudos propostos no item 3.2.7 do plano de trabalho dos bolsistas.

      • Ministrar palestras nas escolas conveniadas sobre temas relevantes da Matemática enfocando suas aplicações, evolução histórica e sua contribuição para o desenvolvimento de outras ciências.

      • Promover as avaliações periódicas e final do subprojeto.

      • Participar do Encontro Geral do PIBID da UFCG.


4. Descrição das Escolas de Educação Básica (enumerar todas as participantes deste subprojeto)

Nº Convênio / Acordo

4.1 Escola Estadual de Ensino Médio Elpídio de Almeida

Local: Campina Grande – PB

Índice do IDEB: 2,6 (anos iniciais)

Nota do ENEM: 52,34

Número de alunos da escola: 2.800 alunos (três turnos)

Professores de Matemática: 18 professores efetivos.

Formação dos professores: Todos com Licenciatura em Matemática
Turmas contempladas com o subprojeto: 08 turmas

Alunos da escola envolvidos no projeto: 400 alunos





4.2 Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Hortêncio Sousa Ribeiro

Local: Campina Grande – PB

Índice do IDEB: 3,0

Nota do ENEM: 39,0

Número de alunos da escola: 940 alunos ( três turnos)

Professores de Matemática: 06 professores

Formação dos professores: Licenciatura em Matemática

Turmas contempladas com o subprojeto: 04 turmas

Alunos da escola envolvidos no projeto: 200 alunos







4.3 Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos

Local: Cuité – PB

Índice do IDEB: 3,0

Nota do ENEM: 39,0

Número de alunos da escola: 630 (ensino médio)

Professores de Matemática: 05 professores ( três efetivos e 02 temporários)

Formação dos professores: Licenciatura em Matemática

Turmas contempladas com o subprojeto: 04 turmas

Alunos da escola envolvidos no projeto: 160 alunos

.





5. Ações Previstas




  • Participação do bolsista em sala de aula com a finalidade do mesmo vivenciar os problemas da prática docente e em particular do ensino da Matemática.

  • Diagnóstico, em parceria com os professores de matemática, das dificuldades de aprendizagem e das deficiências dos alunos (nos três anos do ensino médio e nos dois últimos anos do ensino fundamental).

  • Utilização da modelagem matemática como uma das abordagens metodológicas no ensino da matemática privilegiando a investigação de problemas que apresentem na sua resolução a questão da interdisciplinaridade.

  • Criação de Laboratórios de Matemática (proposta a ser encampada pela administração da escola) com a finalidade de se confeccionar materiais concretos, a partir de produtos recicláveis, com ênfase maior na geometria plana e espacial.

  • Realização de uma feira anual de ciências (Biologia, Física, Química e Matemática) incentivando a elaboração de projetos que contemplem a interdisciplinaridade.

  • Elaboração de um banco de aplicações constituído de problemas reais que usem a matemática contida nos conteúdos curriculares do ensino médio.

  • Realização de palestras (distribuídas ao longo do ano letivo) sobre temas interessantes e lúdicos da Matemática, que abordem os conteúdos curriculares do ensino médio e que também enfoque aspectos relevantes da história e da evolução da Matemática.

  • Quando a escola tiver laboratório de informática introduzir a utilização de software livre ( Winplot, Derive, Régua e Compasso, Super Logo, Máxima dentre outros) com a finalidade de explorar conceitos matemáticos, e de auxilio na resolução de problemas explorando de formada adequada os aspectos quantitativos, qualitativos e geométricos.

  • Utilizar de formas sistemática a internet na busca de material bibliográfico complementar, aplicações interessantes da Matemática, pesquisas em laboratórios virtuais, pesquisas sobre a história da Matemática e sua utilização nos meios produtivos.

  • Criação de grupos de apoio aos alunos que apresentem baixo rendimento escolar já nas primeiras avaliações.

  • Criar clubes de resolução de problemas que tenha a participação de professores e alunos discutindo Matemática de forma dinâmica e prazerosa.

  • Informar-se sobre o Projeto Pedagógico da escola.

  • Participação dos bolsistas nas reuniões de planejamento das equipes pedagógicas.



6. Metodologia




  • 1. Os bolsistas deverão se integrar de forma harmoniosa às equipes pedagógicas das escolas em que estiverem atuando, cada ação planejada e posta em execução deverá ser informada e ter a anuência dessa mesma equipe com a finalidade de se estabelecer o espírito de cooperação .

  • O plano de trabalho de cada bolsista que irá atuar na escola conveniada será apresentado à equipe pedagógica da escola e ao professor supervisor .

  • O plano individual de trabalho de cada bolsista com as atividades a serem desenvolvidas junto aos alunos e a equipe pedagógica terá a duração de seis meses.

  • Os bolsistas serão divididos em equipes de quatro membros, uma em cada escola conveniada.

  • No exercício da prática docente o Bolsista substituirá o professor em uma aula a cada semana. Essa substituição será realizada sob supervisão do(a) Professor(a) da turma; a aula terá a duração do intervalo de tempo regular estabelecido pela Escola participante e se dará sem solução de continuidade da prática do ensino desenvolvida pelo(a) Professor(a).




  • Durante o período de vigência do projeto cada equipe atuará um semestre letivo em cada escola conveniada, terminando no último semestre na escola em que começou. O objetivo de tal rotatividade é que o bolsista tome contato com realidades diferentes, escolas com infra-estruturas distintas, alunos de diferentes condições sociais.

  • A equipe de bolsistas que suceder a outra equipe numa referida escola dará continuidade as ações previstas, levando em consideração o desenvolvimento dos conteúdos programáticos da disciplina.




  • Cada equipe de bolsistas terá o apoio, no desenvolvimento de suas atividades, de um professor do quadro docente do curso que ele está vinculado.

  • O professor supervisor de cada escola será responsável pelo acompanhamento do plano de trabalho de cada bolsista e por sua integração junto a equipe pedagógica da escola.

  • O planejamento e desenvolvimento de ações contarão com a infra-estrutura do Laboratório de Ensino e Laboratório de Informática ligados a Unidade Acadêmica de Matemática e Estatística da UFCG.

  • A modelagem matemática como estratégia de ensino da Matemática será trabalhada a partir da proposta de temas diversos, cada tema deverá ser de modelagem curta e, de preferência, que use os tópicos introduzidos em sala de aula.



7. Cronograma específico deste subprojeto


SEGUNDO SEMESTRE LETIVO DE 2008: AGOSTO/2008—JANEIRO/2009




Atividade

Inicio

Fim




Seminários Coletivos de Fundamentação Teórica

Agosto

Dezembro




Vivência Escolar

Agosto

Setembro




Laboratório de Matemática

Agosto

Dezembro




Laboratório de Informática

Agosto

Janeiro




Aulas de Reforço Escolar

Agosto

Dezembro




Participação em Encontros com toda a Equipe

Agosto

Janeiro




Organização Anual de Palestras

Periodicidade mínima bimestral




Elaboração de Relatório Semestral

Janeiro










PRIMEIRO SEMESTRE LETIVO DE 2009: FEVEREIRO/2009—JULHO/2009




Atividade

Inicio

Fim




Seminários Coletivos de Fundamentação Teórica

Fevereiro

Junho




Vivência Escolar

Fevereiro

Julho




Laboratório de Matemática

Fevereiro

Julho




Laboratório de Informática

Fevereiro

Junho




Aulas de Reforço Escolar

Fevereiro

Junho




Participação em Encontros com toda a Equipe

Março

Setembro




Organização Anual de Palestras

Periodicidade mínima bimestral




Elaboração de Relatório Semestral

Julho










SEGUNDO SEMESTRE LETIVO DE 2009: AGOSTO/2009—JANEIRO/2010




Atividade

Início

Fim




Seminários Coletivos de Fundamentação Teórica

Agosto

Dezembro




Vivência Escolar

Agosto

Dezembro




Laboratório de Matemática

Agosto

Janeiro




Laboratório de Informática

Agosto

Dezembro




Aulas de Reforço Escolar

Agosto

Janeiro




Participação em Encontros com toda a Equipe

Agosto

Outubro




Organização Anual de Palestras

Periodicidade mínima bimestral




Elaboração de Relatório Semestral

Janeiro










PRIMEIRO SEMESTRE LETIVO DE 2010: FEVEREIRO/2010—JULHO/2010




Atividade

Início

Fim




Seminários Coletivos de Fundamentação Teórica

Fevereiro

Junho




Vivência Escolar

Fevereiro

Junho




Laboratório de Matemática

Fevereiro

Julho




Laboratório de Informática

Fevereiro

Junho




Aulas de Reforço Escolar

Fevereiro

Julho




Participação em Encontros com toda a Equipe

Março

Julho




Organização Anual de Palestras

Periodicidade mínima bimestral




Elaboração de Relatório Semestral

Julho







8. Resultados Pretendidos


  1. Formar um profissional de educação com uma visão crítica de sua tarefa como educador e um maior compromisso com ensino público.

  2. Prover o futuro educador de uma especial experiência didática colocando-o em contato com os alunos e com as questões do ensino da Matemática.

  3. Construção de um repertório de experiências metodológicas que o auxilie o futuro professor na tarefa de ensinar a Matemática de forma interessante,

  4. Formar um profissional que tenha a capacidade de mostrar ao aluno a importância da Matemática como parte importante da sua atuação profissional e no exercício pleno de sua cidadania.

  5. Incrementar a interação entre a Universidade e as Escolas Públicas tendo o bolsista como canal de comunicação das demandas provenientes das escolas.

  6. Melhorar e aprimorar o conhecimento matemático dos alunos do ensino médio da rede pública de ensino.

  7. Contribuir de forma efetiva para a melhoria dos índices do IDEB e a nota do ENEM.

  8. Formar um educador que saiba fazer uso das ferramentas de comunicação e tecnológicas no aprimoramento do processo ensino-aprendizagem.




9. Critérios de seleção do professor supervisor

Os critérios para a seleção do/a Professor/a Supervisor/a estão estabelecidos no Edital para Seleção Pública de Bolsistas e Professores Supervisores do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da UFCG, que consta no Projeto Institucional.




10. Critérios de seleção dos alunos bolsistas

Os critérios para a seleção do/as Bolsistas estão estabelecidos no Edital para Seleção Pública de Bolsistas e Professores Supervisores do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, que consta no Projeto Institucional.




11. Outras informações relevantes (quando aplicável)

O curso Licenciatura em Matemática da UFCG , campus de Campina Grande funciona nos turnos diurno e noturno e desde a sua criação ( 1990) participou dos programas de avaliação externa sendo seis vezes no Exame Nacional de Curso (Provão), todas elas com conceito “A” e uma avaliação no ENADE

O s bolsistas do PIBID contarão com a seguinte estrutura para o desenvolvimento de suas atividades:


    1. LAPEM – Laboratório de Pesquisa e Ensino da Matemática: Mini-biblioteca; acervo de material concreto; oficina de manipulação e criação de material concreto; sala de informática com 04 computadores.

    2. LIMAT: Laboratório de Informática da Matemática constando atualmente com dez computadores de uso exclusivo dos alunos de graduação.

    3. LIDME: Laboratório de Informática do Departamento de Matemática e Estatística, atualmente com computadores de uso geral ( alunos de graduação e pós-graduação).

    4. Biblioteca Setorial ligada ao Departamento de Matemática e Estatística.

As Atividades de Extensão desenvolvidas pelo Departamento de Matemática e Estatística com a participação efetiva dos alunos de graduação são as seguintes:



  1. Olimpíada Campinense de Matemática: atualmente está sendo realizada a 21 edição com uma participação média de 2500 alunos do ensino fundamental e médio já tendo revelado diversos talentos que se destacaram em olimpíadas nacionais e internacionais.

  2. CAPMEM: O Departamento de Matemática e Estatística já participou de quatro edições do Curso de Aperfeiçoamento de Matemática do Ensino Médio com uma participação média de 150 professores em cada edição. Além dos professores da rede pública de ensino tivemos também a participação dos alunos da Licenciatura em Matemática da UFCG.

3. Vestibular Solidário: A UFCG oferece um curso preparatório para o vestibular para alunos carentes da cidade de Campina Grande, sob a supervisão da Pastoral Universitária e conta com os alunos de Licenciatura em Matemática no quadro de professores.







Detalhamento de Subprojeto para Licenciatura – PIBID Pág. de





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