ComposiçÃo normas básicas 4



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Paisagismo.

Composição





ÍNDICE


COMPOSIÇÃO – NORMAS BÁSICAS 4

A linha 4

A forma 4

Proporção 4

Equilíbrio 4

Ritmo 5


Centro de interesse 5

Contraste 5

Predominância 5

Textura 5

Harmonia 6

SINGULARIDADE / JUSTAPOSIÇÃO 6

Quadros 7

Quadros sobre móveis 8

SEQUENCIALIDADE/ALEATORIEDADE 9

AGUDEZA/DIFUSIDADE 10

SUTILEZA/AUDÁCIA 10

NEUTRALIDADE/ACENTUAÇÃO 11

TANSPARÊNCIA/OPACIDADE 11

EQUILÍBRIO/INSTABILIDADE 12

SIMETRIA/ASSIMETRIA 12

REGULARIDADE/IRREGULARIDADE 13

RETICÊNCIA/EXAGERO 13

PREVISIBILIDADE/ESPONTANEIDADE 14

ATIVIDADE/PASSIVIDADE 14

SIMPLICIDADE/COMPLEXIDADE 15

UNIDADE/FRAGMENTAÇÃO 15

ECONOMIA/PROFUSÃO 16

PAISAGISMO 17

FENG SHUÍ 17

Os cinco elementos 17

Função das plantas no feng shuí 18

As flores 18

Como pode ser praticado no paisagismo 19

EXERCÍCIOS DE COMPOSIÇÃO 21

PROJETO 22




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COMPOSIÇÃO – NORMAS BÁSICAS


Em Decoração, a composição será a arte de bem combinar linhas, - cores, relacionadas ao conforto e à função de modo que o conjunto atenda eficientemente ao fim a que se destina com beleza.

A linha


1 – Linha reata – pouco freqüente na natureza, linhas simples e fortes que produzem uma sensação de masculinidade.

2 – Linha reta vertical – é mais severa, formal e sugere altura.

3 – Linha reta horizontal – determina sensação descanso, sugere largura

4 – Linha oblíqua – sensação de movimento

5 – Linha curva – muito freqüente na natureza, interessante, expressa movimento, graça e feminilidade.

6 – Excesso de linhas – com demasiado contraste, produzem confusão.


A forma


1 – Formas retas – As formas e áreas com igualdade de linhas como os quadrados não sugerem muito interesse, nem sugerem movimento, retângulos e triângulo criam melhor equilíbrio.

2 – Formas curvas – tem um caráter mais gracioso mas não deve ser repetitivo. Devem ser mesclados com as formas retas.


Proporção


1 – Relatividade – tudo deve ser relacionado com o espaço é com o conjunto. Uma forma tem proporção perfeita quando o peso de cada uma de suas partes, estão em relação harmônica com o todo. Ambiente pequeno requer móveis e acessórios pequenos.

Equilíbrio


Refere-se à compensação harmônica que deve existir entre as partes de uma forma, e entre esta e o conjunto.

  1. Simétrico – ou formal – se obtém dispondo objetos iguais, à mesma distância de um ponto ou eixo central. Pode-se comparar com a estabilidade de uma gangorra, em que dois pesos iguais se equilibram quando estão à mesma distância do ponto de apoio.

  2. Assimétrico – ou informal – se obtém dispondo objetos desiguais, de força de atração diferentes, à distância diferentes de um eixo central. Dois pesos pequenos podem equilibrar um peso grande. É mais variado e dinâmico. Na decoração moderna usa-se muitas vezes o desequilíbrio para dar ênfase à peça.

Ritmo


1 – O movimento rítmico é mais fácil de se obter, consiste na repetição gradativa de uma linha ou forma, a intervalos regulares e irregulares, porém não muito afastados.

Centro de interesse


Ponto focal – é um ponto principal, centro de maior atração, que estimula o interesse. Deve-se acentuar determinadas formas, linhas e cores, para que o mais importante domine no conjunto.

Contraste


É um grande fator de equilíbrio, já que a vista é atraída por algo inesperado ou em choque com o restante do conjunto. Um espaço inexpressivo pode adquirir maior importância e peso. A cor é um excelente elemento de contraste.

Predominância


1 – Unidade – Dificilmente se pode obter unidade com apenas um tipo linear, sendo necessário fazer uso de horizontes, verticais e curvas. O destaque se consegue pela predominação de uma determinada linha, determinada forma, cor ou textura. Fatores:

  • Organização da forma e do espaço, condicionada pelo estudo da proporção espacial.

  • Estudo das leis de simetria e assimetria

  • Aplicação das leis de equilíbrio e compensação de massas

  • Estudo da forma

  • Aplicação de esquemas tradicionais de composição

2 – Variedade – Quando existe variedade dentro da unidade, o espectador se sente mais atraído pelo conjunto.

A perfeita combinação de unidade, variedade, centro de interesse, cria uma das qualidades mais representativas na arte de compor: o RITMO.

Textura


É a qualidade áspera ou lisa, suave ou rugosa, opaca ou brilhante de uma superfície.

1 – Superfície – Todo elemento material possui uma qualidade textural que influi na sua cor. A superfície suave faz com que a cor pareça mais clara, a áspera: escurece a cor, a brilhante: reflete a luz e a superfície fosca absorve a luz.

2 – Contraste – As texturas ásperas contrastam com as suaves e deverão ser combinadas de maneira que harmonizem com os elementos contíguos. A escolha da textura deverá estar de acordo com o caráter desejado.

Harmonia


A harmonia se baseia na unidade e na variedade. Unificam-se todos os fatores para que o conjunto forme uma organização coerente e harmônica. Leva-se em consideração tudo o que foi estudado até aqui, juntando-se tudo com uma boa idéia e muito gosto.

SINGULARIDADE / JUSTAPOSIÇÃO


A singularidade consiste em centrar a composição num tema ilhado e independente, que não conte com o apoio de nenhum outro estímulo visual, seja particular ou geral. A justaposição é a expressão da interação de estímulos visuais e ativando a comparação relacional.



Figura 1

  • O espelho deve ocupar uma parede de destaque, No caso de coleção de pequenos espelhos antigos, é melhor colocar no quarto ou em ambientes femininos.

  • Não é recomendável misturar - se numa só parede telas a óleo e quadros com vidros

  • As coleções de relógios devem ficar no living Já as de armas antigas, no escritório (pôr ser um ambiente masculino). No caso de um só relógio, o local é a sala de jantar~

  • Telas com caçadas também ocupam um lugar nos escritórios quadros de santos são próprios para quartos.

  • Objetos de valor apenas estimativo devem ficar restritos às áreas íntimas e jamais no living (trabalhos de crianças, souvenirs de viagens, lembranças de família), Diplomas só no escritório,

  • Na mesa de jantar, o tradicional centro de mesa e castiçais sempre são bem vindos s, podendo numa ambientação mais moderna o centro pode ser deslocado para um lado e os castiçais para o outro Velas decorativas sempre deverão Ter as pontas queimadas.

  • O centro da mesa deverá Ter formato diferente da própria mesa (mesa oval, centro quadrado); (mesa retangular, centro redondo) etc,

  • Os metais não devem ser misturados numa mesma peça, embora possam conviver no mesmo ambiente, a prata,o cobre, o ferro, latão e o estanho,

  • Em ambientes de estilo, o que há de mais nobre é: prata de lei, o estanho e o cristal. Nos ambientes rústicos, a cerâmica crua ou esmaltada e o ferra vão muito bem.

  • Imagens antigas em madeira entalhada ficam lindos na área social.

  • Composição de parede: deve - se considerar a quantidade de peças (quadros); o formato da parede; a harmonia de tamanhos; os tipos de molduras,

Quadros


Distribuir quadros pela parede requer, antes de tudo sensibilidade, algumas dicas e truques, conseguimos um ótimo resultado,

Alinhe sempre pôr baixo ou pôr cima, para que os quadros não fiquem flutuando soltos na parede.

Imagine uma forma geométrica grande - um retângulo ou um triângulo – e encaixe os quadros dentro, mesmo que eles tenham tamanhos e formas diversas dentro da composição.



Figura 2

Se o quadro for muito grande, deixe - o sozinho, Mas tome cuidado para não centralizá - lo em cima do sofá ou da cama, Ele perde o charme,

Nunca pendure em escadinha. Tente sempre uma forma diferente,

Colocar pequenos quadros ao redor de um grande também é uma boa composição, Combine cores motivos e tipos de molduras para conseguir harmonia no visual da parede.



Contorno de uma figura imaginária



Centralizados por uma linha imaginária

Pela linha horizontal superior

Pela linha horizontal inferior

Linha imaginária vertical

Quadros sobre móveis


Os quadros acima de sofá devemos deixar 30 cm de distância entre o móvel e a base dos quadros Ao compor arranjos com muitos elementos, usamos as técnicas de manchas (agrupamentos), que podem ser homogêneas ou heterogêneas (manchas homogêneas - todas em molduras semelhantes), (manchas heterogêneas – usa-se de tudo, desde quadros a óleo, aquarelas, carvão, objetos, etc.)

Observação:

Nunca disponha quadros em triângulo invertido.

Tendências do momento:

Aquarelas

Quadros originais a óleo

Desenhos a grafite ou bico de pena

Gravuras assinadas

Itens que mais valorizam no mundo:


  • Selos raros

  • Tapetes orientais

  • Platina

  • Telas, esculturas (artes plásticas em geral).

Acessórios nobres podem freqüentar uma decoração informal e rústica , Já os acessórios rústicos jamais entram numa decoração de estilo

Dicas para moldurar quadros:



Certo:

  1. Emoldurar pinturas a óleo com armação dourada ou com canaleta fina de madeira, arrematada ou não pôr passe – partout.

  2. Pinturas de estilo moderno com molduras de madeira natural ou pintadas com tinta fosca.

  3. Passe - partout com a mesma medida na base,margens lateral e superior. Em geral a largura padrão, é de 5a 6 cm Uma pintura que ocupe todo o papel ou tela pode Ter passe - partout mais largo Se houver muito espaço em branco, é aconselhável que ele seja mais estreito.

Errado:

  1. Molduras que não acompanham o estilo da pintura.

  2. Colocar vidro sobre pinturas a óleo.

  3. Ter um passe - partout, com larguras diferentes na base, margens superior e lateral, E um recurso fora de uso, independente do formato do quadro.

SEQUENCIALIDADE/ALEATORIEDADE


Uma disposição seqüencial no desenho esta baseada na resposta compositiva a um plano de apresentação que se dispõe numa ordem lógica, uma série de coisas dispostas segundo um esquema ritmo. A técnica aleatória dá a impressão de uma falta de plano, de uma desorganização planificada ou de uma apresentação acidental da informação.



Figura 3

AGUDEZA/DIFUSIDADE


A agudeza está intimamente ligada à claridade do estado físico e a claridade de expressão. O efeito é nítido e fácil de se interpretar. A difusidade é branda, não aspira tanto à precisão, mas é mais sentimento e calor.



Figura 4

SUTILEZA/AUDÁCIA


A sutileza é a técnica que recorre à obviedade ou à energia de propósito. É uma técnica refinada e delicada. A audácia é o uso de atrevimento, segurança e confiança em sim mesmo, cujo objetivo é conseguir uma viabilidade ótica.



Figura 5

NEUTRALIDADE/ACENTUAÇÃO


Uma declaração visual limpa e vazia, às vezes é mais eficaz para vencer a resistência do observador que algo provocador. A atmosfera da neutralidade é perfurada em um ponto pela acentuação, que consiste em realçar intensamente uma só coisa contra o fundo uniforme.



Figura 6

TANSPARÊNCIA/OPACIDADE


A transparência implica em detalhe visual através do qual é possível ver o modo que o que esta atrás é percebido pelo olho. A opacidade é exatamente o contrário, o bloqueio e a ocultação de elementos.



Figura 7

EQUILÍBRIO/INSTABILIDADE


Sua importância fundamental se embasa no funcionamento da percepção humana e na intensa necessidade de equilíbrio. O equilíbrio é uma estratégia de desenho na qual há um centro de gravidade, meio caminho entre dois pesos. A instabilidade é a seqüência de equilíbrio, torna-se provocadora e inquietante.



Figura 8

SIMETRIA/ASSIMETRIA


A simetria é o equilíbrio axial onde cada unidade situada a um lado da linha central corresponde a outra no outro lado. O equilíbrio na assimetria é conseguido através da variação de elementos e posições, de maneira que se equilibrem os pesos.



Figura 9

REGULARIDADE/IRREGULARIDADE


A regularidade no desenho consiste em favorecer a uniformidade dos elementos, o desenvolvimento de uma ordem baseada em algum principio. A irregularidade realça o inesperado, sem ajustar-se a um plano decifrável.



Figura 10

RETICÊNCIA/EXAGERO


Reticência é a aproximação comedida, que persegue uma resposta máxima de espectador ante elementos mínimos. O exagero recorre a angulosidade, mostrando a expressão muito mais além da verdade para intensificar e ampliar a mensagem.



Figura 11

PREVISIBILIDADE/ESPONTANEIDADE


A previsibilidade sugere uma ordem ou plano muito convencional. Seja através da experiência, observação ou da razão, se prevê de n o que será toda a mensagem visual, baseando-se no mínimo de informação. A espontaneidade se caracteriza por uma falta aparente de plano. É uma técnica de grande carga emotiva e impulsiva.



Figura 12

ATIVIDADE/PASSIVIDADE


A atividade como técnica visual reflete o motivo mediante a representação ou a sugestão. É a postura enérgica e viva, enquanto a representação estática, passiva, produz, mediante um equilíbrio absoluto, um efeito de repouso.



Figura 13

SIMPLICIDADE/COMPLEXIDADE


A técnica visual da simplicidade impõe o caráter direto e simples da forma elementar, livre de complicações ou elaborações secundárias. A complexidade já implica numa composição visual, devido à presença de numerosas unidades e forças elementares, que dá lugar a um difícil processo de organização da significado.



Figura 14

UNIDADE/FRAGMENTAÇÃO


A unidade é um equilíbrio adequado de elementos diversos numa totalidade que é perceptível visualmente. A coleção de numerosas unidades deve entrosar-se tão perfeitamente que se perceba e considere como um objeto único. A fragmentação é a composição com partes de elementos e unidades, que se relacionam entre si, mas conservam seu caráter individual.



Figura 15

ECONOMIA/PROFUSÃO


A presença de unidades mínimas de meios visuais é típica da técnica da economia, que é uma ordenação visual límpida, e a profusão esta carregada e adicionada de detalhes ornamentações. A economia é pura e pobre, a profusão é poderosa e rica.



Figura 16

PAISAGISMO

FENG SHUÍ


O FENG SHUÍ é um sistema chinês milenar que utiliza cores, meditação, visualização e disposição dos elementos de uma casa para trazer bem estar e prosperidade para a vida.

O objetivo principal da prática do feng shuí é colocar em harmonia um ambiente para que ele seja benéfico ao homem.

A primeira prática do feng shuí está relacionada com a energia vital, com a qual nenhum ser vivo sobrevive sem ser nutrido por ela.

Para os chineses, esta energia é chamada de c’hi, que significa “sopro do dragão”.

Esta energia cósmica é absorvida por um relevo geográfico que pode ser um morro, o topo de um prédio ou de uma casa, entrando em alta velocidade pela porta principal, que é a boca da casa. Ela vem com uma memória e por isso é importante a utilização de um Ba-guá.

Para entender melhor, o Ba-guá, também conhecido como Pa-ka originou-se baseado nos trigramas do I Ching.

No Feng shuí estes trigramas são colocados na entrada da porta para purificar o “sopro do dragão”, e de acordo com a posição dos móveis da casa, é possível fazer com que o vento circule por todo o local sinuosamente. Portanto, uma janela localizada em frente à entrada principal faria com que esta energia vital fosse embora sem nutrir a casa.

Já a segunda prática do feng-shuí esta ligada à simbologia de objetos colocados em um ambiente.

Em chinês feng significa água e shuí significa vento. A água pode ser representada por uma fonte ou um aquário que traz prosperidade em abundancia.

Para que o vento circunde toda casa, a posição dos móveis ou objetos devem seguir um padrão. Eles devem ser dispostos em forma de U, olhando pela porta da sala. Isso causa uma sensação visual de aconchego para as visitas que entram.


Os cinco elementos


As cores utilizadas no local também influenciam bastante, pois são elas que vão representar o ciclo produtivo ou destrutivo do ambiente. Estes ciclos são compostos por cinco elementos – O FOGO, que cria a terra, a TERRA que gera o metal que cria a água, a ÁGUA que brota a madeira, e a MADEIRA que elimina o fogo.

São esses elementos que integram no c’hi, portanto devem ser colocados em sintonia produtiva dentro de uma casa.

O vermelho ou qualquer cor que tenha essa pigmentação é o fogo, o amarelo é a terra, o metal é representado pela cor branca ou metálica como dourado e prateado, a água é simbolizada pelas cores preto e azul-escuro, e o elemento madeira pelas cores azul claro e verde. Quando se coloca essas cores em harmonia e os móveis em boa distribuição, faz-se com que esse c’hi circule pela casa beneficamente, alimentando os habitantes do local com saúde, prosperidade, abundancia e sucesso.

Função das plantas no feng shuí


As plantas significam energia vital e saúde, representando o elemento madeira.

Dependendo da espécie de vegetação que se utiliza em um ambiente é possível ter várias simbologias como dinheiro, sucesso e autoridade. As plantas também servem para representar os quatros animais sagrados que são: dragão, tigre e fênix, todos com seus significados.

DRAGÃO – representa a diplomacia, a conexão com o céu, o conhecimento, a sabedoria e a fidelidade.

TIGRE – simboliza a ação, o trabalho e o dinheiro.

TARTARUGA – significa proteção.

FÊNIX –vai estar à frente, no horizonte e por isso representam o futuro, as metas a seguir;

Quando não se tem um relevo geográfico satisfatório em uma cidade por exemplo, pode-se utilizar o jardim para projeta-lo através do formato e dos tipos de plantas e pedras escolhidas para simbolizar estes animais sagrados.

Desta forma, paisagismo no feng shui serve para simbolizar os quatros animais sagrados e , dependendo das espécies utilizadas no jardim, funciona para nutri algo dentro da casa.

A área externa influencia na interna. Isso significa que um jardim projetado de acordo com as normas de feng shuí, fará com que o c’hi entre pela porta principal trazendo uma memória com filtro e programação satisfatória e benéfica, direcionada para os habitantes da casa.

As flores


Entre as flores consideradas mais importantes no feng shuí estão o crisântemo, a flor-de-lótus, a magnólia branca, a orquídea, a peônia.

Cada uma das espécies possui um significado e todas trazem inúmeros benefícios quando são plantadas no local correto dentro de um jardim.

CRISÂNTEMO – origina’ria da China, esta espécie representa conforto e felicidade, mas esta relacionada com nobreza e força de caráter.

FLOR-DE-LÓTUS – simboliza paz, tranqüilidade, pureza, crescimento espiritual e criatividade.

MAGNÓLIA BRANCA –no feng shuí esta planta representa pureza, verdade e feminilidade.

ORQUÍDEA – pode representar o bom gosto e a feminilidade.

PEÔNIA – símbolo da riqueza, do amor, da honra e prosperidade.

Como pode ser praticado no paisagismo


Atualmente o feng shuí é uma prática que envolve diversos setores de atuação como arquitetura planejamento urbano, geografia, astrologia, psicologia ambiental, paisagismo, entre muitos outros.

Contudo, para ser aplicado da maneira correta, é muito importante que o profissional faça antes de tudo: um curso apropriado e com pessoas competentes que realmente tenham um vasto conhecimento sobre as técnicas desta arte-ciência.

Para que seja aplicado no paisagismo, mais especificamente em jardim externo, o cuidado deve ser redobrado, porque o profissional deve conhecer a fundo, a simbologia de cada planta específica para o feng shuí, já que ele é muito importante no jardim.

Não é apenas em residências que o feng shuí pode ser utilizado, o paisagismo no feng shuí urbanístico é fundamental.

Através de uma praça pode-se atingir um bairro inteiro em que se faz uma programação do inconsciente coletivo, de acordo com as espécies vegetais utilizadas, visando a paz, a não violência e a ação de boa vizinhança, por isso é importantíssimo o paisagismo nas escolas.

Sendo assim, toda a escola deveria ter um paisagismo projetado no feng shuí para abrir a concentração e a conciência do cuidado através das cores, flores, etc.

É importante ressaltar que não há limites para os tipos de jardins que podem ser planejados através desta prática já utilizada mundialmente com sucesso.

Um jardim de ervas, por exemplos, como suas cores, sabores e aromas, podem criar grande quantidade de c’hi para o ambiente.

Formas sinuosas das árvores, caminhos sinuosos, são formas do dragão e propiciam o bem estar das pessoas.

A harmonia dos orientais e o bem estarem deve-se em grande parte a prática do feng shuí.





Figura 17

EXERCÍCIOS DE COMPOSIÇÃO


Criar uma composição tridimensional espacial para um provável cliente.

1º) Desenvolver um elenco de possibilidade / necessidade impostas por seu cliente.

2º) Corte uma cartolina de formato A3 como na figura 1.

3º) Separe alguns elementos que possam representar o mobiliário (caixa de fósforos, borracha, tampa de garrafa, etc)...)

4º) Recorte algumas para servir de quadro.

5º) Reunir todos estes elementos com a intenção criar a composição exigida por se cliente.

6º) Produzir um desenho de observação deste modelo destacando todos seus elementos compositivos.


PROJETO


CORTE: Observe o aproveitamento do declive em patamares. A casa acompanha a irregularidade, indo da entrada, ao nível da rua, até os jardins, nos fundos.

PLANTA TÉRREA: Neste pavimento, ao nível da rua, fica o hall de entrada que leva às salas de estar e lareira em desnível, ao jantar, ao lavabo, à sala de almoço e a cozinha. Os terraços coberto e descoberto dão vista para o lazer.

1 Hall

2 Jantar


3 Estar

4 Lareira

5 Labado

6 Sala almoço

7 Cozinha

8 Terraço coberto

9 Terraço descoberto 73.00m2

10 Sala íntima 29.90m2

11 Banheiro 4.10m2

12 Banheiro 3.40m2

13 Quarto 11.60m2

14 Quarto 15.40m2

Área construída 280.00m2

PLANTA SUPERIOR: Este andar é, reservados as ala íntima e de lazer. As duas suítes e dois quartos servidos por banheiros se organizam em torno da seleta de descanso. Ela conduz à área da piscina com churrasqueira e jardins.





Figura 18






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