Claudia márcia jacynto



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CLÁUDIA MÁRCIA DE AZEVEDO JACYNTHO

PREVALÊNCIA DE LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA ANAL EM MULHERES COM LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA GENITAL



TESE DE DOUTORADO

ORIENTADOR: PROF. DR. PAULO CÉSAR GIRALDO



UNICAMP

2005

CLÁUDIA MÁRCIA DE AZEVEDO JACYNTHO



PREVALÊNCIA DE LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA ANAL EM MULHERES COM LESÃO INTRA-EPITELIAL ESCAMOSA GENITAL

Tese de Doutorado apresentada à Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do Título de Doutor em Tocoginecologia, área de Tocoginecologia.


ORIENTADOR: PROF. DR. PAULO CÉSAR GIRALDO


UNICAMP

2005

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA

BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS

UNICAMP





BANCA EXAMINADORA DA TESE DE DOUTORADO




Aluno: CLAUDIA MÁRCIA DE AZEVEDO JACYNTHO

Orientador: Prof. Dr. PAULO CÉSAR GIRALDO





Membros:

1.

2.

3.

4.

5.

Curso de Pós-Graduação em Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas




Data: XX/XX/2005




Estrutura da Tese

Esta tese está sendo apresentada no formato alternativo de disponibilização de dissertações de mestrado e teses de doutorado na UNICAMP e de acordo com o disposto em “Normas, procedimentos e orientações para publicação de dissertações e teses da Faculdade de Ciências Médicas” (2005).

Inclui uma introdução sobre o tema, os objetivos da tese, um artigo publicado em forma de Nota Prévia e dois artigos originais submetidos às revistas “Annales de Dermathologie et Vénéréologie” e The Journal of Infectious Diseases (JID), com a descrição dos métodos e resultados obtidos – e, por fim, uma discussão geral e os anexos. No anexo, foram incluídos os modelo de questionário para as pacientes e os consentimentos informados.

As etapas e experimentos necessários ao desenvolvimento desta pesquisa foram realizados nos seguintes locais:



  1. Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro – (HSE-RJ)

  2. Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM/UNICAMP)

  3. Hospital Nossa Senhora da Saúde – Universidade Souza Marques.

Sumário

Símbolos, Siglas e Abreviaturas




AIN

Anal Intra-epithelial Neoplasia

ASIL

Anal Squamous Intra-epithelial Lesion

CAISM

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher

CIN

Cervical Intra-epithelial Neoplasia

DNA

Desoxiribonucleic Nuclear Acid

GC

Grupo-controle

GE

Grupo-estudo

GIN

Genital Intra-epithelial Neoplasia

GSIL

Genital Squamous Intra-epithelial Lesion

HG-ASIL

High Grade Anal Squamous Intra-epithelial Lesion

HG-GSIL

High Grade Genital Squamous Intra-epithelial Lesion

HIV

Human Imunodeficience Virus

HNSS-USM

Hospital Nossa Senhora da Saúde – Universidade Souza Marques

HPV

Human Papillomavirus

HSE-RJ-MS

Hospital dos Servidores do Estado - Rio de Janeiro – Ministério da Saúde

IC

Intervalo de Confiança

LG-ASIL

Low Grade Anal Squamous Intra-epithelial Lesion

LG-GSIL

Low Grade Genital Squamous Intra-epithelial Lesion

PaIN

Perianal Intra-epithelial Neoplasia

RP

Razão de Prevalência

UNICAMP

Universidade Estadual de Campinas

VaIN

Vaginal Intra-epithelial Neoplasia

VIN


Vulvar Intra-epithelial Neoplasia

Resumo


A lesão escamosa intra-epitelial anal (ASIL) vem aumentando significativamente sua incidência nos últimos anos em pacientes masculinos com infecção pelo vírus da imunodeficiência adquirida humana (HIV) e mais recentemente, em mulheres HIV positivas. Não se sabe, entretanto, se ASIL poderia estar em processo concomitante de crescimento em mulheres portadoras de lesões escamosas intra-epiteliais genitais (GSIL), independentemente da positividade para o HIV ou outros estados imunossupressivos. O objetivo dessa pesquisa foi verificar a prevalência de ASIL em mulheres com GSIL, utilizando anuscopia e histopatologia. Trata-se de estudo de corte transversal observacional que comparou 211 mulheres com GSIL, cujo diagnóstico foi firmado por citopatologia, colposcopia e histopatologia, com outras 80 mulheres com exames citocolposcópicos normais, que foram assistidas no Ambulatório de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia do Hospital dos Servidores do Estado do Rio do Janeiro – Ministério da Saúde, no Ambulatório de Infecções Genitais do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher do Departamento de Tocoginecologia da UNICAMP e no Ambulatório de Colposcopia do Hospital Nossa Senhora da Saúde - Rio de Janeiro. Após anamnese dirigida foi realizado exame clínico geral, ginecológico e colposcópico. Foram também colhidas células esfoliadas do ânus para estudo citopatológico e realizadas anuscopias de alta resolução usando-se soluções contrastantes de ácido acético a 2% e de lugol. Biópsias com estudo histopatológico foram realizadas quando existiram lesões. Para a análise estatística foram empregados testes de qui-quadrado ou exato de Fisher, a fim de estabelecer possíveis diferenças entre os grupos estudados. Empregou-se análise bi e multivariada com regressão logística passo a passo para identificar fatores associados. O estudo teve a duração de 36 meses. Observou-se 19,5% de ASIL no grupo de mulheres com GSIL, ao passo que no grupo de comparação, a prevalência de ASIL foi 2,5%. As ASIL de alto grau foram somente observadas no grupo-estudo, com 4,3% de prevalência. A persistência das GSIL mostrou-se um fator de associação com a presença de ASIL. A multicentricidade de GSIL também se mostrou um fator relacionado à presença de ASIL, com RP=13,14(2.73, 63.30). Concluiu-se que o grupo de mulheres com GSIL persistente e/ou multicêntrica apresentou significativa associação com ASIL.
Summary

Anal squamous intra-epithelial lesion (ASIL) has been significantly increased in the last decades, mainly among HIV positive population. It´s important to define other risk groups for ASIL, like genital squamous intra-epithelial lesion (GSIL) positive women. The goal of this study was to verify ASIL prevalence in women with GSIL, by anoscopy and histopathology. In this descriptive cross-sectional study, 291 women were evaluated. They answered a questionary and were submitted to a clinical exam, including anoscopy and biopsies if anal lesions were seen. It was a comparative study among 211 GSIL positive women, confirmed by cytology, colposcopy and histopatology and 80 GSIL negative women, confirmed by two consecutives normal pap smears and normal colposcopy. This study was performed at Servidores do Estado do Rio de Janeiro Hospital-Department of Colposcopy; Women’s Health Center of the State University of Campinas- UNICAMP-Department of Genital Infectious Diseases and Nossa Senhora da Saúde Hospital - Souza Marques University/Rio de Janeiro-Department of Colposcopy. The ASIL prevalence in the two groups was compared using prevalence ratio, calculated with 95% confidence interval, p-value and stepwise logistic regression analysis. Comparing ASIL prevalence in the two groups, 19.5% ASIL in the GSIL positive group and 2.5% in the other. All of high grade ASIL were only observed in the GSIL positive group (4.3%). The persistence of GSIL was associated with ASIL. The multicentric GSIL was also related to ASIL, with RP=13.14(2.73, 63.30). In conclusion, persistent and multicentric GSIL showed significative association with ASIL.



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