Cadastrado: Adriana Fonseca Borges


- Cirurgia ortognática: apresentação de caso clínico



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173 - Cirurgia ortognática: apresentação de caso clínico

Paulo Zupelari Gonçalves, Renato Yassutaka Faria Yaedú, Osny Ferreira Junior, Paulo Zupelari Gonçalves, Joel Santiago Ferreira Junior, Eduardo Sant’Ana

Paciente do sexo feminino de 17 anos que apresentava caso de prognatismo e laterognatismo mandibular. Foi-se feito o Diagnóstico de Planejamento através de medidas cefalométricas analisando-se os pontos de referencia estético-funcionais do esqueleto e do contorno tecidual, e classificou-se a paciente como Classe III – Cirurgia Ortognática/Ortodontia - segundo método de ARNETT, G. W. O Planejamento Cirúrgico constituiu-se de tratamento ortodôntico prévio, anamnése, análise facial, confecção de modelo de estudo, relação e posição das ATMs, e documentação como radiografias e fotos da paciente. Para a determinação do padrão de beleza utilizou-se o trabalho “Avaliação do Padrão de Normalidade do Perfil Facial em Pacientes Brasileiros Leucodermas com o Norte Americano” - Professor Dr. Eduardo Sant’Ana (Cirurgia/Faculdade de Odontologia de Bauru – USP). As correções predictivas foram determinadas com o auxílio do softwear Dolphin 9.0. A paciente foi submetida às osteotomias mandibulares segundo a técnica “Osteotomia Sagital do Ramo”, possibilitando a movimentação do corpo da mandíbula para posição posterior e reajuste da linha média através de rotação mandibular. O caso teve proservação de 5 anos e mostrou-se satisfatório, restabelecendo o padrão estético e funcional da paciente. Palavras-chave: Odontologia; cirurgia; mandíbula.
174 - Análise histomorfométrica da reparação óssea em tíbia de ratos castrados com osteoporose submetidos ao efeito do alendronato sódico

Pedro Vicente Neto, Camila Aparecida Preccaro, Eleny Balducci Roslindo

O objetivo do trabalho foi avaliar através da análise histomorfométrica o efeito do alendronato sódico (AS), utilizado para tratamento da osteoporose na reparação óssea em tíbias de ratos submetidos à castração e a defeito ósseo na tíbia direita. Os ratos tratados receberam uma injeção subcutânea de AS, na dose de 0,7mg/kg, diluído em solução salina uma vez por semana e os controles, o mesmo volume em salina. Aos 16, 30 e 44 dias após a aplicação da primeira dose do AS, os animais foram sacrificados, as tíbias direitas removidas e processadas para análise histomorfométrica. A densidade volumétrica foi estimada por um método de contagem diferencial de pontos, em imagens histológicas analisadas ao microscópio munido de uma ocular (10X) contendo um retículo com 25 pontos eqüidistantes totalizando 100 pontos para cada animal analisado. Com base nos resultados concluiu-se que o AS estimulou a formação óssea em todos os períodos observados de maneira progressiva, o processo de reparação óssea foi mais significante nos períodos de 16 e 30 dias e a castração dos animais, com diminuição do hormônio Testosterona, não influenciou significativamente no processo de reparação óssea entre os grupos controle e tratado com administração do medicamento. Palavras-chave'> Palavras-chave: Alendronato sódico; castração; reparação óssea.
175 - Lâmpadas fluorescentes – descarte correto do resíduo de mercúrio

Rafael Hideki Kojima, Bruno de Oliveira Espindula, Guilherme Henrique da Silva, Sabrina Alessandra Rodrigues, Elaine Maria Sgavioli Massucato, Eleny Balducci Roslindo, Luís Geraldo Vaz

A necessidade de dar um destino adequado aos resíduos tóxicos e a preocupação com a contaminação do meio ambiente e dos lençóis freáticos são aspectos que já vêm sendo discutidos há vários anos. A proposta desse projeto de extensão é estudar o destino final das lâmpadas fluorescentes e o conseqüente destino final dos resíduos de mercúrio. As lâmpadas fluorescentes, quando descartadas, não devem ser quebradas e encaminhadas para os aterros sanitários, mas sim para centros de descontaminação ou devem ser armazenadas em containers, pois contém mercúrio, único metal que se volatiliza à temperatura ambiente e que pode provocar sérios problemas de contaminação ao homem e à natureza. Em termos de eficiência, as lâmpadas contendo mercúrio são mais vantajosas do que as incandescentes, pois possuem uma vida útil de 4 a 15 vezes mais longa e proporcionam uma redução no consumo de energia na ordem de 80%. Isso faz com que as lâmpadas contendo mercúrio contribuam para a minimização da geração de resíduos. Convém ressaltar a importância da presença do mercúrio nessas lâmpadas, pois átomos desse metal são ionizados após descarga elétrica provocada pelo filamento. Ao voltarem ao seu estado de equilíbrio, os átomos emitem radiação ultravioleta que entra em contato com o tubo de vidro recoberto de pó fluorescente, gera luz visível. Palavras-chave: Mercúrio; resíduos; lâmpadas.
176 - Influência do silicone laboratorial na adaptação dimensional das bases de prótese total superior

Rafael Leonardo Xediek Consani, Marcelo Ferraz Mesquita, Lourenço Correr Sobrinho, Guilherme Elias Pessanha Henriques, Mauro Antônio de Arruda Nóbilo


O objetivo foi verificar o efeito do silicone laboratorial na adaptação da base de prótese total superior, confeccionada com resina Clássico. Vinte conjuntos modelo de gesso-base de cera foram separados em 2 grupos(n=10), incluídos em muflas, conforme os grupos: 1-Gesso pedra sobre a base de cera, prensagem, fixação da mufla com dispositivo RS e polimerização; 2-Silicone laboratorial sobre a base de cera, prensagem, fixação da mufla com dispositivo RS e polimerização. A polimerização foi a 74ºC por 9 horas. Após o esfriamento, as bases foram fixadas nos modelos com adesivo. O conjunto foi seccionado transversalmente nas regiões correspondentes à distal dos caninos(A), mesial dos primeiros pré-molares(B) e palatina posterior(C). A adaptação da base ao modelo foi mensurada em 5 pontos para cada secção, com microscópio (0,0005mm). Os resultados independente dos fatores foram: gesso 0,173mm e silicone 0,159mm. Nas regiões: A(gesso 0,121mm e silicone 0,123mm); B(gesso 0,170mm e silicone 0,153mm) e C(gesso 0,227mm e silicone 0,202mm). Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey (5%). A melhor adaptação da base ao modelo foi obtida com a muralha de silicone. Na comparação entre regiões, com exceção da C, nas demais os valores foram sem diferença estatística significativa. Palavras-chave: Silicone; adaptação; prótese total.
177 - Utilização de matriz oclusal de compósito temporário em procedimentos restauradores diretos

Regis Henkel Scheffel, Hérica Adad Ricci, Indri Nogueira, Elisa Maria Aparecida Giro, Josimeri Hebling

A reprodução da morfologia oclusal, tanto de dentes decíduos como de permanentes, é bastante complexa, principalmente quando realizada diretamente na cavidade bucal. Quando possível, como no caso de lesões de cárie oculta, a técnica da matriz oclusal é uma alternativa interessante por reproduzir de forma fiel as características anatômicas da superfície, além de facilitar o posterior ajuste oclusal. Este trabalho tem como objetivo relatar dois casos clínicos realizados com a técnica da matriz oclusal utilizando um compósito temporário. Em ambos os casos, os dentes apresentavam lesões ocultas de cárie e portanto, a superfície oclusal praticamente preservada. Após profilaxia e isolamento absoluto, as superficies oclusais foram replicadas com um compósito temporário, e a matriz obtida foi utilizada para definir a anatomia final das restaurações. Pôde ser concluído que, por simplificar as etapas de escultura, acabamento e polimento, e consequentemente reduzir o tempo clínico, essa técnica mostrou-se bastante eficaz, principalmente em odontopediatria onde o tempo de atendimento clínico deve, sempre que possível, ser reduzido, o que é desfavorável para uma boa escultura anatômica. Palavras-chave: Compósito; cimento de ionômero de vidro; restauração direta.
178 - Enfoque psicológico e cirúrgico no tratamento de anomalias dentárias: postura do odontopediatra

Renata Geraldes Graziani Caruso, Elisa Maria Aparecida Giro, Caio Sérgio Botta Martins de Oliveira, Ana Luísa Botta Martins de Oliveira, Camila Fávero de Oliveira, Fábio César Braga de Abreu-e-Lima

Em Odontopediatria a cirurgia oral obedece aos mesmos princípios técnicos usados para os adultos, com algumas modificações relacionadas à fase de crescimento e desenvolvimento da criança. Fatores como o tamanho da cavidade bucal, localização do nervo alveolar inferior, quantidade, tipo e forma de aplicação do anestésico local, devem ser observados. Além disso, a imaturidade psicológica do paciente infantil é um fator importante a ser considerado pelo odontopediatra no momento da cirurgia. Algumas anomalias detectadas na infância, tais como as dilacerações radiculares, dentes supranumerários ou ainda as anquiloses dentárias, são comumente associadas à ausência de erupção de um dente permanente. Diante do exposto, cabe salientar que a avaliação radiográfica, uma anamnese detalhada e o exame clínico minucioso são fundamentais para o diagnóstico e a determinação do plano de tratamento mais adequado. O presente trabalho tem como objetivo abordar os principais aspectos clínicos e psicológicos da cirurgia em Odontopediatria, ilustrando com três casos clínicos, além de ressaltar as complicações e conseqüências da permanência dessas alterações na cavidade bucal da criança. Palavras-chave: Cirurgia; anomalia dentária; odontopediatria.
179 - Programa de higienização à pacientes com fissura lábiopalatal do HRAC-USP (higienização,escovação,prevenção)

Renato César Sanzer Simões, Angela Xavier, Sabrina Pulsato Merlini, Tais Pimentel, RicardoPianta Rodrigues da Silva, José Roberto de Magalhães Bastos

O objetivo deste trabalho é apresentaras experiências do setor de higienização do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de S.P. no atendimento de pacientes com fissuras labiopalatal e deformidades craniofaciais.O setor de higienização atende em média265 pacientes/mes.O setor conta com tres pias,duas em altura normal e uma rebaixada,possui macro modelos,modelos de gesso com aparelhos ortodônticos instalados, folders e cartazes educativos.Os procedimentos realizados no setor são:orientação de higiene bucal, evidenciação de placa,escovação supervisionada e bochecho com solução fluoretada.Assim que o paciente chega ao setor ele recebe orientação sobre higiene bucal e depois é feita evidenciação de placa bacteriana.Depois de orientadoe ciente de sua condição de higiene,o mesmo é orientado sobre o uso do fio dentalou do passa fio caso utilize aparelho ortodôntico fixo,após é realizada escovação supervisionada,ao final é feito um bochecho com sopução fluoretada a 2%.São realizadoscerca de 247 evidenciações de placa,232escovações supervisionadas,182 bochechos com solução fluoretada, por mes.Concluimos assim que as atividadesrealizadas no setoresão de grandeimportânciapara o paciente pois possibilita a melhor realização dos demais procedimentos realizados no setor odontológico do HRAC-USP.
180 - Efeitos nasais da expansão rápida da maxila em criança com fissura labiopalatina avaliados por rinometria acústica

Ricardo Leão Castilho, AOC Gomes, ACM Sampaio-Teixeira, Omar Gabriel da Silva Filho, Inge Elly Kiemle Trindade

INTRODUÇÃO:A rinometria acústica permite aferir a geometria nasal, possibilitando a análise dos efeitos da expansão rápida da maxila (ERM) sobre as dimensões internas nasais. METODOLOGIA:Paciente de 12 anos, do sexo masculino, com fissura transforame incisivo bilateral reparada, foi submetido ao exame rinométrico (Rinômetro Acústico Eccovision-Hood Laboratories), antes (PRÉ-ERM) e 30 dias após (PÓS-ERM) a ativação do aparelho expansor HYRAX. Foram analisadas as áreas de secção transversa (AST), em cm2, e os volumes (V), em cm3, de dois segmentos: válvula nasal (AST1; V1) e conchas média e inferior (AST2; AST3; V2). RESULTADOS:Os valores resultantes da soma das cavidades direita e esquerda, após aplicação tópica de vasoconstrictor, foram: PRÉ-ERM: AST1=0,71; AST2=1,45; AST3=1,75; V1= 2,79; V2=5,37; e PÓS-ERM: AST1=1,05; AST2=3,12; AST3=4,76; V1=4,07; V2=14,23. CONCLUSÃO:A rinometria acústica demonstrou que, a curto prazo, a ERM provocou aumento das dimensões internas nasais em toda a extensão da cavidade nasal. Palavras-chave: Expansão maxilar; cavidade nasal; rinometria acústica.
181 - Análise morfológica e dimensional de partículas de carga inorgânica de resinas compostas

Roberta Bosso, Sizenando de Toledo Porto-Neto, Thiago Soares Porto, Luiz Rafael Calixto Lima, Daniela Nogueira Silva, Renato Souza Queiroz

Este estudo teve como objetivo avaliar, através de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), a forma, tamanho e distribuição das partículas de carga inorgânica de diferentes resinas compostas e discutir a influência dessas em suas propriedades mecânicas e ópticas. Foram selecionadas resinas compostas com diferentes tipos de carga inorgânica: micropartículas, microhíbridas, ‘condensável’ e nanopartículas. Com o auxílio de uma espátula, incrementos de cada resina foram inseridos no centro de uma lâmina de vidro, e realizada a dissolução da matriz orgânica através da incorporação de um solvente orgânico (acetona) para promover a completa separação da porção orgânica e evidenciação das partículas de carga inorgânica. As amostras foram metalizadas e levadas ao MEV, para proceder a varredura da superfície, possibilitando a análise e registro das partículas através de fotomicrografias. Os resultados evidenciaram diferentes formas e tamanhos de partículas inorgânicas independente do tipo de resina composta. Pode-se concluir que as resinas compostas apresentaram características físicas de forma e tamanho das partículas de carga inorgânica nem sempre coincidindo com as apresentadas pelos fabricantes e comprovada pela literatura. Palavras-chave: Resinas compostas; microscopia eletrônica de varredura; partículas inorgânicas.
182 - Efeito do peróxido de carbamida 10% e peróxido de hidrogênio 7,5% na microdureza do esmalte submetido ao reclareamento

Robson Tetsuo Sasaki, Caroline de Azevedo Silva, Flávia Martão Flório, Roberta Tarkany Basting Höfling



O objetivo foi avaliar o efeito de clareadores de peróxido de carbamida 10% (PL) ou de hidrogênio 7,5% (DW) na microdureza do esmalte submetido ao reclareamento. O grupo controle (CO) permaneceu em solução de saliva artificial. Quarenta e cinco fragmentos foram embutidos, planificados e separados em 3 grupos (n=15). Os clareadores foram aplicados sobre os fragmentos dos grupos PL e DW pelo período de 1 hora e ficaram 23 horas em saliva artificial, num total de 42 dias (clareamento I). Durante 6 meses, todos os fragmentos foram armazenados em saliva artificial, aguardando o reclareamento (clareamento II) por 14 dias. Ensaios de microdureza foram realizados nos tempos baseline, após 14, 28 e 42 dias do início da fase de clareamento I e 14 dias da fase pós-clareamento I. Avaliou-se a microdureza 4 meses após o término do clareamento I, início do clareamento II, 7 e 14 dias após o início do clareamento II. ANOVA e o teste de Tukey (p<0,05) mostraram que o grupo DW apresentou menores valores de microdureza que o grupo CO durante todas as fases, apesar de não haver diferenças entre PL e DW e entre PL e CO. O período entre as fases de clareamento I e II levou a um aumento de microdureza do esmalte, evitando sua diminuição durante o reclareamento. FAPESP 05/55444-4 Palavras-chave: Clareamento; reclareamento; microdureza.
183 - Análise da rugosidade superficial média de materiais restauradores submetidos à ação do Peróxido de Carbamida a 15%
Rodolfo Bruniera Anchieta, Stefan Fiuza de Carvalho Dekon, Cristina Ramos da Silva, Humberto Gennari Filho, Adriana Cristina Zavanelli
Embora o clareamento com gel de Peróxido de Carbamida seja um procedimento seguro para os tecidos moles, este procedimento pode produzir alterações negativas nos materiais restauradores. Este estudo avaliou in vitro o efeito do gel de peróxido de carbamida (PC) a 15% nos materiais restauradores por meio da rugosidade superficial média. Confeccionou-se 10 amostras de cada material restaurador (porcelana, resina composta, ionômero de vidro e amálgama) que foram divididas em 2 subgrupos: controle, que permaneceu imerso em saliva artificial, e experimental, que foi imerso no PC a 15%, n=40. O tratamento consistiu na imersão das amostras em 1cm3 de PC a 15%, por 6h diárias e na saliva artificial no período restante, durante 21 dias. A medida da rugosidade superficial média foi realizada antes e após o tratamento clareador e os valores foram submetidos à Análise de Variância e Teste t de Student (p<0.05). O clareamento com PC a 15% aumentou a rugosidade do ionômero e do amálgama. Já os materiais restauradores porcelana e resina composta não apresentaram alterações significativas. A análise da rugosidade superficial média demonstrou as alterações nos materiais restauradores ionômero de vidro e amálgama causadas pela aplicação do agente clareador. Palavras-chave: Resinas compostas; amálgama dental; porcelana dental.
184 - Facetas Laminadas em IPS Empress. Resultado estético e satisfação aos pacientes
Rodolfo Bruniera Anchieta, Stefan Fiuza de Carvalho Dekon, Cristina Ramos da Silva, Humberto Gennari Filho, Adriana Cristina Zavanelli
As facetas laminadas de porcelana são um importante recurso estético para proporcionar a harmonia do sorriso. Requer uma redução mínima do esmalte vestibular, ou em alguns casos até mesmo nenhum desgaste, preservando, assim, estrutura dental, saúde pulpar e periodontal. A evolução de materiais e técnicas, principalmente em função da possibilidade de adesão entre o esmalte e as facetas de porcelana condicionadas em sua face interna com ácido hidrofluorídrico aliado aos sistemas adesivos permitiram a união mecânica e química tornando o tratamento seguro e confiável. Caso clínico: Paciente , anos, apresentou-se na clínica de Prótese Parcial Fixa da FOA-UNESP queixando-se da aparência de seu sorriso. Após avaliação clínica e radiográfica, foi observada necessidade de substituição das restaurações (11, 12, 21 e 22) insatisfatórias por apresentarem infiltração marginal e alterações cromáticas. Diante do quadro avaliado e considerando sua exigência estética, optou-se pela confecção de facetas com sistema IPS Empress. De acordo com a literatura, o uso de facetas quando criteriosamente indicadas, confeccionadas e cimentadas podem alcançar excelentes resultados. O tratamento realizado foi capaz de devolver a estética, a fonética, o conforto, satisfação para a paciente e saúde à cavidade oral. Palavras-chave: Estética dentária; facetas dentárias; sorriso.
185 - Avaliação microscópica da resposta do tecido subcutâneo de ratos a implantação do Endo CPM Sealer e do clínquer do cimento Portland cinza puro e acrescido com sulfato de cálcio a 2% e 5%

Rodrigo Ricci Vivan, Ivaldo Gomes de Moraes, Ramiro Marcelo Ortiz-Oropeza, Roberto Brandão Garcia, Norberti Bernardineli, Clóvis Monteiro Bramante

Ao longo dos últimos anos têm sido expressivo o interesse pelo estudo do MTA devido as boas propriedades biológicas e fisico-químicas. Da mesma forma houve grande interesse no cimento Portland, pois apresenta composição e desempenho semelhante. Este trabalho teve como objetivo avaliar o comportamento biológico do Endo CPM Sealer e do clínquer do cimento Portland puro e acrescido com sulfato de cálcio (2% e 5%) no tecido subcutâneo de ratos, para analisar as possíveis alterações teciduais. Foram empregados 24 ratos machos da linha Wistar, divididos em três grupos para cada período experimental (15, 30 e 60 dias). Cada animal recebeu quatro tubos de polietileno preenchidos com os cimentos experimentais no tecido subcutâneo da região dorsal. Decorridos os períodos experimentais, os animais foram mortos e os tubos removidos com tecido adjacente para análise microscópica. Os resultados mostraram que o Endo CPM Sealer produziu maior resposta inflamatória mnos períodos de 15 e 60 dias, com diferença estatística significante somente no primeiro período. O clínquer do cimento Portland puro foi o que produziu a menor resposta tecidual inflamatória, em todos os períodos. Todos os materiais avaliados apresentaram-se semelhantes no período de 60 dias
186 - Avaliação radiográfica da obturação radicular de segundos molares inferiores em forma de “C”

Ronald Ordinola Zapata, Roberto Brandão Garcia, Norberti Bernardineli, Ivaldo Gomes de Moraes, Clóvis Monteiro Bramante

O objetivo deste estudo foi descrever as variações radiográficas de canais radiculares em forma de “C” em segundos molares inferiores e observar a qualidade radiográfica da obturação utilizando o sistema Microseal. 23 canais em forma de “C” foram classificados de acordo com características radiográficas pré-estabelecidas em 3 categorias: convergente (tipo I), simétrico (tipo II) e assimétrico (tipo III). Em seguida, os canais foram instrumentados com as limas Protaper e obturados com o sistema Microseal. Cada canal obturado foi radiografado ortorradial e mesiorradialmente e posteriores avaliações foram feitas na zona apical e coronal. O canal foi considerado suficientemente preenchido quando três de quatro avaliadores concordaram com os critérios de boa obturação. Os 23 dentes foram classificados como Tipo I (7 dentes), Tipo II (9 dentes) e tipo III (7dentes). Canais insuficientemente preenchidos nas duas vistas radiográficas foram encontrados na zona coronal: 2 dentes no tipo I, 1 dente no tipo II, e 2 dentes no tipo III. Na zona apical se encontraram obturações insuficientes em: 2 dentes do Tipo I, 1 dente do tipo II e 3 dentes do tipo III. A maior ocorrência de falhas da obturação foi encontrada na zona apical de canais tipo III. Palavras-chave: Anatomia radicular; radiografia dentária; obturação do canal radicular.
187 - Protocolo de obtenção de biomateriais à base de quitosana com diferentes pesos moleculares

Rubens Moreno de Freitas, Rubens Spin Neto, Chaine Pavone, Sérgio Paulo Campana Filho, Márcia Barreto Cardoso, Elcio Marcantonio Junior

O gel de quitosana é um biomaterial obtido da quitina com propriedades reparadoras ósseas. Neste trabalho definimos o protocolo de obtenção de géis de quitosana e cloridrato de quitosana com diferentes pesos moleculares. Em 2 balões volumétricos 5g de quitina foram suspensas em 220ml de sol. de NaOH 40% à temperatura de 115ºC sob agitação por 6 horas para desacetilação. Em um dos balões adicionou-se NaBH4 para obter quitosana de peso molecular maior. Os materiais foram lavados em água destilada, filtrados, secos e suspensos em sol. de ác. acético 1% por 24h. As soluções resultantes foram neutralizadas por adição de NH4OH para precipitação das quitosanas, que foram lavadas com água destilada, secas e depois suspensas em sol. de ác. acético (0,1M), concentração de 20g/L, para obtenção dos géis de quitosana. Para o cloridrato, as quitosanas foram suspensas em sol. de ác. (0,1M), concentração de 20g/L, e dialisadas contra uma sol. de NaCl 0,2M por 3 dias. As amostras obtidas foram liofilizadas para posterior dissolução em água destilada e obtenção do gel. Obteve-se géis de peso molecular 100.000 e 400.000 kDa, pH 6 e viscosidade estável à temperatura de 37ºC. Conclui-se que géis à base de quitosana e cloridrato de quitosana são biomateriais de simples obtenção com potencial para uso clínico. Palavras-chave: Chitosana; biomateriais; quitina.
188 - Esvaziamento do canal incisivo para manutenção do planejamento protético: relato de caso clínico

Rubens Spin-Neto, Lizeti Toledo de Oliveira Ramalho, Wagner Nunes de Paula, Elcio Marcantonio Junior

No planejamento protético reverso em Implantodontia muitas vezes há a necessidade da instalação de implantes sobre estruturas anatômicas importantes como o forame incisivo, e o cirurgião deve conhecer a anatomia e histologia dessas estruturas no intuito de optar pela excisão sem prejuízos ao paciente ou manutenção e re-planejamento protético. No presente caso apresentamos um paciente aonde o planejamento protético indicava que haveria necessidade do esvazimento do canal incisivo para correta instalação de implantes osseointegráveis. Na fase de reabertura após colocação de enxerto ósseo fez-se o esvaziamento do canal incisivo (biópsia do seu conteúdo com curetas e escarificação de suas paredes desde o forame com brocas) e implantes de titânio foram instalados, um deles invadindo o espaço anatômico antes ocupado pelo canal incisivo. Na biópsia observa-se fragmentos da artéria e nervo incisivos, resposáveis pela vascularização e inervação da polpa e periodonto dos dentes anteriores superiores, e que pela anastomose existente com outras estruturas aliada à ausência de dentes na região não são prejudicadas no paciente que sofre o esvaziamento. Conclui-se que tal técnica é viável na Implantodontia já que permite a manutenção do planejamento protético ideal sem prejuízos ao paciente. Palavras-chave: Planejamento; implantes; foramea.




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