Cadastrado: Adriana Fonseca Borges


- Necessário o uso de matriz em perfurações tratadas com MTA?



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156 - Necessário o uso de matriz em perfurações tratadas com MTA?

Natasha Siqueira Fidelis, Ivaldo Gomes de Moraes, Norberti Bernardineli, Roberto Brandão Garcia, Norberto Juarez Broon, Alexandre Silva Bramante, Tatiana Santos Assumpção, Clóvis Monteiro Bramante


Entre os diferentes tipos de tratamento de perfuração, está o selamento da mesma com o uso do hidróxido de cálcio, e mais recentemente o Agregado Trióxido Mineral (MTA). O objetivo deste trabalho é mostrar a importância do uso de matriz quando se efetua o selamento com o MTA e descrever a técnica para sua confecção. Quando da colocação do MTA, cuidado deve ser tomado para que o mesmo não extravase para o periodonto, o que pode dificultar o processo de reparo. A confecção de uma matriz é importante para evitar essa ocorrência. Essa matriz pode ser feita com hidróxido de cálcio, sulfato de cálcio ou colágeno, que são colocados via perfuração para posteriormente, se colocar o MTA. Palavras-chave: Sulfato de cálcio; materiais restauradores do canal radicular; extravasamento de materiais terapêuticos; diagnósticos.
157 - Deslocamento de tampões apicais confeccionados com a pasta L & C submetidos a três técnicas de obturação de canais radiculares
Natasha Siqueira Fidelis, Fernando Accorsi Orosco, Clóvis Monteiro Bramante, Ivaldo Gomes de Moraes
Objetivou-se avaliar o deslocamento apical sofrido por tampões apicais confeccionados com a pasta L & C, em canais de dentes com os forames apicais ampliados, quando submetidos à obturação pelas técnicas da condensação lateral, híbrida de Tagger e Ultrafil. Trinta dentes portadores de apenas um canal cada, tiveram os canais instrumentados no sentido coroa-ápice, inicialmente, com brocas de Gates-Glidden, da número 5 até a número 1 e, em seguida, com limas tipo K, da número 50 até a número 90. A broca número 1 e todas as limas ultrapassaram o forame apical em 1mm. Após a confecção dos tampões apicais com a pasta L & C (5mm), os espécimes permaneceram em ambiente com 100% de umidade a 37oC por três dias. A seguir foram divididos em três grupos experimentais (n = 10), de acordo com as técnicas obturadoras. Após a obturação, os espécimes permaneceram em estufa por 48 horas a 37oC e, posteriormente, foram seccionados longitudinalmente para a análise do deslocamento dos tampões. A análise estatística (testes de Kruskal-Wallis e de Dunn, com p < 0,05) mostrou que, em média, a técnica híbrida de Tagger provocou os maiores deslocamentos dos tampões apicais, porém, sem significância estatística. Palavras-chave: Materiais restauradores do canal radicular; obturação do canal radicular; ápice dentário.
158 - Projeto de Extensão Sorriso Solidário no Lar São Francisco de Assis: integralidade da saúde do idoso
Nathany Pinheiro, Lígia Antunes Pereira Pinelli, Elaine Maria Sgavioli Massucato, Fernanda Lopes Rosell, Sérgio Sualdini Nogueira, Andréia Affonso Barretto Montandon
As alterações orgânicas, psicológicas e funcionais fazem do paciente idoso, um ser especial e com necessidade de atenção individualizada e integral a suas necessidades. O presente projeto de extensão, em seu primeiro ano de implantação, tem por objetivo levar para um instituição de idosos, a pesquisa e o ensino. Projetos de pesquisa direcionados a integralidade da atenção ao idoso deverão ser desenvolvidos com a finalidade de gerar benefícios aos pacientes e na continuidade do projeto, e após o estabelecimento de prioridades e nível de comprometimento cognitivo e funcional, a atenção odontológica deverá ser prestada por graduandos em consultório odontológico instalado na instituição ou diretamente no leito, atendendo assim as necessidades individuais do paciente e ensinando os princípios do atendimento domiciliar. Como resultados esperados, os cuidadores deverão estar melhor preparados para os cuidados bucais dos idosos, os idosos terão melhor qualidade de vida e a pesquisa na instituição deverá impulsionar melhores conhecimentos e organização de projeto de saúde especificamente elaborado para as necessidades individuais da população alvo. Palavras-chave: Odontologia para idosos; atenção integral a saúde do idoso; saúde do idoso institucionalizado.

159 - Crest Whitestrips como método de clareamento dental caseiro

Newton Antonio Mendes de Paiva, Otavio Yoshiharu Bardella Nagamori, Andre Luiz Rosa Ferreira, Lílian Aparecida de Faria, Lúcia Coelho Garcia Pereira

O clareamento dental caseiro com tiras utilizando o Crest WhiteStrips é mais pratico e com custo similar ao da técnica com moldeiras tendo a mesma eficiência com a vantagem de oferecer uma redução da sensibilidade e menor potencial de irritação gengival. Utilizando apenas 10% da quantidade de gel presente no sistema de moldeiras, as tiras clareadoras são apresentadas comercialmente em caixas contendo tiras para o arco superior e inferior. A paciente M.G.N., 23 anos, branca, insatisfeita com a coloração de seus dentes procurou a clínica Odontológica da UniEVANGÉLICA afim de buscar solução para seu problema. Na determinação da cor inicial utilizando a escala de cor VITA, obteve-se nos dois arcos a cor A3,5. Foi indicado a ela o clareamento dental com o uso das tiras clareadoras Crest WhiteStrips por 30 minutos, duas vezes ao dia, durante 14 dias. A supervisão do clareamento foi realizada semanalmente e a coloração final dos dentes do arco superior variou de A1 para os incisivos e A2 para caninos. Os dentes do arco inferior foram mais resistentes ao clareamento obtendo uma coloração final correspondendo a cor A2 da escala VITA. Ao final do tratamento clareador, a paciente relatou satisfação pelo resultado do procedimento apontando como vantagem o fato de ser discreto e praticamente indolor. Palavras-chave: Clareamento caseiro; estética; peróxido de hidrogênio.


160 - Prevalência de dentes hígidos, cariados, restaurados, lesão periapical, anomalias de tamanho, forma e número: diagnóstico radiográfico

Newton Colombini Baretta, Danilo Alessandro de Oliveira, Livia Maria Rodrigues, Luis Fernando Jardim, Yara Teresinha Correa Silva Sousa

O objetivo deste estudo foi avaliar o percentual de dentes hígidos (H), cariados (C), restaurados (R), com lesão periapical (LP), agenesia (AG), mesio-dens (M), supra-numerário (SN) e macrodontia (MK) tanto em dentes decíduos (D) quanto permanentes (P), em pacientes de 0 a 15 anos de idade cronológica, por meio de exame radiográfico. Foram avaliadas 297 radiografias panorâmicas (54,2% sexo feminino e 45,8% sexo masculino), interpretadas com o auxílio de um software em imagens digitais Vixwin/Gendex®. Foram então obtidos os seguintes percentuais, considerando-se a análise de, no mínimo, um elemento dental acometido por um dos estados acima citados em cada imagem avaliada, a saber: HD (92,9), HP (87,2); CD (60,9), CH (17,5); RD (36,3), RP (19,1); LPD (2,7), LPP (0,67); AGP (4,37); M (0,67); SN (0,67) e MKP (0,33). Os resultados mostraram percentuais consideráveis de dentes decíduos e permanentes hígidos. Entretanto, o índice de cárie ainda é considerado alto, tendo sido constatada a presença de lesão periapical tanto em dentes decíduos quanto permanentes. A indicação de radiografias panorâmicas é relevante, pois permite inspeção minuciosa, visando diagnóstico e intervenção precoces. Palavres-chave: Imagem digital; diagnóstico; prevalência.
161 – Fratura em mandíbula atrofica: relato de caso clínico

Nicolau Conte Neto, João Octávio Pompeu Hipólito, Lucas Martins de Castro e Silva, Murillo Chiarelli, Eduardo de Castro Silva Junior, Willian Morais de Melo, Marcos Vinícius Mendes Dantas, Valfrido Antônio Pereira Filho

Dentre os traumas faciais, as fraturas acometendo mandíbulas atróficas representam casos de dificil tratamento por uma série de aspectos desfavoráveis, como a dificuldade de mobilização dos segmentos fraturados, tecido ósseo denso e esclerótico com pobre vascularização e por envolverem geralmente pacientes idosos que apresentam algum grau de comprometimento sistêmico. Representam fraturas relativamente incomuns, com incidência em torno de 1% entre os traumas faciais, mas que, no entanto, são asscoiadas a altos índices de complicações, como má-união e pseudoartrose. Os fatores etiológicos usualmente envovem acidentes automobilísticos e quedas. Várias modalidades terapêuticas têm sido empregadas para o tratamento destes casos, variando desde terapias conservadoras, ao uso da fixação interna rígida associada ou não a enxertos ósseos. A proposta deste trabalho consiste na apresentação de um caso clínico de fratura de mandíbula atrófica, onde serão discutidos os diversos aspectos pertinentes a este tipo de tratamento. Palavras-chave: Mandíbula; atrófica; fixação.
162 - Contribuição radiográfica e laboratorial no diagnóstio de cisto dentígero bilateral de mandíbula. Relato de caso clínico

Nielma Renata Mazini Ferrari, Michel Saad Neto, Ana Maria Pires Soubhia, Antonio Augusto Ferreira Carvalho, Francisley Ávila de Souza

O diagnóstico precoce de cisto dentígero é fundamental para evitar alteração tumoral (ameloblastoma) e, mais raramente, alterações neoplásicas malignas (carcinomas). O cisto dentígero, comumente associado ao terceiro molar inferior incluso, mostra imagem radiográfica de capuz pericoronário acima de 4mm. Esse achado foi observado ao exame radiográfico panorâmico de uma paciente, com 19 anos, branca, estudante que procurou atendimento na Clínica de Cirugia da FOAraçatuba-UNESP. Os dentes superiores e inferiores inclusos, tinham ao redor das coroas, áreas radiolúcidas bem delimitadas com, respectivamente, 3 e 4mm de espessura entre a linha óssea que delimitava o dente e sua coroa. Os dentes foram removidos cirurgicamente e o capuz pericoronário foi enviado para exame histopatológico. Os resultados laboratoriais revelaram que os molares superiores inclusos possuíam capuz pericoronário e, os inferiores, cisto dentígero. Análise da literatura, sobre o tema específico, revela que dimensôes acima de 2,5mm é sugestiva de alteração cística. Os autores concluem que o aspecto radiográfico pode não ser o melhor indicador de alterações observadas no capuz pericoronário. No entanto, o seu espessamento > ou igual a 4mm é compatível com cisto dentígero, como comprovado no seguinte caso. Palavras-chave: Cisto dentígero; cirurgia.
163 - Uso de agente esclerosante no tratamento de gengiva hipermóvel. Relato de caso clínico

Nilva Rodrigues Zagato, Thallita Pereira Queiroz, Natália de Campos, Osvaldo Magro Filho, Francisley Ávila de Souza

A gengiva hipermóvel é resultante da reabsorção do osso adjacente causada por próteses mal adaptadas, sendo um dos principais fatores responsáveis pelo comprometimento da estabilidade de próteses mucosuportadas. O tratamento desta alteração do tecido consiste em técnicas cirúrgicas ou uso de agentes esclerosantes. O uso de agentes esclerosantes vem sendo descrito na literatura científica com freqüência no tratamento de lesões vasculares, tumorais e alguns tipos de cistos. Estes agentes provocam esclerose vascular seguida de fibrose do tecido. Este trabalho tem como objetivo relatar o caso clínico de um paciente de sexo masculino, leucoderma, 51 anos, que procurou a clínica de cirurgia para realização de cirurgia pré-protética no rebordo superior devido presença de gengiva hipermóvel. Como o paciente apresentava pouco suporte ósseo optou-se pelo tratamento com aplicação do agente esclerosante oleato de etanolamina 5% sob o tecido hipermóvel. Foram necessárias 3 sessões de aplicação do agente esclerosante. Após a última aplicação obteve-se resultado favorável com melhora da consistência do tecido hipermóvel, possibilitando a confecção de uma prótese estável. Conclui-se que o uso do agente esclerosante apresentou resultado satisfatório no tratamento de gengiva com hipermobilidade. Palavras-chave: Gengiva; escleroterapia; etanolamina.
164 - Presença de porosidade em cimentos de ionômero de vidro após aplicação de ondas de ultra-som

Paloma Gagliardi Minotti, Angela Cristina Cilense Zuanon, Cármen Regina Coldebella, Lourdes dos Santos-Pinto



Aparelhos de ultra-som têm sido utilizados sobre os cimentos de ionômero de vidro (CIV) durante sua presa inicial, com o intuito de melhorar algumas de suas características como a diminuição da porosidade interna do material. O objetivo do presente estudo foi avaliar a presença de porosidades no interior de CIV após a utilização de ultra-som. Foram confeccionados 8 corpos de prova para os cimentos Fuji IX GP, Ketac Molar e Ketac Molar Easymix, sendo que a metade deles recebeu excitação ultra-sônica por 30s. Após completada a presa, os corpos de prova foram fraturados para serem levados à microscopia eletrônica de varredura, sendo as micrografias utilizadas para a análise da quantidade de poros no interior do material com auxilio do programa Image J. A análise estatística revelou que a aplicação de ultra-som reduziu a porcentagem de porosidades em todos o materiais (Fuji IX- de 4,4% para 2,6%; Ketac Molar Easy Mix- de 3,9% para 2,8%) e dentre eles, o Ketac Molar apresentou a menor porcentagem de poros (de 2,4% para 1,6%). Com base na metodologia utilizada, a aplicação de ultra-som se mostrou efetiva na redução de poros no interior do material. Palavras-chave: Poros; ultra-som; CIV.
165 - Enxerto autógeno na reconstrução de assoalho orbitário após ferimento por arma de fogo
Pâmela Leticia dos Santos, Thallita Pereira Queiroz, Jéssica Lemos Gulinelli, Marcos Heidy Guskuma, Francisley Avila de Souza, Eduardo Hochuli Vieira, Idelmo Rangel Garcia Júnior
Os ferimentos por arma de fogo constituem traumas sérios que podem ameaçar a vida e provocar danos com seqüelas de tratamento complexo. O trabalho visa relatar a reconstrução de assoalho de órbita em defeito causado por projétil, utilizando enxerto autógeno de osso ilíaco. O Paciente H.Q.S.,foi atendido apresentando ferimento por arma de fogo em região infra-orbitária esquerda e fratura do complexo zigomático-maxilar. O projétil penetrou em região infra-orbitária esquerda e provocou fratura cominutiva de assoalho orbital e teto de seio maxilar, alojando-se na fissura ptérigo-maxilar. O paciente foi submetido inicialmente a procedimento cirúrgico para remoção do projétil, redução e fixação de fratura, sob anestesia geral. Após 1 ano, foi realizada nova intervenção, sob anestesia geral, para reconstrução do assoalho de órbita e correção do defeito estético no local, utilizando enxerto ósseo autógeno obtido da parte externa da crista do osso ilíaco. O enxerto foi adaptado por meio de acesso intrabucal e fixado com placas e parafusos. Após 6 meses de pós-operatório não verificou-se sinais ou sintomas de complicações e observou-se a manutenção do volume ósseo. Conclui-se que o procedimento instituído devolveu o contorno anatômico do rebordo infra-orbitário, proporcionando uma estética satisfatória. Palavras-chave: Traumatismo; ferimento; fraturas orbitárias.
166 - Processo de reparo de reimplate em ratos diabéticos
Pâmela Letícia dos Santos, Deyves José Freitas, Fabiano Lopes Souza, Alessandra Marcondes Arenga, Tetuo Okamoto, Cristiane Mara Ruiz de Sousa Fattah
O reimplante dental é o tratamento mais conservador em caso de avulsão dental. O tempo de permanência do dente fora do alvéolo e o meio que foi conservado interferem no reparo destes dentes. Fatores sistêmicos, como diabetes também interferem no processo de reparo tecidual. O trabalho avaliou o processo de reparo em ratos diabéticos reimplantados tardiamente, através de análise histológica e histométrica. Utilizou-se ratos divididos grupos: Grupo I, após jejum, recebeu injeção de tampão citrato, controle. Grupo II, sob o mesmo jejum, recebeu estreptozotocina dissolvida em tampão citrato, administrado pela via peniana. Após, a anestesia geral, realizou-se a exodontia, seccionou-se a papila dental e a polpa foi extirpada. Os dentes permaneceram fora do alvéolo por 1 hora. As fibras do ligamento periodontal foram removidas e o canal preenchido com hidróxido de cálcio e propilenoglicol. Os dentes foram reimplantados e os animais foram eutanasiados. Após processamento os cortes foram para análise em microscopia de luz e histomorfometria. Concluindo-se: o tecido conjuntivo dos animais do grupo II apresentou-se menos organizado quando comparado ao grupo I; os dois grupos apresentaram reabsorçãoinflamatória e reabsorção por substituição não havendo diferença estatisticamente significante. Palavras-chave: Reimplante dentário; reparação alveolar; diabetes mellitus.
167 - Influência do selante superficial na translucidez de resina composta: efeito de tempo e meio de imersão

Patrícia Aleixo dos Santos, Elídio Rodrigues Neto, Regina Guenka Palma Dibb, Patrícia Petromilli Nordi Sasso Garcia

O estudo avaliou o efeito do selante superficial na translucidez da resina composta imersa em diferentes soluções e tempos de imersão. Para isso, foi utilizada a resina composta Charisma, o selante Fortify e as soluções: café, chá, coca-cola e saliva artificial. Oito grupos experimentais (n=8) foram compostos por espécimes (10mm x 2mm) de resina composta com ou sem selante, sendo estes imersos em saliva artificial por 24 hs e mantidos em estufa a 37ºC 1ºC. Posteriormente, foram imersos 3 vezes ao dia nas soluções por 5’. As leituras de translucidez foram realizadas nos tempos T1-T9: 24 hs em saliva; 24 hs, 48hs, 7, 14, 21, 30, 60 e 90 dias após a imersão. Os valores de translucidez foram obtidos utilizando-se o aparelho de JOUAN e os dados submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey a 5%. As soluções afetaram a translucidez do material (p<0.05), tendo o café apresentado o maior grau de manchamento, seguido do chá, coca-cola e saliva artificial. Em relação ao tempo de imersão, houve uma alteração significante (p<0.05) na translucidez da resina composta entre os tempos T5 e T8. Concluiu-se que o café foi a solução que promoveu maior alteração na translucidez do material, sendo significante após 21 dias de imersão; o selante de superfície não foi capaz de impeder o manchamento do material. Palavras-chave: Cor; translucidez; resina composta.
168 - Novas alternativas no tratamento odontológico infantil

Patrícia Dezem Amorim, Simone Di Salvo Mastrantonio, Lourdes dos Santos-Pinto

Muitas crianças consideram o tratamento odontológico uma experiência desagradável. O medo apresentado por elas, freqüentemente, está associado ao desconforto que sofrem durante o preparo de cavidades. Tradicionalmente, a remoção da lesão de cárie é realizada com o uso de brocas adaptadas a motores de alta e baixa rotação. O barulho excessivo emitido pelos instrumentos rotatórios e a pressão exercida necessária para o corte do tecido dentário não são bem aceitos pelo paciente infantil. Nos últimos anos, foram desenvolvidos métodos alternativos para o preparo de cavidades tais como ultra-som, abrasão a ar e método químico-mecânico. O objetivo deste trabalho é apresentar casos clínicos destas novas alternativas de tratamento em Odontopediatria que se enquadram na atual filosofia da Odontologia Preventiva, à medida que proporcionam procedimentos mais conservadores. Palavras-chave: Odontopediatria; cárie dentária; criança.

169 - Sistemas Cerâmicos Modernos
Patrícia Dezem Amorim, Brenda Paola López Ampuero, Fabiano Perez, Ivan Ribeiro de Faria

Restaurações cerâmicas vêm sendo utilizadas desde o início do século XX.  Não há dúvidas sobre o potencial deste material para reabilitações protéticas. No início, as dificuldades relacionadas à arte e à tecnologia da fabricação, associadas à baixa resistencia  da cerâmica, muitas vezes inviabilizavam o sucesso dos tratamentos. Com o desenvolvimento da metalocerâmica, foi possível a utilização em larga escala da cerâmica justamente por sua associação ao metal que lhe conferia resistência. No entanto, a fabricação artesanal e laboriosa dessas próteses sempre dificultou o alcance da excelência estética. Diante disso, nos últimos 20 anos, é facil notar o  grande interresse da industria tecnológica no sentido de se desenvolver sistemas cerâmicos livres  de metal. O presente trabalho, através da consulta à literatura pertinente, apresenta os atuais sistemas reforçados de cerâmica, discutindo suas características e indicações, assim como a apresentação de casos clínicos em que os requisítos necessários foram alcançados. Palavras-chave: Prótese parcial fixa; cerâmicas; estética.


170 - Esterilização por microondas de próteses contaminadas com C. glabrata resistentes ao fluconazol

Paula Volpato Sanitá, Jaquelline Pião, Ana Lúcia Machado, Eunice Teresinha Giampaolo, Ana Cláudia Pavarina, Carlos Eduardo Vergani



O desenvolvimento de resistência a antifúngicos sistêmicos, como fluconazol, dificulta o tratamento e prevenção da estomatite protética nos pacientes HIV+, causando infecções recorrentes. Considerando que a irradiação por microondas é um método físico de desinfecção, que não promove resistência dos microrganismos, o objetivo desse estudo foi avaliar sua efetividade na esterilização de próteses totais contaminadas com 7 cepas de C. glabrata (1 ATCC e 6 isolados clínicos de pacientes HIV+, sendo 3 resistentes ao fluconazol). Setenta próteses, esterilizadas com óxido de etileno, foram inoculadas e incubadas (48h a 37ºC). As próteses experimentais foram imersas em água destilada (200 mL) e irradiadas em microondas por 3 min a 650W. Próteses não-irradiadas corresponderam aos grupos controle (n=10). Suspensões foram plaqueadas nas diluições de 10-1 a 10-4 e os valores de ufc/mL foram calculados. As próteses irradiadas foram incubadas por 7 dias para avaliar a efetividade da desinfecção a longo prazo. Os resultados demonstraram que todas as próteses do grupo experimental foram efetivamente esterilizadas pela irradiação por microondas. Concluímos que a irradiação por microondas, durante 3 min a 650W, resultou em esterilização de todas as próteses contaminadas com as 7 cepas avaliadas. Palavras-chave: Microondas; Cândida; próteses.

171 - Levantamento de seio maxilar com instalção simultânea de implantes e enxerto ósseo autógeno: relato de caso
Paulo Alceu Kiemle Trindade, Valdey Suedam, Ivy Kiemle Trindade Suedam
Introdução: A cirurgia de levantamento de seio maxilar (LSM) tem como objetivo corrigir a deficiência em altura de tecido ósseo decorrente da atrofia do processo alveolar e da pneumatização do seio maxilar, permitindo a instalação de implantes com comprimento adequado. Para a instalação imediata de implantes em seios maxilares, uma altura óssea mínima de 4mm é necessária para estabilização inicial dos implantes. O objetivo do presente trabalho é apresentar um caso clínico onde se realizou cirurgia de LSM com instalação simultânea de implantes e enxerto autógeno e a instalação de próteses sobre-implantes. Metodologia: Paciente M.P., 49 anos, sexo feminino, desdentada superior posterior bilateral. Solicitou-se tomografia computadorizada para o planejamento do caso e 2 implantes (3,75x11,5mm – 3i) foram instalados na área dos elementos 24 e 25, sem a necessidade de enxerto ósseo e, na área dos elementos 13, 14 e 15, realizou-se o LSM com enxerto da região mentoniana onde foram instalados 3 implantes (3,75x11,5mm – 3i). Resultados e conclusão: Após 6 meses, confirmou-se a osseointegração dos implantes por meio de exame clínico e radiográfico, e próteses unitárias sobre os implantes foram confeccionadas, restabelecendo as funções estética, fonética e mastigatória. Palavras-chave: Seio maxilar; implantes dentários; tomografia.

172 - Psicoterapia no tratamento multiprofissional de lúpus eritematoso sistêmico (LES)

Paulo Márcio Lima, Elaine Maria Sgavioli Massucato, Rose Mara Ortega, Mirian Aparecida Onofre

O LES é uma doença imunomediada crônica. As alterações psicológicas relacionadas ao LES são: estados confusionais e distúrbios de atenção. O objetivo desse trabalho é apresentar a importância do atendimento multiprofissional no tratamento do LES através de psicoterapia breve. Paciente de 39 anos, sexo feminino, apresentou-se no Serviço com queixa de “aftas”. Relatava boca seca, ardência, sensação de inchaço na língua e ser portadora de LES. Durante a consulta odontológica, apresentou sinais de depressão e foi encaminhada para atendimento psicológico. Durante entrevista psicológica, a paciente relatou que a primeira crise de lúpus desencadeou-se há 14 anos, após perda de sua única filha. Foi aplicado o Inventário de Sintomas de Stress de Lipp e o de Depressão de Beck. O resultado foi estresse na fase de resistência com predominância de sintomas físicos e depressão moderada, respectivamente. Instabilidade emocional, insônia, baixa auto-estima, distúrbios na imagem corporal e limitações nas atividades sociais estavam presentes. Após 15 sessões psicoterápicas, a paciente apresentou melhora de seu estado emocional e bucal. Concluímos que, o tratamento multiprofissional em casos de LES apresenta resultados positivos tanto no âmbito odontológico, quanto psicológico. Palavras-chave: Odontologia; psicologia; LES.




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