Cadastrado: Adriana Fonseca Borges


- Avaliação histológica de membrana de celulose com hidroxipatatita após implante em tíbias de ratos



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17 - Avaliação histológica de membrana de celulose com hidroxipatatita após implante em tíbias de ratos
Emelly de Aveiro, Sybele Saska, Younès Messaddeq, Mariana Cruz de Moraes Méier, Ana Maria Minarelli Gaspar
A celulose bacteriana pode ser utilizada em inúmeras reconstruções da pele e osso; o objetivo deste trabalho foi avaliar histologicamente a membrana de celulose com hidroxiapatita em tíbias de ratos, obtida através do cultivo da espécie Glucanoacetobacter xylinus, acrescentado hidroxiapatita, no Laboratório de Química Inorgânica, do Instituto de Química da UNESP. Foram utilizados 18 ratos machos, sendo que foram realizadas duas fissuras nas regiões anteriores da tíbia que foram recobertas por membrana tíbia esquerda (GT) e, na tíbia direita (GC), nenhum material foi aplicado. Após 7, 30 e 120 dias os animais foram mortos e o material processado para análise histológica e observou-se no GT, aos 7 dias, cavidade com restos de membrana, inúmeros osteócitos, vasos sangüíneos e espaços medulares, repletos de células mesenquimais e osteoblastos e tecido ósseo em neoformação; aos 30 dias, a cavidade estava preenchida por tecido ósseo neoformado e aos 120 dias, nenhum resquício da cavidade, e o osso estava totalmente reparado. Desta forma, podemos concluir que a membrana com hidroxiapatita mostrou biocompatibilidade em todos os períodos analisados, sendo que comparado ao grupo controle, o melhor período foi de 30 dias, onde ocorreu integração de osso neoformado e tíbia. Palavras-chave: Biomateriais; hidroxiapatita; celulose.

18 - Odontodisplasia regional: importância do diagnóstico precoce e tratamento complementar

Ana Paula Kovacs, Elisa Maria Aparecida Giro, Giseli Ortolan Bueno, Lourdes dos Santos-Pinto, Juliana Oliveira Gondim

A odontodisplasia regional é uma anomalia rara, de etiologia desconhecida, que pode acometer tanto a dentição decídua quanto a permanente. Ela se caracteriza por uma severa hipoplasia de esmalte e dentina, cujos dentes afetados são friáveis e mais susceptíveis a cárie e a fratura. Os critérios para diagnóstico são predominantemente radiográficos, com uma marcante redução na radiopacidade das estruturas mineralizadas, dificultando a distinção entre esmalte e dentina. Neste trabalho relata-se o caso clínico de uma criança 3 anos, que procurou a FOAr-UNESP, com queixa de dor nos incisivos centrais superiores do lado direito. Clinicamente observou-se destruição coronária desses dentes, enquanto os demais encontravam-se hígidos. Radiograficamente, os incisivos central e lateral e o canino decíduos da mesma hemiarcada, bem como os germes dos dentes sucessores, apresentavam características condizentes com uma odontodisplasia. O tratamento realizado foi a exodontia do dentes destruídos, seguido da confecção de um mantenedor de espaço e acompanhamento do desenvolvimento dos sucessores permanentes. O diagnóstico precoce destas anomalias é importante para que um tratamento preventivo ou conservador possa ser instituído a fim de minimizar futuras seqüelas que esta alteração pode causar. Palavras-chave: Odontodisplasia; dentição decídua; mantenedor de espaço.

19 - Ação das tiras clareadoras crest whitestrips em caninos superiores

Ana Priscila Olimpia dos Santos, Carlos Henrique Pereira Leal, Juliana Azevedo Lemes, Lúcia Coelho Garcia Pereira

Alterações cromáticas nos dentes podem provocar desconforto ao paciente. Vários métodos de clareamento dental podem ser utilizados e cabe ao profissional saber indicar a melhor técnica. Paciente JNFA, sexo feminino, 22 anos procurou a clinica odontológica de ensino da UniEVANGÉLICA queixando-se de insatisfação, em relação à cor dos seus caninos superiores em relação aos demais. Após avaliação criteriosa, optou-se pelo uso da técnica de clareamento com tiras, utilizando o Crest WhiteStrips. Estas tiras contêm pequenos reservatórios com gel de peróxido de hidrogênio a 6% ou 10% e tem como vantagem a espessura que as tornam mais discretas e confortáveis que o uso de moldeiras, e ainda a sensibilidade e o potencial de irritação gengival demonstra-se em uma proporção menor, pois utiliza apenas 10% da quantidade de gel presente no sistema de moldeiras. As tiras foram recortadas e aplicadas nos caninos superiores durante 30 minutos, duas vezes ao dia, por 7 dias. Nenhum incômodo foi relatado pela paciente durante o clareamento. O presente trabalho evidencia a eficiência da técnica e comprova as vantagens relatadas na literatura, podendo perfeitamente ser, dentro de suas limitações, uma alternativa viável como método de clareamento dental restabelecendo a harmonia do sorriso do paciente. Palavras-chave: Estética; clareamento; peróxido.

20 - Tratamento do sorriso gengival

André da Costa Monini, Marcia Regina Elisa Aparecida Schiavon Gandini, Ary dos Santos-Pinto, Ricardo Andrés Landázuri Del Barrio, Luiz Gonzaga Gandini Júnior

Durante o sorriso, o lábio superior move-se apicalmente e expõe os dentes anteriores. Contudo, alguns pacientes mostram mais do que é considerado normal (2 mm). O sorriso gengival tem várias possíveis causas: excesso de crescimento vertical da maxila, lábio superior curto, erupção mais que o normal dos dentes superiores, crescimento gengival além da união cemento-esmalte. Se há excesso de crescimento vertical da maxila o tratamento requer a combinação de ortodontia com cirurgia ortognática para mover a maxila apicalmente. Se há migração da gengiva marginal sobre os dentes, cirurgia periodontal para mover a margem gengival até a junção amelocementária está indicada. Quando há exposição de gengiva por extrusão dos dentes anteriores superiores, a intrusão ortodôntica pode reposicionar a margem gengival para um nível estético. O objetivo deste painel é apresentar, utilizando casos clínicos, diferentes maneiras de tratar o excesso de exposição gengival.

21 - Considerações sobre tórus mandibular na reabilitação oral de pacientes edêntulos. Relato de caso

André Gustavo Paleari, Lucas Martins de Castro e Silva, Ana Carolina Pero, Juliê Marra, Marco Antonio Compagnoni

Tórus é uma protuberância óssea benigna que pode ser encontrada na região do palato duro ou na superfície lingual da mandíbula. Essa patologia é na maioria das vezes assintomática e não necessita de tratamento, porém, em pacientes edêntulos em que se planeja a instalação de próteses totais, a remoção cirúrgica torna-se necessária, pois o mesmo pode interferir na retenção das próteses. Dessa forma, a remoção de tórus é vista como um componente essencial para a reconstrução protética e conseqüente reabilitação oral do paciente. O objetivo deste trabalho é relatar o caso clínico de um paciente portador de tórus mandibular submetido à cirurgia pré-protética para posterior confecção de próteses totais. Palavras-chave: Prótese total; mandíbula.
22 - Doença gengival em pacientes portadores de Diabetes mellitus

André Luiz dos Santos, Andressa Vilas Boas Nogueira, Elaine Maria Sgavioli Massucato, Silvana Regina Perez Orrico

Estudos clínicos sugerem que pacientes diabéticos são mais susceptíveis à gengivite devido a alterações sistêmicas relacionadas à descompensação metabólica. O objetivo deste estudo foi apresentar a prevalência de doença gengival em pacientes portadores de Diabetes mellitus. Foram avaliados 197 indivíduos dos quais foram levantados dados pessoais, relativos ao diabetes e relativos à higiene bucal, por meio de questionário. O exame clínico constou de análise do índice de placa e avaliação clínica da presença ou ausência de inflamação do tecido marginal. Os dados foram arquivados e analisados pelo programa EPI INFO 6.04b e os resultados obtidos por meio de análise simples de porcentagem. Observou-se que do total da amostra, 57,3% eram do sexo feminino, 75,1% apresentavam diabetes tipo 2 e 78,0% tinham mais de 45 anos. Apenas 110 pacientes foram avaliados clinicamente com 74,5% desta amostra apresentando doença gengival. Destes, 69,1% haviam recebido instruções de higiene bucal, 46,3% não usavam fio dental embora relatassem freqüência de higiene de 3x/dia e 70,7% da amostra tinham péssima higiene bucal (+35% de placa visível). Conclui-se que a prevalência de doença gengival no paciente diabético é alta, parece estar relacionada ao padrão de higiene e deve ser tratada precocemente. Palavras-chave: Gengivite; diabetes mellitus; higiene bucal.
23 - Efeito de métodos de contensão da mufla metálica e do tempo pós-prensagem na adaptação da base de prótese total

Andrea Fabiana de Lira, Marcelo Ferraz Mesquita, Luciana Valadares Oliveira, Mauro Antônio de Arruda Nóbilo, Rafael Leonardo Xediek Consani

Avaliar o efeito de métodos de contensão da mufla metálica (convencional e sistema RS) e do tempo pós-prensagem (imediato e 6h) na adaptação da base de prótese total confeccionada com as resinas Clássico e QC-20.Foram confeccionados 80 conjuntos modelo de gesso-base de cera em 8 grupos. As resinas foram prensadas com carga inicial (850 kgf) e final (1250 kgf). A resina Clássico foi polimerizada a 74˚C por 9 h e a resina QC-20 em ebulição por 20 min.Depois de esfriadas, desincluídas, acabadas, fixadas nos respectivos modelos de gesso e seccionadas em três secções: distal de caninos, mesial de primeiros molares e região palatina posterior.O desajuste foi verificado com microscópio de 0,0005mm de precisão. Os resultados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey (5%). RS produziu adaptação significante comparada ao grampo convencional, independente dos demais fatores e níveis médios de adaptação em ambos tempos com diferença estatística significante, comparado ao grampo convencional.A polimerização imediata obteve valores entre cortes sem diferença estatística.Quando os cortes foram analisados no fator prensagem, melhores níveis de adaptação foram obtidos com RS.Ambos foram semelhantes, independentes da resina e diferentes no tempo pós-prensagem. Palavras-chave: Resina acrílica; base de prótese; adaptação; tempo pós-prensagem.
24 - Pênfigo vulgar x pênfigo vulgar – Like

Andreia Bufalino, Mirian Aparecida Onofre, Jakobe de Souza Gonçalves, Rose Mara Ortega, Sérgio Delort, Elaine Maria Sgavioli Massucato

Pênfigo Vulgar é uma doença imunomediada, com a formação de anticorpos anti- desmossomos da camada espinhosa. Paciente 30 anos, sexo masculino, branco, compareceu ao Serviço de Medicina Bucal com queixa de “dor e bolhas na mucosa bucal”. As lesões estavam presentes há 3 dias e anteriormente ao aparecimento destas, utilizara amoxicilina e nimesulida para o tratamento de infecção de garganta. Relatou ainda o uso de Fluimucil (solução nasal) um dia antes do aparecimento das lesões. Possuía boas condições de saúde geral. Ao exame clínico apresentava linfonodos cervicais infartados, doloridos e móveis; ulceração em mucosa nasal; além de ulceração extensa de leito raso e esbranquiçado, com áreas parecendo bolhas rompidas distribuídas por toda mucosa. Realizou-se biópsia incisional e orientou-se o uso tópico de medicamentos paliativos. O laudo da biópsia foi de clivagem em lesões vésico bolhosas que poderiam corresponder a pênfigo vulgar bolhoso ulcerado. Diante do laudo, iniciou-se a corticoterapia sistêmica, com desaparecimento rápido das lesões em 11 dias. Concluímos que o quadro clínico com características agudas e a rápida resposta ao tratamento podem tratar-se de um caso de pênfigo vulgar-like, induzido provavelmente pelo antibiótico e/ou antiinflamatório utilizados. Palavras-chave: Pênfigo; corticoterapia.
25 - Efeito da técnica restauradora e ciclagem termo-mecânica na adaptação marginal eresistência compressiva de restaurações

Andréia Bolzan de Paula, Lourenço Correr-Sobrinho, Cristiane Duque, Regina Maria Puppin-Rontani



O estudo avaliou a resistência compressiva (RC) e a adaptação marginal de restaurações confeccionadas pelas técnicas direta (TD) e indireta (TI), após o tratamento termo-mecânico. Cinquenta preparos cavitários, em molares permanentes, foram restaurados com compósito pelas TD e TI, e submetidos ou não às ciclagens térmica e mecânica, de acordo com os grupos (n=10): G1- TD/ciclados; G2-TI/não ciclados; G3-TD/ ciclados; G4-TD /não ciclados e G5-dentes hígidos. Os dentes foram armazenados a 37°C durante 24h. A extensão da fenda marginal foi medida com o Software Image Tool 3.0. Todos os grupos foram submetidos ao teste de compressão. Os valores obtidos foram submetidos ao teste ANOVA e Tukey (p>0,05). Não houve diferença significativa entre as técnicas restauradoras empregadas quanto à RC: G1:203,4a; G2: 222,7a; G3:181.1a; G4:206,1a e adaptação marginal (%): G1:17,4a; G2: 8,7a; G3:15,5a e G4:8,2a, entretanto, a RC do grupo controle G5:298,51b foi significativamente maior que a dos grupos tratados. O tratamento termo/mecânico não influenciou significativamente na RC, mas induziu maior percentual de fendas. Concluiu-se que as técnicas restauradoras apresentaram similar RC e adaptação marginal, sendo esta somente influenciada pelo tratamento termo/mecânico. Palavras-chave: Compósito; adaptação marginal; resistência compressiva.
26 - Alterações de mucosa em pacientes portadores de Diabetes mellitus

Andressa Vilas Boas Nogueira, André Luiz dos Santos, Elaine Maria Sgavioli Massucato, Silvana Regina Perez Orrico

Existe pouca informação na literatura quanto às alterações de mucosa bucal mais freqüentes em indivíduos com Diabetes mellitus. O objetivo desse estudo foi apresentar as alterações de mucosa bucal e alguns dados correlatos em um grupo de pacientes portadores de diabetes. Foram avaliados 142 pacientes e levantados dados pessoais e relativos ao diabetes. A mucosa bucal foi avaliada por um examinador treinado quanto à presença de alterações. Os dados foram arquivados e analisados pelo programa EpiInfo 6.04b e os resultados obtidos por meio de análise simples de porcentagem. Do total da amostra, 57,8% eram mulheres, 81,7% tinham entre 36 e 65 anos e 88% apresentavam alguma alteração de mucosa. Destes, 77,6% tinham diabetes tipo 2 com tempo de duração abaixo de 11 anos e 54,8% eram compensados. Quanto às medicações, 74,4% faziam uso contínuo, sendo 61,6% de hipoglicemiantes e 55,2% antihipertensivos. As alterações de mucosa mais prevalentes foram: queilite actínica (18,9%), língua saburrosa (15,8%) e fissurada (11,6%), varizes linguais (11%) e candidose (6,5%). Conclui-se que os indivíduos com diabetes podem apresentar alterações de mucosa bucal, sendo importante sua detecção e possível correlação com a condição sistêmica para prevenção e acompanhamento. Palavras-chave: Diabetes mellitus; diagnóstico bucal; medicina bucal.
27 - Avaliação do manchamento superficial de uma resina composta em função dos aparelhos fotopolimerizadores e dos meios de imersão

Ariele Patrícia Rabello, Darlon Martins Lima, Patrícia Aleixo dos Santos, Adriano Augusto Melo de Mendonça, Milko Villarroel, Maria Salete Machado Candido

O estudo objetivou avaliar o manchamento superficial de uma resina composta em função da fotopolimerização e diferentes meios de imersão. Foi utilizada a resina composta Filtek Supreme, dois aparelhos fotopolimerizadores – CU 100R (halógena) e Ultrablue IS (LED) e as bebidas suco de uva, chá emagrecedor e a saliva artificial (controle). Os espécimes foram confeccionados com matriz de aço circular (10mm x 2mm), onde o material foi inserido e fotopolimerizado por 40”. Os espécimes foram armazenados em saliva artificial a 37º C ± 1 por 24hs e posteriormente, imersos 3 vezes ao dia nas bebidas por 5’, permanecendo em saliva nos intervalos de imersão. O teste de manchamento foi realizado com espectrofotômetro de luz visível, nos tempos: T1 – 24hs em saliva; T2 - 24hs após imersão na bebida e T3 - 7 dias. Os resultados mostraram que os fotopolimerizadores não influenciaram na alteração de cor do material. Em relação às bebidas, notou-se que o suco de uva apresentou maior grau de manchamento, seguido do chá e da saliva artificial. Todos os espécimes apresentaram influência ao longo do tempo de imersão, sendo acentuadamente influente o período de sete dias. Palavras-chave: Resinas compostas; manchamento; fotopolimerização.
28 - Destruição periodontal e sulco palatogengival: uma abordagem clínica e científica

Bárbara Lini Boberg, Eduardo Aleixo Figueira, Vanessa Soares Lara, Sebastião Luiz Aguiar Greghi

Anomalias dentárias são associadas ao desenvolvimento de processos inflamatórios periodontais(1). Entre estas, o sulco palatogengival (SPG) apresenta uma prevalência de 8,5%, sendo mais freqüente em incisivos laterais (93,8%)(2). Sua etiologia é decorrente da invaginação do órgão do esmalte e da bainha epitelial de Hertwig. O SPG inicia na região do cíngulo seguindo em direção ao terço apical. Em 1981, Withers et al.(2) avaliaram o periodonto de incisivos com SPG. Seus resultados indicam que a presença do SPG está associada a quadros de destruição periodontal. Isto se deve provavelmente a presença da fissura que atuaria como um nicho para a instalação de placa bacteriana. O diagnóstico dessa alteração é restrito a exame clínico e radiográfico e o diagnóstico precoce é fundamental para um prognóstico favorável. A escolha do tratamento baseia-se na profundidade e extensão do sulco, variando de odontoplastia a cirurgia periodontal. Anderegg et al.(3), em 1993, propuseram a utilização da técnica de RTG, antecedida por: remoção de tecido de granulação e odontoplastia, para restauração da homeostasia periodontal. Faremos uma abordagem clínica e científica sobre a influência do SPG no desenvolvimento de doenças periodontais.
29 - Efeito do reembasamento na resistência ao impacto de uma resina para base de prótese

Bruna Carolina Bochio, Luciano Elias da Cruz Perez, Andréa Azevedo Lazarin, Eunice Teresinha Giampaolo, Carlos Eduardo Vergani, Ana Cláudia Pavarina, Ana Lúcia Machado

O reembasamento imediato pode ser utilizado para a correção do desajuste da base das próteses ao rebordo, causado pelo processo de reabsorção. Os materiais reembasadores farão parte da base da prótese e, assim, suas propriedades poderão influir no resultado final. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência ao impacto da resina para base de prótese Lucitone 550 (L) isolada ou reembasada utilizando-se o mesmo material ou as resinas de reembasamento imediato Ufi-Gel Hard (U) e Tokuyama Rebase II (T). Matrizes metálicas (60X6X4 mm) foram utilizadas para a confecção das amostras (n=10) da resina de base (L) e das combinações (L/U, L/T, L/L – 2 mm/2 mm). Um entalhe (0,8 mm) foi confeccionado nas amostras e o teste de impacto Charpy foi realizado com pêndulo de 0,5J e distância de 50 mm entre os suportes. Os resultados (kJ/m²) foram analisados pelo teste de =0,01). Quando comparados aos corpos-de-prova puros (L), osKruskall-Wallis ( corpos-de-prova reembasados com U apresentaram redução na resistência ao impacto, enquanto os reembasados com T apresentaram aumento. Os corpos-de-prova reembasados pela técnica mediata (L/L) apresentaram resultados similares a L. Conclui-se que a combinação L/T apresentou os maiores valores de resistência ao impacto quando comparada a L, L/U e L/L. Palavras-chave: Reembasadores de dentadura.
30 - Avaliação da influência da intensidade de luz na resistência de união de um sistema adesivo

Bruna Maria de Oliveira Jorge, Martín Antúnez de Mayolo Kreidler, Osmir Batista de Oliveira Junior

O objetivo foi avaliar a possível influência da intensidade de luz na resistência de união de um sistema adesivo. Foram utilizados 16 dentes terceiros molares e divididos em 4 grupos: Grupo G1 - Aparelho de luz halógena -KM-200R®; Grupo G2 - Aparelho LED -Ultraled®; Grupo G3 - Aparelho LED -UltraLume®LED5 e Grupo G4 - Aparelho LED -Biolux Single V®. Para todos os grupos, o procedimento restaurador foi realizado utilizado o adesivo Single Bond® pigmentado com rodamina B e resina composta InTen-S®. Após as restaurações, os mesmos foram cortados, em espécimes de aproximadamente 1 mm2 de secção transversal para serem submetidos ao teste de microtração e observados no microscópio digital. Os resultados, submetidos à análise estatística mostram que o grupo G2 teve média de resistência adesiva significativamente menor que os demais grupos, que foram semelhantes entre si. Quanto ao tipo de fratura, houve diferença entre os grupos G1 e G2 e entre os grupos G2 e G4. Entre os outros grupos não houve evidência de diferenças significativas. As falhas de união foram predominantemente do tipo adesivas. Os autores concluem que de acordo com as condições experimentais do presente estudo, há evidências de que a intensidade de luz influenciou na resistência de união em dentina.
31 - Aplicações clínicas da alça retangular

Caio Sérgio Botta Martins de Oliveira, Rafael Azeredo, Ana Luísa Botta Martins de Oliveira, Maurício Tatsuei Sakima



A alça retangular é um dispositivo da técnica do arco segmentado que auxilia a correção do mau posicionamento dentário. A alça retangular é inserida no tubo auxiliar da banda do molar ou de algum dispositivo, como tubos cruzados, que podem ser fixados em qualquer local do fio ortodôntico. Na sua confecção utiliza-se ligas de titânio e molibdênio, materiais mais flexíveis do que o aço inoxidável, e que por isso não necessitam da confecção de “loops”. Sua aplicação clínica é bastante variável, podendo ser utilizada para a correção dos mais diversos problemas de posicionamento dentário, sendo sua utilização especialmente vantajosa na correção de dentes multirradiculares ou que apresentam grandes volumes radiculares. Estes dentes necessitam de maiores magnitudes de força para a sua movimentação e muitas vezes, de forças aplicadas por longos períodos de tempo. A utilização da alça retangular permite a aplicação desta força, direcionando a reação sobre o restante da arcada, que deve estar estabilizada por um fio rígido de aço (0,019”x0,025”), isto faz com que todos os dentes sejam utilizados como ancoragem, enquanto o dente que necessita da correção seja movimentado. O objetivo deste trabalho foi demonstrar a confecção da alça retangular e algumas de suas aplicações clínicas. Palavras-chave: Aparelhos ortodônticos; movimentação dentária; canino.
32 - Efeito da toxima botulínica, lidocaína e “dry-needling” em pacientes com dor miofascial e cefaléia associada – um estudo controlado duplo cego
Camila Andrade Zamperini, Roberta de Abreu Venâncio, Francisco Guedes Pereira Alencar Júnior
O propósito do presente estudo foi avaliar qual a melhor substância e/ou técnica de injeção para o alívio da cefaléia associada com a Dor Miofascial. Para isso, 45 pacientes com diagnóstico de Dor Miofascial e cefaléia, que tinham sua dor reproduzida após a palpação de “trigger points”, foram divididos aleatoriamente em 3 grupos: G1 - dry-needling, G2 - lidocaína a 0.25% e G3 – toxina botulínica, tendo sido avaliados por um período de 12 semanas. Níveis de intensidade, frequência e duração da dor, sensibilidade no ponto após injeção, tempo de obtenção do alívio e duração do mesmo e necessidade de ingestão de medicação para controle da cefaléia (medicação resgate) foram avaliados. Os resultados mostraram que, estatisticamente, todos os grupos obtiveram resultados favoráveis e semelhantes 0,05), exceto para o uso de medicação resgate enas variáveis analisadas (p sensibilidade pós-operatória no ponto injetado. Nessas variáveis, o G3 apresentou melhores resultados. Portanto, considerando o custo reduzido, a lidocaína poderia ser adotada como substância de escolha, deixando a toxina botulínica reservada talvez para casos refratários e isolados. Palavras-chave: Lidocaina; cefaléia; dor facial.
33 - Efeito de injeções de lidocaína associda ou não a corticóide e "dry--needling" em cefaléias associadas com dor miofascial
Camila Andrade Zamperini, Roberta de Abreu Venâncio, Francisco Guedes Pereira Alencar Júnior
Poucos estudos avaliaram injeções em “trigger points” em pacientes com cefaléias originadas pela ativação destes pontos. Esse estudo avaliou se as injeções em “trigger points” usando lidocaína associada com corticosteróide seriam melhores do que lidocaína pura, tendo como controle o “dry-needling”, no controle da dor local e referida para a cabeça. Para isso, 45 pacientes com Dor Miofascial e cefaléia, que tinham sua dor reproduzida após a palpação de “trigger points”, foram divididos em 3 grupos: G1 - dry-needling, G2 - lidocaína a 0.25% e G3 - lidocaína a 0.25% associada com corticóide, tendo sido avaliados por 12 semanas. Níveis de intensidade, frequência e duração da dor, sensibilidade no ponto após injeção, tempo de obtenção do alívio e duração do mesmo, e necessidade de ingestão de medicação resgate foram avaliados. Estatisticamente, todos os grupos obtiveram resultados favoráveis e semelhantes nas variáveis analisadas, exceto para a sensibilidade pós-operatória no ponto injetado, em que o G3 obteve melhores resultados. Portanto, injeções em “trigger points” em pacientes com cefaléia associada com a Dor Miofascial são efetivas, mas injeções com lidocaína associada ao corticóide são mais indicadas, pois a sensibilidade pós-operatória pode ser reduzida. Palavras-chave: Lidocaína; cefaléia; dor facial.
34 - Análise histomorfométrica da influência do alendronato sódico na reparação óssea em tíbia de ratas ovariectomizadas

Camila Aparecida Preccaro, Pedro Vicente Neto, Eleny Balducci Roslindo

O alendronato sódico (AS), considerado inibidor na reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos promove um efeito final de inibição de reabsorção e aumento de massa óssea. O objetivo desta pesquisa foi analisar histomorfologicamente o efeito do alendronato sódico na reparação óssea de ratas ovariectomizadas, nas quais realizou-se um defeito ósseo na tíbia direita. As ratas tratadas receberam o medicamento na dose de 0,7 mg/kg dissolvido em solução salina, administrado uma vez por semana por via subcutânea, e as controles receberam solução salina. Nos períodos de 16, 30 e 44 dias após a primeira dose do AS, os animais foram sacrificados, as tíbias direitas removidas e processadas para análise histomorfométrica. A densidade volumétrica foi estimada por um método de contagem diferencial de pontos, em imagens histológicas analisadas ao microscópio munido de uma ocular (10X) contendo um retículo com 25 pontos eqüidistantes totalizando 100 pontos para cada animal analisado. Com base nos resultados concluiu-se que o AS estimulou a formação óssea, a ovariectomia influenciou na ação do AS proporcionando pouca variação no volume ósseo entre os grupos analisados e o tecido ósseo neoformado apresentou graus de maturação variável entre os períodos observados. Palavras-chave: Alendronato sódico; ovariectomia; reparação óssea.




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