Aumenta o contraste



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PROVA CBR 2009

FÍSICA



  1. Raio-x de tórax, ao aumentar o kv:

Aumenta o contraste? Entre quais estruturas?(pulmão, parte óssea, estruturas musculares?)

Reduz contraste?

Não altera?


  1. Fatores primários que interferem no contraste:

Kv e ponto focal?

Kv e espessura

Kv e ma?


Kv e mas?

Kv e tempo de exposição?





  1. MAMOGRAFIA: qual correta?

Força de compressão equivale a 21-28kg (F)


  1. O que aumenta o artefato de reverberação no US?

Estruturas altamente refletoras.


  1. Em relação a redução da atenuação do feixe no us? A incorreta

Estruturas císticas provocam acentuada atenuação do feixe primário.


  1. Proteção radiológica:

Os profissionais envolvidos devem usar o dosímetro sempre que expostos

O dosímetro deve ser usado sob o colete de chumbo




  1. Física da RM:

T2 estrela e alteração da susceptibilidade magnética. Errada

Chemical shift?




  1. CT: Ao aumentar o contraste o que ocorre com a quantidade de tons de cinza?

Depende do uh? Errada

Aumenta tons de cinza?

Diminui tons de cinza?



  1. Na fluoroscopia o que exacerba o espalhamento?

Aumento do kv, diminuir o diâmetro do intensificador


  1. Rx de tórax:

Alto KV, baixo MAs (tinha opção errada de só ma)

PEDIATRIA

11. Parasita responsável pela estenose inflamatória da terceira porção do duodeno:

ascaris lumbricoides

oxiúrus


estrongilóides
12. Malformação do TGI que não leva a polidrâmnio:

atresia duodenal



atresia esôfago (porque tem fístula)

atresia ileal

atresia anoretal

atresia jejunal


13. Na radiografia feita para idade óssea foi observado encurtamento do quarto metacarpo e ângulo carpal aumentado. Qual a provável síndrome?

Sd de Turner

Sd de Klinifelter

Sd de Down

Displasia óssea.

Osteogênese Imperfeita
14. Menino de 6 anos cuja radiografia da coluna torácica demonstra colapso de T11 com aumento da densidade, vértebra plana de Calvé, sinal da “moeda em dólar de prata”. Qual a patologia?

Granuloma eosinofílico (Histiocitose X)

Tuberculose

Cisto ósseo aneurismático

Doença de Schauerman


15. Sinal ultrassonográfico mais específico de puberdade na menina?

Relação corpo/colo, volume uterino e aspecto dos ovários (a)

Não há nenhum

Volume uterino / volume ovariano

Comprimento uterino longitudinal e ântero-posterior
!6. A doença renal policística autossômica recessiva pode estar associada a:

Fibrose hepática

Cistos hepáticos

Aneurisma cerebral

Neoplasia renal

Estenose de JUP
17. Trauma pediátrico – exames, qual a alternativa errada:

Líquido livre

Trauma esplênico

Tomografia de pâncreas normal não exclui lesão pancreática

Pneumoperitôneo não necessariamente indica ruptura intestinal

Edema periportal pode ser por reposição volêmica


18. Epifisiólise – alternativa errada:

Mais comum em meninas

Legg-Calve-Perthes (características)

Doença de Blunt (características)

Afecção do quadril (características)


19. Menino de 7 anos com artrite do joelho direito, apresenta na radiografia lesão lítica da epífise femoral proximal direita. Qual o diagnóstico?

Ewing


Condroblastoma

TGC


Fibroma condromixóide

Lesão por estresse


20. Diagnóstico de laringomalácia, alternativa errada:

Colapso inspiratório

Estridor, aumenta durante a atividade e diminui com a extensão cervical e posição de prona

O diagnóstico pode ser feito por fluoroscopia



O diagnóstico pode ser feito por radiografia simples

Mais comum no primeiro ano de vida


21. Imagem de US e TC com aspecto em alvo ou riniforme – Diagnóstico:

Intussuscepção

Doença linfoproliferativa

Linfoma intestinal

Gordura intra lesional é indicativo de tumor


22. Radiografia simples de neonato AP e perfil – diagnóstico:

Hérnia de Morgagni

Hérnia de Bochdalek

Eventração diafragmática

23. Enfisema lobar congênito, local mais comum:



Lobos superiores e lobo médio

Lobo inferior esquerdo

Lobo inferior direito
24. Menino de 12 anos com epistaxe recorrente, com massa centrada no recesso esfeno-palatino com extensão para fossa pterigopalatina, diagnóstico:

Nasoangiofibroma

Pólipo


Pólipo invertido

25. Massa torácica na criança, qual das assertivas está errada?

Neoplasia mediastinal é mais comum que neoplasia pulmonar

Ressonância magnética é o melhor método para avaliar massas pulmonares



O local mais comum de cisto broncogênico é no lobo inferior direito


NEUROLOGIA

26. Qual artéria que não faz parte do polígono de Willis:



Artéria cerebral média

Artéria basilar

Artéria comunicante anterior

Artéria comunicante posterior

Artéria cerebral anterior
27. Displasia septo óptica está associada a:

Ausência de septo pelúcido e espessamento do nervo óptico


28. Encefalite no HIV:

Atrofia parieto occipital

Atrofia hipocampal

Atrofia frontal (E)

Atrofia temporal


29. Diferença entre cisto epidermóide e aracnóide:

Na RM com difusão o epidermóide restringe e o aracnóide não. Sempre correlacionar com Mapa ADC.


30. Moyamoya, características:

Estenose das carótidas internas supra clinoidéias


Aneurisma da carótida

Estenose das carótidas internas associada a circulação colateral

31. Criança com epilepsia. Qual área provavelmente apresenta alteração na tomografia?

Hipocampo

Parietal
32. Qual a infecção congênita mais comum?

Toxoplasmose (A)

HIV (B)

Rubéola (C) ?


CMV (D)
33. Lamda que fecha precocemente unilateralmente

Plagiocefalia (A) – fechamento unilateral da sutura coronal

Braquicefalia (B) – fechamento precoce da sutura coronal

Trigono (C)

Escafocefalia – fechamento precoce da sutura sagital




Dentro da cranioestenose, é possível diferenciar os seguintes tipos de desenvolvimento patológico da suturas:
· Braquicefalia: ocorre quando há fusão prematura da sutura coronária, com impedimento do crescimento no sentido ântero-posterior. Assim, o crânio se torna curto, alto e a região occipital quase plana. Não se constata hipertensão intracraniana.
· Oxicefalia: é um termo geral usado para descrever o fechamento prematuro da sutura coronária e de qualquer outra sutura, ou pode ser usado para descrever a fusão prematura de todas as suturas, sendo a mais severa das cranioestenoses.
· Plagiocefalia: resulta da fusão prematura unilateral da sutura coronária ou lambdóidea. O crânio se torna assimétrico, com um pólo frontal maior que o outro. Os pólos occipitais mostram assimetria idêntica, mas contralateral, o que confere ao crânio forma oblíqua.
· Escafocefalia: é o fechamento precoce e exclusivo da sutura sagital que separa os parietais, levando ao crescimento do crânio em paralelo a da sutura fechada com impossibilidade de crescimento transversal. O crânio assume aspecto de cunha ou de quilha de navio, alongado no sentido ântero-posterior. É o tipo mais comum de cranioestenose.
· Trigonocefalia: é a fusão prematura da sutura metópica, caracterizada por uma proeminência triangular na fronte, tendo um formato em “V” e os olhos ficam aproximados. A configuração geral da cabeça, sugere diagnóstico e, na maioria dos casos, a sutura afetada pode ser palpada como uma saliência elevada e hiperostática. Deve-se procurar sinais de hipertensão intracraniana e deve ser feito cuidadoso exame fundoscópico para excluir a possibilidade de papiledema ou atrofia óptica.
O diagnóstico definitivo da cranioestenose é feito por radiografia convencional do crânio que confirma sua configuração e demonstra adequadamente qual a sutura soldada.


CABEÇA E PESCOÇO
41. Faz parte da orelha média, na ordem:

@membrana timpânica, martelo, bigorna, estribo, janela oval


42. Não faz parte do complexo osteo-meatal

Bulla etmoidal

Infundíbulo

Hiato semilunar

@Fóvea etmoidal

43. Assinale a verdadeira: massa que desloca espaços anteriormente, posteriormente, lateralmente (mesma questão de alguns anos anteriores), relações do espaço parafaríngeo, Schwanoma, Tumor do nervo vago.

44. Cistos branquiais – assinale a incorreta.

Cistos branquiais do 1o arco, loja parotídea, pode drenar para o conduto auditivo externo.

2o. arco anterior ao anterior ao esternocleidomastoideo....

higroma cístico...


45. Halo de baixo eco em região tireoidiana mais provavelmente corresponderá a:

cisto


adenocarcinoma

@adenoma
46. Masculino, diabético, 83 anos, infiltração das células da mastóide, aumentos de partes moles na região na orelha externa, ATM.

Carcinoma espino-celular

Carcinoma espino-celular + infecção

Linfoma

Linfoma infectado



@Otite externa maligna
47. Qual a localização das paratireóides:

@posterior à tireóide e medial à carótida


48. O lobo piramidal é parte:

Do lobo esquerdo da tireóide.

Do lobo direito da tireóide.

Do istmo superior.

Do istmo inferior.

Do istmo lateral.


49. Masculino, 11 anos, nódulo cístico em região anterior do pescoço.

Cisto branquial.

@Cisto do ducto tireoglosso.

Higroma
50. Sobre a transformação do cisto do ducto tireoglosso:

É agressivo e dá mestástases linfonodais

Transformação maligna em adenocarcinoma

Apresenta inflamação já que apresenta sintomas (e)
51. Alternativa incorreta:

@Lesão e PARF (d)


52. Triângulos do pescoço:

Triângulo anterior delimitado pela margem anterior do músculo ECM, borda inferior da mandíbula e linha média

c) o espaço anterior é subdividido em triângulo submandibular e submentoniano (E)

Triângulo posterior delimitado pela margem anterior do músculo ECM, clavícula e trapézio

53. USG de tireóide não é usado para:

Avaliação de nódulos parotídeos

PAAF

@Core biopsy



Estadiamento da extensão do tumor

Diferenciar tumor benigno de maligno


54. FIGURA Colesteatoma e região de rotura:

@Pars flácida

Pars tensa

55. Localização do colesteatoma da figura anterior.

@Anterior e superior.

Posterior e superior.




MAMOGRAFIA

56. Paciente apresenta nódulo palpável na mama. Mamas densas na mamografia sem identificar nódulos. Qual a conduta?



Fazer US (C)

Controle anual

Controle em 6 meses
57. Assimetria focal palpável. Qual a conduta?

Histologia

Controle em 6 meses

Controle anual
58. Mamografia com distorção arquitetural não presente em exames anteriores. Qual a conduta?

Biópsia

Controle em 6 meses

Controle anual
59. Paciente realizou mamosplastia redutora. Primeira mamografia pós cirúrgica sem alterações. Mamografia atual com lesão de contornos finos. Diagnóstico provável:

Cisto oleoso
60. Qual o principal fator de risco para CA de mama?

Hiperplasia lobular atípica (D)
61. Descarga sanguinolenta. Conduta:

Ductografia e mamografia (A)



Ductografia e histologia (E)
62. Paciente com carcinoma de próstata e ginecomastia unilateral. Qual o melhor exame?

US (A)

Mamografia


63. US de mama demonstrou imagem nodular, paralela, contornos macrolobulados e calcificações de permeio. Qual o provável diagóstico?

Fibroadenoma

CDIS
64. Imagem mamográfica classificada como B5. Foi realizada biópsia com resultado negativo para malignidade. Conduta:

Dizer à paciente para não se preocupar e fazer acompanhamento anual

Orientar com o médico da paciente que o resultado pode ser um falso negativo e sugerir agulhamento para biópsia cirúrgica (B)
65. A mamografia com incidência de clivagem serve para analisar qual parte da mama?

Póstero medial (D)

Póstero lateral

Superficial superior
66. Assinale verdadeiro ou falso em relação à imagem (retroareolar irregular):

Fazer biópsia da lesão (V)

Nódulos com características benignas tem até 15% de chance de ser malignos (F)

Características de malignidade do nódulo: espiculado, ovóide... (F)


67. Microcalcificações puntiformes e arredondadas agrupadas, novas em relação à mamografia anterior. Diagnóstico e conduta:

B3, retorno em 6 meses (D)

B4, histologia


68. Características da cicatriz radiada, exceto:

Centro radiodenso com espículas proporcionais (C)
69. Imagem mamográfica. Diagnóstico.

Mastite plasmática (D) – vulgo mastite plasmocitária (calcificação intraductal)!

Infecção bacteriana prévia

Carcinoma
70. Calcificação considerada sempre benigna:

Bastão


Centro radioluscente (D)


GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

71. Pólipo endometrial: características

Recobre o endométrio

Revestido pelo endométrio

Fica na transição do endométrio para miométrio
72. Cisto ovariano heterogêneo, homogêneo, com pequena quantidade de líquido em fundo de saco, provavelmente é:

endometrioma


73. Adenomiose:

Não causa dor


74.
75. Cisto hemorrágico:

Líquido em fundo de saco


76. Gravidez ectópica em relação ao corpo lúteo, verdadeiro ou falso:

Imagem na tuba é mais ecogênica ao US (V)

Espessamento do endométrio

Líquido em fundo de saco


77.
78. Sinal mais específico e mais sensível para o diagnóstico de gravidez tubária:

Saco gestacional

Presença de feto e detecção do BCF (F)
79. Diagnóstico de adenomiose
80. Adenomiose, tipos de imagem ao US, exceto:

Nódulo calcificado

Imagem sólido-cística
81. Imagem de USTV com nódulo e Doppler, paciente com queixa de sangramento vv e dispareunia, há 2 dias com sensação de peso em baixo ventre, diagnóstico:

Mioma submucoso pediculado

Mioma subseroso

Gravidez ectópica

Doppler com fluxo arterial e venoso não (?) pode diferenciar processo benigno maligno de benigno

82.
83. Mioma e tipo de degeneração miomatosa, assinale a falsa:

A mais comum é a degeneração hialina

Na menopausa a tendência é reduzir o volume

5% evolui para degeneração sarcomatosa
84. US gestacional (cérebro fetal), V ou F:

Pode estar associado a meningomielocele (V)

Deformidade da calvária (V)

Obliteração da cisterna magna (F)

Agenesia de verme cerebelar (F)

85. Chiari II




ULTRASSOM

86.
101- ecogenicidade do pâncreas na criança


ABDOME

102. Masculino , 62 anos , com estase e dilatação esofágica em decúbito supino, que resolve em ortostase.



  1. neo esôfago

  2. estenose péptica

  3. chagas

  4. colagenose

103: Paciente com abdome agudo, radiografia mostra dilatação de alças, com nível na mesma altura, na mesma alça



  1. intussucepção

  2. distúrbio hidroeletrolítico

  3. obstrução por brida

  4. pancreatite aguda

  5. diverticulite aguda

104: RCU – aspecto no enema opaco



  1. aspecto rígido

  2. mucosa é sempre normal

  3. edema, irritabilidade da mucosa e espasmos

  4. alteração da motilidade

105: Local mais comum intussucepção:



  1. o local mais comum é: íleo-ileal, iluo-cólica e colo-cólica

  2. em crianças constumam estar associado a neoplasias

  3. em adultos geralmente é idiopático ou relacionado à infecções virais

106: Sobre a intussucepção, marque a errada:



a) Perfuração, necrose e obstrução intestinal não são complicações desta doença.

107: Sobre o GIST, marque a errada:



  1. delgado e esôfago são os locais mais comuns


108:
109:


110:
111:
112: Imagem gástrica.
113: Diagnóstico
114: Ca esquirroso
115:
116: Tu Frantz

UROLOGIA

117. Jovem masculino, com quadro de hematúria iniciado 2 horas após atividade esportiva (futebol de salão).



  1. TB renal

  2. Tumor renal maligno

  3. Pólipo vesical

  4. Hematúria de esforço

  5. Hematúria traumática

118. Tumor renal sólido com cicatriz central.



  1. Oncocitoma

  2. Tumor de células claras

  3. Hipernefroma

  4. Carcinoma de células renais

  5. Carcinoma de células transicionais

119. Tumor abdominal com sinal do lírio caído.



  1. Tumor de Wilms

  2. Hepatoma

  3. Neuroblastoma

  4. Meduloblastoma

  5. Carcinoma de células renais transicionais

120. Paciente de 30 anos, ao US com nódulos ecogênicos bilaterais, dois à direita medindo 3,0 cm e um à esquerda medindo 2,0 cm, sem sombra acústica posterior e de contornos regulares. Restante dos rins normais. Radiografia de crânio evidenciou calcificações nos gânglios da base.



  1. Hiperparatireoidismo

  2. Esclerose tuberosa

  3. Toxoplasmose

  4. CMV

  5. Hipoparatireoidismo

121. Homem com dor abdominal inespecífica. TC: massa hipodensa (com densidade líquida), bem definida, centrada no espaço pararrenal anterior direito, estendendo-se para o espaço perirrenal e extraperitoneal deste lado, sem efeito de massa ou invasão de estruturas adjacentes.



  1. Lipossarcoma

  2. Angiossarcoma

  3. Linfangioma

  4. Pseudomixoma

  5. Metástase de tumor gástrico estromal

122. Paciente com SIDA, lombalgia bilateral, sem febre ou disúria. TC: nefromegalia bilateral, nódulos renais hipodensos. À RM os nódulos apresentam hipossinal em T1 e hiperssinal em T2, com realce pelo contraste paramagnético menor que o parênquima normal.



  1. Linfoma

  2. Abscesso

  3. Nefropatia pelo HIV

  4. Sarcoma de Kaposi

  5. Infecção pelo P. carinni

123. Na presença de pequeno nódulo sólido hiperecogênico no parênquima renal, pensa-se em angiomiolipoma e CCR. Qual desses sinais favorece o diagnóstico do CCR?



  1. Sombra acústica posterior

  2. Hipervascularização ao Doppler

  3. Pseudocapsula e microcistos internos

  4. Sombra acústica posterior e pseudocapsula

  5. Hipervascularização ao Doppler e microcistos internos

124. Homem, com desconforto pélvico e disúria, realizou Urografia Excretora que evidenciou agenesia renal à esquerda. Qual dos seguintes pode estar associado e explicar os sintomas do paciente?



  1. Cisto de vesícula seminal

  2. Cisto do úraco

  3. Cisto do ducto de Muller

  4. Cisto do ducto ejaculatório

  5. Ureterocele ectópica

125. Diabete melito, abuso de analgésico, anemia falciforme, pielonefrite. Que achado pode estar associado a todas essas condições?



  1. Rins pequenos

  2. Sinal do crescente na urografia excretora

  3. Necrose da papila renal

  4. Refluxo pielotubular

  5. Nefrocalcinose

126. A não visualização do sistema coletor 10 minutos após injeção de contraste venoso na urografia excretora, MENOS provavelmente está associada a:



  1. Choque hipovolêmico

  2. Doença renal crônica

  3. Pielonefrite

  4. Hiperidratação

  5. Hidronefrose

127. IMAGEM UROGRAFIA EXCRETORA



  1. Cálculo coraliforme

  2. Estenose de JUP bilateral

  3. Urografia excretora normal com 20 minutos

  4. Hidronefrose bilateral

  5. Rins em ferradura

128. Assinale a incorreta:



  1. Estenose de JUP é a anomalia renal mais comum

  2. Na ectopia renal cruzada os rins e ureteres estão do mesmo lado

  3. A ptose renal se diferencia da ectopia pelo tamanho do ureter

  4. Ureterocele ectópica geralmente drena a unidade superior na duplicação do sistema coletor

  5. Hidronefrose não é manifestação do rim policístico infantil

129. Sobre o rim espongiomedular, assinale a correta:



  1. Ocorre dilatação cística dos túbulos coletores

  2. É sempre bilateral

  3. É mais comum em crianças da raça negra

  4. Deformidade causada pelos túbulos dilatados é o achado mais comum

  5. Nefrocalcinose é infreqüente

130. IMAGEM TC



  1. Angiomiolipoma

  2. Pielonefrite xantogranulomatosa

  3. Carbúnculo renal

  4. Hipernefroma

  5. Oncocitoma

131. São massas do seio renal, exceto:



  1. Carcinoma de células transicionais

  2. Papiloma

  3. Carcinoma de células renais

  4. Carcinoma do ducto de Bellini

  5. Linfoma



TÓRAX

132. lesão pulmonar com calcificação não excêntrica. É menos provável ser:

@ Ca broncogênico (a)

TB

Hamartoma



Meta osteossarcoma

Meta de ca mucinoso


133. Tu Pancoast. V ou F

@é mais causado por CEC (V)

-é raro invadir parede torácica (F)

134 Derrame pleural maligno. O que é falso:

-Acometer a pleura circunferencial (V)

-Acometer pleura mediastinal (V)

-Espessamento com mais de 1 cm (V) (item D)

@Captação de contraste e densificação do tecido adiposo adjacente. (F)


135 Linfoma de Hodgkin em relação ao Linfoma não Hodgkin.

@Acomete mais os linfonodos torácicos (V)

-Acomete mais os linfonodos abdominais (F)

-Forma mais lesão parenquimatosa. (F)

-Forma mais lesão intersticial (F)

-Acomete mais o Baço (F)


136. Qual a mal formação mais comum do arco aórtico:

@ Arco aórtico à esquerda com subclávia aberrante à direita

outros arcos.
137 Lesão subcarinal ovóide com densidade de partes moles 30UH na tomo com constraste. É

@Cisto broncogênico (B)

Linfoma
138 Pavimentação em mosaico:

@CA bronquioloalveolar e linfoma.


139 Qual o item errado:

@ Estenose mitral com piora súbita causa aumenta do AE e VE. (falso)


140 ?????
141 Aumento mediastinal em paciente negro:

@sarcoidose.


142 IMAGEM paciente com DPOC grave:

@micobacteria

Processo granulomatoso
143 Ca bronquioloalveolar:

@Não dá aumento mediastinal.

144 Pneumonia por micoplasma. O que é falso:

@dá entre 40 e 60 anos. (falso)


145 Múltiplos nódulos

@Wegener
146

aumento mediastinal agudo. Não ocorre em:

@TB


MÚSCULO ESQUELÉTICO
147.




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