AssociaçÃo de anticorpos contra o mycobacterium leprae ao desenvolvimento de incapacidades em hanseníase



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ASSOCIAÇÃO DE ANTICORPOS CONTRA O Mycobacterium leprae AO DESENVOLVIMENTO DE INCAPACIDADES EM HANSENÍASE
CLÉA MARIA DA COSTA MORENO1; MARCOS ANTONIO FERREIRA JÚNIOR2; SELMA MARIA BEZERRA JERÔNIMO3; ISABELLE CAMPOS DE AZEVEDO4; ELENILDA DE ANDRADE PEREIRA GONÇALVES5; VANESSA GIAVAROTTI TABOZA FLORES6.
1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, cleamoreno@hotmail.com; 2Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, marcos_nurse@hotmail.com; 3Universidade Federal do Rio Grande do Norte, selma.b.jeronimo@gmail.com; 4Universidade Federal do Rio Grande do Norte, isabellebr2511@gmail.com; 5Universidade Católica Dom Bosco, elenildagoncalves1978@gmail.com; 6Universidade Católica Dom Bosco, vanessa.taboza@gmail.com

Após anos de implantação da poliquimioterapia para o tratamento da hanseníase no Brasil, ainda é encontrado um número significativo de casos, condição que levou assumí-la como uma doença negligenciada. As consequências dessa negligência são graves para os acometidos, uma vez que a demora na chegada aos serviços, frequentemente ocasiona comprometimento de nervos, inclusive com incapacidades e deformidades. Este estudo objetivou avaliar se os níveis de anticorpos anti-Mycobacterium leprae estão associados ao desenvolvimento de incapacidades em pacientes com hanseníase. Trata de um estudo quantitativo, com delineamento seccional, descritivo e analítico. Os sujeitos foram arrolados no período de janeiro de 2014 a dezembro de 2015. O protocolo desta pesquisa foi submetido à apreciação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e aprovado de acordo com registro do CAAE no. 0042.0.051.051-09 e Parecer 280/2012. A coleta foi realizada com os pacientes registrados pelo Programa de Controle da Hanseníase, dos setores de dermatologia do Hospital Universitário Onofre Lopes e do Hospital Estadual Giselda Trigueiro, referências para o tratamento da doença no estado do Rio Grande do Norte. Os resultados evidenciam que o número de casos novos é crescente. Da amostra estudada 56% eram do sexo masculino e 44%, feminino, destes 65,7% Multibacilares e 34,3% Paucibacilares. A faixa de idade mais atingida foi de 51 a 70 anos (41%). Dos pacientes que apresentaram Grau 2 de incapacidade, 92,3% eram do sexo masculino e desses 58,3% tinham mais de 60 anos. Verificou-se que a quantidade de anticorpos específicos para a doença está fortemente associada ao desenvolvimento de incapacidades, principalmente em pacientes do sexo masculino e em idade avançada.




Palavras-chave: Hanseníase; Incapacidades; Anticorpos.
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