Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/AlbaValeriaOliveiraVargas.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5387 [ Lilacs ID 481704 ]
SOUZA, Tania Vignuda de. Interação familiar/acompanhante e equipe de enfermagem no cuidado à criança hospitalizada: perspectivas para a enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 134 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): OLIVEIRA, Isabel Cristina dos Santos
RESUMO: O estudo tem como objeto a interação familiar/acompanhante e equipe de enfermagem no cuidado à criança hospitalizada. Os objetivos são: descrever os cuidados prestados pelo familiar/acompanhante e pela equipe de enfermagem à criança durante a internação; analisar as estratégias estabelecidas entre o familiar/acompanhante e a equipe de enfermagem para prestar os cuidados à criança e discutir a interação do familiar/acompanhante e equipe de enfermagem quanto ao cuidado à criança hospitalizada. O referencial teórico está vinculado aos conceitos de cultura de Geertz (1989); abordagem centrada na criança e na família de Elsen e Patrício (1989) e família saudável de Elsen et al. (1994). Trata-se de um estudo de caso de natureza qualitativa. O cenário do estudo é a unidade de internação pediátrica de um hospital de ensino, assistência e pesquisa, localizado na cidade do Rio de Janeiro, que atende crianças até 12 anos de idade, provenientes do ambulatório ou emergência, com variados diagnósticos médicos. Os sujeitos do estudo foram sete familiares/acompanhantes e seis membros da equipe de enfermagem, que atuam na referida unidade. Os procedimentos metodológicos são a entrevista não diretiva em grupo, observação participante, formulário para caracterização dos sujeitos, consulta aos prontuários das crianças e aos documentos: normas e rotinas do hospital e manual do acompanhante. Constatou-se que os cuidados prestados pelo familiar/acompanhante restringem-se à higiene corporal e oral, troca de fraldas, limpeza da unidade; alimentação; administração de medicamentos por via oral. Os cuidados desenvolvidos pela equipe de enfermagem são administração de medicamentos, que abrange a manipulação dos dispositivos endovenosos, punção venosa, administração, preparo e aprazamento das medicações; administração de alimentos por sonda enteral; orientação à criança e aos familiares/acompanhantes; higiene corporal; verificação dos sinais vitais; peso e estatura; inspeção do couro cabeludo; e curativo. As interações entre a equipe de enfermagem e os familiares/acompanhantes, no primeiro momento da internação, sofrem interferências como: reações de medo, ansiedade e angústia; desconhecimento dos procedimentos feitos com a criança; falta de confiança por parte dos familiares. Ao longo da internação, o relacionamento entre os sujeitos é considerado positivo. Conclui-se que os cuidados desenvolvidos pelo familiar/acompanhante durante a hospitalização da criança são os mesmos desenvolvidos no ambiente domiciliar e os cuidados desenvolvidos pela equipe de enfermagem são os que demandam maior complexidade. Existe uma negociação que é permeada de acordos implícitos com o familiar/acompanhante. O (in)comum passa a ser comum e os familiares/acompanhantes que mais tempo permanecem na instituição ou reinternam com maior freqüência apreendem a cultura hospitalar, apropriando-se da terminologia científica e elaborando estratégias com o objetivo de proteger a criança.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_D/TaniaVignudaDeSouza.pdf 

Nº de Classificação: 5388 [ Lilacs ID 479574 ]
PORTO, Fernando. Os ritos institucionais e a imagem pública da enfermeira brasileira na imprensa ilustrada: o poder simbólico no click fotográfico (1919-1925). Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 174 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): SANTOS, Tânia Cristina Franco
RESUMO: Trata-se de um estudo histórico-social que tem como objeto à luta simbólica entre as escolas de enfermagem pela institucionalização de uma imagem de enfermeira brasileira através de ritos institucionais. Os objetivos traçados foram: descrever as circunstâncias em que escolas de enfermagem instituíram propostas de imagens mentais de enfermeiras para a sociedade brasileira; analisar os ritos institucionais e suas representações objetais na divulgação das imagens fotográficas da enfermeira brasileira; e discutir a eficácia simbólica da publicização de imagens fotográficas de enfermeiras, pelas escolas de enfermagem, para a sociedade à época. A delimitação temporal do estudo abrange o período de 1919 a 1925. As fontes primárias utilizadas foram, principalmente, as fotografias publicadas na Revista da Semana, além dos documentos escritos localizados em bibliotecas, centros de documentação e acervos documentais da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os achados foram iluminados à luz do pensamento de Pierre Bourdieu, evidenciando a luta simbólica entre as escolas de enfermeiras: Escola Prática de Enfermeiras da Cruz Vermelha Brasileira (1916), Escola Profissional de Enfermeiras Alfredo Pinto (1920), secção feminina da Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras da Assistência a Alienados, criada em 1890, atual Escola de Enfermagem Alfredo Pinto e a Escola de Enfermeiras do Departamento Nacional de Saúde Pública (1922), atual Escola de Enfermagem Anna Nery, pelo poder e prestígio de enunciar a imagem da enfermeira brasileira para a sociedade, materializada através das fotos veiculadas na Revista da Semana, por meio dos ritos institucionais e suas representações objetais.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_D/FernandoPorto.pdf 

Nº de Classificação: 5389 [ Lilacs ID 479572 ]
VERNIER, Eliane Tatsch Neves. O empoderamento de cuidadoras de crianças com necessidades especiais de saúde: interfaces com o cuidado de enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 172 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): CABRAL, Ivone Evangelista

GROLEAU, Danielle


RESUMO: A demanda de cuidados de crianças com necessidades especiais de saúde (CRIANES) representa desafios para os cuidadores. Investiguei como ocorre o empoderamento de cuidadoras de CRIANES, para dimensionar suas matrizes sócio-culturais, analisar as necessidades e os desafios das CRIANES e discutir a interface sócio-cultural desse cuidado com o empoderamento das cuidadoras. Optei pela pesquisa qualitativa e o método criativo sensível para produzir dados junto a 11 cuidadoras. No cenário de um hospital universitário do sul do Brasil realizei as dinâmicas de criatividade e sensibilidade Corpo Saber, Mapa Falante e Linha da Vida. Ao corpus textual apliquei ferramentas analíticas da Análise de Discurso francesa. Os achados apontaram os legados da tradição, dedicação, abnegação, socialização familiar do cuidado, solidariedade feminina e obrigação moral nas matrizes sócio-culturais que sustentam um cuidar solidário e solitário. O inconsciente coletivo feminino, impregnado pelo mito da boa mãe, leva a constituição de uma rede familial feminina, isolando as cuidadoras e reforçando o empoderamento individual. Na rede institucional de cuidados, dois pilares sustentam a crença das cuidadoras: a reabilitação funcional na fisioterapia e a cura da criança na espiritualidade. Enquanto na dimensão objetiva do cuidado, essas crianças apresentaram fragilidade clínica e vulnerabilidade social; na subjetiva, as cuidadoras significaram a natureza complexa desse cuidado como (sobre)natural e singular. A ausência de movimentação pelos estágios de transitividade da consciência distancia as cuidadoras do empoderamento coletivo, e aponta a necessidade de a enfermagem e os demais atores sociais empreender medidas que fomentem o processo de conscientização dessas mulheres.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_D/ElianeTatschNevesVernier.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5390
SQUASSANTE, Nilceia Dadalto. A dialética das relações entre a equipe de enfermagem e familiares acompanhantes no hospital: implicações para o cuidado de enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery.Convênio Interinstitucional EEAN/Minter/Faesa, 2007. 129 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): ALVIM, Neide Aparecida Titonelli
RESUMO: O estudo teve como objeto as relações estabelecidas entre a equipe de enfermagem e o familiar acompanhante do cliente hospitalizado, bem como suas implicações e propostas para modificar o paradigma do cuidado de enfermagem. Os objetivos foram: identificar tipologias de relações estabelecidas entre a equipe de enfermagem e o familiar acompanhante, considerando o contexto hospitalar como lócus dessas relações; descrever as bases em que se sustentam tais relações; e discutir as implicações que as relações entre esses sujeitos trazem para o cuidado de enfermagem ao cliente hospitalizado e apresentar propostas orientadas para modificar o paradigma do cuidado de enfermagem. O referencial teórico vinculou-se aos estudos das relações de poder no espaço disciplinado hospitalar (FOUCAULT, 2005) e das relações de cuidado, segundo o conceito de cuidado humano (WATSON, 1997). Para alcançar os objetivos, desenvolveu-se estudo qualitativo, descritivo-exploratório. O cenário foi uma clínica de cirurgia especializada de um hospital geral público situado na Grande Vitória/ES. Os sujeitos foram 14 profissionais de enfermagem, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem; e 15 familiares acompanhantes de clientes adultos hospitalizados. Como instrumentos de pesquisa foram utilizadas, concomitantemente, a observação participante e a entrevista semi-estruturada, orientada por roteiros específicos; os dados foram organizados e tratados mediante análise de conteúdo temática. Os principais resultados evidenciaram que as relações entre os sujeitos da investigação não se estabelecem linearmente, nem são exercidas da mesma forma em todas as situações, eis que há vários fatores circunscritos ao contexto hospitalar que interferem nas relações de poder, expressas através de autoritarismo, resistência, silêncio, opressão e submissão de ambos sujeitos. Em contrapartida, identificaram-se relações de cuidado, reveladas na capacidade de negociação, atenção, afeto, respeito mútuo, solidariedade, entre outros atributos que qualificam as relações humanas e o cuidado de enfermagem em si. Ao final, apresentam-se considerações, voltadas para a formulação de um projeto político-institucional, com vistas à humanização do cuidado no espaço hospitalar, em termos gerais e no âmbito das micro-relações sujeito-sujeito, criando espaços de autonomia, de decisões e ações compartilhadas, como forma positiva de exercício de poder. Essas propostas fundamentam-se na necessidade de mudança de paradigma de cuidado, pois, conforme o tipo de relação estabelecida, podem ocorrer transtornos ao cliente, os quais podem comprometer sua restauração. Segundo outro paradigma de cuidado, quando a interação está embasada no acolhimento, conforta e integração do familiar no contexto das ações e decisões, pode-se obter reciprocidade e colaboração no cuidado, bem como, em apoio emocional e afetivo ao cliente.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/NilceaDadaltoSquassabte.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5391 [ Lilacs ID 481723 ]
PONTES, Mônica Barros de. (Re)visitando a inserção da enfermeira no espaço da amamentação: o caso do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (1991-1997). Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 109 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SANTOS, Tânia Cristina Franco
RESUMO: Estudo histórico-social que tem com objeto os efeitos simbólicos advindos da inserção das enfermeiras nas Ações de Aleitamento Materno do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (HUCAM/UFES). O recorte temporal engloba o período de 1991 a 1997. Objetivos: descrever a configuração do campo, em que ocorreram as ações de promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno; analisar as circunstâncias de inserção e as estratégias de luta das enfermeiras do HUCAM nas ações de Aleitamento Materno, preconizadas pelo Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno (PNIAM) e discutir a eficácia simbólica dessas estratégias de luta para o reconhecimento do capital científico das enfermeiras nas ações de apoio ao aleitamento materno no HUCAM/UFES. Os sujeitos do estudo foram as quatorze enfermeiras que atuavam nos Serviços de Maternidade, na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal, nos Ambulatórios de Pediatria e no Ambulatório de Ginecologia, além de documentos escritos constituídos de ofícios, memorandos, portarias, normas e rotinas relativas ao funcionamento do programa; bem como documentos fotográficos, além de matérias publicadas nos jornais, à época, relativas à criação do Banco de Leite Humano. Os achados foram iluminados pelo pensamento do sociólogo francês Pierre Bourdieu, no que se refere aos seus conceitos de habitus, campo e capital (cultural, social e simbólico), evidenciando que de que a inserção das enfermeiras nas ações de aleitamento materno foi condicionada pelo seu habitus profissional ao tempo em que essa inserção resultou na atualização dos seus diferentes tipos de capitais (cultural, simbólico e social) que foram utilizados como uma das estratégias de luta simbólica pela ocupação de posições de poder e prestígio no Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes, mediante o reconhecimento de seu capital científico acerca das questões relativas à amamentação.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/MonicaBarrosPontes.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5392 [ Lilacs ID 481721 ]
ARIVABENE, João Carlos. Método mãe-canguru: vivências maternas e contribuições para a enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery. Convênio UFRJ/FAESA, 2007. [107] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): RUBIO TYRRELL, Maria Antonieta
RESUMO: Estudo de natureza qualitativa, tendo como objeto “as vivências das mães no Método Mãe-Canguru” e como objetivos: descrever as vivências das mães no MMC, analisar as vivências das mães à luz dos princípios do MMC e discutir as contribuições das mães a partir dos significados das vivências no MMC para as ações de enfermagem. Como referencial teórico, utilizamos as normatizações de atenção humanizada ao recém-nascido de baixo-peso e, também, da Maternidade Segura do Ministério da Saúde. A pesquisa teve como cenário um hospital público estadual geral do município de Serra-ES. Os atores da pesquisa foram 13 mães inseridas no método. Através da análise dos resultados, apontamos as seguintes categorias: Benefícios das vivências no MMC: sobrevivência e recuperação do bebê: a adesão materna ao método foi justificada pela recuperação do seu bebê; a indicação do MMC pelo profissional de saúde e pelo esposo; dificuldades de adesão ao método, com aceitação ou não plena do método. O dia-a-dia das mães modificado pelo MMC: adaptações do dia-a-dia para atender às necessidades do bebê; ocorreu o abandono da casa, dos filhos e do marido; houve a participação ou não da família e do pai no MMC. Valorização da afetividade entre familiares: os laços afetivos, psicossociais e técnico-assistenciais tornam-se qualificados para o convívio familiar e social, implicando na participação efetiva dos familiares no MMC. Dificuldades vivenciadas pelas mães no MMC: ausência das mães e da família foram as dificuldades sentidas na vivência do MMC. Benefícios e dificuldades das vivências relacionadas com a equipe de enfermagem: a participação da enfermagem, segundo as mães, é fundamental para o êxito do MMC, trazendo benefícios no convívio com a equipe; a presença do enfermeiro é fundamental no sucesso do MMC; houve falta de acolhimento e em alguns momentos com retaliação por alguns membros da equipe. Comentários e sugestões: compreendem uma gama de perspectivas para a melhoria da assistência, através dos recursos materiais para o conforto das mães; cuidados necessários de apoio, de alimentação, de informações e orientações; troca de experiências com outras mães; continuidade do tratamento para o bebê. Ao final do estudo, percebemos que o MMC não é desenvolvido de forma plena em seus princípios na assistência integral e humanizada, pois as mães se sentem isoladas, sobrecarregadas, preocupadas, às vezes desamparadas pela equipe de saúde. Sugerimos que a norma institucional e governamental seja revista, de modo a contemplar as necessidades da mulher/mãe.
Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/JoaoCarlosArivabene.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5393 [ Lilacs ID 479573 ]
GÓMEZ TORRES, Danelia. Paradigma da gerência que exercem as enfermeiras na direção geral da instituição hospitalar: um estudo na perspectiva latino-americana. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. [137] f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): LEITE, Joséte Luiza
RESUMO: A pesquisa permitiu determinar o paradigma da direção geral de um hospital por Enfermeira administradora nas instituições públicas de saúde. Descreve as características funcionais do paradigma da estrutura organizacional, e analisa as circunstâncias que levaram as enfermeiras à tomada de poder da gerencia nessas Instituições. Apresenta a visão da atuação de Enfermeiras que exerceram, na administração, de quatro instituições hospitalares, nos países Brasil e Chile. O estudo contemplou fundamentalmente, na perspectiva do pensamento estratégico, conjugando-se com o método de estudo de caso, facilitando o desenvolvimento da pesquisa de casos múltiplos, abordando as três categorias propostas na teoria de Mario Testa: política, técnico-acadêmica e administrativa. O tema traz importantes descobrimentos da situação de crise que gerou a perda de poder do grupo hegemônico, dentro da área de saúde; assim como, a resposta de outros grupos com interesses contrários; de tal maneira, compreender a força social e a relação inter-subjetiva, que emerge de uma influência entre as pessoas que transcendem por cenários hostis. Ressalta-se a experiência das Enfermeiras que vivenciaram o cargo de gerente, que com o apoio das autoridades, conseguiu ultrapassar as metas planejadas, ratificando que o conhecimento das enfermeiras lhes confere poder e atende ao paradigma do sistema de administração das instituições hospitalares. A discussão estratégica, no interior dos fatos, estudo as dimensões, depoimentos revelam-se as diferenças na maneira de gerenciar nas instituições hospitalares, basicamente entre médicos e Enfermeiras, enfatizando a capacidade das Enfermeiras em gerenciar as instituições pelos resultados positivos obtidos. Ao concluir, vislumbramos o alcance do processo da gestão da Enfermeira como uma representação na perspectiva de intervenções da Enfermagem, que devem ser disseminadas e incorporadas na prática, e dar visibilidade social dos atores que exercem a gerência nos hospitais.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_D/DaneliaGomezTorres.pdf 

Nº de Classificação: 5394
SALUM, Nádia Chiodelli. A educação permanente e suas contribuições na constituição do profissional e nas transformações cuidado de enfermagem. Florianópolis. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Enfermagem, 2007. 319 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): PRADO, Marta Lenise do
RESUMO: Este estudo teve como objetivo analisar as contribuições que a educação permanente traz para a transformação do profissional nas dimensões pessoal, profissional e institucional e sua contribuição para a transformação do cuidado e da prática de enfermagem. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter avaliativo, em razão do caráter complexo da natureza do estudo, que teve como foco a educação permanente realizada em um hospital escola. O referencial teórico que deu sustentação ao estudo traz, as contribuições da educação permanente nos serviços de saúde e as contribuições do processo avaliativo na visão que reconhece a subjetividade dos sujeitos envolvidos no processo. Para compreender-se a complexidade vivida nessa teia de relações sociais específicas do trabalho da enfermagem, mostram-se insuficientes os dados avaliativos na perspectiva objetiva da avaliação. A compreensão do significado que a educação permanente assume nessas transformações foi discutida a luz do referencial teórico da educação permanente e da avaliação qualitativa. Como estratégia metodológica foi utilizado o estudo de caso simples com vistas a compreender o fenômeno em profundidade. Os dados foram coletados através da triangulação de dados em três perceptivas: a perspectiva das profissionais, a perspectiva dos/as pacientes (entrevista) e da pesquisadora (observação sistemática). Estes últimos com a finalidade de complementar e confrontar os dados obtidos junto as profissionais. Fizeram parte do estudo 12 profissionais de enfermagem das diversas unidades de internação e 12 pacientes que foram atendidos por essas profissionais. A partir da análise dos dados pode-se constatar a tese de que a educação permanente contribui para a transformação da profissional nas dimensões pessoal, profissional e institucional com efeitos positivos para a transformação do cuidado e da prática da enfermagem. Entre as contribuições identificadas, o potencial na construção das competências técnicas, relacionais/comunicacionais e éticas/políticas aponta a predominância no reconhecimento da dimensão técnica como forma de garantir segurança e reconhecimento profissional. Entretanto as demais dimensões estão se consolidando e trazem contribuições no relacionamento interpessoal e na forma de organização do trabalho. No que se refere a educação permanente e a compreensão da multidimensionalidade do sujeito profissional, identifica-se que as dimensões pessoal, profissional, institucional contribuem para a formação do sujeito integral. A dimensão pessoal manifesta-se pelo saber ser. Favorece o reconhecimento de possibilidades e limites individuais e estimula a busca pelo crescimento e reconhecimento pelo grupo social e profissional. A dimensão profissional manifesta-se pelo saber fazer que inclui a habilidade e conhecimento para realização do trabalho, favorecendo sua inserção na instituição. Estimula a reflexão crítica sobre o trabalho e as relações nele mantidas com outros profissionais. A dimensão institucional mostra as contribuições da implantação de políticas internas de flexibilização e participação que favorecem a valorização e o crescimento individual e coletivo. No que se refere as transformações do cuidado, estas se mostram no dia-a-dia como possibilidade de uma prática mais humaniza e interdisciplinar. Nessa perspectiva os resultados apontam que a educação permanente contribui significativamente na formação das profissionais para o longo da vida e para a transformação da prática.

Acesso ao texto integral: http://www.tede.ufsc.br/teses/PNFR0600-T.pdf

Nº de Classificação: 5395
VIEIRA, Gilson de Bitencourt. O estresse do familiar acompanhante de idosos dependentes no processo de hospitalização e alta. Florianópolis. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Enfermagem, 2007. [113] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): ALVAREZ, Ângela Maria
RESUMO: Este estudo teve como objetivo identificar os fatores de estresse em familiares acompanhantes de idosos dependentes durante o processo de hospitalização e alta e propor intervenções segundo a teoria dos sistemas de Betty Neuman. A metodologia adotada foi a pesquisa convergente assistencial, com uma abordagem qualitativa, que possibilitou identificar os estressores das pessoas que acompanham seu parente idoso dependente durante a hospitalização e sugerir ações para a qualidade do cuidado no contexto domiciliar. Desta pesquisa, participaram 11 familiares acompanhantes e os idosos dependentes internados. Para aferir o grau de dependência dos idosos foi utilizada a escala de Katz. Os dados foram coletados através da observação participante e um instrumento com perguntas semifechadas, baseado nas fases do processo de enfermagem proposto no referencial teórico. Para análise, os resultados foram organizados em 26 códigos e posteriormente em oito categorias: condições do idoso e familiar acompanhante; medo de cuidar; relações familiares; relação com o profissional; organização familiar para o cuidado; percepção do cuidado; ações profissionais e alta hospitalar. A pesquisa constatou a importância do enfermeiro como intermediador com a equipe multiprofissional no cuidado prestado aos acompanhantes de idosos dependentes que, com ações simples durante a internação, podem amenizar os efeitos desse evento e preparar o familiar acompanhante para reproduzir os cuidados em domicílio, com o apoio da rede básica de saúde.




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