Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



Baixar 3.08 Mb.
Página50/58
Encontro18.09.2019
Tamanho3.08 Mb.
1   ...   46   47   48   49   50   51   52   53   ...   58

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=93072

Nº de Classificação: 5377
SANT'ANA, Elisabeth Gomes de Melo. A representação social sobre o processo do envelhecimento: contribuições para a enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 50 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SOUSA, Célia Antunes C. de
RESUMO: Este estudo surge através da convivência com idosos em meu núcleo familiar e pela extensão desse processo na prática profissional de enfermagem. Através dessa experiência tenho como objetivos identificar o que o idoso entende sobre o processo de envelhecimento e analisar as representações sociais sobre o processo de envelhecer e sua influência na qualidade de vida. Foi utilizado a abordagem qualitativa tendo como referencial teórico a Representação Social nas concepções de Serge Moscovici e Denise Jodelet. Como cenário foi utilizado o ambulatório de geriatria de um hospital público do Ministério da Saúde, tendo como sujeitos os idosos entre 65 e 83 anos. A coleta de dados se deu através de duas questões abertas, gravadas e transcritas e os resultados apontaram para duas grandes categorias: Reconhecendo o envelhecimento e envelhecendo com Qualidade de Vida. Conclui-se que o estudo realizado tem uma aplicação importante por contribuir na aceitação e adaptação do idoso ao processo de envelhecimento os ajudando a enfrentar esse período.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5378
TEIXEIRA, Rosângela Barbosa. Comunicar para cuidar: as relações entre enfermeiros e pais numa unidade de terapia intensiva neonatal. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. [94] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SANTIAGO, Luis Carlos
RESUMO: O estudo trata das relações entre os enfermeiros e pais numa UTIN e traz como objetivos: identificar o que é percebido pelos enfermeiros sobre a sua relação com os pais na UTIN e discutir os fatores que interferem na relação entre os enfermeiros e pais. Um recorte histórico sobre a evolução da pediatria no Brasil; os aspectos envolvidos na assistência ao RN e questões sobre a comunicação e as relações interpessoais, constituem o referencial teórico. Estudo de caráter qualitativo-descritivo, desenvolvido numa unidade de terapia intensiva neonatal num hospital feral no município do Rio de Janeiro. Os sujeitos da pesquisa foram enfermeiros que prestam assistência na unidade referida; os dados obtidos através de entrevistas gravadas após assinatura do consentimento livre e esclarecido, seguindo o rigor e princípios éticos da pesquisa. O referencial metodológico aplicado foi a análise de discurso de Bardin que deu origem a dois nucleamentos a seguir: Relacionamento entre enfermeiros e pais: discurso e prática em conflito; a comunicação verbal e não-verbal possibilitando as relações em um ambiente tecnológico. Através da análise de falas, constatou-se que apesar de vivermos um momento em que as questões psicossociais vem se tornando parte indispensável do cuidado, o mesmo não ocorre na unidade onde foi desenvolvido o estudo que vem andando na contra-mão de todas as pesquisas desenvolvidas sobre a importância dos pais junto do RN no período de internação e a responsabilidade do enfermeiro através de suas ações em estabelecer as bases para uma relação harmônica com os pais. A comunicação surge neste estudo como importante instrumento de trabalho da enfermagem. Conclui-se que há a necessidade dos enfermeiros desta unidade e da instituição como um todo se destituir de um paradigma assistencial que não vem suprindo todas as necessidades do RN e de sua família.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5379
SILVA, Lindineide Lima da. A privação da sucção não nutritiva: implicações para o neonato prematuro internado na UTIN. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2006. 76 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SOUZA, Ângela Maria La Cava de
RESUMO: O presente estudo trata das implicações da privação da sucção não nutritiva para o neonato pré-termo, internado na UTIN, e para assistência de enfermagem. Objetiva analisar o comportamento e habilidade de sucção, no seio materno, dos recém-nascidos prematuros estimulados precocemente pela sucção não nutritiva com aqueles não estimulados, comparar a variação do peso dos prematuros inclusos no estudo e discutir as repercussões da sucção não nutritiva nos prematuros internados na UTIN. De natureza quanti-qualitativa, descritiva, do tipo série de casos, onde a estratégia para coleta de informações foi a observação e a confecção de um instrumento para produção de dados. Constituído de 18 recém-nascidos prematuros internados na UTIN sem comprometimento neurológico, síndromes genéticas, malformações congênitas que não estivessem fazendo uso de sedativos ou analgésicos potentes, destes formou-se dois grupos de acordo com os critérios dos locais do estudo. A análise dos dados foi realizada pela comparação de dois grupos de recém-nascidos prematuros a partir de variáveis. Foram respeitados rigidamente os princípios éticos de pesquisa em seres humanos, definidos pela Resolução 196/96, expedido um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido aos responsáveis legais dos participantes do estudo informando-os sobre os objetivos, a forma de coleta de dados e os riscos da pesquisa. Conclui-se que a pesquisa mostrou indícios da influência benéfica da sucção não nutritiva e nutritiva por bicos artificiais para o prematuro internado na UTIN, submetido às mesmas circunstâncias descritas na pesquisa. Não cabe, todavia, neste momento, afirmar quanto à oportunidade de sua indicação para tais casos, mas os resultados da pesquisa sugerem que novos estudos sejam implementados de forma a aprofundar as conclusões estabelecidas nesta pesquisa. Também este estudo permitiu um olhar diferenciado sobre as reais autonomias de cuidados implementados pelo enfermeiro no que tange à promoção do bem-estar, do desenvolvimento e do crescimento dos bebês internos na UTIN, assim como a qualidade de vida destes após o período de hospitalização. Novos estudos devem ser realizados dentro de tais perspectivas, com vistas ao engrandecimento e aperfeiçoamento dos saberes da enfermagem.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5380
NOGUEIRA, Maria Luiza Figueiredo. Afastamentos por adoecimento de trabalhadores de enfermagem em oncologia. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2007. 131 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): SOARES, Enedina
RESUMO: Trata-se de um estudo sobre causas de afastamentos do trabalho por adoecimento do profissional de enfermagem do ambulatório de uma instituição oncológica, objetivando investigar as causas do afastamento, levantar freqüência e tempo de absenteísmo referido pelos componentes da equipe de enfermagem, delinear o perfil do trabalhador e discutir os reflexos destes afastamentos. A investigação foi de natureza descritiva com abordagem quantitativa. O estudo realizou-se com uma amostra de 135 componentes da equipe de enfermagem. Foram utilizados 2 formulários para delineamento do perfil do trabalhador e para levantamento dos problemas de saúde-doença e licenças médicas. Os dados foram analisados com o auxílio do programa Microsoft Excel Office XP e tratados por meio de estatística descritiva. Os resultados evidenciaram ser a maioria do sexo feminino, com idade entre 40 e 49 anos, com média de 21 anos trabalhados na instituição e 8.47 anos de trabalho no ambulatório. Do total dos profissionais, 60.0% são plantonistas, 82.2% cumprem 40 horas semanais, 77.0% são estatutários, 55.6% têm outro vínculo empregatício e 51.8% levam mais de 2 horas no deslocamento de casa para o trabalho. Cada trabalhador entrevistado apresentou, pelo menos, um problema de saúde, 81.5% acreditam que as doenças referidas estão associadas ao trabalho ou agravadas pelo seu desempenho profissional. Destes, 73.9% fazem algum tratamento de saúde, 80.0% por doenças do sistema músculo esquelético, 68.1% por doenças cardiovasculares, 48.9% por transtornos mentais e comportamentais. Verificou-se que 47.4% das licenças médicas referidas pelos trabalhadores foram de longa duração, sinalizando a ocorrência de maior incidência de doenças de solução lenta. Também, a maioria relata chegar bem disposta mentalmente e fisicamente ao trabalho, mas saem indispostos mental (69.6%) e fisicamente (65.9%). A associação entre carga horária e sensação ao final da jornada de trabalho nos apontou que os profissionais com 20 horas semanais não se sentem indispostos (X2=5.98%). Considerou-se que o adoecimento do trabalhador poderia ser reduzido com adoção de políticas preventivas que melhorassem as condições de saúde e trabalho nesta instituição. O índice de absenteísmo por doenças elevado indicou a necessidade de elaborar programa para melhoria das condições de trabalho e sugere também a criação de banco de dados para otimizar o registro das faltas, facilitando seu controle e possibilitando futuras pesquisas. Alcançada a finalidade que era contribuir para tornar mais visíveis os problemas de saúde que atingem os trabalhadores deste estudo, auxiliando na instrumentalização dos futuros membros desta categoria profissional para a prevenção de seus desgastes e construção de uma vida mais saudável, livre das doenças e acidentes do trabalho, conclui-se que muito ainda está por se fazer como vencer as dificuldades no estabelecimento do nexo entre o adoecimento e trabalho, reestruturando os sistemas de informação em saúde, envolvendo vigilância epidemiológica, desenvolvimento de ações inter-institucionais e multidisciplinares em saúde e trabalho, superar a concepção biologicista que ainda predomina na análise do processo saúde-doença e estabelecer relação entre o trabalho e esse processo para que os acidentes e as doenças decorrentes do trabalho deixem de ser tratados como algo normal ou natural.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5381
SILVA, Laura Johanson da. Encontros afetivos entre pais e bebê no espaço relacional da unidade neonatal: um estudo de caso à luz do método mãe-canguru. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2007. 192 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SILVA, Leila Rangel da
RESUMO: Este estudo teve por objeto de investigação: A ligação afetiva entre pais e bebê prematuro, no ambiente da Unidade Neonatal, no contexto da primeira etapa do Método Mãe- Canguru. Os objetivos foram: 1) Apreender as vivências significativas dos pais e seu bebê na gravidez, parto e nascimento, para a formação e o fortalecimento da ligação afetiva; 2) Analisar a ligação afetiva entre pais e bebê prematuro, a partir da interação no ambiente da Unidade Neonatal, no contexto da primeira etapa do Método Mãe-Canguru. Trata-se de uma pesquisa descritiva-exploratória, do tipo Estudo de Caso, com abordagem qualitativa. Os sujeitos foram oito mães, quatro pais e onze bebês prematuros, totalizando oito unidades familiares que vivenciaram a primeira etapa do método canguru. O cenário do estudo foi a Unidade Neonatal da Maternidade-Escola da UFRJ, localizada na cidade do Rio de Janeiro. As técnicas de coleta de dados foram a entrevista aberta e a observação participante. Para tratamento dos dados foi utilizada a análise temática, enquanto técnica que compõe a Análise de Conteúdo, proposta por Bardin (1977). Mediante codificação das unidades temáticas emergiram quatro categorias: 1) Vivendo o alvorecer da formação de elos afetivos, em meio às dificuldades na gravidez; 2) Enfrentando o entardecer da afetividade no parto e nascimento pré-termo; 3) Vislumbrando novos horizontes para fortalecer a ligação afetiva, através da interação, na primeira etapa do Método Mãe- Canguru; 4) Encontrando apoio para seguir os novos horizontes da ligação afetiva, no ambiente relacional da Unidade Neonatal. Constatou-se que a ligação afetiva entre pais e bebês prematuros é diretamente influenciada pelos significados e vivências na gravidez, no parto e nascimento. Na primeira etapa do método canguru, a interação recíproca e o contato corporal íntimo estão relacionados aos enfrentamentos e ao aumento de confiança dos pais. O bebê prematuro, com suas potencialidades, responde aos estímulos maternos/paternos, o que denota seu esforço para a interação e a vida. O ambiente relacional da Unidade Neonatal possui forte influência no processo de ligação afetiva.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5382
SILVA, Jorge Luiz Lima da. Estresse e transtornos mentais comuns em trabalhadores de enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 2007. [183] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): MELO, Enirtes Caetano Prates
RESUMO: O estresse é referido em estudos científicos como fator relevante no processo de determinação de agravos à saúde, incluindo os trabalhadores da saúde. O trabalho da equipe de enfermagem a coloca sob tensão e à mercê de riscos, dentre os quais os psicossociais e emocionais. Este estudo objetivou analisar a exposição ao estresse no trabalho, tendo como desfecho a ocorrência de transtornos mentais comuns (TMC) entre profissionais de enfermagem. Trata-se de um estudo seccional realizado com 1182 trabalhadores de um hospital federal localizado no Município do Rio de Janeiro. A variável independente - estresse no trabalho - foi investigada através da escala resumida Job Stress Scale, adaptada para o português por Alves e colaboradores (2004). O Modelo Demanda-Controle de Karasek e Theorell foi utilizado para avaliar as dimensões psicossociais estudadas. A variável dependente TMC foi avaliada de acordo com a versão reduzida do Self Reporting Questionnaire. A prevalência de TMC encontrada foi 23,6%, sendo 20,9% entre os trabalhadores permanentes e 26,4% entre temporários (p = 0,027). As maiores prevalências de TMC foram observadas no sexo feminino, entre os mais jovens, de maior escolaridade e sem filhos. Profissionais com trabalho de alta exigência (alta demanda e baixo controle) apresentaram 3,6 vezes (IC 95%: 1,95-6,61) mais TMC do que aqueles com trabalho de baixa exigência (baixa demanda e baixo controle). Em relação as variáveis laborais, as maiores prevalências observadas foram para profissionais com turno misto, alta carga horária e esforço físico acima da média encontrada. Na análise estratificada das categorias de estresse e do grau de demanda e controle do trabalhador, foi observado nítido gradiente tipo dose resposta. Foi constatada associação entre a exposição às dimensões de estresse e suspeição de TMC, após o controle do confundimento introduzido pelas variáveis, sexo, idade, carga horária, turno, grau de esforço físico no trabalho e vínculo empregatício. Os resultados apontam para a necessidade de medidas de intervenção na organização do trabalho, com o intuito de diminuir o estresse no trabalho promovendo a saúde mental.

Acesso ao texto integral: não localizado mas temos o CD (aguardando autorização para publicar)

Nº de Classificação: 5383 [ Lilacs ID 481719 ]
PINHEIRO, Joziane. Imunização contra a hepatite B: a realidade no contexto da saúde dos trabalhadores de enfermagem. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 102 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): ZEITOUNE, Regina Célia Gollner
RESUMO: O estudo teve como objeto a resposta imunológica anti-hepatite B em profissionais de enfermagem no contexto da saúde do trabalhador. Os objetivos foram: identificar a resposta imunológica anti-hepatite B em profissionais de enfermagem de um setor de clínica médica em um hospital no município do Rio de Janeiro; analisar a resposta imunológica dos profissionais de enfermagem, com vistas à imunização anti-hepatite B e discutir as implicações da resposta imunológica para a saúde dos profissionais de enfermagem direcionadas à saúde do trabalhador. O estudo teve uma amostra de 44 funcionários, constituída por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem representando 100% dos profissionais de enfermagem do referido setor. A obtenção dos dados deu-se através de um questionário com perguntas relacionadas às características pessoais e profissionais dos sujeitos. Estudo descritivo e exploratório. As variáveis analisadas foram: estado vacinal da hepatite B, avaliação do teste sorológico anti-HBs e conhecimento das medidas de biossegurança. Utilizou-se da estatística descritiva para o tratamento dos dados, e, para a análise, o referencial teórico e bibliográfico apontado como suporte para o estudo. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Escola de Enfermagem Anna Nery/Hospital Escola São Francisco de Assis/Universidade Federal do Rio de Janeiro e teve a autorização do Hospital para a realização da pesquisa no mesmo. Resultados: a maioria dos profissionais tinha esquema vacinal completo, porém não havia realizado o teste sorológico anti-HBs, desconhecendo sua imunidade; o resultado do teste sorológico indicou um número significativo de pessoas com o referido teste sorológico negativo; havia o conhecimento das medidas de biossegurança, contudo não as usavam de forma rotineira. Conclusão: os resultados indicam que alguns profissionais estariam expostos ao risco de contrair a hepatite B caso ocorresse um acidente com material perfurocortante. A realização do teste sorológico é importante para segurança do trabalhador da saúde. Faz-se necessário investir em treinamento e educação continuada no que se refere às medidas de biossegurança.

Acesso ao texto integral: o endereço que está na Base Minerva não confere com este trabalho

Nº de Classificação: 5384 [ Lilacs ID 481717 ]
COELHO, Maria Carlota de Rezende. A jornada de trinta horas para enfermeiros: o caso do Hospital Doutor Dório Silva. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 125 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): GOMES, Maria da Luz Barbosa
RESUMO: Estudo histórico social com abordagem dialética, que tem como objeto a luta por jornada de trinta horas semanal dos primeiros enfermeiros admitidos no HDDS no estado ES, no bojo do movimento reivindicatório dos profissionais de nível universitário, não médico. O recorte temporal foi de 1987 a 1988, época em que a organização dos trabalhadores, inserida no bojo das forças de oposição política fizeram emergir através do movimento Constituinte e consolidar através da Constituição de 1988 os direitos sociais. Evidenciou-se neste estudo que os rumos da política econômica e social dos governos do ES, desde a Ditadura Militar até a Nova República deixaram marcas na história do HDDS que contribuíram para transformá-lo em objeto de articulação dos movimentos sociais e político no ES, aí incluído o movimento reivindicatório por jornada de trabalho de 30 horas semanal. Este movimento oportunizou o desenvolvimento político dos enfermeiros, pois, o grupo de enfermeiros do HDDS, deu significado e intencionalidade as suas ações, na luta pela jornada de trinta horas semanal, fortalecendo suas entidades de classe, em especial, o sindicato dos enfermeiros do ES.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/MariaCarlotaDeRezendeCoelho.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5385 [ Lilacs ID 481716 ]
HOFFMANN, Maria Vitória. Conhecimento da família acerca da saúde das crianças de 01 a 05 anos numa comunidade ribeirinha: subsídios para a enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 89 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): OLIVEIRA, Isabel Cristina dos Santos
RESUMO: O estudo tem como objeto o conhecimento da família acerca da saúde das crianças de 01 a 05 anos numa comunidade ribeirinha. Os objetivos são: descrever as experiências de vida da família quanto à saúde das crianças; analisar o conhecimento da família acerca da saúde das crianças; e discutir as implicações dos conhecimentos da família fase à saúde das crianças para a prática assistencial da enfermagem. O referencial teórico está vinculado aos estudos de família (ELSEN et al., 1994). Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, tipo estudo de caso. O cenário é a área urbana isolada de Povoação, no povoado de Pontal do Ipiranga, no Distrito de Regência, no Município de Linhares do Estado do Espírito Santo. Os sujeitos são 17 membros das famílias, divididas em cinco grupos, que convivem com crianças de 01 a 05 anos de idade, residentes no referido cenário. Os procedimentos metodológicos foram um formulário para caracterização dos membros das famílias e entrevista não-diretiva em grupo. Com base na análise temática, constatou-se que os conhecimentos dos familiares, construídos através das relações familiares e sociais, são permeados por valores culturais, crenças, costumes e condutas como, por exemplo, na utilização de plantas medicinais. As condições sócio-econômicas e a distância geográfica da comunidade favorecem a articulação entre o saber popular e a oferta de serviços de saúde próximos à comunidade. Conclui-se que os familiares da comunidade necessitam de esclarecimentos e orientações para os problemas de saúde das crianças por parte dos profissionais de saúde. Diante desse contexto, torna-se relevante a participação da enfermagem nas orientações aos familiares das crianças de 01 a 05 anos na comunidade, cenário do estudo, com vistas à promoção da saúde da população infantil.

Acesso ao texto integral: http://teses.ufrj.br/EEAN_M/MariaVitoriaHoffmann.pdf ( Texto ) 

Nº de Classificação: 5386 [ Lilacs ID 481722 ]
VARGAS, Alba Valeria Oliveira. Vulnerabilidade e risco à contaminação do HIV/aids: a visão das mulheres. Rio de Janeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery, 2007. 142 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): ARAÚJO, Carla Luiza França
RESUMO: A meta do Ministério da Saúde é reduzir em 3% a incidência de Aids entre mulheres. Profissionais de saúde envolvidos com a saúde da mulher precisam assumir o desenvolvimento de ações para alcançá-la. De 1986 a 2005, a razão masculino/feminino diminuiu de 15,1/1 para 1,5/1, evidenciando uma alteração da epidemia por uma tendência à feminização da mesma. Essa constatação levou a formulações de políticas de saúde específicas para o controle da epidemia de HIV/Aids entre mulheres. Desta forma, o presente estudo propõe identificar a vulnerabilidade e o risco à contaminação pelo HIV/Aids na visão das mulheres, descrever os fatores e/ou condições contribuintes dessa vulnerabilidade e analisar as possibilidades e limites das estratégias de prevenção à exposição ao HIV, considerando também as relações de poder que envolvem as questões de gênero. Utilizou-se a metodologia qualitativo-descritiva. O sujeito do estudo foram dezoito mulheres que freqüentam o CTA/HUCAM. Os dados foram colhidos através de entrevista semi-estruturada, após assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. Para a análise, foi utilizado o discurso do sujeito coletivo (DSC) proposto por Lefevre & Lefevre(2005). Evidenciou-se o não-uso da camisinha por elas não reconhecerem o risco ou porque o parceiro não aceita utilizar; casamento, fidelidade e confiança são citados como fator de segurança à não-contaminação pelo HIV. A subordinação feminina apresenta-se baseada na obediência e medo, fato que se configura como agravante para exposição ao risco de contaminação pelo HIV. Violência doméstica, falta de informação ou informações erradas, tabus e repressão sexual, ligadas a educação familiar e social, uso de drogas e parcerias múltiplas apresentam-se ainda como fatores impeditivos da adoção de práticas preventivas corretas. Como elementos facilitadores, destacam-se: o acolhimento nos serviços de saúde, o aconselhamento e o acesso aos serviços de saúde e a insumos de prevenção. Como estratégias de empoderamento feminino para o enfrentamento da epidemia de HIV/Aids, as mulheres entrevistadas apontam o acesso à informação, conquista da autonomia, facilidade de testagem para o HIV e abordagem dialógica no contato com os serviços de saúde. Conclui-se, a partir desses dados, que urge a implementação das políticas públicas específicas e dirigidas, entre outras, ao empoderamento da mulher frente ao HIV/Aids. Reforça-se, assim, a posição de estudiosos, de que só com autonomia, igualdade de gênero, acesso à saúde de forma integral, a salários dignos e a educação, a mulher será capaz de adquirir resistência individual, social e programática, elevando-se a uma condição de não-vulnerabilidade ao HIV/Aids.



1   ...   46   47   48   49   50   51   52   53   ...   58


©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal