Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.ccs.ufpb.br/ppge/dissertacoes2007/dissertacaostellapereira.pdf

Nº de Classificação: 4993
RÊGO, Gicélia de Lima. Gestão da qualidade: análise da implantação no serviço de enfermagem de um hospital de ensino. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2002. 137 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): PEREIRA, Álvaro
RESUMO: A expectativa deste estudo foi investigar como se desenvolveu a implantação da qualidade no serviço de enfermagem das unidades de internação de um hospital de ensino da cidade de Salvador. Trata-se de um Estudo de Caso de natureza qualitativa, com caráter exploratório descritivo, que objetivou descrever e analisar a(s) forma(s) de implementação da qualidade no serviço de enfermagem das referidas unidades. Os atores sociais foram eleitos a partir do universo de profissionais de enfermagem direta ou indiretamente responsáveis pela qualidade do serviço de enfermagem no período de 1995-2000. A entrevista gravada foi incorporada como estratégia de coleta de dados através de um roteiro semi-estruturado, fundamentado por princípios básicos identificados a partir do modelo de Gestão da Qualidade. Este roteiro foi submetido à avaliação por um corpo de juízes composto por um grupo de cinco enfermeiros professores da área de Administração, com experiência docente e/ou de pesquisa na temática qualidade em serviços de enfermagem, que se prestaram a identificar falhas e/ou melhor forma de abordagem das questões do instrumento, a fim de assegurar maior eficácia na sondagem da temática em questão. Foi realizada também análise da situação através de registros contidos em documentos arquivados na instituição visando a complementação dos dados coletados. Estes foram analisados atendendo aos requisitos de análise temática proposta por Bardin (1994). Os resultados demonstraram que o modelo de Gestão pela Qualidade Total implantado em 1995 não obteve o sucesso esperado sendo interrompido ao final de 2000 por decisão político-administrativa. Além das evidências de envolvimento passivo de pessoas da alta e média-gerência esta investigação revelou a ausência de uma estrutura para a qualidade. Não houve participação dos servidores como sujeitos do processo de produção, desencadeando-se diversas formas de resistência muito evidentes na categoria de enfermagem.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 4994
CARMO, Vera Lúcia Avena. Estratégias de capacitação dos profissionais de saúde do Estado da Bahia na década de 1990: estudo em um distrito sanitário de Salvador. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2003. 106 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): MENDES, Vera Lúcia Peixoto Santos
RESUMO: Esta dissertação trata de um estudo qualitativo cujo objeto é a estratégia utilizada pela Secretaria Estadual de Saúde (SESAB) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na capacitação dos profissionais de saúde em um Distrito Sanitário na década de 90. Teve como objetivos analisar essas estratégias relacionando-as com os propósitos aos quais se destinam, discutindo aspectos relacionados à organização dos Núcleos de Desenvolvimento de Recursos Humanos (NDRH) que influenciaram na capacitação desses profissionais e identificar os fatores que limitam essa capacitação relativa à organização e aos trabalhadores. A coleta de dados foi realizada através de entrevista semi-estruturada, gravada e consulta de documentos referentes às políticas de RH da década de 90. Foram entrevistados profissionais de nível médio (auxiliares de enfermagem) e profissionais de nível superior (médicos, enfermeiras e assistentes sociais) e, também, Coordenadores de RH ou representantes de RH da SMS e SESAB. Para análise e tratamento dos dados, optou-se pela linha filosófica do materialismo dialético e pela análise documental. Conclui que no período estudado não existiu uma política definida de capacitação de recursos humanos, apesar de existirem esforços e interesses das Secretarias (Municipal e Estadual) para que profissionais fossem capacitados e prestarem uma melhor assistência à comunidade. Conseqüentemente, as estratégias resumiram-se aos treinamentos em serviços. Estes treinamentos foram dirigidos principalmente aos profissionais de nível superior, ficando o treinamento de nível médio restrito a sua área de atuação. Houve um relativo desconhecimento dos Coordenadores e profissionais sobre a proposta de NOB/RH, o que dificultou a sua aplicabilidade, embora demonstrasse interesse em participar das capacitações e, quando participavam, utilizavam os conhecimentos no trabalho. Os mecanismos de informação resumiram-se à leitura dos boletins informativos, diário oficial e articulação com reuniões de serviço, sendo que a Internet não foi utilizada no trabalho. Isto posto, conclui-se que os interesses da Organização se materializaram na manutenção do “status quo”. Assim, o conflito entre os interesses organizacionais e as dos trabalhadores tendem a se perpetuar. Contudo, não se observou, por parte dos trabalhadores, uma mobilização no sentido de reverter esta situação.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 4995
SANTANA, Lair Chagas de. Avaliação da implementação da metodologia da assistência de enfermagem em uma unidade cardiológica de emergência. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2004. 76 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): TAHARA, Ângela Tamiko Sato
RESUMO: O objetivo deste estudo foi avaliar a Metodologia da Assistência de Enfermagem implementada numa Unidade de Cardiologia de Emergência, de um Hospital geral da cidade de Salvador. Visando melhor traduzir o objeto selecionado optou-se por um estudo descritivo exploratório de caso com uma combinação de abordagem de dados quantitativos e qualitativos. A coleta de dados quantitativos foi realizada, de 09 a 20 de fevereiro de 2004. Os dados objetivos foram obtidos a partir da aplicação de uma lista de checagem e os qualitativos por meio de carta resposta com quatro questões abertas entregues aos sujeitos. Para análise dos dados subjetivos que interferem na implementação dessa metodologia foi utilizado a análise de conteúdo de Bardin e os objetivos com uso do programa “Software Statistical Package Social Science” for Windows, versão dez e, sua análise e no processo de avaliação foi utilizado como padrão de referência os referenciais de Wanda de Aguiar Horta, a Decisão do Conselho Regional de Enfermagem, sessão Bahia 07/2000 e a Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) 272/2002. Entre os resultados obtidos revelaram a existência das fases de elaboração de histórico, evolução e prescrição de enfermagem, entretanto estas fases estão parcialmente em conformidade com o padrão de referência utilizado. Os desafios que interferem na implementação da Metodologia da Assistência de Enfermagem citados estiveram relacionados ao profissional de enfermagem, ao instrumento e a outros fatores. Houve maior citação dos desafios relacionados ao profissional e aos impressos utilizados para a documentação do Processo de Enfermagem. As sugestões para superar os desafios relacionados ao profissional: promoção da capacitação/aprimoramento profissional de conhecimentos através do treinamento e discussões de estudo de casos comparando a assistência prescrita com a MAE; incentivo à valorização e a conscientização da importância da MAE; promoção de reuniões com diversos objetivos: com a equipe multiprofissional para compartilhar dificuldades e sucessos, discussão no grupo de enfermagem sobre a Metodologia e discussão das facilidades e das dificuldades. Relacionados aos instrumentos foi a adequação com re-elaboração dos mesmos e a sistematização do controle/avaliação da implementação. A outros fatores foram: a real operacionalização da sistematização da assistência de enfermagem através da implantação das outras fases do Processo de Enfermagem; estudo de política mais positiva e incentivadora quanto ao fundamento do registro da Metodologia; discussão sobre desenvolvimento de trabalho integrado e humanização das pessoas e o uso de método de abordagem padronizado.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 4996
NASCIMENTO, Patrícia Veiga. Revascularização do miocárdio: processo de adaptação do indivíduo nas relações familiares e no trabalho. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2004. 96 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): TAVARES, José Lucimar
RESUMO: Trata-se de um estudo exploratório de natureza qualitativa, descritiva, com base na Teoria de Adaptação de Sister Callista Roy, desenvolvida com 14 pessoas submetidas a cirurgia de Revascularização do Miocárdio, sendo 09 do sexo masculino e 05 do sexo feminino que, consentiram participar do estudo, considerando do Parecer 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, que versa sobre pesquisa com seres humanos. Seu principal objetivo foi o de analisar como se processa a adaptação familiar e profissional desses indivíduos. Para tanto, utilizamos um roteiro de entrevista semi-estruturada, cuja primeira parte constou de dados pessoais e sócio-demográficos e a segunda de questões referentes ao seu processo de adaptação. As entrevistas foram realizadas em domicílio após seleção prévia dos sujeitos no hospital em que foram submetidos à referente cirurgia. A análise empreendida considerou os modos de adaptação fisiológico, autoconceito, função de papel e interdependência em relação aos estímulos focais, contextuais e residuais. Seus resultados apontaram para um processo de adaptação gradativo e eficiente, proveniente da interação desses fatores, nos casos onde a cirurgia evoluiu sem complicações. Dessa maneira alguns achados foram relevantes, para uma adaptação eficaz dos sujeitos deste estudo, a exemplo do apoio familiar e de amigos, confiabilidade e a abordagem da equipe médica na realização ao procedimento cirúrgico, orientações da equipe multiprofissional, força de vontade e o suporte religioso. Entretanto, encontramos alguns aspectos limitantes do processo como a hospitalização, em especial, o internamento na Unidade de Terapia Intensiva, restrição da mobilidade física, alterações cognitivas e do autoconceito, dificuldades financeiras dentre outras. Sobressaiu, também, mudança na qualidade de vida dessas pessoas após o tratamento cirúrgico.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 4997
RODRIGUES, Adriana Diniz. Violência conjugal: vivência de traumas em mulheres queimadas. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2005. [151] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): DINIZ, Normélia Maria Freire
RESUMO: A magnitude da violência conjugal é retratada pelas repercussões que levam ao adoecimento das mulheres, o que é considerado como um problema de saúde pública. A queimadura está entre os traumas mais graves, podendo acarretar problemas físicos, com risco iminente de morte para a mulher, além de problemas de ordem psicológica e social. As seqüelas psicológicas do abuso muitas vezes, destroem a auto-estima da mulher, expondo-a a um risco mais elevado de sofrer problemas mentais, como estresse pós-traumático, depressão, tendência ao suicídio, consumo e abuso de álcool e drogas. O presente estudo teve como objetivo geral analisar a vivência pós-traumática em mulheres que sofreram queimaduras por violência conjugal. A pesquisa teve caráter exploratório, de abordagem qualitativa. O estudo foi realizado em um Centro de referência para Tratamento de Queimados, localizado na cidade de Salvador-BA. Os sujeitos foram mulheres queimadas por violência conjugal. A coleta de dados foi realizada no período de janeiro a abril/2005, a partir de entrevistas gravadas e contendo questões norteadoras. Os dados foram organizados com o auxilio da técnica de Análise de Conteúdo, tendo como temas: Relação Conjugal, Evento Traumático e Enfrentamento Social. Para análise dos dados, utilizamos estudos que abordavam violência de gênero, violência conjugal, queimaduras e estresse pós-traumático. Observou-se que as mulheres vivenciam o ciclo da violência, intensificado com o calor das agressões, resultando em conseqüências graves como a tentativa de homicídio pelo companheiro e a tentativa de suicídio da mulher diante das agressões sofridas pelo companheiro. A queimadura é um trauma grave que requer cuidados específicos, com a probabilidade de deixar seqüelas permanentes na mulher, repercutindo em sua auto-imagem e auto-estima. A saúde mental das mulheres também é afetada, resultando na apresentação de sintomas do estresse pós-traumático, favorecendo o adoecimento. Os profissionais de saúde mantêm o olhar clínico, pautado no modelo biomédico, ancorados em seus valores que dificultam lidar com o tema, impossibilitando a identificação da violência como causa do trauma. Portanto, a rede de apoio para o atendimento à mulher violentada é essencial no sentido de lidar com os impactos significativos na vida das mulheres, contribuindo para que estas possuam resiliência a fim de sair do cerco que é a violência conjugal.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=83911

Nº de Classificação: 4998
BRANDÃO, Ana Paula Santa Rita de Castro. Auditoria interna de enfermagem: instrumento de administração hoje e amanhã. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2006. 101 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): TAHARA, Ângela Tamiko Sato

COSTA, Ester de Souza


RESUMO: A crescente contratação de enfermeiras para a realização da auditoria de contas hospitalares, com o intuito de quantificar o consumo dos usuários de serviços de saúde, despertou o interesse em analisar a utilização da auditoria interna de enfermagem como instrumento de administração em serviços de saúde, frente às práticas do serviço de enfermagem em organizações hospitalares. Desse modo, foi realizada uma pesquisa com abordagem qualitativa, em dois hospitais privados localizados na cidade de Salvador, estado de Bahia, sendo os atores sociais do estudo 19 enfermeiras auditoras, 02 gerentes de enfermagem e 02 administradores hospitalares. A coleta de dados teve como técnica a entrevista semi-estruturada e como instrumento o formulário. O método para obtenção dos resultados foi a análise de conteúdo, tendo como referencial teórico os escritos de Maria C. Phaneuf. Os resultados revelaram que as enfermeiras auditoras atuam com vistas a evitar perdas financeiras, adequando a conta hospitalar aos registros em prontuário. Demonstraram ainda que a auditoria é um instrumento de administração para gerentes de serviços de enfermagem, considerado elo entre o faturamento hospitalar e a assistência de enfermagem, e os administradores hospitalares consideram-na como instrumento de aperfeiçoamento dos processos que envolvem a assistência à saúde. Assim, o estudo recomenda reavaliação dos modelos de gestão, de forma que o potencial das enfermeiras auditoras seja mais valorizado, utilização de indicadores que expressem os resultados da auditoria interna de enfermagem, bem como maior aprofundamento sobre o tema pelos profissionais envolvidos e pelos cursos de graduação em enfermagem.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=83913

Nº de Classificação: 4999
PASSOS, Silvia da Silva Santos. Prestação de cuidados rotineiros ao paciente dependente hospitalizado. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2007. [85] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SADIGURSKY, Dora
RESUMO: Trata-se de um estudo qualitativo com objetivo de conhecer o processo de prestação de cuidados rotineiros de enfermagem ao paciente dependente para alimentação, higiene corporal e mobilidade, no contexto hospitalar. Realizado na Clínica Médica e Clínica Cirúrgica de um Hospital Público da cidade de Feira de Santana-Ba, onde foram investigados 17 membros da equipe de enfermagem, através da entrevista semi-estruturada. Para a análise dos dados foi utilizado a Análise de Conteúdo Temática proposta por Bardin (1977) e Minayo (2004), a luz dos pressupostos sobre o cuidar/cuidado de Colliere e autores que estudam o assunto. Os resultados mostraram que a maioria dos sujeitos, reconhece a importância desses cuidados para os pacientes e mostram estar cientes que eles são atribuição da enfermagem. Entretanto, essa atribuição é delegada para os acompanhantes e, são prestados pela equipe quando o paciente encontra-se em estado crítico; quando não possui acompanhante; e/ou quando o acompanhante não consegue realizar o cuidado sozinho. Justificam a delegação da prestação dos cuidados aos acompanhantes, à sobrecarga de trabalho, ao grande número de pacientes e, ao pessoal de enfermagem reduzido. Concluímos que os cuidados rotineiros para a higiene corporal, alimentação e mobilidade, essenciais para a manutenção da vida e que devem ocorrer independentemente da possibilidade de cura, são desvalorizados pela enfermagem. Os acompanhantes desses pacientes estão sendo utilizados como cuidadores gratuitos e responsabilizados por uma atribuição que não é sua, com a justificativa de estarem sendo preparados para a alta hospitalar, sem nenhuma orientação ou supervisão por parte das enfermeiras.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 5000
MOTTA, Alyne Henri dos Santos. Comunicação entre equipe de enfermagem e cliente submetido à entubação orotraqueal. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2007. [74] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): TAVARES, José Lucimar
RESUMO: Este é um estudo exploratório, descritivo, com abordagem qualitativa, cujo objetivo foi analisar como a equipe de enfermagem vivencia a comunicação com o cliente submetido à entubação orotraqueal na unidade de terapia intensiva, baseado nos pressupostos teóricos de diversos autores que abordam a comunicação interpessoal. Realizado em uma UTI de adultos, de um hospital geral de médio porte na cidade de Feira de Santana- Bahia, 2006, sendo entrevistados 11 profissionais de enfermagem, e os resultados obtidos foram submetidos à técnica de análise temática de Bardin, permitindo o estabelecimento de três categorias: “Vivência da comunicação entre equipe de enfermagem intensivista e cliente entubado”, permeada por sentimentos de ansiedade, angústia, frustração e fuga, manifestadas pela dificuldade de expressão verbal do cliente, aliadas à dificuldade de interpretação da equipe com relação ao que o cliente quer expressar; “ Meios utilizados pela equipe de enfermagem intensivista e o cliente entubado para estabelecer comunicação”, sendo utilizado a comunicação verbal através da fala pela equipe e da escrita pelos clientes entubados, sendo que este também utilizava a comunicação não verbal, através de expressões faciais, movimentos de cabeça, g de comunicação entre equipe de enfermagem intensivista e o cliente entubado ”, relacionadas ao uso da prótese ventilatória e associadas a dinâmica de trabalho intensa, que predispõe à falta de tempo para comunicar-se. Concluímos que a vivência da comunicação, para eles, é permeada de emoções e sentimentos, que contribuem para ineficiência comunicacional, havendo a dificuldade de decodificação dos sinais não verbais emitidos pelo cliente, pois a sobrecarga de trabalho impede que haja tempo suficiente para que se estabeleça a comunicação de maneira adequada.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=91537

Nº de Classificação: 5001
MOREIRA, Tânia Maria de Oliveira. Narrativas de pessoas com diabetes atendidas na rede básica: determinantes da hospitalização. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2007. [106] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): PEREIRA, Álvaro
RESUMO: Pesquisa exploratória descritiva, de abordagem qualitativa, em torno das Narrativas de Pessoas com Diabetes Atendidas na Rede Básica, com o objetivo geral de analisar os determinantes de hospitalização, mediante histórias de pessoas com Diabetes tipo 2. O objetivo específico consistiu em investigar os determinantes da hospitalização de pessoas com diabetes atendidas na rede básica, relacionados aos aspectos psicossocioculturais e às complicações. Realizada em Feira de Santana-BA, em um Hospital Geral, público estadual, de agosto a setembro de 2006. Os sujeitos foram 12 pessoas hospitalizadas em razão da diabetes tipo 2, assistidos na rede básica e domiciliados naquele município, os quais, além disso, deveriam se encontrar em condições psicológicas para responder as questões dirigidas a eles e concordar em participar do estudo. As entrevistas permitiram a coleta dos dados mediante a técnica de história oral, direcionadas por um roteiro temático contendo questões subjetivas. Os resultados mostraram que, dos entrevistados, 50% tinham entre 51 e 60 anos de idade, a maioria com o primeiro grau incompleto, 58,33% tinham pé diabético, como complicação, 33,34% tinham entre 11 e 15 anos de doença, e 66,67% usavam, apenas, hipoglicemiante oral. Quanto à vivência dos depoentes, pudemos apreender, na primeira categoria, os relatos dos sinais e sintomas dessas pessoas antes do diagnóstico, bem como a descoberta tardia da doença provocada pelas complicações. A não percepção e o desconhecimento relativos à dimensão da doença diabetes foi geral entre os sujeitos. A representação das manifestações mudou de conforme a consciência e a experiência de vida de cada um. Apreendemos, ainda, que a demora do diagnóstico favoreceu as complicações. As respostas expressam sentimentos diversificados diante das complicações ou seqüelas resultantes, contêm sentimentos de negação, raiva, depressão e aceitação, reflexos da vivência com a doença. Grande parte dos entrevistados ressalta a mudança alimentar como a principal ocorrida a partir do diagnóstico, apesar do sentimento negativo ao adotá-la, essa representa uma esperança nas expectativas de melhora. Na segunda categoria, foi possível perceber que o conhecimento acerca da diabetes é, de modo geral, insatisfatório, grande parte dos pacientes nada sabia a respeito. Na terceira categoria, entendemos que o bom acompanhamento, as atividades educativas, os exames, o tratamento correto e a monitorização são muito importantes para o controle glicêmico e prevenção de complicações, que a participação do paciente no tratamento é fundamental, sem essa participação nenhuma das ações apontadas terá grande valia. Finalmente, na quarta categoria, apreendemos que as complicações são as causas maiores de internação, devem, portanto, ser alvo de ação dos profissionais enfermeiros no intuito de preveni-las e oferecer, ao paciente, uma melhor qualidade de vida.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 5002
REQUIÃO, Paula Regina Escorse. Brincar/brinquedo terapêutico: significado para enfermeiras pediátricas. Salvador. Universidade Federal da Bahia. Escola de Enfermagem, 2007. 94 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): CAMARGO, Climene Laura de
RESUMO: Este estudo teve como objetivo apreender o significado e relacionar as ações das enfermeiras que utilizam o Brincar/Brinquedo Terapêutico diante do processo de cuidar da criança. Os referenciais teórico-metodológicos utilizados foram o Interacionismo Simbólico e os seus princípios. A técnica para a análise dos dados foi a Análise de Conteúdo de Bardin. Participaram deste estudo 16 enfermeiras que trabalham em unidades que atendem crianças, sendo que 12 delas não praticavam o Brinquedo Terapêutico e 04 praticavam essa técnica. A análise dos dados revelou o surgimento de duas categorias que contribuíram para atingir os objetivos propostos, são elas: Definindo o Brincar/Brinquedo Terapêutico e Utilizando o Brincar/Brinquedo Terapêutico. Conforme os dados obtidos, as enfermeiras que adotam essa técnica na sua prática definem o Brinquedo Terapêutico como uma técnica que possibilita à criança a lidar com a ansiedade e experiências atípicas para a sua idade, além de funcionar como um elemento de interação entre a enfermeira, paciente e família. Da mesma forma, as enfermeiras que não praticam essa técnica definiram o brincar através das atividades lúdicas recreacionais apontando como um recurso importante para a criança durante o período de hospitalização, funcionando, também, como um elo de ligação entre a enfermeira, paciente e familiares. Ao final deste estudo, concluímos que as enfermeiras, definem positivamente o Brinquedo Terapêutico, bem como o Brincar, demonstrando receptividade para uma nova forma de lidar com a criança hospitalizada. É necessário aprofundar o conhecimento sobre esta técnica para que possam aplicá-la em toda sua abrangência no cotidiano profissional.




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