Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



Baixar 3.08 Mb.
Página4/58
Encontro18.09.2019
Tamanho3.08 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   58

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=46017

Nº de Classificação: 4985
FURTADO, Luciana Gomes. Construção de uma nomenclatura de diagnósticos de enfermagem para a Clínica Médica do HULW/UFPB. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. [127] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): NÓBREGA, Maria Miriam Lima da
RESUMO: O surgimento das linguagens científicas, como também a discussão sobre suas propriedades e peculiaridades assume relevância em toda a sua história, incentivando os cientistas a estabelecerem padrões terminológicos, em seus âmbitos de especialidade e intensificando suas preocupações com regras de formação dos termos de modo a atribuir determinadas especificidades à sua linguagem, com o objetivo de assegurar a univocidade da comunicação científica mundialmente. Esta pesquisa, do tipo exploratório-descritiva, foi desenvolvida com o objetivo de construir uma Nomenclatura de Diagnósticos de Enfermagem para a Clínica Médica do HULW/UFPB tendo como base o banco de dados de termos da clínica médica, o Modelo dos 7 eixos da CIPE® Versão 1 e a ISO 18.104. Na primeira etapa da pesquisa, a construção do banco de dados, foram seguidos quatro procedimentos da metodologia terminológica: 1) Identificação e avaliação da documentação especializada: os 611 termos atribuídos a fenômenos e ações de enfermagem, identificados na Clínica Médica passaram por um processo de normalização, resultando em 510 termos. Em seguida, passaram por um processo de mapeamento cruzado com os termos da CIPE® Versão 1, obtendo-se a ocorrência de 212 termos constantes e 298 termos não constantes nessa classificação. 2) Delimitação do campo temático: após o processo anterior, foram selecionados os termos dos Eixos Foco e Julgamento, objeto desse estudo, sendo representados nos termos constantes por 88 termos no Eixo Foco e 8 no Eixo Julgamento. Entre os termos não constantes, foram classificados 86 termos no Eixo Foco e 28 no Eixo Julgamento. 3) Estabelecimento da árvore de termos a serem definidos: os termos pertencentes aos Eixos Foco e Julgamento relacionados com as Árvores Taxonômicas dos Eixos Foco e Julgamento da CIPE® Versão 1, resultou na construção das Árvores conceituais dos Eixos Foco e Julgamento da Clínica Médica. 4) Compilação dos dados extraídos para constituição das definições teóricas: Os termos constituintes das Árvores conceituais da Clínica Médica passaram por um processo de definição, onde para os termos constantes as definições foram retiradas da CIPE® Versão 1 e para os termos não constantes foram consultados dicionários técnicos e da língua portuguesa, como também literatura da área de saúde e de enfermagem. Essas definições foram submetidas a um processo de análise e consenso, passando então a constituir o Banco de dados de termos da Clínica Médica com 210 termos. A segunda etapa da pesquisa, a construção da Nomenclatura, foi organizada a partir do banco de dados de termos e o referencial teórico do HULW/UFPB, que combinados com o processo diagnóstico, resultaram na construção de 41 diagnósticos, constituindo assim, a Nomenclatura de Diagnósticos de Enfermagem para a Clínica Médica do HULW/UFPB. Os resultados desta pesquisa representaram uma positiva troca de experiências entre as pessoas envolvidas neste processo de construção, proporcionando uma real possibilidade de campos de estudos, bem como a apropriação dessa nomenclatura como instrumento de trabalho e produção do conhecimento pela equipe de enfermagem da Clínica Médica.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60063

Nº de Classificação: 4986
VERAS, Claudia Luciana de Sousa Mascena. Características da organização da atenção básica de municípios do Estado da Paraíba - 2005. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 91 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): VIANNA, Rodrigo Pinheiro de Toledo
RESUMO: A estratégia Saúde da Família tem se configurado como a principal forma de organização da oferta de serviços da atenção básica e de fortalecimento dos sistemas municipais de saúde na Paraíba, onde a maior parte dos municípios do estado, ou seja, 87%, possui menos de 20 mil habitantes e, portanto, desenvolvem na sua maioria ações básicas de saúde. Entretanto há uma escassez de estudos sobre as formas de organização assumidas efetivamente pela atenção básica assim como sobre a utilização de instrumentos de avaliação que permitam definir medidas de intervenção e aprimoramento. Este estudo, de caráter descritivo, com desenho observacional transversal, analisou as características da organização da atenção básica de 15 municípios do estado da Paraíba no ano de 2005 e avaliou o desempenho desses municípios segundo alguns indicadores de cobertura selecionados nas áreas de saúde da criança, saúde da mulher, controle da hipertensão arterial e do diabetes mellitus. A análise de características da gestão considerou as seguintes sub-dimensões da organização da atenção básica: métodos e instrumentos de gestão, mecanismos de controle e avaliação da atenção básica, qualificação de pessoal e fortalecimento do controle social no município. A partir dos critérios utilizados para a caracterização da organização da atenção básica e da análise dos indicadores de cobertura selecionados, os municípios foram classificados em situação satisfatória, intermediária ou insatisfatória. Observou-se que, em relação à organização da atenção básica, apenas dois dos municípios estudados obtiveram desempenho satisfatório, e desses, um município permaneceu com desempenho satisfatório em todas as áreas estudadas. No que concerne à cobertura das ações, o melhor desempenho dos municípios foi observado na área de saúde da criança e a pior situação foi a da classificação dos indicadores de cobertura da área de saúde da mulher.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60046

Nº de Classificação: 4987
SOUZA, Eulina Helena Ramalho de. Programa Viva Mulher e a detecção do câncer de mama no Cariri Ocidental da Paraíba. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. [76] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): VIANNA, Rodrigo Pinheiro de Toledo

GARCIA, Telma Ribeiro


RESUMO: A neoplasia maligna da mama é a principal causa de óbito por câncer entre as mulheres acima dos 40 anos de idade e é a neoplasia mais incidente entre as mulheres excluindo-se o câncer de pele não melanoma. Por todas as estatísticas disponíveis de incidência e mortalidade, o câncer de mama é um grande desafio para a Saúde Pública, no que diz respeito à atenção à saúde da mulher. O Ministério da Saúde/INCA idealizou em 1999 o Programa Viva Mulher, cujo objetivo é reduzir a mortalidade e as repercussões físicas e psicológicas do câncer de mama e do colo do útero entre as mulheres brasileiras. A região do Cariri Ocidental da Paraíba foi selecionada para receber em regime de comodato um mamógrafo doado pelo Ministério da Saúde/INCA, no final do ano de 2000 para que fosse implantado, um pólo secundário descentralizado de detecção e diagnóstico do câncer de mama. A partir de 2001, foram iniciadas as ações do Programa naquela região, e o presente trabalho tem como objetivos analisar o processo de implantação e funcionamento do Programa; descrever as ações e procedimentos realizados para a detecção e diagnóstico do câncer de mama no período de janeiro de 2001 a dezembro de 2005; avaliar o funcionamento do Programa em relação à metas propostas pelo Ministério da Saúde/Instituto Nacional do Câncer, e verificar se houve modificação no perfil epidemiológico relacionado aos estágios em que as alterações mamária suspeitas para malignidade passaram a ser diagnosticadas. Entre janeiro de 2001 e dezembro de 2005, foram cadastradas 5.198 mulheres para realização de mamografia, e 1.896 mulheres para a realização de consulta especializada em mastologia. Nesse período foram diagnosticados 46 casos de câncer de mama, dos quais 73,9% em estágios iniciais. Em 2001, a percentagem de casos iniciais representou 28,6% e foi crescente à medida que o Programa passou a ser divulgado e suas ações estendidas a um maior número de mulheres. A cobertura populacional para a faixa etária indicada pelo Programa, no que diz respeito à realização de mamografia foi de 35,9%, abaixo da meta de 60% proposta pelo Ministério da Saúde. A conclusão desse trabalho é que ações precisam ser desenvolvidas para que um maior número de mulheres, na faixa etária indicada, submeta-se às ações de rastreamento e permaneçam nesse processo, o que permitirá o atingimento do objetivo esperado que é a diminuição das repercussões físicas e psicológicas do diagnóstico e tratamento do câncer de mama e, mais importante, a redução das taxas de mortalidade por essa patologia.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60050

Nº de Classificação: 4988
COUTINHO, Ana Paula de Oliveira. Construção e validação de um instrumento para a sistematização da assistência de enfermagem no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 124 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): NÓBREGA, Maria Miriam Lima da
RESUMO: O propósito deste estudo foi elaborar um instrumento que possibilite a Sistematização da Assistência de Enfermagem para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), nas Unidades de Suporte Avançado, tendo como base teórica o Modelo de Adaptação de Roy. Para tanto foi desenvolvido um estudo metodológico fundamentado na validação de conteúdo e executado em quatro fases. Na primeira fase - Construção e aplicação do instrumento para coleta de dados -, foram realizadas as seguintes etapas: a) revisão da literatura sobre o Modelo de Adaptação, com enfoque no Modo Fisiológico de Adaptação, e também foram levantadas referências sobre a pessoa em estado crítico, urgências e emergências, e a assistência de enfermagem/processo de enfermagem voltados para esta área, b) revisão da literatura na busca por instrumentos de coleta de dados que envolvesse pelo menos dois itens: assistência de enfermagem e urgência/emergência, c) construção do modelo do instrumento, d) validação de conteúdo dos itens do instrumento, com enfermeiros docentes e assistenciais, e e) aplicação do instrumento de coleta de dados a uma amostra de 43 usuários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, escolhidos aleatoriamente, para a identificação dos indicadores clínicos. A segunda fase do estudo - Identificação dos Diagnósticos e Intervenções/Atividades de Enfermagem -, foi desenvolvida em duas etapas: a) utilizando-se a Taxonomia de Diagnósticos de Enfermagem da NANDA foram identificados, por meio do raciocínio clínico, 29 diagnósticos de enfermagem; b) utilizando a Classificação de Intervenções de Enfermagem - NIC, foram estabelecidas as intervenções/atividades de enfermagem para os diagnósticos identificados. Na terceira fase - Construção do Instrumento para a Sistematização da Assistência de Enfermagem no SAMU -, foi estruturado o instrumento contendo na primeira parte os dados necessários para identificação da ocorrência, que são de natureza epidemiológica e por isto permitem estabelecer uma caracterização deste tipo de atendimento. A segunda parte é composta pela avaliação de comportamentos e estímulos, dividida em 7 seções: oxigenação, eliminação, proteção, sentidos, fluídos e eletrólitos, função neurológica, e função endócrina. Na terceira parte do instrumento ficou reservado o espaço para registro dos diagnósticos e das intervenções/atividades de enfermagem e na última parte do instrumento, tem-se ás anotações de enfermagem. A quarta e última fase - Validação do instrumento de sistematização - envolveu: a) a validação de conteúdo e aparência do instrumento e foi realizada com os mesmos enfermeiros que validaram o instrumento de coleta de dados na 1ª fase da pesquisa, b) a incorporação das sugestões apresentadas pelos enfermeiros, quando pertinentes, e c) a elaboração da versão final do Instrumento para a Sistematização da Assistência de Enfermagem no SAMU. O instrumento construído nesta pesquisa não deve ser considerado como definitivo; espera-se que sua utilização suscite nos enfermeiros do SAMU o desejo de pesquisar e de desenvolver estudos para o aprimoramento do instrumento, para que se tenha um instrumento confiável e que promova uma prática de enfermagem coerente e de qualidade. Pois acredita-se que utilizar este instrumento, aproxima mais os enfermeiros assistenciais da possibilidade de executarem o processo de enfermagem na sua prática clínica diária.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60030

Nº de Classificação: 4989
FELISMINO, Hérica Paiva. Direitos e deveres de pessoas com HIV/aids no âmbito da saúde e do trabalho: um enfoque bioético. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 89 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): COSTA, Solange Fátima Geraldo da

SOARES, Maria Júlia Guimarães Oliveira


RESUMO: A Bioética, como ética da vida, visa refletir os conflitos oriundos nas várias áreas do conhecimento, em particular, no campo das ciências médicas. Tem como foco principal o respeito e a valorização do ser humano. Este estudo teve como objetivos investigar o discurso dos participantes do estudo no que concerne os direitos e deveres das pessoas com HIV/AIDS; identificar os direitos e deveres do indivíduo com HIV/AIDS no campo da saúde e no âmbito do trabalho; analisar os depoimentos dos participantes, à luz da Bioética. Trata-se de um estudo exploratório com abordagem qualitativa. O campo de investigação foi o Serviço de Assistência ao Indivíduo com HIV/AIDS do Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Participaram do estudo vinte pacientes com HIV/AIDS, dos quais dez eram do sexo feminino e dez do sexo masculino. Os dados foram coletados durante os meses de agosto a setembro de 2006, por meio da técnica da entrevista, utilizando o sistema de gravação. As respostas foram analisadas qualitativamente a partir da Técnica do Discurso do Sujeito Coletivo – DSC. Desta análise emergiram as seguintes idéias centrais: direito de ser respeitado como qualquer cidadão e não sofrer discriminação; dever de se cuidar, tomando a medicação e fazendo os exames regularmente, e de proteger outras pessoas do HIV, usando preservativo; direito a uma assistência médica de qualidade e sem discriminação, inclusive a garantia de medicação e exames oferecidos pelo SUS; dever de fazer um pré-natal corretamente, tomando a medicação durante a gravidez para prevenção da doença no filho e cuidando dos filhos HIV positivo; direito ao sigilo por parte dos profissionais da Saúde; direito de ser bem assistido em todos os serviços de saúde, com ética profissional, sem ser discriminado por médicos e enfermeiros; direito de trabalhar normalmente como qualquer pessoa; direito de conseguir emprego, auxílio-doença e aposentadoria; direito de permanecer no trabalho após a descoberta da doença, sem ser discriminado nem excluído por se tratar de uma pessoa com HIV. O estudo revelou que a maioria dos direitos da pessoa assim acometida, segundo o DSC dos entrevistados, no campo da saúde e do trabalho, não são respeitados, apesar de assegurados pela Constituição Federativa do Brasil. O anonimato continua sendo a arma usada por meio soropositivos para ter garantidos seus direitos de cidadão. O estudo possibilitou uma reflexão no âmbito da Bioética, em particular, no que se refere aos princípios da autonomia, beneficência, não-maleficência e justiça, visto que estes não estão sendo plenamente respeitados pelos profissionais da Saúde, na prática do cuidar da pessoa com HIV/AIDS, além da não observância destes princípios no contexto do trabalho.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 4990
CRUZ, Simara Lopes. O fonoaudiólogo e sua participação em unidades básicas de saúde: representações sociais. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 120 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SILVA, Antonia Oliveira
RESUMO: A Atenção Básica de Saúde é responsável pelos cuidados básicos de saúde da população, tendo para tanto, cada Unidade Básica de Saúde (UBS) uma respectiva área geográfica/população de sua responsabilidade. Elas são consideradas as “portas de entrada” para o Sistema Único de Saúde, uma vez que devem ser as primeiras referências da população para buscar cuidados aos seus problemas e atenção às suas necessidades de saúde. Para tanto, este estudo tem os objetivos de identificar as representações sociais sobre o fonoaudiólogo e sua participação nas equipes construídas por profissionais integrantes da equipe mínima de saúde; conhecer as representações sociais construídas pelo fonoaudiólogo sobre si e sua participação na equipe de saúde; verificar as representações sociais sobre o fonoaudiólogo e sua participação na equipe abrangendo aspectos psicossociais responsáveis ou não pelo engajamento do fonoaudiólogo na equipe de saúde das estratégias do Programa Saúde da Família. Trata-se de um estudo exploratório obtido em uma pesquisa realizada com profissionais que atuam em unidades básicas de saúde em João Pessoa – PB, com trinta e seis sujeitos de ambos os sexos. Os dados foram coletados a partir de entrevista semi-estruturada e analisada utilizando-se o software ALCESTE 4.8. Os resultados obtidos foram interpretados à luz da teoria das representações sociais (MOSCOVICI, 1961/1978) e estão apresentados em gráficos, quadros e figuras. Os resultados apontam quatro classes ou categorias de análise, como: Descrições sobre as atividades do Fonoaudiólogo; Participação do fonoaudiólogo na equipe multiprofissional; Justificativas para inclusão do fonoaudiólogo na atenção básica de saúde; Sócio-dinâmica de atendimento dos usuários. Observam-se aqui as implicações psicossociais, envolvidas na elaboração dos conhecimentos, enquanto caráter integrador, cuja função de orientação dos comportamentos conduz os sujeitos à elaboração dos significados, ligados à participação do fonoaudiólogo nas unidades básicas de saúde, produzidas por aqueles que atuam no serviço de atenção básica de saúde. Dessa forma, podemos constatar que os atributos relacionados à atuação do fonoaudiólogo na UBS encontram-se sempre relacionados ao papel que as RS cumprem diante da participação deste profissional nesta atuação.

Acesso ao texto integral:

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60079

Nº de Classificação: 4991
ARAÚJO, Gisélia Alves. Vida, trabalho e qualidade de vida: percepção de profissionais de enfermagem que atuam no centro de material e esterilização. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 139 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): HENRIQUES, Maria Emília Romero de Miranda
RESUMO: O presente estudo é do tipo descritivo, com uma abordagem quanti-qualitativa. Foi realizado no Centro de Material e Esterilização (CME) do HULW/UFPB-João Pessoa - PB. Objetiva investigar a percepção dos profissionais de enfermagem do CME em relação à vida e ao trabalho, utilizando um instrumento de percepção; avaliar a qualidade de vida dos mesmos, através do questionário Whoqol-bref (OMS) e estabelecer relações entre os indicadores de percepção da vida e do trabalho e os domínios da qualidade de vida desses profissionais. A amostra constou de 24 profissionais (04 enfermeiras, 10 técnicos e 10 auxiliares de enfermagem), com dados coletados no período de março a abril de 2006. Os dados quantitativos foram submetidos a tratamento estatístico para Análise Descritiva (freqüência, percentagem, média e desvio padrão) e correlações; os qualitativos foram trabalhados, através da técnica do Discurso do Sujeito Coletivo. Os resultados mostraram que, em relação à percepção e aos estados de vida pessoal e profissional dos sujeitos, os indicadores positivos para o trabalho obtiveram uma freqüência maior e os negativos uma menor freqüência do que os assinalados com relação à vida. Em se tratando da satisfação com a vida e o trabalho, a satisfação com o trabalho sobressaiu em relação à com a vida; destacando-se os itens em que 100% dos profissionais referem satisfação com seu trabalho, em trabalhar no CME e que o trabalho dá sentido a sua vida. Em relação ao Discurso do Sujeito Coletivo, este revelou a satisfação e valorização do serviço realizado naquela unidade, mas também a interferência do mesmo na saúde dos trabalhadores causada pela repetitividade, esforço físico, sobrecarga de trabalho, enfim fatores ergonômicos que comprometem a vida do trabalhador. Quanto à avaliação da qualidade de vida, relativa à questão de qualidade de vida geral, obteve-se um escore médio de 66,2% (DP=13,5), indicando um nível bom. Em se tratando de domínios, o que sobressaiu foi o Domínio Psicológico com um escore médio de 73,1% (DP=10,9), e o de menor escore foi Meio Ambiente com 57,8% (DP= 11,9). Referente à correlação entre os indicadores de vida e do trabalho e os domínios de qualidade de vida, estes ocorreram de forma positiva e negativa: o Domínio Psicológico apresentou maior número de correlações; o de maior valor foi o Domínio Físico; e a correlação mais baixa foi no Meio Ambiente, coincidindo com Relações Sociais, todas positivas e relativas à vida. Portanto, os achados apontam para uma valorização do trabalho como fonte de sobrevivência e realização, assim como de uma boa qualidade de vida, apesar das fragilidades identificadas no decorrer do estudo.

Acesso ao texto integral: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=60061

Nº de Classificação: 4992
COSTA, Stella Pereira Rodrigues da. Perfil de qualidade de vida dos portadores de colostomia. João Pessoa. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências da Saúde, 2007. 103 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): HENRIQUES, Maria Emília Romero de Miranda
RESUMO: Este estudo teve como objetivo traçar o perfil de qualidade de vida dos portadores de colostomia. Foi avaliada a partir do perfil sócio-demográfico, dos sinais e sintomas do portador de colostomia e por seis escalas referentes a Capacidade Física, Função Psicológica, Estado de Ânimo Positivo, Estado de Ânimo Negativo, Função Social e Bem Estar Social do módulo central do instrumento PECVEC. Trata-se de um estudo do tipo exploratório com abordagem quantitativa, desenvolvido no Centro Paraibano de Ostomizados, no município de João Pessoa- PB, aplicado a uma amostra 18 portadores de colostomia definitiva. Os resultados demonstraram que os portadores de colostomia apresentaram mais qualidade de vida nas escala de estado de ânimo negativo, bem-estar social, função psicológica, função social, estado de ânimo positivo e capacidade física. Foi observada uma diminuição da qualidade de vida ao longo do tempo de colostomizado Isso pode ter acontecido devido a todos os pacientes em estudo apresentarem colostomia definitiva, tendo que realizar atividades rotineiras no manuseio da bolsa coletora. No entanto, a escala V de função social foi a exceção, pois a qualidade de vida dos pacientes do estudo foi diminuída em relação aos que tinham até 5 anos de realização da colostomia talvez devido a este pacientes não conseguirem realizar atividades diárias de lazer e conversar sempre sobre suas preocupações, devido ao impacto causado pelo procedimento a que foram submetidos. Foi observado que quanto menos incômodo foi sentido nas mudanças de vida diária, no trabalho e nos estudos, nos sentimentos de tristeza e na interrupção do sono, os portadores de colostomia sentiram maior qualidade de vida. Vê-se, portanto, a importância de que o perfil da qualidade de vida do portador de colostomia seja traçado periodicamente pelos enfermeiros e outros profissionais de saúde que assistem esses pacientes, para servir de suporte nas prevenções do comprometimento das atividades cotidianas e promover melhoria no enfrentamento da realidade sentida com o passar do tempo. Percebe-se a importância geral dos escores obtidos nos instrumentos deste estudo que apresentaram uma boa qualidade de vida apesar das fragilidades identificadas. Essa qualidade de vida pode ser devido a participação dos portadores pesquisados em reuniões contínua no CPO, onde recebem e transmitem orientações sobre o seu estado de ser um portador de colostomia temporária ou definitiva, trocando vivências visando o bem estar físico, social e menta.l do ostomizado. Espera-se que outros estudos venham complementar este para que o assistir ao paciente colostomizado seja contínuo e proporcione a identificação de outras fragilidades que possam ser identificadas para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas que são submetidas a uma colostomia definitiva.



1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   58


©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal