Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-20042007-092510/

Nº de Classificação: 5273
FERREIRA, Fernanda Cristina. As condições que levam as mulheres soropositivas ao HIV/aids a abrir a privacidade de suas informações às equipes do Programa Saúde Família. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 155 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): NICHIATA, Lúcia Y. Izumi
RESUMO: A aids é uma doença infecciosa que aparece na década de 1980. Desde sua descoberta até os dias atuais houve mudanças nas características das pessoas infectadas. Uma dessas mudanças foi a feminização. As mulheres devido às questões de gênero possuem singularidades na forma do enfrentamento da doença. O acompanhamento das mulheres infectadas pelo HIV é realizado principalmente, por serviços especializados de saúde. Depois da criação do Programa Saúde da Família, em 1994, e o incentivo às ações de promoção à saúde e prevenção do HIV na atenção básica, torna-se de suma importância a discussão de temas sobre bioética no caso da aids no PSF. O PSF adentra as residências das famílias e tem uma relação de maior proximidade com a comunidade, e incorpora um novo trabalhador que é o Agente Comunitário de Saúde. É a mulher infectada pelo HIV que tem o direito de decidir a quem, como, onde e quando a informação sobre sua soropositividade deve ser revelada. Este estudo teve como objetivos descrever em que condições as mulheres infectadas pelo HIV abrem sua privacidade em relação a informação sobre o diagnóstico de soropositividade a familiares, amigos e vizinhos; e identificar quais as motivações para abrir a privacidade de informações para a equipe de PSF das mulheres infectadas pelo HIV/AIDS. Trata-se de um estudo descritivo de natureza qualitativa, com enfoque bioético, realizado no Município de São Paulo, com mulheres em acompanhamento em um serviço especializado em DST/AIDS e cadastradas por uma equipe de PSF. Verificou-se neste estudo que as mulheres infectadas pelo HIV/AIDS revelam a sua condição de soropositividade a família, amigos e vizinhos quando há identificação com outro soropositivo, pressão de outros, confiança depositada em uma relação, vontade de busca de apoio, preocupação com possível transmissão do vírus ao parceiro, quando houve experiências positivas de apoio, e quando não consegue mentir quando questionada sobre sua soropositividade. E não revelam quando há medo do preconceito, medo de ex-parceiros, medo de se expor, houve experiências negativas como falta de apoio, rejeição e disseminação da informação, foi estabelecido uma pacto de silêncio, não querem que sintam pena, há medo de que a relação mude, envolve filhos menores de idade, preferem guardar para si e quando utilizam estratégias para manter o segredo. As mulheres abrem a privacidade do diagnóstico para a equipe de PSF quando o diagnóstico de soropositividade foi feito na própria unidade, quando ela sente que é melhor atendida no PSF por ser portadora do HIV, tem vínculo com os profissionais do PSF como se fossem familiares, confiam nos profissionais do PSF, sentem que os profissionais não sentem pena. E, não revelam quando a atitude inadequada do profissional gerou medo e insegurança quando comunicou à usuária o diagnóstico, acham que o PSF está ligado ao cuidado de pessoas com doenças graves e acamados, não confiam nesses profissionais por medo de quebra do sigilo,e já possuem todo suporte assistencial no SAE.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7137/tde-20042007-094026/

Nº de Classificação: 5274
MOTA, Taia Duarte. As necessidades de saúde da perspectiva dos usuários de um serviço comunitário de saúde mental. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 106 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SILVA, Ana Luisa Aranha e
RESUMO: Esta é uma pesquisa qualitativa cujo objeto de estudo são as necessidades de saúde da perspectiva de usuários de um serviço comunitário de saúde mental. A finalidade do estudo é contribuir para o fortalecimento da Reforma Psiquiátrica brasileira, propondo o conceito de necessidades de saúde como um instrumento para orientação da organização dos serviços e dos processos de trabalho em saúde mental. Os objetivos da pesquisa são identificar o entendimento dos usuários do serviço sobre suas necessidades de saúde, verificar se são satisfeitas pelo serviço e sistematizar as compreensões dos usuários de forma a contribuir para a organização das práticas no serviço. O cenário de estudo é o Centro de Atenção Psicossocial Itaim Bibi da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo que opera um projeto terapêutico baseado nos pressupostos da Reforma Psiquiátrica. Participaram deste estudo cinco usuários-trabalhadores do Projeto de Geração de Trabalho e Renda O Bar BibiTanTã, resultado da Cooperação Técnica entre o CAPS Itaim Bibi, a Área Temática de Enfermagem em Saúde Mental da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e a Associação Franco Basaglia. Os dados empíricos foram coletados por meio de entrevista semi-estruturada e analisados segundo a técnica de análise de enunciação. Os resultados apontam contradição com relação à satisfação das necessidades de saúde dos usuários. A análise das entrevistas demonstra que o serviço desenvolve projetos e ações que respondem às necessidades propriamente humanas e às necessidades alienadas de parte dos usuários, entretanto, na fala dos sujeitos, não está claro se a ação do serviço é voltada explicitamente para a apreensão e satisfação das necessidades, pois enquanto algumas são satisfeitas, outras parecem não encontrar espaço para serem expressas. Ressaltamos a importância dos projetos de geração de renda, baseados a lógica da Economia Solidária, pela diferença que faz na vida dos usuários-trabalhadores e, principalmente, por ser um importante instrumento para a efetivação da Reforma Psiquiátrica.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7134/tde-20042007-101132/

Nº de Classificação: 5275
BERNARDINO, Elizabeth. Mudança do modelo gerencial em um hospital de ensino: a reconstrução da prática de enfermagem. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem e Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Programa Interunidades, 2007. 177 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): FELLI, Vanda Elisa Andrés
RESUMO: Nos locais onde a implantação do SUS avançou para a formação de redes de atenção, os hospitais foram impulsionados à plena integração às redes municipais, o que impôs modificações conceituais e operacionais nos modelos de gerenciamento. O hospital do estudo, adotou, recentemente, um modelo gerencial baseado em “linhas de cuidado”, cujo objetivo geral é a descentralização da gestão, através da construção de Unidades Funcionais (UF). A proposta de descentralização e a adoção de uma lógica de organização do trabalho, mais por “equipe” do que por “profissão”, ancoram esse novo modelo, cuja operacionalização local provocou o desmantelamento do Serviço e a desarticulação/desmobilização dos trabalhadores de enfermagem. O presente estudo teve, como objetivo geral: construir as mudanças que deveriam ser implementadas na organização do trabalho em Enfermagem, tendo em vista o novo modelo de gestão adotado pelo hospital. Os objetivos específicos foram: Reconstruir os determinantes históricos implicados na instituição do modelo gerencial de enfermagem; identificar o contexto atual deste modelo, o seu significado e as possibilidades futuras; articular as estratégias de enfrentamento dessa problemática, no que se refere aos saberes e poderes e elaborar proposta e estratégias para a sua reconstrução. Esta pesquisa é do tipo estudo de caso e de abordagem qualitativa, fundamentada no referencial histórico e social. Teve como cenário, o HC/UFPR e a população foram os trabalhadores de enfermagem, que somam, aproximadamente, 1200 funcionários. Para a coleta de dados, utilizou-se a técnica de grupo focal. O grupo foi composto por 12 sujeitos, sendo 8 enfermeiras, 2 técnicas e 2 auxiliares de Enfermagem, que aceitaram voluntariamente participar da pesquisa. As falas foram transcritas e categorizadas, usando-se a técnica de análise de conteúdo, na modalidade da análise temática. Como resultado, foi possível apreender 3 categorias empíricas: os determinantes históricos implicados na instituição do modelo gerencial de enfermagem; o contexto atual deste modelo, o seu significado e as possibilidades futuras e as estratégias de enfrentamento, no que se refere aos saberes e poderes. No que concerne aos determinantes históricos, ressalta-se: o estranhamento das enfermeiras com o cenário externo e interno, o “desmanche intencional” da Enfermagem no hospital; a constituição histórica do trabalho da Enfermagem e sua posição dentro da organização, e a percepção de que as enfermeiras que assumiram cargos de confiança no novo modelo se comportam mais como gerentes do que como enfermeiras-gerentes. Na categoria que identifica a situação atual, seu significado e as possibilidades futuras, foi possível extrair a crise de identidade causada pela perda da Direção de Enfermagem, e os dois aspectos que se perceberam mais afetados: o cuidado e o poder. Na categoria estratégias de enfrentamento, foi possível apreender que as opções estratégicas para fazer o enfrentamento incluem: agregar forças, encontrar uma liderança, legitimá-la e construir um projeto próprio. Em síntese, o estudo mostra um ambiente em processo de mutação, os fatos que justificam a mudança e as contradições entre os pressupostos teóricos do modelo e sua operacionalização. Na perspectiva do gerenciamento que institui o novo, foram feitas propostas para o desenvolvimento da Enfermagem do HC/UFPR, considerando os conhecimentos e as estratégias necessárias à conquista de competências que poderão impactar em resultados nas dimensões técnica, política, comunicativa e de desenvolvimento da cidadania. Neste sentido , os maiores desafios para a Enfermagem serão: construir uma nova identidade, realizar o trabalho em equipe mantendo a unidade e a identidade profissional, adquirir visibilidade na instituição, mudar o cuidado e ampliar a gerência. Para tanto, as enfermeiras precisam superar a formação tradicional e investir na formação inovadora. A seu favor, contam com a experiência e o conhecimento adquiridos ao longo de muitos anos, que as qualificam a fazer, se assim o desejarem, uma mudança bem sucedida.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/83/83131/tde-04042007-141739/

Nº de Classificação: 5276
GUERRER, Francine Jomara Lopes. Estresse dos enfermeiros que atuam em unidades de terapia intensiva no Brasil. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 97 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): BIANCHI, Estela Regina Ferraz
RESUMO: O presente estudo propõe um levantamento do nível de estresse e dos principais estressores presentes entre enfermeiros de unidades de terapia intensiva (UTI) das regiões geográficas do Brasil. A população estudada foi constituída por 263 enfermeiros atuantes nas UTIs dos diversos hospitais de alta complexidade das capitais dos Estados brasileiros. Os dados foram coletados utilizando-se a Escala Bianchi de Stress, constituída por caracterização sociodemográfica e 51 itens que versam sobre as atividades desempenhadas pelos enfermeiros. A análise estatística foi descritiva e inferencial, foi utilizado o alfa de Cronbach para avaliar a confiabilidade dos dados, os testes não-paramétricos de Man-Whitney e Kruskall-Wallis para testar a diferença nas classificações de grupos independentes, e a análise de variância ANOVA, quando o valor do teste foi significativo. Com a finalidade de promover a comparação e estudo dos dados, foi realizado o escore de estresse em 6 domínios, englobando o relacionamento (A), funcionamento da unidade (B), administração de pessoal (C), assistência de enfermagem (D), coordenação da unidade (E) e condições de trabalho (F). Os níveis obtidos foram classificados em baixo (até 3,0), médio (de 3,1 a 4,0), alerta (de 4,1 a 5,9) e alto (acima de 6,0). A amostra foi eminentemente feminina (91,6%), jovem (80,2% com menos de 40 anos), sendo a maioria da população com 2 a 5 anos de formado (34,6%), atuantes na UTI há aproximadamente 5 anos, sendo 87,8% enfermeiros assistenciais, 71,5% atuantes de UTI geral, 74,5% com pós-graduação Latu-Sensu, 38,8% atuantes na Região Nordeste. Os enfermeiros obtiveram escore individual de estresse entre 2,41 e 5,21, porém a maioria ficou entre médio e alerta. Considerando-se o escore de estresse por Região, obteve-se que SE>CO>N>NE>S para a análise dos 6 domínios, obteve-se C>F>E>D>B>A, independentemente da região geográfica a que pertencia o enfermeiro. A presença de uma pós-graduação para os domínios C e D apresentaram relação estatisticamente significante (p < 0,05), na qual foi encontrada diferença para os enfermeiros da Região Sudeste que apresentaram níveis mais elevados comparados aos da Região Nordeste. Fica patente que a resposta aos estressores da UTI depende da avaliação individual e que a administração de pessoal é um estressor presente em todas as Regiões Brasileiras.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-20042007-102303/

Nº de Classificação: 5277
MARTINS, Paula Andrea Shinzato Ferreira. Sistema de classificação de pacientes na especialidade enfermagem psiquiátrica: validação clínica. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 123 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): ARANTES, Evalda Cançado
RESUMO: A escassez de publicações a respeito de dimensionamento de pessoal na enfermagem psiquiátrica motivou o desenvolvimento de um Instrumento para Classificar o Nível de Dependência na Enfermagem Psiquiátrica, etapa inicial para o estabelecimento do número ideal de profissionais na Equipe de Enfermagem da especialidade. Para tornar público um Sistema de Classificação de Pacientes, o pesquisador deve garantir a validade de conteúdo e do constructo, além da confiabilidade da ferramenta, permitindo à comunidade científica sua adoção como método, ou mesmo, como material de referência no desenvolvimento de novos modelos. Desta forma, o instrumento foi construído e teve seu conteúdo validado em estudo anterior. Assim, seus objetivos buscaram a validação clínica, por meio de testes de confiabilidade e validade do constructo, além da verificação de sua aplicabilidade na prática gerencial do enfermeiro. Duas amostras foram utilizadas, sendo n=40 pares de instrumentos preenchidos na Fase 1 da coleta de dados e n=100 instrumentos preenchidos na Fase 3 do estudo, tendo sido aplicados cinco diferentes critérios estatísticos, entre eles: o coeficiente Kappa e a correlação de Spearman. O Instrumento para Classificar o Nível de Dependência na Enfermagem Psiquiátrica foi considerado confiável com índices satisfatórios de concordância e o constructo foi validado, determinando o grau de dependência do paciente portador de transtornos mentais, internado aos cuidados da equipe de enfermagem psiquiátrica.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7136/tde-20042007-105158/

Nº de Classificação: 5278
FREITAS, Ligia Menezes de. As ações dos trabalhadores de saúde: o enfoque na assistência em hanseníase. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. [117] f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): HELENE, Lúcia Maria Frazão
RESUMO: Este estudo tomou como objeto as práticas e os saberes que operam nas ações de saúde dos trabalhadores de dois centros de referência em hanseníase de um determinado território do Município de São Paulo. Trata-se de um estudo descritivo, cujo objetivo geral foi caracterizar as ações de saúde que operam na assistência dos agentes em saúde, em serviços de referência à hanseníase. O material empírico foi obtido por um formulário semi-estruturado, no período de agosto a novembro de 2006 e foram entrevistados 11 profissionais, após permitirem sua participação na pesquisa. Para a análise, foram utilizados os procedimentos, segundo a análise de conteúdo de Bardin, que possibilitaram a visualização das seguintes categorias empíricas: práticas de saúde; processo de trabalho em saúde e processo saúde-doença. A análise mostrou que os processos de trabalho, de interação dos trabalhadores nas equipes e o de qualificação dos trabalhadores na área da hanseníase expressam-se de forma homogênea e deficitária entre os estudados. Permitiu também, evidenciar que as práticas de saúde dos trabalhadores dos serviços estudados estão fortemente vinculadas à assistência respaldada no modelo biológico, pois realizam práticas de saúde centradas na atenção individualizada e pautados na multicausalidade do processo saúde-doença. Neste estudo, evidencia-se a necessidade de que as práticas de saúde na área da hanseníase sejam incorporadas a um saber ampliado à intervenção do coletivo que possibilite trazer contribuições para a meta de eliminação da doença e que sejam redefinidos os processos de trabalho, baseados no âmbito da determinação e não só nos resultados do processo saúde-doença.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7137/tde-20042007-110958/

Nº de Classificação: 5279
SARTORE, Alessandra Cristina. Adaptação cultural e validação do Herth Hope Index para a língua portuguesa: estudo em pacientes com doença crônica. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 100 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): GROSSI, Sonia Aurora Alves
RESUMO: O enfrentamento do processo do adoecer é mais adequado quando os pacientes possuem esperança. É a esperança na recuperação da saúde que leva o paciente a enfrentar todas as adversidades decorrentes do adoecimento e do tratamento. A avaliação da esperança proporciona a implementação de intervenções que estimulam esperança em pacientes em cuidados paliativos e seus familiares. Diante da inexistência de um instrumento validado no Brasil para medir esse construto, optou-se pela realização da adaptação e validação do Herth Hope Index. Era também nossa intenção comparar o sentimento de esperança entre pessoas sadias, doentes com câncer e de doentes com outra doença crônica com características diferentes, como o diabetes. O estudo teve como objetivos fazer a adaptação cultural e a validação do instrumento Herth Hope Index, comparar os escores de esperança entre pacientes oncológicos, diabéticos e acompanhantes, analisar as relações entre o nível de esperança da amostra com as variáveis sócio-demográficas e analisar as relações entre o nível de esperança nos dois grupos de pacientes com variáveis clínicas de interesse. A adaptação cultural e validação do Hert Hope Index foram realizadas conforme o método preconizado pela literatura. A amostra foi composta por 131 indivíduos, divididos em 3 grupos. Os resultados obtidos demonstram que em relação às propriedades psicométricas, o instrumento apresentou um valor de alpha de Cronbach de 0.834 para a escala total. O teste-reteste conferiu a reprodutibilidade do instrumento. A validade de construto foi confirmada por meio da validade convergente que demonstrou correlação estatisticamente significativa entre a Escala de Esperança de Herth (denominação da versão brasileira) e a Escala de Auto-Estima de Rosenberg, e da validade divergente que também evidenciou correlação significante entre a Escala de Esperança de Herth e o Inventário de Depressão de Beck. A análise fatorial pelo método dos componentes principais não confirmou os três fatores da escala original confirmou apenas que existem três fatores, mas com composição diferente dos itens em relação à escala original. O nível de esperança nos três grupos foi elevado e não houve diferença estatística entre eles. A comparação entre o nível de esperança e as variáveis sócio-demográficas na amostra estudada não apresentou diferença estatisticamente significativa. O nível de esperança não foi relacionado com a dor e tipo de tumor nos pacientes oncológicos e nem com o tratamento ou coexistência de hipertensão arterial nos diabéticos. As propriedades psicométricas do instrumento foram demonstradas e, portanto ele pode ser utilizado para mensurar a esperança na população brasileira. Considera-se importante que a Escala de Esperança de Herth continue a ser testada quanto à sua confiabilidade e validade em diferentes contextos sócio-culturais da realidade brasileira.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-20042007-132715/

Nº de Classificação: 5280
FERREIRA, Márcia Zotti Justo. Essências florais: medida da sua influência na vitalidade em seres vivos. São Paulo. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 2007. 162 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): TURRINI, Ruth Natália Teresa
RESUMO: Trata-se de um estudo experimental aleatório: os tratamentos e suas repetições foram arranjados no delineamento experimental Inteiramente Casualizados. Foi realizado no Instituto Agronômico – IAC de Campinas, no período de 17 a 23 de março (Fase 1) e de 1 a 7 de agosto (Fase 2) de 2006. Buscou, dentro da área da Biofísica, novos aparatos e tecnologias que pudessem avaliar o efeito das Essências Florais em seres vivos. Utilizaram-se sementes de feijoeiro que receberam três tipos de tratamentos (regas), sendo eles: Tratamento 1(água), Tratamento 2 (água com veículo alcoólico, - aqui utilizado conhaque) e Tratamento 3 (água com veículo alcoólico e Essência Floral - Walnut). Foram analisadas a emissão biofotônica só na Fase 1 e os parâmetros de crescimento biológico durante a germinação nas Fase 1 e 2. No resultado da medição biofotônica, não foi possível se obter gráficos que caracterizassem com precisão a emissão de fótons, pois os fatores externos, dentre eles a luminosidade, os climatológicos e a escolha de areia como substrato, impossibilitaram a leitura dos dados. Na medição biológica da Fase 1, nos primeiros três dias de germinação, elas permaneceram em Germinador de Sementes só com água. A Análise de Variância para a altura das plântulas obteve o valor F de 0,1200 , com o coeficiente de variação de 10,51%, e para o comprimento das raízes o valor F de 0,4800 com o Coeficiente de Variação de 12,49% e a posteriori realizou-se o Teste de Tukey , não sendo significativos estatisticamente nenhum deles. Na Fase 2 utilizou-se as regas diferenciadas desde o primeiro momento da germinação, com isso na Análise de Variância para a altura das plântulas o valor F foi de 0,0584 e o Coeficiente de Variação de 13,76% e para o comprimento das raízes o valor F de 0,0538 e o Coeficiente de Variação de 12,40% e a posteriori realizou-se o Teste de Tukey , não sendo significativos estaticamente nenhum deles. Nessa fase acrescentou-se mais uma medida, o peso das raízes, no qual a Análise de Variância o valor F foi de 0,005, mostrando que houve diferença estatisticamente significativa na média dos pesos das raízes, segundo o tratamento utilizado e o valor do coeficiente de variação obtido foi de 6,25%. Para o Teste de Tukey obteve-se significância estatística, sendo esse resultado indicativo que as Essências Florais, neste experimento estimularam maior brotamento das raízes (fasciculamento), sendo que esse fenômeno auxilia a plântula a superar os estresses hídricos e também estabelecer maior resistência ao ataque de patógenos radiculares. Para a realização desse experimento foram necessárias as interações de três grandes áreas de conhecimento: Enfermagem, Agronomia e Engenharia Elétrica. Demonstrando assim a necessidade e importância na promoção de pesquisas multidisciplinares, pois só assim se promoverá a busca de aparatos que evidenciem a ação das Terapias Alternativas/Complementares quando utilizadas.



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