Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-18122007-153621/

Nº de Classificação: 5247
CORTAZA RAMÍREZ, Leticia. "Sou eu , mas não sou eu": as interações de mulheres mexicanas com o álcool. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 153 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): VILLAR LUÍS, Margarita Antonia
RESUMO: O consumo de álcool na mulher é uma problemática cada dia maior devido ao aumento nos padrões de consumo e na idade precoce em que se da o início do consumo de bebidas alcoólicas. O processo de adição é complexo e afeta a mulheres de todas as classes sociais, estas mulheres vistas em uma perspectiva externa não parecem ter muitas coisas em comum, mas compartilham o consumo de álcool de maneira impulsiva. Daí surge a finalidade deste estudo que foi compreender em que momento o álcool começou a fazer parte da vida da mulher que o consome e que significado atribui para o seu consumo. Diante da natureza do problema, este foi abordado segundo a metodologia qualitativa, tendo como referencial metodológico o estudo de caso, sob a perspectiva teórica de alguns dos pressupostos do Interacionismo Simbólico. Participaram deste estudo 10 mulheres que reconheceram consumir ou ter consumido bebidas alcoólicas. A história oral temática foi a técnica utilizada para a coleta de informação. As entrevistas gravadas foram transcritas, codificadas e categorizadas tomando como referência a análise de conteúdo. A análise de dados obteve como categorias centrais: O mundo das mulheres e sua interação com os objetos que as conformam e Encadeando ações em direção ao consumo de álcool. A partir das interações se evidenciou que a perspectiva da maioria das mulheres sobre o seu mundo foi uma visão continua de eventos de maus-tratos e objetos (pai, mãe e marido) agressores, atribuindo significados às situações vivenciadas como: dor e sentimentos associados, como ódio, raiva, revolta e humilhação. O relacionamento conjugal da maioria foi com pessoas que consumiam álcool, as quais influenciaram seu comportamento aumentando seu consumo de bebidas alcoólicas. As relações sexuais foram complexas, pois a maioria sofreu abusos sexuais, dessa forma quando se encontravam em uma situação de intimidade com um homem reviviam a situação do abuso, o que impedia ou dificultava o encontro. No tocante aos filhos a agressividade mãe – filho colocou-as numa situação de dor quando recordavam suas agressões, reproduzindo o esquema aprendido em sua infância. Na interação consigo mesma emergem sentimentos de desvalorização pessoal ante os outros em decorrência da vida levada tanto na infância como na idade adulta, percebendo que seu status dentro da sociedade era diminuído. O consumo de álcool deu-se em geral estimulado pelos grupos de referência como: a família, os amigos, seu parceiro e colegas de trabalho. Compartilhando os significados e as perspectivas auferidas através do álcool, o consumo formava parte da cultura de todos os seus grupos de referência. Percebeu-se que o álcool permitia a expressão do seu “eu”, aquele que elas queriam de fato ser; gostavam dele por que as fazia sentir-se bem, razão da continuidade do consumo, que ocorria em níveis cada vez mais elevados. Observou-se que o “eu” dessas mulheres se encontrava reprimido pelas suas vivencias no decorrer do seu desenvolvimento, consolidando um Self que era mais “mim” do que “eu”, era fruto do contexto e que somente através do álcool esse “eu” podia expressar-se. Nesse momento descobriam que “sou eu, mas não sou eu” quando ingeriam álcool. Verificou-se que somente quando entram em um processo reflexivo do que havia sido a sua vida com o álcool são capazes de redirigir sua ação e pensar em alternativas de reabilitação, como a possibilidade de ser outra e deixar aflorar as potencialidades do seu “eu” sem a necessidade do álcool. A reflexão permite que descubram a possibilidade de serem elas próprias sem o álcool, enfrentando uma luta consigo mesmas nesse processo, pois a maioria das pessoas significativas que as rodeiam continua consumindo álcool.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-19122007-152429/

Nº de Classificação: 5248
FERREIRA, Cintia Bragheto. Sentidos construídos para o relacionamento conjugal na vivência do câncer de mama feminino. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 125 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): ALMEIDA, Ana Maria de
RESUMO: A lacuna existente na compreensão das repercussões do câncer de mama feminino para casais que vivenciaram esse processo motivou a realização deste estudo, que objetivou compreender os sentidos para o câncer de mama feminino entre casais que permaneceram unidos na vivência dessa enfermidade, por meio do referencial teórico do construcionismo social. Os dados foram coletados numa amostra de sete casais entrevistados separadamente, em entrevistas semi-estruturadas com a utilização do diário de campo. A partir disso, foram identificadas três grandes temáticas referentes aos sentidos do câncer e da conjugalidade. Os sentidos do câncer foram agrupados no item vivência da doença, que contém os temas: confirmação da doença e fase do tratamento, esta subdividida nos seguintes sub-temas: a) ficando mais em casa; b) conversando omitindo a doença; c) transportando as esposas; d) cuidado fornecido por outras mulheres; e) realização do serviço doméstico: terceirizado; f) sexualidade: afastamento. E os sentidos da conjugalidade foram agrupados na temática ser marido e ser esposa. Essas temáticas emergiram dos discursos dos entrevistados ancorados na história do câncer e na moral do modelo de conjugalidade tradicional. O câncer foi associado a uma doença com sentidos de provação e morte, que despertou nos participantes sentimentos de revolta e ansiedade e a relação com Deus. Além disso, o compromisso assumido no casamento e a não revelação dos sentimentos mais íntimos experimentados por eles em relação ao câncer de mama, possibilitou a manutenção do laço conjugal em meio à experiência dolorosa da doença. Diante disso, sugere-se a relevância da assistência interdisciplinar com o intuito de desconstruir a negatividade associada ao câncer, bem como a reflexão sobre a relevância do discurso religioso como ferramenta do cuidado assistencial a essa população.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-18122007-154859/

Nº de Classificação: 5249
EVANGELISTA, Renata Alessandra. Avaliação da qualidade de vida das mulheres que apresentam cefaléia. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Programa Interunidades, 2007. 135 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): SOUSA, Fátima Aparecida Emm Faleiros
RESUMO: Nas últimas décadas, as doenças crônicas têm desempenhado um importante papel na morbimortalidade da população mundial atingindo não só a população idosa, mas também jovens em idade produtiva e principalmente mulheres. Dentre as doenças a cefaléia tem sido considerada uma das principais causas de doença do indivíduo adulto em todo o mundo industrializado e na maioria dos países em fase de desenvolvimento, principalmente, nos grandes centros urbanos, como uma doença crônica. A alta prevalência da doença tem se tornado um grande problema de saúde pública afetando milhares de pessoas e, conseqüentemente, a Qualidade de Vida dessa população. O presente estudo é do tipo transversal com objetivo geral de avaliar a prevalência da cefaléia nas mulheres de uma Instituição de Ensino Superior e a qualidade de vida relacionada à saúde das mesmas de um município do estado de Minas Gerais, no ano de 2006, segundo o Instrumento genérico de avaliação de QVRS, SF-36. A coleta de dados foi realizada junto a mulheres no período entre setembro e dezembro de 2006. Considerando os critérios de exclusão, 150 mulheres foram selecionados para participarem deste estudo, destas 72 faziam parte do grupo de Migrânea, 30 faziam parte do grupo Cefaléia Tensional e 48 não apresentaram cefaléia nos últimos 06 meses. Os resultados relacionados às variáveis aspectos clínicos da dor e impacto (freqüência das crises, intensidade da dor, sintomas associados às crises de dor) nos grupos que apresentavam migrânea e cefaléia tensional foram apresentados e discutidos. Os descritores de maior atribuição relatados pelas mulheres que apresentam migrânea foram alucinante fulminante, insuportável e os de menor atribuição foram aniquiliadora, colossal e brutal. Para as mulheres que apresentavam cefaléia tensional os descritores de maior atribuição foram dilacerante, desumana, terrível, e os de menor atribuição foram desgraçada, apavorante e pavorosa. Os escores padronizados do instrumento SF-36, segundo seus domínios foram apresentados e discutidos segundo os quartis, valores máximos e mínimos e representados por meio de tabelas. Adicionalmente, valores médios e respectivos desvios-padrão foram apresentados. A consistência interna do instrumento foi verificada por meio dos valores de alfa de Cronbach entre os domínios da escala. O programa estatístico SPSS, versão 12.1 para Windows foi utilizado. Entre as mulheres investigadas, idade média igual a 24,5 anos, com desvio-padrão de 8,21 anos,para o grupo Migrânea e idade média igual a 33,5 anos, com desvio-padrão de 9,2 anos,para o grupo Cefaléia Tensional. Em relação às propriedades de medida do SF-36, foi obtido um valor para alfa de Cronbach igual a 0,92, mostrando que houve consistência nas respostas dos indivíduos às questões. Tal resultado pôde ser verificado, também, para cada um dos domínios do SF-36, com valor mínimo para o alfa de Cronbach igual a 0,49 e máximo igual a 0,91. O grupo estudado apresentou um maior comprometimento nos domínios Vitalidade, Dor, Saúde Mental e Aspectos Físicos.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/83/83131/tde-07012008-104258/

Nº de Classificação: 5250
BARROS, Gisele Curi de. Aspectos psicológicos em mulheres com câncer ginecológico submetidas à branquiterapia num hospital universitário de Ribeirão Preto: um estudo clínico-qualitativo. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 94 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): LABATE, Renata Curi
RESUMO: Uma das modalidades de tratamento para mulheres acometidas pelo câncer ginecológico é a radioterapia interna, também conhecida como braquiterapia. Caracteriza-se pela colocação de materiais radioativos junto ao tumor. No caso daquele tipo de câncer, para se efetuar a irradiação, é necessário introduzir um aplicador dentro da vagina. Este tratamento pode ser bastante desconfortável para a mulher, tanto no momento da aplicação, quanto após a mesma. Neste sentido, estudos sobre o tema apontam não apenas para efeitos colaterais físicos, mas também para conseqüências psicológicas na qualidade de vida de pacientes tratadas por braquiterapia. Entretanto, tais estudos são ainda incipientes, tendo maior concentração na área de Enfermagem. É quase inexistente uma produção de caráter psicológico que aprofunde o conhecimento a respeito de questões emocionais em mulheres submetidas a esse procedimento invasivo. Sendo assim, esta pesquisa qualitativa objetivou compreender aspectos psicológicos em mulheres com câncer ginecológico submetidas a essa modalidade radioterápica. Para tanto, foram realizadas sete entrevistas abertas com mulheres em tratamento junto ao Serviço de Radioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo. As entrevistas foram áudio-gravadas, transcritas na íntegra e submetidas à análise de acordo com o método clínico-qualitativo, utilizando-se a psicanálise como marco teórico para a interpretação dos dados. Foi elaborado um diário de campo como instrumento auxiliar de pesquisa. Após realização das leituras flutuantes e análise do material, observou-se que a braquiterapia é sentida pelas mulheres como uma agressão, gerando intensa angústia, desespero e raiva. A manipulação na região vaginal, com entradas e saídas de objetos (aplicador, sonda, etc.), desencadeia vivências e efeitos físicos desagradáveis, como dor, ardência urinária, sensação de queimação. Em uma perspectiva psicanalítica, o tratamento é vivido como um objeto hostil e persecutório que é introduzido na intimidade sexual, afetando a mulher em sua feminilidade. A posição física em que as mulheres permanecem para receber a irradiação acarretou sensação de submissão, vergonha e exposição de sua intimidade. Ainda com relação a este tratamento, foram feitas associações e comparações com a experiência anterior de gravidez/parto, possivelmente pela existência de conflitos e questões inconscientes relacionadas ao nascimento, mas também à morte concretizada pela doença grave. As mulheres atribuíram significados ao surgimento do câncer ginecológico relacionados à vivência de depressão, à sexualidade e à gravidez/parto, sendo que se evidenciou uma culpa inconsciente pela doença. Para enfrentarem as vicissitudes do tratamento, as mulheres tiveram que se basear mais no princípio de realidade – buscar a remissão da doença através do tratamento e da confiança na equipe – do que no princípio de prazer (ou evitação do desprazer), mas com considerável sofrimento psíquico. Neste sentido, considera-se relevante pensar numa assistência psicológica às pacientes, com o intuito de minimizar possíveis efeitos psicológicos adversos associados à braquiterapia.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-18122007-160711/

Nº de Classificação: 5251
MOREIRA, Denis da Silva. Experiências de pais no cuidado ao filho com câncer: um olhar na perspectiva de gênero. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 143 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): LIMA, Regina Aparecida Garcia de
RESUMO: Crianças e adolescentes com câncer podem alterar a dinâmica e a estrutura familiar, exigindo adaptações, tanto por parte da criança e do adolescente, quanto dos seus familiares. Observamos que papéis historicamente determinados às mães, como por exemplo, o cuidado dos filhos, está sendo absorvido também pelos pais e este movimento de participação mais efetiva dos pais tem sido denominado de “nova paternidade”. Considerando o âmbito do cuidado, o presente estudo objetiva compreender como os pais cuidam de seus filhos com câncer, a partir da perspectiva de gênero. Trata-se de uma investigação com abordagem metodológica qualitativa, sustentado pelo método etnográfico e o referencial de gênero. Os participantes do estudo foram nove pais e nove mães de crianças ou adolescentes com mais de seis meses de tratamento de câncer em um hospital escola do interior do Estado de São Paulo. Os dados foram coletados por meio de entrevista, complementada com observação e consulta em prontuários. A análise foi realizada segundo os pressupostos da abordagem geral indutiva. Ao procedermos a análise, identificamos códigos que possibilitaram a construção de três categorias: a experiência do itinerário diagnóstico e terapêutico; a construção de uma nova paternidade e estratégias de enfrentamento. O estudo possibilitou apreender que a experiência de cuidado do filho repercutiu de forma marcante no cotidiano e na vida pessoal dos pais e mães. A compreensão da natureza de cronicidade do câncer infantil promoveu uma reorganização dos papéis sociais e a implementação de estratégias de enfrentamento a fim de responder às demandas advindas da terapêutica. Conviver com o filho com câncer não se restringe apenas aos momentos de crise, os quais, muitas vezes, ocasionam uma hospitalização, mas os depoimentos mostraram uma trajetória árdua, anterior ao diagnostico, na busca de solução do problema de saúde apresentado pelo filho.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-19122007-145505/

Nº de Classificação: 5252
SANTI, Liliane Nascimento de. Estudo com mulheres vítimas de violência doméstica com lesões no complexo maxilomandibular e problemas associados. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 279 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): NAKANO, Ana Márcia Spanó
RESUMO: A invisibilidade da violência contra a mulher revela-se em taxas subestimadas de sua ocorrência, tornando-se um problema a ser enfrentado pela saúde. A cabeça e face são freqüentemente comprometidas pelos traumas, o que aponta para estudos de avaliação da complexidade anatômica, funcional e estética destas estruturas e das conseqüências à saúde da mulher. Objetivou-se estudar os casos de lesões corporais dolosas que tiveram comprometimento no complexo maxilomandibular entre mulheres que compareceram ao Instituto Médico Legal de Ribeirão Preto para exame de corpo de delito. A amostra compôs-se de 67 mulheres atendidas no período de maio de 2005 a outubro de 2006. É um estudo descritivo exploratório que utiliza de abordagem quantitativa para estabelecer o perfil das vítimas e agressores além da tipificação da violência. Foram analisados os traumas no complexo com base na análise clínica odontológica, os quais foram fotografados para a devida classificação jurídica da lesão. A abordagem qualitativa de entrevistas realizadas com base na técnica da análise temática, com vista a compreender a visão das mulheres sobre a violência sofrida, as conseqüências a sua saúde e formas de enfrentamento. Os dados foram coletados em dois momentos durante o exame pericial e no retorno após 30 dias. Foram seguidas as normas éticas para pesquisa envolvendo seres humanos. As mulheres tinham em média 31,5 anos, a maioria declarou-se branca. Todas as mulheres eram alfabetizadas; a maioria pertencia a classificação sócio-econômico C e E segundo a ABA/ABIPEME. 9% das mulheres estavam desempregadas e 23,9% eram do lar. A idade média dos agressores foi de 39 anos, 62,7% dos agressores trabalhavam como autônomos e a cor branca prevaleceu entre os agressores (58,2%). 91,04% dos casos, os agressores utilizaram do corpo como agente provocador de agressão, através de socos, pontapés e empurrões. Na classificação jurídica das lesões, 50 (74,6%) foram consideradas leves; 12 (17,9%) como graves e 5 (7,5%) como gravíssimas. Para o exame clínico odontológico foram construídos alguns indicadores, com base na anatomia e fisiologia do complexo maxilomandibular. Analisando as falas das entrevistadas, depreendemos 04 categorias temáticas centrais: Contexto da violência; Rede de Suporte e Ajuda; Compreensão da violência sofrida; Conseqüências para sua saúde. O conhecimento e o entendimento dos agravos que interferem a saúde bucal e a saúde da mulher promovem uma reflexão sobre as condições de vida e saúde, contribuindo para a realização de ações preventivas nas diversas áreas, assim como no planejamento de ações assistenciais que vão desde o atendimento das emergências até a reabilitação e a reintegração junto à sociedade, frente a qual a Odontologia juntamente com outras disciplinas tem importante papel.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-19122007-150600/

Nº de Classificação: 5253
ROSA, Walisete de Almeida Godinho. Limites e possibilidades de inserção da Estratégia de Saúde da Família no processo de transformação da assistência psiquiátrica e na promoção de saúde mental. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 163 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)

Orientador(es): LABATE, Renata Curi
RESUMO: A Estratégia de Saúde da Família (ESF) possui princípios éticos e filosóficos que vem de encontro às propostas da Reforma Psiquiátrica expressas na Declaração de Caracas, a qual enfatiza a necessidade de colocar a atenção psiquiátrica em estreita vinculação com a atenção primária. Partindo dessas considerações, a presente pesquisa teve por objetivo discutir junto às equipes da ESF os limites e possibilidades da inserção da ESF no processo de transformação da assistência psiquiátrica e na promoção de saúde mental. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa, utilizando como técnica de coleta de dados o grupo focal. Participaram do estudo, médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde de cinco (05) equipes da ESF da cidade de Passos-MG. Para a análise dos dados utilizamos a análise de conteúdo. Emergiram das entrevistas grupais cinco categorias: critérios de inclusão do distúrbio mental; demanda psiquiátrica na ESF; saúde mental na ESF; adoecimento psíquico e promoção de saúde mental na ESF. Os discursos revelam que existe a necessidade de ampliar os conhecimentos para se ter uma atitude terapêutica baseada no cuidado e no acolhimento e envolver a ESF na rede de atenção em saúde mental.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-19122007-154314/

Nº de Classificação: 5254
REZA, Cleotilde Garcia. O cotidiano do hipertenso na perspectiva do modelo de campo de saúde de Lalonde. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 138 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): NOGUEIRA, Maria Suely
RESUMO: A presente pesquisa for desenvolvida junto a pacientes hipertensos cadastrados em um Programa de Exercício Aeróbio de um Centro de Saúde do Município de Toluca – México, tendo por objetivo caracterizá-los de acordo com as variáveis do Modelo de Campo de Saúde de Lalonde: biologia humana, meio ambiente, estilo de vida e organização dos serviços de saúde e, analisar o sentir e o pensar destes pacientes sobre sua doença e os cuidados com a mesma. Participaram da pesquisa quarenta e oito pacientes, cujos dados foram obtido em duas fases; primeiramente obteve-se os dados referentes aos quatro elementos do Modelo de Campo de Saúde de Lalonde em seguida, por meio de cinco questões orientadoras foi possível identificar a experiência dos hipertensos com a doença, enfocando o pensar e o sentir destes pacientes, desde o diagnóstico até as mudanças e cuidados impostos pela doença; após a obtenção dos valores da PA, os pacientes, foram classificados em dois grupos: aqueles com PA controlada e aqueles de PA não controlada, de acordo com as recomendações do JNC-7 (2006). Entre os pacientes do grupo de PA controlada 77,08% eram mulheres: 54,16% tinham idade superior a 60 anos; 81,25% estavam com a PA controlada; 27,08% apresentavam sobrepeso e 68,75% possuíam RCQ maior que 90; 45,83% não sabiam indicar antecedentes familiares para a doença; 20,83% indicaram ser hipertensos há mais de dez anos; 72,91% faziam tratamento para a hipertensão arterial, 43,73% indicaram conhecer os valores de PA; 39,59% eram viúvos; 52,08% procediam do meio urbano; 68,75% possuíam nível de escolaridade baixo; 54,16% ocupavam-se dos afazeres domésticos; 70,83% indicaram realizar exercício físico, sendo a caminhada indicada por 66,67% deles; 75,0% não fumavam e 68,75% não consumiam bebida alcoólica; 66,67% indicaram apresentar estresse, sendo este mais freqüente em função de problemas familiares e no lar; 72,91% indicam fazer em média três refeições diárias e consumir alimentos com pouco sal (68,75%); 68,75% indicaram usar os serviços de saúde do sistema público, sendo que 54,16% indicaram procurar o serviço somente quando não se sentissem bem. Em relação ao que pensavam sobre sua doença e o cuidado, pode-se identificar que os hipertensos percebem como necessária a mudança de comportamento a partir da descoberta da doença, embora o início da doença não tenha gerado nenhuma mudança significativa. Os resultados deste estudo são importantes para o universo dos serviços de saúde do México, uma vez que demanda a necessidade de aprofundar estudos que gerem novos conhecimentos que possam contribuir para a melhoria do cuidado ao hipertenso.



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