Associação Brasileira de Enfermagem Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem cepen



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Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-18102007-163759/

Nº de Classificação: 5214
GUZMÁN FACUNDO, Francisco Rafael. Fatores de risco e o significado do consumo de drogas em adolescentes e jovens marginais de bandos juvenís. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 184 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): PEDRÃO, Luiz Jorge
RESUMO: O abuso no consumo de drogas constitui problema social e de saúde pública na maioria dos países pelas múltiplas conseqüências negativas que provocam sobre o desenvolvimento emocional e físico das pessoas. Grupos reconhecidos como de maior risco para consumir drogas são os grupos marginais e, dentro destes, estão os adolescentes e jovens pertencentes aos bandos juvenis. Os objetivos do presente estudo foram: analisar o efeito dos fatores de risco pessoais (idade, sexo, problemas de saúde mental, baixo nível educacional, ter trabalho remunerado, anos de escolaridade) e interpessoais (relação com amigos sob condutas desajustadas e relação inapropriada com pais) sobre o consumo de drogas lícitas (álcool e tabaco) e ilícitas (maconha, cocaína e inalantes) e, num segundo momento, desenvolver modelo teórico representativo dos significados do consumo de droga em adolescentes e jovens marginais de bandos juvenis. Para tal efeito, realizou-se estudo com metodologia quanti-qualitativa, onde se consideraram 175 sujeitos para o primeiro objetivo. Estimou-se a amostra para uma regressão linear múltipla com sete variáveis, com potência de 0,90, nível de significância de 0,05, para variância estimada de 20% e, para o segundo objetivo, utilizou-se o referencial metodológico da Teoria Fundamentada nos Dados à luz do Interacionismo Simbólico, com amostra de 16 sujeitos. Os resultados dos modelos de regressão logística mostraram efeito significativo dos fatores pessoais sobre o consumo de álcool (c2=30,19; p<0,05), maconha (c2=47,78; p<0,001), cocaína (c2=55,54; p<0,001) e inalantes (c2= 41,79; p<0,001), os fatores de risco pessoais que mostraram maior contribuição nos modelos foram: o sexo (ser homem), idade, problemas de saúde mental e baixo nível educacional; e, os fatores interpessoais: relações com amigos sob condutas desajustadas e relação inapropriada com pais, mostraram um efeito positivo sobre o consumo de álcool (c2=11,96; p=0,003), maconha (c2= 22,56; p<0,001), cocaína (c2=12,44; p=0,002) e inalantes (c2= 14,80; p<0,001). Os fatores de risco pessoais e interpessoais não mostraram efeitos significativos para o consumo de tabaco. Depois de transcrever as entrevistas dos 16 sujeitos, codificou-se em três etapas: codificação aberta, axial e seletiva. Da análise comparativa dos dados resultou a categoria central A GLÓRIA DO PRAZER SOBRE AS CONSEQÜÊNCIAS em relação ao significado do consumo de drogas, e representa as vantagens dos efeitos prazerosos, emocionais, de bem-estar, relaxamento, desinibição e, conseqüentemente, risos, denotando sentimentos de felicidade sobre as possíveis conseqüências do consumo de drogas. Esses resultados possibilitaram a reflexão de que, em um futuro próximo, há a necessidade de elaboração de programas adequados direcionados à prevenção nesse grupo de jovens marginais.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-18102007-161851/

Nº de Classificação: 5215
BARBOSA, Luciana Rodrigues. Relações entre liderança, motivação e qualidade na assistência de enfermagem: revisão integrativa da literatura. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 138 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): MELO, Marcia Regina Antonietto da Costa
RESUMO: Apresenta uma revisão integrativa de literatura para avaliar as contribuições das pesquisas produzidas pela Enfermagem brasileira sobre as temáticas liderança, motivação e qualidade da assistência no contexto hospitalar, através da análise de artigos publicados em periódicos nacionais. Pretende destacar as estratégias de liderança, motivação e qualidade que podem ser utilizadas pelo enfermeiro, visando à realização, pela equipe, de ações comprometidas com a assistência de enfermagem. Revisão Integrativa da Literatura é aquela em que conclusões de estudos anteriormente conduzidos são sumarizadas a fim de que se formulem inferências sobre um tópico específico. Mostra a pesquisa feita nas bases de dados LILACS e BDENF da Biblioteca Virtual em Saúde – BVS, utilizando artigos indexados nessas bases, até o ano de 2006. Utiliza para a integração das categorias os descritores: Enfermagem, Assistência de Enfermagem, Liderança, Motivação e Qualidade; estudos de natureza descritiva, relacionados com a 'enfermagem' e/ou 'assistência de enfermagem' em um contexto hospitalar. Composta por 31 estudos, cuja análise foi feita a partir da utilização de um instrumento confeccionado pela própria pesquisadora, submetido a um pré-teste. Categoriza os dados em três grandes conjuntos (liderança, motivação e qualidade) e em subcategorias, as quais foram analisadas sob o enfoque da assistência de enfermagem no contexto hospitalar. Identifica três estudos sobre liderança, três estudos sobre motivação e um estudo sobre qualidade, o que corresponde a cerca de 20% da amostra. A partir do entendimento das autoras, somente estes estudos apontam estratégias com potencial para promover a assistência de enfermagem. Estas (estratégias), por sua vez, requerem ação e empenho por parte da Enfermagem para que este potencial seja ativado e, assim, provocar as mudanças necessárias à promoção da assistência e, conseqüentemente, à qualidade de todas as ações que caracterizam o exercício da profissão.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-18102007-160517/

Nº de Classificação: 5216
LÓPEZ GARCÍA, Karla Selene. Competência social, dificuldades interpessoais e consumo de drogas em adolescentes escolares de Monterrey, N. L. México. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 226 f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): COSTA JUNIOR, Moacyr Lobo da
RESUMO: Estudo descritivo, correlacional, cujos objetivos foram realizar a adaptação transcultural para México dos instrumentos Teenagee Inventory of Social Skills (TISS) e o Cuestionario de Evaluación de Dificultades Interpersonales en la Adolescencia (CEDIA) e identificar as características pessoais, familiares e sociais (competência social e dificuldades interpessoais) que podem influenciar o consumo de drogas em adolescentes escolares de Monterrey, N. L. México. Seguiram-se as etapas metodológicas para a adaptação transcultural: 1) Tradução, 2) Retro-tradução, 3) Revisão por um comitê de especialistas 4) Aplicação de uma prova piloto e analise das propriedades psicométricas de validação e confiabilidade dos instrumentos TISS e CEDIA, numa amostra de 1.221 estudantes de ensino fundamental. Os resultados encontrados mostraram que o instrumento TISS é uma ferramenta confiável na avaliação da competência social, obtendo-se valores de consistência interna aceitáveis ao aplicar-se em adolescentes escolares mexicanos. As Inter-correlações entre as subescalas de conduta pró-social e anti-social demonstraram ser negativas e estatisticamente significativas, o que confirma a existência de domínios de condutas diferentes, além de verificar a existência de dois fatores através da análise fatorial aplicada ao instrumento TISS. Em relação ao Questionário CEDIA, encontraram-se adequadas propriedades psicométricas, elevada confiabilidade e valores aceitáveis do coeficiente Alpha de Cronbach para a escala total e cada uma das subescalas de dificuldades interpessoais (assertividade, relações heterossexuais, falar em público, relações familiares e relações com amigos), indicaram-se coeficientes de correlação positivos e significativos entre as subescalas; e se afirmou a natureza multidimensional do questionário CEDIA. Por outro lado, apresentaram-se diferenças significativas da conduta pró-social e antisocial segundo sexo, idade e escolaridade. Além de encontrar diferenças das dificuldades interpessoais segundo sexo e idade nos adolescentes. Em relação ao consumo de drogas legais alguma vez em sua vida, mais do 40,0% consumiu bebidas alcoólicas, 36,2% consumiu tabaco. Sobre às drogas ilegais, assinalou-se que 2,4% usaram inalantes, 2,0% experimentaram maconha e 0,8% consumiram cocaína alguma vez em sua vida. Não se encontraram diferenças de consumo de drogas por sexo. No entanto encontraram-se diferenças de consumo de tabaco nos adolescentes escolares por idade, escolaridade e ocupação e ou viver ou não com o pai. Identificou-se que mais do 80,0% apresentava muito baixa dependência de consumo de tabaco através do questionário FAGESTROM. Em relação ao consumo de álcool, os homens mostram mais alta proporção de consumo atual, destacando-se diferenças de consumo por idade e escolaridade. O instrumento AUDIT mostrou que mais do 30,0% apresentava consumo de álcool em risco, 14,8% dos participantes apresentaram sintomas de dependência e 29,7% manifestavam danos relacionados ao consumo de álcool. Em relação ao consumo de drogas ilegais não se apresentaram diferenças nas variáveis do estudo. Observou-se que quanto a maior conduta pró-social menor é o consumo de drogas nos adolescentes. Encontrou-se relação da conduta anti-social com o consumo de álcool e drogas ilícitas. As dificuldades interpessoais não apresentaram relação com o consumo de drogas. As variáveis que têm a probabilidade de predizer o consumo de tabaco, são idade, sexo, conduta anti-social, dificuldades interpessoais para falar em público e relações heterossexuais. Referente ao consumo de álcool, as variáveis que predizem o consumo são idade, sexo, escolaridade, conduta anti-social, dificuldades interpessoais na assertividade, relações heterossexuais, relações familiares e relações com amigos. Mostrou-se que a conduta anti-social é a única variável que tem a probabilidade de predizer o consumo de drogas ilícitas nos adolescentes escolares.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-18102007-170157/

Nº de Classificação: 5217
SPADINI, Luciene Simões. A inserção do enfermeiro no contexto de saúde mental: o trabalho com grupos. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 144 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SOUZA, Maria Conceição Bernardo de Mello e
RESUMO: Na assistência de enfermagem em saúde mental o recurso grupal proporciona uma modalidade potencialmente terapêutica e eficaz, uma vez que possibilita uma variedade de relacionamentos entre os seus membros e o coordenador do grupo, trazendo grandes benefícios a pacientes e a seus familiares. Por essa razão, o trabalho em grupo, é uma habilidade que deve ser considerada por todo enfermeiro. O atual estudo é de natureza qualitativo-descritiva, exploratório. Tem como proposta buscar conhecer, dentre os enfermeiros que atuam especificamente na área de saúde mental, o entendimento que eles têm sobre a temática grupo, bem como se valorizam as estratégias grupais desenvolvidas nos serviços em que estão inseridos, além de verificar se ocorre e como ocorre a sua participação nos grupos, nas diferentes modalidades de serviços na área de saúde mental no município de Ribeirão Preto/SP. Os sujeitos envolvidos foram os enfermeiros dos diversos serviços de saúde mental desse município. Para a coleta de dados, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, guiadas por um roteiro pré-elaborado. Essas foram gravadas e transcritas na íntegra pelo próprio pesquisador. Na análise e discussão dos dados coletados foi utilizado os seguintes passos: ordenação dos dados, classificação dos dados e análise final na articulação do material teórico e empírico. Foram identificadas cinco categorias: conceito de grupo, atividade grupal na assistência em saúde mental e psiquiatria, participação dos enfermeiros nos grupos e formação do enfermeiro em grupos e na área de saúde mental e psiquiatria. Os resultados apontaram para a necessidade de um investimento maior, durante a formação do enfermeiro, em relação à temática enfocada, assim como observou-se que não há incentivo das instituições de saúde para o preparo do profissional e que o sucesso do êxito do trabalho com grupos depende, também, da motivação do próprio enfermeiro.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-17102007-155423/

Nº de Classificação: 5218
TONANI, Marcela. Risco de câncer e comportamentos preventivos: a persuasão como uma estratégia de intervenção. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 108 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): CARVALHO, Emilia Campos de
RESUMO: O câncer configura-se como um problema de saúde pública e seu controle depende essencialmente de ações nas áreas da promoção da saúde, proteção específica e do diagnóstico precoce da doença. A efetividade das intervenções designadas para seu controle pode contar com o auxílio do processo de persuasão empregado. O presente estudo buscou avaliar o grau de risco para apresentação de câncer contemplando os fatores de risco pertinentes, bem como, avaliar a presença e as características da persuasão na comunicação para prevenção e detecção precoce de câncer. Trata-se de um estudo observacional, com caráter transversal, onde foram empregados dois instrumentos para o alcance dos objetivos; a população abordada foi de um bairro da cidade de Ribeirão Preto/SP. Constatou-se que os altos riscos foram para os cânceres de cólon/reto, cérvico e de endométrio; e moderados riscos para estes acrescidos de pulmão e mama. Quanto à persuasão, observou-se que houve o desencadeamento das informações acerca do câncer, no entanto estas não conseguiram manter-se efetivas por longos períodos; também não se identificou o reforço dessas informações. Portanto, diante do risco de câncer e dos comportamentos preventivos levantados, considera-se que a persuasão é uma estratégia útil para diminuição desses riscos e, de incentivo e manutenção de comportamentos preventivos; porém, ela deve conter todas as etapas do processo a fim de que não se perca a oportunidade de gerar comportamentos preventivos ou de detecção precoce.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-17102007-140804/

Nº de Classificação: 5219
SOUZA, Sandra Maria Brunini de. Fatores associados à soropositividade ao HIV em indivíduos atendidos em Centros de Testagem e Aconselhamento de Goiás e Distrito Federal: estudo multicêntrico. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem e Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Programa Interunidades, 2007. [153] f.

Tese (Doutorado em Enfermagem)



Orientador(es): GIR, Elucir
RESUMO: Introdução: o oferecimento do teste anti-HIV para a população em geral é considerado importante medida de saúde pública. No Brasil esses testes podem ser realizados nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), gratuita e confidencialmente. Os dados coletados nessas unidades de saúde compõem o Sistema de Informações do CTA (SI-CTA). A vigilância epidemiológica da infecção pelo HIV a partir dos dados fornecidos por essa rede de serviço é uma necessidade premente em nosso país porque a caracterização da demanda de portadores assintomáticos permite conhecer padrões recentes das situações de risco envolvidas na epidemia. Objetivos: identificar a soroprevalência e os fatores de risco associados à soropositividade ao HIV nos indivíduos atendidos nos CTA do Brasil Central. Metodologia: estudo multicêntrico de corte transversal, analítico, com indivíduos que se submeteram ao teste anti-HIV em dez CTA de Goiás e Distrito Federal e conduzido a partir dos registros da base nacional do SI-CTA do Programa Nacional de DST/Aids. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e a regressão foi utilizada para identificar fatores de risco associados à soropositividade ao HIV nessa população. Os resultados foram apresentados segundo as unidades de análises demográficas: Brasil Central, Goiânia e Distrito Federal e segundo a condição de retestador. Resultados: foram analisados 16.991 indivíduos testados nos CTA da região no período de 2003 a 2004. A prevalência global da infecção foi de 1,5% variando entre os CTA e a razão de sexo (H:M) foi de 3,7:1. Os fatores de risco diferiram segundo as unidades de análise. Na região a infecção esteve associada aos CTA das capitais, à idade, a ser parceiro de indivíduo com HIV/Aids ou pertencer ao grupo dos trabalhadores do sexo/HSH/travestis ou profissionais de saúde ou UDI; ao reteste; a relacionar-se com parceiros de ambos os sexos e a ter conhecido o CTA através de amigos ou usuários. Em Goiânia e Brasília os fatores que se mantiveram associados à infecção em ambas as localidades foram: a idade, sendo entre 30 e 39 anos (Brasília) e entre 40 a 49 anos (Goiânia); pertencer ao recorte “trabalhadores do sexo/HSH/travestis” ou ser parceiro de pessoa com HIV/Aids. Para Brasília, acrescentam-se: bissexualismo; ser retestador; UDI; ter sido informado do CTA por amigos ou usuários e ter tido DST no último ano. A escolaridade não esteve associada à infecção, no entanto, em Brasília, ter três anos de estudos, diminuiu a chance de um resultado positivo. Conclusões: Os resultados deste trabalho mostraram que há diferenças epidemiológicas entre indivíduos segundo o local de testagem, evidenciando um processo distinto de difusão geográfica da infecção. Evidenciaram a importância dos CTA como componentes do sistema de vigilância epidemiológica da infecção pelo HIV enquanto fontes de notificação dos novos diagnósticos e a necessidade de implementar o SI-CTA como ferramenta no monitoramento dessa infecção em nosso país.

Acesso ao texto integral: não localizado e não temos o CD

Nº de Classificação: 5220
REIS, Márcia Cristina Guerreiro dos. Prevalência de anemia em crianças de 3 a 12 meses de vida em relação ao aleitamento materno, num serviço de saúde de Ribeirão Preto-SP. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 116 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): NAKANO, Ana Márcia Spanó
RESUMO: O presente estudo teve como objetivo verificar a prevalência de anemia em crianças de 3 a 12 meses de idade, associada às variáveis maternas, neonatais e de aleitamento materno, atendidas num serviço de saúde de Ribeirão Preto, SP. Neste estudo, que foi um recorte de um projeto multicêntrico, utilizou-se parte dos dados coletados na UBDS Vila Virginia, em Ribeirão Preto-SP, a fim de se atingirem os objetivos propostos. Estudo transversal, observacional, descritivo e quantitativo, do qual participaram 121 mães e seus respectivos filhos, de 3 a 12 meses de idade, atendidos no serviço de puericultura da UBDS Vila Virgínia, turno da tarde, no período de 01 de setembro/2005 a 31 de julho/2006. No seu desenvolvimento, realizaram-se entrevistas com as mães, para preenchimento do formulário, e também colheu-se amostra de sangue da região do calcâneo da criança, para dosagem da hemoglobina (Hb). Adotaram-se três critérios internacionais, como parâmetros de anemia, usando-se para as crianças de 3 a 5 meses de idade completos dois critérios, de Hb < 10,0 g/dL segundo padrão Brault-Dubuc e Hb< 10,3 g/dL, padrão Saarinen; para as crianças e 6 a 12 meses de idade incompletos, critério de Hb < 11,0 g/dL, adotado pela OMS. Na análise dos dados, utilizaram-se distribuição de freqüências, médias, desvios padrões e medianas, teste de associação e regressão logística. Do total de 69 crianças de 3 a 5 meses de idade completos, a prevalência de anemia foi de 17,4 e 20,2%, segundo padrões Brault-Dubuc e Saarinen, respectivamente. Nas crianças de 6 a 12 meses de idade incompletos, a prevalência de anemia foi de 48,0%, segundo critério da OMS. No total de 121 crianças de 3 a 12 meses de idade, a prevalência de anemia foi de 30,6 e 32,2%, respectivamente, segundo combinação dos três critérios. Não encontrou-se associação entre anemia e variáveis maternas e formas de morar e viver das famílias; porém, com relação às variáveis infantis, encontrou-se forte associação entre anemia e idade da criança; não se identificou associação entre anemia e sexo, peso ao nascer, idade gestacional e consumo de ferro medicamentoso. Quanto à anemia e aleitamento não se encontrou associação estatisticamente significativa entre os diferentes tipos e duração do aleitamento materno. O consumo de água e chá aumentou 1,8 vez o risco de adquirir anemia mas, o resultado não foi estatisticamente significativo. O uso de leite de vaca fluido apresentou-se associado à anemia, aumentando em 1,7 vez o risco de adquiri-la.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-17102007-161022/

Nº de Classificação: 5221
SALTARELI, Simone. Avaliação de aspectos quantitativos e qualitativos da dor na fibromialgia. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 114 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)

Orientador(es): SOUSA, Fatima Aparecida Emm Faleiros
RESUMO: Objetivo: avaliar a percepção da dor na fibromialgia por meio de técnica metodológica quantitativa e qualitativa. Métodos: 30 clientes foram avaliadas por meio de uma entrevista analisada através de análise de conteúdo temática e do Instrumento de Descritores de Dor, sendo que para os dados resultantes foram calculados a média aritmética e o desvio padrão para determinar quais descritores caracterizam melhor a dor na fibromialgia. Resultados e discussão: a análise de conteúdo resultou na construção de categorias de análise referentes às percepções de: diagnóstico, motivações, doença, sentimentos, pensamentos e repercussões na qualidade de vida. Já o Instrumento de Descritores de Dor revelou que os descritores de maior atribuição na caracterização da dor foram incômoda, que espalha, latejante, desconfortável e persistente e os de menor atribuição foram desgraçada, demoníaca, maldita, aterrorizante e assustadora. Os dois instrumentos mostraram tendência das clientes em perceber e relatar a dor, principalmente relacionada às características sensorial-discriminativas. Além disso apresentaram dados relativos à importância do papel da família e do profissional de saúde no manejo da dor.Conclusão: percebeu-se a necessidade de estimular a percepção e a expressão das clientes com relação à dor, abarcando sua multidimensionalidade e que, o manejo da dor deve ser realizado levando-se em conta a tríade equipe de saúde – cliente – família, face à complexidade do fenômeno.

Acesso ao texto integral: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-15102007-152806/

Nº de Classificação: 5222
SCARPARO, Ariane Fazzolo. Auditoria de enfermagem: identificando sua concepção e métodos. Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, 2007. 125 f.

Dissertação (Mestrado em Enfermagem)



Orientador(es): FERRAZ, Clarice Aparecida
RESUMO: A auditoria tem sido uma ferramenta gerencial utilizada pelos profissionais da saúde, em especial os enfermeiros, com a finalidade de avaliar a qualidade da assistência de enfermagem e os custos decorrentes da prestação desta atividade. Embora essas duas vertentes de atuação sejam de grande importância, os estudos realizados até então demonstram que o foco da auditoria de enfermagem privilegia a sua dimensão contábil. A revisão da literatura também revela que o tema é pouco explorado evidenciando que não há clareza acerca de concepção, de método e da finalidade da auditoria de enfermagem, requerendo investimentos na produção de conhecimentos que possam sustentar a atuação dos profissionais nesta área. Desse modo, os objetivos desta pesquisa estão circunscritos a identificar e analisar opiniões de especialistas em auditoria que atuam no contexto da enfermagem brasileira e, sistematizar tendências de concepção, de método e de finalidade da auditoria de enfermagem, na atualidade e para os próximos cinco anos. Metodologicamente a investigação foi estruturada utilizando-se da técnica Delphi que trata de um tipo de avaliação prospectiva e consensual de tendências, por parte de especialistas no tema investigado. Assim foi elaborado um instrumento de coleta de opiniões contendo questões de tendências e de prioridades sobre auditoria de enfermagem. A coleta de dados foi realizada em duas rodadas conforme recomendado, na primeira etapa os especialistas tiveram acesso ao questionário e suas respostas foram organizadas e analisadas buscando identificar a convergência entre os participantes. Para a obtenção de consenso foi estabelecido um percentual mínimo de 70% de concordância; as questões que não alcançaram esse patamar foram reenviadas aos especialistas para uma segunda rodada de opiniões. Os resultados revelaram que a concepção atual da auditoria está enfocada na visão contábil e financeira tendo em vista a sustentação econômica do hospital e como ato de controladoria visando identificar pagamentos indevidos referentes à conta hospitalar; no futuro, à essa concepção referida será associada, a avaliação da qualidade da assistência, com envolvimento em outras áreas que interferem na assistência. Os métodos e finalidades que obtiveram consenso entre os participantes para a atualidade e futuro estão intimamente relacionados a concepção de tais períodos. Na atualidade o método da auditoria de enfermagem foi considerado de forma retrospectiva, do tipo interna, contemplando as etapas de coleta de dados e análise de contas hospitalares a fim de impor glosas ou diminuí-las, utilizando dados coletados dos prontuários dos pacientes, registros e manuais de enfermagem; no futuro, foram associados à esses métodos, a forma concorrente, o tipo externa, contemplando a análise da estrutura, processo e resultado, considerando visão integrada e ampliada e a definição de objetivos, coleta de dados acerca dos processos da assistência de enfermagem com elaboração de relatório técnico. A finalidade da auditoria de enfermagem na atualidade está restrita à comprovação de pagamento de contas hospitalares, revendo glosas, realizando negociações entre representantes do hospital e do convênio; no futuro, associado à primeira finalidade, apontar inadequações da assistência de enfermagem, reformulando suas práticas, indicando processos de educação em serviço e delineando ações corretivas. Com relação as prioridades a serem implementadas para a prática futura, foram pontuados a formação específica (especialização) e o planejamento e execução de forma sistemática pautada no conhecimento científico e técnico da profissão. Conclui-se que a auditoria de enfermagem cumpre uma finalidade institucional que na atualidade está pautada em um enfoque empresarial e mercadológico. Há uma tendência de mudança do enfoque de mercado voltado para o cliente, portanto pautado na qualidade do produto ou serviço, havendo a adequação das ações nesse sentido.



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